Colega séria topou foder

Casada com duas filhinhas, severa consigo e com os outros, apegada às normas morais e de conduta, demorou, mas acabou na cama comigo. Isso sim, só uma vez, … supostamente.

Mabel tinha 32 anos quando entrou na empresa, cabelo longo castanho, rosto agradável com nariz empinado, olhos cor de mel, lábios carnudos, peitos firmes e meio grandes, corpo harmonioso, bunda empinada e duas pernas soberbas.

Logo que comecei a lidar com ela, me atraiu esteticamente e gostei do jeito dela, muito tranquila, calma ao abordar vários assuntos de trabalho, gerais e, frequentemente, falando da família.

Nós dois dependíamos da mesma gerência de tecnologia, mas trabalhávamos em setores diferentes até que, um tempo depois dela entrar, recebi a tarefa de desenvolver uma aplicação complexa especial para as gerências comercial e administrativa. Me designaram a Mabel para participar do trampo porque, além da formação profissional adequada, ela tinha conhecimento dos requisitos e contato direto com as duas gerências.

Durante alguns meses, compartilhamos, diariamente, várias horas, a maioria a sós, no meu escritório ou no dela.

O projeto foi avançando e minhas ilusões com ela crescendo. Comecei a aproveitar toda pausa nas tarefas para elogiá-la e dar em cima.

Não consegui nada além de agradecimentos pelas minhas demonstrações de apreço ou admiração e a convicção de que ela sentia satisfação, prazer ou agrado com minhas tentativas ou pretensões. Nenhum sinal de que fosse ceder, cair na tentação.

Terminada a aplicação, a gerência marcou uma reunião para a apresentação dela.

Naquele dia, Mabel se produziu com capricho e estava mais gostosa do que nunca. Falei isso pra ela com ênfase, sem ser agressivo.

A recepção do produto que apresentamos foi muito superior às nossas expectativas. Teve até aplauso (inusitado) e muitas palavras e gestos de aprovação.

De volta ao meu escritório, eufóricos os dois, nos Nós nos abraçamos dando pulinhos e... com "premeditação e dolo", aproveitei pra dar um beijo nela, rápido, na boca.
Mabel se afastou, e com uma expressão de reprovação murmurou pra eu não fazer mais aquilo, que não era certo.
Percebi que, embora ela tivesse me negado a boca, o beijo não tinha desagradado ela, respondi que tinha feito por dois motivos: pelo nosso sucesso e porque eu queria aquilo há muito tempo.
— Você gostou ou não? — perguntei olhando nos olhos dela.
Ela preferiu ir embora sem me responder. Deduzi que a resposta era sim.

Nos dias seguintes, ela me tratava meio afastada ou distante por causa do que aconteceu. Eu fiquei sem tocar no assunto por umas duas semanas, até que um dia estávamos analisando uma modificação pedida pro aplicativo. Ela me explicava, eu só olhava pra ela, quando ela percebeu me disse que eu não estava prestando atenção e eu respondi que não.
— Vamos trabalhar, Juan!!
— Não consigo.
Ela fechou os olhos como se procurasse a palavra ou reprovação certa pro que estava por vir. Coloquei uma mão na nuca dela pra evitar que ela se esquivasse e beijei ela com toda a vontade e necessidade de devorar os lábios dela. Ela até fez menção de resistir, mas não se esforçou de verdade.
— Agora sim, posso trabalhar tranquilo.
Ela sorriu e me chamou de idiota, e fingimos continuar trabalhando.

A simulação não durou mais de cinco minutos. Levantei ela da cadeira, abracei forte e beijei ela de novo. Impossível que ela não sentisse minha ereção descomunal na pélvis dela. Dessa vez, ela entreabriu os lábios, umedecendo o beijo.
Nos beijamos por vários minutos até que ela pareceu se dar conta do que estava acontecendo, forcejou pra se soltar, pegou as coisas dela e foi embora dizendo que era uma barbaridade o que a gente tava fazendo.

Difícil explicar o que senti. Eu tinha abraçado e beijado uma mulher gostosa, desejável mas séria, que tinha marido e uma família que amava muito, e ela tinha correspondido ao agrado.
Durante a semana seguinte, ela evitou ficar a sós comigo. Vinha pro meu escritório acompanhada. por alguém da administração ou comercial (parte interessada no assunto) e saía com ele/ela.
Até que um dia a reunião multissetorial terminou quase na hora de saída – 18h – e a “terceira pessoa na jogada” se mandou de repente, alegando não sei que urgência. Mabel fingiu que ia sair, mas eu segurei o braço dela e fechei a porta do escritório.
– Te incomodou tanto minha demonstração de carinho do outro dia?
Os olhos dela iam dos meus, fixos, para o chão, e de volta pros meus:
– Não me incomodou,….., mas não tá certo,…., péssimo pra minha família e pra sua, não pode acontecer de novo–
Não sei o que ela ia acrescentar, eu abracei ela, depois de umas lutinhas mais simbólicas do que de rejeição, a gente se beijou como se fosse um reencontro depois de meses e senti que ela me beijava com paixão, então meti a mão por baixo da camiseta dela, ela tirou, sem dizer nada eu coloquei de novo, ela ficou falando “nããão” mas deixou eu chegar nos peitos dela e apalpar eles, por cima do sutiã no começo, por baixo depois.
Sempre por baixo da camiseta, agora as duas mãos, passaram pras costas dela e, enquanto a gente continuava boca a boca, desceram pra bunda dela puxando a calça pra baixo e apertando a pélvis dela contra meu pau duro e use a palavra: buceta.
Muito mais a gente não conseguia avançar ali porque, mesmo não tendo ninguém, podia entrar o pessoal da limpeza e não dava pra levar a ação pra outro lugar: nenhum dos dois tinha “armado” uma desculpa pra enrolar a volta pra casa.
A gente se separou e ela saiu resmungando uma espécie de reclamação pra mim. Precisava não se sentir culpada pelo que a gente fazia, jogava a culpa em mim.
Sabendo que era muito difícil convencer ela a uma “sacanagem” depois do expediente – a única chance era durante o horário de escritório –, depois de uns dias, após muita insistência, ela topou almoçar comigo a sós.
Com mais vontade do que certeza, deixei dito que voltaria pro escritório mais tarde pra resolver um assunto e desci pra garagem do prédio pra tirar o carro e ir até a esquina combinada pra Mabel subir (não queríamos que nos vissem saindo juntos, por motivos óbvios).
Assim que sentou no banco do carona, só deu tempo de falar “oi” antes de eu selar a boca dela com o primeiro beijo e minha mão esquerda dar as boas-vindas com carícias nos peitos e nas coxas dela.
— Mas… o que cê tá fazendo, Juannn!!! —
Ela ajeitou o cabelo, a saia e prendeu o cinto de segurança (bom sinal: não pretendia descer).
— Vim pra almoçar… se comporta! — completou com uma expressão — nada convincente — de reprovação.
Andamos umas quadras. Ela quis saber pra onde a gente ia:
— A que restaurante vamos, Juan? —
— Ao NH Florida, San Martín quase Córdoba. —
— Por que tão longe da Empresa? —
Encostei no meio-fio e parei o carro:
— Mabel, a gente precisa extravasar essa atração intensa que sente um pelo outro. —
— Mas… o que cê tá dizendo? —
— Tô dizendo que… sinto um desejo violento por você… e você não pode negar que fica excitada comigo… —
Ela não negou nem apelou pra “isso é péssimo pela minha família e pela sua” nem pro “não pode acontecer de novo”, etc.
— O que isso tem a ver com o restaurante? —
— Que a 50 metros daqui tem o hotel de programa Horizonte, que não tô afim de almoçar, que tô com apetite por você, que… vamos estacionar o carro na garagem do hotel —
Ela ficou muda me encarando, como se procurasse palavras pra se opor, mas a expressão era mais de perplexidade do que de rejeição.
— Juan… nunca traí o Luis… nunca entrei num motel… —
Disse que eu era louco, que não queria e que voltasse pra empresa. Respondi beijando ela de novo, breve mas intensamente (a gente tava na via pública).
— Fica tranquila… vai ficar entre nós dois, ninguém vai saber —
Depois de uns longos segundos, a excitação venérea dela falou mais alto.
— Vai ser a única vez… me promete que não vai ficar insistindo —
Liguei o motor do carro.
— Prometo —
Cinco minutos depois, estacionamos e fomos pra recepção. O turno era do 2 horas. Paguei a tarifa e subimos no elevador, abraçados.
— Juan… a gente tem que voltar pro escritório em meia hora —
— Liga e avisa que surgiu um imprevisto e que você vai demorar —

Quando entramos no quarto, abracei ela sem dar tempo de falar nada e a gente se beijou por vários minutos. Ela relaxou um pouco, coloquei a mão por baixo da camisa dela, dessa vez ela não falou nada, tirei o sutiã e ela ficou só com a camisa da cintura pra cima.

Aí ela pediu pra deixar ela falar no telefone. Ligou e disse que tinha um problema com a filha Martina e que ia demorar umas duas horas pra resolver.

Encostei ela na parede, abri os botões da camisa, apalpei os peitos dela e apertei ela pra sentir a pica na buceta dela.

Me afastei um pouco, os mamilos dela estavam rosados, grandes, bem eretos e duros. Beijei eles e apertei entre o polegar e o indicador da mão esquerda. A direita, levantando a saia, acariciava o tecido molhado que cobria a buceta.

Levei ela até a beira da cama e puxei a saia dela até os tornozelos. Ficaram à vista as duas peças restantes do conjunto Animal Print sexy erótico (sutiã, cinta-liga e calcinha). Depois de um apalpação forte nos glúteos dela, deitei ela de barriga pra cima, terminei de tirar a saia e me livrei dos sapatos, cinta-liga e meias.

— Não me tira a roupa, Juan, por favor — murmurou
— Prefere que a gente continue pelo telefone? —
— Não me humilha… —

Tirei minha roupa de fora, fiquei só de cueca, me posicionei por cima dela e comecei a beijar o pescoço dela, os peitos e dar mordidinhas nos mamilos. Ela ficava louca de prazer e soltava uns gritos, mas baixinho.

Desci até a calcinha, fui tirando ela — ela não pediu de novo pra não despir — mal toquei na buceta dela e ela soltou um gemido de prazer. Tava muito excitada, molhada como nunca tinha visto com outra mulher.

Tinha pelos, mas parecia depilada com capricho, os grandes lábios abertos. Completei a operação “tira calcinha”, me Me posicionei entre as pernas abertas dela e comecei a chupar ela, enfiando língua e dedos na buceta. Ela respondeu com suspiros, gemidos, contorções e toda manifestação veemente de prazer. Deitei ao lado dela e, enquanto chupava os peitos dela, levei a mão direita dela pro meu pau, ela fechou os olhos e pegou nele, começando a acariciar e passar a mão por tudo, até nas bolas, como se fosse o primeiro pau que tocava na vida, como se tivesse esperado por isso anos.
De repente, ela se sentou, puxou a calcinha pra baixo e, assim que meu pau duro pulou apontando pro teto, agarrou ele com força. Por um momento achei que ia chupar, mas não fez isso, deitou de novo sem soltar a presa. Ou "ela teve vergonha ou não tá acostumada", pensei.
— Que tal o que cê tem na mão? Tá gostando? — murmurei depois de morder o lóbulo da orelha dela.
— Siiiim, ... Muitooo!! — suspirou.
Enquanto ela me tocava, eu enfiava e tirava dedos na buceta e beijava ela.
— Senhora, quando soltar, vai no lugar dos dedos — soprei no ouvido dela.
Ela abriu a mão na hora. Foi como se dissesse "coloca logo".
Subi em cima e, olhando fixo nos olhos dela, pedi pra ela não fechar os olhos em momento nenhum.
A cara de prazer que ela fez, mordendo o lábio inferior, enquanto eu ia entrando, era impagável.
Fiz uma pausa curta quando cheguei no fundo, depois grudei meus lábios nos dela e começamos a foder devagar. Ela gemia e acompanhava com movimentos alucinantes de pelve a cada entra e sai:
— Tá bom, senhora?
— Muito bom ... Melhor do que imaginei! —
— ... Como eu sinto você! — completou depois de um tempo.
Lembrei que tava fodendo ela sem camisinha — por causa do tesão nem perguntei — antes de começar.
— Cê se cuida, boneca?
— Siiiiim ... não tem risco —
Continuei fodendo ela, agora mais rápido, ardente, cheio de paixão e impetuosamente. Os gemidos e monossílabos viraram gritinhos, exclamações sonoras, depois gritos de prazer enquanto ela empinava a pelve como se procurando mais. Penetração mais profunda.
Depois de vários minutos de prazer extraordinário, curtimos um auge apoteótico, gritado bem alto.
Seguimos abraçados e entrelaçados, mostrando admiração e apreço pelas qualidades e méritos amorosos um do outro.
Depois, lado a lado, dividindo o travesseiro, a gente conversou.
Dava tempo pra uma segunda rodada. Mabel recusou. Quando vi os olhos brilhando dela, entendi que ela estava “processando” a traição e preferi não insistir.
Depois de nos higienizarmos e ela me lembrar que aquela tinha sido a única vez e que eu prometi nunca mais pedir, saímos do motel juntos.
Esperei ela pegar um táxi e fui buscar meu carro estacionado. Dei uns trinta minutos de vantagem, no mínimo, pra ela voltar pra empresa e não levantar suspeitas.
Continuamos nos vendo no escritório, e só me permiti perguntar como ela se sentia depois do nosso encontro. Ela admitiu que tinha gostado, que amou se sentir desejada e que nunca ia esquecer, mas deixou claro que não queria repetir.
Passaram-se vários meses — muitos pro meu gosto — até que eu quebrasse minha palavra e Mabel tivesse uma “recaída” comigo.

11 comentários - Colega séria topou foder

magnifica historia, y tal y como describes a Mabel, es una mujer de bandera
GUZANA +1
Buena historia y bien narrada. Describiste un suceso que ocurre mucho en nuestro alrededor. bien, ahora repite...
kramalo +1
Muy bueno...!! son divinas cuando se niegan con muchas ganas.....
PERO LAS MUJERES GUARDAN MAS LASCIVIA EN LOS OJOS QUE NOSOTROS, Y ESO, LAS DELATA!
muy buena historia, y vos todo un caballero respetando a la dama, te felicito
Muy buen relato y esas conquistas son las que más se disfrutan en la que tenemos que remar