Víctor, o futuro médico - 8ª parte

Aqui estão os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2984753/Victor-el-futuro-medico---1-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984758/Victor-el-futuro-medico---2-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984778/Victor-el-futuro-medico---3-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2984800/Victor-el-futuro-medico---4-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2986744/Victor-el-futuro-medico---5-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2987030/Victor-el-futuro-medico---6-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2987757/Victor-el-futuro-medico---7-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2987786/Victor-el-futuro-medico---8-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2991976/Victor-el-futuro-medico---9-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2992000/Victor-el-futuro-medico---10-parte.html



Pelo resto do dia, só pensava na Marta. Principalmente naquele convite "estranho" pra conversar sobre meu relacionamento com a Susana e o Víctor. Até onde eu conseguia perceber, todo mundo, especialmente ela, tava super feliz com o rumo que as coisas estavam tomando. Também não conseguia tirar da cabeça uma ideia que nunca tinha me passado pela mente até aquele momento. A Marta era uma mulher que, com certeza, se ela se dedicasse mais a melhorar a aparência, seria uma gostosa do caralho. Tinha um corpo excelente, que com um vestido que valorizasse as tetas e o quadril, mais um pouco de rímel e batom, ia fazer vários caras terem um treco. Lembrava do jogo tácito entre nós, onde eu mostrava minha rola e ela curtia o que tava sendo oferecido. Fiquei com tesão lembrando do quase beijo que a gente quase deu, e da visão que tive das tetas dela quando acompanhei ela até o ponto de ônibus.

Comecei a pensar seriamente na Marta. Será que ela tava tentando me seduzir? Será que queria que eu fosse o cara a seduzir ela? Ia ter que esperar até o dia seguinte pra saber exatamente o que ela queria com a conversa que a gente ia ter a sós. Me imaginava chupando aquelas tetas lindas, bem maiores que as da Susana, e comendo ela até fazer ela gritar. Tive que bater uma punheta pra conseguir dormir.

Saio na rua e o dia tava nublado, parecia que a qualquer momento ia desabar uma chuva. Peguei uma jaqueta impermeável, por via das dúvidas, e fui encontrar a Marta. Ia ter que carregar aquela roupa o resto do dia, já que, como toda quarta-feira, não levava a bolsa pro curso. Cheguei tão cedo (quinze pras oito da manhã) que da esquina vi quando a Susana se despedia da mãe na porta da rua. O Víctor a essa hora já devia estar na plantão do hospital. Me escondi atrás de uma árvore pra Susana não me ver, e quando ela virou a esquina, fui pro meu encontro com a Marta.

Ela abriu a porta, me cumprimentou com um beijo na bochecha e Ela me fez passar para a sala de jantar. Meu pau endureceu na hora que vi ela. O coque, que ela usava pra prender todo o cabelo, não estava lá. Todo o cabelo preto dela estava solto em volta do rosto, realçando os traços da cara dela. Ela tinha só um pouco de rubor nas bochechas, uma linha de rímel nos olhos e os lábios pintados de um vermelho furioso. Ela tava usando um vestido azul com bolinhas brancas, com duas alças grossas que formavam um decote quadrado onde os peitos lindos dela se destacavam claramente, dava pra apreciar o "vale" que separava os dois. A saia acima dos joelhos me deixou louco de tesão. O que eu tinha sonhado e imaginado na noite anterior estava na minha frente e eu não sabia o que fazer. Deixei ela tomar a iniciativa, afinal a Marta tinha me convidado pra estar ali naquele momento.

Apontei pro sofá e ela me diz:
Vamos pra cozinha que assim a gente pode conversar e tomar um mate ao mesmo tempo.Sentei na cadeira da cabeceira, de costas pra porta da cozinha. Ela sentou na cadeira do lado, à minha direita. Puxou ela pra ficar mais perto de mim. Tão perto que nossos joelhos se encostavam. Começou a preparar o mate e repetiu mil vezes como tava feliz com meu relacionamento com "os meninos dela". Deixei ela falar por vários mates, até a chaleira ficar vazia. Era claro que tudo era uma desculpa pra eu ficar com ela a manhã inteira. Enquanto ela falava, eu pensava em que momento eu ia criar coragem pra beijar ela ou passar a mão descaradamente nos peitos dela. Ela levanta e decide encher a chaleira de novo pra mais uma rodada de mate, e eu interrompo, dizendo:— "Não quero mais chimarrão. E queria que você me dissesse a verdade sobre por que me fez vir até aqui. Não vai me fazer acreditar que a gente vai ficar só falando do quanto você gosta e aprova meu relacionamento com sua filha e seu sobrinho, porque já ouvi isso um monte de vezes desde que você ficou sabendo. Por que você não me conta a verdade sobre o verdadeiro motivo da minha visita?Ela se sentou, me segurou pelas duas mãos e, com os olhos cheios de lágrimas, me disse:- "O que você acha de mim como mulher?
Não entendo o que você quer que eu te responda.
— "Eu pareço uma mulher que ainda consegue seduzir alguém? Que ainda consigo fazer alguém se interessar por mim? Me fala a verdade.
- "Claro. Apesar da sua idade, você continua sendo uma mulher gostosa.
- "Tá falando sério ou só quer pagar de bonzinho pra mim?
Não. Pra mim, cê é linda de verdade. Tem um corpo e uma silhueta que ainda são de arrasar, e hoje, desse jeito com esse vestido, cê tá pedindo pra virar cabeça na rua e ouvir um monte de cantada. Teu cabelo solto, teus lábios pintados, o traço de rímel nos olhos, o vestido com decote bem cavado e a saia curta, tuas pernas lindas...Parei de repente, ia falar o quanto eu gostava das tetas dela, mas não tive coragem de dizer em voz alta. Ela me incentiva:- "Seus o quê...? A que você tava se referindo? Aos meus peitos...? Cê gosta...? Eles te excitam...?Em vez de me jogar nos peitos dela pra beijar e responder a verdade, eu disse:Você é muito gostosa, teu corpo inteiro é uma beleza. Mas me parece que a gente tá brincando com fogo.
—Perigoso? Você chama essa conversa de 'perigosa'. E como é que a gente vai chamar a brincadeira que você fez outro dia, mostrando aquela sua pica linda na minha frente? E como a gente vai chamar aquele quase beijo que a gente quase deu, o que foi aquilo? Não vem me dizer que você não me acha gostosa ou que não te esquento como mulher, porque ia ser difícil de acreditar. Também não me fala que você não curtiu quando a gente quase se beijou, porque eu sei que você estaria mentindo pra mim. Ou será que você não teria gostado que nossos lábios se encontrassem num beijo delicioso? Você não faz ideia da vontade que eu tive de chupar aquela pica dura que você me oferecia, e se não fiz foi porque minha filha estava por perto. Você não faz ideia da vontade que eu tive de te beijar de verdade, mas não quis puxar mais a corda, considerando que a Susana estava perto. Não quero ser a responsável por te afastar do Victor e da Susana.Ela tinha me desarmado com os argumentos dela. Nós dois sabíamos da putaria mútua que sentíamos um pelo outro. Ela mostrou as cartas dela e me obrigou a fazer o mesmo. Procurando no fundo da minha cabeça as palavras certas pra responder, levanto e, oferecendo minha mão, convido ela a me seguir. Ela olha nos meus olhos, hesita por uns segundos e finalmente deixa eu levá-la até o sofá. Sentamos. Ela do meu lado esquerdo, e, criando coragem, respondo:Você é uma mulher incrível e maravilhosa. Vamos admitir que o jogo que a gente jogou foi tacitamente consensual. Foi de propósito que mostrei descaradamente minha pica quando percebi que você não conseguia desviar o olhar dela. Você tem toda razão sobre o beijo, eu adoraria ter te dado um beijo bem prolongado e profundo. E sim…, confesso…, seus peitos me enlouquecem. Desde a primeira vez que te vi, sonho em poder tocá-los e beijá-los.
- "Cê gosta das minhas tetas? Tá aqui elas...e abaixou as alças do vestido, soltou o sutiã e deixou os peitos dela no ar, com os bicos apontando pra mim.

Não respondi, me joguei naquelas tetonas enormes. Comecei beijando e chupando o bico direito dela enquanto brincava com a mão esquerda no outro bico. Marta gemia e dizia:
- "Sim, Eduardo. Faz anos que ninguém cuida das minhas tetas. Chupa, chupa e chupa. Não se cansa de chupar. Faz minha buceta ficar toda molhada.Ao ouvir isso, levei minha mão até a buceta dela e percebi que a calcinha já estava molhando. Alternava de um mamilo pro outro, mas a posição tava desconfortável. Deitei ela no sofá, levantei a saia e vi uma calcinha completamente encharcada. Tirei a calcinha e comecei a chupar a buceta dela com desespero. Ela começou a gemer e gritar:- "Cuida de mim, usa a palavra: buceta. Já quase não lembro o que é um orgasmo. Me faz sentir isso de novo.Com a minha língua, explorei cada cantinho da buceta dela. Minha saliva se misturava com os fluidos dela até que, finalmente, ela gozou. Bebi todo o mel que ela deu. Não satisfeita, ela pediu pra eu continuar, que queria um segundo orgasmo. Minha língua já tava um pouco cansada, então fui alternando com os dedos. Quando ela teve o novo orgasmo, igual ao primeiro, bebi todo o mel que consegui engolir, e enquanto ela ia relaxando e se acalmando, começou a sentir vergonha do que tinha rolado. Eu disse:Marta, foi maravilhoso. Não precisa ter vergonha. Nós dois buscamos isso e nós dois aproveitamos.
- "Sim, mas você é o namorado dos 'meus caras'. O que a gente vai fazer agora?
- "Por enquanto, vamos continuar aproveitando. Depois a gente pensa no que fazer e no que falar pra Susana e pro Victor.
- "E por que a gente não pensa nisso agora?
Porque você já se divertiu e gozou duas vezes, e olha como eu tô. Esse pau aqui sozinho não vai se acalmar.mostrando uma piroca duríssima debaixo da minha calça jeans.- "Você tem razão. Que egoísta que eu fui. Me dá essa pica gostosa. Faz tempo que não tenho uma na boca.Ela me ajudou a afrouxar o cinto, puxou a calça e a cueca de uma vez só e devorou minha pica num movimento só. Senti a ponta da minha pica tocar o fundo da garganta dela. Dava pra ver que ela não tinha esquecido o que fazer com uma pica na boca. Aos poucos, foi mostrando todas as habilidades dela e, quando eu estava prestes a gozar, avisei pra não pegar ela de surpresa, e ela disse:Me dá toda a porra que você tiver. Quero sentir de novo na minha boca o gosto da porra de macho.Baixei três jatos violentos e esvaziei completamente minhas bolas dentro da boca dela. Ela engoliu o que conseguiu, mas um pouco escorreu pelos lábios dela. Limpamos o local e nos lavamos um pouco. Voltamos a sentar no sofá. Tinha começado a chover, uma garoa fina. Nos olhamos por segundos que pareceram anos e decidimos que era hora de não ter mais beijos na bochecha ou no canto dos lábios entre nós. Os dois entreabrimos as bocas e nos beijamos apaixonadamente, enfiando alternadamente nossas línguas numa boca e na outra. Passou-se uma longa meia hora de beijos. Já era quase nove e meia da manhã. Foi o momento em que ela decidiu que a gente precisava esclarecer o que tinha acontecido, primeiro entre nós e, se necessário, com o Víctor e a Susana.

Primeiro, ela me agradece por tê-la feito gozar e pelos orgasmos que teve. Me contou que, desde que ficou viúva, já fazia quinze anos, só tinha tido relações casuais com uns dois caras. Mas eles não queriam nada sério, muito menos com uma mulher que, além de viúva, tinha uma filha pequena de apenas 9 ou 10 anos. A Marta acabou afastando eles da vida dela. Ela me disse que os beijos que a gente acabou de trocar fizeram ela se redescobrir. Que ela se lembrava de si mesma como uma mulher muito apaixonada e exaltada em relação ao sexo, e que com o tempo essa paixão e exaltação foram diminuindo. Tentei beijá-la de novo, e ela me impediu, dizendo:
- "O que vamos dizer pros caras?, se referindo à Susana e ao Víctor.- "Não sei. Até agora a gente só se beijou e fez umas coisinhas a mais.
- “Coisinhas mais? Você me fez gozar como há anos não acontecia, bebi sua porra preciosa e chupou meus peitos como um bebê, e a tudo isso você chama de ‘coisinhas’?”
— "Você acha que é muito mais fácil pra mim? Tento levar adiante um relacionamento com sua filha e ao mesmo tempo com seu sobrinho, e ainda não entendo direito essa parada que tá rolando entre nós dois. Marta, você me atrai e me esquenta pra caralho, mas é a mãe da Susana, minha namorada.
Mas há pouco tempo parecia que essa condição não te importava muito.
- "E pra você também não, e é por isso que estamos pensando no que fazer a respeito. Eu te desejo, adoraria te comer, mas se a gente der esse passo, mais cedo ou mais tarde vamos ter que contar pra Susana e pro Victor o que tá rolando entre a gente.Ela ficou em silêncio, pensativa. Mergulhada nos próprios pensamentos. De repente, como se tivesse achado a ponta pra desenrolar o novelo, ela me diz:Minha filha não parava de insistir comigo ultimamente, dizendo que eu precisava de um homem com 'cama pra fora', e cada vez mais me convenço de que você seria o amante ideal. Não preciso de um namorado, preciso de um homem que me queira e me respeite, e ao mesmo tempo me faça gozar como sei que posso. Não quero mais me masturbar escondida no meu quarto. O que você acha? Tô morrendo de vontade de você me comer o mais rápido possível.
Eu também tô morrendo de vontade, mas queria que a gente esclarecesse essa situação primeiro pra poder contar pro Víctor e pra Susana.um trovão nos assusta e ela aproveita pra se agarrar com força em mim.Me fode com toda a vontade que você tem, e depois a gente vê como vamos contar pra eles. Tá bom…?”Beijei ela com muita paixão. Nossas bocas não conseguiam se separar. Os minutos passavam, a chuva, sem ser muito forte, era constante. Já eram umas dez da manhã e, como se pudéssemos ler a mente um do outro, nos levantamos e ela me levou até o quarto dela. Era a primeira vez que eu passava por aquela porta e entrava ali. Na frente, a janela que dava pra rua; na parede da direita, um guarda-roupa; e na esquerda, uma cama de casal toda arrumada. Depois, vi na parede da porta um espelho de corpo inteiro. Quando descobri, levei ela na frente dele pra ela se olhar, e eu, abraçando ela por trás, beijei o pescoço dela e acariciei os peitos dela por cima do vestido. Abri o zíper da roupa e deixei o vestido cair no chão. Ela ficou meio envergonhada ao se ver de calcinha e sutiã. Virei ela pra beijar e deitamos abraçados na cama. Ela me ajudou a tirar a roupa até eu ficar pelado. Tirei o sutiã e a calcinha dela, e ela pediu pra gente se enfiar debaixo das cobertas. Eu fiquei do lado da janela.

Lembrei que tinha camisinha na bolsa e tentei me levantar. Ela me segurou e perguntou:
- "Aonde você vai?
Vai pegar as camisinhas que tão na minha bolsa.
- "Não precisamos deles.
- "Como assim, não precisamos deles? Você tá no seu período infértil?
— Não. Quando aconteceu o desaparecimento e a morte dos pais do Víctor, o sangue ruim e a angústia que vivi naquela época fizeram com que a menopausa chegasse anos mais cedo. Faz mais de um ano que não ovulo mais. Não tem risco nenhum de engravidar, se é isso que te preocupava.Nós nos abraçamos, nos beijamos e eu montei nela. Ela me interrompe e diz:Por que você tinha camisinha? Achou que ia me comer hoje?
— "Não, sempre tenho uma caixinha. Pra qualquer emergência. Cê acha que com sua filha é só beijo e 69?Foi uma mentirinha, porque a Susana não queria transar sem camisinha.

Ela sorriu safadamente e me beijou com paixão. Aproximei a ponta do meu pau na buceta dela e fui penetrando devagar. Quando meu pau já não entrava mais, comecei um vai e vem suave, que aos poucos fui acelerando. Marta fechava os olhos e gemia baixinho, e quando os abria de novo, me beijava, procurando minha língua com a dela. Depois dos primeiros momentos, conseguimos nos encaixar num ritmo confortável pros dois. Meu pau deslizava com muita facilidade, graças ao quanto a buceta da Marta estava molhada. Enquanto aumentava o ritmo das minhas investidas, beijava e chupava os bicos dos peitos dela alternadamente. Os gemidos suaves já eram quase gritos, e pela forma como os músculos da buceta dela apertavam a haste do meu pau, senti que o orgasmo dela estava perto. E foi isso mesmo: ela gemeu quase gritando, e os fluidos dela encharcaram meu pau. Lubrificado como estava, aumentei o ritmo da bombada por vários minutos, até que explodi em duas gozadas no fundo da buceta dela. Ela teve o segundo orgasmo e, em agradecimento, passou os lábios pelo meu rosto e peito, me enchendo de beijos.

Quando conseguimos fazer nossas pulsações voltarem a um ritmo normal, ela olhou pro relógio de pulso e, percebendo que já eram onze menos quinze da manhã, pulou da cama como uma mola, me dando a visão da bunda inteira dela nua enquanto saía em direção à sala. Perguntei:
- "Onde você vai?
- "Preciso fazer uma ligação urgente.
- "Agora? O que é tão urgente? Faz depois e vamos ter um segundo round agora.
- "O chamado vai deixar a gente ter vários rounds seguidos até terminar 'a luta', meu amor., sorrindo.

Ouvir ela me chamar de “love” me excitou. Segui ela até a sala de jantar, e enquanto ela discava um número de telefone, abracei ela por trás, esfregando meu pau na bunda dela. Ela conseguiu falar e, só de ouvir ela, entendi a trama da mentira que ela tinha inventado:
- "Oi. Dona Ângela? Sou eu, Marta.
- “…”
- "Liguei pra avisar que hoje não vou poder ir fazer a limpeza. Acordei com uns calafrios de febre e não queria que a chuva e o frio de hoje me complicassem mais do que já tô.
— “…”
Valeu por me entender. Peço mil perdões. Fica tranquila, semana que vem chego mais cedo e fico um tempinho a mais pra compensar o dia de hoje.
- "…
Tchau e até a próxima quarta-feira.E se virando pra mim, me diz:- “Pronto, meu amor. Temos o resto do dia só pra gente. Que tal eu preparar uns sanduíches e umas bebidas e levar pro quarto?”Assenti com a cabeça e, nus como estávamos, fomos pra cozinha. Enquanto ela preparava o lanche frugal, eu não parava de beijá-la e apalpá-la por todos os lados. A preparação do petisco foi permanentemente acompanhada por sessões de beijos de língua. Quando tudo ficou pronto, voltamos pro quarto. Juntos, dividimos o primeiro dos sanduíches, e não só comíamos a mordida, como nos "devorávamos" com os olhares. Mal demos uns goles das bebidas pra ajudar a descer a comida e, sem nenhum preâmbulo, nos beijamos, nos abraçamos e recomeçamos a tarefa abandonada. Dessa vez, ela montou em cima do meu corpo e, pegando meu pau com a mão direita, foi guiando até fazê-lo desaparecer dentro da sua buceta já escorrendo.

A visão da Marta, com as tetonas balançando na minha frente, era como estar no paraíso. Ela marcava o ritmo da foda e eu deixava ela fazer. Ela se inclinou pra frente, apoiando as mãos no travesseiro, pra que os bicos dos peitos ficassem quase nos meus lábios. Peguei o mamilo direito e me dediquei, por um tempo que parecia interminável, a beijá-lo e chupá-lo com meus lábios e minha língua. Marta parecia um vulcão prestes a explodir de tão tesuda que tava. Ela teve um orgasmo e, no meio das convulsões, foi ela quem colocou o mamilo esquerdo na minha boca, dizendo:
- "Cuida dessa também. Não vai querer que ela fique com ciúmes. Continua chupando até eu gozar de novo.Comecei a beijar e chupar, alternando, os dois peitos e mamilos. Ela gemia e acelerava o ritmo. Gozei dentro dela bem na hora que ela teve outro orgasmo. Nos abraçamos e, entre o barulho da chuva e a calmaria que nossos corpos exigiam, fomos pegando no sono. Sem noção da hora, acordamos com vontade de nos ter de novo. Começamos com nossas brincadeiras e apalpadelas. Fico por cima dela e, quando enfio de uma só vez até o fundo da buceta, a Marta solta um grito de prazer que ecoou pela casa inteira. Ninguém tinha percebido que, já perto da uma da tarde, a Susana tinha voltado. Assustada com o grito, ela invade o quarto e, diante do espetáculo que a gente tava dando, grita entre surpresa e puta da vida:- "Mamãe... Eduardo... O que vocês estão fazendo...?
- "Não te parece muito óbvio o que a gente tá fazendo?, respondo Marta. E continuou.- "Você mesma me incentivou a ter um amante. Um homem com 'cama pra fora'. Eduardo é um homem excepcional, me fez redescobrir a mulher apaixonada que um dia fui. Deixa a gente se vestir e poder conversar como adultos civilizados.
- "E você, o que tem a dizer…?, se dirigindo a mim.- "Não era eu que te fazia muito feliz? Não era eu que comia como os deuses? Ou será que você tá pensando em comer a família toda?
—Quando você se acalmar um pouco, eu te falo o que for preciso, mas te lembro que foi você mesma que teve a ideia de me dividir com o Víctor. Com ele não tem problema nenhum, mas com sua mãe tem?Deu um puta portão e foi pra sala de jantar, enquanto a gente terminava de se vestir em silêncio. Saímos do quarto. Marta sentou numa das poltronas e eu no sofá, onde a Susana já tava sentada. Ela trocou de lugar e foi pra outra poltrona. Ainda tava puta da vida. Dava pra cortar o silêncio com uma faca. Achei que era hora de falar, que tinha que quebrar o gelo.- "Susana, o que rolou entre sua mãe e eu a gente não procurou, foi acontecendo. Surgiu uma empatia foda entre nós dois e, sem perceber, foram rolando umas coisas, até que finalmente você pôde ver o que foi inevitável pra nós dois. Marta é uma mulher muito safada e a gente se divertiu pra caralho juntos.Nunca me interrompeu e me ouvia com atenção. Lembrei a ela de novo como tinha incentivado um relacionamento a três entre nós e o primo dela. Que com a recusa dela, estava negando à mãe um pouco de felicidade. Que eu não teria problemas em dividir os três e vários outros etcéteras.

Marta lembrou a ela do pedido constante de arrumar um homem. Aceitou os argumentos dados e perguntou sobre ele, já que Marta não estava trabalhando. Marta, com lágrimas nos olhos, que eram uma mistura de choro e felicidade, tentava fazer ela entender a mentira que tinha inventado e o quanto eu a tinha feito gozar. Ela insistia nos anos que tinham passado desde a última vez que se sentiu assim. Que quando o pai dela morreu, ela tinha só 5 anos. Que desde então tinha ficado apenas com dois homens. Que desde a última vez que a fizeram gozar já tinham se passado dez longos anos. Que eu tinha conseguido que ela se redescobrisse como a mulher apaixonada que já foi um dia.

Susana começou a derramar lágrimas, se levantou, foi até a mãe, a fez ficar de pé e se abraçaram e choraram juntas. As lágrimas de angústia foram se transformando em lágrimas de felicidade, e as duas mulheres começaram a se beijar nas bochechas e acariciar os cabelos uma da outra. Me aproximei e me abracei com elas. Nós três abraçados começamos a trocar beijos até que no final todos sorrimos. Sentamos no sofá, eu entre minhas duas mulheres, e alternava com ambas sessões de beijos apaixonados.

A chuva continuava e o Víctor chegou da plantão no hospital. Surpreso de nos ver os três juntos, principalmente a tia dele, que deveria estar trabalhando, ele nos diz:
- "O que vocês três tão fazendo aqui?Susana não deixou ele falar mais. Levantou e levou ele pro quarto dela, dizendo que ia explicar tudo. Depois de uma longa meia hora, os dois voltam pra sala de jantar. O Victor, com a cara bem séria, não dava um pista de como tinha encarado a notícia que recebeu. Até que, finalmente, com um sorriso, solta:Tô feliz por você, tia Marta, e muito mais feliz por todos nós. Amo todo mundo. Vamos nos abraçar.Nos fundimos num abraço coletivo. A tarde passou com chuva e uma conversa gostosa entre todos. Marta combinou com Victor qual seria a comida que ela prepararia pra festa de aniversário dele naquele sábado. O tempo lá fora estava horrível, mas dentro de casa era pura felicidade. Eles concordaram em me dividir, o que lhes dava a tranquilidade de não precisar esconder nada dos outros. Me sentei numa das poltronas pra ver TV até a hora de ir pra faculdade. Toda vez que um deles passava perto de mim, a gente se beijava com paixão. Quando chegou a hora de ir, Victor me acompanhou até a porta enquanto eu vestia a jaqueta impermeável, e me ordena:Não precisamos mais ir ao Jardim Botânico. Sexta-feira você vem passar a tarde aqui. Que tal?Com um beijo carinhoso, fiz ela entender que seria assim.



(Continua em: "Víctor, o futuro médico - 9ª parte")

Se você gostou de mim, deixa um comentário... 
Se você quiser, deixa uns pontinhos...     

3 comentários - Víctor, o futuro médico - 8ª parte

Tsukuru +1
TREMENDO!!!!
Sos un semental!!!!
Era...
Tenia 19 años...
Ahora tengo 58...
Tsukuru +1
@SaskatchewanTatu
jajaa, a mis 19 garchaba noche y día con un solo chabón (de 34)
kramalo +1
Muy bueno....!! me leí toda la zaga.....tendrías que felicitarme vos..ja!.
Esta bueno, porque nadie tenía que celar a nadie..ja!, si te garchabas a los tres... sigue..?
Porque a victos, no sé si le hicistes el ocote o no....ja!
En total son 10 capítulos...
Espero poder subirlos el próximo fin de semana...