Aquela noite eu não tava muito bem e, pra piorar, os caras resolveram ir num buteco que não me descia nem um pouco.
— Vamo lá, mano, cola com a gente. Vai nos deixar na mão?
— Qual é, tô fora. Além do mais, não tô legal, acho que tô com febre.
— Fala sério, anima aí, você sabe que lá a gente pega um pedaço na certa.
— Que nada, mano, esses pedaços não são os que me interessam, tô fora desse clima. Não entendo o que vocês veem nesse lugar.
— Ha ha ha... o cara virou um fresco. Então você que perde.
— É, amanhã quando a gente contar como arrasou, você vai se arrepender, mano.
— Qual é, eu vou ficar feliz por vocês, mas hoje vou pra casa. Divirtam-se.
— Beleza, mano, vejo que não tem jeito. Amanhã te ligo, valeu?
— Sim, beleza, amanhã a gente se vê, falou.
— Falou, chatão! — gritaram todos enquanto eu virava as costas e começava a voltar pra casa.
Voltar pra casa tão cedo numa sexta à noite não era lá muito comum pra mim naquela época, mas as coisas tinham se encaminhado assim naquele dia e, depois de meia hora de caminhada no frescor da noite, cheguei no portão de casa faltando poucos minutos pra uma da madrugada.
Depois de subir no elevador, abri a porta de casa com todo cuidado e, com ainda mais cuidado, fechei segurando o trinco com a mão pra não fazer barulho. Avancei devagar e no escuro pelo corredor, evitando acordar meus pais, mas logo chegou aos meus ouvidos um barulho vindo do quarto deles, então deduzi que ainda estavam acordados.
Mesmo sabendo que não ia acordar ninguém, não mudei de atitude e continuei na surdina e no escuro o caminho até meu quarto. A verdade é que não tava a fim de ter que responder às perguntas fofoqueiras da minha mãe, e preferi a chance de me deitar antes que alguém percebesse que eu já tinha chegado em casa.
O caminho até meu quarto passava na frente da porta dos meus Pais, e quando cheguei na altura dela, encontrei a porta entreaberta, deixando uma fresta entre a porta e o batente por onde escapava uma luz fraca que com certeza vinha da televisão, embora devesse estar sem volume, já que não se ouvia nada. Foi então que, bem atrás da porta e antes de chegar à fresta que deixava escapar a luz lá de dentro, fiquei paralisado ao ouvir a voz da minha mãe.
— Mas que filho da puta você é.
— Buff, foi sem querer, gata, não fica brava — respondeu meu pai na hora, me fazendo sentir aliviado por saber que não tinha sido descoberto.
— Ha ha, cada dia você aguenta menos e ainda goza sem avisar, tá de sacanagem. Virou um velho.
— Porra, Inês, é que fazia tanto tempo que você não me fazia um boquete tão gostoso que não consegui me segurar, e ainda assim sem eu pedir nem esperar, entende.
— Pois se você não precisou pedir nem esperar, já pode imaginar o quanto eu tô com tesão e a vontade que tô de pica. Então ou você faz isso aqui voltar a ficar duro ou vai se lembrar de mim.
Eu estava gelado, em estado de choque. Sim, eu sei que todos os pais transam e também sei que não serei nem o primeiro nem o último a pegá-los no flagra, mas daí a saber que sua mãe, que tá chegando nos cinquenta, acabou de chupar a pica do seu pai até ele gozar (vai saber como e onde) e ainda ouvi-la exigindo mais pica, vai uma longa distância.
Imediatamente fui tomado por um sentimento de culpa por estar invadindo a intimidade deles escondido, mesmo que sem querer, e senti a necessidade de chegar ao meu quarto o mais rápido possível. Criei coragem e avancei passando na frente da fresta aberta, na esperança de passar despercebido, e continuei andando pelo corredor mais alguns passos.
— Uff, não se preocupa, continua me lambendo e limpando assim tão bem que você vai ver como ele revive — ouvi meu pai dizer.
— Mais te vale, pela conta que te traz. Respondo, mãe — Mmm, você tem sorte que eu gosto tanto do seu gozo.
Fiquei paralisado de novo no meio do corredor. Não sei bem como explicar, mas um sentimento misturado de curiosidade e tesão tomou conta de mim e, bem devagar, me virei e me aproximei da beirada da porta. Meu coração batia forte, empurrando sangue pra minha cabeça e fazendo minhas têmporas acompanharem o ritmo.
Lá estava eu, com todos os meus sentidos aguçados e a poucos centímetros da fresta da porta, me perguntando se teria coragem de olhar ou não. Com medo de ser descoberto, mas sem conseguir controlar um desejo incontrolável de ver o que estava rolando ali. Rapidamente avaliei as chances de ser pego e concluí que o jeito menos arriscado de espiar era olhar por baixo, de forma que a possibilidade de cruzar o olhar com um dos meus pais fosse bem baixa. Me ajoelhei e, bem devagar, de quatro, espiei por um segundo pela parte de baixo do batente da porta, pra imediatamente voltar pro meu esconderijo e avaliar a situação.
Não consegui ver muita coisa, mas com o que vi já fiquei totalmente impressionado. A luz da televisão, que estava do lado da porta, iluminava o interior do quarto e, de um jeito especial, a bunda espetacular da minha mãe que, completamente nua, estava de quatro e com as pernas ligeiramente abertas em cima da cama, enquanto fazia no meu pai o que com certeza era um boquete delicioso.
Meu ângulo de visão só me deixava ver pouco mais que a bunda da minha mãe e parte do corpo dela; o resto ficava escondido pela cama, já que eu estava olhando praticamente do nível do chão. Aquela situação tinha sua vantagem, no entanto, já que me permitia espiar tranquilamente sem o risco de ser descoberto.
E foi o que fiz. Espiei de novo para, dessa vez, sim, me deliciar calmamente observando a rabeta enorme da mamãe. A luz da tela iluminava a pele branca dela. me oferecendo um show completo. Aquilo era uma bunda tremenda, diferente e menos firme que a das garotas da minha idade que eu estava acostumado, mas na minha opinião muito mais suculenta e com a voluptuosidade que só uma mulher madura pode oferecer.
- Hum, sim, continua assim, chupa minhas bolas, ufff.
- Porra, o filho da puta do meu pai tá se divertindo pra caralho - Pensei.
Eu, enquanto isso, estava extasiado tentando adaptar minhas pupilas à falta de luz para não perder nenhum detalhe do espetáculo que minha mãe estava me proporcionando. O bundão da mamãe era sustentado por duas coxas imponentes, entre as quais se mostrava uma buceta volumosa, de lábios inchados e levemente separados que deixavam ver a umidade escondida no fundo daquela caverna. A xota da mamãe parecia estar sem depilar, mas o pelo não era grosso o suficiente para impedir uma visão clara da sua ppk, só no púbis era realmente abundante, enquanto ao redor dos lábios maiores era bem escasso e praticamente inexistente no períneo e ao redor do cu.
Nessa altura eu já estava totalmente duro e num estado que poderia definir como febril. Minha rola pressionava forte contra minha calça, então optei por desabotoá-la e abaixar o zíper em busca de um pouco de alívio.
- Ufff, assim gostosa, passa a língua na minha bunda enquanto bate uma pra mim... vai ver como eu fico duro rápido.
- Não vai dizer que hoje não estou te fazendo gozar, hein filho da puta?
Mamãe então levou a mão direita para trás e, passando entre as pernas, começou a acariciar a buceta deslizando os dedos pela fenda molhada e separando os lábios com os dedos anelar e indicador, enquanto com o do meio alternava as carícias no clitóris inchado com pequenas penetrações.
- Porra, hummm, que tesão, ufff, tô com a buceta fervendo - Dizia mamãe entre uma pausa e outra do trabalhão que estava fazendo no papai.
Enquanto isso, eu, ganhando confiança, já tinha tirado a rola pra fora. e comecei a me masturbar, curtindo o espetáculo. Com a confiança de não ser descoberto, também aumentei meu grau de ousadia. Recuei alguns passos, de quatro, e com muito cuidado, sempre colado na parede, me levantei para ter um ângulo de visão melhor.
Muito lentamente, me inclinei de novo na moldura da porta, obtendo dessa vez uma visão completa do ato sexual dos meus pais.
Meu pai estava deitado de barriga pra cima na cama, com a cabeça no travesseiro do lado da cabeceira e as pernas flexionadas e abertas, oferecendo à minha mãe um panorama completo do pau, das bolas e de parte do cu. Enquanto mamãe, inclinada na frente dele, balançava o pau mole dele com a mão esquerda, ao mesmo tempo que dava lambidas molhadas que iam desde o começo da fenda do cu até o escroto depilado, que ela chupava de vez em quando, sugando e soltando os testículos do papai de forma barulhenta.
A aparência da mamãe estava soberba, com a bunda toda empinada enquanto se acariciava a buceta com a mão direita e com os peitos caídos descansando na cama. As formas de mulher madura dela me pareciam excitantes pra caralho, e os quilinhos a mais no corpo dela eram deliciosos, então, aos poucos, uma vontade louca de lamber e saborear aquelas curvas foi tomando conta de mim.
— Hummm, que pena que você não tem trinta anos a menos pra esse pau voltar a ficar duro só alguns minutos depois de gozar, neném — disse mamãe depois de um chupão barulhento nas bolas do papai.
— Acho que nem um moleque de vinte anos aguentaria o teu ritmo, Inês, haha. Continua que já parece que ele tá endurecendo.
— Ué, não se preocupa que eu daria conta de extrair todo o potencial de um pau jovem assim, a noite inteira ele ia me foder. Nessa idade, eles tão sempre prontos pra gozar umas quantas vezes seguidas — respondeu mamãe enquanto, com a mão, agora batia uma frenética no pau do papai, que parecia começar a ter uma ereção.
- Humm, porra, que gostosa você é. Quer dizer que seu filho de vinte anos não vai estar comendo umas vadias essa noite?
- E você me chama de gostosa? Você que não pensa em outra coisa a não ser no seu filho bem agora - respondeu minha mãe, levantando o rosto e olhando fixamente para o pai por um momento, enquanto parava de repente a punheta que estava dando nele.
- Vamos, vamos, Inês, não vai me dizer que nunca teve curiosidade de saber como o garoto se vira na cama, qual é, eu te conheço.
Mamãe parou de olhar para o pai e, baixando o rosto, deu um baita chupão na cabecinha da rola dele, cada vez mais acordada, e depois completou:
- Porra, claro que tem um tesão... você viu o pedaço de homem que ele se tornou? - respondeu, engolindo a rola do pai até o talo.
- Ha! Sabia, sabia que você já tinha de olho nele haha. Pois se ele saiu metade do quente que a mãe é, com certeza é um comedor haha.
Meu pai começou a dar gargalhadas e foi então que, levantando o rosto, nossos olhares se cruzaram por um segundo. Dá pra imaginar o susto.
Meu pai pulou pra trás na cama, fazendo a rola escapar da boca da mamãe sem que ela pudesse fazer nada. Eu me escondi rápido atrás da parede, colado nela, pronto pra ser descoberto e levar a maior bronca da minha vida, enquanto sentia que o coração ia pular pela boca.
- Porra, que susto, o que foi agora? - perguntou mamãe, assustada.
- Nada, não... uma cãibra, isso, uma cãibra, aghh - respondeu meu pai, disfarçando.
- Uma cãibra? Onde? Não, se eu te digo que você já virou um velho.
- Na perna, ufff.
- Deixa eu esfregar um pouco. Porra, agora que você tava com ela toda dura e ela volta a murchar.
- Não, deixa, não é nada. Continua chupando, continua antes que ela desça de vez. — De toda forma, Inês.
Respirei aliviado ao saber que não seria denunciado. Naquele momento, deveria ter desistido e fugido assustado pro meu quarto, mas o tesão que toda aquela situação me causava fez com que eu ficasse e, timidamente, me espiasse de novo pela porta.
— Com certeza… isso com seu filho não acontece, com ele com certeza não baixa tão fácil, hehe — E sem esperar resposta, mamãe engoliu de novo a rola do papai.
Minha mãe, ainda inocente, deu esse golpe baixo no papai sem saber que, de fato, o filho dela já tava há um bom tempo com a rola dura e que a causa daquela ereção monstra não era outra mulher senão ela. Então papai olhou de novo pro batente da porta e me encontrou atento ao que rolava ali, sem que dessa vez nenhum de nós dois se assustasse.
— Sabe? Aposto que você tem razão e que a rola do seu filho tá sempre pronta pra ser aproveitada — Ele respondeu, me encarando fixamente.
— Mmm, é, tenho inveja da putinha que puder aproveitar ela — Disse mamãe, tirando a rola da boca e começando a bater uma com força.
Meu pai me apontou com o olhar pra mamãe, num gesto que interpretei como: olha só o que sua mãe tá falando e o quanto ela é safada.
— Acho que pra putinha já basta a mãe dela, haha.
— Ummm, acho que você tem razão. Sorte a sua que ela não tá aqui, tô tão tesuda que agora mesmo seria capaz de fazer uma loucura.
— É? O que você faria? Me diz — Perguntou meu pai, provocando.
— Sei lá, mas ela ia saber o que é uma buceta de verdade, a buceta da mãe tarada dela.
— Tá me deixando com muito tesão, continua, continua me contando — Pedia papai, me olhando com um sorriso no rosto enquanto ela alternava lambidas na rola dele com os movimentos da mão — O que você diria pra ele? O quê?
— Mas que porcos que a gente é… buffff — Respondeu mamãe — Diria pra ele vir aqui provar a buceta quente da mãe dele, pediria pra ele não deixar um centímetro da minha bunda e da minha buceta sem lambendo enquanto eu como a rola do pai dela.
Nessa altura, eu já tinha me livrado dos meus sapatos, calças e cuecas, que estavam espalhados no meio do corredor. A vontade de realizar os desejos da mamãe ficava cada vez mais incontrolável, e pequenas gotas de líquido pré-seminal escorriam pela ponta da minha cabecinha.
— Vai, fala pra ele! Fala como se ele estivesse te ouvindo agora, fala do jeito que você falaria se ele estivesse vendo a putona da mãe dele de rabo pra cima, mamando na rola.
— Vem, meu amor, vem aqui comer a buceta da mamãe, vem comer a buceta que te deu à luz há vinte anos.
Não aguentei mais e aceitei o convite da mamãe ao pé da letra. Empurrei a porta com a mão e entrei no quarto só de camiseta, mostrando minha rola toda dura. Mamãe levou um susto e foi de gatinhas pela cama na direção do meu pai, que a recebeu com uma gargalhada.
— Ha ha ha, parece que suas preces foram atendidas. Aqui está ele, e parece disposto a cumprir todas as suas ordens.
— Seu filho da puta — respondeu minha mãe, dando um tapa na cara dele — Você sabia que seu filho estava aí?
— Mas não era isso que você queria? — respondeu ele, levando a mão ao rosto.
Enquanto isso, eu estava ali, besta, aos pés da cama dos meus pais, com a rola apontando pra frente e sem dizer uma palavra. Finalmente, mamãe se virou pra mim e, olhando nos meus olhos, perguntou:
— Quanto tempo você ficou espiando?
— Ahh... um tempinho — respondi, baixando o olhar pro chão, sem conseguir encará-la.
— Olha pra mim quando eu tô falando com você. Então você ouviu o que eu tava dizendo?
— Mas olha pra ela, Inês, o que você acha? — interrompeu meu pai.
— Não tô falando com você, deixa ele responder. Olha pra mim quando eu falo, Dani.
— Sim, sim, ouvi — respondi, olhando de novo pra cara dela.
— E o que você acha disso? — perguntou, então, baixando o olhar pra minha rola dura.
— Co... como assim, o que eu acho?
— Porra, não é óbvio? — O que você acha? — Meu pai interrompeu de novo.
— Cala a boca, pussy — ela ordenou, dando uma cotovelada nele — Sim, o que você acha do que eu disse? — perguntou de novo, sem tirar os olhos da minha virilha, enquanto mordia levemente o lábio inferior.
— Ehhh, não, acho que não pensei em nada, só senti muita vontade de fazer o que você disse.
— Comer minha buceta? — perguntou, olhando de novo nos meus olhos, com um sorriso no rosto pela primeira vez desde que entrei no quarto.
— Sim.
— E você, o que acha disso tudo? — perguntou então, virando-se pro meu pai e encarando ele sério.
— Já que estamos nessa, né? — E olhando pra mim, completou: — Isso nunca vai sair daqui, certo?
— Não, claro que não — respondi na hora.
Mamãe olhou pro teto, fechou os olhos, respirou fundo e soltou o ar com um bufado.
— Bufffff, sempre soube que nessa casa todo mundo era doido varrido, completamente louco.
Ela olhou pra nós dois, alternando entre nossas caras, antes de recuar devagar de quatro pela cama e parar na beirada. A cabeça dela desceu até o colchão enquanto arqueava as costas, fazendo a bunda empinar e ficar totalmente exposta.
— Tá bom, já que todo mundo é doido, faz valer a pena — disse, olhando pra trás com o rosto colado no colchão.
Papai sorriu e apontou a bunda da mamãe com o olhar, me convidando a aproveitar. Não precisei de outro incentivo.
Me ajoelhei e fui pra cima da bunda da mamãe com toda a minha vontade. Queria morder e lamber aquela bunda enorme sem deixar um centímetro de pele sem passar a língua. Separei as nádegas dela e mordi cada uma, enquanto sugava toda a carne que conseguia levar à boca. Passei a língua pela racha do cu dela, cobrindo tudo com a saliva que escorria da minha boca, enquanto as nádegas tremiam sendo apertadas por mim. minhas mãos.
- Sim, assim, filho, come a sua mãe, come ela toda - disse mamãe entre soluços.
Tirei o rosto da bunda da mamãe e contemplei por alguns instantes a impressionante buceta que tinha diante de mim. Inundei minhas narinas por completo com o aroma inebriante que exalava sua buceta molhada antes de me jogar nela de boca aberta, tentando devorar seus lábios vaginais inchados e apetitosos.
Comecei a deslizar minha língua pela fenda da mamãe, que se abriu sem dificuldade diante das minhas carícias para me deixar saborear a profundidade da sua xota. Parecia que eu estava comendo a mais doce e voluptuosa das frutas, seu sabor inundou minhas papilas gustativas enquanto, literalmente, bebia seu suco grosso e quente.
- Hummm, isso, assim, me dá língua, querido, come a buceta da mamãe, é sua, enfia sua língua o mais fundo que puder, bebê -
Mamãe levou uma das mãos para trás, entre as pernas, e começou a acariciar o clitóris enquanto eu tentava não deixar um milímetro da gruta dela sem saborear. Minha língua alternava lambidas nos lábios vaginais com penetrações que me faziam afundar o rosto o máximo que a natureza permitia na buceta da minha mãe. Por momentos, faltava ar diante de tanta abundância, mas juro que não me importaria de morrer afogado no fluxo da mamãe, que naquela altura já era tão abundante que escorria pelas coxas dela.
- Tá bom, né? - perguntou meu pai enquanto, pegando mamãe suavemente pelo cabelo, a convidava a levantar a cabeça para enfiar o pau nos lábios dela.
- Sssim - consegui dizer enquanto tomava ar.
- Mete logo, filho, mete na mamãe, por favor... enche a buceta da sua mãe com seu pau, me deixa sentir você invadindo minhas entranhas - suplicou mamãe antes de engolir o pau do marido.
Suguei uma última vez a xota da mamãe antes de me levantar para aproximar meu pau da bunda dela. Ao sentir o contato do meu pau contra a pele dela, ela esticou a mão e, pegando-o pelo tronco, começou a esfregá-lo. botão entre os grandes lábios da sua buceta babada, que rapidamente envolveu a glande, deixando eu sentir seu calor úmido.
Finalmente, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e, tirando o pau do meu pai da boca, ela disse:
— Vamos, enfia em mim, enfia até o fundo, querido, quero sentir seu pau bem dentro de mim.
Segurei a bunda da mamãe com as duas mãos e, aos poucos, comecei a empurrar, sentindo meu pau ser envolvido por um calor e uma umidade indescritíveis enquanto atravessava as dobras da buceta, até que, finalmente, meu púbis bateu na bunda enorme da minha mãe.
— Aaahhh, SIM, finalmente — conseguiu dizer mamãe entre gemidos, antes do papai abafar a voz dela enchendo sua boca de pau.
Aguentei sem me mexer, ali cravado, no fundo da buceta da minha mãe por alguns segundos, sentindo a boceta dela envolver meu pau, apertando ele à vontade, antes de começar um vai e vem lento. Era uma delícia sentir cada centímetro do meu pau escorregando devagar e sem dificuldade pela boceta lubrificada dela, enquanto eu começava a ganhar velocidade.
Cada vez que eu penetrava a mamãe e a base do meu pau batia no corpo dela, uma onda passava pelos quadris dela, fazendo tremer aquela bunda generosa e me causando um efeito quase hipnótico, que me fez acelerar o ritmo cada vez mais. O som dos nossos corpos se chocando, junto com os gemidos dela, era a trilha sonora da cena de sexo mais safada que eu jamais imaginei.
Aquele ritmo frenético, junto com a excitação do momento, me levou a um ponto em que eu sabia que não ia aguentar mais. Não queria gozar tão cedo, queria prolongar aqueles instantes o máximo possível, então parei para descansar um minuto, tentando retomar o controle do meu corpo.
— Nãooo... Por que parou? — perguntou mamãe, suplicante.
— Acho que vou gozar — respondi.
— Kkkk, ele disse que vai gozar — repetiu meu pai.
— Vai gozar? Você vai gozar? E o que você está fazendo parado? —Esperando? —perguntou minha mãe, desesperada. Com toda a força, ela jogou a bunda enorme pra trás, cravando meu pau o mais fundo que conseguiu e se apertando forte contra meu corpo, disse: —Me enche, enche minha buceta com seu leite de uma vez, vaiii.
Aquilo foi demais. Senti as contrações do orgasmo tomarem conta de mim, senti o sêmen pressionando a base do meu pau e pude sentir cada jato de porra percorrendo o tronco e descarregando dentro da buceta da mamãe, enquanto ela, também levada pelo próprio clímax, começou a se contrair, apertando meu membro numa tentativa de ordenhar até a última gota de leite.
—SIIIM... sim... sim — gritava mamãe, também levada pelo orgasmo.
Foi longo e muito intenso. Quando finalmente recuperei o controle do meu corpo, recuei com cuidado até que meu pau saísse da buceta da mamãe, arrastando consigo um fio misturado de sêmen e fluido materno, amostra do mar de líquidos que inundava naquele momento o sexo da minha mãe.
Pensei então que tudo tinha acabado. Tentava recuperar o fôlego quando meu pai se deitou na cama e, deslizando os pés entre as pernas da mamãe, posicionou o pau na altura da buceta escorrendo. Mamãe não hesitou um segundo, pegou com a mão o membro do meu pai e, depois de acomodá-lo na entrada do sexo dela, se deixou cair sobre ele até enfiá-lo por completo.
—Ummm, sim, me enche você também, quero que encham minha buceta de leite até transbordar.
Eu estava totalmente alucinado, com os olhos arregalados e sem saber o que fazer ou dizer. Pensei por um momento que estava sobrando ali, mas de novo foi mamãe quem tomou a iniciativa e, virando-se para mim, estendeu a mão.
—Vem aqui, meu amor, sobe na cama.
Peguei a mão dela e ela me guiou até eu ficar de pé na cama, de frente para ela, com um pé de cada lado do meu pai, que curtia a cavalgada que mamãe estava dando pra ele. Meu membro meio ereto e molhado pela mistura dos nossos fluidos. pendia a poucos centímetros do rosto dele.
—Deixa eu te limpar, filho.
Com os dedos polegar e indicador da mão esquerda, ela envolveu a base do meu pau, apertando e fazendo ele levantar um pouco. Ela esticou a língua e começou a deslizar pelo tronco até chegar na cabeça, que envolveu e chupou com os lábios, levando junto os restos de porra que sujavam ele. Enquanto mamãe fazia isso, não parava de olhar nos meus olhos assustados, de baixo pra cima, ao mesmo tempo que rebolava suavemente a bunda, amassando o pau do papai.
—Tá gostando, amor?
—Porraaaaa, sim, tô gostando pra caralho.
Ela me deu um sorriso doce e, envolvendo a cabecinha com os lábios de novo, começou a engolir meu pau até chegar na base, onde prendeu a respiração por uns segundos antes de se afastar, deixando ele todo babado. Não precisou repetir o movimento mais de três vezes pra minha ereção voltar completa.
—Olha que pau que teu filho tem — disse minha mãe, orgulhosa — Acabou de gozar e em menos de um minuto olha como já tá duro de novo.
—Porra, com a idade dele, qualquer um.
—Desculpa, sempre desculpa — respondeu num tom debochado enquanto deslizava a mão pra cima e pra baixo no meu pau e, depois de dar um beijo barulhento na cabecinha, completou, virando pra mim — Corre, filho, abre a gaveta do meu criado-mudo.
—Como?
—Meu criado-mudo, vai lá e abre a gaveta. Você tem que pegar uma coisa. Vamos, ande logo!
—Desci da cama rápido e abri a gaveta, igual ela tinha pedido —
—Já, já abri. O que eu procuro?
Mamãe tinha se inclinado pra frente e montava no meu pai num ritmo bom, fazendo o pau dele entrar e sair da buceta lubrificada com toda facilidade. Enquanto isso, papai tentava lamber os peitos dela, que balançavam provocativamente na frente do rosto dele.
—Mmmm, um pote, um pote pequeno e vermelho — respondeu com a voz trêmula.
—Não tô vendo, mamãe.
—Procura, porra, lá no fundo, debaixo da minha calcinha.
—Achei.
Era um pote pequeno de lubrificante com Sabor de morango, pelo visto.
—Vem, traz aqui —respondo, parando de cavalgá-la e me endireitando de novo, enquanto papai tentava desesperadamente não perder o mamilo que finalmente tinha conseguido pegar com a boca. —E você fica quieto —disse pra ele, empurrando com uma mão e forçando ele a ficar deitado na cama, sem restando alternativa a não ser abandonar o tesouro recém-conquistado.
Avancei de joelhos pela cama até a altura da minha mãe, que pegou rapidinho o potinho de lubrificante das minhas mãos. Apertou o dosador umas duas vezes, recolhendo o líquido oleoso na palma da mão, e na sequência espalhou ele no meu pau, deslizando a mão por todo o comprimento, prestando atenção especial na cabeça, que ficou bem escorregadia e brilhante.
—Vai, filhão, passa em mim também.
—Passar aonde? —perguntei, sabendo a resposta mas sem ousar acreditar de verdade.
—Aonde vai ser, bobo? No cu, no cu. Porra, sempre quis fazer isso e hoje vocês vão me dar.
Assim que recebi o sinal verde da mamãe, não perdi nem um segundo e me posicionei atrás dela. Minha mãe se inclinou pra frente de novo, deixando a bunda bem exposta, coisa que papai agradeceu, pegando de novo a teta preciosa dela.
—Umm, traz essa teta aqui, porra —conseguiu falar antes de encher a boca com a carne farta da mamãe.
O cenário era realmente inacreditável. A bunda da mamãe se oferecia sem vergonha, enquanto um pouco mais pra baixo a buceta dela tinha a pica do papai presa num mar de fluidos viscosos que escapavam, molhando as bolas dele.
Deixei cair umas duas doses de lubrificante no cu da mamãe e comecei a espalhar, deslizando meus dedos por toda a racha. Quando cheguei no cuzinho dela, comecei a acariciar com movimentos circulares pequenos, que aos poucos fui acompanhando com pressão. Coloquei mais uma dose de lubrificante direto naquele botãozinho e, devagar, apertei com o polegar, que deslizou sem dificuldade até o fundo. interior do cu da mamãe.
-Vamos, vamos. Tá esperando o quê? Não vai quebrar, não é a primeira vez.
Eu não tinha medo de quebrar, mas adorava explorar o cu da mamãe, tava completamente vidrado naquilo e ela teve que insistir uma segunda vez.
-Não me faz esperar mais, fode meu cu, vai, mete ela, sonhei tantas vezes em me sentir completamente cheia buffff, hoje vocês vão me dar, vão me encher por completo, quero sentir seus paus ao mesmo tempo. Por favor, filho, dá esse gosto pra sua mãe, não me deixa esperando mais.
Os pedidos dela me fizeram reagir e, me ajoelhando, comecei a esfregar meu pau no cu dela. O lubrificante tava fazendo bem o trabalho e minha cabecinha deslizava com toda facilidade percorrendo o canal entre as nádegas dela.
Finalmente, foi ela quem, esticando a mão, segurou meu pau colocando ele na posição e virando o rosto pra trás disse.
-Vai, empurra, empurra e crava bem dentro da mamãe.
Obedeci e com cuidado fui empurrando aumentando a pressão devagar, o cu dela não demorou pra abrir acolhendo minha glande com facilidade. Eu não era nenhum expert, mas aceitei como boas as palavras da mamãe sobre não ser a primeira vez que fodiam o cu dela, meu pai devia ter aproveitado muitas vezes sem dúvida. Continuei avançando sentindo o interior da minha mãe se abrindo pra mim. Tava claro que ela tava acostumada com isso, mas sem dúvida era bem mais apertado que a buceta dela.
-Ohhhhh, siiiim- Ela disse soltando o ar assim que eu tava totalmente dentro- Porra, como vocês dois me enchem, sinto seus paus, sinto seus paus se apertando dentro de mim, porra que gostoso. Fodei, fodei até me encher de porra, quero sentir transbordando ummm, quero morrer de prazer.
Pra falar a verdade, não precisou que nenhum de nós dois falhasse com minha mãe. Foi ela mesma que começou a se mover pra frente e pra trás se fodendo sozinha. No começo foi devagar e aos poucos foi acelerando o ritmo. Eu podia sentir como A buceta da minha mãe apertava cada vez que a pica do meu pai entrava na sua boceta quente.
Mamãe respirava ofegante num mar de gemidos, curtindo a sensação de se sentir completamente preenchida pelos seus homens.
Coordenar os movimentos dos três era difícil e várias vezes a pica do papai escapava da boceta dela quando era ele quem queria ditar o ritmo. Esse problema a gente resolvia parando por uns momentos, quando mamãe pegava rapidamente o membro desgarrado pra levar de volta pro buraco certo.
Finalmente, sem trocar uma palavra, chegamos a um acordo tácito onde os três se alternavam pra ditar o ritmo. Quando era meu pai quem fodia a boceta da mamãe, eu segurava a posição, enquanto quando era eu quem comia o cu dela, papai segurava sem se mexer muito. Assim, conseguimos manter nossas picas enterradas dentro da minha mãe sem maiores contratempos, e só quando era ela quem marcava o ritmo é que nossas picas entravam e saíam ao mesmo tempo.
Aquela devia ser a cena familiar mais putaria que já existiu. Nossos gemidos se misturavam sem que ninguém tentasse abafar em nenhum momento. Da minha parte, eu fodía minha mãe no estilo cachorrinho puro e a toda velocidade, meu pai também caprichava na velocidade, enquanto mamãe tinha um estilo mais lento, mas profundo.
Foi durante a minha vez que, fodendo o cu dela a toda velocidade e excitado pelos gemidos contínuos que escapavam da boca dela enquanto eu fazia, senti que não aguentava mais. Eu ia gozar e não queria nem podia evitar.
— Vou gozar, mamãe... vou gozar.
— Isso, filho, goza, enche meu cu de porra, enche que eu também vou gozar, hummmm.
Comecei a gozar com tanta força dentro do cu da mamãe que até senti uma pontada de dor quando o sêmen jorrou pela ponta da minha pica.
— Sim, eu sinto, querido, eu sinto, vou gozar, vou gozar também, aghhh.
Dito e feito, o A buceta da mamãe começou a se contrair violentamente, espremendo meu pau, e sem dúvida a boceta dela acompanhou a jogada, porque papai se juntou a nós em poucos segundos.
- Porraaaa, sua boceta, como ela ordenha meu pau, como ela apertaaaa, vou gozar, vou gozar também, uffff.
- Ahhh.
- Ummm.
Foi um verdadeiro concerto de gemidos, onde nós três perdemos qualquer controle sobre nossos corpos. Mamãe caiu, tremendo, sobre o corpo do meu pai, e eu vim atrás, num abraço de três que durou vários minutos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego.
Finalmente, rolei para o lado, ficando deitado de barriga pra cima na cama, e mamãe me seguiu alguns segundos depois.
Nós três estávamos deitados na cama de barriga pra cima, olhando pro teto, com minha mãe no meio. Depois de alguns minutos, me virei e beijei ela suavemente na bochecha. Ela se virou pra mim e retribuiu o beijo com outro, mas dessa vez na boca. Meu pai fez o mesmo e, depois de beijar ela na bochecha também, recebeu a mesma resposta.
Toda a ação de alguns minutos atrás tinha se transformado numa calma total.
Meu pai levou a mão até a boceta da mamãe e, depois de enfiar os dedos e recolher a mistura de porra que escorria dela, levou a mão até a boca da mamãe, que começou a lamber e beijar os dedos dele até deixá-los completamente limpos.
- Você é feliz? - ele perguntou com um sorriso.
- Sim - respondeu ela, que pouco depois se virou na minha direção e me ofereceu a boca num beijo quente que não pude recusar.
Não me lembro de muito mais, só que uma sensação enorme de relaxamento me invadiu por completo. Nem sei quando nem como dormi.
Quando acordei de manhã, nenhum dos dois estava mais na cama comigo.
FIM.
— Vamo lá, mano, cola com a gente. Vai nos deixar na mão?
— Qual é, tô fora. Além do mais, não tô legal, acho que tô com febre.
— Fala sério, anima aí, você sabe que lá a gente pega um pedaço na certa.
— Que nada, mano, esses pedaços não são os que me interessam, tô fora desse clima. Não entendo o que vocês veem nesse lugar.
— Ha ha ha... o cara virou um fresco. Então você que perde.
— É, amanhã quando a gente contar como arrasou, você vai se arrepender, mano.
— Qual é, eu vou ficar feliz por vocês, mas hoje vou pra casa. Divirtam-se.
— Beleza, mano, vejo que não tem jeito. Amanhã te ligo, valeu?
— Sim, beleza, amanhã a gente se vê, falou.
— Falou, chatão! — gritaram todos enquanto eu virava as costas e começava a voltar pra casa.
Voltar pra casa tão cedo numa sexta à noite não era lá muito comum pra mim naquela época, mas as coisas tinham se encaminhado assim naquele dia e, depois de meia hora de caminhada no frescor da noite, cheguei no portão de casa faltando poucos minutos pra uma da madrugada.
Depois de subir no elevador, abri a porta de casa com todo cuidado e, com ainda mais cuidado, fechei segurando o trinco com a mão pra não fazer barulho. Avancei devagar e no escuro pelo corredor, evitando acordar meus pais, mas logo chegou aos meus ouvidos um barulho vindo do quarto deles, então deduzi que ainda estavam acordados.
Mesmo sabendo que não ia acordar ninguém, não mudei de atitude e continuei na surdina e no escuro o caminho até meu quarto. A verdade é que não tava a fim de ter que responder às perguntas fofoqueiras da minha mãe, e preferi a chance de me deitar antes que alguém percebesse que eu já tinha chegado em casa.
O caminho até meu quarto passava na frente da porta dos meus Pais, e quando cheguei na altura dela, encontrei a porta entreaberta, deixando uma fresta entre a porta e o batente por onde escapava uma luz fraca que com certeza vinha da televisão, embora devesse estar sem volume, já que não se ouvia nada. Foi então que, bem atrás da porta e antes de chegar à fresta que deixava escapar a luz lá de dentro, fiquei paralisado ao ouvir a voz da minha mãe.
— Mas que filho da puta você é.
— Buff, foi sem querer, gata, não fica brava — respondeu meu pai na hora, me fazendo sentir aliviado por saber que não tinha sido descoberto.
— Ha ha, cada dia você aguenta menos e ainda goza sem avisar, tá de sacanagem. Virou um velho.
— Porra, Inês, é que fazia tanto tempo que você não me fazia um boquete tão gostoso que não consegui me segurar, e ainda assim sem eu pedir nem esperar, entende.
— Pois se você não precisou pedir nem esperar, já pode imaginar o quanto eu tô com tesão e a vontade que tô de pica. Então ou você faz isso aqui voltar a ficar duro ou vai se lembrar de mim.
Eu estava gelado, em estado de choque. Sim, eu sei que todos os pais transam e também sei que não serei nem o primeiro nem o último a pegá-los no flagra, mas daí a saber que sua mãe, que tá chegando nos cinquenta, acabou de chupar a pica do seu pai até ele gozar (vai saber como e onde) e ainda ouvi-la exigindo mais pica, vai uma longa distância.
Imediatamente fui tomado por um sentimento de culpa por estar invadindo a intimidade deles escondido, mesmo que sem querer, e senti a necessidade de chegar ao meu quarto o mais rápido possível. Criei coragem e avancei passando na frente da fresta aberta, na esperança de passar despercebido, e continuei andando pelo corredor mais alguns passos.
— Uff, não se preocupa, continua me lambendo e limpando assim tão bem que você vai ver como ele revive — ouvi meu pai dizer.
— Mais te vale, pela conta que te traz. Respondo, mãe — Mmm, você tem sorte que eu gosto tanto do seu gozo.
Fiquei paralisado de novo no meio do corredor. Não sei bem como explicar, mas um sentimento misturado de curiosidade e tesão tomou conta de mim e, bem devagar, me virei e me aproximei da beirada da porta. Meu coração batia forte, empurrando sangue pra minha cabeça e fazendo minhas têmporas acompanharem o ritmo.
Lá estava eu, com todos os meus sentidos aguçados e a poucos centímetros da fresta da porta, me perguntando se teria coragem de olhar ou não. Com medo de ser descoberto, mas sem conseguir controlar um desejo incontrolável de ver o que estava rolando ali. Rapidamente avaliei as chances de ser pego e concluí que o jeito menos arriscado de espiar era olhar por baixo, de forma que a possibilidade de cruzar o olhar com um dos meus pais fosse bem baixa. Me ajoelhei e, bem devagar, de quatro, espiei por um segundo pela parte de baixo do batente da porta, pra imediatamente voltar pro meu esconderijo e avaliar a situação.
Não consegui ver muita coisa, mas com o que vi já fiquei totalmente impressionado. A luz da televisão, que estava do lado da porta, iluminava o interior do quarto e, de um jeito especial, a bunda espetacular da minha mãe que, completamente nua, estava de quatro e com as pernas ligeiramente abertas em cima da cama, enquanto fazia no meu pai o que com certeza era um boquete delicioso.
Meu ângulo de visão só me deixava ver pouco mais que a bunda da minha mãe e parte do corpo dela; o resto ficava escondido pela cama, já que eu estava olhando praticamente do nível do chão. Aquela situação tinha sua vantagem, no entanto, já que me permitia espiar tranquilamente sem o risco de ser descoberto.
E foi o que fiz. Espiei de novo para, dessa vez, sim, me deliciar calmamente observando a rabeta enorme da mamãe. A luz da tela iluminava a pele branca dela. me oferecendo um show completo. Aquilo era uma bunda tremenda, diferente e menos firme que a das garotas da minha idade que eu estava acostumado, mas na minha opinião muito mais suculenta e com a voluptuosidade que só uma mulher madura pode oferecer.
- Hum, sim, continua assim, chupa minhas bolas, ufff.
- Porra, o filho da puta do meu pai tá se divertindo pra caralho - Pensei.
Eu, enquanto isso, estava extasiado tentando adaptar minhas pupilas à falta de luz para não perder nenhum detalhe do espetáculo que minha mãe estava me proporcionando. O bundão da mamãe era sustentado por duas coxas imponentes, entre as quais se mostrava uma buceta volumosa, de lábios inchados e levemente separados que deixavam ver a umidade escondida no fundo daquela caverna. A xota da mamãe parecia estar sem depilar, mas o pelo não era grosso o suficiente para impedir uma visão clara da sua ppk, só no púbis era realmente abundante, enquanto ao redor dos lábios maiores era bem escasso e praticamente inexistente no períneo e ao redor do cu.
Nessa altura eu já estava totalmente duro e num estado que poderia definir como febril. Minha rola pressionava forte contra minha calça, então optei por desabotoá-la e abaixar o zíper em busca de um pouco de alívio.
- Ufff, assim gostosa, passa a língua na minha bunda enquanto bate uma pra mim... vai ver como eu fico duro rápido.
- Não vai dizer que hoje não estou te fazendo gozar, hein filho da puta?
Mamãe então levou a mão direita para trás e, passando entre as pernas, começou a acariciar a buceta deslizando os dedos pela fenda molhada e separando os lábios com os dedos anelar e indicador, enquanto com o do meio alternava as carícias no clitóris inchado com pequenas penetrações.
- Porra, hummm, que tesão, ufff, tô com a buceta fervendo - Dizia mamãe entre uma pausa e outra do trabalhão que estava fazendo no papai.
Enquanto isso, eu, ganhando confiança, já tinha tirado a rola pra fora. e comecei a me masturbar, curtindo o espetáculo. Com a confiança de não ser descoberto, também aumentei meu grau de ousadia. Recuei alguns passos, de quatro, e com muito cuidado, sempre colado na parede, me levantei para ter um ângulo de visão melhor.
Muito lentamente, me inclinei de novo na moldura da porta, obtendo dessa vez uma visão completa do ato sexual dos meus pais.
Meu pai estava deitado de barriga pra cima na cama, com a cabeça no travesseiro do lado da cabeceira e as pernas flexionadas e abertas, oferecendo à minha mãe um panorama completo do pau, das bolas e de parte do cu. Enquanto mamãe, inclinada na frente dele, balançava o pau mole dele com a mão esquerda, ao mesmo tempo que dava lambidas molhadas que iam desde o começo da fenda do cu até o escroto depilado, que ela chupava de vez em quando, sugando e soltando os testículos do papai de forma barulhenta.
A aparência da mamãe estava soberba, com a bunda toda empinada enquanto se acariciava a buceta com a mão direita e com os peitos caídos descansando na cama. As formas de mulher madura dela me pareciam excitantes pra caralho, e os quilinhos a mais no corpo dela eram deliciosos, então, aos poucos, uma vontade louca de lamber e saborear aquelas curvas foi tomando conta de mim.
— Hummm, que pena que você não tem trinta anos a menos pra esse pau voltar a ficar duro só alguns minutos depois de gozar, neném — disse mamãe depois de um chupão barulhento nas bolas do papai.
— Acho que nem um moleque de vinte anos aguentaria o teu ritmo, Inês, haha. Continua que já parece que ele tá endurecendo.
— Ué, não se preocupa que eu daria conta de extrair todo o potencial de um pau jovem assim, a noite inteira ele ia me foder. Nessa idade, eles tão sempre prontos pra gozar umas quantas vezes seguidas — respondeu mamãe enquanto, com a mão, agora batia uma frenética no pau do papai, que parecia começar a ter uma ereção.
- Humm, porra, que gostosa você é. Quer dizer que seu filho de vinte anos não vai estar comendo umas vadias essa noite?
- E você me chama de gostosa? Você que não pensa em outra coisa a não ser no seu filho bem agora - respondeu minha mãe, levantando o rosto e olhando fixamente para o pai por um momento, enquanto parava de repente a punheta que estava dando nele.
- Vamos, vamos, Inês, não vai me dizer que nunca teve curiosidade de saber como o garoto se vira na cama, qual é, eu te conheço.
Mamãe parou de olhar para o pai e, baixando o rosto, deu um baita chupão na cabecinha da rola dele, cada vez mais acordada, e depois completou:
- Porra, claro que tem um tesão... você viu o pedaço de homem que ele se tornou? - respondeu, engolindo a rola do pai até o talo.
- Ha! Sabia, sabia que você já tinha de olho nele haha. Pois se ele saiu metade do quente que a mãe é, com certeza é um comedor haha.
Meu pai começou a dar gargalhadas e foi então que, levantando o rosto, nossos olhares se cruzaram por um segundo. Dá pra imaginar o susto.
Meu pai pulou pra trás na cama, fazendo a rola escapar da boca da mamãe sem que ela pudesse fazer nada. Eu me escondi rápido atrás da parede, colado nela, pronto pra ser descoberto e levar a maior bronca da minha vida, enquanto sentia que o coração ia pular pela boca.
- Porra, que susto, o que foi agora? - perguntou mamãe, assustada.
- Nada, não... uma cãibra, isso, uma cãibra, aghh - respondeu meu pai, disfarçando.
- Uma cãibra? Onde? Não, se eu te digo que você já virou um velho.
- Na perna, ufff.
- Deixa eu esfregar um pouco. Porra, agora que você tava com ela toda dura e ela volta a murchar.
- Não, deixa, não é nada. Continua chupando, continua antes que ela desça de vez. — De toda forma, Inês.
Respirei aliviado ao saber que não seria denunciado. Naquele momento, deveria ter desistido e fugido assustado pro meu quarto, mas o tesão que toda aquela situação me causava fez com que eu ficasse e, timidamente, me espiasse de novo pela porta.
— Com certeza… isso com seu filho não acontece, com ele com certeza não baixa tão fácil, hehe — E sem esperar resposta, mamãe engoliu de novo a rola do papai.
Minha mãe, ainda inocente, deu esse golpe baixo no papai sem saber que, de fato, o filho dela já tava há um bom tempo com a rola dura e que a causa daquela ereção monstra não era outra mulher senão ela. Então papai olhou de novo pro batente da porta e me encontrou atento ao que rolava ali, sem que dessa vez nenhum de nós dois se assustasse.
— Sabe? Aposto que você tem razão e que a rola do seu filho tá sempre pronta pra ser aproveitada — Ele respondeu, me encarando fixamente.
— Mmm, é, tenho inveja da putinha que puder aproveitar ela — Disse mamãe, tirando a rola da boca e começando a bater uma com força.
Meu pai me apontou com o olhar pra mamãe, num gesto que interpretei como: olha só o que sua mãe tá falando e o quanto ela é safada.
— Acho que pra putinha já basta a mãe dela, haha.
— Ummm, acho que você tem razão. Sorte a sua que ela não tá aqui, tô tão tesuda que agora mesmo seria capaz de fazer uma loucura.
— É? O que você faria? Me diz — Perguntou meu pai, provocando.
— Sei lá, mas ela ia saber o que é uma buceta de verdade, a buceta da mãe tarada dela.
— Tá me deixando com muito tesão, continua, continua me contando — Pedia papai, me olhando com um sorriso no rosto enquanto ela alternava lambidas na rola dele com os movimentos da mão — O que você diria pra ele? O quê?
— Mas que porcos que a gente é… buffff — Respondeu mamãe — Diria pra ele vir aqui provar a buceta quente da mãe dele, pediria pra ele não deixar um centímetro da minha bunda e da minha buceta sem lambendo enquanto eu como a rola do pai dela.
Nessa altura, eu já tinha me livrado dos meus sapatos, calças e cuecas, que estavam espalhados no meio do corredor. A vontade de realizar os desejos da mamãe ficava cada vez mais incontrolável, e pequenas gotas de líquido pré-seminal escorriam pela ponta da minha cabecinha.
— Vai, fala pra ele! Fala como se ele estivesse te ouvindo agora, fala do jeito que você falaria se ele estivesse vendo a putona da mãe dele de rabo pra cima, mamando na rola.
— Vem, meu amor, vem aqui comer a buceta da mamãe, vem comer a buceta que te deu à luz há vinte anos.
Não aguentei mais e aceitei o convite da mamãe ao pé da letra. Empurrei a porta com a mão e entrei no quarto só de camiseta, mostrando minha rola toda dura. Mamãe levou um susto e foi de gatinhas pela cama na direção do meu pai, que a recebeu com uma gargalhada.
— Ha ha ha, parece que suas preces foram atendidas. Aqui está ele, e parece disposto a cumprir todas as suas ordens.
— Seu filho da puta — respondeu minha mãe, dando um tapa na cara dele — Você sabia que seu filho estava aí?
— Mas não era isso que você queria? — respondeu ele, levando a mão ao rosto.
Enquanto isso, eu estava ali, besta, aos pés da cama dos meus pais, com a rola apontando pra frente e sem dizer uma palavra. Finalmente, mamãe se virou pra mim e, olhando nos meus olhos, perguntou:
— Quanto tempo você ficou espiando?
— Ahh... um tempinho — respondi, baixando o olhar pro chão, sem conseguir encará-la.
— Olha pra mim quando eu tô falando com você. Então você ouviu o que eu tava dizendo?
— Mas olha pra ela, Inês, o que você acha? — interrompeu meu pai.
— Não tô falando com você, deixa ele responder. Olha pra mim quando eu falo, Dani.
— Sim, sim, ouvi — respondi, olhando de novo pra cara dela.
— E o que você acha disso? — perguntou, então, baixando o olhar pra minha rola dura.
— Co... como assim, o que eu acho?
— Porra, não é óbvio? — O que você acha? — Meu pai interrompeu de novo.
— Cala a boca, pussy — ela ordenou, dando uma cotovelada nele — Sim, o que você acha do que eu disse? — perguntou de novo, sem tirar os olhos da minha virilha, enquanto mordia levemente o lábio inferior.
— Ehhh, não, acho que não pensei em nada, só senti muita vontade de fazer o que você disse.
— Comer minha buceta? — perguntou, olhando de novo nos meus olhos, com um sorriso no rosto pela primeira vez desde que entrei no quarto.
— Sim.
— E você, o que acha disso tudo? — perguntou então, virando-se pro meu pai e encarando ele sério.
— Já que estamos nessa, né? — E olhando pra mim, completou: — Isso nunca vai sair daqui, certo?
— Não, claro que não — respondi na hora.
Mamãe olhou pro teto, fechou os olhos, respirou fundo e soltou o ar com um bufado.
— Bufffff, sempre soube que nessa casa todo mundo era doido varrido, completamente louco.
Ela olhou pra nós dois, alternando entre nossas caras, antes de recuar devagar de quatro pela cama e parar na beirada. A cabeça dela desceu até o colchão enquanto arqueava as costas, fazendo a bunda empinar e ficar totalmente exposta.
— Tá bom, já que todo mundo é doido, faz valer a pena — disse, olhando pra trás com o rosto colado no colchão.
Papai sorriu e apontou a bunda da mamãe com o olhar, me convidando a aproveitar. Não precisei de outro incentivo.
Me ajoelhei e fui pra cima da bunda da mamãe com toda a minha vontade. Queria morder e lamber aquela bunda enorme sem deixar um centímetro de pele sem passar a língua. Separei as nádegas dela e mordi cada uma, enquanto sugava toda a carne que conseguia levar à boca. Passei a língua pela racha do cu dela, cobrindo tudo com a saliva que escorria da minha boca, enquanto as nádegas tremiam sendo apertadas por mim. minhas mãos.
- Sim, assim, filho, come a sua mãe, come ela toda - disse mamãe entre soluços.
Tirei o rosto da bunda da mamãe e contemplei por alguns instantes a impressionante buceta que tinha diante de mim. Inundei minhas narinas por completo com o aroma inebriante que exalava sua buceta molhada antes de me jogar nela de boca aberta, tentando devorar seus lábios vaginais inchados e apetitosos.
Comecei a deslizar minha língua pela fenda da mamãe, que se abriu sem dificuldade diante das minhas carícias para me deixar saborear a profundidade da sua xota. Parecia que eu estava comendo a mais doce e voluptuosa das frutas, seu sabor inundou minhas papilas gustativas enquanto, literalmente, bebia seu suco grosso e quente.
- Hummm, isso, assim, me dá língua, querido, come a buceta da mamãe, é sua, enfia sua língua o mais fundo que puder, bebê -
Mamãe levou uma das mãos para trás, entre as pernas, e começou a acariciar o clitóris enquanto eu tentava não deixar um milímetro da gruta dela sem saborear. Minha língua alternava lambidas nos lábios vaginais com penetrações que me faziam afundar o rosto o máximo que a natureza permitia na buceta da minha mãe. Por momentos, faltava ar diante de tanta abundância, mas juro que não me importaria de morrer afogado no fluxo da mamãe, que naquela altura já era tão abundante que escorria pelas coxas dela.
- Tá bom, né? - perguntou meu pai enquanto, pegando mamãe suavemente pelo cabelo, a convidava a levantar a cabeça para enfiar o pau nos lábios dela.
- Sssim - consegui dizer enquanto tomava ar.
- Mete logo, filho, mete na mamãe, por favor... enche a buceta da sua mãe com seu pau, me deixa sentir você invadindo minhas entranhas - suplicou mamãe antes de engolir o pau do marido.
Suguei uma última vez a xota da mamãe antes de me levantar para aproximar meu pau da bunda dela. Ao sentir o contato do meu pau contra a pele dela, ela esticou a mão e, pegando-o pelo tronco, começou a esfregá-lo. botão entre os grandes lábios da sua buceta babada, que rapidamente envolveu a glande, deixando eu sentir seu calor úmido.
Finalmente, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e, tirando o pau do meu pai da boca, ela disse:
— Vamos, enfia em mim, enfia até o fundo, querido, quero sentir seu pau bem dentro de mim.
Segurei a bunda da mamãe com as duas mãos e, aos poucos, comecei a empurrar, sentindo meu pau ser envolvido por um calor e uma umidade indescritíveis enquanto atravessava as dobras da buceta, até que, finalmente, meu púbis bateu na bunda enorme da minha mãe.
— Aaahhh, SIM, finalmente — conseguiu dizer mamãe entre gemidos, antes do papai abafar a voz dela enchendo sua boca de pau.
Aguentei sem me mexer, ali cravado, no fundo da buceta da minha mãe por alguns segundos, sentindo a boceta dela envolver meu pau, apertando ele à vontade, antes de começar um vai e vem lento. Era uma delícia sentir cada centímetro do meu pau escorregando devagar e sem dificuldade pela boceta lubrificada dela, enquanto eu começava a ganhar velocidade.
Cada vez que eu penetrava a mamãe e a base do meu pau batia no corpo dela, uma onda passava pelos quadris dela, fazendo tremer aquela bunda generosa e me causando um efeito quase hipnótico, que me fez acelerar o ritmo cada vez mais. O som dos nossos corpos se chocando, junto com os gemidos dela, era a trilha sonora da cena de sexo mais safada que eu jamais imaginei.
Aquele ritmo frenético, junto com a excitação do momento, me levou a um ponto em que eu sabia que não ia aguentar mais. Não queria gozar tão cedo, queria prolongar aqueles instantes o máximo possível, então parei para descansar um minuto, tentando retomar o controle do meu corpo.
— Nãooo... Por que parou? — perguntou mamãe, suplicante.
— Acho que vou gozar — respondi.
— Kkkk, ele disse que vai gozar — repetiu meu pai.
— Vai gozar? Você vai gozar? E o que você está fazendo parado? —Esperando? —perguntou minha mãe, desesperada. Com toda a força, ela jogou a bunda enorme pra trás, cravando meu pau o mais fundo que conseguiu e se apertando forte contra meu corpo, disse: —Me enche, enche minha buceta com seu leite de uma vez, vaiii.
Aquilo foi demais. Senti as contrações do orgasmo tomarem conta de mim, senti o sêmen pressionando a base do meu pau e pude sentir cada jato de porra percorrendo o tronco e descarregando dentro da buceta da mamãe, enquanto ela, também levada pelo próprio clímax, começou a se contrair, apertando meu membro numa tentativa de ordenhar até a última gota de leite.
—SIIIM... sim... sim — gritava mamãe, também levada pelo orgasmo.
Foi longo e muito intenso. Quando finalmente recuperei o controle do meu corpo, recuei com cuidado até que meu pau saísse da buceta da mamãe, arrastando consigo um fio misturado de sêmen e fluido materno, amostra do mar de líquidos que inundava naquele momento o sexo da minha mãe.
Pensei então que tudo tinha acabado. Tentava recuperar o fôlego quando meu pai se deitou na cama e, deslizando os pés entre as pernas da mamãe, posicionou o pau na altura da buceta escorrendo. Mamãe não hesitou um segundo, pegou com a mão o membro do meu pai e, depois de acomodá-lo na entrada do sexo dela, se deixou cair sobre ele até enfiá-lo por completo.
—Ummm, sim, me enche você também, quero que encham minha buceta de leite até transbordar.
Eu estava totalmente alucinado, com os olhos arregalados e sem saber o que fazer ou dizer. Pensei por um momento que estava sobrando ali, mas de novo foi mamãe quem tomou a iniciativa e, virando-se para mim, estendeu a mão.
—Vem aqui, meu amor, sobe na cama.
Peguei a mão dela e ela me guiou até eu ficar de pé na cama, de frente para ela, com um pé de cada lado do meu pai, que curtia a cavalgada que mamãe estava dando pra ele. Meu membro meio ereto e molhado pela mistura dos nossos fluidos. pendia a poucos centímetros do rosto dele.
—Deixa eu te limpar, filho.
Com os dedos polegar e indicador da mão esquerda, ela envolveu a base do meu pau, apertando e fazendo ele levantar um pouco. Ela esticou a língua e começou a deslizar pelo tronco até chegar na cabeça, que envolveu e chupou com os lábios, levando junto os restos de porra que sujavam ele. Enquanto mamãe fazia isso, não parava de olhar nos meus olhos assustados, de baixo pra cima, ao mesmo tempo que rebolava suavemente a bunda, amassando o pau do papai.
—Tá gostando, amor?
—Porraaaaa, sim, tô gostando pra caralho.
Ela me deu um sorriso doce e, envolvendo a cabecinha com os lábios de novo, começou a engolir meu pau até chegar na base, onde prendeu a respiração por uns segundos antes de se afastar, deixando ele todo babado. Não precisou repetir o movimento mais de três vezes pra minha ereção voltar completa.
—Olha que pau que teu filho tem — disse minha mãe, orgulhosa — Acabou de gozar e em menos de um minuto olha como já tá duro de novo.
—Porra, com a idade dele, qualquer um.
—Desculpa, sempre desculpa — respondeu num tom debochado enquanto deslizava a mão pra cima e pra baixo no meu pau e, depois de dar um beijo barulhento na cabecinha, completou, virando pra mim — Corre, filho, abre a gaveta do meu criado-mudo.
—Como?
—Meu criado-mudo, vai lá e abre a gaveta. Você tem que pegar uma coisa. Vamos, ande logo!
—Desci da cama rápido e abri a gaveta, igual ela tinha pedido —
—Já, já abri. O que eu procuro?
Mamãe tinha se inclinado pra frente e montava no meu pai num ritmo bom, fazendo o pau dele entrar e sair da buceta lubrificada com toda facilidade. Enquanto isso, papai tentava lamber os peitos dela, que balançavam provocativamente na frente do rosto dele.
—Mmmm, um pote, um pote pequeno e vermelho — respondeu com a voz trêmula.
—Não tô vendo, mamãe.
—Procura, porra, lá no fundo, debaixo da minha calcinha.
—Achei.
Era um pote pequeno de lubrificante com Sabor de morango, pelo visto.
—Vem, traz aqui —respondo, parando de cavalgá-la e me endireitando de novo, enquanto papai tentava desesperadamente não perder o mamilo que finalmente tinha conseguido pegar com a boca. —E você fica quieto —disse pra ele, empurrando com uma mão e forçando ele a ficar deitado na cama, sem restando alternativa a não ser abandonar o tesouro recém-conquistado.
Avancei de joelhos pela cama até a altura da minha mãe, que pegou rapidinho o potinho de lubrificante das minhas mãos. Apertou o dosador umas duas vezes, recolhendo o líquido oleoso na palma da mão, e na sequência espalhou ele no meu pau, deslizando a mão por todo o comprimento, prestando atenção especial na cabeça, que ficou bem escorregadia e brilhante.
—Vai, filhão, passa em mim também.
—Passar aonde? —perguntei, sabendo a resposta mas sem ousar acreditar de verdade.
—Aonde vai ser, bobo? No cu, no cu. Porra, sempre quis fazer isso e hoje vocês vão me dar.
Assim que recebi o sinal verde da mamãe, não perdi nem um segundo e me posicionei atrás dela. Minha mãe se inclinou pra frente de novo, deixando a bunda bem exposta, coisa que papai agradeceu, pegando de novo a teta preciosa dela.
—Umm, traz essa teta aqui, porra —conseguiu falar antes de encher a boca com a carne farta da mamãe.
O cenário era realmente inacreditável. A bunda da mamãe se oferecia sem vergonha, enquanto um pouco mais pra baixo a buceta dela tinha a pica do papai presa num mar de fluidos viscosos que escapavam, molhando as bolas dele.
Deixei cair umas duas doses de lubrificante no cu da mamãe e comecei a espalhar, deslizando meus dedos por toda a racha. Quando cheguei no cuzinho dela, comecei a acariciar com movimentos circulares pequenos, que aos poucos fui acompanhando com pressão. Coloquei mais uma dose de lubrificante direto naquele botãozinho e, devagar, apertei com o polegar, que deslizou sem dificuldade até o fundo. interior do cu da mamãe.
-Vamos, vamos. Tá esperando o quê? Não vai quebrar, não é a primeira vez.
Eu não tinha medo de quebrar, mas adorava explorar o cu da mamãe, tava completamente vidrado naquilo e ela teve que insistir uma segunda vez.
-Não me faz esperar mais, fode meu cu, vai, mete ela, sonhei tantas vezes em me sentir completamente cheia buffff, hoje vocês vão me dar, vão me encher por completo, quero sentir seus paus ao mesmo tempo. Por favor, filho, dá esse gosto pra sua mãe, não me deixa esperando mais.
Os pedidos dela me fizeram reagir e, me ajoelhando, comecei a esfregar meu pau no cu dela. O lubrificante tava fazendo bem o trabalho e minha cabecinha deslizava com toda facilidade percorrendo o canal entre as nádegas dela.
Finalmente, foi ela quem, esticando a mão, segurou meu pau colocando ele na posição e virando o rosto pra trás disse.
-Vai, empurra, empurra e crava bem dentro da mamãe.
Obedeci e com cuidado fui empurrando aumentando a pressão devagar, o cu dela não demorou pra abrir acolhendo minha glande com facilidade. Eu não era nenhum expert, mas aceitei como boas as palavras da mamãe sobre não ser a primeira vez que fodiam o cu dela, meu pai devia ter aproveitado muitas vezes sem dúvida. Continuei avançando sentindo o interior da minha mãe se abrindo pra mim. Tava claro que ela tava acostumada com isso, mas sem dúvida era bem mais apertado que a buceta dela.
-Ohhhhh, siiiim- Ela disse soltando o ar assim que eu tava totalmente dentro- Porra, como vocês dois me enchem, sinto seus paus, sinto seus paus se apertando dentro de mim, porra que gostoso. Fodei, fodei até me encher de porra, quero sentir transbordando ummm, quero morrer de prazer.
Pra falar a verdade, não precisou que nenhum de nós dois falhasse com minha mãe. Foi ela mesma que começou a se mover pra frente e pra trás se fodendo sozinha. No começo foi devagar e aos poucos foi acelerando o ritmo. Eu podia sentir como A buceta da minha mãe apertava cada vez que a pica do meu pai entrava na sua boceta quente.
Mamãe respirava ofegante num mar de gemidos, curtindo a sensação de se sentir completamente preenchida pelos seus homens.
Coordenar os movimentos dos três era difícil e várias vezes a pica do papai escapava da boceta dela quando era ele quem queria ditar o ritmo. Esse problema a gente resolvia parando por uns momentos, quando mamãe pegava rapidamente o membro desgarrado pra levar de volta pro buraco certo.
Finalmente, sem trocar uma palavra, chegamos a um acordo tácito onde os três se alternavam pra ditar o ritmo. Quando era meu pai quem fodia a boceta da mamãe, eu segurava a posição, enquanto quando era eu quem comia o cu dela, papai segurava sem se mexer muito. Assim, conseguimos manter nossas picas enterradas dentro da minha mãe sem maiores contratempos, e só quando era ela quem marcava o ritmo é que nossas picas entravam e saíam ao mesmo tempo.
Aquela devia ser a cena familiar mais putaria que já existiu. Nossos gemidos se misturavam sem que ninguém tentasse abafar em nenhum momento. Da minha parte, eu fodía minha mãe no estilo cachorrinho puro e a toda velocidade, meu pai também caprichava na velocidade, enquanto mamãe tinha um estilo mais lento, mas profundo.
Foi durante a minha vez que, fodendo o cu dela a toda velocidade e excitado pelos gemidos contínuos que escapavam da boca dela enquanto eu fazia, senti que não aguentava mais. Eu ia gozar e não queria nem podia evitar.
— Vou gozar, mamãe... vou gozar.
— Isso, filho, goza, enche meu cu de porra, enche que eu também vou gozar, hummmm.
Comecei a gozar com tanta força dentro do cu da mamãe que até senti uma pontada de dor quando o sêmen jorrou pela ponta da minha pica.
— Sim, eu sinto, querido, eu sinto, vou gozar, vou gozar também, aghhh.
Dito e feito, o A buceta da mamãe começou a se contrair violentamente, espremendo meu pau, e sem dúvida a boceta dela acompanhou a jogada, porque papai se juntou a nós em poucos segundos.
- Porraaaa, sua boceta, como ela ordenha meu pau, como ela apertaaaa, vou gozar, vou gozar também, uffff.
- Ahhh.
- Ummm.
Foi um verdadeiro concerto de gemidos, onde nós três perdemos qualquer controle sobre nossos corpos. Mamãe caiu, tremendo, sobre o corpo do meu pai, e eu vim atrás, num abraço de três que durou vários minutos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego.
Finalmente, rolei para o lado, ficando deitado de barriga pra cima na cama, e mamãe me seguiu alguns segundos depois.
Nós três estávamos deitados na cama de barriga pra cima, olhando pro teto, com minha mãe no meio. Depois de alguns minutos, me virei e beijei ela suavemente na bochecha. Ela se virou pra mim e retribuiu o beijo com outro, mas dessa vez na boca. Meu pai fez o mesmo e, depois de beijar ela na bochecha também, recebeu a mesma resposta.
Toda a ação de alguns minutos atrás tinha se transformado numa calma total.
Meu pai levou a mão até a boceta da mamãe e, depois de enfiar os dedos e recolher a mistura de porra que escorria dela, levou a mão até a boca da mamãe, que começou a lamber e beijar os dedos dele até deixá-los completamente limpos.
- Você é feliz? - ele perguntou com um sorriso.
- Sim - respondeu ela, que pouco depois se virou na minha direção e me ofereceu a boca num beijo quente que não pude recusar.
Não me lembro de muito mais, só que uma sensação enorme de relaxamento me invadiu por completo. Nem sei quando nem como dormi.
Quando acordei de manhã, nenhum dos dois estava mais na cama comigo.
FIM.
4 comentários - Noite ruim vira ménage com meus pais
Este relato lo escribi a petición de una lectora, ya que era su fantasia personal y la excitaba mucho.
Espero lo disfruteis.