Sempre fui uma mulher muito safada, especialmente depois dos 40. Depois de uma educação em colégio de freiras e uma família onde não se falava de sexo, passando pela adolescência e juventude com iniciações tímidas, na maturidade encontrei uma plenitude tanto psíquica quanto sensorial. Como se o sexo fosse uma fruta que amadurece no tempo certo, percebi que minha vida sexual foi crescendo como um bom vinho, com mais nuances e sabores no paladar (às vezes literalmente, hahaha). Ler contos eróticos e me masturbar com eles fez com que eu levasse o erotismo comigo a todo momento. Inventar e sonhar situações que depois realizei ou não, mas que me renderam muitos momentos gostosos.
Também no aspecto físico, acho que estou no auge. No quesito atratividade, quero dizer. Acredito que uma mulher é atraente quando ela se sente assim, e no meu caso, sei que posso fazer qualquer homem cair de joelhos só com meu olhar. Não preciso mostrar nada das minhas pernas longas e firmes por causa das horas de academia, nem minha bunda dura e empinada, nem meus peitões com mamilos hipersensíveis. Acho que quando passam por mim, sentem o quanto sou gostosa e isso já os deixa em alerta.
O protagonista dessa história é meu filho. Ele tem 21 anos e é um rapaz alegre e bonitinho. Ele não me conta nada, mas ouvi pelo bairro que anda passeando com alguma garota. Imagino que já tenha experiência sexual, mas não é um baladeiro, porque estuda bastante e só sai de vez em quando até tarde.
Ele está no terceiro ano de Medicina, então já começou os estágios com pacientes. Ele me conta suas experiências no hospital onde vai diariamente. Já passou da época dos livros e microscópios para lidar com pacientes. Neste ano, teve o primeiro contato com injeções, gessos e outras técnicas que precisa aprender. É uma fase bonita, porque pela primeira vez ele começa a se sentir médico de verdade. É o que que sempre quis fazer e nós sempre apoiamos muito. Ele fica empolgado e, como bom estudante, leva muito a sério todos os treinos, o que também é importante para ter as melhores notas na hora de escolher a especialidade.
Além de ter vocação, é uma pessoa muito metódica e organizada. Vejo ele revisar o material que precisa e ir comprá-lo, garantindo antes de sair de casa que não está faltando nada.
Ele começou um curso de algo que ama, primeiros socorros. Como bom médico, tem que estar preparado para atender uma emergência em qualquer lugar. É o dever dele. Para isso, tem um curso teórico e prático.
Meu filho começa a me contar, todo animado, como no curso ensinam a fazer massagem cardíaca, colocar cânulas intrafaríngeas ou dar choques elétricos igual ao George Clooney em *Emergency Room*. Eu, de imaginar essas situações, já ia ficando excitada. Sempre gostei dessas séries de médicos na TV, que costumamos ver juntos. Me deixavam com tesão os médicos com seus corpos musculosos por baixo do jaleco, a confiança deles em si mesmos, e a intimidade, o quão perto eles chegam das pacientes mulheres. Agora ele me conta como tem que praticar com as colegas e colegas para aprender e se tornar também um médico confiante e sexy. Penso como as colegas dele são sortudas por terem que ser "massageadas" e receberem boca a boca de um cara forte e disposto a fazer de tudo pra salvar a vida delas. O fogo que carrego dentro de mim acendeu com esses pensamentos. No entanto, meu filho me conta que quase tudo fazem com um manequim de borracha, que não tem braços nem pernas. Uma pena, penso eu, com o quanto deve ser necessário praticar com pessoas reais. Um boneco frio não vai ser a mesma coisa. Vamos ter que dar um toque de interesse nos treinos pra transformar dever em prazer, né?
Hoje ele veio nervoso, tem a prova prática depois de amanhã. Já passou com nota na teórica. O problema da prática é que Ele tem que resolver um caso clínico que o professor apresentou. Não é só o conhecimento que é avaliado, ele tem que tomar decisões e agir rápido pra fazer direito.
Vejo ele em casa andando de um lado pro outro. O pai dele viajou e estamos só nós dois. Ele me diz que não sabe o que usar de manequim. Que gostaria de revisar. Alguns colegas dele fazem com uma caixa, amarrando uma bola como cabeça. Ele me pergunta se posso emprestar uma caixa.
Depois de olhar as caixas de mudança e mais algumas que tinha em casa, não encontramos nada decente. Então me vem à mente a cena do George Clooney e meu cérebro clitoriano acende, me empurrando a dizer…
“E se eu me colocar como paciente pra você fazer a prática? Assim você não perde tempo procurando uma caixa e, já que tenho o fim de semana livre porque seu pai não está, posso aprender um pouco de primeiros socorros.”
“Hum, tudo bem, só faltam dois dias pra prova. Agradeço.”
“Então não vamos perder tempo e vamos começar. Pego meu tapete de yoga e me preparo na hora.”
Vou pro meu quarto pegar o tapete e, de quebra, me olho no espelho. Prendo meu cabelo comprido num rabo de cavalo e troco o pijama por uma camisola curtinha e um pouco decotada, pensando no acesso ao coração e aos pulmões. De cima dá pra ter uma bela vista das minhas tetonas.
Quando saio pra sala, parece que ele não esperava por isso. Minha camisola o impactou, já que ele olha pro meu decote tentando disfarçar. Minhas tetas se mostram desafiadoras, com poder. Parece que ele tá se arrependendo. Com certeza tá pensando na situação que vem pela frente, de ter que se aproximar e tocar meus seios exuberantes. Mas não vou deixar ele voltar atrás.
“Doutor, como eu tenho que ficar?” Tô super animada pra ser cobaia de um médico bonitão e pretendo aproveitar.
“Então deita e vamos começar.”
Deitada de barriga pra cima, sinto meu corpo começar a ferver com a emoção da situação enquanto Ele prepara todo o instrumental ao lado dele.
"Bem, o que você vai fazer primeiro comigo? O que quer praticar comigo?" São perguntas sugestivas, abertas, pra deixar a imaginação voar...
"Primeiro quero praticar a chegada ao acidentado. Você está ferida por um acidente, não sei se respira e está consciente. Oi, você me ouve?" Ele grita no meu ouvido. "Como você não responde, teria que soltar sua roupa." Tomara que ele fizesse isso. Ele não me toca, já que minha camisola já está bem aberta e meu pescoço e a parte superior do peito estão livres. "Agora eu veria se você respira." Vejo ele se aproximar timidamente e apoiar a cabeça no meu esterno. Meus peitos tapam a visão dele. Ele os contempla enquanto sobem e descem com minha respiração, cada vez mais acelerada, enquanto ele se dedica a percorrer com o olhar cada centímetro de pele do vale estreito e profundo que minhas montanhas formam. Ele fica nessa posição por longos segundos. O espetáculo que ele está vendo, protegido pelo jogo da prática dele, está agradando muito, pelo que parece. "Você não respira." Até que respiro, minha respiração está bem agitada, meus peitos querem sair da camisola, e a boca dele está tão perto...
"Agora passaríamos para a massagem cardíaca e a respiração boca a boca." Isso fica interessante. "O que você vai fazer, meu neném?" Ele coloca minha cabeça para trás e tampa meu nariz. Minha boca se abre e, instintivamente, eu coloco a língua para fora e respiro com suspiros agitados. Meu menino me observa enquanto me entrego à boca dele, mas seus receios fazem com que ele só se aproxime, de modo que sinto o hálito dele enquanto sopra sobre minha boca. Minha língua está ansiosa. Ela deseja lamber a dele e sentir seus lábios deliciosos. "Um." (Ele coloca as mãos no meu esterno enquanto eu o olho como um cordeirinho indefeso. Ele aperta a parte superior dos meus peitos, fazendo 15 repetições. Aperta suavemente sobre meus peitos de carne, que ameaçam romper a camisola pela pressão que estão sofrendo. E ele coloca minha cabeça de novo, enquanto eu fecho os olhos e me deixo levar. Meus mamilos estão ficando duros com o balanço e os apertões que ele dá nas minhas tetas. Eles marcam bem no camisola. Isso tá me agradando, mas seria melhor se fosse mais suave. Queria que ele continuasse pulando em cima de mim, mas de outro jeito. Com aquela empolgação e ritmo, dava pra fazer algo melhor. Ah, ah, ah, ah… a gente geme junto a cada nova massagem.
A situação tá cada vez mais quente. Sinto as carícias dele nos meus peitos e o hálito dele enche minha boca, mas eu continuo me comportando como uma boa menina, mesmo que esteja me custando horrores. O tesão vai por dentro.
"Isso é a RCP básica. Agora posso passar pra RCP avançada. Se você não respirar, posso te intubar com uma cânula que entra pela boca até a faringe." Eu adoraria receber algo bem lá no fundo da minha garganta. Posso escolher o que você vai meter? "E aí, depois de verificar que você não tem pulso e não tem batimento no eletro, eu pegaria umas pás de eletrochoque pra te desfibrilar." "Claro, essa é a parte emocionante das séries… Então, foda-se, coloca umas luvas e simula o desfibrilador. Vou ganhar o Oscar pela atuação, né?"
"Kkkk. Claro, mãe. Pra próxima série de médicos vão te chamar." Sim, da safada que come todo mundo. "Tá bem, mas a gente tem que simular perfeitamente." Umm, meu garoto já tava gostando da atuação que a gente tava fazendo. O que ele não sabia é que a mãe dele tava com vontade de brincar, e é muito, muito brincalhona.
Levanto parte do camisola pra ele poder colocar as pás no meu tórax. Mostro minha calcinha fina e parte do sutiã combinando. As duas peças são bem pequenas e sexy, e meu filho não consegue deixar de dar uma olhada de aprovação. Meus melões grandes não deixam espaço, então ele tem que colocar as luvas, uma em cima do peito esquerdo e outra embaixo. Ele já não se segura e toca disfarçadamente os dois peitos, com a desculpa de achar o lugar certo pra colocar. Ele tá excitado, eu o coloquei no jogo e agora ele vê que pode brincar comigo. Isso tá ficando interessante. Minha buceta tá lubrificando pra caralho. Começamos a suar e a excitação tá à flor da pele.
“Um, dois e três!! Eletrochoque!!” (Agora é minha vez. Começo a tremer como se tivesse tido uma convulsão no corpo todo. Meus peitos balançam pra lá e pra cá. Os olhos dele saltam das órbitas com o inesperado do espetáculo. Me jogo nele pra me esfregar o máximo possível, deixando ele ainda mais nervoso. Ele ri do exagero da minha atuação, mas aprova com o olhar.
“Outra descarga: um, dois e três!! Eletrochoque!!” Me atiro direto em cima dele, que ri de montão, enquanto minhas mãos buscam roçar o pacote dele. Consigo, é difícil não tocar, já que tá enorme e a centímetros da minha mão. Minha atuação tá sendo muito convincente, então parece que ele quer continuar o show. Tenta seguir com a prática, embora a mente não esteja no que faz, mas no que tá rolando. O corpo dele pede mais.
“E a última descarga: um, dois e três!! Eletrochoque!!” Depois de outro pulo e esfregada no pacote quente dele, manobra que facilita ao afastar e levantar os braços, deixo os meus abertos procurando ele. Ressuscitei e minhas mãos agarram o que encontram primeiro, o mastro duro dele por cima da calça. Sinto ele pulsando e aproveito pra acariciar por cima do pijama.
“Ressuscitei. Valeu, amor. Você salvou minha vida!” Tô ofegante com as pernas abertas e a camisola revirada. Dá pra ver na minha calcinha branca a umidade que tô soltando. O cheiro no quarto é de mulher, meu cheiro.
Preciso pensar em algo pra aliviar a tensão do clima. Meu menino me olha com olhos de desejo, mas sem saber qual vai ser o próximo passo.
“E se eu me engasgar? Acho que não me engasguei com nada.” Falo entre ofegos que parecem muito mais gemidos de puta no cio.
“Se você tiver um objeto entalado na garganta, eu te faria A manobra de Heimlich". Meu filho me abraça por trás. Gruda no meu corpo e me envolve com os braços num abraço brutal, porque não consegue se conter de tão excitado que está. Quer me tocar e se apertar contra mim. Me levanta do chão com os braços vigorosos e depois me abaixa. O peito dele se apoia nas minhas costas. Encosta o mastro endurecido na racha da minha bunda. Com as mãos, levanta meus peitos por baixo e começa a empurrar a parte alta do meu abdômen com as mãos. Mas o interessante é o que rola por trás. Sinto ele investir uma e outra vez com a pressão do pau na minha bunda. Faz como se tentasse tirar o objeto da minha garganta, mas mais do que pela pressão das mãos, diria que tenta com o pauzão no meu buraquinho anal, martelando como um pica-pau, que o recebe se abrindo de tesão. Como um sifão que sopra por um furinho pequeno. Que sensação gostosa. Não consigo fazer nada além de suspirar e gemer sem controle, como se estivesse me afogando, mas não é fingimento: estou gozando de tesão ao ver meu menino me empurrando por trás com toda a força de um touro bravo desenfreado.
Até que sinto ele explodir numa gozada, que deve ter sido bem generosa. Os olhos dele estão virados e o rosto tem uma expressão orgásmica. Deve ter soltado uma porrada de leite, porque a excitação que ele tava era grande, grande e muito dura.
Depois de alguns segundos de prazer máximo, ele tenta se recompor e me sorri como se nada tivesse acontecido. Mas eu fiquei com a cara de prazer dele ao possuir a própria mãe. Ao me ter à disposição e curtir o roçar dos nossos corpos.
Eu também tô escorrendo fluidos. Preciso me tocar um pouco pra chegar no ponto de não retorno. Vou fazer isso no meu quarto, mas antes vou me despedir.
"Doutor, que bom que o senhor é. Me desentupiu inteirinha. Já respiro e o coração parece que bate". Levo a mão dele descaradamente pro meu peito pra ele tocar um pouquinho, o que ele faz com menos pudor. "Por ter me Salvo, me ofereço pra gente revisar de novo amanhã."
"Claro, mãe. Amanhã tenho que fazer tudo perfeito."
"É o que eu espero, filho. É o que eu espero."
No meu quarto, enfio um dedo maravilhosamente pensando na situação excitante com meu filho e na chance de aproveitar ainda mais amanhã. Meu filho parece ter deixado a timidez de lado e está pronto pra jogar pesado. Com certeza ele também vai se tocar essa noite pra aliviar todo esse estresse acumulado. Melhor pra ele, porque amanhã vou levá-lo ao limite, penso enquanto enfio um dedo bem fundo na buceta e com o outro toco o mamilo que meu filho roçou no meu camisolinho há pouco. Não vou conseguir dormir de tesão, então vou me esgotar de orgasmos. Hoje tenho material pra passar a noite em claro. Em vez de ovelhinhas, vou contar médicos, mas todos têm o rosto do meu filho.
De manhã, acordo com um sorriso de orelha a orelha. Sonhei com muitas delícias depois de vários orgasmos fortes. Mas, acima de tudo, pensei em novas situações pra provocar e fazer meu gostoso aproveitar. De manhã ele vai pra biblioteca estudar, o que me dá tempo pra comprar o camisolinho que preciso.
No sexshop do bairro, vi um que tem uma saia curta e, por baixo dela, uma abertura que dá acesso à minha xereca. Como está depiladinha, só com um tufinho no monte de Vênus, de costas a vista é excelente se eu me abaixar. Se não, parece uma saia curta, que cobre o básico, deixando o começo da bunda provocativamente à mostra com o menor movimento. Adoro me sentir assim tão gostosa, provocadora e livre.
Tô morrendo de vontade que a tarde chegue pra outra sessão de treinos. Meu corpo precisa de mais. Nervosa, já sinto que tô molhada só de pensar. Conto os minutos pra ele chegar, mas prefiro que seja ele quem venha me procurar.
"Bom, mãe. Podemos começar o treino agora?" Meu filho me avisa da sala. Dá pra ver que ele tá impaciente. Saio com o novo camisolinho como se nada fosse. acontecesse, embora eu esteja morrendo de vontade. Meu corpo sensual e minha camisola quase causam um infarto nele. Vejo como ele me olha com luxúria. Sim, é puro fogo o que seus olhos exalam. Ficamos nos encarando.
Ele vestiu o roupão. Que gostoso ele está. "Assim vestido a gente entra melhor no personagem", ele diz sorrindo. "Sim, quanto mais real, melhor..." Acho que ele também está tramando algo...
"Pode começar." Eu me deito e o espetáculo começa.
"Começamos com a RCP básica." Ele inclina minha cabeça para trás e, depois de verificar meu pulso e "ouvir minha respiração" por alguns segundos ternos em que descansa sobre meu peito, damos início à ação. Passei o perfume mais sensual que tenho e, quando ele se aproxima, percebe na hora. É uma verdadeira declaração de guerra.
Como fez ontem, ele começa colocando a boca quase sobre a minha, mas sem se tocar, e eu abro bem a minha para tentar atraí-lo. Ele hesita, mas apoia os lábios nos meus suavemente e sopra ar. O hálito do meu menino é fresco e seu cheiro viril sobe à minha cabeça. O contato foi mínimo, mas provocou uma faísca que inicia um incêndio dentro de mim.
Agora ele passa a massagear o tórax com empurrões rítmicos, se deixando cair sobre mim. Vejo ele tão perto e meus desejos são tão fortes... que tenho que me controlar com todas as minhas forças para não pular em cima dele.
Quando ele aproxima a boca de novo, desta vez já encontra a minha esperando por ele. Desta vez, minha língua está à espreita e se lança em direção aos lábios dele como boas-vindas. Ele não sopra por causa da surpresa, o que me dá tempo de sentir os lábios dele bem apoiados nos meus. Como ele deixa um espaço livre, aproveito para esticar um pouco a língua e lamber o lábio superior dele levemente.
A massagem que vem em seguida é cada vez menos agitada e mais sensual. Parece que ele conta mais rápido para poder mergulhar de novo num beijo com os lábios quentes da mãe dele.
Os beijos se alongam e ficam cada vez mais molhados. Ele está adorando que a mãe dele chupe seus lábios, que minha língua se aprofunde. suavemente na boca dele e toque nos dentes e gengivas dele.
Nossa excitação dispara. Dá pra ver que os dois tão com muito tesão. Então, parto pro próximo ponto do meu plano.
"Vamos continuar com o eletrochoque." "Tá..." meu menino fala, dando a entender que queria continuar "praticando" o boca a boca. "Mas dessa vez não coloca tanta voltagem que quase me queimou..." insinuo com um sorriso safado e olhando fundo nos olhos dele. "Hahaha, vou ser cuidadoso" ele responde, entrando na brincadeira.
Ele apalpa por cima da minha camisola, que tem um toque bem macio. Os bicos dos peitos quase aparecem totalmente. Ele se prepara pra descarga e eu pra minha atuação estelar.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" Começo a pular e pular, minhas mãos tocam o peito dele, as coxas dele e procuro o pau duro dele como ontem. Tem um botão do roupão aberto e por ali minha mão entra. Meu coração dá um pulo quando toco a pele do pau dele, duro e quente. Esse era o plano dele. Sinto a dureza e as veias que tão quase estourando de tesão.
Enquanto massajo ele, movendo a pele pra frente e pra trás no ritmo das minhas "convulsões", a camisola, por ser mais aberta, deixa um dos meus peitos escapar, que fica pulando na cara do meu filho. O bico duro quase fura o olho do coitado, que acompanha o movimento descontrolado. Quando paro, ele quer continuar logo, pra não me dar tempo de arrumar a camisola. Continuo com a mão enfiada no roupão dele, mas não me mexo.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" Pulso de novo, como se tivesse levado um raio, e meu movimento no pau dele se repete pro prazer dele. Masturbo ele descaradamente com a mão bem firme no rabo dele. Dessa vez, o outro peito também escapa e os dois batem um no outro sem parar na frente da cara besta dele. Meu bebê fica babando com o espetáculo e com a punheta que tô dando pra ele. Mais, mais, de novo.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" A parte de baixo da camisola também levanta e aparece a calcinha com abertura. Ela desvia o olhar pro meio das minhas pernas e as pupilas dela se abrem pra tentar ver minha rachinha enquanto eu pulo de um lado pro outro. A camisola não facilita, mas ela conseguiu ver alguma coisa. Sinto na mão a umidade que a glande dele tá soltando. Passo o polegar na região do freio pra dar mais gostinho…
“Neném, você me deixou exausta…” Falo toda escarrapachada, com a respiração ofegante e tentando me recompor. Tiro a mão do roupão dele, com pena de ter que soltar um pedaço de carne tão gostoso. Ajeito minha camisola no lugar, olhando nos olhos dele. Coloco meus peitos de volta no lugar devagar. Meu filho me devora com o olhar.
“Mas se ainda não terminamos…” “Já sei, já sei…você quer testar aquela manobra de ontem, né?” Falo num tom desafiador. “Sim, claro. Não podemos deixar a prática pela metade” “Então se você se dedicar bem nessa parte, tá mirando no dez” “Vou tentar merecer” “Você vai ter que suar por isso, porque dessa vez quero que você continue até tirar o objeto de dentro de mim”
Já vimos as armas um do outro. As cartas tão na mesa. Como é que a gente vai resolver isso?
Levanto e ele fica atrás de mim. Tô aberta e pronta. Sinto meus sucos vaginais escorrendo pelas minhas coxas. Minha buceta tá ansiosa.
Ele me abraça e eu já empurro a bunda pra trás pra me esfregar na pélvis dele. Minha camisola sobe com o movimento. O acesso tá livre. Sinto alguma coisa entrando pela parte aberta do roupão dele. Sinto molhado e quente na pele da minha vulva.
“Vamos, meu amor, começa a empurrar” “Espera, mãe, deixa eu me ajeitar direito”. O pau enorme dele tateia a entrada do meu forno. Tá na temperatura e umidade perfeitas pra meter o pão dele. Não é muito comprido, mas é bem grosso. Me sinto como um sino tremendo a cada batida do badalo com os movimentos da pélvis dele. As primeiras investidas batem na minha bunda, nos meus lábios maiores, no meu clitóris, na minha região anal…mas ele não consegue achar o caminho. Isso tá me deixando Fervendo… E ele, mais nervoso ainda. Mas não podemos quebrar as regras, então ninguém sai do personagem. Ele continua tentando a cada estocada. Eu também rebolo a bunda pra me empalar naquela vara enorme, mas acho que só estou dificultando ainda mais. De repente, do nada, vem a estocada fatal…
Aquela barra de carne gigante encontra o caminho da minha caverna e me atravessa como uma lança em brasa. Meu grito é de rasgar a alma. Não consigo segurar. Sinto como se tivesse me aberto ao meio… Mas a sensação é tão gostosa que minhas paredes da buceta o sufocam pra não deixar escapar. Com o encaixe feito, começa um movimento totalmente sincronizado de metida dos nossos sexos. O pau dele vai abrindo caminho até chegar no colo do meu útero. Tá percorrendo o mesmo trajeto que fez uma vez, mas ao contrário.
As mãos dele param de me “empurrar” e passam a controlar os dois peitos. Os bicos pinicam nas palmas dele.
“Agora, continua até expulsar.” “Claro, mamãe.” Que obediente que é meu filho…
Ele me fode ritmadamente, como se a batuta dele regesse um concerto da filarmônica. Ou pelo menos eu ouço a orquestra inteira ofegando e suspirando. Por um lado, queria tirar a roupa e tirar aquela bata dele pra poder mudar de posição, mas isso iria contra as regras do jogo que a gente montou, então ele tem que me foder com a bata vestida e através da abertura que deixa pro pau dele.
O ritmo dele aumenta e nós dois avançamos juntos pro orgasmo. Eu mordo o lábio superior enquanto recebo estocadas profundas. Dá pra ver que ele bateu muita punheta nessas 24 horas, porque a resistência dele parece não ter fim. Mete que mete por minutos. A furadeira dele perfurando o mais fundo da minha alma e minha buceta sofrendo e gozando ao mesmo tempo com a distensão que o calibre do canhão dele provoca. No começo do meu êxtase, jogo as mãos pra trás e fuck you aperto as duas nádegas dele pra acompanhar as investidas e avisar ele que não se atreva a sair de dentro de mim.
Ele entende meu aviso e o tesão que sente por sua mãe pedir pra ele gozar na minha buceta faz ele também chegar ao ponto sem volta.
Agora só restam umas estocadas, ele aperta meus peitos com força e enfia tão fundo a vara dele que parece que vai arrancar o “corpo estranho” da minha garganta com uma porrada de pau.
Quando sinto que ele atinge o auge do prazer, sei que vai se derramar dentro de mim e toda a minha xota começa a aplaudir de gosto. Sinto o pauzão dele se descarregar gostoso e como o moedor da minha ppk o suga e suga durante meu orgasmo até deixá-lo murchinho e sem forças. Extraí todo o suco da fruta proibida dele e minha buceta se lambe de prazer, com espasmos mais suaves, como as réplicas do terremoto que rolou dentro de mim.
Foi um orgasmo brutal e nós dois estamos com as pernas bambas. A posição era difícil de manter, então agora nossos joelhos doem e minha musculatura está tão relaxada que não consigo ficar em pé. Me deixo cair sobre meu menino, que me pega nos braços e me deita com carinho no chão.
Ele arruma o roupão, escondendo o instrumento dele rapidamente. Eu coloco a mão na testa e tento recuperar o fôlego.
“Acho que vou te dar um 10. Você é muito bom na matéria. Adorei ser paciente de treino.”
“Então já vou te pedir ajuda quando tiver que fazer outra prova prática.”
“Claro, mamãe sempre vai estar pronta pra te ajudar.”
“Valeu, mãe.”
Também no aspecto físico, acho que estou no auge. No quesito atratividade, quero dizer. Acredito que uma mulher é atraente quando ela se sente assim, e no meu caso, sei que posso fazer qualquer homem cair de joelhos só com meu olhar. Não preciso mostrar nada das minhas pernas longas e firmes por causa das horas de academia, nem minha bunda dura e empinada, nem meus peitões com mamilos hipersensíveis. Acho que quando passam por mim, sentem o quanto sou gostosa e isso já os deixa em alerta.
O protagonista dessa história é meu filho. Ele tem 21 anos e é um rapaz alegre e bonitinho. Ele não me conta nada, mas ouvi pelo bairro que anda passeando com alguma garota. Imagino que já tenha experiência sexual, mas não é um baladeiro, porque estuda bastante e só sai de vez em quando até tarde.
Ele está no terceiro ano de Medicina, então já começou os estágios com pacientes. Ele me conta suas experiências no hospital onde vai diariamente. Já passou da época dos livros e microscópios para lidar com pacientes. Neste ano, teve o primeiro contato com injeções, gessos e outras técnicas que precisa aprender. É uma fase bonita, porque pela primeira vez ele começa a se sentir médico de verdade. É o que que sempre quis fazer e nós sempre apoiamos muito. Ele fica empolgado e, como bom estudante, leva muito a sério todos os treinos, o que também é importante para ter as melhores notas na hora de escolher a especialidade.
Além de ter vocação, é uma pessoa muito metódica e organizada. Vejo ele revisar o material que precisa e ir comprá-lo, garantindo antes de sair de casa que não está faltando nada.
Ele começou um curso de algo que ama, primeiros socorros. Como bom médico, tem que estar preparado para atender uma emergência em qualquer lugar. É o dever dele. Para isso, tem um curso teórico e prático.
Meu filho começa a me contar, todo animado, como no curso ensinam a fazer massagem cardíaca, colocar cânulas intrafaríngeas ou dar choques elétricos igual ao George Clooney em *Emergency Room*. Eu, de imaginar essas situações, já ia ficando excitada. Sempre gostei dessas séries de médicos na TV, que costumamos ver juntos. Me deixavam com tesão os médicos com seus corpos musculosos por baixo do jaleco, a confiança deles em si mesmos, e a intimidade, o quão perto eles chegam das pacientes mulheres. Agora ele me conta como tem que praticar com as colegas e colegas para aprender e se tornar também um médico confiante e sexy. Penso como as colegas dele são sortudas por terem que ser "massageadas" e receberem boca a boca de um cara forte e disposto a fazer de tudo pra salvar a vida delas. O fogo que carrego dentro de mim acendeu com esses pensamentos. No entanto, meu filho me conta que quase tudo fazem com um manequim de borracha, que não tem braços nem pernas. Uma pena, penso eu, com o quanto deve ser necessário praticar com pessoas reais. Um boneco frio não vai ser a mesma coisa. Vamos ter que dar um toque de interesse nos treinos pra transformar dever em prazer, né?
Hoje ele veio nervoso, tem a prova prática depois de amanhã. Já passou com nota na teórica. O problema da prática é que Ele tem que resolver um caso clínico que o professor apresentou. Não é só o conhecimento que é avaliado, ele tem que tomar decisões e agir rápido pra fazer direito.
Vejo ele em casa andando de um lado pro outro. O pai dele viajou e estamos só nós dois. Ele me diz que não sabe o que usar de manequim. Que gostaria de revisar. Alguns colegas dele fazem com uma caixa, amarrando uma bola como cabeça. Ele me pergunta se posso emprestar uma caixa.
Depois de olhar as caixas de mudança e mais algumas que tinha em casa, não encontramos nada decente. Então me vem à mente a cena do George Clooney e meu cérebro clitoriano acende, me empurrando a dizer…
“E se eu me colocar como paciente pra você fazer a prática? Assim você não perde tempo procurando uma caixa e, já que tenho o fim de semana livre porque seu pai não está, posso aprender um pouco de primeiros socorros.”
“Hum, tudo bem, só faltam dois dias pra prova. Agradeço.”
“Então não vamos perder tempo e vamos começar. Pego meu tapete de yoga e me preparo na hora.”
Vou pro meu quarto pegar o tapete e, de quebra, me olho no espelho. Prendo meu cabelo comprido num rabo de cavalo e troco o pijama por uma camisola curtinha e um pouco decotada, pensando no acesso ao coração e aos pulmões. De cima dá pra ter uma bela vista das minhas tetonas.
Quando saio pra sala, parece que ele não esperava por isso. Minha camisola o impactou, já que ele olha pro meu decote tentando disfarçar. Minhas tetas se mostram desafiadoras, com poder. Parece que ele tá se arrependendo. Com certeza tá pensando na situação que vem pela frente, de ter que se aproximar e tocar meus seios exuberantes. Mas não vou deixar ele voltar atrás.
“Doutor, como eu tenho que ficar?” Tô super animada pra ser cobaia de um médico bonitão e pretendo aproveitar.
“Então deita e vamos começar.”
Deitada de barriga pra cima, sinto meu corpo começar a ferver com a emoção da situação enquanto Ele prepara todo o instrumental ao lado dele.
"Bem, o que você vai fazer primeiro comigo? O que quer praticar comigo?" São perguntas sugestivas, abertas, pra deixar a imaginação voar...
"Primeiro quero praticar a chegada ao acidentado. Você está ferida por um acidente, não sei se respira e está consciente. Oi, você me ouve?" Ele grita no meu ouvido. "Como você não responde, teria que soltar sua roupa." Tomara que ele fizesse isso. Ele não me toca, já que minha camisola já está bem aberta e meu pescoço e a parte superior do peito estão livres. "Agora eu veria se você respira." Vejo ele se aproximar timidamente e apoiar a cabeça no meu esterno. Meus peitos tapam a visão dele. Ele os contempla enquanto sobem e descem com minha respiração, cada vez mais acelerada, enquanto ele se dedica a percorrer com o olhar cada centímetro de pele do vale estreito e profundo que minhas montanhas formam. Ele fica nessa posição por longos segundos. O espetáculo que ele está vendo, protegido pelo jogo da prática dele, está agradando muito, pelo que parece. "Você não respira." Até que respiro, minha respiração está bem agitada, meus peitos querem sair da camisola, e a boca dele está tão perto...
"Agora passaríamos para a massagem cardíaca e a respiração boca a boca." Isso fica interessante. "O que você vai fazer, meu neném?" Ele coloca minha cabeça para trás e tampa meu nariz. Minha boca se abre e, instintivamente, eu coloco a língua para fora e respiro com suspiros agitados. Meu menino me observa enquanto me entrego à boca dele, mas seus receios fazem com que ele só se aproxime, de modo que sinto o hálito dele enquanto sopra sobre minha boca. Minha língua está ansiosa. Ela deseja lamber a dele e sentir seus lábios deliciosos. "Um." (Ele coloca as mãos no meu esterno enquanto eu o olho como um cordeirinho indefeso. Ele aperta a parte superior dos meus peitos, fazendo 15 repetições. Aperta suavemente sobre meus peitos de carne, que ameaçam romper a camisola pela pressão que estão sofrendo. E ele coloca minha cabeça de novo, enquanto eu fecho os olhos e me deixo levar. Meus mamilos estão ficando duros com o balanço e os apertões que ele dá nas minhas tetas. Eles marcam bem no camisola. Isso tá me agradando, mas seria melhor se fosse mais suave. Queria que ele continuasse pulando em cima de mim, mas de outro jeito. Com aquela empolgação e ritmo, dava pra fazer algo melhor. Ah, ah, ah, ah… a gente geme junto a cada nova massagem.
A situação tá cada vez mais quente. Sinto as carícias dele nos meus peitos e o hálito dele enche minha boca, mas eu continuo me comportando como uma boa menina, mesmo que esteja me custando horrores. O tesão vai por dentro.
"Isso é a RCP básica. Agora posso passar pra RCP avançada. Se você não respirar, posso te intubar com uma cânula que entra pela boca até a faringe." Eu adoraria receber algo bem lá no fundo da minha garganta. Posso escolher o que você vai meter? "E aí, depois de verificar que você não tem pulso e não tem batimento no eletro, eu pegaria umas pás de eletrochoque pra te desfibrilar." "Claro, essa é a parte emocionante das séries… Então, foda-se, coloca umas luvas e simula o desfibrilador. Vou ganhar o Oscar pela atuação, né?"
"Kkkk. Claro, mãe. Pra próxima série de médicos vão te chamar." Sim, da safada que come todo mundo. "Tá bem, mas a gente tem que simular perfeitamente." Umm, meu garoto já tava gostando da atuação que a gente tava fazendo. O que ele não sabia é que a mãe dele tava com vontade de brincar, e é muito, muito brincalhona.
Levanto parte do camisola pra ele poder colocar as pás no meu tórax. Mostro minha calcinha fina e parte do sutiã combinando. As duas peças são bem pequenas e sexy, e meu filho não consegue deixar de dar uma olhada de aprovação. Meus melões grandes não deixam espaço, então ele tem que colocar as luvas, uma em cima do peito esquerdo e outra embaixo. Ele já não se segura e toca disfarçadamente os dois peitos, com a desculpa de achar o lugar certo pra colocar. Ele tá excitado, eu o coloquei no jogo e agora ele vê que pode brincar comigo. Isso tá ficando interessante. Minha buceta tá lubrificando pra caralho. Começamos a suar e a excitação tá à flor da pele.
“Um, dois e três!! Eletrochoque!!” (Agora é minha vez. Começo a tremer como se tivesse tido uma convulsão no corpo todo. Meus peitos balançam pra lá e pra cá. Os olhos dele saltam das órbitas com o inesperado do espetáculo. Me jogo nele pra me esfregar o máximo possível, deixando ele ainda mais nervoso. Ele ri do exagero da minha atuação, mas aprova com o olhar.
“Outra descarga: um, dois e três!! Eletrochoque!!” Me atiro direto em cima dele, que ri de montão, enquanto minhas mãos buscam roçar o pacote dele. Consigo, é difícil não tocar, já que tá enorme e a centímetros da minha mão. Minha atuação tá sendo muito convincente, então parece que ele quer continuar o show. Tenta seguir com a prática, embora a mente não esteja no que faz, mas no que tá rolando. O corpo dele pede mais.
“E a última descarga: um, dois e três!! Eletrochoque!!” Depois de outro pulo e esfregada no pacote quente dele, manobra que facilita ao afastar e levantar os braços, deixo os meus abertos procurando ele. Ressuscitei e minhas mãos agarram o que encontram primeiro, o mastro duro dele por cima da calça. Sinto ele pulsando e aproveito pra acariciar por cima do pijama.
“Ressuscitei. Valeu, amor. Você salvou minha vida!” Tô ofegante com as pernas abertas e a camisola revirada. Dá pra ver na minha calcinha branca a umidade que tô soltando. O cheiro no quarto é de mulher, meu cheiro.
Preciso pensar em algo pra aliviar a tensão do clima. Meu menino me olha com olhos de desejo, mas sem saber qual vai ser o próximo passo.
“E se eu me engasgar? Acho que não me engasguei com nada.” Falo entre ofegos que parecem muito mais gemidos de puta no cio.
“Se você tiver um objeto entalado na garganta, eu te faria A manobra de Heimlich". Meu filho me abraça por trás. Gruda no meu corpo e me envolve com os braços num abraço brutal, porque não consegue se conter de tão excitado que está. Quer me tocar e se apertar contra mim. Me levanta do chão com os braços vigorosos e depois me abaixa. O peito dele se apoia nas minhas costas. Encosta o mastro endurecido na racha da minha bunda. Com as mãos, levanta meus peitos por baixo e começa a empurrar a parte alta do meu abdômen com as mãos. Mas o interessante é o que rola por trás. Sinto ele investir uma e outra vez com a pressão do pau na minha bunda. Faz como se tentasse tirar o objeto da minha garganta, mas mais do que pela pressão das mãos, diria que tenta com o pauzão no meu buraquinho anal, martelando como um pica-pau, que o recebe se abrindo de tesão. Como um sifão que sopra por um furinho pequeno. Que sensação gostosa. Não consigo fazer nada além de suspirar e gemer sem controle, como se estivesse me afogando, mas não é fingimento: estou gozando de tesão ao ver meu menino me empurrando por trás com toda a força de um touro bravo desenfreado.
Até que sinto ele explodir numa gozada, que deve ter sido bem generosa. Os olhos dele estão virados e o rosto tem uma expressão orgásmica. Deve ter soltado uma porrada de leite, porque a excitação que ele tava era grande, grande e muito dura.
Depois de alguns segundos de prazer máximo, ele tenta se recompor e me sorri como se nada tivesse acontecido. Mas eu fiquei com a cara de prazer dele ao possuir a própria mãe. Ao me ter à disposição e curtir o roçar dos nossos corpos.
Eu também tô escorrendo fluidos. Preciso me tocar um pouco pra chegar no ponto de não retorno. Vou fazer isso no meu quarto, mas antes vou me despedir.
"Doutor, que bom que o senhor é. Me desentupiu inteirinha. Já respiro e o coração parece que bate". Levo a mão dele descaradamente pro meu peito pra ele tocar um pouquinho, o que ele faz com menos pudor. "Por ter me Salvo, me ofereço pra gente revisar de novo amanhã."
"Claro, mãe. Amanhã tenho que fazer tudo perfeito."
"É o que eu espero, filho. É o que eu espero."
No meu quarto, enfio um dedo maravilhosamente pensando na situação excitante com meu filho e na chance de aproveitar ainda mais amanhã. Meu filho parece ter deixado a timidez de lado e está pronto pra jogar pesado. Com certeza ele também vai se tocar essa noite pra aliviar todo esse estresse acumulado. Melhor pra ele, porque amanhã vou levá-lo ao limite, penso enquanto enfio um dedo bem fundo na buceta e com o outro toco o mamilo que meu filho roçou no meu camisolinho há pouco. Não vou conseguir dormir de tesão, então vou me esgotar de orgasmos. Hoje tenho material pra passar a noite em claro. Em vez de ovelhinhas, vou contar médicos, mas todos têm o rosto do meu filho.
De manhã, acordo com um sorriso de orelha a orelha. Sonhei com muitas delícias depois de vários orgasmos fortes. Mas, acima de tudo, pensei em novas situações pra provocar e fazer meu gostoso aproveitar. De manhã ele vai pra biblioteca estudar, o que me dá tempo pra comprar o camisolinho que preciso.
No sexshop do bairro, vi um que tem uma saia curta e, por baixo dela, uma abertura que dá acesso à minha xereca. Como está depiladinha, só com um tufinho no monte de Vênus, de costas a vista é excelente se eu me abaixar. Se não, parece uma saia curta, que cobre o básico, deixando o começo da bunda provocativamente à mostra com o menor movimento. Adoro me sentir assim tão gostosa, provocadora e livre.
Tô morrendo de vontade que a tarde chegue pra outra sessão de treinos. Meu corpo precisa de mais. Nervosa, já sinto que tô molhada só de pensar. Conto os minutos pra ele chegar, mas prefiro que seja ele quem venha me procurar.
"Bom, mãe. Podemos começar o treino agora?" Meu filho me avisa da sala. Dá pra ver que ele tá impaciente. Saio com o novo camisolinho como se nada fosse. acontecesse, embora eu esteja morrendo de vontade. Meu corpo sensual e minha camisola quase causam um infarto nele. Vejo como ele me olha com luxúria. Sim, é puro fogo o que seus olhos exalam. Ficamos nos encarando.
Ele vestiu o roupão. Que gostoso ele está. "Assim vestido a gente entra melhor no personagem", ele diz sorrindo. "Sim, quanto mais real, melhor..." Acho que ele também está tramando algo...
"Pode começar." Eu me deito e o espetáculo começa.
"Começamos com a RCP básica." Ele inclina minha cabeça para trás e, depois de verificar meu pulso e "ouvir minha respiração" por alguns segundos ternos em que descansa sobre meu peito, damos início à ação. Passei o perfume mais sensual que tenho e, quando ele se aproxima, percebe na hora. É uma verdadeira declaração de guerra.
Como fez ontem, ele começa colocando a boca quase sobre a minha, mas sem se tocar, e eu abro bem a minha para tentar atraí-lo. Ele hesita, mas apoia os lábios nos meus suavemente e sopra ar. O hálito do meu menino é fresco e seu cheiro viril sobe à minha cabeça. O contato foi mínimo, mas provocou uma faísca que inicia um incêndio dentro de mim.
Agora ele passa a massagear o tórax com empurrões rítmicos, se deixando cair sobre mim. Vejo ele tão perto e meus desejos são tão fortes... que tenho que me controlar com todas as minhas forças para não pular em cima dele.
Quando ele aproxima a boca de novo, desta vez já encontra a minha esperando por ele. Desta vez, minha língua está à espreita e se lança em direção aos lábios dele como boas-vindas. Ele não sopra por causa da surpresa, o que me dá tempo de sentir os lábios dele bem apoiados nos meus. Como ele deixa um espaço livre, aproveito para esticar um pouco a língua e lamber o lábio superior dele levemente.
A massagem que vem em seguida é cada vez menos agitada e mais sensual. Parece que ele conta mais rápido para poder mergulhar de novo num beijo com os lábios quentes da mãe dele.
Os beijos se alongam e ficam cada vez mais molhados. Ele está adorando que a mãe dele chupe seus lábios, que minha língua se aprofunde. suavemente na boca dele e toque nos dentes e gengivas dele.
Nossa excitação dispara. Dá pra ver que os dois tão com muito tesão. Então, parto pro próximo ponto do meu plano.
"Vamos continuar com o eletrochoque." "Tá..." meu menino fala, dando a entender que queria continuar "praticando" o boca a boca. "Mas dessa vez não coloca tanta voltagem que quase me queimou..." insinuo com um sorriso safado e olhando fundo nos olhos dele. "Hahaha, vou ser cuidadoso" ele responde, entrando na brincadeira.
Ele apalpa por cima da minha camisola, que tem um toque bem macio. Os bicos dos peitos quase aparecem totalmente. Ele se prepara pra descarga e eu pra minha atuação estelar.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" Começo a pular e pular, minhas mãos tocam o peito dele, as coxas dele e procuro o pau duro dele como ontem. Tem um botão do roupão aberto e por ali minha mão entra. Meu coração dá um pulo quando toco a pele do pau dele, duro e quente. Esse era o plano dele. Sinto a dureza e as veias que tão quase estourando de tesão.
Enquanto massajo ele, movendo a pele pra frente e pra trás no ritmo das minhas "convulsões", a camisola, por ser mais aberta, deixa um dos meus peitos escapar, que fica pulando na cara do meu filho. O bico duro quase fura o olho do coitado, que acompanha o movimento descontrolado. Quando paro, ele quer continuar logo, pra não me dar tempo de arrumar a camisola. Continuo com a mão enfiada no roupão dele, mas não me mexo.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" Pulso de novo, como se tivesse levado um raio, e meu movimento no pau dele se repete pro prazer dele. Masturbo ele descaradamente com a mão bem firme no rabo dele. Dessa vez, o outro peito também escapa e os dois batem um no outro sem parar na frente da cara besta dele. Meu bebê fica babando com o espetáculo e com a punheta que tô dando pra ele. Mais, mais, de novo.
"Um, dois e três!! Eletrochoque!!" A parte de baixo da camisola também levanta e aparece a calcinha com abertura. Ela desvia o olhar pro meio das minhas pernas e as pupilas dela se abrem pra tentar ver minha rachinha enquanto eu pulo de um lado pro outro. A camisola não facilita, mas ela conseguiu ver alguma coisa. Sinto na mão a umidade que a glande dele tá soltando. Passo o polegar na região do freio pra dar mais gostinho…
“Neném, você me deixou exausta…” Falo toda escarrapachada, com a respiração ofegante e tentando me recompor. Tiro a mão do roupão dele, com pena de ter que soltar um pedaço de carne tão gostoso. Ajeito minha camisola no lugar, olhando nos olhos dele. Coloco meus peitos de volta no lugar devagar. Meu filho me devora com o olhar.
“Mas se ainda não terminamos…” “Já sei, já sei…você quer testar aquela manobra de ontem, né?” Falo num tom desafiador. “Sim, claro. Não podemos deixar a prática pela metade” “Então se você se dedicar bem nessa parte, tá mirando no dez” “Vou tentar merecer” “Você vai ter que suar por isso, porque dessa vez quero que você continue até tirar o objeto de dentro de mim”
Já vimos as armas um do outro. As cartas tão na mesa. Como é que a gente vai resolver isso?
Levanto e ele fica atrás de mim. Tô aberta e pronta. Sinto meus sucos vaginais escorrendo pelas minhas coxas. Minha buceta tá ansiosa.
Ele me abraça e eu já empurro a bunda pra trás pra me esfregar na pélvis dele. Minha camisola sobe com o movimento. O acesso tá livre. Sinto alguma coisa entrando pela parte aberta do roupão dele. Sinto molhado e quente na pele da minha vulva.
“Vamos, meu amor, começa a empurrar” “Espera, mãe, deixa eu me ajeitar direito”. O pau enorme dele tateia a entrada do meu forno. Tá na temperatura e umidade perfeitas pra meter o pão dele. Não é muito comprido, mas é bem grosso. Me sinto como um sino tremendo a cada batida do badalo com os movimentos da pélvis dele. As primeiras investidas batem na minha bunda, nos meus lábios maiores, no meu clitóris, na minha região anal…mas ele não consegue achar o caminho. Isso tá me deixando Fervendo… E ele, mais nervoso ainda. Mas não podemos quebrar as regras, então ninguém sai do personagem. Ele continua tentando a cada estocada. Eu também rebolo a bunda pra me empalar naquela vara enorme, mas acho que só estou dificultando ainda mais. De repente, do nada, vem a estocada fatal…
Aquela barra de carne gigante encontra o caminho da minha caverna e me atravessa como uma lança em brasa. Meu grito é de rasgar a alma. Não consigo segurar. Sinto como se tivesse me aberto ao meio… Mas a sensação é tão gostosa que minhas paredes da buceta o sufocam pra não deixar escapar. Com o encaixe feito, começa um movimento totalmente sincronizado de metida dos nossos sexos. O pau dele vai abrindo caminho até chegar no colo do meu útero. Tá percorrendo o mesmo trajeto que fez uma vez, mas ao contrário.
As mãos dele param de me “empurrar” e passam a controlar os dois peitos. Os bicos pinicam nas palmas dele.
“Agora, continua até expulsar.” “Claro, mamãe.” Que obediente que é meu filho…
Ele me fode ritmadamente, como se a batuta dele regesse um concerto da filarmônica. Ou pelo menos eu ouço a orquestra inteira ofegando e suspirando. Por um lado, queria tirar a roupa e tirar aquela bata dele pra poder mudar de posição, mas isso iria contra as regras do jogo que a gente montou, então ele tem que me foder com a bata vestida e através da abertura que deixa pro pau dele.
O ritmo dele aumenta e nós dois avançamos juntos pro orgasmo. Eu mordo o lábio superior enquanto recebo estocadas profundas. Dá pra ver que ele bateu muita punheta nessas 24 horas, porque a resistência dele parece não ter fim. Mete que mete por minutos. A furadeira dele perfurando o mais fundo da minha alma e minha buceta sofrendo e gozando ao mesmo tempo com a distensão que o calibre do canhão dele provoca. No começo do meu êxtase, jogo as mãos pra trás e fuck you aperto as duas nádegas dele pra acompanhar as investidas e avisar ele que não se atreva a sair de dentro de mim.
Ele entende meu aviso e o tesão que sente por sua mãe pedir pra ele gozar na minha buceta faz ele também chegar ao ponto sem volta.
Agora só restam umas estocadas, ele aperta meus peitos com força e enfia tão fundo a vara dele que parece que vai arrancar o “corpo estranho” da minha garganta com uma porrada de pau.
Quando sinto que ele atinge o auge do prazer, sei que vai se derramar dentro de mim e toda a minha xota começa a aplaudir de gosto. Sinto o pauzão dele se descarregar gostoso e como o moedor da minha ppk o suga e suga durante meu orgasmo até deixá-lo murchinho e sem forças. Extraí todo o suco da fruta proibida dele e minha buceta se lambe de prazer, com espasmos mais suaves, como as réplicas do terremoto que rolou dentro de mim.
Foi um orgasmo brutal e nós dois estamos com as pernas bambas. A posição era difícil de manter, então agora nossos joelhos doem e minha musculatura está tão relaxada que não consigo ficar em pé. Me deixo cair sobre meu menino, que me pega nos braços e me deita com carinho no chão.
Ele arruma o roupão, escondendo o instrumento dele rapidamente. Eu coloco a mão na testa e tento recuperar o fôlego.
“Acho que vou te dar um 10. Você é muito bom na matéria. Adorei ser paciente de treino.”
“Então já vou te pedir ajuda quando tiver que fazer outra prova prática.”
“Claro, mamãe sempre vai estar pronta pra te ajudar.”
“Valeu, mãe.”
5 comentários - Médico Gostosa