Gente, meu primeiro post aqui. Vou me apresentar: sou Mariana, 36 anos, casada há 15 anos, peitão bom, dizem que rabão também. Essa história aconteceu há 5 anos, é 100% real. Espero que vocês gostem.
Um domingo briguei com meu marido. Eu queria sair e ele queria ficar em casa. A gente tava passando por uma fase bem ruim no casamento. Fiquei muito mal, chorei pra caralho, ele gritou comigo e me tratou mal. Fui dormir de muito mau humor. De manhã, ele levantou, tomou banho e foi trabalhar. Ele sai mais cedo que eu. Depois eu levantei, tomei banho, me troquei, me maquiei. Meus olhos estavam inchados de tanto chorar. Fui pro escritório. Quando cheguei, minha colega Graciela perguntou se eu tava bem. Dava pra ver na minha cara que eu tinha passado uma noite de merda. Contei pra ela por cima e fui trabalhar. Depois de um tempo, fui pra cozinha fazer um café. Tava nessa quando entrou o Juan, um cara de uns 40 anos, muito brincalhão e gostoso. Sempre com perfume bom e roupa maneira. "Oi, Marianita, bom dia, como cê tá?" Ele chegou perto pra me dar um beijo. "Bem, Juan." "Hum, com essa carinha aí, acho que não, hein. O que que tá rolando?" "Nada, briguei com o Pablo ontem à noite e fiquei mal, só isso." "Ah, já já passa, gata. Tem coisa pior. Já que cê tá com a cafeteira, faz um pra mim também?" "Fecho." Servi o café, ele agradeceu e cada um voltou pra sua sala.
Passou o meio-dia e nada do Pablo. Filho da puta, nem uma mensagem pra saber como eu tava. Que ódio. Lá pelas 4, recebi uma mensagem dele avisando que ia chegar tarde porque ia jogar bola com os colegas de trabalho. Nem respondi.
Na hora de ir embora, saí e desci no elevador junto com o Juan. "E aí, teve notícias do Pablo?" "Sim, pra avisar que vai chegar tarde porque tem um jogo de futebol com os amigos. Um terror!" "Bom, se quiser, a gente pode ir tomar um café e conversar um pouco, se você quiser." "Hum, não sei... não tô me sentindo bem." "Tudo bem, como você preferir. O convite tá feito, olhei pra ele e falei: "bora, vamos tomar um café".
Saímos na rua e ele me pergunta: "quer beber alguma coisa ou comer?"
"Pra comer é cedo, não acha? Bom, a gente pode beber algo e depois comer, que tal? Mas onde a gente vai comer e o que você tá a fim de comer, Juan?"
"Se quiser, a gente bebe algo por aqui e depois decide onde ir comer, ok?"
"Beleza, então." Caminhamos umas quadras e entramos numa confeitaria muito bonita pra tomar um café.
Tomamos um café, conversamos bastante — verdade que o Juan é um cara foda, me escutava e tentava não me deixar mais pilhada com meu drama de casal. Ele falava: "são coisas que acontecem, vocês têm que tentar conversar direito" e essas coisas.
Chamou o garçom, pagou e saímos. Eu tava bem mais calma, me sentia bem com o Juan, podia falar, ele me escutava — um cara gente boa.
Saímos e ele pergunta: "o que você tá a fim de comer?" "Sei lá, qualquer coisa, o que você tiver a fim, Juan. Quer que a gente compre comida e vá pra sua casa? Eu moro a umas quadras daqui." "Cê acha ir pra sua casa?" "Por que não? Qual o problema? Pablo vai voltar tarde, a gente pode jantar e depois eu te levo até sua casa, ok?"
"Hummm, sei lá... mas tá bom, depois você me leva?"
"Pode deixar, eu te levo."
Fomos andando pra casa dele, passamos por uma rotisseria e ele comprou um frango com salada, e fomos pra casa dele.
Chegamos num prédio muito bonito, entramos no apartamento dele — tava tudo impecável. "Ah, que lindo que você tem aqui!" "É, hoje a moça veio limpar, então tá tudo arrumadinho, hehehe."
Ele colocou uma música, abriu um vinho, me serviu uma taça, me mostrou o apê — do quarto dava pra ver o rio, lindo demais!! Continuamos conversando sobre várias coisas e num momento ele fala: "a gente devia esquentar a comida, não acha?" "Ah, verdade, melhor pra não ficar tão tarde." Fomos pra cozinha, ele ligou o forno, colocou o frango, enquanto eu temperava a salada. Num instante ele se aproxima e fala: "cê tem alguma coisa no olho, né?" "Sim. Aproxima o dedo como se fosse tirar algo de mim e me rouba um beijo, fiquei olhando pra ele e ele diz: "Não consegui me segurar, Marianita". Não falei nada, só abracei ele e comi a boca dele. Tudo aconteceu muito rápido e a gente tava se matando de beijos na cozinha. Ele me abraçou e foi descendo a mão até apalpar minha bunda, sentia a porra da pica dele bem dura em mim. Uffffffff, como aquilo me deixou louca. Não sei como, mas a gente já tava quase pelado andando pro quarto. Sentei ele na cama, tirei a calça dele, a camisa, ele me deixou nua e eu me agarrei na pica dele pra chupar. Que pica linda, cheia de veias, grossa, maior que a do Pablo. É linda essa pica que eu ia comer. Ele me colocou por cima pra fazer um 69 maravilhoso. Que prazer! Que delícia ele chupando minha buceta e meu cu, enfiava dedo na minha buceta, eu tava a mil. Me virei e, de uma vez, peguei a pica dele e fui enfiando na minha buceta. Ele me beijava, chupava meus peitos e eu enfiava sozinha aquela pica gorda, entrava justinha na buceta. Pedi pra ele colocar camisinha, na hora ele pegou uma e eu coloquei com a boca. Tava a mil. Enfiei de novo na buceta e, quando senti a cabeça entrar, fui me levantando pra ele me penetrar de uma vez até o fundo e ele me serrou gostoso. Gozei várias vezes. Ele enfiava um dedo no meu cu, me fazia voar, falava coisas lindas, doces, todo um cavalheiro. Que delícia ele me fodendo. Eu voava, era uma transa atrás da outra, ele não gozava nunca. Aquela pica super dura, impressionante! Siiiiiiii, assim, assim, mais, massssssss, ahhhhhhhhhhh, uffffffffff. Ele tirou, me virou, chupou meu cu, me dedou, era tudo lindo. Mas eu falei: "Juan, nunca usei a Booty, vamos devagar. Nunca usou a Booty? Sério, Sweetie?" O Pablo, na vez que tentou, foi meio apressado e doeu tanto que nunca mais deixei. Tem paciência comigo, sim? "Sim, Sweetie, vamos brincar um pouco, se você... Se incomodar, me avisa e a gente para. Então começo chupando ele, enfiando o dedinho devagar, brinquei um tempão no meu cu. Eu já não aguentava mais e falei: "vai, experimenta, você tá me matando com tanta brincadeira". E devagarinho encostei na bunda, e empurrava um pouquinho e soltava, enfiava um dedo, depois um pouquinho da cock, assim até a cabeça entrar. Ufffffffffffffff, dói, dói, Juan. Ele tirava, colocava, assim por um tempo até que num momento ele fala: "já tem metade pra dentro". Ahhhhhhhhhhhhh simmmmmmmmmm, eu sinto, é muito grandona, amorrrrrr, sinto que arde demaisssssss. Brincou um pouco, tirou e enfiou na pussy de novo. Outro dia a gente continua com a Booty, Sweetie, e ele me deu uma fodida terrível. Só pedi pra ele gozar na minha boquinha se pudesse, que era o prêmio que eu daria por ele me respeitar tanto com a Booty. E foi assim. Gozei umas três vezes e num momento ele tirou e aproximou da minha boca. Como desesperada, me agarrei naquela cock e comecei a chupar até sentir que explodia. Então, como nunca, abri bem grande e tentei enfiar tudo que dava pra dentro, e ele se mexendo foi enfiando quase toda, igual nos filmes. Ficou com a cock toda dentro e senti os jatos de cum que entraram direto na barriga. Uffffffffffffffff, impressionante. Nunca pensei que conseguiria fazer uma garganta profunda com uma cock desse tamanho, mas consegui. Ele gozou como uma besta e eu também.
Depois disso fomos pro banheiro, tomamos banho e quando vi a hora já era umas 23h. Tinha que vazar voando, então nos vestimos e ele me levou pra casa rapidinho.
Me deixou na esquina, entrei e o Pablo ainda não tinha chegado. Então entrei no chuveiro e tomei outro banho, enquanto pensava como tinha sido bom e só pensava em dar toda a Booty pro Juan. Saí do banho e deitei. Daí a pouco chegou o Pablo: "Mari, não tem nada pra comer?" "Não, eu já comi com a Graciela, você não comeu? Tem umas salsichas na... Geladeira, se quiser, e eu capotei.
Durante a semana vou tentar dar minha bucetinha minúscula pro Juan e conto pra vocês como foi.
Um domingo briguei com meu marido. Eu queria sair e ele queria ficar em casa. A gente tava passando por uma fase bem ruim no casamento. Fiquei muito mal, chorei pra caralho, ele gritou comigo e me tratou mal. Fui dormir de muito mau humor. De manhã, ele levantou, tomou banho e foi trabalhar. Ele sai mais cedo que eu. Depois eu levantei, tomei banho, me troquei, me maquiei. Meus olhos estavam inchados de tanto chorar. Fui pro escritório. Quando cheguei, minha colega Graciela perguntou se eu tava bem. Dava pra ver na minha cara que eu tinha passado uma noite de merda. Contei pra ela por cima e fui trabalhar. Depois de um tempo, fui pra cozinha fazer um café. Tava nessa quando entrou o Juan, um cara de uns 40 anos, muito brincalhão e gostoso. Sempre com perfume bom e roupa maneira. "Oi, Marianita, bom dia, como cê tá?" Ele chegou perto pra me dar um beijo. "Bem, Juan." "Hum, com essa carinha aí, acho que não, hein. O que que tá rolando?" "Nada, briguei com o Pablo ontem à noite e fiquei mal, só isso." "Ah, já já passa, gata. Tem coisa pior. Já que cê tá com a cafeteira, faz um pra mim também?" "Fecho." Servi o café, ele agradeceu e cada um voltou pra sua sala.
Passou o meio-dia e nada do Pablo. Filho da puta, nem uma mensagem pra saber como eu tava. Que ódio. Lá pelas 4, recebi uma mensagem dele avisando que ia chegar tarde porque ia jogar bola com os colegas de trabalho. Nem respondi.
Na hora de ir embora, saí e desci no elevador junto com o Juan. "E aí, teve notícias do Pablo?" "Sim, pra avisar que vai chegar tarde porque tem um jogo de futebol com os amigos. Um terror!" "Bom, se quiser, a gente pode ir tomar um café e conversar um pouco, se você quiser." "Hum, não sei... não tô me sentindo bem." "Tudo bem, como você preferir. O convite tá feito, olhei pra ele e falei: "bora, vamos tomar um café".
Saímos na rua e ele me pergunta: "quer beber alguma coisa ou comer?"
"Pra comer é cedo, não acha? Bom, a gente pode beber algo e depois comer, que tal? Mas onde a gente vai comer e o que você tá a fim de comer, Juan?"
"Se quiser, a gente bebe algo por aqui e depois decide onde ir comer, ok?"
"Beleza, então." Caminhamos umas quadras e entramos numa confeitaria muito bonita pra tomar um café.
Tomamos um café, conversamos bastante — verdade que o Juan é um cara foda, me escutava e tentava não me deixar mais pilhada com meu drama de casal. Ele falava: "são coisas que acontecem, vocês têm que tentar conversar direito" e essas coisas.
Chamou o garçom, pagou e saímos. Eu tava bem mais calma, me sentia bem com o Juan, podia falar, ele me escutava — um cara gente boa.
Saímos e ele pergunta: "o que você tá a fim de comer?" "Sei lá, qualquer coisa, o que você tiver a fim, Juan. Quer que a gente compre comida e vá pra sua casa? Eu moro a umas quadras daqui." "Cê acha ir pra sua casa?" "Por que não? Qual o problema? Pablo vai voltar tarde, a gente pode jantar e depois eu te levo até sua casa, ok?"
"Hummm, sei lá... mas tá bom, depois você me leva?"
"Pode deixar, eu te levo."
Fomos andando pra casa dele, passamos por uma rotisseria e ele comprou um frango com salada, e fomos pra casa dele.
Chegamos num prédio muito bonito, entramos no apartamento dele — tava tudo impecável. "Ah, que lindo que você tem aqui!" "É, hoje a moça veio limpar, então tá tudo arrumadinho, hehehe."
Ele colocou uma música, abriu um vinho, me serviu uma taça, me mostrou o apê — do quarto dava pra ver o rio, lindo demais!! Continuamos conversando sobre várias coisas e num momento ele fala: "a gente devia esquentar a comida, não acha?" "Ah, verdade, melhor pra não ficar tão tarde." Fomos pra cozinha, ele ligou o forno, colocou o frango, enquanto eu temperava a salada. Num instante ele se aproxima e fala: "cê tem alguma coisa no olho, né?" "Sim. Aproxima o dedo como se fosse tirar algo de mim e me rouba um beijo, fiquei olhando pra ele e ele diz: "Não consegui me segurar, Marianita". Não falei nada, só abracei ele e comi a boca dele. Tudo aconteceu muito rápido e a gente tava se matando de beijos na cozinha. Ele me abraçou e foi descendo a mão até apalpar minha bunda, sentia a porra da pica dele bem dura em mim. Uffffffff, como aquilo me deixou louca. Não sei como, mas a gente já tava quase pelado andando pro quarto. Sentei ele na cama, tirei a calça dele, a camisa, ele me deixou nua e eu me agarrei na pica dele pra chupar. Que pica linda, cheia de veias, grossa, maior que a do Pablo. É linda essa pica que eu ia comer. Ele me colocou por cima pra fazer um 69 maravilhoso. Que prazer! Que delícia ele chupando minha buceta e meu cu, enfiava dedo na minha buceta, eu tava a mil. Me virei e, de uma vez, peguei a pica dele e fui enfiando na minha buceta. Ele me beijava, chupava meus peitos e eu enfiava sozinha aquela pica gorda, entrava justinha na buceta. Pedi pra ele colocar camisinha, na hora ele pegou uma e eu coloquei com a boca. Tava a mil. Enfiei de novo na buceta e, quando senti a cabeça entrar, fui me levantando pra ele me penetrar de uma vez até o fundo e ele me serrou gostoso. Gozei várias vezes. Ele enfiava um dedo no meu cu, me fazia voar, falava coisas lindas, doces, todo um cavalheiro. Que delícia ele me fodendo. Eu voava, era uma transa atrás da outra, ele não gozava nunca. Aquela pica super dura, impressionante! Siiiiiiii, assim, assim, mais, massssssss, ahhhhhhhhhhh, uffffffffff. Ele tirou, me virou, chupou meu cu, me dedou, era tudo lindo. Mas eu falei: "Juan, nunca usei a Booty, vamos devagar. Nunca usou a Booty? Sério, Sweetie?" O Pablo, na vez que tentou, foi meio apressado e doeu tanto que nunca mais deixei. Tem paciência comigo, sim? "Sim, Sweetie, vamos brincar um pouco, se você... Se incomodar, me avisa e a gente para. Então começo chupando ele, enfiando o dedinho devagar, brinquei um tempão no meu cu. Eu já não aguentava mais e falei: "vai, experimenta, você tá me matando com tanta brincadeira". E devagarinho encostei na bunda, e empurrava um pouquinho e soltava, enfiava um dedo, depois um pouquinho da cock, assim até a cabeça entrar. Ufffffffffffffff, dói, dói, Juan. Ele tirava, colocava, assim por um tempo até que num momento ele fala: "já tem metade pra dentro". Ahhhhhhhhhhhhh simmmmmmmmmm, eu sinto, é muito grandona, amorrrrrr, sinto que arde demaisssssss. Brincou um pouco, tirou e enfiou na pussy de novo. Outro dia a gente continua com a Booty, Sweetie, e ele me deu uma fodida terrível. Só pedi pra ele gozar na minha boquinha se pudesse, que era o prêmio que eu daria por ele me respeitar tanto com a Booty. E foi assim. Gozei umas três vezes e num momento ele tirou e aproximou da minha boca. Como desesperada, me agarrei naquela cock e comecei a chupar até sentir que explodia. Então, como nunca, abri bem grande e tentei enfiar tudo que dava pra dentro, e ele se mexendo foi enfiando quase toda, igual nos filmes. Ficou com a cock toda dentro e senti os jatos de cum que entraram direto na barriga. Uffffffffffffffff, impressionante. Nunca pensei que conseguiria fazer uma garganta profunda com uma cock desse tamanho, mas consegui. Ele gozou como uma besta e eu também.
Depois disso fomos pro banheiro, tomamos banho e quando vi a hora já era umas 23h. Tinha que vazar voando, então nos vestimos e ele me levou pra casa rapidinho.
Me deixou na esquina, entrei e o Pablo ainda não tinha chegado. Então entrei no chuveiro e tomei outro banho, enquanto pensava como tinha sido bom e só pensava em dar toda a Booty pro Juan. Saí do banho e deitei. Daí a pouco chegou o Pablo: "Mari, não tem nada pra comer?" "Não, eu já comi com a Graciela, você não comeu? Tem umas salsichas na... Geladeira, se quiser, e eu capotei.
Durante a semana vou tentar dar minha bucetinha minúscula pro Juan e conto pra vocês como foi.
29 comentários - Meus primeiros chifres no meu marido
Me calento +10
Van ocho puntos