A garota do Poringa.
Desde que comecei no Poringa, primeiro como espectador e depois escrevendo minhas aventuras sexuais, tive o prazer de compartilhar histórias com duas membros do site — não vou dar nomes porque não vem ao caso, e o importante é a história sexual mesmo.
A primeira é a rainha que todo mundo deseja, mas minha história com ela tem mais coisas privadas do que sexuais, então vai ficar só na minha lembrança, a não ser que ela queira tornar público — aí eu escrevo com prazer.
Isso aconteceu poucos dias antes da minha última publicação. Como tento ser um membro ativo e educado com todo mundo que me chama, seja mulher ou homem, eu respondo e, se a oportunidade aparece, me arrisco a seguir uma linha de contato que já rendeu amizades e até aventuras como as que vou contar.
Desde a publicação de "A mulher do caminhoneiro", o número de leitores foi aumentando, assim como os seguidores. Sem querer fama, ter seguidores é uma parada legal — gente que compartilha algo em comum comigo.
Entre meus seguidores apareceu ela, que vamos chamar de Meche (não é nem perto do nome ou nick dela, mas escolhi assim pra proteger a intimidade dela). Meche me mandou a primeira mensagem privada me provocando, dizendo que eu exagerava nos detalhes, que gostou do relato mas que eu me achava demais. E foi desde então que começamos a nos conhecer e trocar ideias.
Ela é uma mulher linda, de quadril largo, ruiva, com uns peitos não muito grandes mas bem firmes. No começo, Meche só me escrevia e pedia pra eu contar como era ser infiel, se eu sentia culpa, se ainda me relacionava com as mulheres que eu saía, essas coisas que rolam nas conversas dessa comunidade.
Um dia, entre essas conversas, surgiu a possibilidade de sair da rede do Poringa e começamos nossa relação no Telegram — o WhatsApp a gente deixava pros nossos parceiros. Ela, uma mulher caseira com três filhos, dois deles adolescentes, me contava e... me liberava do mundo de máscaras ao escrever sobre suas fantasias.
Foi assim que, quando publiquei o conto "a mulher do guarda", ela me deixou uma mensagem no privado só dizendo obrigada.
Quando nossa conversa nasceu dias depois, não pude evitar de bisbilhotar o que era aquele obrigada, e ela começou a me contar com todos os detalhes como aquele evento que eu escrevi deixou ela a mil e que não resistiu a se masturbar. Ela já tava há um tempão querendo botar chifre no marido e meu conto, onde de forma ousada eu comia a mulher do guarda, despertou algo nela.
Durante aqueles dias, onde claramente um clique despertou nela, ela parou de me perguntar como eu me sentia enganando minha mulher e começou a me perguntar coisas tipo:
- O que você faria se...
- Onde você me levaria...
- Te excitaria poder me conhecer...
Obviamente, pra um pirata como eu, essas palavras eram convite pra entrar em mares que eu manjo muito bem, e foi assim que compartilhamos fotos e fantasias.
O tempo passou e, cada vez mais íntima, ela não passava um dia sem me mandar uma foto. Mais ainda, entre conversa e conversa, convenci ela a comprar um brinquedo sexual e ela me mandava os áudios daqueles momentos em que, à força dos meus desejos e da tesão dela, registrava orgasmos aos berros.
O tempo passou e, com mais de 20 orgasmos nos unindo em amizade, já contávamos quase tudo sexualmente falando. Ela me relatava as decepções com o marido. Ela tinha uma necessidade de explorar coisas novas e ele, quando muito, num domingo atendia ela, gozava e ia embora ver TV.
Eu contava das minhas amigas, das minhas aventuras tirando fotos, trepando em hotéis e lugares diferentes. Contava das minhas milf favoritas que mais de uma vez foram mancando pra casa. Ela pedia detalhes dos mais safados, dizia que eu exagerava no que contava que fazia com minhas amigas.
Passaram as festas e as férias estavam chegando. Ela sempre em contato, bem hot, diria cada vez mais, mas sempre aquele fio de culpa que surge antes da primeira traição fazia com que as tentativas de encontros foram frustradas. Durante as férias, aconteceram os eventos com a contadora que contei no relato anterior. Como a gente se falava todo dia, ela ficou sabendo quase na hora, mas, embora eu imagine que ela deve ter se masturbado mais de uma vez me ouvindo, o que realmente desencadeou nosso encontro foram as mensagens de texto entre a contadora e eu.
Como ela fala comigo todo dia, sempre me perguntava se eu ia ver a contadora de novo, e eu respondia que óbvio… foi assim que um dia mandei um print do celular com uma das mensagens da contadora.
- Neném, você é viciante, tô com a buceta toda fodida, mas você é o melhor amante que eu podia desejar. Dizia a mensagem da contadora.
Dessa sequência de mensagens e da história de como quebramos a mesa da contabilidade, saiu uma mensagem que eu esperava há meses dela.
- Neném, quando é que vai ser a minha vez? Ela me escreveu.
- Quando você quiser, respondi sem hesitar.
Então, dois dias depois a gente se viu, com um café no meio, ela esperava pra ver se eu ia desistir, já que, como toda mulher que se considera gordinha, se sentia insegura.
Como descrevi antes, ela é caderuda, o que dá uma beleza particular ao meu gosto. Ela chegou de saia jeans curta, meia preta, uma blusa que deixava ver um decote não muito grande, mas firme. De lá, saímos andando até um hotel que escolhi de propósito, porque uma das fantasias dela era ser apoiada num elevador, e esse tinha elevador.
Pedimos uma suíte, isso nos levou ao quinto andar, e lá, no elevador, assim que entramos, nos beijamos feito adolescentes. Nem devagar nem preguiçoso, levantei a saia dela e me deparei com a meia-calça; rasguei ela, ela arregalou os olhos, se afastando de mim por um instante. Meus dedos exploraram ela um segundo antes do elevador parar; eu já tinha arrancado a calcinha fio dental dela.
- Você é minha, agora você é minha. Falei.
Ela, com o olhar longe de ser desafiador, longe de cair no recato de que... Ela era uma mãe, uma esposa. Me olhou e disse: "Me faz gozar…"
Entramos no quarto, cama redonda grande. Da porta até a cama, nossas bocas não se separaram. Ela chegou na beirada da cama e, ao sentar, tentou tirar minha calça, mas eu me afastei. Olhei pra ela, entregue, e me ajoelhei na frente dela. Com a meia rasgada, sem calcinha, e com a buceta tão quente que se abria igual a uma concha, como um manjar dos deuses que eu estava prestes a devorar sem nenhum remorso.
Com meu cinto, amarrei as mãos dela. Sem tirar nenhuma peça de roupa ainda, me ajoelhei, abri ainda mais as pernas dela. Minha língua, só roçando a ponta, percorreu os lábios molhados da buceta dela. Um monte de Vênus totalmente depilado, com o clitóris pulsante coroando o rio de fluidos que saía de dentro dela.
Exploradora experiente, minha língua se dedicou a arrancar gemidos dela a ponto do coração dela quase explodir. Ela se contorcia, tentava escapar, mas em vão. Foi aí que peguei da minha mochila uma corda, que nunca falta, e amarrei os tornozelos dela nas pernas da cama. Minha exploração oral continuou, e já não existia nenhuma palavra no que ela dizia. Era algo natural, primitivo, uma comunicação que o prazer que ela sentia fazia ela emitir. Num clímax único, o orgasmo dela chegou. Não sei se alguma vez fizeram ela gozar, mas ela chorava de prazer. A buceta dela jorrava fluido, as pernas amarradas tremiam sem controle. Não havia palavras, só sons…
Em seguida, soltei as amarras dela. Desesperada, ela procurou o doce que a boca dela pedia. Quando desabotoei minha calça, ela ficou pasma. Não sei se pela emoção ou porque nunca tinha visto um pau daqueles (não sou o super-homem, mas nunca decepcionei nenhuma). Ela meteu na boca com desespero. A cada um ou dois minutos, ela tinha uma ânsia de tão fundo que chupava.
Desesperada, ela me fazia um boquete. Era uma cena linda que durou uns minutos até eu decidir interromper pra levá-la pra cama. Coloquei os pés dela ao lado do meu corpo. Devagar, meu pau entrou com facilidade na buceta bem molhada dela. Pra minha surpresa, uma… Mulher com 3 filhos tinha uma buceta apertada, meu pau se abria caminho com facilidade mas sempre se sentindo apertado na carne, o vai e vem dos corpos foi tão voraz que não perdíamos um instante, a roupa não se tirava, se arrancava, ela se agarrava com muita força nas minhas costas e a cada estocada eu ia mais fundo na sua buceta apertada que inevitavelmente ficava vermelha pela ação voraz quase violenta que recebia.
Uma mulher apertada gemendo, caindo de prazer ao seu redor, deixa seu pau no limite e foi assim que veio o segundo orgasmo, nessa gozada saiu tanto fluido dela que parecia sentir até o umbigo escorregar nos seus fluidos, ela desmaiou e eu continuei metendo até que meus alertas disseram que eu ia gozar, tirei meu pau dela mas ela não queria desperdiçar o fruto da luxúria e assim tomou toda a porra que meu corpo deu pra ela.
Saciada de sede, ela comeu minha boca e demos um beijo nojento e lindo com fluidos compartilhados. Ela se jogou do meu lado, apoiando-se no meu peito com o olhar perdido, começou sua carícia do centro do meu peito pra baixo, e olha só a surpresa que encontrou, três minutos depois de ter acabado eu já tava com meu pau venoso, vigoroso, pronto pra continuar o trabalho.
Ela ainda tremendo com a buceta arrombada pela foda começou a chupar de novo, não sem antes dizer:
- Já tá duro de novo, não é à toa que você deixa as mulheres acabadas. Disse ela.
Em seguida, ela tava chupando, abri minhas pernas ao máximo e ela se ajoelhou na frente do pau deixando a bunda empinada, ao ver aquilo e pensar no apertado da pussy, tentei imaginar o apertado daquele cu, ato que se sentiu na dureza do meu pau.
- Tá cada vez mais duro, vai me empalar.
E as palavras dela não podiam ser mais certeiras, de um salto me posicionei entre as nádegas dela, ela imaginava o que vinha, suponho que desejava, tinha me ouvido mais de uma vez quando eu dizia que o que mais amo é comer um cu.
- Devagar, quase não tenho experiência.
Suavemente deslizei o cabeça do meu pau, que é bem cabeçuda mesmo, ela esticava os braços tentando tirar forças, quando com muito esforço o esfíncter dela foi derrotado e minha cabeça passou por completo, ela buscou com a mão minha cintura e ali notou que só a cabeça tinha passado. Segurei firme nas cadeiras dela e a premonição se realizou devagar, sem pressa, mas sem piedade nem parar, meu pau abrindo caminho por um cu que até parecia virgem.
Ela gritava, mordia, arrancava os lençóis, mas de vez em quando, entre palavras como "você é um filho da puta", saía um "não para".
Quando minha cintura e a bunda dela se encontraram, começou o vai e vem, e aí sim os gemidos viraram gritos. De vez em quando a mão dela agarrava o tronco do meu pau, mas era em vão, ele ia sair e entrar, queria o prêmio, queria deixar o cu cheio de leite de um marido que desperdiçava. Foram umas das bombadas mais eróticas que já dei, ela gritava, se perdia, batia, se resignava.
Quando eu gozei, ela jorrava fluidos pela buceta, tinha a virilha molhada, não conseguia falar. Eu me deitei ao lado dela, ela com uma mão se explorava a raba e me dizia: "Como é que eu explico que tô com o cu do jeito que tá? Você me deixou toda aberta, lindo."
Assim, entre carinhos e chamegos, minha maldade saiu de dentro, minha parte dominante, e foi aí que, em grande parte com o consentimento dela, amarrei as mãos dela na grade da hidromassagem, não sem deixar o cu dela empinado e com meu pau duro como pedra só pelo fato de amarrá-la, eu disse:
- Hoje você também vai voltar mancando.
- O que você vai fazer? - ela disse, como quem já sabia o que vinha.
Meu pau, duro como pedra, passou de uma estocada só pelo cu dela, fazendo cada terminação nervosa reagir. Apertado como era, e naquela posição de pé, sem defesa, a única coisa que saía da boca dela era:
- Me arrebenta e me faz sua mulher.
Peguei ela pelo cabelo e, com todo o vigor que se soltava dos gemidos e gritos dela, terminei de fazer o anal mais apertado até hoje. Foi tanto que, quando gozei, ela não consegui segurar ele e gotas de sêmen se misturavam com as da buceta, e pequenos fios vermelhos saindo daquele cuzinho protegido por um rabão enorme.
Quando saímos do hotel, ela andava como quem tá assada, me contou por mensagem que em casa fingiu estar doente porque não conseguia justificar o jeito que tava andando.
Por dois dias seguidos, a mensagem mais comum dela era: "você me quebrou alguma coisa, neném".
No terceiro dia, como quem faz uma lembrança da Páscoa que tava chegando, ela me escreveu:
— Não vou mais te chamar de exagerado, você me arrebentou o cu e, como diz aquela outra que você come, você é viciante, não me deixa sem uma segunda rodada…
Assim foi a primeira relação com minha amiga da comunidade. Como eu disse, vou proteger a identidade dela, então as imagens são reais, mas não muito explícitas, já que ela decide se vai tornar público ou não.
Obrigado por lerem, compartilhem o relato se gostaram e até a próxima.



Desde que comecei no Poringa, primeiro como espectador e depois escrevendo minhas aventuras sexuais, tive o prazer de compartilhar histórias com duas membros do site — não vou dar nomes porque não vem ao caso, e o importante é a história sexual mesmo.
A primeira é a rainha que todo mundo deseja, mas minha história com ela tem mais coisas privadas do que sexuais, então vai ficar só na minha lembrança, a não ser que ela queira tornar público — aí eu escrevo com prazer.
Isso aconteceu poucos dias antes da minha última publicação. Como tento ser um membro ativo e educado com todo mundo que me chama, seja mulher ou homem, eu respondo e, se a oportunidade aparece, me arrisco a seguir uma linha de contato que já rendeu amizades e até aventuras como as que vou contar.
Desde a publicação de "A mulher do caminhoneiro", o número de leitores foi aumentando, assim como os seguidores. Sem querer fama, ter seguidores é uma parada legal — gente que compartilha algo em comum comigo.
Entre meus seguidores apareceu ela, que vamos chamar de Meche (não é nem perto do nome ou nick dela, mas escolhi assim pra proteger a intimidade dela). Meche me mandou a primeira mensagem privada me provocando, dizendo que eu exagerava nos detalhes, que gostou do relato mas que eu me achava demais. E foi desde então que começamos a nos conhecer e trocar ideias.
Ela é uma mulher linda, de quadril largo, ruiva, com uns peitos não muito grandes mas bem firmes. No começo, Meche só me escrevia e pedia pra eu contar como era ser infiel, se eu sentia culpa, se ainda me relacionava com as mulheres que eu saía, essas coisas que rolam nas conversas dessa comunidade.
Um dia, entre essas conversas, surgiu a possibilidade de sair da rede do Poringa e começamos nossa relação no Telegram — o WhatsApp a gente deixava pros nossos parceiros. Ela, uma mulher caseira com três filhos, dois deles adolescentes, me contava e... me liberava do mundo de máscaras ao escrever sobre suas fantasias.
Foi assim que, quando publiquei o conto "a mulher do guarda", ela me deixou uma mensagem no privado só dizendo obrigada.
Quando nossa conversa nasceu dias depois, não pude evitar de bisbilhotar o que era aquele obrigada, e ela começou a me contar com todos os detalhes como aquele evento que eu escrevi deixou ela a mil e que não resistiu a se masturbar. Ela já tava há um tempão querendo botar chifre no marido e meu conto, onde de forma ousada eu comia a mulher do guarda, despertou algo nela.
Durante aqueles dias, onde claramente um clique despertou nela, ela parou de me perguntar como eu me sentia enganando minha mulher e começou a me perguntar coisas tipo:
- O que você faria se...
- Onde você me levaria...
- Te excitaria poder me conhecer...
Obviamente, pra um pirata como eu, essas palavras eram convite pra entrar em mares que eu manjo muito bem, e foi assim que compartilhamos fotos e fantasias.
O tempo passou e, cada vez mais íntima, ela não passava um dia sem me mandar uma foto. Mais ainda, entre conversa e conversa, convenci ela a comprar um brinquedo sexual e ela me mandava os áudios daqueles momentos em que, à força dos meus desejos e da tesão dela, registrava orgasmos aos berros.
O tempo passou e, com mais de 20 orgasmos nos unindo em amizade, já contávamos quase tudo sexualmente falando. Ela me relatava as decepções com o marido. Ela tinha uma necessidade de explorar coisas novas e ele, quando muito, num domingo atendia ela, gozava e ia embora ver TV.
Eu contava das minhas amigas, das minhas aventuras tirando fotos, trepando em hotéis e lugares diferentes. Contava das minhas milf favoritas que mais de uma vez foram mancando pra casa. Ela pedia detalhes dos mais safados, dizia que eu exagerava no que contava que fazia com minhas amigas.
Passaram as festas e as férias estavam chegando. Ela sempre em contato, bem hot, diria cada vez mais, mas sempre aquele fio de culpa que surge antes da primeira traição fazia com que as tentativas de encontros foram frustradas. Durante as férias, aconteceram os eventos com a contadora que contei no relato anterior. Como a gente se falava todo dia, ela ficou sabendo quase na hora, mas, embora eu imagine que ela deve ter se masturbado mais de uma vez me ouvindo, o que realmente desencadeou nosso encontro foram as mensagens de texto entre a contadora e eu.
Como ela fala comigo todo dia, sempre me perguntava se eu ia ver a contadora de novo, e eu respondia que óbvio… foi assim que um dia mandei um print do celular com uma das mensagens da contadora.
- Neném, você é viciante, tô com a buceta toda fodida, mas você é o melhor amante que eu podia desejar. Dizia a mensagem da contadora.
Dessa sequência de mensagens e da história de como quebramos a mesa da contabilidade, saiu uma mensagem que eu esperava há meses dela.
- Neném, quando é que vai ser a minha vez? Ela me escreveu.
- Quando você quiser, respondi sem hesitar.
Então, dois dias depois a gente se viu, com um café no meio, ela esperava pra ver se eu ia desistir, já que, como toda mulher que se considera gordinha, se sentia insegura.
Como descrevi antes, ela é caderuda, o que dá uma beleza particular ao meu gosto. Ela chegou de saia jeans curta, meia preta, uma blusa que deixava ver um decote não muito grande, mas firme. De lá, saímos andando até um hotel que escolhi de propósito, porque uma das fantasias dela era ser apoiada num elevador, e esse tinha elevador.
Pedimos uma suíte, isso nos levou ao quinto andar, e lá, no elevador, assim que entramos, nos beijamos feito adolescentes. Nem devagar nem preguiçoso, levantei a saia dela e me deparei com a meia-calça; rasguei ela, ela arregalou os olhos, se afastando de mim por um instante. Meus dedos exploraram ela um segundo antes do elevador parar; eu já tinha arrancado a calcinha fio dental dela.
- Você é minha, agora você é minha. Falei.
Ela, com o olhar longe de ser desafiador, longe de cair no recato de que... Ela era uma mãe, uma esposa. Me olhou e disse: "Me faz gozar…"
Entramos no quarto, cama redonda grande. Da porta até a cama, nossas bocas não se separaram. Ela chegou na beirada da cama e, ao sentar, tentou tirar minha calça, mas eu me afastei. Olhei pra ela, entregue, e me ajoelhei na frente dela. Com a meia rasgada, sem calcinha, e com a buceta tão quente que se abria igual a uma concha, como um manjar dos deuses que eu estava prestes a devorar sem nenhum remorso.
Com meu cinto, amarrei as mãos dela. Sem tirar nenhuma peça de roupa ainda, me ajoelhei, abri ainda mais as pernas dela. Minha língua, só roçando a ponta, percorreu os lábios molhados da buceta dela. Um monte de Vênus totalmente depilado, com o clitóris pulsante coroando o rio de fluidos que saía de dentro dela.
Exploradora experiente, minha língua se dedicou a arrancar gemidos dela a ponto do coração dela quase explodir. Ela se contorcia, tentava escapar, mas em vão. Foi aí que peguei da minha mochila uma corda, que nunca falta, e amarrei os tornozelos dela nas pernas da cama. Minha exploração oral continuou, e já não existia nenhuma palavra no que ela dizia. Era algo natural, primitivo, uma comunicação que o prazer que ela sentia fazia ela emitir. Num clímax único, o orgasmo dela chegou. Não sei se alguma vez fizeram ela gozar, mas ela chorava de prazer. A buceta dela jorrava fluido, as pernas amarradas tremiam sem controle. Não havia palavras, só sons…
Em seguida, soltei as amarras dela. Desesperada, ela procurou o doce que a boca dela pedia. Quando desabotoei minha calça, ela ficou pasma. Não sei se pela emoção ou porque nunca tinha visto um pau daqueles (não sou o super-homem, mas nunca decepcionei nenhuma). Ela meteu na boca com desespero. A cada um ou dois minutos, ela tinha uma ânsia de tão fundo que chupava.
Desesperada, ela me fazia um boquete. Era uma cena linda que durou uns minutos até eu decidir interromper pra levá-la pra cama. Coloquei os pés dela ao lado do meu corpo. Devagar, meu pau entrou com facilidade na buceta bem molhada dela. Pra minha surpresa, uma… Mulher com 3 filhos tinha uma buceta apertada, meu pau se abria caminho com facilidade mas sempre se sentindo apertado na carne, o vai e vem dos corpos foi tão voraz que não perdíamos um instante, a roupa não se tirava, se arrancava, ela se agarrava com muita força nas minhas costas e a cada estocada eu ia mais fundo na sua buceta apertada que inevitavelmente ficava vermelha pela ação voraz quase violenta que recebia.
Uma mulher apertada gemendo, caindo de prazer ao seu redor, deixa seu pau no limite e foi assim que veio o segundo orgasmo, nessa gozada saiu tanto fluido dela que parecia sentir até o umbigo escorregar nos seus fluidos, ela desmaiou e eu continuei metendo até que meus alertas disseram que eu ia gozar, tirei meu pau dela mas ela não queria desperdiçar o fruto da luxúria e assim tomou toda a porra que meu corpo deu pra ela.
Saciada de sede, ela comeu minha boca e demos um beijo nojento e lindo com fluidos compartilhados. Ela se jogou do meu lado, apoiando-se no meu peito com o olhar perdido, começou sua carícia do centro do meu peito pra baixo, e olha só a surpresa que encontrou, três minutos depois de ter acabado eu já tava com meu pau venoso, vigoroso, pronto pra continuar o trabalho.
Ela ainda tremendo com a buceta arrombada pela foda começou a chupar de novo, não sem antes dizer:
- Já tá duro de novo, não é à toa que você deixa as mulheres acabadas. Disse ela.
Em seguida, ela tava chupando, abri minhas pernas ao máximo e ela se ajoelhou na frente do pau deixando a bunda empinada, ao ver aquilo e pensar no apertado da pussy, tentei imaginar o apertado daquele cu, ato que se sentiu na dureza do meu pau.
- Tá cada vez mais duro, vai me empalar.
E as palavras dela não podiam ser mais certeiras, de um salto me posicionei entre as nádegas dela, ela imaginava o que vinha, suponho que desejava, tinha me ouvido mais de uma vez quando eu dizia que o que mais amo é comer um cu.
- Devagar, quase não tenho experiência.
Suavemente deslizei o cabeça do meu pau, que é bem cabeçuda mesmo, ela esticava os braços tentando tirar forças, quando com muito esforço o esfíncter dela foi derrotado e minha cabeça passou por completo, ela buscou com a mão minha cintura e ali notou que só a cabeça tinha passado. Segurei firme nas cadeiras dela e a premonição se realizou devagar, sem pressa, mas sem piedade nem parar, meu pau abrindo caminho por um cu que até parecia virgem.
Ela gritava, mordia, arrancava os lençóis, mas de vez em quando, entre palavras como "você é um filho da puta", saía um "não para".
Quando minha cintura e a bunda dela se encontraram, começou o vai e vem, e aí sim os gemidos viraram gritos. De vez em quando a mão dela agarrava o tronco do meu pau, mas era em vão, ele ia sair e entrar, queria o prêmio, queria deixar o cu cheio de leite de um marido que desperdiçava. Foram umas das bombadas mais eróticas que já dei, ela gritava, se perdia, batia, se resignava.
Quando eu gozei, ela jorrava fluidos pela buceta, tinha a virilha molhada, não conseguia falar. Eu me deitei ao lado dela, ela com uma mão se explorava a raba e me dizia: "Como é que eu explico que tô com o cu do jeito que tá? Você me deixou toda aberta, lindo."
Assim, entre carinhos e chamegos, minha maldade saiu de dentro, minha parte dominante, e foi aí que, em grande parte com o consentimento dela, amarrei as mãos dela na grade da hidromassagem, não sem deixar o cu dela empinado e com meu pau duro como pedra só pelo fato de amarrá-la, eu disse:
- Hoje você também vai voltar mancando.
- O que você vai fazer? - ela disse, como quem já sabia o que vinha.
Meu pau, duro como pedra, passou de uma estocada só pelo cu dela, fazendo cada terminação nervosa reagir. Apertado como era, e naquela posição de pé, sem defesa, a única coisa que saía da boca dela era:
- Me arrebenta e me faz sua mulher.
Peguei ela pelo cabelo e, com todo o vigor que se soltava dos gemidos e gritos dela, terminei de fazer o anal mais apertado até hoje. Foi tanto que, quando gozei, ela não consegui segurar ele e gotas de sêmen se misturavam com as da buceta, e pequenos fios vermelhos saindo daquele cuzinho protegido por um rabão enorme.
Quando saímos do hotel, ela andava como quem tá assada, me contou por mensagem que em casa fingiu estar doente porque não conseguia justificar o jeito que tava andando.
Por dois dias seguidos, a mensagem mais comum dela era: "você me quebrou alguma coisa, neném".
No terceiro dia, como quem faz uma lembrança da Páscoa que tava chegando, ela me escreveu:
— Não vou mais te chamar de exagerado, você me arrebentou o cu e, como diz aquela outra que você come, você é viciante, não me deixa sem uma segunda rodada…
Assim foi a primeira relação com minha amiga da comunidade. Como eu disse, vou proteger a identidade dela, então as imagens são reais, mas não muito explícitas, já que ela decide se vai tornar público ou não.
Obrigado por lerem, compartilhem o relato se gostaram e até a próxima.




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