Sergio ainda estava de férias com a namorada, faltava uma semana pra ele voltar. No dia seguinte ao meu encontro com Carlos, pouco depois das 18h, vejo ele entrar com dois outros senhores de uns 50 anos cada, que me apresentou como sócios. Quando entrou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, e os amigos fizeram o mesmo. Me perguntaram onde eu atendia e apontei uma das mesas que era minha. Fizeram o pedido e, enquanto levava pra mesa, minha mente já entrou em ação. Eu sabia, e tava quase convencida, que os amigos dele sabiam que no dia anterior Carlos tinha me possuído de todas as posições possíveis. Só de pensar neles me imaginando, minha buceta já começou a molhar na hora. Continuei trabalhando, mas minha cabeça não parava de maquinar e minha buceta continuava molhando, e aos poucos sentia meus lábios inchando, soltando cada vez mais sucos. Avancei um pouco mais no meu jogo de sedução. Num tempinho livre que tive, fui no vestiário e tirei a tanga, coloquei no bolso do avental e, num momento, passei pela mesa e deixei na mão do Carlos, e fui pro fundo onde ficam os banheiros. Carlos não demorou nada pra ir atrás de mim, me roubou um beijo e falou: "você não pode ser tão piranha". Tentou meter a mão por baixo da minha saia, mas eu impedi. Ele perguntou se podia me ver na saída, e óbvio que eu disse que sim, se me levasse pra casa, era só me buscar. Nem preciso dizer que fiquei o resto da tarde e começo da noite em chamas. Não tinha levado outra calcinha, então saí como tava. Minha ideia era chupar o pau dele e deixar ele me tocar um pouquinho pra gozar rápido, haha. Saio e vejo o carro com o pisca-alerta ligado, subo e surpresa: não era o Carlos, era um dos sócios dele. Um homem não muito alto e com bastante barriga. Me cumprimentou e disse que o Carlos não ia poder ir e que ele se oferecia pra me levar "sem compromisso". Pra mim, soou mais como um pedido. Ele começou a dirigir e, numa quadra meio escura, pedi pra ele parar. Começamos a nos beijar e não demorou nada pra os dedos dele brincarem. Com a minha buceta toda exposta, com o tesão que eu tava, acabou mal, até mordi ele bem forte no lábio e pedi desculpa. Depois, sim, minha tarefa: desabotoei a calça dele e tirei a pica pra fora. Não era muito grande, mas era bem grossa. Chupei devagarzinho, primeiro ele só gemia e falava umas putarias que aumentavam meu tesão, e foi me levando a chupar com mais força até que encheu minha boquinha. Engoli tudo e brinquei mais um pouco até ele perder toda a força. A gente se deu uns beijinhos e eu pedi: "Não conta nada pro Carlos". Sabia que ele ia contar, mas eu gosto desse jogo. Quando chegamos na minha casa, nos despedimos com uns beijinhos e prometi uma tarde só pra ele num hotel.
2 comentários - Muito Ciumenta 2