Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2969128/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-5.html#comment-136246
CAPÍTULO 5 (A estreia)
Não sei quanto tempo fico olhando pra elas, acariciando suas cabeças, ali ajoelhadas aos meus pés, mas realmente teria adorado ficar assim pra sempre.
Mamãe se levanta e diz que vai se limpar depois de ter deixado ela bem melada. Ainda parece inacreditável que eu tenha gozado nas duas tetonas dela. Enquanto isso, continuo acariciando a cabeça da Carla, que ainda está meio sentada no chão. Sem dúvida, ela merece meu agradecimento pelo ótimo trabalho, uma lição aprendida perfeitamente.
— Você gostou? — minha irmã pergunta, acariciando meu pau moreno e brincando com ele como se quisesse reanimá-lo.
— Tá brincando? Porra, amei, Carla!
— Então fiz direito?
— Foda! Nunca teria imaginado, e você me fez viver o melhor momento da minha vida. Me fez um boquete incrível, irmãzinha! — respondo todo eufórico.
— Nem eu mesma acredito que fiz isso.
— Se arrepende?
— Não, mas me sinto estranha. — ela completa enquanto observa meu pau crescendo devagar entre os dedos dela, e isso parece diverti-la.
— Pra mim foi algo maravilhoso. — comento.
— Pra mim também, adorei fazer...
— E você engoliu, sem frescura... Você é incrível.
— Pois é. Mamãe me avisou que nem toda mulher gosta, e algumas rejeitam com nojo, mas pra mim foi francamente agradável. É bem gostoso.
Caramba, minha mãe dando conselhos pra filha sobre o gosto do leite e que nem todas gostam, parece claro que as duas adoram, e eu que elas façam isso, nem se fala... Por um momento, nos olhamos nos olhos, com aquela cumplicidade que quase não precisa de palavras. Ela e eu sempre tivemos isso. É verdade que brigamos muito como irmãos, mas acima de tudo, nos amamos muito.
— Eu também me sinto estranho, Carla. Não sei se isso é normal. — falo.
— Bom, normal não é, mas mamãe insistiu que a melhor maneira de Iniciar no sexo é fazer com alguém de muita confiança, que te ame e que não te deixe na mão como um trapo.
— Bom, isso me parece inteligente.
— Sim, Nacho, mas não cometendo incesto.
Voltamos a nos olhar em silêncio, buscando nos olhos um do outro algum tipo de explicação para tanto absurdo.
— Você acha que a mãe fez tudo por causa de uma experiência ruim dela? — pergunto.
— Tenho certeza. A primeira vez dela não deve ter sido como ela queria. Infelizmente, foi o contrário.
— Bom, por enquanto posso dizer que minha primeira vez está sendo maravilhosa — acrescento acariciando seu queixo.
Ficamos um tempo em silêncio, embora minha irmã não pare de brincar e observar meu pau crescendo cada vez mais entre os dedos dela.
— Carla, sobe em cima de mim. — falo de repente.
— Como?
— Isso, sobe como antes, quando você sentou em mim.
— De frente?
— Sim.
— Mas Nacho, agora estamos pelados. — ela fala como se até então já não tivéssemos passado de vários limites.
— Por favor, quero sentir você, Carla. Fica tranquila que não vou meter. Só quero sentir você pelada em cima de mim. Deve ser algo do caralho.
Apesar dela parecer relutante no começo, não preciso repetir, pois depois de uma piscadela minha, ela se levanta. Meu pau ficou órfão dos dedos dela, mas saber que vou sentir ela inteira em cima de mim faz ele ficar no tamanho máximo. Carla se levanta devagar, me deixando admirar mais uma vez a nudez dela se movendo de forma felina.
— Cuidado com isso. — ela fala apontando pro meu pau que já tá apontando pro teto.
— Fica tranquila.
Seguro meu pau ereto colado no corpo e ela abre as pernas, subindo em cima das minhas até a buceta dela bater direto nas minhas bolas. Fico alucinado tendo essa deusa montada em mim.
— Caralho, Carla! — falo ao sentir aquele corpo pelado no meu e a buceta dela literalmente colada na minha. Meu pau descansa sobre a depilação da buceta dela.
Ela aperta as coxas contra meu quadril e me dá um beijo suave nos lábios. Aproveito para acariciar um dos peitos dela, que fica na minha mão, e ela recebe isso com gemidinhos. Ela continua muito quente, e isso me excita tanto que meu pau vai acordando cada vez mais. Minhas mãos desenham a cintura e o quadril dela, e depois amasso com vontade a bunda redonda que ela tem.
Nesse momento, a mamãe chega, depois de se limpar um pouco após eu gozar nos peitos dela.
— Puxa, como vocês aprendem rápido! — diz nossa mãe, completamente nua, no meio da sala, com as mãos na cintura.
Por um momento, ficamos parados, com nossos corpos unidos nessa posição divina.
— Mamãe, é que… — Carla intervém, muito sem graça.
— Adoro ver vocês assim, filhos. Acho estranho não ouvir as brigas de vocês, e agora parece que estão transando. Deixem eu tirar umas fotos, vocês estão lindos assim, juntos e nus.
Isso é alucinante. Minha mãe não só não briga com a gente, como nos estimula. É aí que a pélvis de Carla se crava contra meu colo, fazendo eu sentir o calor que sai da buceta dela, que imagino estar perfurando naquele momento. Ela está extremamente tesuda, percebo pelos mamilos dela e pelo movimento nervoso da boceta dela contra a minha. Meu pau está cada vez mais duro, e sinto um tremor nos lábios dela, sinal de que ela está sentindo ele inteiro sobre a xereca dela. Porra, que delícia!
— Beija seu irmão, filha. — ordena a mamãe.
Os lábios de Carla envolvem os meus, e a gente se beija de língua, nos acariciando mutuamente, o que nos faz gemer e nos mover levemente. É verdade que parece que estamos transando, mesmo eu não tendo metido ainda, algo que, aliás, sonho em realizar em breve. As línguas brincam dentro e fora das nossas bocas, sem nos importarmos com mais nada naquele instante. Por um momento, nossos lábios se separam, e ela se vira para mim. fica olhando fixamente nos olhos.
− Que tesuda que eu tô! - ela me diz num suspiro longo.
Essa frase me incentiva a continuar apalpando ela sem nenhum pudor, totalmente entregue ao prazer e àquele corpo que me eletriza.
− Quero te foder! - respondo no ouvido dela, completamente descontrolado.
Nesse momento, Carla abre os olhos assustada e se levanta como se tivesse levado um choque. Posso ver a buceta dela encharcada com os fluidos dela misturados com os meus.
− O que foi, filha? - minha mãe pergunta ao ver que ela levantou do meu colo tão de repente.
− Nada. - responde olhando pro chão, envergonhada.
− Vamos, o que você disse pra ela, Nacho?
Demoro pra responder, ainda contrariado com aquela reação, mas com uma ereção enorme que não passa despercebida.
− Só que quero comer ela. - falo, observando o corpo gostoso da minha irmã.
− Calma, filho, vai ter tempo pra tudo. Lembra que a mulher precisa estar preparada, se não tiver, você tem que ter paciência.
− Já, mas...
− Lembra, isso tem que ser feito com calma. Vamos, agora brindamos de novo - ela completa, servindo outras três taças e vendo que a filha tá meio desconfortável com a situação, embora dê pra ver que ela continua muito excitada, porque fica olhando pro meu pau duro.
Mamãe consegue tirar a importância desse contratempo, nos convidando pra ver como ficaram as fotos e vídeos. Sentados no sofá nós três, eu no meio dessas duas gostosas, começamos a ver. Por mais que eu esteja vendo, acabou de acontecer, continuamos pelados e ainda não consigo acreditar. Cada foto é mais quente que a anterior e eu sinto a agitação da Carla do meu lado, mas mamãe parece estar adorando, percebo pelo jeito que morde o lábio ao ver alguma foto em que tá com meu pau na boca dela. Nesse momento, ela aproveita pra me dar um beijo e, em seguida, começa a me masturbar.
− Que coisa dura, meu filho. Teu minha irmã vai receber um puta presente e eu tô com inveja.
minha irmã não responde e dá pra ver que ela tá nervosa, mas já não olha mais pras imagens, tá olhando direto pro meu pau e como nossa mãe tá balançando ele com maior habilidade.
— Mas o que que tem, querida? — mamãe pergunta pra Carla
— Nada.
— Vai, me conta. Tá com medo disso? — ela pergunta de novo, fazendo giros com a cabeça do meu pau.
— Sei lá, tudo isso...
— Não quer continuar, filha? — mamãe interrompe, acariciando agora uma das bochechas rosadas dela com as costas da mão, mas sem parar de acariciar meu pau.
— Não, não sei se consigo.
— Tá com medo, filha? Eu sei que o pau do seu irmão é grande, mas vai se adaptar à sua bucetinha, você sabe que a gente treinou ele e ele vai fazer com cuidado.
Ao ouvir minha mãe falar isso, não consigo evitar sentir mais tensão na minha vara e ela também, porque aperta com os dedos.
— Você vai ver que maravilha quando sentir ele dentro. Vai gozar como nunca — ela completa.
— Sei lá, tô confusa com tudo isso
— É normal ter uma confusão na cabeça, é sua primeira vez e vai dar medo meter uma coisa tão grande.
Não paro de pensar na oportunidade que vou ter de estrear e nada menos que na bucetinha linda da minha irmã, mas ela tá cheia de dúvidas.
— Não é só isso, mãe, isso não me parece normal, acho que a gente foi longe demais.
Poxa, agora parece que minha irmã tá com remorso, embora nisso a Carla tenha razão, a coisa saiu do controle, não dá pra considerar que isso seja a coisa mais natural do mundo, mas nessa altura eu só quero sentir a sensação de meter meu pau naquele buraquinho que sempre sonhei.
— Filha, a gente conversou sobre isso todos esses dias e você tava de acordo, por que não se deixa levar pelo que seu corpo manda?
— Tô com medo — afirma Carla, enquanto eu observo ela nua. Esse corpo que me deixa louco e que eu tô morrendo de medo de não conseguir foder como sempre sonhei.
— Não tem problema, filha, a gente tá aprendendo. — intervém a mãe. — Hoje é só um dia de aprendizado e um dia vocês vão estar com a sua namorada ou seu namorado e vão saber como agir em cada situação, sem que isso seja um problema e com a experiência que vocês tão adquirindo hoje. Não façam nada que não queiram, se virem que não é o momento, a gente para e pronto.
— Eu quero sim, mãe — acrescento pra deixar claro que eu topo qualquer parada, sem me importar com regra absurda nenhuma nem muito menos com condicionantes morais.
Minha mãe sorri pra mim com aquela ternura incrível dela e acaricia meu queixo.
— Hahaha, já viu que seu irmão não tá botando obstáculo… — diz a mãe sorrindo pra minha irmã, mas nem de brincadeira parece convencê-la, porque ela continua de cabeça baixa.
Até eu não tô muito convencido com tudo isso, porque, na real, isso é normal? Será que vai ficar só no dia do meu aniversário? Será que vai nos marcar pra sempre? Meu corpo, com certeza, pensa diferente da minha cabeça e só pensa em foder, foder e foder.
— O que te preocupa, filha? — pergunta a mãe, vendo que ela tá apavorada.
— Não tô preparada.
— Você não tá excitada? Não quer que seu irmão meta em você?
Porra, as duas perguntas da mãe fazem meu pau dar outro pulo, já nem sei se tô sonhando ou se é tudo fruto da minha imaginação, mas minha mãe parece disposta a não desistir… e acho que eu também não.
— Não é isso, mãe. Eu amo muito o Nacho e tô excitada, sim, adoraria foder… mas…
— Então? Se você tá excitada e com vontade de ser penetrada por ele, cadê o problema?
— Mãe, ele é meu irmão. — responde.
— Querida, por isso que eu quis que hoje fosse algo extraordinário, fora do normal, em que por um dia a gente quebrasse as regras, que fosse pra compartilhar em família, que vocês descobrissem o sexo pela primeira vez, pra que no futuro vocês possam ter tudo. o prazer do mundo. Não é melhor ser treinada e guiada por mim?
– Sim, mamãe, mas…
– Já faz duas semanas que estamos nos preparando, Carla. – diz a mamãe, me deixando ainda mais alucinado, porque eu não sabia que elas estavam organizando essa orgia há tanto tempo.
– Não é só por causa do Nacho, eu queria guardar minha virgindade pro meu primeiro namorado, que seja algo especial.
Carla fala isso com uma cara de convicção, como se fosse algo aprendido, lido, uma espécie de regra que agora está sendo quebrada de todas as formas.
– Mas querida – intervém a mamãe, sem parar de acariciar ternamente o cabelo dela – isso é um baita erro…
– Por quê? Não é bonito guardar isso pro meu futuro namorado ou marido?
– E o que você ganha com isso? – responde agora nossa mãe, mais séria.
– Sei lá, que seja a nossa estreia.
– Pois esse é exatamente o erro de muitas mulheres, que querem guardar isso pra um dia em que o único que vai aproveitar vai ser ele, porque elas vão passar por momentos de medo, dúvida, tensão e inexperiência que poderiam ser muito mais gostosos se uma mulher desse pro seu primeiro amor uma transa experiente, sem freios, sem amarras, sem convencionalismos, e ainda mais se tiver tido uma boa preparação antes.
Porra, a mamãe conseguiu me convencer de que a virgindade é um conto do passado, e isso que deveria ser o contrário, que uma mãe guardasse isso pra filha, pela coisa tradicional, e agora inverte o jogo e é a filha que quer ser virgem. Agora acontece que uma mãe é a melhor professora pra esses assuntos…
– Não se preocupa, filha, não precisa forçar nada, entendo que agora é mais difícil tomar essa decisão e não quero que você faça nada contra a sua vontade. Não façamos o que não queremos. Esse é o pacto. Combinado? Se hoje você não se sentir a fim de fazer, vai fazer com seu namorado no futuro, mas lembra que é sua última chance.
Carla cala a boca e a mamãe se levanta, me deixando meio pasmo e bem desiludido. De novo ela percebe.
– Você, Nacho?
– Eu? – pergunto.
– Sim. Você quer perder a virgindade?
– Sim, mas…
– Não se preocupa, hoje você come a mamãe. – ela completa com um sorrisão.
Inacreditavelmente, ao ouvir essas palavras, meu pau endurece a ponto de quase doer, como se tivesse levado um choque elétrico.
– Carla, coloca uma música lenta. – ordena a mamãe enquanto me convida com a mão pra dançarmos no meio da sala.
Nossos corpos nus se juntam de novo e dançam no ritmo daquela música, enquanto minhas mãos passam pelas curvas da mamãe, seus peitos, sua bunda, beijo seu pescoço e meu pau cresce ainda mais entre nossos corpos.
– Acho que você já tá pronto, filho. – ela sussurra no meu ouvido, segurando a dureza do meu pau com a mão – Como você prefere fazer?
Demoro pra reagir, e agora são as mãos da mamãe que acariciam minha bunda, curtindo a firmeza dela, eu sinto no ronronar contínuo dela. Meu Deus, isso não pode ser real!
– Como você fantasiou fazer com a sua mãe? Vamos, me fala. – ela pergunta de repente.
– Não sei. Eu…
– Vai, filho, não vai se acanhar agora. Com certeza você já bateu umas mil punhetas pensando em mim ou na sua irmã. Qual é a posição que mais te excita?
Porra, até minha mãe sabe que os sonhos que eu vivo nas minhas punhetas são em homenagem a elas. Finalmente respondo:
– Bem, de todos os jeitos, mamãe… Eu gosto de todos. O que você preferir.
– Entendi. Beleza, então eu vou subir em cima e assim eu controlo melhor. Tá bom pra você?
Sem objeção. Mamãe coloca uma cadeira no meio do tapete e me convida a sentar. Olha pra filha dela como quem convida ela a pensar no que tá perdendo. Sobe montada em mim e junta a boceta dela com a minha, fazendo a rachinha dela desenhar a umidade dela no comprimento duro do meu pau.
– Filha, grava bem e presta atenção em tudo pra pelo menos aprender como você vai ter que fazer no futuro na sua primeira vez.
Observo pela enésima vez a Carla avançando nua, só com os saltos altos, pronta pra nos fotografar. Como eu queria que ela topasse a estreia dos dois e a gente foder do jeito que sempre sonhei, mas entendo o que ela diz, mesmo que naquele momento eu tô pouco me lixando pra preconceitos morais, éticos e tal… a única coisa que quero é meter nela de uma vez. Agora tenho a mamãe em cima de mim… não posso ser mais egoísta, tendo a outra mulher dos meus sonhos, nua no meu colo, pronta pra ser penetrada pelo filho dela.
– Agora, meu bem, você vai fazer o que sempre sonhou. – mamãe fala com uma voz melosa e gostosa, lendo meus pensamentos.
Ela apoia os pés firmes no chão, nos saltos agulha, pra se levantar um pouco até pegar meu pau por trás do corpo dela. Os peitos dela ficam na minha cara, balançando e provocantes, então eu chupo eles com gosto, o que arranca um suspiro forte da mamãe. Me sinto orgulhoso de novo por ter causado isso. Ela guia a ponta da minha lança e esfrega contra a buceta molhada dela. A sensação de sentir ela tão diretamente é incrível, ainda mais quando minha cabecinha encosta na abertura macia da bucetinha rosada dela e vai entrando devagar, só a ponta, mas parece algo inacreditável. Não consigo evitar um arrepio. Mamãe sorri e me beija na testa. Os peitos dela continuam na minha cara e eu não paro de morder, chupar, beijar… Porra, que gostosa que é minha mãe, caralho… e que gostinho delicioso!
– Vou descer. Tá pronto? – ela avisa, com os olhos abertos e cheios de tesão.
– Sim! – respondo quase gritando.
O corpo da mamãe vai descendo devagar enquanto ela se agarra no meu pescoço e a buceta dela se abre como uma flor enquanto meu pau entra pelas paredes quentes da boceta dela. Que maravilha! Tô com ela completamente empalada!
– Meu Deus! – consigo falar. Mamãe solta outro suspiro, agora mais fundo, enquanto acaricia minha nuca, enquanto eu seguro seus quadris e ela começa a balançar o corpo de um jeito que meu pau sai inteiro com a mesma calma, sentindo a sucção da buceta mais adorável que eu poderia imaginar. Agora ela fica me olhando com uma cara de pura safadeza e se deixa cair de novo de uma vez, fazendo a gente soltar outro gemido prolongado.
— Que gostoso, filho! — solta mamãe depois de um longo suspiro.
— Sim! — respondo extasiado.
— Fazia tempo que não tinha um negócio tão grande dentro de mim. — ela geme.
A partir desse momento, ela começa a subir e descer devagar, sentindo tudo por completo, fazendo meu pau virgem explorar uma e outra vez o paraíso que é a sua preciosa caverna, que envolve maravilhosamente minha vara de carne. Eu sabia que foder devia ser maravilhoso, que transar com mamãe podia ser incrível, mas agora que estou metendo nela, é, sem dúvida nenhuma, a coisa mais alucinante que já vivi.
Ela me observa atentamente e adora fazer isso vendo minha cara evidente de prazer, enquanto sinto o calor que emana do seu buraco acolhedor abraçado ao meu pau. Sentir ela entrar e sair sem parar é um prazer inusitado para mim, sinto como ela aperta as paredes da buceta me prendendo, como se não quisesse nunca sair, e eu, claro, também não quero. Amasso seus peitões, belisco os bicos, desenho suas curvas com as mãos... Tem uma hora que sinto meu corpo vibrar e me agarro no assento da cadeira enquanto mamãe cavalga cada vez com mais energia, fazendo o som rítmico do choque dos nossos corpos nus. Esse som me parece a melhor música para a nossa dança erótica, e adoro ver como o corpo de mamãe se mexe a cada batida. Passo as mãos no cabelo dela, alisando, e ela fecha os olhos sentindo como eu encho sua buceta ardente com meu pau.
— Meu filho! — ela solta num longo suspiro, abraçando minha cabeça. e pegando as tetas dela.
Minha mão direita apoia na nuca dela e vou descendo acariciando parte das costas sem parar de sentir o corpo gostoso dela em êxtase. Minha outra mão amassa devagar a bunda dela a cada batida dos nossos corpos e ao mesmo tempo minha boca caça cada um dos botões durinhos que são os mamilos dela. Num dado momento ela me olha e sorri, sabe que o prazer é mútuo, mas pra mim, além disso, é minha primeira vez e, por sinal, a mais maravilhosa que eu poderia ter sonhado. Ela inclina a cabeça de um jeito tão sensual, que eu amo, e nossas bocas se juntam de novo num beijo frenético e entregue a essa trepada mágica que eu não quero que acabe nunca.
Tanto prazer ignorado é difícil de controlar pro meu corpo fraco que começa a tensionar e da minha boca começam a sair, ofegantes, vários gemidos. Ela, me vendo em êxtase, acelera os movimentos e meu pau parece crescer dentro dessa buceta tão experiente, fazendo com que pela minha boca saiam todos os suspiros do mundo, enquanto ela continua gozando e gemendo a cada investida. Só se ouve o som das nossas respirações, o balanço da cadeira a cada estocada e nossos corpos nus se chocando, marcando um ritmo diabolicamente erótico e delicioso. Olho nos olhos dela, como eles se fecham, ela tá me sentindo por inteiro, assim como eu sinto ela. Me agarro na cintura dela e aperto minha pelve a cada vez que a gente se une por completo. Isso é incrível. Tô comendo a mamãe!
− Mamãe, vou gozar! Não aguento mais! – falo quase num grito, porque o orgasmo vem descontrolado.
− Goza dentro, filho, sem problema. – ela fala com a respiração ofegante.
− Sério?
− Sim, fica tranquilo, é seguro.
Acelero meus movimentos e explodo finalmente na buceta pulsante da mamãe, que aperta com força esse pau que não para de inundar o interior dela. Cada estocada é uma descarga do meu pau que não para de jorrar jatos como se quisesse apagar esse fogo. interno.
Mamãe continua apertando a bacia em cada estocada e a gente se funde de novo num beijo longo que me faz ver estrelas, enquanto meu pau continua pulsando lá dentro. Ela olha nos meus olhos e de repente revira eles, parece estar em transe, se agarra forte no meu pescoço e se deixa cair repetidamente, mas dessa vez com mais energia e mais velocidade. As duas mãos dela agora seguram meu rosto e eu vejo em primeiro plano os peitos lindos dela balançando. Aí ela solta um suspiro longo e eu sinto intensamente como ela aperta os músculos da buceta contra meu pau ainda duro. É quando eu vejo o corpo dela também se transformar, sentindo o tremor dela, os pelos arrepiados e os bicos dos peitos que parecem, por momentos, se contrair e endurecer como grãos de bico. Mamãe está perto do orgasmo e é maravilhoso descobrir que é “por minha culpa”. Ela continua de olhos fechados segurando meu rosto entre as mãos, abre os olhos, me olha e fecha de novo pra gozar soltando um gemido intenso que marca o orgasmo dela. Minhas mãos continuam desenhando a silhueta do corpo dela, acariciando as costas, a bunda e os peitos, enquanto ela não para de gemer ofegante, até que a respiração dela diminui e ela fica parada enfiada na minha espada que pulsa no calor da buceta encharcada dela.
Um atrás do outro a gente conseguiu gozar naquela, minha primeira transa, que acho que não vou esquecer enquanto viver. Assim a gente fica junto por um bom tempo, onde sem dizer nada a gente diz tudo com os olhares e as respirações ofegantes.
— Gostou? — ela pergunta finalmente com o sorriso radiante sabendo do prazer enorme que me deu.
— Pra caralho, mãe. Nunca vou esquecer!
— Pra mim também foi incrível, filho!
Ela beija minha testa e sai devagar da nossa união incestuosa. Quando ela se levanta, ainda vejo cair um gotão de porra grossa escorrendo pela parte interna da coxa dela. Tem algo mais erótico do que isso? - O que você perdeu, minha filha! – comenta com a Carla enquanto limpa o rastro com um lenço de papel.
- Já vi que vocês se divertiram pra caralho. – acrescenta a outra, que continua sentada no sofá, acariciando com os dedos uma rachinha inchada. Ainda está com tesão, sem dúvida.
- Você ainda tem meia hora pra pensar. – diz a mãe, apontando pro relógio da sala.
- Meia hora? – pergunto eu, ainda sentado naquela cadeira, com meu pau dando pulos e sem entender nada.
- Sim, são quase doze horas. – completa a mãe – e seu aniversário acaba.
Minha cara deve ser um poema, porque ainda não tô sacando a parada do relógio, mas é a Carla quem tira minhas dúvidas.
- O presente todo acaba às doze, Nacho. Essa foi a condição que a gente, eu e a mamãe, colocou.
- Condição?
- Sim, querido – intervém nossa mãe – sua irmã e eu planejamos essa festa toda e todos os seus presentes pra você sentir sexo pela primeira vez, mas com uma condição irrevogável: que tudo terminasse pontualmente às doze da noite. Eu não queria de jeito nenhum que isso fosse além desse dia, nem que suas brincadeiras de hoje se tornassem parte da sua vida normal. Isso era só um presente de aniversário e nada mais. Às doze, tudo volta a ser como antes.
- Tipo Cinderela? – falo rindo, como se fosse uma das piadas dela.
- Tô falando sério, Nacho. – aponta a mãe. – tudo que acontecer aqui, fica aqui e não vai se repetir. É importante que você entenda isso.
- Mas isso quer dizer que não vou poder foder com você de novo, mãe?
- Evidentemente que não. – responde firme. – Isso é só hoje.
- Mas...
- Sem mas. Esse foi o acordo que fiz com sua irmã: acontecesse o que acontecesse, tudo acabaria às doze da noite. Sem reclamações, sem remorsos, sem arrependimentos. Por isso quis que fosse especial e que nós três aproveitássemos até essa hora. Depois, tudo volta à nossa vida de sempre.
Nada poderá voltar a ser como antes e esta noite ficou marcada a ferro nas nossas vidas, pelo menos na minha, que não sabia de nada e descobri as portas do paraíso. Não vou conseguir esquecer isso assim tão fácil.
– Mas tudo isso não pode se repetir nunca? – insisto, todo triste.
– Não, filho, já falei que sem poréns, nem vamos nos despir um na frente do outro de novo. Temos que nos respeitar como família. A experiência é o presente de vocês de hoje e acaba hoje.
Não entendo nada. Então depois de nos despir, meter a mão, lamber, beijar, chupar e ter fodido com a minha própria mãe, agora tudo acaba? Assim, do nada?
– Mas eu quero foder com a Carla! – falo de repente, gritando que nem um moleque.
– Eu sei, meu amor, mas sua irmã decidiu que não, não podemos forçar ela, isso é algo que você também precisa aprender, a respeitar as decisões dela…
– Claro, mas é minha última chance… Nossa última chance!
– Ela prefere que a estreia dela seja em outro momento e com outra pessoa. No fim, você estreou com a mamãe, por acaso não gostou?
– Claro que sim. Foi a melhor coisa do mundo, mãe. Mas queria tanto fazer com a Carla…
Minha irmã levanta e me olha com uma cara meio de pena. A gente se abraça no meio da sala e ela me beija suavemente nos lábios. Adoro sentir o corpo dela pelado colado no meu.
– Obrigada, Nacho! – ela fala, olhando bem nos meus olhos. – Entendo que você queira me foder e eu também tô com vontade, tô muito cachorra, mas não tô preparada de verdade, tem algo que me impede. Não dificulta mais pra mim… por favor. Dá pra entender?
Claro que entendo que ela não queira, e mesmo sendo frustrante pra caralho, além de decepcionante, não posso lutar contra isso e no fundo tenho que agradecer por ter ela naquele instante pelada abraçada comigo e por ter me dado a primeira mamada da minha vida, que foi Foi maravilhoso, por sinal. Além disso, transei com a mamãe num dia que eu nunca imaginaria.
— Fica tranquila, não tem problema. O que sinto é que você não conseguiu. — digo, acariciando suas costas.
— Bom, ainda podemos fazer ela gozar de novo — intervém a mamãe, interrompendo nosso abraço.
Quando me viro, vejo que ela está segurando um consolo prateado. Deve ser o mesmo que serviu de treino todos esses dias e o que conseguiu tirar a virgindade da minha irmã.
— Mamãe! — protesta Carla ao ver a mãe com aquele brinquedo tão íntimo na mão.
— Vamos, filha, deixa pelo menos seu irmão meter o brinquedinho em você.
Carla olha pra mim de novo e tira o consolo das mãos da mamãe. Ela me dá a mão e me leva até a mesa da sala. Coloca a bunda na borda e me pede pra ajudá-la a subir, abrindo as pernas apoiadas em duas cadeiras.
— Espera, vou gravar isso. — diz a mamãe, colocando o celular apontado direto pra buceta da filha.
Continuo atordoado, mas ainda não entendo esse comportamento tão bipolar da nossa mãe: por um lado, fica até depravada; por outro, quer que depois da meia-noite tudo volte ao normal.
Minha irmã, enquanto isso, me entrega o cilindro brilhante e me convida a enfiá-lo dentro da buceta dela, que ela abre suavemente com os dedos, me oferecendo aquela abertura estreita e divina. Aponto o míssil e, depois de olhar pra minha mãe, que sorri ao meu lado sem parar de gravar, me aproximo até encostar a ponta do brinquedo na entrada proibida da minha irmã.
— Aperta o botão — me indica a mamãe.
Surpreso, descubro que o brinquedo tem um interruptor que, ao girar, ativa uma vibração suave. Quanto mais você gira, mais ele treme. Carla sorri pra mim ao sentir aquela tremedeira começando a entrar na bocetinha dela. Adoro ver de tão perto como aquela buceta tão gostosa se adapta à largura do objeto e o abraça de forma maravilhosa. Por estar sem pelos, dá pra ver perfeitamente os lábios maiores expostos ao máximo e os menores agarrados na bala cinza que se enfia quase até o fundo. O primeiro gemido da minha irmã me pega de surpresa e eu adoro vê-la assim, sentada na mesa, nua com as pernas completamente abertas enquanto eu brinco com o vibrador dela, tirando e colocando na sua bucetinha jovem e macia. Acho que a noite toda ela ficou muito excitada, e depois da transa que eu e a mamãe demos na frente dela, isso deixou ela no auge do prazer, sem dúvida ela tá mais que tesuda e eu adoro ver a cara de prazer dela. O peito dela incha, ela fecha os olhos, morde os lábios e minha mão livre vai até os peitos dela, acariciando-os suavemente. Ela abre os olhos surpresa, mas é tanto prazer que ela sente que sorri pra mim e volta a fechar os olhos, se deixando levar pelo tesão.
Minha mãe apoia o celular no meu ombro pra continuar filmando a cena dali e aproveita pra passar a mão direita nas minhas costas e chegar no meu pau, começando a me punhetar devagar. Meu Deus! Me enlouquece sentir a mão dela balançando meu pau de novo, que eu nem percebi que já tá completamente duro de novo.
A próxima cena é sublime quando minha mãe, sem parar de me punhetar e beijar meu ombro, vejo a Carla ofegando cada vez mais rápido, balançando com o movimento suave e constante da minha mão esquerda no peito dela e a direita enfiando o vibrador na buceta dela. Ela abre os olhos de leve pra observar como a mão da mamãe continua me masturbando com força na frente do corpo nu e gostoso dela. Ela deve achar que é esse pau que tá agora dentro da vagina inexplorada dela. Como eu queria ter meu pau lá dentro!
Os joelhos dela tremem e eu sinto as coxas dela querendo se fechar… o corpo dela fica tenso e de repente, abrindo a boca, ela solta da garganta um gemido forte, jogando a cabeça pra trás, gozando com toda a vontade, sem que eu não pare nem um segundo de meter o cacete na bucetinha dela, que molha até meus dedos. A imagem é tão impactante e a mão da mamãe tão habilidosa que a punheta é uma das melhores da minha vida. Nem percebo que meu orgasmo não me deixa me controlar e meu primeiro jato sai disparado sobre os peitos da Carla, o segundo cai no umbigo dela e o terceiro no púbis. Ela abre os olhos, molha os lábios e me sorri, como quem diz que pagou boa parte daquela dívida. Não é a mesma coisa que ter comido ela, isso é claro, mas quase foi isso, uma transa ao vivo, mas com um controle remoto. Com isso eu me contento, por ter feito ela gozar e por ter deixado ela cheia do meu leite por todo o corpo perfeito dela. Mamãe me olha e sorri, sabendo que proporcionou um prazer enorme ao meu corpo mais uma vez. Ela é uma mulher incrível.
– Gente, são meio-dia! – ela anuncia de repente, desligando a gravação e quebrando toda a magia do momento.
A frase dela era o combinado, mas me deixou desiludido de novo, porque apesar da noite maravilhosa, tudo foi curto e eu queria continuar mais tempo. Mal tive tempo de processar.
– Sabe que era o combinado? – comenta mamãe, acariciando minhas costas nuas.
– Sim… Eu sei. – falo, querendo ver compaixão, mas ela continua firme com o olhar autoritário e claro.
Carla levanta da mesa e me dá um selinho na boca, antes de ir para o banheiro se lavar. Fico apreciando a nudez dela pela última vez e curto aquele rabo redondo tão perfeito. Que sorte ter ela como irmã!
– Vamos, você também para o seu quarto! – ordena mamãe.
– É cedo. – reclamo.
– Vamos, Nacho, amanhã tem aula. Você já não teve o suficiente por hoje?
Meus olhos vão para os peitos dela e depois para a buceta, com aquela pequena moita de pelos que enfeita, e acho extraordinário. Parece mentira que eu comi ela minutos atrás. antes.
− Obrigada, mamãe! – digo sorrindo.
Agora sou eu quem beija seus lábios, colando meu corpo nu ao dela e acariciando sua bunda. Amo essa sensação, e ela também, porque sinto ela ronronando quando minha língua brinca com a dela e minhas mãos desenham todas as suas curvas.
− Vamos, filho. Vamos ser sérios e parar com isso. O tempo acabou – ela decreta, se afastando de mim mais séria.
− E as fotos?
− Isso é uma lembrança para o futuro. Por enquanto, já chega por hoje. Um dia, daqui a alguns anos, teremos a oportunidade de vê-las juntos e relembrar este dia.
Vou para meu quarto perturbado, mas antes paro e me viro para a mamãe para observá-la nua mais uma vez, pois quero guardar essa imagem para sempre. Ela me manda um beijo enquanto balança os quadris de um jeito muito sensual, provocante e delicioso.
− Parabéns, filho! – ela diz sorrindo.
Entro no meu quarto e, sem colocar o pijama, me deito de barriga para cima na cama, tentando processar tudo o que aconteceu ao longo desse dia tão especial.
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2971070/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-7.htmlCONTINUA…
TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESSA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHAR COM A COMUNIDADE PORINGERACAPÍTULO ANTERIOR:http://www.poringa.net/posts/relatos/2969128/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-5.html#comment-136246
CAPÍTULO 5 (A estreia)
Não sei quanto tempo fico olhando pra elas, acariciando suas cabeças, ali ajoelhadas aos meus pés, mas realmente teria adorado ficar assim pra sempre.
Mamãe se levanta e diz que vai se limpar depois de ter deixado ela bem melada. Ainda parece inacreditável que eu tenha gozado nas duas tetonas dela. Enquanto isso, continuo acariciando a cabeça da Carla, que ainda está meio sentada no chão. Sem dúvida, ela merece meu agradecimento pelo ótimo trabalho, uma lição aprendida perfeitamente.
— Você gostou? — minha irmã pergunta, acariciando meu pau moreno e brincando com ele como se quisesse reanimá-lo.
— Tá brincando? Porra, amei, Carla!
— Então fiz direito?
— Foda! Nunca teria imaginado, e você me fez viver o melhor momento da minha vida. Me fez um boquete incrível, irmãzinha! — respondo todo eufórico.
— Nem eu mesma acredito que fiz isso.
— Se arrepende?
— Não, mas me sinto estranha. — ela completa enquanto observa meu pau crescendo devagar entre os dedos dela, e isso parece diverti-la.
— Pra mim foi algo maravilhoso. — comento.
— Pra mim também, adorei fazer...
— E você engoliu, sem frescura... Você é incrível.
— Pois é. Mamãe me avisou que nem toda mulher gosta, e algumas rejeitam com nojo, mas pra mim foi francamente agradável. É bem gostoso.
Caramba, minha mãe dando conselhos pra filha sobre o gosto do leite e que nem todas gostam, parece claro que as duas adoram, e eu que elas façam isso, nem se fala... Por um momento, nos olhamos nos olhos, com aquela cumplicidade que quase não precisa de palavras. Ela e eu sempre tivemos isso. É verdade que brigamos muito como irmãos, mas acima de tudo, nos amamos muito.
— Eu também me sinto estranho, Carla. Não sei se isso é normal. — falo.
— Bom, normal não é, mas mamãe insistiu que a melhor maneira de Iniciar no sexo é fazer com alguém de muita confiança, que te ame e que não te deixe na mão como um trapo.
— Bom, isso me parece inteligente.
— Sim, Nacho, mas não cometendo incesto.
Voltamos a nos olhar em silêncio, buscando nos olhos um do outro algum tipo de explicação para tanto absurdo.
— Você acha que a mãe fez tudo por causa de uma experiência ruim dela? — pergunto.
— Tenho certeza. A primeira vez dela não deve ter sido como ela queria. Infelizmente, foi o contrário.
— Bom, por enquanto posso dizer que minha primeira vez está sendo maravilhosa — acrescento acariciando seu queixo.
Ficamos um tempo em silêncio, embora minha irmã não pare de brincar e observar meu pau crescendo cada vez mais entre os dedos dela.
— Carla, sobe em cima de mim. — falo de repente.
— Como?
— Isso, sobe como antes, quando você sentou em mim.
— De frente?
— Sim.
— Mas Nacho, agora estamos pelados. — ela fala como se até então já não tivéssemos passado de vários limites.
— Por favor, quero sentir você, Carla. Fica tranquila que não vou meter. Só quero sentir você pelada em cima de mim. Deve ser algo do caralho.
Apesar dela parecer relutante no começo, não preciso repetir, pois depois de uma piscadela minha, ela se levanta. Meu pau ficou órfão dos dedos dela, mas saber que vou sentir ela inteira em cima de mim faz ele ficar no tamanho máximo. Carla se levanta devagar, me deixando admirar mais uma vez a nudez dela se movendo de forma felina.
— Cuidado com isso. — ela fala apontando pro meu pau que já tá apontando pro teto.
— Fica tranquila.
Seguro meu pau ereto colado no corpo e ela abre as pernas, subindo em cima das minhas até a buceta dela bater direto nas minhas bolas. Fico alucinado tendo essa deusa montada em mim.
— Caralho, Carla! — falo ao sentir aquele corpo pelado no meu e a buceta dela literalmente colada na minha. Meu pau descansa sobre a depilação da buceta dela.
Ela aperta as coxas contra meu quadril e me dá um beijo suave nos lábios. Aproveito para acariciar um dos peitos dela, que fica na minha mão, e ela recebe isso com gemidinhos. Ela continua muito quente, e isso me excita tanto que meu pau vai acordando cada vez mais. Minhas mãos desenham a cintura e o quadril dela, e depois amasso com vontade a bunda redonda que ela tem.
Nesse momento, a mamãe chega, depois de se limpar um pouco após eu gozar nos peitos dela.
— Puxa, como vocês aprendem rápido! — diz nossa mãe, completamente nua, no meio da sala, com as mãos na cintura.
Por um momento, ficamos parados, com nossos corpos unidos nessa posição divina.
— Mamãe, é que… — Carla intervém, muito sem graça.
— Adoro ver vocês assim, filhos. Acho estranho não ouvir as brigas de vocês, e agora parece que estão transando. Deixem eu tirar umas fotos, vocês estão lindos assim, juntos e nus.
Isso é alucinante. Minha mãe não só não briga com a gente, como nos estimula. É aí que a pélvis de Carla se crava contra meu colo, fazendo eu sentir o calor que sai da buceta dela, que imagino estar perfurando naquele momento. Ela está extremamente tesuda, percebo pelos mamilos dela e pelo movimento nervoso da boceta dela contra a minha. Meu pau está cada vez mais duro, e sinto um tremor nos lábios dela, sinal de que ela está sentindo ele inteiro sobre a xereca dela. Porra, que delícia!
— Beija seu irmão, filha. — ordena a mamãe.
Os lábios de Carla envolvem os meus, e a gente se beija de língua, nos acariciando mutuamente, o que nos faz gemer e nos mover levemente. É verdade que parece que estamos transando, mesmo eu não tendo metido ainda, algo que, aliás, sonho em realizar em breve. As línguas brincam dentro e fora das nossas bocas, sem nos importarmos com mais nada naquele instante. Por um momento, nossos lábios se separam, e ela se vira para mim. fica olhando fixamente nos olhos.
− Que tesuda que eu tô! - ela me diz num suspiro longo.
Essa frase me incentiva a continuar apalpando ela sem nenhum pudor, totalmente entregue ao prazer e àquele corpo que me eletriza.
− Quero te foder! - respondo no ouvido dela, completamente descontrolado.
Nesse momento, Carla abre os olhos assustada e se levanta como se tivesse levado um choque. Posso ver a buceta dela encharcada com os fluidos dela misturados com os meus.
− O que foi, filha? - minha mãe pergunta ao ver que ela levantou do meu colo tão de repente.
− Nada. - responde olhando pro chão, envergonhada.
− Vamos, o que você disse pra ela, Nacho?
Demoro pra responder, ainda contrariado com aquela reação, mas com uma ereção enorme que não passa despercebida.
− Só que quero comer ela. - falo, observando o corpo gostoso da minha irmã.
− Calma, filho, vai ter tempo pra tudo. Lembra que a mulher precisa estar preparada, se não tiver, você tem que ter paciência.
− Já, mas...
− Lembra, isso tem que ser feito com calma. Vamos, agora brindamos de novo - ela completa, servindo outras três taças e vendo que a filha tá meio desconfortável com a situação, embora dê pra ver que ela continua muito excitada, porque fica olhando pro meu pau duro.
Mamãe consegue tirar a importância desse contratempo, nos convidando pra ver como ficaram as fotos e vídeos. Sentados no sofá nós três, eu no meio dessas duas gostosas, começamos a ver. Por mais que eu esteja vendo, acabou de acontecer, continuamos pelados e ainda não consigo acreditar. Cada foto é mais quente que a anterior e eu sinto a agitação da Carla do meu lado, mas mamãe parece estar adorando, percebo pelo jeito que morde o lábio ao ver alguma foto em que tá com meu pau na boca dela. Nesse momento, ela aproveita pra me dar um beijo e, em seguida, começa a me masturbar.
− Que coisa dura, meu filho. Teu minha irmã vai receber um puta presente e eu tô com inveja.
minha irmã não responde e dá pra ver que ela tá nervosa, mas já não olha mais pras imagens, tá olhando direto pro meu pau e como nossa mãe tá balançando ele com maior habilidade.
— Mas o que que tem, querida? — mamãe pergunta pra Carla
— Nada.
— Vai, me conta. Tá com medo disso? — ela pergunta de novo, fazendo giros com a cabeça do meu pau.
— Sei lá, tudo isso...
— Não quer continuar, filha? — mamãe interrompe, acariciando agora uma das bochechas rosadas dela com as costas da mão, mas sem parar de acariciar meu pau.
— Não, não sei se consigo.
— Tá com medo, filha? Eu sei que o pau do seu irmão é grande, mas vai se adaptar à sua bucetinha, você sabe que a gente treinou ele e ele vai fazer com cuidado.
Ao ouvir minha mãe falar isso, não consigo evitar sentir mais tensão na minha vara e ela também, porque aperta com os dedos.
— Você vai ver que maravilha quando sentir ele dentro. Vai gozar como nunca — ela completa.
— Sei lá, tô confusa com tudo isso
— É normal ter uma confusão na cabeça, é sua primeira vez e vai dar medo meter uma coisa tão grande.
Não paro de pensar na oportunidade que vou ter de estrear e nada menos que na bucetinha linda da minha irmã, mas ela tá cheia de dúvidas.
— Não é só isso, mãe, isso não me parece normal, acho que a gente foi longe demais.
Poxa, agora parece que minha irmã tá com remorso, embora nisso a Carla tenha razão, a coisa saiu do controle, não dá pra considerar que isso seja a coisa mais natural do mundo, mas nessa altura eu só quero sentir a sensação de meter meu pau naquele buraquinho que sempre sonhei.
— Filha, a gente conversou sobre isso todos esses dias e você tava de acordo, por que não se deixa levar pelo que seu corpo manda?
— Tô com medo — afirma Carla, enquanto eu observo ela nua. Esse corpo que me deixa louco e que eu tô morrendo de medo de não conseguir foder como sempre sonhei.
— Não tem problema, filha, a gente tá aprendendo. — intervém a mãe. — Hoje é só um dia de aprendizado e um dia vocês vão estar com a sua namorada ou seu namorado e vão saber como agir em cada situação, sem que isso seja um problema e com a experiência que vocês tão adquirindo hoje. Não façam nada que não queiram, se virem que não é o momento, a gente para e pronto.
— Eu quero sim, mãe — acrescento pra deixar claro que eu topo qualquer parada, sem me importar com regra absurda nenhuma nem muito menos com condicionantes morais.
Minha mãe sorri pra mim com aquela ternura incrível dela e acaricia meu queixo.
— Hahaha, já viu que seu irmão não tá botando obstáculo… — diz a mãe sorrindo pra minha irmã, mas nem de brincadeira parece convencê-la, porque ela continua de cabeça baixa.
Até eu não tô muito convencido com tudo isso, porque, na real, isso é normal? Será que vai ficar só no dia do meu aniversário? Será que vai nos marcar pra sempre? Meu corpo, com certeza, pensa diferente da minha cabeça e só pensa em foder, foder e foder.
— O que te preocupa, filha? — pergunta a mãe, vendo que ela tá apavorada.
— Não tô preparada.
— Você não tá excitada? Não quer que seu irmão meta em você?
Porra, as duas perguntas da mãe fazem meu pau dar outro pulo, já nem sei se tô sonhando ou se é tudo fruto da minha imaginação, mas minha mãe parece disposta a não desistir… e acho que eu também não.
— Não é isso, mãe. Eu amo muito o Nacho e tô excitada, sim, adoraria foder… mas…
— Então? Se você tá excitada e com vontade de ser penetrada por ele, cadê o problema?
— Mãe, ele é meu irmão. — responde.
— Querida, por isso que eu quis que hoje fosse algo extraordinário, fora do normal, em que por um dia a gente quebrasse as regras, que fosse pra compartilhar em família, que vocês descobrissem o sexo pela primeira vez, pra que no futuro vocês possam ter tudo. o prazer do mundo. Não é melhor ser treinada e guiada por mim?
– Sim, mamãe, mas…
– Já faz duas semanas que estamos nos preparando, Carla. – diz a mamãe, me deixando ainda mais alucinado, porque eu não sabia que elas estavam organizando essa orgia há tanto tempo.
– Não é só por causa do Nacho, eu queria guardar minha virgindade pro meu primeiro namorado, que seja algo especial.
Carla fala isso com uma cara de convicção, como se fosse algo aprendido, lido, uma espécie de regra que agora está sendo quebrada de todas as formas.
– Mas querida – intervém a mamãe, sem parar de acariciar ternamente o cabelo dela – isso é um baita erro…
– Por quê? Não é bonito guardar isso pro meu futuro namorado ou marido?
– E o que você ganha com isso? – responde agora nossa mãe, mais séria.
– Sei lá, que seja a nossa estreia.
– Pois esse é exatamente o erro de muitas mulheres, que querem guardar isso pra um dia em que o único que vai aproveitar vai ser ele, porque elas vão passar por momentos de medo, dúvida, tensão e inexperiência que poderiam ser muito mais gostosos se uma mulher desse pro seu primeiro amor uma transa experiente, sem freios, sem amarras, sem convencionalismos, e ainda mais se tiver tido uma boa preparação antes.
Porra, a mamãe conseguiu me convencer de que a virgindade é um conto do passado, e isso que deveria ser o contrário, que uma mãe guardasse isso pra filha, pela coisa tradicional, e agora inverte o jogo e é a filha que quer ser virgem. Agora acontece que uma mãe é a melhor professora pra esses assuntos…
– Não se preocupa, filha, não precisa forçar nada, entendo que agora é mais difícil tomar essa decisão e não quero que você faça nada contra a sua vontade. Não façamos o que não queremos. Esse é o pacto. Combinado? Se hoje você não se sentir a fim de fazer, vai fazer com seu namorado no futuro, mas lembra que é sua última chance.
Carla cala a boca e a mamãe se levanta, me deixando meio pasmo e bem desiludido. De novo ela percebe.
– Você, Nacho?
– Eu? – pergunto.
– Sim. Você quer perder a virgindade?
– Sim, mas…
– Não se preocupa, hoje você come a mamãe. – ela completa com um sorrisão.
Inacreditavelmente, ao ouvir essas palavras, meu pau endurece a ponto de quase doer, como se tivesse levado um choque elétrico.
– Carla, coloca uma música lenta. – ordena a mamãe enquanto me convida com a mão pra dançarmos no meio da sala.
Nossos corpos nus se juntam de novo e dançam no ritmo daquela música, enquanto minhas mãos passam pelas curvas da mamãe, seus peitos, sua bunda, beijo seu pescoço e meu pau cresce ainda mais entre nossos corpos.
– Acho que você já tá pronto, filho. – ela sussurra no meu ouvido, segurando a dureza do meu pau com a mão – Como você prefere fazer?
Demoro pra reagir, e agora são as mãos da mamãe que acariciam minha bunda, curtindo a firmeza dela, eu sinto no ronronar contínuo dela. Meu Deus, isso não pode ser real!
– Como você fantasiou fazer com a sua mãe? Vamos, me fala. – ela pergunta de repente.
– Não sei. Eu…
– Vai, filho, não vai se acanhar agora. Com certeza você já bateu umas mil punhetas pensando em mim ou na sua irmã. Qual é a posição que mais te excita?
Porra, até minha mãe sabe que os sonhos que eu vivo nas minhas punhetas são em homenagem a elas. Finalmente respondo:
– Bem, de todos os jeitos, mamãe… Eu gosto de todos. O que você preferir.
– Entendi. Beleza, então eu vou subir em cima e assim eu controlo melhor. Tá bom pra você?
Sem objeção. Mamãe coloca uma cadeira no meio do tapete e me convida a sentar. Olha pra filha dela como quem convida ela a pensar no que tá perdendo. Sobe montada em mim e junta a boceta dela com a minha, fazendo a rachinha dela desenhar a umidade dela no comprimento duro do meu pau.
– Filha, grava bem e presta atenção em tudo pra pelo menos aprender como você vai ter que fazer no futuro na sua primeira vez.
Observo pela enésima vez a Carla avançando nua, só com os saltos altos, pronta pra nos fotografar. Como eu queria que ela topasse a estreia dos dois e a gente foder do jeito que sempre sonhei, mas entendo o que ela diz, mesmo que naquele momento eu tô pouco me lixando pra preconceitos morais, éticos e tal… a única coisa que quero é meter nela de uma vez. Agora tenho a mamãe em cima de mim… não posso ser mais egoísta, tendo a outra mulher dos meus sonhos, nua no meu colo, pronta pra ser penetrada pelo filho dela.
– Agora, meu bem, você vai fazer o que sempre sonhou. – mamãe fala com uma voz melosa e gostosa, lendo meus pensamentos.
Ela apoia os pés firmes no chão, nos saltos agulha, pra se levantar um pouco até pegar meu pau por trás do corpo dela. Os peitos dela ficam na minha cara, balançando e provocantes, então eu chupo eles com gosto, o que arranca um suspiro forte da mamãe. Me sinto orgulhoso de novo por ter causado isso. Ela guia a ponta da minha lança e esfrega contra a buceta molhada dela. A sensação de sentir ela tão diretamente é incrível, ainda mais quando minha cabecinha encosta na abertura macia da bucetinha rosada dela e vai entrando devagar, só a ponta, mas parece algo inacreditável. Não consigo evitar um arrepio. Mamãe sorri e me beija na testa. Os peitos dela continuam na minha cara e eu não paro de morder, chupar, beijar… Porra, que gostosa que é minha mãe, caralho… e que gostinho delicioso!
– Vou descer. Tá pronto? – ela avisa, com os olhos abertos e cheios de tesão.
– Sim! – respondo quase gritando.
O corpo da mamãe vai descendo devagar enquanto ela se agarra no meu pescoço e a buceta dela se abre como uma flor enquanto meu pau entra pelas paredes quentes da boceta dela. Que maravilha! Tô com ela completamente empalada!
– Meu Deus! – consigo falar. Mamãe solta outro suspiro, agora mais fundo, enquanto acaricia minha nuca, enquanto eu seguro seus quadris e ela começa a balançar o corpo de um jeito que meu pau sai inteiro com a mesma calma, sentindo a sucção da buceta mais adorável que eu poderia imaginar. Agora ela fica me olhando com uma cara de pura safadeza e se deixa cair de novo de uma vez, fazendo a gente soltar outro gemido prolongado.
— Que gostoso, filho! — solta mamãe depois de um longo suspiro.
— Sim! — respondo extasiado.
— Fazia tempo que não tinha um negócio tão grande dentro de mim. — ela geme.
A partir desse momento, ela começa a subir e descer devagar, sentindo tudo por completo, fazendo meu pau virgem explorar uma e outra vez o paraíso que é a sua preciosa caverna, que envolve maravilhosamente minha vara de carne. Eu sabia que foder devia ser maravilhoso, que transar com mamãe podia ser incrível, mas agora que estou metendo nela, é, sem dúvida nenhuma, a coisa mais alucinante que já vivi.
Ela me observa atentamente e adora fazer isso vendo minha cara evidente de prazer, enquanto sinto o calor que emana do seu buraco acolhedor abraçado ao meu pau. Sentir ela entrar e sair sem parar é um prazer inusitado para mim, sinto como ela aperta as paredes da buceta me prendendo, como se não quisesse nunca sair, e eu, claro, também não quero. Amasso seus peitões, belisco os bicos, desenho suas curvas com as mãos... Tem uma hora que sinto meu corpo vibrar e me agarro no assento da cadeira enquanto mamãe cavalga cada vez com mais energia, fazendo o som rítmico do choque dos nossos corpos nus. Esse som me parece a melhor música para a nossa dança erótica, e adoro ver como o corpo de mamãe se mexe a cada batida. Passo as mãos no cabelo dela, alisando, e ela fecha os olhos sentindo como eu encho sua buceta ardente com meu pau.
— Meu filho! — ela solta num longo suspiro, abraçando minha cabeça. e pegando as tetas dela.
Minha mão direita apoia na nuca dela e vou descendo acariciando parte das costas sem parar de sentir o corpo gostoso dela em êxtase. Minha outra mão amassa devagar a bunda dela a cada batida dos nossos corpos e ao mesmo tempo minha boca caça cada um dos botões durinhos que são os mamilos dela. Num dado momento ela me olha e sorri, sabe que o prazer é mútuo, mas pra mim, além disso, é minha primeira vez e, por sinal, a mais maravilhosa que eu poderia ter sonhado. Ela inclina a cabeça de um jeito tão sensual, que eu amo, e nossas bocas se juntam de novo num beijo frenético e entregue a essa trepada mágica que eu não quero que acabe nunca.
Tanto prazer ignorado é difícil de controlar pro meu corpo fraco que começa a tensionar e da minha boca começam a sair, ofegantes, vários gemidos. Ela, me vendo em êxtase, acelera os movimentos e meu pau parece crescer dentro dessa buceta tão experiente, fazendo com que pela minha boca saiam todos os suspiros do mundo, enquanto ela continua gozando e gemendo a cada investida. Só se ouve o som das nossas respirações, o balanço da cadeira a cada estocada e nossos corpos nus se chocando, marcando um ritmo diabolicamente erótico e delicioso. Olho nos olhos dela, como eles se fecham, ela tá me sentindo por inteiro, assim como eu sinto ela. Me agarro na cintura dela e aperto minha pelve a cada vez que a gente se une por completo. Isso é incrível. Tô comendo a mamãe!
− Mamãe, vou gozar! Não aguento mais! – falo quase num grito, porque o orgasmo vem descontrolado.
− Goza dentro, filho, sem problema. – ela fala com a respiração ofegante.
− Sério?
− Sim, fica tranquilo, é seguro.
Acelero meus movimentos e explodo finalmente na buceta pulsante da mamãe, que aperta com força esse pau que não para de inundar o interior dela. Cada estocada é uma descarga do meu pau que não para de jorrar jatos como se quisesse apagar esse fogo. interno.
Mamãe continua apertando a bacia em cada estocada e a gente se funde de novo num beijo longo que me faz ver estrelas, enquanto meu pau continua pulsando lá dentro. Ela olha nos meus olhos e de repente revira eles, parece estar em transe, se agarra forte no meu pescoço e se deixa cair repetidamente, mas dessa vez com mais energia e mais velocidade. As duas mãos dela agora seguram meu rosto e eu vejo em primeiro plano os peitos lindos dela balançando. Aí ela solta um suspiro longo e eu sinto intensamente como ela aperta os músculos da buceta contra meu pau ainda duro. É quando eu vejo o corpo dela também se transformar, sentindo o tremor dela, os pelos arrepiados e os bicos dos peitos que parecem, por momentos, se contrair e endurecer como grãos de bico. Mamãe está perto do orgasmo e é maravilhoso descobrir que é “por minha culpa”. Ela continua de olhos fechados segurando meu rosto entre as mãos, abre os olhos, me olha e fecha de novo pra gozar soltando um gemido intenso que marca o orgasmo dela. Minhas mãos continuam desenhando a silhueta do corpo dela, acariciando as costas, a bunda e os peitos, enquanto ela não para de gemer ofegante, até que a respiração dela diminui e ela fica parada enfiada na minha espada que pulsa no calor da buceta encharcada dela.
Um atrás do outro a gente conseguiu gozar naquela, minha primeira transa, que acho que não vou esquecer enquanto viver. Assim a gente fica junto por um bom tempo, onde sem dizer nada a gente diz tudo com os olhares e as respirações ofegantes.
— Gostou? — ela pergunta finalmente com o sorriso radiante sabendo do prazer enorme que me deu.
— Pra caralho, mãe. Nunca vou esquecer!
— Pra mim também foi incrível, filho!
Ela beija minha testa e sai devagar da nossa união incestuosa. Quando ela se levanta, ainda vejo cair um gotão de porra grossa escorrendo pela parte interna da coxa dela. Tem algo mais erótico do que isso? - O que você perdeu, minha filha! – comenta com a Carla enquanto limpa o rastro com um lenço de papel.
- Já vi que vocês se divertiram pra caralho. – acrescenta a outra, que continua sentada no sofá, acariciando com os dedos uma rachinha inchada. Ainda está com tesão, sem dúvida.
- Você ainda tem meia hora pra pensar. – diz a mãe, apontando pro relógio da sala.
- Meia hora? – pergunto eu, ainda sentado naquela cadeira, com meu pau dando pulos e sem entender nada.
- Sim, são quase doze horas. – completa a mãe – e seu aniversário acaba.
Minha cara deve ser um poema, porque ainda não tô sacando a parada do relógio, mas é a Carla quem tira minhas dúvidas.
- O presente todo acaba às doze, Nacho. Essa foi a condição que a gente, eu e a mamãe, colocou.
- Condição?
- Sim, querido – intervém nossa mãe – sua irmã e eu planejamos essa festa toda e todos os seus presentes pra você sentir sexo pela primeira vez, mas com uma condição irrevogável: que tudo terminasse pontualmente às doze da noite. Eu não queria de jeito nenhum que isso fosse além desse dia, nem que suas brincadeiras de hoje se tornassem parte da sua vida normal. Isso era só um presente de aniversário e nada mais. Às doze, tudo volta a ser como antes.
- Tipo Cinderela? – falo rindo, como se fosse uma das piadas dela.
- Tô falando sério, Nacho. – aponta a mãe. – tudo que acontecer aqui, fica aqui e não vai se repetir. É importante que você entenda isso.
- Mas isso quer dizer que não vou poder foder com você de novo, mãe?
- Evidentemente que não. – responde firme. – Isso é só hoje.
- Mas...
- Sem mas. Esse foi o acordo que fiz com sua irmã: acontecesse o que acontecesse, tudo acabaria às doze da noite. Sem reclamações, sem remorsos, sem arrependimentos. Por isso quis que fosse especial e que nós três aproveitássemos até essa hora. Depois, tudo volta à nossa vida de sempre.
Nada poderá voltar a ser como antes e esta noite ficou marcada a ferro nas nossas vidas, pelo menos na minha, que não sabia de nada e descobri as portas do paraíso. Não vou conseguir esquecer isso assim tão fácil.
– Mas tudo isso não pode se repetir nunca? – insisto, todo triste.
– Não, filho, já falei que sem poréns, nem vamos nos despir um na frente do outro de novo. Temos que nos respeitar como família. A experiência é o presente de vocês de hoje e acaba hoje.
Não entendo nada. Então depois de nos despir, meter a mão, lamber, beijar, chupar e ter fodido com a minha própria mãe, agora tudo acaba? Assim, do nada?
– Mas eu quero foder com a Carla! – falo de repente, gritando que nem um moleque.
– Eu sei, meu amor, mas sua irmã decidiu que não, não podemos forçar ela, isso é algo que você também precisa aprender, a respeitar as decisões dela…
– Claro, mas é minha última chance… Nossa última chance!
– Ela prefere que a estreia dela seja em outro momento e com outra pessoa. No fim, você estreou com a mamãe, por acaso não gostou?
– Claro que sim. Foi a melhor coisa do mundo, mãe. Mas queria tanto fazer com a Carla…
Minha irmã levanta e me olha com uma cara meio de pena. A gente se abraça no meio da sala e ela me beija suavemente nos lábios. Adoro sentir o corpo dela pelado colado no meu.
– Obrigada, Nacho! – ela fala, olhando bem nos meus olhos. – Entendo que você queira me foder e eu também tô com vontade, tô muito cachorra, mas não tô preparada de verdade, tem algo que me impede. Não dificulta mais pra mim… por favor. Dá pra entender?
Claro que entendo que ela não queira, e mesmo sendo frustrante pra caralho, além de decepcionante, não posso lutar contra isso e no fundo tenho que agradecer por ter ela naquele instante pelada abraçada comigo e por ter me dado a primeira mamada da minha vida, que foi Foi maravilhoso, por sinal. Além disso, transei com a mamãe num dia que eu nunca imaginaria.
— Fica tranquila, não tem problema. O que sinto é que você não conseguiu. — digo, acariciando suas costas.
— Bom, ainda podemos fazer ela gozar de novo — intervém a mamãe, interrompendo nosso abraço.
Quando me viro, vejo que ela está segurando um consolo prateado. Deve ser o mesmo que serviu de treino todos esses dias e o que conseguiu tirar a virgindade da minha irmã.
— Mamãe! — protesta Carla ao ver a mãe com aquele brinquedo tão íntimo na mão.
— Vamos, filha, deixa pelo menos seu irmão meter o brinquedinho em você.
Carla olha pra mim de novo e tira o consolo das mãos da mamãe. Ela me dá a mão e me leva até a mesa da sala. Coloca a bunda na borda e me pede pra ajudá-la a subir, abrindo as pernas apoiadas em duas cadeiras.
— Espera, vou gravar isso. — diz a mamãe, colocando o celular apontado direto pra buceta da filha.
Continuo atordoado, mas ainda não entendo esse comportamento tão bipolar da nossa mãe: por um lado, fica até depravada; por outro, quer que depois da meia-noite tudo volte ao normal.
Minha irmã, enquanto isso, me entrega o cilindro brilhante e me convida a enfiá-lo dentro da buceta dela, que ela abre suavemente com os dedos, me oferecendo aquela abertura estreita e divina. Aponto o míssil e, depois de olhar pra minha mãe, que sorri ao meu lado sem parar de gravar, me aproximo até encostar a ponta do brinquedo na entrada proibida da minha irmã.
— Aperta o botão — me indica a mamãe.
Surpreso, descubro que o brinquedo tem um interruptor que, ao girar, ativa uma vibração suave. Quanto mais você gira, mais ele treme. Carla sorri pra mim ao sentir aquela tremedeira começando a entrar na bocetinha dela. Adoro ver de tão perto como aquela buceta tão gostosa se adapta à largura do objeto e o abraça de forma maravilhosa. Por estar sem pelos, dá pra ver perfeitamente os lábios maiores expostos ao máximo e os menores agarrados na bala cinza que se enfia quase até o fundo. O primeiro gemido da minha irmã me pega de surpresa e eu adoro vê-la assim, sentada na mesa, nua com as pernas completamente abertas enquanto eu brinco com o vibrador dela, tirando e colocando na sua bucetinha jovem e macia. Acho que a noite toda ela ficou muito excitada, e depois da transa que eu e a mamãe demos na frente dela, isso deixou ela no auge do prazer, sem dúvida ela tá mais que tesuda e eu adoro ver a cara de prazer dela. O peito dela incha, ela fecha os olhos, morde os lábios e minha mão livre vai até os peitos dela, acariciando-os suavemente. Ela abre os olhos surpresa, mas é tanto prazer que ela sente que sorri pra mim e volta a fechar os olhos, se deixando levar pelo tesão.
Minha mãe apoia o celular no meu ombro pra continuar filmando a cena dali e aproveita pra passar a mão direita nas minhas costas e chegar no meu pau, começando a me punhetar devagar. Meu Deus! Me enlouquece sentir a mão dela balançando meu pau de novo, que eu nem percebi que já tá completamente duro de novo.
A próxima cena é sublime quando minha mãe, sem parar de me punhetar e beijar meu ombro, vejo a Carla ofegando cada vez mais rápido, balançando com o movimento suave e constante da minha mão esquerda no peito dela e a direita enfiando o vibrador na buceta dela. Ela abre os olhos de leve pra observar como a mão da mamãe continua me masturbando com força na frente do corpo nu e gostoso dela. Ela deve achar que é esse pau que tá agora dentro da vagina inexplorada dela. Como eu queria ter meu pau lá dentro!
Os joelhos dela tremem e eu sinto as coxas dela querendo se fechar… o corpo dela fica tenso e de repente, abrindo a boca, ela solta da garganta um gemido forte, jogando a cabeça pra trás, gozando com toda a vontade, sem que eu não pare nem um segundo de meter o cacete na bucetinha dela, que molha até meus dedos. A imagem é tão impactante e a mão da mamãe tão habilidosa que a punheta é uma das melhores da minha vida. Nem percebo que meu orgasmo não me deixa me controlar e meu primeiro jato sai disparado sobre os peitos da Carla, o segundo cai no umbigo dela e o terceiro no púbis. Ela abre os olhos, molha os lábios e me sorri, como quem diz que pagou boa parte daquela dívida. Não é a mesma coisa que ter comido ela, isso é claro, mas quase foi isso, uma transa ao vivo, mas com um controle remoto. Com isso eu me contento, por ter feito ela gozar e por ter deixado ela cheia do meu leite por todo o corpo perfeito dela. Mamãe me olha e sorri, sabendo que proporcionou um prazer enorme ao meu corpo mais uma vez. Ela é uma mulher incrível.
– Gente, são meio-dia! – ela anuncia de repente, desligando a gravação e quebrando toda a magia do momento.
A frase dela era o combinado, mas me deixou desiludido de novo, porque apesar da noite maravilhosa, tudo foi curto e eu queria continuar mais tempo. Mal tive tempo de processar.
– Sabe que era o combinado? – comenta mamãe, acariciando minhas costas nuas.
– Sim… Eu sei. – falo, querendo ver compaixão, mas ela continua firme com o olhar autoritário e claro.
Carla levanta da mesa e me dá um selinho na boca, antes de ir para o banheiro se lavar. Fico apreciando a nudez dela pela última vez e curto aquele rabo redondo tão perfeito. Que sorte ter ela como irmã!
– Vamos, você também para o seu quarto! – ordena mamãe.
– É cedo. – reclamo.
– Vamos, Nacho, amanhã tem aula. Você já não teve o suficiente por hoje?
Meus olhos vão para os peitos dela e depois para a buceta, com aquela pequena moita de pelos que enfeita, e acho extraordinário. Parece mentira que eu comi ela minutos atrás. antes.
− Obrigada, mamãe! – digo sorrindo.
Agora sou eu quem beija seus lábios, colando meu corpo nu ao dela e acariciando sua bunda. Amo essa sensação, e ela também, porque sinto ela ronronando quando minha língua brinca com a dela e minhas mãos desenham todas as suas curvas.
− Vamos, filho. Vamos ser sérios e parar com isso. O tempo acabou – ela decreta, se afastando de mim mais séria.
− E as fotos?
− Isso é uma lembrança para o futuro. Por enquanto, já chega por hoje. Um dia, daqui a alguns anos, teremos a oportunidade de vê-las juntos e relembrar este dia.
Vou para meu quarto perturbado, mas antes paro e me viro para a mamãe para observá-la nua mais uma vez, pois quero guardar essa imagem para sempre. Ela me manda um beijo enquanto balança os quadris de um jeito muito sensual, provocante e delicioso.
− Parabéns, filho! – ela diz sorrindo.
Entro no meu quarto e, sem colocar o pijama, me deito de barriga para cima na cama, tentando processar tudo o que aconteceu ao longo desse dia tão especial.
PRÓXIMO CAPÍTULO:http://www.poringa.net/posts/relatos/2971070/Mi-madre-mi-hermana-y-la-fiesta-de-cumpleanos-7.htmlCONTINUA…
4 comentários - Minha mãe, minha irmã e a festa de aniversário 6