Fala, seus poringueiros(as) gostosos(as) do mundo todo. Já tá na hora de contar pra vocês onde a história real de sexo, amor, paixão e mistério com a minha linda irmã vai rolar.
Pra quem chegou agora nesse post, convido vocês a conhecerem desde o começo a nossa história nos 2 anteriores, pra entrar no contexto e entender direitinho essa história gostosa, safada e deliciosa de incesto que eu tenho com a minha irmã Angie e eu, Andrés.
Pois é, tudo aconteceu muito rápido e já chegando no próximo fim de semana depois dos últimos acontecimentos, a Angie me chama pra sair com as amigas e amigos dela pra balada no sábado à noite. E claro, a desculpa é que uma das amigas que eu tava afim na época ia estar lá, uma gostosa que tava sozinha, e supostamente queria me ver.
Pra não me alongar com os detalhes, vamos começar direto quando tudo rola na balada. Éramos 4 caras e 6 minas, entre elas minha irmã, 2 que estavam com os outros 3 caras. E Marcela é o nome da mina que eu tava afim, que foi sozinha e, claro, foi do jeito que eu gosto: com um vestido bem curto que deixava ver as pernas deliciosas dela. Desde que vi, não tirava os olhos dela, situação que alarmou a Angie e eu percebi, porque ela mesma comentou como a Marcela tava linda. Pois é, a Angie e eu estávamos sentados lado a lado, até que depois de alguns minutos ela me puxa pelo braço pra pista e me chama pra dançar. Ela fala no meu ouvido, dizendo pra gente dançar pra quebrar o gelo do grupo, todo mundo se animar e eu começar a me aproximar da Marcela.
Então, a conversa que a gente teve enquanto dançava no começo da noite foi assim:
Angie: E aí, bebê, cê tá todo bobo pela Marcela, hein? Ela chegou muito gostosa, aproveita agora que eu te solto e cê já tá animado pra chegar nela e chamar pra dançar. Quem sabe essa noite cê não consegue finalizar, hahaha.
Eu: Hahaha, pois é, ela é linda, gata. Mas cê também não fica pra trás, tá muito gostosa. E fica tranquila, qual a pressa? Eu vou chegar nela sim. Cê quer que algum desses caras da balada... Te puxei pra dançar.
Angie: hahaha, valeu pelo elogio de linda, que bom que você gostou de como eu tô, e de boa, eu só tava falando, pensando que você quer ficar com a Marcela, e além disso, dançando contigo os caras não chegam em mim e eu fico tranquila, você sabe que eu venho sozinha e que melhor par de dança do que você, mas não vou ser egoísta, você escolhe com quem quer dançar, só não esquece de mim.
Eu: de jeito nenhum, gata, sabe que faz tempo que a gente não faz isso e além disso, adoro como você dança, já as vezes que dancei com a Marcela, a gente se enroscou todo, então vou te procurar de noite pra gente dançar como deuses hahaha.
E foi assim, posso contar pra vocês que minha irmã tava com uma legging branca daquelas que eu amo, e já tinha reparado olhando de costas como marcava um pouco aquele fio dental, que quando ela sentava escapava um pouco, afff, só isso já me deixava nervoso, além de um top justo e curto que deixava ver a cintura e aquele abdômen tanquinho do exercício, e claro, marcava os peitões lindos e grandes dela. E noite adentro, cheguei na Marcela, dançamos umas duas vezes, conversamos, mas minha atenção tava toda na minha irmã Angie, em como ela tava gostosa e que cada vez que a gente dançava se entendia mais, a gente bebia pra caramba, e fazia um show na pista dançando todos os ritmos. Num momento que tava tocando reggaeton, a gente se colava e, de frente, ela descia o corpo dançando até parar o rosto na altura do meu volume, que já tava durasso o tempo todo. E de fato, eu tava com uma calça de sarja que fazia isso ficar ainda mais evidente. Quando ela descia, eu olhava nos olhos dela, ela levantava o olhar e me dizia com uma expressão que já tinha percebido que eu tava excitado, e aí se afastava um pouco como se dissesse com os gestos pra eu me acalmar, hahaha, e a gente ria. Depois a gente se colava de novo, ela virava de costas e eu abraçava ela forte, rodeando o peito dela com meus braços e encostando meu volume na bunda linda dela. Bum, que não parava de rebolçar de propósito pra me deixar excitado, aí se virava e, percebendo a situação, se afastava de mim rindo e em 2 segundos e 2 passos voltava pra perto.
Aí tivemos essa conversa:
Angie: uuuuui bebê, que tesão hein, tô sentindo você quente, kkkkkk
Eu: kkkkk, gata, é que o calor, a música e seus rebolados deixam qualquer um assim, que vergonha contigo!!! Além disso, você tá divina com essa calça justinha, dá pra ver a academia, e você cheira uma delícia, meu amor!!!
Angie: obrigada, bebê, mas tô preocupada com a Marcela, não deixa ela sozinha, ela vai querer dançar com você e que você chegue perto dela, embora na verdade eu ache que ela não dança igual a mim, kkkkkk
Eu: kkkkk, você mesma disse, gata, como hoje não tem química com ela, e se você não se importa, prefiro ficar com você, além do mais, ela não cheira tão bem quanto você.
Angie: tá bom, bebê, por mim melhor, mas meu amor, por que não me acompanha ao banheiro? Minha bexiga tá prestes a explodir de tanto líquido, kkkkk
Eu: claro, gata, bora.
Então fomos pros banheiros que ficavam lá embaixo, já que a gente tava no terraço, e enquanto íamos, eu notava todos os olhares na minha irmãzinha, e claro, senti raiva, ciúmes, mas também muito orgulho de estar do lado de uma mulherão desses.
Foi aí que, esperando ela sair, uma garota, mais pra madura, se aproxima de mim e pergunta: ei, você me parece familiar, é amigo da Cláudia, certo? E eu respondi, estranho: Não, nada a ver, acho que você tá me confundindo.
Essa garota meio madura não era feia, tinha um corpão e tava vestida com uma minissaia curta e um decote que deixava ver os peitos operados, era loira, branca e dava pra ver que era de boa classe.
Aí a gente continuou conversando enquanto minha irmã tava no banheiro, mas ela insistia e garantia, e me perguntou meu nome e disse o dela, se chamava Maria.
Maria: e quem você tá esperando? Sua namorada?
Eu: Não, uma amiga.
E foi nesse momento que a Angie chegou, e nós... Nós nos olhamos, dizendo com um gesto sutil que eu não a conhecia e que ela era uma estranha esquisita. Aí ela se tocou e reagiu, se jogando pra me abraçar, o que achei estranho mas divertido. Então Maria, a estranha, falou: "Ai, que mentiroso você é, é sua namorada, hein? Mas enfim, desculpa se te incomodei, você realmente se parecia com um amigo meu." Foi aí que me deu na telha apresentar a Angie como minha namorada, e falei: "Ei, olha, ela é a Angie, minha namorada, e é uma pena pela mentira, mas a gente não se conhece mesmo." E a Angie, toda educada, apertou a mão dela e se apresentou. Aí eu falei pra ela que a Maria tinha me confundido com um amigo, e a gente trocou um olhar — era nosso jeito de nos entender — sabendo que ela tinha outras intenções, talvez de me conhecer. Mas aí, enquanto a conversa andava, a gente foi pros banheiros, numa parte da balada onde não tinha tanto barulho. Angie virou de costas pra mim, bem coladinha, e fez eu abraçar ela pela cintura. Eu respondi na hora, dei uns beijinhos no pescoço e na orelha dela, acariciei o cabelo. No começo ela estranhou, virou o olhar pros meus olhos, mas entendeu que era uma brincadeira. E eu sabia que ela adorava essas situações de confusão divertida que a gente podia fazer com os outros, fingindo ser namorados.
Foi aí que Maria convidou a gente pra sentar na mesa dela, e contou que tinha vindo com uma amiga. A gente se olhou e combinou: "Vamos manter a mentira por um tempo, hahaha." Então Angie tomou a palavra e falou: "Vale, a gente fica um pouco porque temos uns amigos lá em cima no terraço, com quem a gente veio." E terminando isso, ela se virou pra mim e disse: "Tudo bem, bebê?" E me deu um beijo na boca, bem sutil mas segura do que tava fazendo. Eu respondi: "Tá bom, gata, vamos ficar um pouco", e abracei ela pela cintura, puxando a boca dela pra minha com mais força. Ela estranhou um pouco, mas respondeu abrindo a boca de leve e prolongando o beijo um pouco mais. Na mesa delas, a gente conheceu a amiga da Maria, era uma mina gostosa, também meio madura, um pouco mais baixa que todo mundo, mas com um corpão, meio cheinha, mas dava pra ver que era operada na cintura, nos braços, nas pernas, nos peitos e um pouco no rosto, e isso deixava ela muito sexy.
Aí entre uns drinks e a noite passando, a gente começou a descobrir as verdadeiras intenções da mina, e era que elas queriam algo comigo, e claro, minha irmã não era boba, ela sabia disso e não ficava se sentindo mal, me abraçava, me dava beijos na bochecha, em vários momentos me dava uns beijinhos na boca. Num momento, ela virou meu rosto com a mãozinha dela na direção dela, me olhou com uma paixão e ternura, se aproximou devagar com a boca meio aberta e eu consegui ver antes que chegasse na minha boca, como ela colocou a língua pra fora me convidando pra beijar com paixão, e foi assim, na frente delas, a gente se deu um beijo muito apaixonado. Senti o calor da boca dela e como ela mexia a língua gostoso, explorando a minha e toda a minha boca por dentro, e a mão dela que enfiou por baixo da minha camisa e acariciou meu abdômen, chegando até meu peito, e quando ela tirou terminando o beijo, passou sutilmente pelo meu volume pra ter certeza que eu tinha ficado excitado. Aí a gente se falou assim:
Angie: Que gostoso, bebê, você beija muito gostoso, gostou?
Eu: Sim, gostoso, princesa, claro que gostei, você tem uma boca espetacular, e você sabe que eu gostei, hein, já me sentiu kkkk
Angie: Sim, percebi isso, mas calma, relaxa, você não devia ficar assim comigo, lembra que a gente tá jogando, e elas tão comprando toda a história, kkkk, mas tô preocupada com nossos amigos, já é hora de falar que a gente vai embora.
Eu: Sim, princesa, já é hora de falar que a gente vai embora.
Mas foi aí que elas fizeram essa proposta: Olha, vocês formam um casal lindo, e a gente gostou muito de vocês, porque dá pra ver que são um casal liberal e divertido. O que a gente quer é ter uma aventura com vocês, bom, e a... É verdade que eu, dizia Maria, vi que você é um cara muito gostoso, te vi sozinho, e queria saber se você tem vontade de ter uma aventura com a gente. A verdade é que estamos com vergonha de você, Angie, porque se eu soubesse que ele tinha namorada, não teria chegado nele. Mas fazer o quê, já foi. Conhecemos vocês dois, e adoraríamos saber se querem ir com a gente pro apartamento, continuar bebendo uns drinques e, se o Andrés quiser e você deixar, Angie, com a sua participação, claro, transar comigo e com minha amiga. Com certeza a gente ia se divertir e criar um clima gostoso de putaria, prazer, música boa, de boa, e uns drinques. O que vocês acham? Nisso, Angie e eu nos olhamos e, apertando a mão uma da outra, dissemos não!!! Aí falei pra elas: nos deem um momento pra conversarmos a sós e aí a gente fala nossa decisão. E Maria disse: fiquem à vontade, sem pressa. Se quiserem, vão com seus amigos, conversem, continuem bebendo e nos avisem. A gente vai ficar aqui e, se hoje não decidirem, pode ser depois. Vou passar meu WhatsApp pra vocês me escreverem. Eu: beleza, Maria, obrigado por reparar na gente e pela proposta. A gente vai pensar direitinho e, se decidirmos, descemos e encontramos vocês. Aí voltamos pra varanda com nossos amigos, entre risadas e cochichos. Então, como se nada tivesse acontecido, chegamos e explicamos pros nossos amigos que a Angie tinha ido comigo um pouco pra encontrar uns amigos que vimos lá embaixo. E a noite inteira ficamos falando das meninas, do que tinha rolado, imaginando cada um como seria a cena se a gente aceitasse, e ríamos com olhares cúmplices. Já não ligávamos pros nossos amigos, só dançávamos os dois e ficávamos juntos, embora, pra disfarçar, dançássemos com os outros caras. E numa dessas conversas que tivemos, foi assim: Angie: amor, e aí, você ficou com tesão por causa daqueles beijos que a gente trocou, ou pela situação de estar com as duas meninas que, confesso, são muito gostosas??? Eu: claro, gata, você sabe que Sim, eu adoro essas aventuras, me excitam, e elas são bonitas, mas você é mais gostosa que elas e seus beijos são irresistíveis, como não ia ficar com tesão? Desculpa, mas mesmo sendo minha irmã, toda a situação e a sua culpa me deixaram assim kkkk. Além disso, eu falei: "Eu sei que você também curte aventuras e adora essas situações loucas, e com certeza você também tava excitada, ou vai dizer que não molhou sua calcinha fio dental kkkk?"
Angie: Kkkk, que idiota, claro que não, mas não vou negar que adorei deixar todos eles tão excitados. E imagina como seria?
Eu: Hummm, imagino sim, gata, mas depois te conto, porque aqui quase não escutamos nada.
E foi assim que o tempo passou na balada, tomamos mais um litro de aguardente antioquenha, continuamos na mesma, dançando de forma louca, nos tocando disfarçadamente. Ela já tinha o costume de colar a bunda em mim, se abaixar e olhar nos meus olhos, e passar minha mão por baixo da minha camisa até o peito. Ela já sabia como eu ficava, e quando tirava a mão, passava sutilmente pelo meu volume pra sentir e depois ria.
Foi então que, no caminho pra casa, um amigo que tinha carro e não tinha bebido nada nos levou. Nós íamos atrás, quase dormindo, muito bêbados, mas pelo menos eu conseguia me segurar. A Angie já não, ela ficava chata, dormia e acordava falando besteiras. E entre essas coisas loucas de bêbada, deitada sobre minhas pernas, ela começou a pegar no meu volume, que claro já tava duro, e fazia isso com força e ria, e eu preocupado que percebessem. E assim ela brincava de apertar forte, e nosso amigo que dirigia e a namorada dele que ia no carona riam porque a Angie dava gargalhadas sem motivo, embora eles não soubessem o real motivo. E era que ela se divertia com o jeito que eu pulava e tentava disfarçar quando ela apertava meu volume, kkkk, minha irmã é má.
Teve um momento em que ela não apertava mais pra me fazer pular, mas me acariciava suavemente, como apalpando meu pau duro, como decifrando tudo. sua forma e em que direção estava, e eu só ficava ali paralisado, já nessa altura, embora me sentisse meio tonto por causa dos drinks, tava bem consciente das ações da mina.
Bom, já em casa, e com muito cuidado, entramos, ela com um braço sobre meus ombros quase caindo, e eu tentando fazer o menor barulho pra fechar a porta. Já dentro, deixei ela no sofá da sala, ela se deitou e fui pegar água pra nós dois. Aí ela já tava bem grogue e quase forçando, dei a água pra ela, e ela voltou a cair dormindo no sofá.
Então não tive outra escolha senão carregar ela nos braços até o quarto dela. Ela dormia, mas murmurava coisas tipo: "ai bebê, que gostoso a gente se divertiu, né... bebê, vai ligar pra elas?" ela perguntava... "bebê, não vai sem mim, bebê, te amo!!!"
Aí deitei ela na cama e cobri com o cobertor, fiquei um tempinho olhando pra ela, quando ela diz: "bebê, não vai não!!! me ajuda a colocar o pijama. cê pode?"
"Vale, mina!!!" Então comecei a tirar o cobertor, já tinha tirado as sandálias dela e acho que foi aí que ela pensou que eu ia colocar o pijama nela. Mas aí continuei com a calça legging dela, que era sempre apertada e eu achava que ia ser difícil deslizar até os pés dela. Então ela, num movimento rápido, virou de bruços e me deu toda a costa e a visão da bunda linda dela, que levantava enquanto eu deslizava a legging pelas pernas dela, e claro deixava ver aquela calcinha fio dental que via como se enfiava naquela bunda gostosa, uma fio dental branca que eu tinha que tomar cuidado pra não puxar junto com a legging e ir ajeitando ela de volta na cintura dela aos poucos.
Era uma visão incrível, estar perto das pernas dela, e tocar elas bem depiladas e bronzeadas. Já fazia um tempo que meu pau tava no limite, tinha uma ereção enorme, e aí eu tava suando pra caralho, uma coisa que me fez, estando ali em cima dela, tirar a camisa, meus sapatos e meias e desabotoar a calça. E isso me fez sentir como um estuprador, me fez pensar que talvez tava errado o que eu tava fazendo, mas a mina com os movimentos dela meio dormindo, me dava permissão pra tirar a roupa dela, e me ajudava levantando a bunda e mexendo as pernas. Foi depois quando continuei com a camisa dela, talvez a parte mais difícil, então levantei ela pra tentar tirar, mas era impossível, foi quando ela virou de frente pra mim, levantou os braços mas continuava de olhos fechados, e aí consegui subir a camisa dela e começar a descobrir os peitões lindos dela debaixo de um sutiã branco bonito também, uffff como me deixou ter que roçar minhas mãos naqueles peitos. Pois bem, já tava de roupa íntima, então fiquei admirando ela um pouco enquanto procurava o pijama dela que tava jogado no pé da cama, aí sem muita pressa, coloquei o short nela dessa vez sendo um pouco mais ousado, tocando as pernas dela, ajustando mas passando minhas mãos entre as coxas dela e percebi que ela sentia, que tava consciente dos meus movimentos, e que gostava de como minhas mãos já quentes tocavam ela e como sentia meu volume roçando no corpo dela, então quando fui colocar a camisa do pijama nela, sentei atrás dela e a coloquei como pude, ela levantou os braços e pensei que era pra eu colocar a camisa, mas ela levou as mãos no fecho do sutiã e vi como tirava com tanta facilidade mesmo estando bêbada, então levantou os braços e já me convidava a passar a camisa por eles, e foi assim, mas quando abaixou rápido como se tivesse desabado, minhas mãos ficaram nos peitos dela e tive que tirar devagar, algo que eu achava que ela queria que acontecesse e foi assim que fiz bem devagar. Aí achei que podia beijar o pescoço dela e alcançar a bochecha porque a cabeça dela colocou no meu ombro, e foi assim que comecei a beijar ela e a tocar na cintura, ela tava totalmente caída e depois de um tempo de beijos e carícias, que ela respondia com um movimento suave de se contorcer, falei: boa noite gata!!! descansa!!! Embora estivesse muito tesudo, pensei em deixar ela em paz e ficar com ela como um príncipe, não como um aproveitador.
Então, quando já me mexi e deixei ela bem acomodada, ela disse: "bebê, fica comigo, vem deitar do meu lado, me faz carinho até eu dormir!" E eu respondi: "tá bom, gata, depois eu vou pra minha cama, beleza."
E foi aí que me animei a tirar a calça e ficar só de cueca, então me meti na cama e me cobri junto com ela. Ela encostou a cabeça no meu peito e colocou a mão na minha barriga, perto do umbigo, e assim a gente dormiu. Eu tava muito excitado, mas também sentia cansaço e tontura, tava com muito sono. Mais tarde, perto da madrugada, abri os olhos e percebi que a gente tava sem coberta e longe um do outro. Aí fui no banheiro mijar e decidi deixar ela na cama dela e ir pra minha, mas tirei a cueca e me deitei completamente pelado porque tava sentindo muito calor.
Assim passaram as horas até que senti que meu pau ia explodir e, quando abri os olhos, uuufff, que surpresa enorme! A gata tava com a boca no meu pau, chupando ele de um jeito suave, como se ainda estivesse dormindo, porque não abria os olhos. Só tinha o rosto perto do meu pau e adorava ele de olhos fechados, passando a boca e a língua devagar, como se estivesse saboreando. Ela já tava deitada de lado, meio atravessada em mim, apoiada no braço que tava entre minhas pernas, e assim a cabeça dela ficava na minha cintura. Com a outra mão, ela manobrava meu pau, que já tava durasso. Quando vi isso, fingi que tava dormindo pra não atrapalhar, e ela continuou, passando a língua das minhas bolas até o pau, saboreando e passando todos os dedos ao longo do meu pauzão.
Aí pensei em mexer minhas mãos, mas tentando fazer ela achar que eram movimentos involuntários de prazer, pra poder dizer o que queria. Então fiz isso: levei minhas mãos até meu pau e peguei ele, me masturbando devagar e meio sem jeito. Ela afastou a cabeça, e eu pensei que ia parar, mas depois ela aproximou a boca devagar e começou a levar pra dentro da boca dela de um jeito delicado, e era exatamente isso que eu queria, então tirei minha mão e deixei ela enfiar fundo na boca dela. Na sequência, ela começou a apertar os lábios com mais força e mexer a língua, e eu me contorcia em silêncio pra ela perceber que eu tava adorando, mas que ainda tava dormindo. E cada vez eu me contorcia um pouco mais, deixando ela saber que eu já tava quase gozando, e mesmo assim ela continuava com meu pau na boca dela, fazendo um boquete mais forte. Aí, aconteceu o que ela queria: eu explodi e não consegui segurar um gemidinho e uma contorcida mais forte que me deu um puta prazer. E aos poucos fui me acalmando depois de saber que toda minha porra tava na boca dela. Então senti que ela não tava mais chupando, mas passando e lambendo, dava pra ouvir a boca dela saboreando meu leite, e depois, quando tirou meu pau, continuou lambendo, como se quisesse me limpar. Lambeu até minhas bolas, senti que deixou tudo limpinho. E aí ela se levantou, mas sem cuidado, meio desengonçada, ainda bêbada, porque senti ela tropeçar na minha escrivaninha, e talvez foi assim que ela se ajeitou em cima de mim, aproveitando que eu tava num sono profundo, mas claro, tanto prazer me acordou.
Então continuei fingindo que tava dormindo até sentir que a gata voltou pra perto de mim, e de um jeito suave me deu um beijo na boca, que eu tava meio aberta simulando que tava dormindo pesado, e sussurrou: "Te amo, bebê!!!" E aí senti que ela foi pro quarto dela.
É assim que termina por enquanto essa noite de festa, bebida e aventura, e claro, nossa diversão que já tava clara: era atuar e fingir, e não só com os outros, mas entre nós mesmos. O jogo já tava posto na mesa.
Bem, seus puteiros gostosos do mundo, espero que tenham gostado tanto quanto eu, quando vivi essa noite com minha linda irmã. Espero que comentem o que sentiram, o que gostaram, e esperem o que veio depois. as minas que a gente conheceu com a minha irmãzinha na balada
Pra quem chegou agora nesse post, convido vocês a conhecerem desde o começo a nossa história nos 2 anteriores, pra entrar no contexto e entender direitinho essa história gostosa, safada e deliciosa de incesto que eu tenho com a minha irmã Angie e eu, Andrés.
Pois é, tudo aconteceu muito rápido e já chegando no próximo fim de semana depois dos últimos acontecimentos, a Angie me chama pra sair com as amigas e amigos dela pra balada no sábado à noite. E claro, a desculpa é que uma das amigas que eu tava afim na época ia estar lá, uma gostosa que tava sozinha, e supostamente queria me ver.
Pra não me alongar com os detalhes, vamos começar direto quando tudo rola na balada. Éramos 4 caras e 6 minas, entre elas minha irmã, 2 que estavam com os outros 3 caras. E Marcela é o nome da mina que eu tava afim, que foi sozinha e, claro, foi do jeito que eu gosto: com um vestido bem curto que deixava ver as pernas deliciosas dela. Desde que vi, não tirava os olhos dela, situação que alarmou a Angie e eu percebi, porque ela mesma comentou como a Marcela tava linda. Pois é, a Angie e eu estávamos sentados lado a lado, até que depois de alguns minutos ela me puxa pelo braço pra pista e me chama pra dançar. Ela fala no meu ouvido, dizendo pra gente dançar pra quebrar o gelo do grupo, todo mundo se animar e eu começar a me aproximar da Marcela.
Então, a conversa que a gente teve enquanto dançava no começo da noite foi assim:
Angie: E aí, bebê, cê tá todo bobo pela Marcela, hein? Ela chegou muito gostosa, aproveita agora que eu te solto e cê já tá animado pra chegar nela e chamar pra dançar. Quem sabe essa noite cê não consegue finalizar, hahaha.
Eu: Hahaha, pois é, ela é linda, gata. Mas cê também não fica pra trás, tá muito gostosa. E fica tranquila, qual a pressa? Eu vou chegar nela sim. Cê quer que algum desses caras da balada... Te puxei pra dançar.
Angie: hahaha, valeu pelo elogio de linda, que bom que você gostou de como eu tô, e de boa, eu só tava falando, pensando que você quer ficar com a Marcela, e além disso, dançando contigo os caras não chegam em mim e eu fico tranquila, você sabe que eu venho sozinha e que melhor par de dança do que você, mas não vou ser egoísta, você escolhe com quem quer dançar, só não esquece de mim.
Eu: de jeito nenhum, gata, sabe que faz tempo que a gente não faz isso e além disso, adoro como você dança, já as vezes que dancei com a Marcela, a gente se enroscou todo, então vou te procurar de noite pra gente dançar como deuses hahaha.
E foi assim, posso contar pra vocês que minha irmã tava com uma legging branca daquelas que eu amo, e já tinha reparado olhando de costas como marcava um pouco aquele fio dental, que quando ela sentava escapava um pouco, afff, só isso já me deixava nervoso, além de um top justo e curto que deixava ver a cintura e aquele abdômen tanquinho do exercício, e claro, marcava os peitões lindos e grandes dela. E noite adentro, cheguei na Marcela, dançamos umas duas vezes, conversamos, mas minha atenção tava toda na minha irmã Angie, em como ela tava gostosa e que cada vez que a gente dançava se entendia mais, a gente bebia pra caramba, e fazia um show na pista dançando todos os ritmos. Num momento que tava tocando reggaeton, a gente se colava e, de frente, ela descia o corpo dançando até parar o rosto na altura do meu volume, que já tava durasso o tempo todo. E de fato, eu tava com uma calça de sarja que fazia isso ficar ainda mais evidente. Quando ela descia, eu olhava nos olhos dela, ela levantava o olhar e me dizia com uma expressão que já tinha percebido que eu tava excitado, e aí se afastava um pouco como se dissesse com os gestos pra eu me acalmar, hahaha, e a gente ria. Depois a gente se colava de novo, ela virava de costas e eu abraçava ela forte, rodeando o peito dela com meus braços e encostando meu volume na bunda linda dela. Bum, que não parava de rebolçar de propósito pra me deixar excitado, aí se virava e, percebendo a situação, se afastava de mim rindo e em 2 segundos e 2 passos voltava pra perto.
Aí tivemos essa conversa:
Angie: uuuuui bebê, que tesão hein, tô sentindo você quente, kkkkkk
Eu: kkkkk, gata, é que o calor, a música e seus rebolados deixam qualquer um assim, que vergonha contigo!!! Além disso, você tá divina com essa calça justinha, dá pra ver a academia, e você cheira uma delícia, meu amor!!!
Angie: obrigada, bebê, mas tô preocupada com a Marcela, não deixa ela sozinha, ela vai querer dançar com você e que você chegue perto dela, embora na verdade eu ache que ela não dança igual a mim, kkkkkk
Eu: kkkkk, você mesma disse, gata, como hoje não tem química com ela, e se você não se importa, prefiro ficar com você, além do mais, ela não cheira tão bem quanto você.
Angie: tá bom, bebê, por mim melhor, mas meu amor, por que não me acompanha ao banheiro? Minha bexiga tá prestes a explodir de tanto líquido, kkkkk
Eu: claro, gata, bora.
Então fomos pros banheiros que ficavam lá embaixo, já que a gente tava no terraço, e enquanto íamos, eu notava todos os olhares na minha irmãzinha, e claro, senti raiva, ciúmes, mas também muito orgulho de estar do lado de uma mulherão desses.
Foi aí que, esperando ela sair, uma garota, mais pra madura, se aproxima de mim e pergunta: ei, você me parece familiar, é amigo da Cláudia, certo? E eu respondi, estranho: Não, nada a ver, acho que você tá me confundindo.
Essa garota meio madura não era feia, tinha um corpão e tava vestida com uma minissaia curta e um decote que deixava ver os peitos operados, era loira, branca e dava pra ver que era de boa classe.
Aí a gente continuou conversando enquanto minha irmã tava no banheiro, mas ela insistia e garantia, e me perguntou meu nome e disse o dela, se chamava Maria.
Maria: e quem você tá esperando? Sua namorada?
Eu: Não, uma amiga.
E foi nesse momento que a Angie chegou, e nós... Nós nos olhamos, dizendo com um gesto sutil que eu não a conhecia e que ela era uma estranha esquisita. Aí ela se tocou e reagiu, se jogando pra me abraçar, o que achei estranho mas divertido. Então Maria, a estranha, falou: "Ai, que mentiroso você é, é sua namorada, hein? Mas enfim, desculpa se te incomodei, você realmente se parecia com um amigo meu." Foi aí que me deu na telha apresentar a Angie como minha namorada, e falei: "Ei, olha, ela é a Angie, minha namorada, e é uma pena pela mentira, mas a gente não se conhece mesmo." E a Angie, toda educada, apertou a mão dela e se apresentou. Aí eu falei pra ela que a Maria tinha me confundido com um amigo, e a gente trocou um olhar — era nosso jeito de nos entender — sabendo que ela tinha outras intenções, talvez de me conhecer. Mas aí, enquanto a conversa andava, a gente foi pros banheiros, numa parte da balada onde não tinha tanto barulho. Angie virou de costas pra mim, bem coladinha, e fez eu abraçar ela pela cintura. Eu respondi na hora, dei uns beijinhos no pescoço e na orelha dela, acariciei o cabelo. No começo ela estranhou, virou o olhar pros meus olhos, mas entendeu que era uma brincadeira. E eu sabia que ela adorava essas situações de confusão divertida que a gente podia fazer com os outros, fingindo ser namorados.
Foi aí que Maria convidou a gente pra sentar na mesa dela, e contou que tinha vindo com uma amiga. A gente se olhou e combinou: "Vamos manter a mentira por um tempo, hahaha." Então Angie tomou a palavra e falou: "Vale, a gente fica um pouco porque temos uns amigos lá em cima no terraço, com quem a gente veio." E terminando isso, ela se virou pra mim e disse: "Tudo bem, bebê?" E me deu um beijo na boca, bem sutil mas segura do que tava fazendo. Eu respondi: "Tá bom, gata, vamos ficar um pouco", e abracei ela pela cintura, puxando a boca dela pra minha com mais força. Ela estranhou um pouco, mas respondeu abrindo a boca de leve e prolongando o beijo um pouco mais. Na mesa delas, a gente conheceu a amiga da Maria, era uma mina gostosa, também meio madura, um pouco mais baixa que todo mundo, mas com um corpão, meio cheinha, mas dava pra ver que era operada na cintura, nos braços, nas pernas, nos peitos e um pouco no rosto, e isso deixava ela muito sexy.
Aí entre uns drinks e a noite passando, a gente começou a descobrir as verdadeiras intenções da mina, e era que elas queriam algo comigo, e claro, minha irmã não era boba, ela sabia disso e não ficava se sentindo mal, me abraçava, me dava beijos na bochecha, em vários momentos me dava uns beijinhos na boca. Num momento, ela virou meu rosto com a mãozinha dela na direção dela, me olhou com uma paixão e ternura, se aproximou devagar com a boca meio aberta e eu consegui ver antes que chegasse na minha boca, como ela colocou a língua pra fora me convidando pra beijar com paixão, e foi assim, na frente delas, a gente se deu um beijo muito apaixonado. Senti o calor da boca dela e como ela mexia a língua gostoso, explorando a minha e toda a minha boca por dentro, e a mão dela que enfiou por baixo da minha camisa e acariciou meu abdômen, chegando até meu peito, e quando ela tirou terminando o beijo, passou sutilmente pelo meu volume pra ter certeza que eu tinha ficado excitado. Aí a gente se falou assim:
Angie: Que gostoso, bebê, você beija muito gostoso, gostou?
Eu: Sim, gostoso, princesa, claro que gostei, você tem uma boca espetacular, e você sabe que eu gostei, hein, já me sentiu kkkk
Angie: Sim, percebi isso, mas calma, relaxa, você não devia ficar assim comigo, lembra que a gente tá jogando, e elas tão comprando toda a história, kkkk, mas tô preocupada com nossos amigos, já é hora de falar que a gente vai embora.
Eu: Sim, princesa, já é hora de falar que a gente vai embora.
Mas foi aí que elas fizeram essa proposta: Olha, vocês formam um casal lindo, e a gente gostou muito de vocês, porque dá pra ver que são um casal liberal e divertido. O que a gente quer é ter uma aventura com vocês, bom, e a... É verdade que eu, dizia Maria, vi que você é um cara muito gostoso, te vi sozinho, e queria saber se você tem vontade de ter uma aventura com a gente. A verdade é que estamos com vergonha de você, Angie, porque se eu soubesse que ele tinha namorada, não teria chegado nele. Mas fazer o quê, já foi. Conhecemos vocês dois, e adoraríamos saber se querem ir com a gente pro apartamento, continuar bebendo uns drinques e, se o Andrés quiser e você deixar, Angie, com a sua participação, claro, transar comigo e com minha amiga. Com certeza a gente ia se divertir e criar um clima gostoso de putaria, prazer, música boa, de boa, e uns drinques. O que vocês acham? Nisso, Angie e eu nos olhamos e, apertando a mão uma da outra, dissemos não!!! Aí falei pra elas: nos deem um momento pra conversarmos a sós e aí a gente fala nossa decisão. E Maria disse: fiquem à vontade, sem pressa. Se quiserem, vão com seus amigos, conversem, continuem bebendo e nos avisem. A gente vai ficar aqui e, se hoje não decidirem, pode ser depois. Vou passar meu WhatsApp pra vocês me escreverem. Eu: beleza, Maria, obrigado por reparar na gente e pela proposta. A gente vai pensar direitinho e, se decidirmos, descemos e encontramos vocês. Aí voltamos pra varanda com nossos amigos, entre risadas e cochichos. Então, como se nada tivesse acontecido, chegamos e explicamos pros nossos amigos que a Angie tinha ido comigo um pouco pra encontrar uns amigos que vimos lá embaixo. E a noite inteira ficamos falando das meninas, do que tinha rolado, imaginando cada um como seria a cena se a gente aceitasse, e ríamos com olhares cúmplices. Já não ligávamos pros nossos amigos, só dançávamos os dois e ficávamos juntos, embora, pra disfarçar, dançássemos com os outros caras. E numa dessas conversas que tivemos, foi assim: Angie: amor, e aí, você ficou com tesão por causa daqueles beijos que a gente trocou, ou pela situação de estar com as duas meninas que, confesso, são muito gostosas??? Eu: claro, gata, você sabe que Sim, eu adoro essas aventuras, me excitam, e elas são bonitas, mas você é mais gostosa que elas e seus beijos são irresistíveis, como não ia ficar com tesão? Desculpa, mas mesmo sendo minha irmã, toda a situação e a sua culpa me deixaram assim kkkk. Além disso, eu falei: "Eu sei que você também curte aventuras e adora essas situações loucas, e com certeza você também tava excitada, ou vai dizer que não molhou sua calcinha fio dental kkkk?"
Angie: Kkkk, que idiota, claro que não, mas não vou negar que adorei deixar todos eles tão excitados. E imagina como seria?
Eu: Hummm, imagino sim, gata, mas depois te conto, porque aqui quase não escutamos nada.
E foi assim que o tempo passou na balada, tomamos mais um litro de aguardente antioquenha, continuamos na mesma, dançando de forma louca, nos tocando disfarçadamente. Ela já tinha o costume de colar a bunda em mim, se abaixar e olhar nos meus olhos, e passar minha mão por baixo da minha camisa até o peito. Ela já sabia como eu ficava, e quando tirava a mão, passava sutilmente pelo meu volume pra sentir e depois ria.
Foi então que, no caminho pra casa, um amigo que tinha carro e não tinha bebido nada nos levou. Nós íamos atrás, quase dormindo, muito bêbados, mas pelo menos eu conseguia me segurar. A Angie já não, ela ficava chata, dormia e acordava falando besteiras. E entre essas coisas loucas de bêbada, deitada sobre minhas pernas, ela começou a pegar no meu volume, que claro já tava duro, e fazia isso com força e ria, e eu preocupado que percebessem. E assim ela brincava de apertar forte, e nosso amigo que dirigia e a namorada dele que ia no carona riam porque a Angie dava gargalhadas sem motivo, embora eles não soubessem o real motivo. E era que ela se divertia com o jeito que eu pulava e tentava disfarçar quando ela apertava meu volume, kkkk, minha irmã é má.
Teve um momento em que ela não apertava mais pra me fazer pular, mas me acariciava suavemente, como apalpando meu pau duro, como decifrando tudo. sua forma e em que direção estava, e eu só ficava ali paralisado, já nessa altura, embora me sentisse meio tonto por causa dos drinks, tava bem consciente das ações da mina.
Bom, já em casa, e com muito cuidado, entramos, ela com um braço sobre meus ombros quase caindo, e eu tentando fazer o menor barulho pra fechar a porta. Já dentro, deixei ela no sofá da sala, ela se deitou e fui pegar água pra nós dois. Aí ela já tava bem grogue e quase forçando, dei a água pra ela, e ela voltou a cair dormindo no sofá.
Então não tive outra escolha senão carregar ela nos braços até o quarto dela. Ela dormia, mas murmurava coisas tipo: "ai bebê, que gostoso a gente se divertiu, né... bebê, vai ligar pra elas?" ela perguntava... "bebê, não vai sem mim, bebê, te amo!!!"
Aí deitei ela na cama e cobri com o cobertor, fiquei um tempinho olhando pra ela, quando ela diz: "bebê, não vai não!!! me ajuda a colocar o pijama. cê pode?"
"Vale, mina!!!" Então comecei a tirar o cobertor, já tinha tirado as sandálias dela e acho que foi aí que ela pensou que eu ia colocar o pijama nela. Mas aí continuei com a calça legging dela, que era sempre apertada e eu achava que ia ser difícil deslizar até os pés dela. Então ela, num movimento rápido, virou de bruços e me deu toda a costa e a visão da bunda linda dela, que levantava enquanto eu deslizava a legging pelas pernas dela, e claro deixava ver aquela calcinha fio dental que via como se enfiava naquela bunda gostosa, uma fio dental branca que eu tinha que tomar cuidado pra não puxar junto com a legging e ir ajeitando ela de volta na cintura dela aos poucos.
Era uma visão incrível, estar perto das pernas dela, e tocar elas bem depiladas e bronzeadas. Já fazia um tempo que meu pau tava no limite, tinha uma ereção enorme, e aí eu tava suando pra caralho, uma coisa que me fez, estando ali em cima dela, tirar a camisa, meus sapatos e meias e desabotoar a calça. E isso me fez sentir como um estuprador, me fez pensar que talvez tava errado o que eu tava fazendo, mas a mina com os movimentos dela meio dormindo, me dava permissão pra tirar a roupa dela, e me ajudava levantando a bunda e mexendo as pernas. Foi depois quando continuei com a camisa dela, talvez a parte mais difícil, então levantei ela pra tentar tirar, mas era impossível, foi quando ela virou de frente pra mim, levantou os braços mas continuava de olhos fechados, e aí consegui subir a camisa dela e começar a descobrir os peitões lindos dela debaixo de um sutiã branco bonito também, uffff como me deixou ter que roçar minhas mãos naqueles peitos. Pois bem, já tava de roupa íntima, então fiquei admirando ela um pouco enquanto procurava o pijama dela que tava jogado no pé da cama, aí sem muita pressa, coloquei o short nela dessa vez sendo um pouco mais ousado, tocando as pernas dela, ajustando mas passando minhas mãos entre as coxas dela e percebi que ela sentia, que tava consciente dos meus movimentos, e que gostava de como minhas mãos já quentes tocavam ela e como sentia meu volume roçando no corpo dela, então quando fui colocar a camisa do pijama nela, sentei atrás dela e a coloquei como pude, ela levantou os braços e pensei que era pra eu colocar a camisa, mas ela levou as mãos no fecho do sutiã e vi como tirava com tanta facilidade mesmo estando bêbada, então levantou os braços e já me convidava a passar a camisa por eles, e foi assim, mas quando abaixou rápido como se tivesse desabado, minhas mãos ficaram nos peitos dela e tive que tirar devagar, algo que eu achava que ela queria que acontecesse e foi assim que fiz bem devagar. Aí achei que podia beijar o pescoço dela e alcançar a bochecha porque a cabeça dela colocou no meu ombro, e foi assim que comecei a beijar ela e a tocar na cintura, ela tava totalmente caída e depois de um tempo de beijos e carícias, que ela respondia com um movimento suave de se contorcer, falei: boa noite gata!!! descansa!!! Embora estivesse muito tesudo, pensei em deixar ela em paz e ficar com ela como um príncipe, não como um aproveitador.
Então, quando já me mexi e deixei ela bem acomodada, ela disse: "bebê, fica comigo, vem deitar do meu lado, me faz carinho até eu dormir!" E eu respondi: "tá bom, gata, depois eu vou pra minha cama, beleza."
E foi aí que me animei a tirar a calça e ficar só de cueca, então me meti na cama e me cobri junto com ela. Ela encostou a cabeça no meu peito e colocou a mão na minha barriga, perto do umbigo, e assim a gente dormiu. Eu tava muito excitado, mas também sentia cansaço e tontura, tava com muito sono. Mais tarde, perto da madrugada, abri os olhos e percebi que a gente tava sem coberta e longe um do outro. Aí fui no banheiro mijar e decidi deixar ela na cama dela e ir pra minha, mas tirei a cueca e me deitei completamente pelado porque tava sentindo muito calor.
Assim passaram as horas até que senti que meu pau ia explodir e, quando abri os olhos, uuufff, que surpresa enorme! A gata tava com a boca no meu pau, chupando ele de um jeito suave, como se ainda estivesse dormindo, porque não abria os olhos. Só tinha o rosto perto do meu pau e adorava ele de olhos fechados, passando a boca e a língua devagar, como se estivesse saboreando. Ela já tava deitada de lado, meio atravessada em mim, apoiada no braço que tava entre minhas pernas, e assim a cabeça dela ficava na minha cintura. Com a outra mão, ela manobrava meu pau, que já tava durasso. Quando vi isso, fingi que tava dormindo pra não atrapalhar, e ela continuou, passando a língua das minhas bolas até o pau, saboreando e passando todos os dedos ao longo do meu pauzão.
Aí pensei em mexer minhas mãos, mas tentando fazer ela achar que eram movimentos involuntários de prazer, pra poder dizer o que queria. Então fiz isso: levei minhas mãos até meu pau e peguei ele, me masturbando devagar e meio sem jeito. Ela afastou a cabeça, e eu pensei que ia parar, mas depois ela aproximou a boca devagar e começou a levar pra dentro da boca dela de um jeito delicado, e era exatamente isso que eu queria, então tirei minha mão e deixei ela enfiar fundo na boca dela. Na sequência, ela começou a apertar os lábios com mais força e mexer a língua, e eu me contorcia em silêncio pra ela perceber que eu tava adorando, mas que ainda tava dormindo. E cada vez eu me contorcia um pouco mais, deixando ela saber que eu já tava quase gozando, e mesmo assim ela continuava com meu pau na boca dela, fazendo um boquete mais forte. Aí, aconteceu o que ela queria: eu explodi e não consegui segurar um gemidinho e uma contorcida mais forte que me deu um puta prazer. E aos poucos fui me acalmando depois de saber que toda minha porra tava na boca dela. Então senti que ela não tava mais chupando, mas passando e lambendo, dava pra ouvir a boca dela saboreando meu leite, e depois, quando tirou meu pau, continuou lambendo, como se quisesse me limpar. Lambeu até minhas bolas, senti que deixou tudo limpinho. E aí ela se levantou, mas sem cuidado, meio desengonçada, ainda bêbada, porque senti ela tropeçar na minha escrivaninha, e talvez foi assim que ela se ajeitou em cima de mim, aproveitando que eu tava num sono profundo, mas claro, tanto prazer me acordou.
Então continuei fingindo que tava dormindo até sentir que a gata voltou pra perto de mim, e de um jeito suave me deu um beijo na boca, que eu tava meio aberta simulando que tava dormindo pesado, e sussurrou: "Te amo, bebê!!!" E aí senti que ela foi pro quarto dela.
É assim que termina por enquanto essa noite de festa, bebida e aventura, e claro, nossa diversão que já tava clara: era atuar e fingir, e não só com os outros, mas entre nós mesmos. O jogo já tava posto na mesa.
Bem, seus puteiros gostosos do mundo, espero que tenham gostado tanto quanto eu, quando vivi essa noite com minha linda irmã. Espero que comentem o que sentiram, o que gostaram, e esperem o que veio depois. as minas que a gente conheceu com a minha irmãzinha na balada
5 comentários - Minha irmã e eu na webcam - parte 3