Olá!! Vamos continuar nossa orgia kkkk
As três próximas gozadas do Adão não foram especialmente prazerosas. Quando o pau dele tava soltando os últimos jatos de sêmen dentro do útero da melhor amiga dele, a Mary, ele sentiu que faltava algo mais pra ele se sentir completamente feliz. Doía ele saber que a Rebeca tinha ido embora daquele jeito mal-humorado, e, acima de tudo, doía a maneira como ela tinha deixado claro que não precisava de ninguém pra fazer amor com ela. O que ela, o que aquela puta queria, era simplesmente ser um saco de esperma e um pedaço de carne que todo mundo pudesse foder.
Ele lambeu os mamilos rosados da Mary enquanto ela acariciava a cabeça dele. Atrás dele, a Carla chupava as bolas dele e passava a língua no espaço estreito entre o saco e o pau dele. Ela apertou o pau dele, sugando as gotinhas de sêmen que a glande ainda soltava.
Adão suspirou e se levantou, cansado. Olhou o relógio e viu que já era hora de ir embora. Se vestiu e se despediu com beijos das mulheres, que, na falta de homens, não hesitaram em começar a chupar as próprias bucetas num círculo de corpos. Ele deixou elas quietas e pegou o carro de volta pra casa.
Gabriela chegou do trabalho se sentindo pior do que quando tinha ido. A Flor não só não falava com ela, como tinha sido tão grosseira que, se não fossem as circunstâncias, a Gabi não teria hesitado em mandar ela pra diretoria. Não podia fazer isso porque a garota sabia demais, e o escândalo de uma professora fodendo com um pai de família acabaria com a carreira dela.
Assim que entrou no apartamento, ouviu um rock pesado vindo do quarto do irmão. Ela foi na ponta dos pés até lá e espiou. Viu que o Adão tava fumando, o que ele só fazia quando o dia tinha sido realmente uma merda e coisas pesadas estavam passando pela cabeça dele. Gabriela lembrou da proposta que tinha feito pra ele, sobre devorar o pau dele por um bom tempo. Não conseguiu evitar se sentir magoada porque, enquanto nenhum homem a rejeitava, só o irmão dela parecia ser verdadeiramente inalcançável.
Ela foi pro quarto dela descansar e nenhum dos dois saiu até o fim da tarde, quando tinham que fazer a janta. Até nesses momentos, a tensão entre os dois fez eles comerem em silêncio. Adão pensava na Rebeca e sentia ciúme de todos os caras que tinham comido ela antes dele. Gabriela não conseguia evitar pensar que, por causa da putaria dela, tava prestes a perder a amizade do irmão e a carreira dela tava em risco por causa da luxúria desenfreada que ela mal conseguia segurar.
De noite, o rock voltou a tocar, e o fedor do cigarro já tava empestando o ar do apartamento. Gabriela levantou da cama e vestiu um shorts esportivo confortável. Entrou no quarto do Adão, que parecia dormir enquanto o cigarro queimava sozinho no cinzeiro.
— Mano — ela disse, sentando na beirada da cama e pegando o controle pra baixar o volume do som. Adão acordou com um bocejo. Quando viu a irmã tão perto, deu um pulo de susto.
— Gabriela, o que cê tá fazendo aqui?
— Bom, eu só tava meio preocupada com você. Fiquei me perguntando se cê tava bem.
— Tô perfeito — Adão olhou pra ela com atenção. Shorts curto mostrando as pernas bronzeadas, barriga chapada aparecendo por baixo da blusinha fina de alças e um belo par de peitos, sem sutiã, com as pontinhas dos mamilos marcando o tecido.
— Me fala o que tá rolando. Você não conta mais nada pra mim. Pensei que a gente compartilhava tudo.
Os dois se deitaram depois de um momento de silêncio, e ficaram assim, olhando pro teto, cada um mergulhado nos próprios problemas. Finalmente foi a Gabriela que, não aguentando mais a proximidade do irmão, se aninhou debaixo do braço dele, passou uma mão por cima do peito sem camisa dele e uma perna por cima da dele, de um jeito que o joelho dela ficou bem perto do volume da rola dele, aparecendo por baixo do bóxer. O calor que o corpo de homem dele transmitia fez bem pra ela, e ela sorriu, se aninhando como uma cachorrinha na frente da fogueira.
O escritor sentiu os peitos da irmã pressionando contra o lado dele, e o pau começou a subir. A descarga de hormônios fez ele esquecer a Gabi por um momento, e ele se ajustou melhor pra ter ela mais perto. Gostou da cor das pernas dela e da forma delineada dos quadris. Encontrou o olhar dela. Ela também olhou nos olhos dele, e eles se beijaram. No começo foi um beijo suave, mas depois, a língua de Adão procurou a irmã e ela gemeu e se assustou. De repente, os bicos dos peitos queimavam e ela sentiu calor na buceta. O beijo ficou mais intenso, a saliva escorria do canto das bocas e os lábios estalavam.
Adão se apressou pra ficar por cima dela. Gabriela abriu as pernas torneadas enquanto acariciava as costas dele com as mãos. Ele beijou o pescoço dela, sugando o cheiro de mulher. A pele da irmãzinha era macia e quente, e ele não hesitou em descer até o canal dos peitos dela. Se afastou um pouco pra Gabriela tirar a blusa de uma vez. As tetas dela eram impressionantes. Grandes. Bicos de um marrom claro.
— Irmão… — disse Gabriela. O pau de Adão já tava pronto, e ele começou a esfregar por cima da roupa da irmã.
Naquela hora, ele parou. Não podia fazer aquilo. Ela era a irmã dele. A menina com quem ele tinha crescido a vida toda.
— Isso… não pode ser.
— O quê?
— Cresce, Gabriela.
— Adão! Eu quero transar com você, mesmo você sendo meu irmão!
— Cresce!
Ele também queria comer ela igual um louco, mas o negócio da Rebeca ainda tava fresco na mente dele. Então, Gabriela, com lágrimas nos olhos, saiu do quarto, deixando a blusa bonita dela pra trás.
De manhã, Gabi tomava café da manhã em silêncio. Adão saiu. Trocaram olhares. Foi impossível não olhar pro irmão com raiva. Ela bateu os talheres na mesa e saiu rápido da cozinha, esbarrando nele com o ombro.
— Espero que você seja feliz. Adão — ameaçou —. Se você não me quer, mesmo eu oferecendo meu corpo inteiro, então vou dar pra outra pessoa.
— Sua puta de merda — murmurou Adão para que ela não ouvisse.
O café da manhã foi um desastre. O que Adão queria era sair da rotina e sumir por um tempo. Não só Rebeca estava dando problema com sua perfeição de mulher, mas agora também a irmã dela. Nisso, o telefone dele tocou. Era uma voz familiar.
— Oi, Adão.
— Maya? Como você conseguiu meu número?
— Pedi pra Mary. Escuta... hum, tava pensando se... você não tem nada pra fazer, quer sair comigo?
O café quase saiu pelo nariz dele.
— O quê?
— É. Bom, é que tô muito entediada, e quero dar uma volta. Você tem algo pra fazer?
— Maya, não acho que a gente...
— Vamos. Vem comigo.
Ele pensou por um momento. Imaginou a bucetinha apertada da Maya. Se não podia ter Rebeca, então pelo menos matava a vontade de sexo.
— Tá bom.
— Sério?! — exclamou a garotinha feliz —. Legal! Te espero nesse endereço.
Ele anotou direitinho. Depois trocou de roupa. Pegou as chaves e saiu rápido do apartamento.
Chegou com uns cinco minutos de atraso. Tinha combinado com ela na entrada de um parque, e quando a viu, achou que ela era uma mina linda pra caralho. Além disso, um sentimento de raiva de Rebeca e do que ela tinha dito fez ele se convencer de que tava fazendo a coisa certa.
— Oi, esperou muito?
— Não. Acabei de chegar — disse Maya. Tava vestida com uma calça jeans apertada e uma blusa vermelha combinando. Os peitos lindos e médios dela estavam bem presos por um sutiã cujas alças apareciam por baixo das da blusa.
— Que mosca te mordeu pra me chamar pra sair, Maya?
— Nenhuma — respondeu ela rápido —. Só que todos os outros homens estavam ocupados e aí... pensei que você não tivesse. Se quiser, vou embora.
— Não, de jeito nenhum — por dentro, ele sorriu. Sabia que a garota tava mentindo, e além disso, Becca tinha... disse que Maya gostava dele. Então, não precisava se segurar.
Ele a levou, como ela havia pedido, ao aquário. O show das orcas acrobatas e das focas fez a gostosa da Maya sorrir como uma criança e bater palmas feliz. O cabelo moreno dela caía em cachos finos pelos ombros nus. Adão não parou de pensar em como ele tinha comido ela na orgia e se perguntou se teria a chance de fazer isso com ela naquela mesma tarde.
Depois disso, foram comer.
— Você vai muito nas festas? — perguntou Adão — Desde quando?
— Faz só uns meses que tô nesse meio. Não é algo que eu queira falar agora.
O tom da voz dela mostrou o que a incomodava, e Adão não perguntou de novo. De repente, foi como se ele percebesse que Maya era uma mina realmente especial. Ela era tímida até certo ponto, e as bochechas dela subiam quando ria, um pouco mais bonito do que a Rebeca. Ele não parou de comparar as duas por um bom tempo, como no cinza dos olhos dela e no tom rosado dos lábios.
— Quantos anos você tem?
— Mulher não se pergunta a idade, mas tudo bem, tenho vinte e dois.
— Você é bem nova.
— Mais ou menos — deu de ombros e bebeu timidamente do refrigerante. Depois, lambeu os lábios e olhou o relógio — Quer ir lá em casa um pouco?
— Você tá dizendo que... vamos...?
— Sexo — confirmou ela, com naturalidade.
Meia hora depois, Adão e Maya estavam enroscados em uns beijos super quentes no quarto dela. O ar cheirava a doces, enjoativo, mas refinado. Maya jogou ele na cama e, enquanto ele abria a camisa e tirava a calça, ela começou a dançar com uma safadeza de stripper. Jogou longe a blusa vermelha e tirou a calça, revelando uma calcinha fio-dental preta com renda rosa. Assentava muito bem na cintura dela. Adão conhecia bem o corpo dela, mas era a primeira vez que a via num ambiente que não fosse uma orgia. Na verdade, era a primeira vez que via Maya vestida.
A garota engatinhou até ele. Ela tirou o sutiã e colocou os peitos na cara dele. Os mamilos marrons estavam meio duros e Adão se apressou em chupá-los com força renovada. A pele estava um pouco fria, mas exalava um cheiro gostoso de mulher. O pau dele pressionava a cueca e a parceira esfregou a buceta por cima da calcinha. Ele a envolveu com os braços e a deitou na cama. Tirou o resto da roupa dela e abriu suas pernas.
A buceta da Maya brilhava com os fluidos, resultado da excitação. Ela sorriu feito uma menina e mordeu a unha do dedinho. Piscou o olho pro Adão e ele não hesitou nem um segundo em colocar a boca naquela fenda apertada. Ele achou que a Maya lubrificava bem melhor que a Rebeca. Tava tão molhada que a buceta oleosa fazia a língua dele deslizar com muita facilidade. Cravou os dentes nas dobras carnudas dela, sugando-as.
Maya mordeu os peitinhos dela até onde conseguiu. Puxou o cabelo do Adão e ele tirou a cueca. Em seguida, se posicionou sobre a cabeça da garota, de um jeito que criaram um 69 invertido. A glande dele apontava como uma flecha pra baixo, e depois que ela deu uns beijos nos ovos inchados dele, enfiou o pau até o fundo da garganta.
Adão suspirou. Sentia como se todo, absolutamente todo o pau dele entrasse na Maya. A garota era uma expert em garganta profunda! Ele teve arrepios ao sentir a língua molhando a base do pênis, e retomou as tarefas dele, masturbando e chupando a buceta molhada dela.
—Vou gozar —avisou ele.
—Não! Mete em mim antes!
Ela falou num tom brincalhão e mimado. Adão se levantou. Levantou as pernas da Maya e se inclinou sobre ela, de um jeito que os joelhos da garota dobraram tanto que chegaram nos peitos dela. Assim, ele enfiou o pau até o fundo. Foi a glória. Uma área muito molhada e quente, quase tão apertada quanto a da Rebeca. Começou a bombar enquanto beijava ela. Maya gemia feito uma gatinha e mexia a bunda pra dar mais. agradar seu parceiro.
Ela estava feliz. Estava se entregando de verdade ao cara de quem gostava. Bem, gostava um pouco mais que dos outros. Sentia os seus fluidos escorrendo da buceta e escorregando entre as pernas. Enrolou a língua na de Adão e continuou beijando ele. Depois, virando-se, abriu as nádegas e mostrou a ele o seu cuzinho apertado.
— Você faz anal?
— Faço de tudo — disse ela com uma piscadela —. Tem camisinha naquela gaveta.
Ele se apressou em colocar uma. Também tinha um vidro de lubrificante. Ele passou um pouco na entrada do cu de Maya. A garota se ajoelhou de quatro e suspirou.
— Coloca devagar.
— Sim, eu sei.
O buraquinho começou a se dilatar enquanto o lubrificante facilitava a entrada. Adão viu, fascinado, o pau dele afundar no reto da garota. Deu um tapa tão forte na bunda dela que a mão dele ficou marcada. Nossa! Como apertava lá dentro, e estava tão quente quanto a buceta dela!
Quando já tinha mais da metade enfiado no cu dela, puxou devagar e meteu de novo. Foi fazendo isso cada vez mais rápido, mais rápido, até sentir toda a área lubrificada. Maya começou a gemer e a ofegar. Doía gostoso. Enterrou o rosto no travesseiro e se agarrou nos lençóis.
— Mais! Mais! — implorava com a voz rouca de prazer —. Enfia mais fundo.
— Tem certeza?
— Sim. Por favor. Não para.
Ele obedeceu. Decidiu, por um momento, ignorar o prazer de Maya e focar no dele. Respirou fundo e encaixou os quase vinte centímetros de pau dentro do cuzinho apertado da garota. Maya gritou e mordeu o lábio.
— Você é… o primeiro homem… que me penetra tão fundo. O primeiro que deixo.
— Sério? — perguntou ele, dando tapas na bunda dela. Maya olhou por cima do ombro.
— Gosto muito de você, Adão. Gosto.
— Você também.
A garota sorriu e balançou a cabeça. As costas dela estavam molhadas de suor. Tava calor demais.
— Não. Quero dizer… ai! Que eu gosto de verdade de você.
— A gente mal transou — exclamou ele.
— Não quero só —Foder —a garota franziu o rosto. Sentia prazer e sofrimento ao mesmo tempo—. Quero… ter um relacionamento com você.
Adão parou de penetrar.
—O quê?
—Que a gente comece a namorar. Por… por que você parou?
—Não, por nada —ele voltou ao trabalho, embora agora se sentisse desconcentrado.
Maya baixou os olhos. A dor era maior que o prazer. Mesmo assim, continuou apertando a bunda para dar mais gosto a ele. Não sabia quando Adão tinha começado a gostar dela. Reparou nele desde que o viu, semanas atrás. Foi tipo amor à primeira vista. Além disso, as rejeições que ele fez quando a nojenta da Rebeca aparecia só alimentaram ainda mais o ciúme dela.
Em certo ponto, Adão tirou o pau. Doía um pouco. Preferia meter na buceta. Tirou a camisinha e desceu a cabeça até a entrada da vagina dela. Ali estava mais lubrificado que o reto, e a velocidade de reação dele foi tão forte que quase fez Maya sangrar.
Não conseguiu se controlar. Deixou uma descarga prolongada de esperma dentro dela. Maya recebeu com os olhos felizes. O gozo do seu querido Adão estava enchendo ela. Aproveitou o orgasmo e, depois, quando ele se deitou, exausto, ela se acomodou debaixo do braço dele. Começou a beijá-lo, acariciá-lo.
Adão, por sua vez, só tinha Rebeca na cabeça.
*
Alguém mais acha que o Adão é um imbecil? hahaha o que vocês teriam feito? trocariam a Rebeca pela Maya? xD respondam nos comentários, até mais, crianças!
As três próximas gozadas do Adão não foram especialmente prazerosas. Quando o pau dele tava soltando os últimos jatos de sêmen dentro do útero da melhor amiga dele, a Mary, ele sentiu que faltava algo mais pra ele se sentir completamente feliz. Doía ele saber que a Rebeca tinha ido embora daquele jeito mal-humorado, e, acima de tudo, doía a maneira como ela tinha deixado claro que não precisava de ninguém pra fazer amor com ela. O que ela, o que aquela puta queria, era simplesmente ser um saco de esperma e um pedaço de carne que todo mundo pudesse foder.
Ele lambeu os mamilos rosados da Mary enquanto ela acariciava a cabeça dele. Atrás dele, a Carla chupava as bolas dele e passava a língua no espaço estreito entre o saco e o pau dele. Ela apertou o pau dele, sugando as gotinhas de sêmen que a glande ainda soltava.
Adão suspirou e se levantou, cansado. Olhou o relógio e viu que já era hora de ir embora. Se vestiu e se despediu com beijos das mulheres, que, na falta de homens, não hesitaram em começar a chupar as próprias bucetas num círculo de corpos. Ele deixou elas quietas e pegou o carro de volta pra casa.
Gabriela chegou do trabalho se sentindo pior do que quando tinha ido. A Flor não só não falava com ela, como tinha sido tão grosseira que, se não fossem as circunstâncias, a Gabi não teria hesitado em mandar ela pra diretoria. Não podia fazer isso porque a garota sabia demais, e o escândalo de uma professora fodendo com um pai de família acabaria com a carreira dela.
Assim que entrou no apartamento, ouviu um rock pesado vindo do quarto do irmão. Ela foi na ponta dos pés até lá e espiou. Viu que o Adão tava fumando, o que ele só fazia quando o dia tinha sido realmente uma merda e coisas pesadas estavam passando pela cabeça dele. Gabriela lembrou da proposta que tinha feito pra ele, sobre devorar o pau dele por um bom tempo. Não conseguiu evitar se sentir magoada porque, enquanto nenhum homem a rejeitava, só o irmão dela parecia ser verdadeiramente inalcançável.
Ela foi pro quarto dela descansar e nenhum dos dois saiu até o fim da tarde, quando tinham que fazer a janta. Até nesses momentos, a tensão entre os dois fez eles comerem em silêncio. Adão pensava na Rebeca e sentia ciúme de todos os caras que tinham comido ela antes dele. Gabriela não conseguia evitar pensar que, por causa da putaria dela, tava prestes a perder a amizade do irmão e a carreira dela tava em risco por causa da luxúria desenfreada que ela mal conseguia segurar.
De noite, o rock voltou a tocar, e o fedor do cigarro já tava empestando o ar do apartamento. Gabriela levantou da cama e vestiu um shorts esportivo confortável. Entrou no quarto do Adão, que parecia dormir enquanto o cigarro queimava sozinho no cinzeiro.
— Mano — ela disse, sentando na beirada da cama e pegando o controle pra baixar o volume do som. Adão acordou com um bocejo. Quando viu a irmã tão perto, deu um pulo de susto.
— Gabriela, o que cê tá fazendo aqui?
— Bom, eu só tava meio preocupada com você. Fiquei me perguntando se cê tava bem.
— Tô perfeito — Adão olhou pra ela com atenção. Shorts curto mostrando as pernas bronzeadas, barriga chapada aparecendo por baixo da blusinha fina de alças e um belo par de peitos, sem sutiã, com as pontinhas dos mamilos marcando o tecido.
— Me fala o que tá rolando. Você não conta mais nada pra mim. Pensei que a gente compartilhava tudo.
Os dois se deitaram depois de um momento de silêncio, e ficaram assim, olhando pro teto, cada um mergulhado nos próprios problemas. Finalmente foi a Gabriela que, não aguentando mais a proximidade do irmão, se aninhou debaixo do braço dele, passou uma mão por cima do peito sem camisa dele e uma perna por cima da dele, de um jeito que o joelho dela ficou bem perto do volume da rola dele, aparecendo por baixo do bóxer. O calor que o corpo de homem dele transmitia fez bem pra ela, e ela sorriu, se aninhando como uma cachorrinha na frente da fogueira.
O escritor sentiu os peitos da irmã pressionando contra o lado dele, e o pau começou a subir. A descarga de hormônios fez ele esquecer a Gabi por um momento, e ele se ajustou melhor pra ter ela mais perto. Gostou da cor das pernas dela e da forma delineada dos quadris. Encontrou o olhar dela. Ela também olhou nos olhos dele, e eles se beijaram. No começo foi um beijo suave, mas depois, a língua de Adão procurou a irmã e ela gemeu e se assustou. De repente, os bicos dos peitos queimavam e ela sentiu calor na buceta. O beijo ficou mais intenso, a saliva escorria do canto das bocas e os lábios estalavam.
Adão se apressou pra ficar por cima dela. Gabriela abriu as pernas torneadas enquanto acariciava as costas dele com as mãos. Ele beijou o pescoço dela, sugando o cheiro de mulher. A pele da irmãzinha era macia e quente, e ele não hesitou em descer até o canal dos peitos dela. Se afastou um pouco pra Gabriela tirar a blusa de uma vez. As tetas dela eram impressionantes. Grandes. Bicos de um marrom claro.
— Irmão… — disse Gabriela. O pau de Adão já tava pronto, e ele começou a esfregar por cima da roupa da irmã.
Naquela hora, ele parou. Não podia fazer aquilo. Ela era a irmã dele. A menina com quem ele tinha crescido a vida toda.
— Isso… não pode ser.
— O quê?
— Cresce, Gabriela.
— Adão! Eu quero transar com você, mesmo você sendo meu irmão!
— Cresce!
Ele também queria comer ela igual um louco, mas o negócio da Rebeca ainda tava fresco na mente dele. Então, Gabriela, com lágrimas nos olhos, saiu do quarto, deixando a blusa bonita dela pra trás.
De manhã, Gabi tomava café da manhã em silêncio. Adão saiu. Trocaram olhares. Foi impossível não olhar pro irmão com raiva. Ela bateu os talheres na mesa e saiu rápido da cozinha, esbarrando nele com o ombro.
— Espero que você seja feliz. Adão — ameaçou —. Se você não me quer, mesmo eu oferecendo meu corpo inteiro, então vou dar pra outra pessoa.
— Sua puta de merda — murmurou Adão para que ela não ouvisse.
O café da manhã foi um desastre. O que Adão queria era sair da rotina e sumir por um tempo. Não só Rebeca estava dando problema com sua perfeição de mulher, mas agora também a irmã dela. Nisso, o telefone dele tocou. Era uma voz familiar.
— Oi, Adão.
— Maya? Como você conseguiu meu número?
— Pedi pra Mary. Escuta... hum, tava pensando se... você não tem nada pra fazer, quer sair comigo?
O café quase saiu pelo nariz dele.
— O quê?
— É. Bom, é que tô muito entediada, e quero dar uma volta. Você tem algo pra fazer?
— Maya, não acho que a gente...
— Vamos. Vem comigo.
Ele pensou por um momento. Imaginou a bucetinha apertada da Maya. Se não podia ter Rebeca, então pelo menos matava a vontade de sexo.
— Tá bom.
— Sério?! — exclamou a garotinha feliz —. Legal! Te espero nesse endereço.
Ele anotou direitinho. Depois trocou de roupa. Pegou as chaves e saiu rápido do apartamento.
Chegou com uns cinco minutos de atraso. Tinha combinado com ela na entrada de um parque, e quando a viu, achou que ela era uma mina linda pra caralho. Além disso, um sentimento de raiva de Rebeca e do que ela tinha dito fez ele se convencer de que tava fazendo a coisa certa.
— Oi, esperou muito?
— Não. Acabei de chegar — disse Maya. Tava vestida com uma calça jeans apertada e uma blusa vermelha combinando. Os peitos lindos e médios dela estavam bem presos por um sutiã cujas alças apareciam por baixo das da blusa.
— Que mosca te mordeu pra me chamar pra sair, Maya?
— Nenhuma — respondeu ela rápido —. Só que todos os outros homens estavam ocupados e aí... pensei que você não tivesse. Se quiser, vou embora.
— Não, de jeito nenhum — por dentro, ele sorriu. Sabia que a garota tava mentindo, e além disso, Becca tinha... disse que Maya gostava dele. Então, não precisava se segurar.
Ele a levou, como ela havia pedido, ao aquário. O show das orcas acrobatas e das focas fez a gostosa da Maya sorrir como uma criança e bater palmas feliz. O cabelo moreno dela caía em cachos finos pelos ombros nus. Adão não parou de pensar em como ele tinha comido ela na orgia e se perguntou se teria a chance de fazer isso com ela naquela mesma tarde.
Depois disso, foram comer.
— Você vai muito nas festas? — perguntou Adão — Desde quando?
— Faz só uns meses que tô nesse meio. Não é algo que eu queira falar agora.
O tom da voz dela mostrou o que a incomodava, e Adão não perguntou de novo. De repente, foi como se ele percebesse que Maya era uma mina realmente especial. Ela era tímida até certo ponto, e as bochechas dela subiam quando ria, um pouco mais bonito do que a Rebeca. Ele não parou de comparar as duas por um bom tempo, como no cinza dos olhos dela e no tom rosado dos lábios.
— Quantos anos você tem?
— Mulher não se pergunta a idade, mas tudo bem, tenho vinte e dois.
— Você é bem nova.
— Mais ou menos — deu de ombros e bebeu timidamente do refrigerante. Depois, lambeu os lábios e olhou o relógio — Quer ir lá em casa um pouco?
— Você tá dizendo que... vamos...?
— Sexo — confirmou ela, com naturalidade.
Meia hora depois, Adão e Maya estavam enroscados em uns beijos super quentes no quarto dela. O ar cheirava a doces, enjoativo, mas refinado. Maya jogou ele na cama e, enquanto ele abria a camisa e tirava a calça, ela começou a dançar com uma safadeza de stripper. Jogou longe a blusa vermelha e tirou a calça, revelando uma calcinha fio-dental preta com renda rosa. Assentava muito bem na cintura dela. Adão conhecia bem o corpo dela, mas era a primeira vez que a via num ambiente que não fosse uma orgia. Na verdade, era a primeira vez que via Maya vestida.
A garota engatinhou até ele. Ela tirou o sutiã e colocou os peitos na cara dele. Os mamilos marrons estavam meio duros e Adão se apressou em chupá-los com força renovada. A pele estava um pouco fria, mas exalava um cheiro gostoso de mulher. O pau dele pressionava a cueca e a parceira esfregou a buceta por cima da calcinha. Ele a envolveu com os braços e a deitou na cama. Tirou o resto da roupa dela e abriu suas pernas.
A buceta da Maya brilhava com os fluidos, resultado da excitação. Ela sorriu feito uma menina e mordeu a unha do dedinho. Piscou o olho pro Adão e ele não hesitou nem um segundo em colocar a boca naquela fenda apertada. Ele achou que a Maya lubrificava bem melhor que a Rebeca. Tava tão molhada que a buceta oleosa fazia a língua dele deslizar com muita facilidade. Cravou os dentes nas dobras carnudas dela, sugando-as.
Maya mordeu os peitinhos dela até onde conseguiu. Puxou o cabelo do Adão e ele tirou a cueca. Em seguida, se posicionou sobre a cabeça da garota, de um jeito que criaram um 69 invertido. A glande dele apontava como uma flecha pra baixo, e depois que ela deu uns beijos nos ovos inchados dele, enfiou o pau até o fundo da garganta.
Adão suspirou. Sentia como se todo, absolutamente todo o pau dele entrasse na Maya. A garota era uma expert em garganta profunda! Ele teve arrepios ao sentir a língua molhando a base do pênis, e retomou as tarefas dele, masturbando e chupando a buceta molhada dela.
—Vou gozar —avisou ele.
—Não! Mete em mim antes!
Ela falou num tom brincalhão e mimado. Adão se levantou. Levantou as pernas da Maya e se inclinou sobre ela, de um jeito que os joelhos da garota dobraram tanto que chegaram nos peitos dela. Assim, ele enfiou o pau até o fundo. Foi a glória. Uma área muito molhada e quente, quase tão apertada quanto a da Rebeca. Começou a bombar enquanto beijava ela. Maya gemia feito uma gatinha e mexia a bunda pra dar mais. agradar seu parceiro.
Ela estava feliz. Estava se entregando de verdade ao cara de quem gostava. Bem, gostava um pouco mais que dos outros. Sentia os seus fluidos escorrendo da buceta e escorregando entre as pernas. Enrolou a língua na de Adão e continuou beijando ele. Depois, virando-se, abriu as nádegas e mostrou a ele o seu cuzinho apertado.
— Você faz anal?
— Faço de tudo — disse ela com uma piscadela —. Tem camisinha naquela gaveta.
Ele se apressou em colocar uma. Também tinha um vidro de lubrificante. Ele passou um pouco na entrada do cu de Maya. A garota se ajoelhou de quatro e suspirou.
— Coloca devagar.
— Sim, eu sei.
O buraquinho começou a se dilatar enquanto o lubrificante facilitava a entrada. Adão viu, fascinado, o pau dele afundar no reto da garota. Deu um tapa tão forte na bunda dela que a mão dele ficou marcada. Nossa! Como apertava lá dentro, e estava tão quente quanto a buceta dela!
Quando já tinha mais da metade enfiado no cu dela, puxou devagar e meteu de novo. Foi fazendo isso cada vez mais rápido, mais rápido, até sentir toda a área lubrificada. Maya começou a gemer e a ofegar. Doía gostoso. Enterrou o rosto no travesseiro e se agarrou nos lençóis.
— Mais! Mais! — implorava com a voz rouca de prazer —. Enfia mais fundo.
— Tem certeza?
— Sim. Por favor. Não para.
Ele obedeceu. Decidiu, por um momento, ignorar o prazer de Maya e focar no dele. Respirou fundo e encaixou os quase vinte centímetros de pau dentro do cuzinho apertado da garota. Maya gritou e mordeu o lábio.
— Você é… o primeiro homem… que me penetra tão fundo. O primeiro que deixo.
— Sério? — perguntou ele, dando tapas na bunda dela. Maya olhou por cima do ombro.
— Gosto muito de você, Adão. Gosto.
— Você também.
A garota sorriu e balançou a cabeça. As costas dela estavam molhadas de suor. Tava calor demais.
— Não. Quero dizer… ai! Que eu gosto de verdade de você.
— A gente mal transou — exclamou ele.
— Não quero só —Foder —a garota franziu o rosto. Sentia prazer e sofrimento ao mesmo tempo—. Quero… ter um relacionamento com você.
Adão parou de penetrar.
—O quê?
—Que a gente comece a namorar. Por… por que você parou?
—Não, por nada —ele voltou ao trabalho, embora agora se sentisse desconcentrado.
Maya baixou os olhos. A dor era maior que o prazer. Mesmo assim, continuou apertando a bunda para dar mais gosto a ele. Não sabia quando Adão tinha começado a gostar dela. Reparou nele desde que o viu, semanas atrás. Foi tipo amor à primeira vista. Além disso, as rejeições que ele fez quando a nojenta da Rebeca aparecia só alimentaram ainda mais o ciúme dela.
Em certo ponto, Adão tirou o pau. Doía um pouco. Preferia meter na buceta. Tirou a camisinha e desceu a cabeça até a entrada da vagina dela. Ali estava mais lubrificado que o reto, e a velocidade de reação dele foi tão forte que quase fez Maya sangrar.
Não conseguiu se controlar. Deixou uma descarga prolongada de esperma dentro dela. Maya recebeu com os olhos felizes. O gozo do seu querido Adão estava enchendo ela. Aproveitou o orgasmo e, depois, quando ele se deitou, exausto, ela se acomodou debaixo do braço dele. Começou a beijá-lo, acariciá-lo.
Adão, por sua vez, só tinha Rebeca na cabeça.
*
Alguém mais acha que o Adão é um imbecil? hahaha o que vocês teriam feito? trocariam a Rebeca pela Maya? xD respondam nos comentários, até mais, crianças!
7 comentários - Tiernas Delícias Cap 7
Genial como siempre 10 puntos por tu relato y por tu esfuerzo 🙂
Tiene demasiados conflictos Adán en su mente, y por calentón está tomando malas decisiones que luego se arrepentirá. Un caballero, pero comete estupideces por despecho jajaja.
Gracias por la entrega de esta semana, mu rica como siempre, feliz semana y un besote! van unos points 😃
Gracias excelenteeee
Exclente +10