O velório, minha prima e eu (segunda parte)

Olá amigas e amigos do poringa. Voltei pra contar a segunda história de vocês. Já faz quase três anos da anterior e toda vez que vejo, fico muito feliz que vocês tenham gostado tanto.
Dessa vez, vou relatar a história do meu primeiro anal. Muitos vão dizer "que chato", e verdade, não tem nada de mais. O curioso é o contexto em que rolou, com quem rolou e como terminou. Espero que curtam e que o relato seja divertido pra vocês. Desde já, muito obrigado por me darem uns minutos pra ler e comentar. Um abraço fraterno à distância. Vamo que vamo!!!!!!!


-Era o ano de 1999. Eu tinha acabado de fazer 18 anos. Tava voltando da minha viagem de formatura do colégio e ainda vibrava nas minhas veias as noites loucas de Bariloche e tudo que vem junto: álcool, drogas, sexo e promiscuidade. Quem não foi pra Bariloche ou algum lugar parecido na formatura não vai saber do que tô falando. Imagina milhares de garotos entre 17 e 20 anos cheios de álcool e sem freio. A cidade fica mergulhada numa atmosfera imensa que cheira a sexo e bagunça. Nas ruas dá pra ver isso a cada passo, e de noite os instintos mais baixos (inimagináveis nessa idade) brotam dos poros dos adolescentes, transformando o suor deles num caldo de cultura pra uma grande liberação de hormônios em escala. Se os pais da época soubessem que era assim, nunca teriam mandado seus filhos e filhas pra essas festas caligulescas. Por isso que hoje em dia as viagens de formatura pra Bariloche tão fora de moda. Quem foi entre os anos 80 e 90 somos os pais das crianças que deveriam ir hoje. De jeito nenhum hahahaha!!!
-Eu cheguei da viagem numa segunda de manhã e dormi quase 72 horas seguidas. Lembro que minha mãe disse que ficou assustada com o tanto que eu dormi e quase chamei um médico em casa pra me dar soro pelo menos, já que eu não levantava nem pra comer nem beber água. nesses três dias de coma, meu padrinho, o tio Osvaldo, teve um AVC massivo e ficou internado em estado gravíssimo. na quarta à noite, umas 19h, eu saí do meu torpor e me contaram a história do tio Osvaldo. fiquei muito triste. os boletins médicos não eram nada animadores, então a má notícia tava chegando e a gente sabia. cada vez que o telefone tocava, a gente já sentia o pior. na sexta, a má notícia chegou.
– tinha que ir pro velório do Osvaldo na cidade de Tortuguitas. a gente é da zona sul da grande São Paulo, o que complica muito as coisas, então entramos em contato com a família e tentamos organizar um ponto de encontro pra não ter que ir e voltar de tão longe. o lugar escolhido pela família foi a casa de uma das filhas do Osvaldo, minha prima Graciela, minha prima de sangue, filha da irmã do meu pai e do tio Osvaldo. vamos ver quem é a Graciela.
– Graciela naquela época era uma gatinha muito gente boa. morena de cabelo comprido e ondulado. fumante compulsiva. bem rockeira. a aparência física dela era muito parecida com a da Patricia Sosa, a cantora. mas não tão voluptuosa. mais magra e mais bonita de rosto. Graciela sempre foi a ovelha negra da família. em 1999, ela tinha 38 anos, tava há 22 anos com o Norberto, sim, desde os 16 anos. eles foram colegas de colégio e um dia começaram a namorar e pronto. 22 anos juntos. mas era a ovelha negra porque não obedecia ao mandato familiar de marido e filhos. ela dizia "vou casar e ter filhos quando meu corpo pedir. e por enquanto não pede. pede outras coisas". Norberto era mais bonzinho. também tinha 38 anos na época e trabalhava como ourives numa joalheria muito conceituada em Once, de propriedade de um senhor armênio com um sobrenome cheio de consoantes. eles estavam numa fase financeira boa e tinham comprado um apartamento em Palermo, onde foi feito o ponto de encontro. da família. Norberto era muito parecido com o Berugo Carambula, eu zoava ele com isso e ele morria de rir.
- Fomos pro velório do tio na funerária Paraná de San Isidro. Ou seja: da zona sul pra Tortuguitas, de lá pra San Isidro e de San Isidro pra Palermo. Uma loucura. E assim por dois dias.
- Numa dessas noites de velório à moda antiga, minha mãe e a esposa do Osvaldo vazaram pra puta que pariu, cansadas de velhas. Ficamos eu, a Graciela, o Osvaldito (irmão mais novo da Graciela) e mais ninguém da família na funerária. O Osvaldito falou pra gente: "por que vocês não vão também? Eu fico aqui até amanhã". A Graciela me disse: "vamos, neném?" E eu falei que sim.
- Saímos e subimos no carro dela, um Taunus de coleção, ela dizia que amava mais ele do que o Norberto. Paramos numa pizzaria e comemos umas empadas e tomamos umas brejas. A Graciela era muito, mas muito gente boa. Parecia que a gente se via todo dia. Falava sem frescura e sem medo. Me contou que tava confusa com o Norberto. Que tinha começado a sentir que dormia toda noite com o irmão dela. "Já vão fazer 22 anos de relação. Ele quer casar e eu não. Ele quer foder e eu já não me molho como antes. Me molho mais quando me masturbo no chuveiro do que quando ele tenta me foder." Pelo visto, a conversa me afetou de algum jeito, porque minha pica tinha subido até o talo.
- Saímos da pizzaria e ela me disse: "Maxi, não quero ir pra minha casa ver minha mãe chorando e sua mãe chorando. Pra isso, eu fico aqui no velório. Se não te deixar desconfortável, aqui a umas quadras vi um motel. Entramos lá e dormimos umas horas. Você tem o RG, né? Já é maior?" E eu respondi que sim, que já era maior e que não me incomodava de ir lá com ela.
- Entramos no motel, ela pagou e fomos pro quarto. Tudo parecia normal e não tinha sinal de que algo ia rolar naquela cama e naquele lugar. Vamos combinar que eu, com meus 18 recém-completados, nunca tinha entrado num motel. E a sensação que o cheiro, a atmosfera do lugar, aqueles lençóis cheios de histórias, aquelas luzes me deram... que escondem uma parte nossa e iluminam magicamente outras, trazendo à tona a verdadeira forma das nossas sombras. O lugar onde deixamos na porta nosso ser social e deixamos entrar nosso ser animal.
- Nós nos jogamos na cama e ela tirou um baseado de maconha. Acendeu e começamos a conversar. Ela me contou muitas coisas sobre ela. A relação dela com o Norberto, os medos dela, as expectativas, os desejos, os prazeres...
- Num momento ela resolveu ligar a TV e obviamente só tinha pornô "aiii meu deus, adoro isso, mas não é hora nem lugar hahahaha" "você gosta de pornô???" ela perguntou. Eu respondi que sim, que adorava. "Você é virgem??" ela rebateu. Falei que não, mas que não tinha muita experiência, e fui além, falei que nunca tinha comido um cu. Ela pulou da cama e começou a morrer de rir, fiquei puto porque eu tinha 18 anos e é totalmente normal nessa idade não ter comido um cu, eu ainda era novo. Ela pediu desculpas e sentou na cama de novo. "Sério mesmo que nunca comeu um cu??". Reafirmei que sim e acrescentei que também não saberia como fazer. "Tá me zoando!!! naaaaahhh, é só saliva, muito dedo e muito baseado, nada mais que isso hahahahaha". "Quer que eu te ensine??"... Na minha cabeça passaram muitas coisas naquele momento: o tio morto, minha mãe, a mãe dela, meu primo do lado do berço do pai... muitas. Mas eu falei que sim...

- Ela ligou a TV de novo, colocou um pornô... abaixou a calça de couro que tava usando e começou a se tocar... me excitou pra caralho, meu pau ficou duro que nem conseguia disfarçar... ela mandou eu tirar toda a roupa... se masturbou muito, muito... se esfregava com as duas mãos... ficou de quatro na cama e falou "vem, chupa bastante aqui" e colocou um dedo naquele cu lindo que ela tinha... eu enfiei minha cabeça naquele cu infernal e chupei com toda força... "vai colocando um dedinho, devagar" e coloquei um... ela gemia de prazer... me dava tapas na cara com a bunda... também coloquei dedos na aquela boceta dela era, naquele momento, uma fonte de néctar divino... "mete mais um" e enfiei dois dedos na bunda dela... continua... continua... "você vai me fazer gozar" ela gritava enquanto me puxava pelos cabelos com a mão que passava por cima das costas dela e assim enterrava minha cara na bunda dela... e..... "AAAAAAAHHHHHHHHHHH FILHA DA PUTAAAAAAAAAAAAAAA, COMO VOCÊ ME FAZ GOZAR, VIADOOOOOO"... agora sim, ela disse... "coloca... coloca devagar e com ritmo suave"... meu pau não aguentava mais, tava quase gozando de tanta excitação... apoiei a cabeça do meu pau naquela bunda dilatadíssima que ela tinha e empurrei... devagar... entrou a cabecinha... depois o tronco... devagar ela dizia... assim... até que entramos num ritmo enlouquecedor... minhas bolas batiam com dor contra a boceta molhada dela... ela gritava como a mais gostosa de todas... as costas dela eram uma lagoa de suor que cheirava a sexo selvagem... os cabelos cacheados dela dançavam coreograficamente... eu tava num limbo... meu pau doía de tanto prazer nunca antes experimentado.... "GOZA DENTRO DO MEU CU, VAI, GOZA DENTRO DO MEU RABOOOO" e foi o que eu fiz... o orgasmo que veio depois da gozada foi tão profundo que me deu cãibra nas pernas... de repente comecei a suar como um porco... suava por cada poro da minha pele... e deixei ela lá dentro até sair sozinha... e atrás do pau veio minha essência... escorreu pela boceta dela...

- Faz anos que não vejo a Graciela. Tenho uma lembrança muito boa dela.

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