Depois de ter compartilhado minhas últimas experiências, vocês devem estar esperando que eu conte o que rolou durante minhas férias. Espero não decepcionar, mas não aconteceu absolutamente nada, pelo menos nada que valha a pena contar.
Preciso ser sincera e admitir que me diverti pra caralho com meu marido, e não tô falando só do lado das férias, mas também do sexual.
Depois de muito, muito tempo, voltei a ter orgasmos de verdade com ele, sem precisar fingir, recuperando aquela libido que eu já achava que tinha perdido, tanto que a gente transava quase toda noite e muitas manhãs também.
A gente não tinha um sexo tão bom desde... nem lembro mais desde quando, e por mais incrível que pareça, pela primeira vez em anos não sentia vontade de ficar com ninguém além dele.
Mas... sempre tem um mas, né?
As férias acabaram, voltamos pra casa e... Não sei o que é, se é Buenos Aires, a rotina, a poluição da cidade ou uma combinação de tudo isso, mas depois de alguns dias de volta nessas ruazinhas portenhas, me deu uma vontade de..., de..., bom, de comer meio mundo.
Como a Scarlett Johansson disse muito bem, monogamia é chato pra caralho, e eu já tava ficando bem entediada.
Foi nesse momento que recebi a mensagem do Fernando e a proposta de continuar aquela "conversa" que a gente tinha deixado no meio. Mas mesmo depois de ter ficado com os colegas do meu marido, eu ainda tava com o fogo no rabo.
Na real, o que eu tava afim mesmo era de transar com o Pablo de novo.
Durante os últimos dias das minhas férias, tinha pensado bastante nele, sentia que devia uma explicação por ter sumido tão de repente depois da festa de aniversário dele, na noite em que a festeira acabei sendo eu.
Já tinha até decidido fazer uma visita assim que voltasse pra Buenos Aires, mas aí surgiu a parada do ménage e o assunto foi sendo adiado cada vez mais, até que um belo dia eu me decidi. Não aguentava mais. Tava ansiosa, com vontade, com um tesão do caralho. Precisava que o Pablo me cogê-lo, sentir ele mais uma vez dentro de mim, pulsando, inquieto, rasgando.
Desde a noite do aniversário dele que não o via, e isso já fazia quase três meses. Tempo demais pra ficar longe de alguém que soube me comer tão bem. Por isso achava que já era hora de um reencontro. De sentir de novo a força primal dele me destruindo a porradas.
Como se fosse uma viciada, meu corpo (usa a palavra: buceta) pedia aos gritos uma nova dose de pau, do pau do Pablo.
Em vez de ir pro escritório, desço na avenida San Juan, compro umas facturas na padaria que fica na frente da casa dele e atravesso a rua com toda minha ansiedade à flor da pele. Não quero olhar, mas parece que vou respingando o asfalto e a calçada com minha vontade.
Abro a porta da rua com a chave que ele mesmo me deu, batendo o salto no corredor e nos degraus pra ele me ouvir chegar, mas tudo em vão. Ninguém responde. O Pablo não está em casa.
Fico esperando ele sentada na escada, comendo umas facturas, até que, frustrada e resignada, bato em retirada. Deixo o saco da padaria na porta dele e vou embora, mais tesuda do que quando cheguei.
Compro uma garrafa d'água no posto de gasolina que fica na esquina e vou pra San Juan pegar o metrô, retomando a viagem rumo ao meu trabalho. Tô distraída, fuçando na bolsa o cartão do metrô quando ouço alguém me chamar:
— ¡Mariela?! —
Por um instante me iludo que seja o Pablo, mas me frustro de novo ao me virar e dar de cara com um cara carregando duas latas de tinta. Ele me parece familiar, mas não consigo lembrar de onde.
— Sou eu, Mario — ele diz ao ver que não o reconheço.
— ¿Mario? — pergunto ainda na dúvida.
— Chuky — ele se corrige.
— ¡Chuky! — exclamo surpresa, e me aproximo pra dar um beijo nele, pedindo desculpas por não ter reconhecido antes.
Não falo pra ele, mas se estivesse pelado e com o pau duro, eu sacava na hora.
— Tá procurando o Pablo? — ele pergunta.
— Acabei de passar Pela casa dele, mas não tá—aviso.
—Teve que viajar urgente pra Tucumã, sei lá, algum problema de família—me informa.
Conhecendo o Pablo, desconfio que deve ser uma treta de saia.
—Sabe quando ele volta?—pergunto, esperançosa que não seja uma ausência muito longa.
—Nem ideia, é só o que sei, que foi correndo, algo de última hora—
—Poxa! Justo agora que precisava ver ele—me lamento, sentindo aquele vazio dentro de mim ficar cada vez maior.
—Bom, mas aqui tem eu, se tiver algo que eu possa ajudar, é só falar—me propõe o Chuky com um meio sorriso que não precisa de tradução.
Será que dava pra perceber a vontade que eu tava de ser comida?
—Tô achando que você tá querendo pegar a gatinha do seu amigo—respondo, me fazendo de surpresa.
—Contanto que ele não descubra—ele sorri—Além disso, tá em Tucumã, quem vai contar?—
—Haha, é verdade, que se foda por ter ido, né?—falo, celebrando a sacada dele.
—Tô hospedado aqui perto, se quiser a gente pode ir e, sei lá, tomar algo, que acha?—me propõe, agora sim, se jogando de vez na paquera.
—Acho ótimo, mas cê não tá trampando?—respondo, em clara alusão às latas de tinta que ele tá carregando.
—Tô, trampo naquela loja de tintas ali—me diz, apontando com a cabeça—Mas faço essa entrega e fico livre—
—Tem certeza?—
—Certeza—
—Olha que não quero que você arrume problema por minha causa—
—Imagina, por você eu boto a cabeça na guilhotina—
—Hahaha!—rio toda melosa—Valeu, mas acho que não precisa chegar a tanto—
O lugar onde ele tem que deixar a tinta é por ali perto, uma loja de ferragens que fica na esquina da Humberto Primo com Solís, então acompanho ele e espero enquanto faz a entrega. Quando termina, vamos direto pro lugar onde ele tá morando, um hotel na rua Salta. Um hotel pra viajantes e famílias, segundo o letreiro na lateral da porta.
Entramos e subimos pro Primeiro andar. O quarto dele é o segundo começando pela escada. Tem vários outros quartos, todos com portas e janelas dando pro corredor.
Dentro do quarto, ele me pergunta se quero beber algo.
— O que você tiver — respondo, olhando os poucos móveis, só uma cama que mais parece um catre, uma cômoda, uma TV daquelas antigas que parecem uma caixa, um par de cadeiras e um frigobar. Desse último, ele tira duas latas de cerveja e me oferece uma. Abro e dou um gole enquanto bisbilhoto as fotos em cima da cômoda, perto da TV. Os retratos mostram uma família. Chucky com uma mulher e duas crianças.
— Você é casado? — pergunto surpresa, já que no quarto não vejo nada que sugira que morem outras pessoas além dele.
— Sou, mas não se preocupa que elas não vão aparecer. Tão no Sul, em Trenque Lauquen. Eu vim faz uns meses pra procurar trampo e poder trazê-las mais pra frente — ele conta.
— Ah, olha só, e de quebra se diverte comendo as portenhas — falo num tom de recriminação.
— Jaja, não, aquela vez foi algo especial. Pablo me convidou pro aniversário dele, não sabia que ia rolar o que rolou, juro que nunca tinha estado em algo assim — ele garante, obviamente se referindo à noite do Gangbang.
— Mas foi bom, né? — falo num tom cúmplice.
— Muito bom! — ele concorda.
Ele dá um longo gole na cerveja e, deixando a lata em cima da cômoda, se aproxima de mim. Coloca uma mão na minha cintura e, com um tom provocante, pergunta:
— E aquela noite, o que achou do meu? Digo, entre todos os outros...
— Você foi de longe o melhor. Adorei principalmente como você chupou minha buceta — confesso, pegando a outra mão dele e fazendo com que me agarre com as duas.
— Tá falando sério?
— Muito sério. Ou senão, por que você acha que tô aqui?
Dou um gole e, segurando a cerveja na boca, dou um beijo longo e profundo, passando o líquido pra ele tomar.
— Mmmhhh...! Assim fica muito mais gostoso — ele exclama, bebendo até o fim. última gota.
Voltamos a nos beijar, dessa vez sem cerveja no meio, mordendo os lábios, chupando as línguas. Rápido com as mãos, ele me agarra pela bunda e me pressiona contra o corpo dele, se esfregando em mim, fazendo eu sentir a dureza que já pulsa por baixo da braguilha.
— Senti como você me deixou, garota — ele fala, apertando ainda mais a virilha dele contra a minha.
Se ele sentisse como eu tô, os dedos dele derretiam.
— Então você gostou de como eu chupei sua buceta? — ele pergunta num sussurro.
— Adorei! — confirmo com um sorriso cúmplice.
— É que você tem uma buceta muito gostosa — ele garante.
— Sabe que eu não lembro se a sua era gostosa? Foram muitas pirocas naquele dia — falo enquanto acaricio o volume pronunciado que já tá formando a ereção dele.
— Acho que primeiro vou ter que provar ela — completo enquanto vou desabotoando o cinto dele, sentindo o tempo todo a pressão indomável que já luta pra explodir.
Abro o zíper da braguilha e, abrindo as dobras da calça, meto a mão por dentro da cueca, agarrando em toda a sua magnificência essa energia viva e pulsante que até queima meus dedos de tão quente que tá.
Olho nos olhos dele, sorrio e, puxando pra fora, bato uma punheta forte, sentindo a tensão nas veias ficar ainda mais poderosa e marcada. Sem soltar, me agacho no chão e dou uma longa e lenta lambida, da base até a ponta, provocando um arrepio que repercute na minha língua toda. Abro a boca, enfio ela pra dentro e chupo com toda a vontade.
Meu marido não é muito chegado a sexo oral, então já tava com saudade de ter uma pica pra matar o vício. Então me permito, recuperando com a pica do Chuky o tempo perdido durante as férias.
Enquanto continuo chupando, ele acaricia meus peitos por cima da roupa, apertando forte, como se quisesse conferir a consistência.
— Que peitos gostosos você tem, por favor — ele exclama. fascinado.
—Quer me comer? —falo, pelando elas e oferecendo.
Ela se abaixa um instante e chupa, mordendo meus bicos com violência relativa. Aí levanta, enfia o pau no meio e, apertando uma coxa na outra, me fode com frenesi e entusiasmo, deixando aquela área toda vermelha de tanto roçar.
Quando tira, o pau fica vibrando no ar, duro e entorpecido, com aquela curva no meio bem mais pronunciada.
Sem tirar os olhos dele, levanto, tiro a saia, a calcinha, e me jogando na cama, abro as pernas, me oferecendo toda molhada e ansiosa. Tô com a buceta pegando fogo de tão quente que tô.
—Vem, agora chupa você eu! —falo só num sussurro.
Já completamente pelada, Chuky vem na minha direção, se acomoda entre minhas pernas e começa a lamber minha buceta de cima pra baixo, cutucando meu clitóris cada vez que chega naquela área tão ativa do meu corpo. Rosno, arfo, esperneio quando enfia a língua e começa a mexer como se fosse uma pá, sugando o suquinho que brota de mim como uma fonte de vida e prazer.
—Ahhhhh..., siiiiiii..., chupa, morde, me come toda...! —peço entre arfadas roucas, me segurando nas coxas e abrindo ainda mais.
Chuky abre bem a boca e fecha sobre minha intimidade carnuda, sugando com força tudo que consegue prender entre os lábios. Depois me chupa e sinto o prazer jorrando, molhando a cara dela com aquela efusão pura que espirra pra todo lado. Era o que eu mais gostava no amigo do Pablo, o jeito dele de chupar minha buceta. Ele tinha uma habilidade especial que agora confirmava, e de sobra, adicionando mais e melhores variações, já que, sem ter que me dividir, podia usar todo seu arsenal linguístico com total conforto. Sem pressa nem afobação.
Com a língua, descreve uns arabescos incríveis, subindo, descendo, alternando entre morder e chupar, sugando tudo que está ao seu alcance. Parece que tivesse a língua do KISS, de tão fundo que me atinge, serpenteando entre as dobras da minha buceta, cutucando com a pontinha naqueles lugares onde as sensações são mais intensas.
Me deixa a ppk num estado de graça, com os lábios pulsando de tesão e o clitóris inchado e vermelho de tanta excitação.
— Por favor..., coloca a camisinha e me come! — peço com a desesperança mais intensa impregnando cada palavra.
Tão ou mais necessitado que eu, o Chuky vem na minha direção, se coloca entre minhas pernas e mete com aquela cadência que me tinha abalado tanto naquela noite não tão distante.
O jeito dele de me comer, aquele ritmo entre firme e calmo que ele imprime em cada penetrada, a maneira como olha nos meus olhos e me acaricia enquanto me bombeia, tudo isso contribuiu pra que, no meio do Gangbang, se estabelecesse entre nós uma conexão especial. Eu senti e tenho certeza que ele também. Pablo era meu homem, a razão de eu me entregar pros amigos dele como presente de aniversário, mas Chuky era quem tinha me arrancado as melhores gozadas. E agora eu o tinha só pra mim, em exclusividade, sem ter que dividir meus buracos com mais ninguém.
Ao ter ele dentro, grande, grosso, inchado, sinto que não tô errada em estar ali. Enquanto durar a ausência do Pablo, o amigo dele vai ser um puta substituto.
Arqueio as costas e empurro a pélvis pra frente, pra sentir ele ainda mais fundo, me movendo no ritmo dele quando ele começa a me foder.
A curva que ele tem no meio e que dá pro pau dele uma torcida gostosa, esfrega no meu clitóris a cada vai e vem, me causando sensações gloriosas. A cada estocada eu tremo, me desmanchando em espasmos cada vez mais violentos.
— Vai, me come..., me dá tudo! — incentivo por baixo do corpo dele.
Chuky arremete com tudo, mas sem sacrificar aquela postura que tinha me seduzido tanto. Olha nos meus olhos e me beija com carinho enquanto me fode. metendo tudo pra dentro, exatamente como ele pedia, selando cada penetrada com um empurrãozinho final que ecoa até na minha alma.
Eu me mexo com ele, ondulando minha cintura no ritmo que ele dita de cima, quase transando com amor, sentindo fluir dentro da gente o prazer mais intenso e supremo.
Nós dois gememos, ofegamos e suspiramos, tentando de algum jeito canalizar esse vulcão de sensações que nos envolve e agita. Foi aí que demos a primeira trepada, e digo "demos" porque gozamos juntos, explodindo numa agonia mútua e compartilhada.
— Assim... sim... mmmhhh... que gostoso! — consigo murmurar enquanto ele goza dentro de mim, dentro da camisinha, claro, mas me deixando sentir aqueles jatos que, com a potência, quase parecem vencer a resistência do látex.
— Que pedaço de mulher! — exclama Chuky me olhando encantado, ainda sem sair de dentro.
— Que pedaço de homem! — respondo, agarrando ele pelas nádegas e apertando ainda mais contra meu corpo, como se quisesse enfiar ele mais fundo.
Deitamos, bem coladinhos, porque a cama é muito estreita, e dividimos outra cerveja. Ele me fala de Trenque Lauquen, da família dele, da esperança de arrumar um emprego melhor pra trazer eles o mais rápido possível.
— E quando eles estiverem aqui, você vai continuar comendo umas paulistanas? — pergunto, irônica.
— Você é a única paulistana que eu comi, então se quiser continuar... foda-se, pra mim não tem problema — responde com um sorriso de quem se acha.
— Pra mim também não — respondo com um beijo.
Enquanto nos beijamos, língua contra língua, pego na pica dele e começo a masturbar. Não preciso fazer muito pra deixar ele duro de novo, com aquela torção que deixa ela ainda mais tentadora. Desço beijando os mamilos, as omoplatas, o umbigo, enrolando minha língua na pelagem grossa que cobre boa parte da barriga dele. Dou uma lambida daquelas de cima a baixo, pra subir de novo e chupar até um pouco mais da metade. Envolvo os ovos dele com uma mão e chupo gostoso. bem forte enquanto com a outra mão começo a me masturbar. Em questão de segundos estamos os dois fervendo de paixão. Coloco uma camisinha e subo em cima dele, montando, enfiando bem fundo, soltando um suspiro longo e profundo enquanto ele vai me preenchendo. Esfrego os peitos na cara dele e começo a cavalgar, subindo e descendo num ritmo forte e impetuoso, cravando com tudo naquela estaca dura e nervosa que estoura meu útero a cada golpe.
Tentando participar mais ativamente, o Chuky me agarra pela bunda e começa a impulsionar de baixo, mas, rápida nos reflexos, seguro as mãos dele e coloco elas acima da cabeça, deixando claro que sou eu quem está no controle da foda. Sem resistir, o amigo do Pablo deixa eu montar nele, curtindo o panorama excitante que meus peitos quicando de um lado pro outro oferecem. Então paro e beijo ele na boca.
— Me fode! — falo, soltando as mãos dele.
Ele me agarra pela bunda de novo e agora sim, começa a meter com tudo, me fazendo pular a cada pica. Grito, xingo, esperneio, até não aguentar mais, sinto que minha barriga vai explodir. Então pulo pra fora, e fico ali em pé, deixando tudo escorrer pra fora, um jato atrás do outro de gozo. Parece que tô mijando, mas não, tô gozando que nem uma gostosa.
Apesar da puta foda que acabei de dar, continuo com tesão. Muito tesão. Com vontade de que ele continue me arrombando de pica.
Me apoio na cômoda e, jogando a bunda pra trás, peço praticamente aos gritos:
— Vem, arrebenta meu cu!
Com a pica soltando faísca, o Chuky levanta e vem na minha direção com um único objetivo na mente, o buraquinho apertado que pulsa entre minhas nádegas.
Ele lubrifica com bastante cuspe, enfiando os dedos e abrindo eles em forma de pinça, pra depois ir colocando a pica devagar. Não se apressa, pelo contrário, me penetra com suavidade, como se tivesse medo de romper algum tendão ou nervo. Embora seja exatamente isso O que eu quero é que me arrebente, que me destrua, que me desmonte na base da porrada.
—Vai, me arrebenta toda! — peço já no auge do tesão, colocando uma mão na cintura dele e provocando pra ele me dar com tudo que tem.
Atento às minhas urgências, Chucky mete sem dó, me fulminando de pica, usando e abusando dessa impunidade com que ele se aproveita do meu corpo.
Ele enfia até onde o pau dobra, entrando e saindo com força do meu cu, sem pausa nem descanso, me dando e me dando, como se dessas estocadas dependesse a própria sobrevivência dele.
—Ahhhhhh...! Siiiiiiiii...! Arrebenta bem meu cu! Arrebenta tudo! — grito, sentindo que a qualquer momento ele vai me rasgar, e vai arrancar minha buceta do outro lado de tão forte que tá me comendo.
Por causa dos nossos movimentos agitados, as fotos de família que estão em cima da cômoda caem, mas eu levanto elas pra ele ter sempre na mente a imagem da esposa e dos filhos de Neuquén enquanto come essa puta portenha.
Eu gozo, gozo de novo como uma gostosa, me mijando toda, escorrendo pra caralho enquanto sinto que ele também tá prestes a gozar.
Eu incentivo, provoco, instigo:
—Vai, vai, vai...!
Ele me come mais umas quantas vezes e, deixando bem enfiado no meu cu, goza com uma força impressionante. Consigo sentir o impacto da descarga e a quantidade de porra que vai se acumulando na camisinha.
A gente fica um tempo ali, bem juntinhos, compartilhando a agonia e o êxtase, aproveitando até o último instante de prazer.
Quando ele tira, vou pro banheiro, que por sorte fica dentro do próprio quarto, e tomo um banho. Depois saio, nua e molhada, secando o cabelo com uma toalha, e sugiro que a gente tome uns mates. Já é quase meio-dia, não faz sentido eu ir trabalhar a essa hora, então planejo passar o resto do dia com ele.
—Dentro da cômoda tem uma chaleira, a cozinha é do outro lado do corredor — ele me indica, largado na cama. catre, como se tivesse levado um tiro.
Visto uma camisa dele, calço um par de havaianas e saio pra esquentar a água. Sou boa de chimarrão, então o resto da tarde passamos mateando, comendo bolachinhas de banha e falando de tudo um pouco. Até que acabaram as bolachinhas...
— Tenho uma coisa que pode te agradar — falo, levantando a camisa e oferecendo minha buceta carnuda.
Tamo sentados no catre, então, sem esperar resposta, subo em cima dele e, encaixando minha virilha na altura da boca dele, entrego de novo meu pedaço mais íntimo.
A chupada que ele me deu merecia outro relato, mas já me estendi demais. Só quero acrescentar que combinamos de nos ver de novo ainda naquela semana. E é que, além de substituir o Pablo, eu precisava do Chuky pra outra coisa, mas não vou adiantar nada por agora — vocês vão saber na hora certa.
Beijos e até a próxima...
Preciso ser sincera e admitir que me diverti pra caralho com meu marido, e não tô falando só do lado das férias, mas também do sexual.
Depois de muito, muito tempo, voltei a ter orgasmos de verdade com ele, sem precisar fingir, recuperando aquela libido que eu já achava que tinha perdido, tanto que a gente transava quase toda noite e muitas manhãs também.
A gente não tinha um sexo tão bom desde... nem lembro mais desde quando, e por mais incrível que pareça, pela primeira vez em anos não sentia vontade de ficar com ninguém além dele.
Mas... sempre tem um mas, né?
As férias acabaram, voltamos pra casa e... Não sei o que é, se é Buenos Aires, a rotina, a poluição da cidade ou uma combinação de tudo isso, mas depois de alguns dias de volta nessas ruazinhas portenhas, me deu uma vontade de..., de..., bom, de comer meio mundo.
Como a Scarlett Johansson disse muito bem, monogamia é chato pra caralho, e eu já tava ficando bem entediada.
Foi nesse momento que recebi a mensagem do Fernando e a proposta de continuar aquela "conversa" que a gente tinha deixado no meio. Mas mesmo depois de ter ficado com os colegas do meu marido, eu ainda tava com o fogo no rabo.
Na real, o que eu tava afim mesmo era de transar com o Pablo de novo.
Durante os últimos dias das minhas férias, tinha pensado bastante nele, sentia que devia uma explicação por ter sumido tão de repente depois da festa de aniversário dele, na noite em que a festeira acabei sendo eu.
Já tinha até decidido fazer uma visita assim que voltasse pra Buenos Aires, mas aí surgiu a parada do ménage e o assunto foi sendo adiado cada vez mais, até que um belo dia eu me decidi. Não aguentava mais. Tava ansiosa, com vontade, com um tesão do caralho. Precisava que o Pablo me cogê-lo, sentir ele mais uma vez dentro de mim, pulsando, inquieto, rasgando.
Desde a noite do aniversário dele que não o via, e isso já fazia quase três meses. Tempo demais pra ficar longe de alguém que soube me comer tão bem. Por isso achava que já era hora de um reencontro. De sentir de novo a força primal dele me destruindo a porradas.
Como se fosse uma viciada, meu corpo (usa a palavra: buceta) pedia aos gritos uma nova dose de pau, do pau do Pablo.
Em vez de ir pro escritório, desço na avenida San Juan, compro umas facturas na padaria que fica na frente da casa dele e atravesso a rua com toda minha ansiedade à flor da pele. Não quero olhar, mas parece que vou respingando o asfalto e a calçada com minha vontade.
Abro a porta da rua com a chave que ele mesmo me deu, batendo o salto no corredor e nos degraus pra ele me ouvir chegar, mas tudo em vão. Ninguém responde. O Pablo não está em casa.
Fico esperando ele sentada na escada, comendo umas facturas, até que, frustrada e resignada, bato em retirada. Deixo o saco da padaria na porta dele e vou embora, mais tesuda do que quando cheguei.
Compro uma garrafa d'água no posto de gasolina que fica na esquina e vou pra San Juan pegar o metrô, retomando a viagem rumo ao meu trabalho. Tô distraída, fuçando na bolsa o cartão do metrô quando ouço alguém me chamar:
— ¡Mariela?! —
Por um instante me iludo que seja o Pablo, mas me frustro de novo ao me virar e dar de cara com um cara carregando duas latas de tinta. Ele me parece familiar, mas não consigo lembrar de onde.
— Sou eu, Mario — ele diz ao ver que não o reconheço.
— ¿Mario? — pergunto ainda na dúvida.
— Chuky — ele se corrige.
— ¡Chuky! — exclamo surpresa, e me aproximo pra dar um beijo nele, pedindo desculpas por não ter reconhecido antes.
Não falo pra ele, mas se estivesse pelado e com o pau duro, eu sacava na hora.
— Tá procurando o Pablo? — ele pergunta.
— Acabei de passar Pela casa dele, mas não tá—aviso.
—Teve que viajar urgente pra Tucumã, sei lá, algum problema de família—me informa.
Conhecendo o Pablo, desconfio que deve ser uma treta de saia.
—Sabe quando ele volta?—pergunto, esperançosa que não seja uma ausência muito longa.
—Nem ideia, é só o que sei, que foi correndo, algo de última hora—
—Poxa! Justo agora que precisava ver ele—me lamento, sentindo aquele vazio dentro de mim ficar cada vez maior.
—Bom, mas aqui tem eu, se tiver algo que eu possa ajudar, é só falar—me propõe o Chuky com um meio sorriso que não precisa de tradução.
Será que dava pra perceber a vontade que eu tava de ser comida?
—Tô achando que você tá querendo pegar a gatinha do seu amigo—respondo, me fazendo de surpresa.
—Contanto que ele não descubra—ele sorri—Além disso, tá em Tucumã, quem vai contar?—
—Haha, é verdade, que se foda por ter ido, né?—falo, celebrando a sacada dele.
—Tô hospedado aqui perto, se quiser a gente pode ir e, sei lá, tomar algo, que acha?—me propõe, agora sim, se jogando de vez na paquera.
—Acho ótimo, mas cê não tá trampando?—respondo, em clara alusão às latas de tinta que ele tá carregando.
—Tô, trampo naquela loja de tintas ali—me diz, apontando com a cabeça—Mas faço essa entrega e fico livre—
—Tem certeza?—
—Certeza—
—Olha que não quero que você arrume problema por minha causa—
—Imagina, por você eu boto a cabeça na guilhotina—
—Hahaha!—rio toda melosa—Valeu, mas acho que não precisa chegar a tanto—
O lugar onde ele tem que deixar a tinta é por ali perto, uma loja de ferragens que fica na esquina da Humberto Primo com Solís, então acompanho ele e espero enquanto faz a entrega. Quando termina, vamos direto pro lugar onde ele tá morando, um hotel na rua Salta. Um hotel pra viajantes e famílias, segundo o letreiro na lateral da porta.
Entramos e subimos pro Primeiro andar. O quarto dele é o segundo começando pela escada. Tem vários outros quartos, todos com portas e janelas dando pro corredor.
Dentro do quarto, ele me pergunta se quero beber algo.
— O que você tiver — respondo, olhando os poucos móveis, só uma cama que mais parece um catre, uma cômoda, uma TV daquelas antigas que parecem uma caixa, um par de cadeiras e um frigobar. Desse último, ele tira duas latas de cerveja e me oferece uma. Abro e dou um gole enquanto bisbilhoto as fotos em cima da cômoda, perto da TV. Os retratos mostram uma família. Chucky com uma mulher e duas crianças.
— Você é casado? — pergunto surpresa, já que no quarto não vejo nada que sugira que morem outras pessoas além dele.
— Sou, mas não se preocupa que elas não vão aparecer. Tão no Sul, em Trenque Lauquen. Eu vim faz uns meses pra procurar trampo e poder trazê-las mais pra frente — ele conta.
— Ah, olha só, e de quebra se diverte comendo as portenhas — falo num tom de recriminação.
— Jaja, não, aquela vez foi algo especial. Pablo me convidou pro aniversário dele, não sabia que ia rolar o que rolou, juro que nunca tinha estado em algo assim — ele garante, obviamente se referindo à noite do Gangbang.
— Mas foi bom, né? — falo num tom cúmplice.
— Muito bom! — ele concorda.
Ele dá um longo gole na cerveja e, deixando a lata em cima da cômoda, se aproxima de mim. Coloca uma mão na minha cintura e, com um tom provocante, pergunta:
— E aquela noite, o que achou do meu? Digo, entre todos os outros...
— Você foi de longe o melhor. Adorei principalmente como você chupou minha buceta — confesso, pegando a outra mão dele e fazendo com que me agarre com as duas.
— Tá falando sério?
— Muito sério. Ou senão, por que você acha que tô aqui?
Dou um gole e, segurando a cerveja na boca, dou um beijo longo e profundo, passando o líquido pra ele tomar.
— Mmmhhh...! Assim fica muito mais gostoso — ele exclama, bebendo até o fim. última gota.
Voltamos a nos beijar, dessa vez sem cerveja no meio, mordendo os lábios, chupando as línguas. Rápido com as mãos, ele me agarra pela bunda e me pressiona contra o corpo dele, se esfregando em mim, fazendo eu sentir a dureza que já pulsa por baixo da braguilha.
— Senti como você me deixou, garota — ele fala, apertando ainda mais a virilha dele contra a minha.
Se ele sentisse como eu tô, os dedos dele derretiam.
— Então você gostou de como eu chupei sua buceta? — ele pergunta num sussurro.
— Adorei! — confirmo com um sorriso cúmplice.
— É que você tem uma buceta muito gostosa — ele garante.
— Sabe que eu não lembro se a sua era gostosa? Foram muitas pirocas naquele dia — falo enquanto acaricio o volume pronunciado que já tá formando a ereção dele.
— Acho que primeiro vou ter que provar ela — completo enquanto vou desabotoando o cinto dele, sentindo o tempo todo a pressão indomável que já luta pra explodir.
Abro o zíper da braguilha e, abrindo as dobras da calça, meto a mão por dentro da cueca, agarrando em toda a sua magnificência essa energia viva e pulsante que até queima meus dedos de tão quente que tá.
Olho nos olhos dele, sorrio e, puxando pra fora, bato uma punheta forte, sentindo a tensão nas veias ficar ainda mais poderosa e marcada. Sem soltar, me agacho no chão e dou uma longa e lenta lambida, da base até a ponta, provocando um arrepio que repercute na minha língua toda. Abro a boca, enfio ela pra dentro e chupo com toda a vontade.
Meu marido não é muito chegado a sexo oral, então já tava com saudade de ter uma pica pra matar o vício. Então me permito, recuperando com a pica do Chuky o tempo perdido durante as férias.
Enquanto continuo chupando, ele acaricia meus peitos por cima da roupa, apertando forte, como se quisesse conferir a consistência.
— Que peitos gostosos você tem, por favor — ele exclama. fascinado.
—Quer me comer? —falo, pelando elas e oferecendo.
Ela se abaixa um instante e chupa, mordendo meus bicos com violência relativa. Aí levanta, enfia o pau no meio e, apertando uma coxa na outra, me fode com frenesi e entusiasmo, deixando aquela área toda vermelha de tanto roçar.
Quando tira, o pau fica vibrando no ar, duro e entorpecido, com aquela curva no meio bem mais pronunciada.
Sem tirar os olhos dele, levanto, tiro a saia, a calcinha, e me jogando na cama, abro as pernas, me oferecendo toda molhada e ansiosa. Tô com a buceta pegando fogo de tão quente que tô.
—Vem, agora chupa você eu! —falo só num sussurro.
Já completamente pelada, Chuky vem na minha direção, se acomoda entre minhas pernas e começa a lamber minha buceta de cima pra baixo, cutucando meu clitóris cada vez que chega naquela área tão ativa do meu corpo. Rosno, arfo, esperneio quando enfia a língua e começa a mexer como se fosse uma pá, sugando o suquinho que brota de mim como uma fonte de vida e prazer.
—Ahhhhh..., siiiiiii..., chupa, morde, me come toda...! —peço entre arfadas roucas, me segurando nas coxas e abrindo ainda mais.
Chuky abre bem a boca e fecha sobre minha intimidade carnuda, sugando com força tudo que consegue prender entre os lábios. Depois me chupa e sinto o prazer jorrando, molhando a cara dela com aquela efusão pura que espirra pra todo lado. Era o que eu mais gostava no amigo do Pablo, o jeito dele de chupar minha buceta. Ele tinha uma habilidade especial que agora confirmava, e de sobra, adicionando mais e melhores variações, já que, sem ter que me dividir, podia usar todo seu arsenal linguístico com total conforto. Sem pressa nem afobação.
Com a língua, descreve uns arabescos incríveis, subindo, descendo, alternando entre morder e chupar, sugando tudo que está ao seu alcance. Parece que tivesse a língua do KISS, de tão fundo que me atinge, serpenteando entre as dobras da minha buceta, cutucando com a pontinha naqueles lugares onde as sensações são mais intensas.
Me deixa a ppk num estado de graça, com os lábios pulsando de tesão e o clitóris inchado e vermelho de tanta excitação.
— Por favor..., coloca a camisinha e me come! — peço com a desesperança mais intensa impregnando cada palavra.
Tão ou mais necessitado que eu, o Chuky vem na minha direção, se coloca entre minhas pernas e mete com aquela cadência que me tinha abalado tanto naquela noite não tão distante.
O jeito dele de me comer, aquele ritmo entre firme e calmo que ele imprime em cada penetrada, a maneira como olha nos meus olhos e me acaricia enquanto me bombeia, tudo isso contribuiu pra que, no meio do Gangbang, se estabelecesse entre nós uma conexão especial. Eu senti e tenho certeza que ele também. Pablo era meu homem, a razão de eu me entregar pros amigos dele como presente de aniversário, mas Chuky era quem tinha me arrancado as melhores gozadas. E agora eu o tinha só pra mim, em exclusividade, sem ter que dividir meus buracos com mais ninguém.
Ao ter ele dentro, grande, grosso, inchado, sinto que não tô errada em estar ali. Enquanto durar a ausência do Pablo, o amigo dele vai ser um puta substituto.
Arqueio as costas e empurro a pélvis pra frente, pra sentir ele ainda mais fundo, me movendo no ritmo dele quando ele começa a me foder.
A curva que ele tem no meio e que dá pro pau dele uma torcida gostosa, esfrega no meu clitóris a cada vai e vem, me causando sensações gloriosas. A cada estocada eu tremo, me desmanchando em espasmos cada vez mais violentos.
— Vai, me come..., me dá tudo! — incentivo por baixo do corpo dele.
Chuky arremete com tudo, mas sem sacrificar aquela postura que tinha me seduzido tanto. Olha nos meus olhos e me beija com carinho enquanto me fode. metendo tudo pra dentro, exatamente como ele pedia, selando cada penetrada com um empurrãozinho final que ecoa até na minha alma.
Eu me mexo com ele, ondulando minha cintura no ritmo que ele dita de cima, quase transando com amor, sentindo fluir dentro da gente o prazer mais intenso e supremo.
Nós dois gememos, ofegamos e suspiramos, tentando de algum jeito canalizar esse vulcão de sensações que nos envolve e agita. Foi aí que demos a primeira trepada, e digo "demos" porque gozamos juntos, explodindo numa agonia mútua e compartilhada.
— Assim... sim... mmmhhh... que gostoso! — consigo murmurar enquanto ele goza dentro de mim, dentro da camisinha, claro, mas me deixando sentir aqueles jatos que, com a potência, quase parecem vencer a resistência do látex.
— Que pedaço de mulher! — exclama Chuky me olhando encantado, ainda sem sair de dentro.
— Que pedaço de homem! — respondo, agarrando ele pelas nádegas e apertando ainda mais contra meu corpo, como se quisesse enfiar ele mais fundo.
Deitamos, bem coladinhos, porque a cama é muito estreita, e dividimos outra cerveja. Ele me fala de Trenque Lauquen, da família dele, da esperança de arrumar um emprego melhor pra trazer eles o mais rápido possível.
— E quando eles estiverem aqui, você vai continuar comendo umas paulistanas? — pergunto, irônica.
— Você é a única paulistana que eu comi, então se quiser continuar... foda-se, pra mim não tem problema — responde com um sorriso de quem se acha.
— Pra mim também não — respondo com um beijo.
Enquanto nos beijamos, língua contra língua, pego na pica dele e começo a masturbar. Não preciso fazer muito pra deixar ele duro de novo, com aquela torção que deixa ela ainda mais tentadora. Desço beijando os mamilos, as omoplatas, o umbigo, enrolando minha língua na pelagem grossa que cobre boa parte da barriga dele. Dou uma lambida daquelas de cima a baixo, pra subir de novo e chupar até um pouco mais da metade. Envolvo os ovos dele com uma mão e chupo gostoso. bem forte enquanto com a outra mão começo a me masturbar. Em questão de segundos estamos os dois fervendo de paixão. Coloco uma camisinha e subo em cima dele, montando, enfiando bem fundo, soltando um suspiro longo e profundo enquanto ele vai me preenchendo. Esfrego os peitos na cara dele e começo a cavalgar, subindo e descendo num ritmo forte e impetuoso, cravando com tudo naquela estaca dura e nervosa que estoura meu útero a cada golpe.
Tentando participar mais ativamente, o Chuky me agarra pela bunda e começa a impulsionar de baixo, mas, rápida nos reflexos, seguro as mãos dele e coloco elas acima da cabeça, deixando claro que sou eu quem está no controle da foda. Sem resistir, o amigo do Pablo deixa eu montar nele, curtindo o panorama excitante que meus peitos quicando de um lado pro outro oferecem. Então paro e beijo ele na boca.
— Me fode! — falo, soltando as mãos dele.
Ele me agarra pela bunda de novo e agora sim, começa a meter com tudo, me fazendo pular a cada pica. Grito, xingo, esperneio, até não aguentar mais, sinto que minha barriga vai explodir. Então pulo pra fora, e fico ali em pé, deixando tudo escorrer pra fora, um jato atrás do outro de gozo. Parece que tô mijando, mas não, tô gozando que nem uma gostosa.
Apesar da puta foda que acabei de dar, continuo com tesão. Muito tesão. Com vontade de que ele continue me arrombando de pica.
Me apoio na cômoda e, jogando a bunda pra trás, peço praticamente aos gritos:
— Vem, arrebenta meu cu!
Com a pica soltando faísca, o Chuky levanta e vem na minha direção com um único objetivo na mente, o buraquinho apertado que pulsa entre minhas nádegas.
Ele lubrifica com bastante cuspe, enfiando os dedos e abrindo eles em forma de pinça, pra depois ir colocando a pica devagar. Não se apressa, pelo contrário, me penetra com suavidade, como se tivesse medo de romper algum tendão ou nervo. Embora seja exatamente isso O que eu quero é que me arrebente, que me destrua, que me desmonte na base da porrada.
—Vai, me arrebenta toda! — peço já no auge do tesão, colocando uma mão na cintura dele e provocando pra ele me dar com tudo que tem.
Atento às minhas urgências, Chucky mete sem dó, me fulminando de pica, usando e abusando dessa impunidade com que ele se aproveita do meu corpo.
Ele enfia até onde o pau dobra, entrando e saindo com força do meu cu, sem pausa nem descanso, me dando e me dando, como se dessas estocadas dependesse a própria sobrevivência dele.
—Ahhhhhh...! Siiiiiiiii...! Arrebenta bem meu cu! Arrebenta tudo! — grito, sentindo que a qualquer momento ele vai me rasgar, e vai arrancar minha buceta do outro lado de tão forte que tá me comendo.
Por causa dos nossos movimentos agitados, as fotos de família que estão em cima da cômoda caem, mas eu levanto elas pra ele ter sempre na mente a imagem da esposa e dos filhos de Neuquén enquanto come essa puta portenha.
Eu gozo, gozo de novo como uma gostosa, me mijando toda, escorrendo pra caralho enquanto sinto que ele também tá prestes a gozar.
Eu incentivo, provoco, instigo:
—Vai, vai, vai...!
Ele me come mais umas quantas vezes e, deixando bem enfiado no meu cu, goza com uma força impressionante. Consigo sentir o impacto da descarga e a quantidade de porra que vai se acumulando na camisinha.
A gente fica um tempo ali, bem juntinhos, compartilhando a agonia e o êxtase, aproveitando até o último instante de prazer.
Quando ele tira, vou pro banheiro, que por sorte fica dentro do próprio quarto, e tomo um banho. Depois saio, nua e molhada, secando o cabelo com uma toalha, e sugiro que a gente tome uns mates. Já é quase meio-dia, não faz sentido eu ir trabalhar a essa hora, então planejo passar o resto do dia com ele.
—Dentro da cômoda tem uma chaleira, a cozinha é do outro lado do corredor — ele me indica, largado na cama. catre, como se tivesse levado um tiro.
Visto uma camisa dele, calço um par de havaianas e saio pra esquentar a água. Sou boa de chimarrão, então o resto da tarde passamos mateando, comendo bolachinhas de banha e falando de tudo um pouco. Até que acabaram as bolachinhas...
— Tenho uma coisa que pode te agradar — falo, levantando a camisa e oferecendo minha buceta carnuda.
Tamo sentados no catre, então, sem esperar resposta, subo em cima dele e, encaixando minha virilha na altura da boca dele, entrego de novo meu pedaço mais íntimo.
A chupada que ele me deu merecia outro relato, mas já me estendi demais. Só quero acrescentar que combinamos de nos ver de novo ainda naquela semana. E é que, além de substituir o Pablo, eu precisava do Chuky pra outra coisa, mas não vou adiantar nada por agora — vocês vão saber na hora certa.
Beijos e até a próxima...
19 comentários - Um boneco nem tão diabólico...
Buen relato, van diez puntos
Yo de futbol ni idea, no me gusta jajajajaja
Marita querida, hacía rato que no leía nada de tus aventuras.
Veo que no cambiaste, ni en lo calentona ni en la excelente forma de relatar.
Van 10 y te agendo para ponerme al día.
Besos.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Mereces 100.000 puntos.... solo te puedo dar 10...
Besitossss
-¡Ahhhhh..., siiiiiiiii..., chupame, mordeme, comeme toda...!- le pido entre roncos jadeos..."
Eso era lo que más me había gustado del amigo de Pablo, su forma de chuparme la concha.
Le envuelvo los huevos con una mano y se la chupo bien fuerte mientras que con la otra mano empiezo a pajearme
dejo que me salga todo de adentro, un chorro tras otro de flujo. Parece que me estoy meando, pero no, estoy acabando como una yegua.[/i]:F:F
Como me encanta y me re calienta tu forma de describir cada detalle de tus "garche-aventuras" querida amiga, y por eso seguirás siendo la mejor por siempre preciosa!!
"A causa de nuestros agitados movimientos, las fotos familiares que están sobre la cómoda se caen, pero las levanto para que tenga presente en todo momento la imagen de su esposa e hijos neuquinos mientras se culea a ésta porteña emputecida."[/i] :):)
Pero esta parte ME ENCANTO, ES GENIAL, jajaja, viste estos pequeños detalles hacen tan especiales y diferentes tus relatos, y por eso me declaro tu fan número uno, y como dije ERES GENIAL!!:):)
Excelente trabajo como ya nos tienes acostumbrados linda, FELICITACIONES!! 👏 👏 +10
Demás está decirte que espero con ansias tu próxima "garche-aventura"
Besitos querida 💋
LEO