Rompiendole el culo a mili (29)

Depois da espetacular gozada que eu tive... ouvir aquela frase de satisfação me deixou perplexo...

- O quê?... exclamei atônito.

Aquela frase eu só tinha ouvido dela em momentos de prazer... sim... da... Vane... sim, aquela menina riquinha americana mimada e alienada que, em momentos de excitação e prazer, soltava frases em inglês (oh my god)... e não só isso, era o tom de voz... não era o da Mili...

Talvez eu estivesse errado, talvez ainda estivesse bêbado, talvez fosse um sonho... para verificar, dei outro tapa na minha própria testa... auuu, isso doeu... depois afastei a maranha de cabelos do rosto dela...

- Puta que pa... mãe... suspirei me lamentando em voz baixa.

- Eu te disse que você ia fazer de novo... sem amarras... disse Vane sorrindo satisfeita.

A conch... a mãe dela... naquele momento minhas bolas viraram bolinhas de gude, meu pau parecia um balão comprido murchando... não dei importância aos líquidos que escorriam pelas coxas da Vane e saíam do seu ânus extasiado... Merd... me deixei cair de lado no colchão, devastado, quase paralisado... enquanto Vane continuava descansando, curtindo seu momento triunfal...

Caralh... mas como?, comecei a pensar... estava muito escuro para diferenciar cores de pele e cabelo. Minha embriaguez e sentidos sonolentos não notaram a diferença entre as nádegas carnudas da Mili e as musculosas da Vane... também lembrei que a Mili dormia de lado e a Vane estava de bruços.

A Vane soltava suas palavras e gemidos em voz baixa, abafados pelo travesseiro, mais o barulho dos grilos lá fora, de novo meus sentidos não estavam 100%... caralh... além do mais ela não disse nenhuma frase em inglês até o final... não sei se se conteve de propósito para eu não perceber, porque se ela falasse, eu percebia e parava... pelo menos é o que acho, no momento da excitação quem sabe? (sou humano)...

Depois tinha a entrega... A Mili era mais preguiçosa no ato sexual, eu era quem propunha e fazia o maior esforço físico ao possuí-la. Ela me complementava colocando seu rabão enorme... e eu enfiava meu pau... Vane resistiu àquela posição difícil e até participou ativamente, cavalgando em mim para que meu pau entrasse melhor, aquela resistência era produto do treino dela na academia... Caralho!...

Bom, essa era a justificação da parte física, e o quarto?... era o certo... estavam as coisas da Mili lá (a roupa de dança e o maiô dela)... em algum momento da noite, Vane tinha cedido o quarto maior para a anfitriã Mili, como agradecimento por deixá-la ficar com ela... isso eu não sabia... será que a Vane fez de propósito, sabendo que, com o quanto eu sou pirado, iria atrás da Mili à meia-noite?...

Depois de tudo, aqueles sonhos constantes que tive com a Vane agora pareciam mais um aviso do que poderia acontecer do que um desejo por ela... interpretei mal as coisas... mas isso não foi o pior...

- Vaneeee... ouviu-se uma voz lá fora.

Merda... são assombrações? fantasmas? A Loira do Banheiro?, vieram do além para me levar?... mas não... era a voz de... de... minha namorada... pela puta que pariu... acabou a história, minha vida, fechem a web, desliguem o PC, tablet ou smartphone... fodeu tudo... Mili estava na porta, eu fiquei pálido e até arrepios me deram... Vane continuava sorrindo, satisfeita e provocante... só fez um gesto de silêncio...

- Uhmmm... sim?... replicou Vane, fingindo que acabara de acordar.

- Você ouviu um barulho?... perguntou Mili.

- Ahhh... sim... deve ser aquele vigia que fica rondando... justificou-se Vane.

Eu sentia que aquela resposta não convenceu a Mili... com o que me restava de força física, me esgueirei para o lado da cama, depois para o chão, enquanto Vane ria da minha ação. Depois rolei para debaixo da cama, me escondendo como uma ratazana... me sentia sujo... mas aquela manobra foi oportuna porque justo...

- Posso entrar?... insistiu Mili.

- Sim, claro... acrescentou Vane.

Debaixo da cama, eu estava suando frio e respirando mal, sem fazer barulho. Senti o colchão se mexer, com certeza Vane se virou, não receberia a Mili com as nádegas abertas e o ânus escorrendo de porra... ouvi a porta se abrir e vi a sombra da Mili se formando enquanto ela se aproximava da cama...

- Acho que... o barulho veio daqui... disse Mili, soando um pouco doente.

- Ah, é?... bom... respondeu Vane, um pouco nervosa com a insistência de Mili.

Esse era o ponto de virada... Vane tinha todas as chances de ganhar, até agora ela me manteve a salvo, talvez para me torturar cruelmente... agora ela me tinha pelo pescoço, podia me dar o golpe de graça naquele momento e dizer à Mili que seu namorado estava escondido debaixo da cama, depois de dar a ele um prazeroso orgasmo anal... e tinha as provas escorrendo por suas partes íntimas...

- E então?... insistiu Mili.

- É que... tenho vergonha... replicou Vane.

Eu estava na expectativa do que ela diria, uma palavra dela me levaria ao céu ou ao inferno... naquele momento me arrependi de todas as oportunidades que tive de confessar à Mili e ao Guille o que aconteceu, teria afastado Vane do clube e de nossas vidas antes... mas me calei para não fazê-los sofrer nem estragar o momento, agora acabaria pagando as consequências do meu silêncio...

- Por quê?... perguntou Mili, curiosa.

- É que... tive um daqueles sonhos (molhados)... acrescentou Vane com voz tímida.

- Ahhh... exclamou Mili envergonhada, acho que ela não queria perguntar detalhes.

Vane me salvou... agora eu recuperava o fôlego, sentia o sangue voltar ao meu rosto e a alma ao corpo... mas ela não fazia as coisas sem planejá-las, era até certo ponto maquiavélica. Acho que ela sabia que se me dedurasse, a história terminaria ali para ambos e uma briga no meio da noite não fazia sentido... Vane ainda queria me ter em suas garras, à mercê do que essa piranha safada decidisse...

- Pensei que... que o Guille tinha vindo... acrescentou Mili com voz estranha.

- Ai, não... não me fale desse... desse... seu sabe... disse a Vane, acho que lembrar do Guille estragou aqueles instantes de vitória e satisfação.

- É que... disse a Mili meio fora.

Vi sua sombra cambaleante, ela soltou uns sons guturais estranhos... depois saiu fechando a porta apressada, certamente pra Vane não ouvir o que aconteceria... pela minha experiência entendi que ela saiu correndo pro banheiro, tava pra vomitar de tanto que bebeu... por isso o som estranho, doentio... ela ainda tava meio tonta (igual a mim) por causa da festa, ela não costumava beber muito...

Do lado deu pra ouvir o barulho da porta do banheiro, e o som do que o corpo dela tava expulsando... entendi que era minha hora de fugir, aproveitar o mal-estar da Mili que ia prender ela alguns minutos... Saí de debaixo da cama, me recompondo sem fazer barulho, não queria nem ver a Vane... só que...

- Você me deve uma... me disse a Vane puxando meu braço pra perto dela.

Num ato reflexo virei pra olhar... ela aproveitou esse descuido, esse momento de hesitação pra me dar um beijo molhado e até senti a língua dela... depois a Vane piscou pra mim e me soltou...

Essa maluca deve ter pensado que tudo isso foi planejado por mim pra comer ela, não percebeu que foi sem querer... bom, cada um pensa ou vê as coisas como quer... ainda mais na cabeça torta da Vane... também não tinha tempo pra explicar o que aconteceu... só sabia que tinha que fugir...

- Ei... sussurrou a Vane e depois apontou pro meu corpo.

Mulher comilona, certeza que queria mais... mas ao olhar minha virilha notei que ainda tava pelado... Porra, o que tem comigo?... peguei meu short e minha camiseta do lado da cama e vesti como deu. Só com o short quase perdi o equilíbrio e me fodi... o que deixou a Vane com graça, que tava adorando a situação...

Depois vi a Vane se jogar exausta na cama, com um sorriso de orelha a orelha, saboreando o que aconteceu, sua vitória e seu orgasmo, bufando de vez em quando, ainda exausta por tudo. Conhecendo a falta de noção dela, certeza que dormiria tranquila e sem remédios.

Enquanto eu saía quase na ponta dos pés do quarto, fechei a porta, como a Mili fez. Com tudo que aconteceu, a embriaguez evaporou do meu corpo. Localizei minha porta de escape, no caminho vi que a porta da Mili estava aberta e ainda dava pra ouvir ela vomitando as tripas… ufff… pelo menos ela tá ocupada…

Me sentei ao lado da porta e fui abrindo aos poucos, até que… caralh… que azar o meu… vi a luz da lanterna apontando perto da cabana… então fechei a porta de novo e esperei a luz se afastar… sabia que esses minutos de espera podiam jogar contra mim… tinha parado de ouvir a Mili vomitar, mas também não tinha barulho, então com certeza ela ainda tava no banheiro…

Assim que vi a luz se afastar, abri a porta de novo… não sei por que na minha confusão decidi colocar as pernas pra fora primeiro, depois comecei a puxar meu peito… sem querer aquela manobra me salvou…

- Dany?... disse uma voz.

Puta merd… é o cúmulo caralh… não podia ter tanto azar, como meu pai dizia em momentos muito fodidos: a mim não me pariram, me cagaram… virei o rosto e sim… era ela… era a Mili…

- O que você tá fazendo aqui?... insistiu a Mili.

Eu estava gelado, quase tremendo… em choque, quase à beira de uma parada cardíaca… disse algo animal…

- Eu… eu… eu… comecei a gaguejar em voz baixa.

- Você o quê?... replicou a Mili.

Só tive reação de fazer um gesto de silêncio, pra ganhar tempo enquanto pensava em algo… a Mili entendeu que devia se colocar ao meu lado, agachar pra ouvir minha explicação, pra não alertar a Vane… que pesadelo!...

- E aí?… insistiu a Mili que parecia perder a paciência.

- Eu… eu… eu vim… vim… por você… acrescentei languidamente, foi a única coisa que me ocorreu ao ver que minha posição na porta mais que de saída parecia de entrada pra cabana.

- Ohhh… Sério?... replicou derretendo.

Aquela frase sem querer funcionou maravilhosamente… a Mili me abraçou e me deu um Beijo suculento que quase me matou... mas tinha um cheiro de vômito horrível!... dada a situação e meu sentimento de culpa, não tive outra opção a não ser aguentar tudo, pra te dizer que até eu fiquei com vontade de vomitar... até que...

- Ohhh não... disse Mili se contorcendo de novo.

Ela se levantou bruscamente e correu pro banheiro de novo... ainda faltava mais vômito. Eu caí exausto no chão, com metade do corpo pra fora do chalé... isso não pode estar acontecendo, eu pensava... Será karma pelo que fiz com a Vivi?... me recompus, estava exausto mas não podia ir embora, a Mili tinha me visto...

Já não tinha mais porra pra gozar... imaginei que no estado da Mili, ela não iria querer nada sexual, só um conforto... enfim... não tem jeito... voltei pro chalé e fechei minha porta de escape. Enquanto me dirigia ao quarto dela, ouvi os roncos da Vane... dormiu rápido, deixei ela morta, pensei.

Entrei no quarto da Mili e no banheiro dela... vi a pobre de joelhos, com a cabeça em frente à privada...

- Tá se sentindo bem?... foi a pergunta mais idiota, mas naquela hora eu não tava pensando.

- Não... quero morrer... disse quase soluçando, e completou... nunca mais vou beber...

Quase falei que essa é a maior mentira, mas dado o estado dela, só optei por sentar ao lado e acariciar suas costas. A Mili tava vestida com uma camisola translúcida que deixava ver os seios e que mal chegava na metade das nádegas nuas. Certamente era algo que usava quando era mais nova e que agora mal cabia e ficava sexy... embora pelo mal estado dela, na verdade não me excitou muito...

- Precisa de alguma coisa? (uma bala pro hálito?)... perguntei tentando ajudar.

- Sim... me passa um pouco de papel por favor... me pediu desfalecendo, dando descarga.

A Mili continuava com a cabeça apontando pra privada, de quatro, o papel estava do outro lado, pra alcançar tinha que passar atrás dela. Pra que ela não se sentisse sozinha, continuei acariciando suas costas e cabelos, passando quase... ajoelhado naquele ambiente apertado. Uma vez atrás dela, fiquei tipo preso entre a parede e ela... mas dessa vez me esticando pra ver se alcançava o papel.

Comecei a me esticar e, sem querer, minha virilha foi afundando entre as deliciosas e morenas nádegas da Mili... isso é outra coisa, pensei, tem consistência e maciez (comparando com as nádegas da Vane). Sem intenção sexual, também comecei a acariciar suas coxas, queria fazê-la se sentir bem... e depois do meu erro recente com a Vane, minha consciência também me obrigava a fazer o mais confortante possível.

Peguei o papel e ela começou a limpar a boca... Mili continuava na mesma posição submissa, de quatro na frente do vaso, caso tivesse outro surto de náuseas... e de fato teve outro ataque, seu ventre começou a se contorcer um pouco e com isso o resto do corpo...

Eu, que tinha ficado colado nela, porque gostava de senti-la assim, com seu grande traseiro pressionando meus genitais... dessa vez senti aqueles tremeliques, tive pena dela... mas... esses movimentos involuntários estavam tendo um efeito inesperado e impensado...

- Uau... exclamei surpreso, sentindo meu pau crescer.

- Ai não, Dany... não... sério, não tô a fim disso... reclamou a Mili, prevendo o que aconteceria.

- Não, nada... só tô brincando... disse, pensando que não tinha possibilidade de algo mais.

Mas a curiosidade começou a me invadir quando não só comecei a sentir, mas também a ver... baixei meu olhar e pude apreciar através do camisão translúcido como suas costas bronzeadas terminavam na cinturinha pequena e o tecido moldava sua figura... seguindo mais abaixo, como se formava aquele traseiro carnudo em forma de coração, com aquela deliciosa fenda...

- Desculpa... disse suspirando, atordoado.

- Por quê?... perguntou a Mili, fatalista, certamente esperando uma confissão.

Na verdade, meu pau já estava incrivelmente duro pra caralho... e o pretexto que minha mente estava usando pra me convencer era que: eu tinha que fazer isso para apagar meu erro involuntário com a Vane no quarto ao lado… baixei meu shorts, a Mili já estava de quatro fazia um tempinho e seu camisola já tinha descoberto seus quadris imponentes…

- Sinto muito… pelo que vou fazer… acrescentei.

- O quê?... ouuu… não Dany… não… reclamou a Mili.

Era tarde demais, meu pau já tinha feito diana no ânus flexível dela. Depois de um treinamento anal intensivo que dei na Mili nas últimas semanas, seu esfínter já não precisava tanto de cremes lubrificantes como a Vane… Meu pau já sabia o caminho e seu cu sabia como esticar para engolir com gosto meu pênis.

- Por que você é assim?... estou mal… ayyy… ela reclamou engraçado.

- Pra mim você está muito… mas muito bem… elogiei acariciando sua cintura e coxas.

Esse elogio a fez sorrir e relaxar, o que aproveitei para perfurá-la mais, meu pau já tinha entrado por completo. Vi um tremorzinho percorrer sua coluna e a pele arrepiar. Seu ânus ansioso pulsava no meu pau endurecido… sem maiores sinais de náusea, procedi a bombear suas nádegas suculentas e redondas…

- Uhmmm… estou bêbada… ohhh… você está abusando de mim… uhmm… choramingou a Mili.

Ela continuava com a cabeça no banheiro mas instintivamente sua posição de quatro foi se ajustando mais para receber uma foda, ou seja, curvando as costas e abrindo as pernas para que aquelas duas nádegas voluptuosas se abrissem de par em par e recebessem mais profundamente meu pau.

Da minha posição ajoelhada fui passando cada vez mais a me sentar sobre minhas panturrilhas, a Mili estava se segurando na borda do vaso e começou a empurrar sua bunda enorme contra minha virilha… afinal não era tão molinha como pensei…

- Ayyy amorrr… ohhh… uhmmm… ela começou a gostar apesar da cabeça zonza.

Ela pegou minhas mãos que seguravam sua cintura e as direcionou para seus seios, que dançavam gostosos com cada enfiada que o esfínter guloso da Mili recebia… conseguia sentir seus mamilos através do camisole… mas ela queria sentir meus dedos em seus seios nus…

Então ela mesma, louca de paixão, não aguentou e pegou o camisole pela borda do decote e puxou, rasgando o tecido frágil e libertando seus melões inchados… meus dedos agora apertavam seus seios nus e brincavam com seus mamilos, enchendo-a de mais prazer…

- Ouuu… ufff… uhmmm… exclamou desfalecendo num orgasmo incomum mas prazeroso.

Merda… não… faltou pouco, pensei um pouco decepcionado… mas não importou, corrigi o erro da noite fazendo com a garota certa naquela cabana… tinha ido atrás da Mili e a peguei… esperava ter acabado com a maldição.

- Ai amor… tá vindo de novo… sai… me avisou.

Pensei que fosse outro orgasmo vindo, mas foi outra descarga de vômito… acho que agitei ela demais… tirei apressado meu pau prestes a explodir de porra… Mili jogou mais o que parecia água ou saliva, não tinha mais nada sólido no estômago… foi aí que ela cometeu um erro…

Ainda sentada ao lado do vaso, levantou o rosto, longe de me parecer nojenta aquela imagem, pelo morbo do momento… aquela baba que cobria seus lábios carnudos e avermelhados, parecia mais resto da minha porra… isso terminou de incentivar meus genitais…

- Nãooo Mili… sai daííí… avisei.

- O quêee?… exclamou ela assustada ao ver meu pau a poucos centímetros de sua boca.

Tentei conter a torrente de porra que vinha, enforcando meu pau, mas meus dedos em vez de deter essa enxurrada, ao esfregar meu pênis sensível, acabaram por incitá-lo mais… era tarde demais…

- Ohhh… ufff… suspirei aliviado, meu pau começou a cuspir porra aos montes.

- Ahhh… cofff… cofff… Mili reclamou quase engasgando.

Minha intenção era descarregar minha porra no vaso, mas o rosto e principalmente a boca da Mili se interpuseram no meu caminho. Uma chuva de sêmen caiu em suas pálpebras, bochechas, lábios, queixo e dentro da boca aberta da Mili e sua língua…

Essa imagem excitante foi um estímulo ainda maior, meu pau não parava de contrair, meu membro agora era quem vomitava sem parar, litros e litros de porra… comecei a espremer meu pênis para não sobrar nada… e Mili, atônita, continuava imóvel, recebendo toda aquela salpicada viscosa.

- Asuuu… ufff… falei ao terminar, quase pensei que tinha mijado, mas gozei como nunca.

Vendo minha gozada prazerosa, acho que Mili não quis estragar minha experiência com reclamações, com certeza também ficou excitada vendo o que me causou… para coroar minha fantasia, ela, sem se limpar ou cuspir nada, agarrou meu pau e começou a limpá-lo, no processo deve ter engolido alguma coisa, mas naquele estado não ligou… com essa cena excitante conseguiu espremer mais algumas jorradas de porra de mim…

- Wowww… você é… a melhorrr… ufff… elogiei, completamente satisfeito, acariciando seu cabelo.

Mili sorriu agradecida, ainda com meus fluidos no rosto, seus lábios melados e minha porra escorrendo pelo queixo e deslizando até seus seios… até que… De novo ela teve um surto de náuseas e vomitou tudo, incluindo minha porra… isso em parte matou a paixão… mas aqueles momentos e imagens excitantes ficaram bem gravados em mim.

Voltei a confortá-la, por sorte foi o último vômito da noite… depois ela me disse que tinha acordado com náuseas, por causa da bebida, e que tinha ouvido barulhos estranhos no quarto da Vane, ao entrar e se aproximar da cama, sentiu um cheiro estranho (nosso suor, minha porra e seus fluidos) e isso ativou as náuseas… não disse nada…

Depois nos limpamos entre brincadeiras e fomos dormir naquela cama enorme onde os pais dela tinham dormido na noite anterior. Como havia planejado desde o começo, me aconcheguei com Mili… A incursão naquela cabana, como imaginei, com suas surpresas e tudo, abafou a lembrança da Vane, minha obsessão temporária.

Embora tenha visto a luz da lanterna refletida nas paredes, não liguei, porque antes de entrar na cabana notei que o vigilante não se aproximava muito, com certeza Eu temia que a Mili me dedurasse como espião para o pai dela...

Por outro lado, através das paredes eu ouvia alguns roncos da Vane, que descansava tranquilamente... aquela bruxa, achando que foi a grande vencedora da noite, adormeceu satisfeita sem se limpar, com minha porra dentro da sua buceta como uma lembrança agradável...

Decidi me perdoar pelo que aconteceu, não foi totalmente minha culpa: da primeira vez a Vane me amarrou e a segunda foi um engano no escuro e por causa da minha embriaguez, até com indícios de ter sido uma armadilha preparada pela Vane... Então, pelo menos naquela noite ao lado da Mili, dormi tranquilo...

Mas mesmo assim ainda tinha o receio do que a Vane faria... ainda "devia" um favor a ela...

Continua...

3 comentários - Rompiendole el culo a mili (29)

hooooooooooooo esto quedo buenisimo, ahora que tramara esa vane, debes preparar el otro relato hermano 10 puntos por este
enarey
para cuando el siguiente capitulo?!?!