Depois da gozada espetacular que eu tive… ouvir aquela frase de satisfação me deixou perplexo…
— Queee?… — exclamei atônito.
Aquela frase eu só tinha ouvido dela em momentos de prazer… sim… da… Vane… sim, daquela menina riquinha americana mimada e alienada que, em momentos de excitação e prazer, soltava frases em inglês (oh my god)… e não só isso, era o tom de voz… não era o da Mili…
Talvez eu estivesse enganado, ainda bêbado, talvez fosse um sonho… pra verificar, dei outro tapa na minha testa… auuu, doeu pra caralho… aí afastei a bagunça de cabelos do rosto dela…
— Puta que pariu… — suspirei, lamentando em voz baixa.
— Te falei que ia me comer de novo… sem amarras… — disse Vane, sorrindo satisfeita.
Porra… nessa hora minhas bolas viraram gelatina, meu pau parecia um balão murcho esvaziando… nem liguei pros líquidos escorrendo pelas coxas da Vane e saindo do cu extasiado dela… Merda… me deixei cair de lado no colchão, arrasado, quase paralítico… enquanto Vane continuava descansando, curtindo o momento triunfal dela…
Caralho… mas como? — comecei a pensar — tava escuro pra caralho pra diferenciar cor de pele e cabelo. Minha bebedeira e sentidos dormentes não perceberam a diferença entre as bundas carnudas da Mili e as musculosas da Vane… também lembrei que a Mili dormia de lado e a Vane tava de bruços.
A Vane soltava as palavras e gemidos baixinho, abafados pelo travesseiro, e ainda tinha o barulho dos grilos lá fora… de novo meus sentidos não estavam 100%… porra… além disso, ela não falou nenhuma frase em inglês até o final… não sei se se segurou de propósito pra eu não perceber, porque se falasse, eu sacaria e pararia… pelo menos acho que sim, no calor do momento, quem sabe? (sou humano)…
Depois tinha a entrega… a Mili era mais mole na hora do sexo, eu é que propunha e fazia o maior esforço físico pra possuir ela. Ela me complementava colocando aquele rabão enorme e eu enfiava meu nabo… A Vane aguentou essa foda numa posição difícil e até participando ativamente, rebolando pra minha pica entrar melhor. Essa resistência era fruto do treino dela na academia… Porra!...
Bom, essa era a justificativa da parte física, e o quarto?… era o certo… as coisas da Mili estavam lá (a roupa de dança e o biquíni dela)… em algum momento da noite, a Vane cedeu pra anfitriã Mili o quarto maior como agradecimento por deixar ela ficar lá… isso eu não sabia… a Vane deve ter feito de propósito, sabendo que, com o tesão que eu tenho, eu ia procurar a Mili de madrugada…
No fim das contas, aqueles sonhos repetidos que eu tive com a Vane agora pareciam mais um aviso do que podia rolar do que uma vontade por ela… eu interpretei tudo errado… mas isso não foi o pior…
- Vaneee… uma voz se ouviu lá fora.
Merda… tão penando? Fantasmas? A Llorona? Vieram do além pra me levar?… mas não… era a voz de… de… minha namorada… puta que pariu… acabou a história, minha vida, fechem a web, desliguem o computador, tablet ou smartphone… tudo deu merda… A Mili estava na porta, eu fiquei pálido, até arrepio me deu… A Vane continuava sorrindo, toda satisfeita e safada… só fez um gesto de silêncio pra mim…
- Hummm… sim?… respondeu a Vane, se fazendo de quem tinha acabado de acordar.
- Você ouviu um barulho?… perguntou a Mili.
- Ahhh… sim… deve ser aquele vigia que fica rondando… se justificou a Vane.
Eu senti que aquela resposta não convenceu a Mili… com o pouco de energia física que me restava, me enfiei de um lado da cama, depois no chão, enquanto a Vane ria da minha cara. Depois rolei pra debaixo da cama, me escondendo igual a uma rata… me senti um lixo… mas essa manobra foi providencial, porque na hora…
- Posso entrar?… insistiu a Mili.
- Sim, claro… completou a Vane.
Debaixo da cama, eu estava suando frio e respirando bem baixinho, sem fazer barulho. Senti o colchão Mexer, com certeza a Vane se virava, não ia receber a Mili com a bunda aberta e o cu transbordando de porra... ouvi a porta abrir e vi a sombra da Mili se aproximando da cama...
- Acho que... o barulho vinha daqui... falou Mili, com a voz meio estranha.
- Ah é?... bom... respondeu Vane, meio nervosa com a insistência da Mili.
Esse era o ponto de virada... a Vane tinha tudo pra ganhar, até agora tinha me mantido a salvo, talvez só pra me torturar cruelmente... agora me segurava pelo pescoço, podia dar o golpe final naquela hora e contar pra Mili que o namorado dela tava escondido debaixo da cama, depois de dar um orgasmo anal gostoso... e tinha as provas escorrendo pelas partes íntimas dela...
- E então?... insistiu Mili.
- É que... tô com vergonha... respondeu Vane.
Eu tava na expectativa do que ela ia falar, uma palavra dela me levaria pro céu ou pro inferno... naquele momento me arrependi de todas as chances que tive de contar pra Mili e pro Guille o que tinha rolado, teria afastado a Vane do clube e das nossas vidas desde antes... mas fiquei calado pra não fazer eles sofrerem nem estragar o momento deles, agora ia pagar as consequências do meu silêncio...
- Por quê?... perguntou Mili curiosa.
- É que... tive um daqueles sonhos (molhados)... completou Vane com voz envergonhada.
- Ahhh... exclamou Mili sem graça, acho que não queria saber detalhes.
A Vane tinha me salvado... agora eu recuperava o fôlego, sentia o sangue voltar pro rosto e a alma pro corpo... mas ela não fazia as coisas sem planejar, era meio maquiavélica até certo ponto. Acho que sabia que se me dedurasse, a história terminaria ali pros dois e uma briga de madrugada não fazia sentido... a Vane ainda queria me ter nas garras dela, à mercê do que essa lady peste quisesse...
- Pensei que... que o Guille tinha vindo... falou Mili com a voz estranha.
- Ah não... não me fala desse... desse... teu sabe... falou a Vane, acho que lembrar do Guille estragou aqueles momentos de vitória e satisfação.
- É que... falou a Mili, meio viajando.
Vi a sombra dela cambaleando, ela soltou uns sons guturais estranhos... depois saiu fechando a porta apressada, com certeza pra Vane não ouvir o que ia rolar... pela minha experiência, entendi que ela saiu correndo pro banheiro, ia vomitar por causa da bebedeira... por isso tava estranha, doente... ainda tava meio tonta (igual a mim) por causa da festa, ela não tava acostumada a beber muito...
Do lado, ouvi o barulho da porta do banheiro, e o som do que o corpo dela tava expulsando... entendi que era minha hora de fugir, aproveitar que o mal-estar da Mili ia entreter ela uns minutos... Saí de debaixo da cama, me recompondo sem fazer muito barulho, não queria nem ver a Vane... só que...
- Você me deve uma... falou Vane, me puxando pelo braço na direção dela.
Num reflexo, virei pra olhar ela... ela aproveitou essa distração, esse momento de hesitação pra me dar um beijo suculento e até senti a língua dela... depois Vane piscou um olho pra mim e me soltou...
Essa maluca deve ter pensado que tudo isso foi planejado por mim pra comer ela, não deve ter percebido que foi sem querer... bom, cada um pensa ou vê as coisas como quer... ainda mais na mente torta da Vane... também não tinha tempo pra explicar o que aconteceu... só sabia que tinha que fugir...
- Ei... sussurrou Vane e depois apontou pro meu corpo.
Mulher gulosa, com certeza queria mais... mas quando olhei pra minha virilha, notei que ainda tava pelado... Porra, que que tá acontecendo comigo?... Peguei meu short e minha camiseta do lado da cama e vesti como deu. Só de short quase perdi o equilíbrio e me fodi... o que fez a Vane achar graça, ela tava adorando a situação...
Depois vi a Vane se jogar exausta na cama, com um sorriso de orelha a orelha, saboreando o que tinha rolado, a vitória dela e o orgasmo, bufando de vez em quando, ainda exausta pelo que aconteceu. Conhecendo a falta de noção dela, com certeza dormiria tranquila e sem remorso.
Enquanto isso, eu saí quase na ponta dos pés do quarto e fechei a porta, igual a Mili fez. Com tudo o que rolou, a embriaguez evaporou do meu corpo. Localizei minha porta de fuga, no caminho vi que a porta da Mili estava aberta e ainda dava pra ouvir ela vomitando as tripas… uff… pelo menos ela tá ocupada…
Sentei do lado da porta e fui abrindo ela devagar, até que… porra… que azar o meu… vi a luz da lanterna apontando perto da cabana… então fechei a porta de novo e esperei a luz se afastar… sabia que aqueles minutos de espera podiam me foder… tinha parado de ouvir a Mili vomitando, mas também não tinha barulho, então com certeza ela ainda tava no banheiro…
Assim que vi a luz se afastar, abri a porta de novo… não sei por que, na minha confusão, decidi colocar as pernas primeiro, depois comecei a tirar o peito… sem querer, essa manobra me salvou…
— Dany?... disse uma voz.
Porra… é o fim da picada, caralho… não podia ter tanta má sorte assim, como meu pai dizia em momentos bem fodidos: eu não fui parido, fui cagado… virei o rosto e sim… era ela… era a Mili…
— O que você tá fazendo aqui?... insistiu Mili.
Eu tava gelado, quase tremendo… em choque, quase tendo um infarto… fala alguma coisa, animal…
— Eu… eu… eu… comecei a gaguejar bem baixinho.
— Você o quê?... replicou Mili.
Só consegui fazer um gesto de silêncio, pra ganhar tempo enquanto pensava em algo… Mili entendeu que tinha que ficar do meu lado, se abaixar pra ouvir minha explicação, pra não alertar a Vane… que pesadelo!...
— É?... insistiu Mili, que parecia perder a paciência.
— Eu… eu… eu vim… vim… por você… completei, falando baixinho, foi a única coisa que me veio na cabeça ao ver que minha posição na porta parecia mais de entrada do que de saída da cabana.
— Ahhh… Sério?... replicou, derretendo.
Aquela frase, sem querer, funcionou perfeitamente… Mili me abraçou e me deu um Beijo suculento que quase me matou… tinha um cheiro de vômito horrível!… dada a situação e meu sentimento de culpa, não tive outra opção a não ser aguentar tudo, pra ser sincero, também deu vontade de vomitar em mim… até que…
- Ahhh não… disse Mili se contorcendo de novo.
Ela parou de repente e saiu correndo pro banheiro de novo… ainda faltava vomitar mais. Eu caí exausto no chão, com metade do corpo pra fora da cabana… isso não pode estar acontecendo, pensava… Será que é o karma pelo que fiz com a Vivi?... me recompus, tava exausto mas não podia ir embora, a Mili tinha me visto…
Já não tinha mais gozo pra botar pra fora… supus que no estado da Mili, ela não ia querer nada sexual, só ser confortada… enfim… não tem jeito… voltei a entrar na cabana e fechei minha porta de fuga. Enquanto ia pro quarto dela, ouvi os roncos da Vane… caiu no sono rápido, deixei ela morta, pensei.
Entrei no quarto da Mili e no banheiro dela… vi a coitada de joelhos, com a cabeça na frente do vaso…
- Você tá bem?... foi a pergunta mais idiota, mas naquela hora não pensei.
- Não… quero morrer… disse quase soluçando, e completou… nunca mais bebo de novo…
Quase falei que essa é a maior mentira, mas dado o estado dela, só optei por sentar do lado e acariciar as costas dela. Mili tava vestida com uma camisola transparente que deixava ver os peitos e que mal chegava no meio da bunda nua. Com certeza era algo que ela usava quando era menor e agora mal cabia e ficava gostosa… mas pelo estado ruim dela, na verdade não me excitava muito…
- Precisa de alguma coisa? (um hortelã pra boca?)… perguntei tentando ajudar.
- Sim… me passa um pouco de papel por favor… pediu desfalecendo, dando descarga no vaso.
Mili continuava com a cabeça apontando pro vaso, de quatro, o papel tava do outro lado, pra pegar tinha que passar atrás dela. Pra ela não se sentir sozinha, continuei acariciando as costas e os cabelos dela, passando quase ajoelhado naquele ambiente apertado. Assim que fiquei atrás dela, fiquei como que preso entre a parede e ela… mas dessa vez me esticando pra ver se alcançava o papel.
Comecei a me esticar e, sem querer, minha virilha foi se enterrando entre as deliciosas nádegas morenas da Mili… isso é outra coisa, pensei, tem consistência e maciez (comparando com as nádegas da Vane). Sem intenção sexual, também comecei a acariciar as coxas dela, queria fazê-la se sentir bem… e depois do meu erro recente com a Vane, minha consciência também me obrigava a tornar tudo o mais reconfortante possível.
Alcancei o papel pra ela e ela começou a limpar a boca… Mili continuava na mesma posição submissa, de quatro na frente do vaso, caso tivesse outra crise de náusea… e realmente teve outro ataque, a barriga dela começou a se contorcer um pouco e com isso o resto do corpo…
Eu, que tinha ficado colado nela, porque gostava de senti-la assim, com aquele rabão pressionando meus genitais… dessa vez senti aqueles tremeliques, tive pena dela… mas… aqueles movimentos involuntários estavam causando um efeito inesperado e impensado…
— Uau… exclamei surpreso sentindo meu pau crescer.
— Ah, não, Dany… não… sério, não tô a fim disso… reclamou Mili, prevendo o que ia rolar.
— Não, nada… só tô brincando… falei, achando que não tinha chance de rolar algo mais.
Mas o tesão começou a me dominar quando não só comecei a sentir, mas também a ver… baixei o olhar e pude apreciar, por trás da camisola transparente, como as costas bronzeadas dela terminavam na cinturinha fina e o tecido moldava a silhueta… descendo mais, como se formava aquele rabo carnudo em formato de coração, com aquela racha deliciosa…
— Desculpa… falei, suspirando, sobrecarregado.
— Por quê?... perguntou Mili, fatalista, com certeza esperando uma confissão.
Na real, meu pau já tava incrivelmente duro pra caralho… e o pretexto que minha mente tava usando pra me convencer era que: Eu precisava fazer aquilo pra apagar meu erro involuntário com a Vane no quarto ao lado… abaixei meu short, a Mili já tava de quatro há um tempão e a camisola dela já tinha revelado aquelas cadeiras de respeito…
- Me desculpa… pelo que vou fazer… completei.
- O quê?... aiii… não Dany… não… reclamou a Mili.
Era tarde, meu pau já tinha feito alvo no cuzinho flexível dela. Depois de um treino intensivo de anal que eu dei na Mili nas últimas semanas, o esfíncter dela já não precisava tanto de creme lubrificante igual o da Vane… Meu pau já sabia o caminho e o cu dela já sabia como se abrir pra engolir gostoso minha pica.
- Por que você é assim?... tô mal… aiii… reclamou a Mili de um jeito gostoso.
- Pra mim você tá muito… mas muito bem… elogiei acariciando a cintura e as coxas dela.
Aquele elogio fez ela sorrir e relaxar, e eu aproveitei pra enfiar mais fundo, meu pau já tinha entrado inteiro. Vi um tremorzinho descendo pela coluna dela e a pele se arrepiando. O cuzinho ansioso pulsava em cima da minha pica dura… sem mais sinais de enjoo, comecei a bombar aquelas nádegas suculentas e redondas…
- Uhmmm… tô bêbada… ohhh… você tá abusando de mim… uhmm… gemeu a Mili.
Ela ainda tava com a cabeça no banheiro, mas instintivamente a posição de quatro foi se ajustando pra receber melhor a foda, ou seja, arqueando as costas e abrindo as pernas pra aquelas duas nádegas voluptuosas se escancararem de vez e receberem meu pau mais fundo.
Da minha posição de joelhos, fui me sentando cada vez mais nas minhas panturrilhas, a Mili tava se segurando na borda do vaso e começou a empurrar aquele rabão enorme contra minha virilha… afinal, ela não era tão molenga quanto eu pensei…
- Aiii amorrr… ohhh… uhmmm… ela começava a curtir apesar da cabeça tonta.
Pegou minhas mãos que seguravam a cintura dela e levou até os peitos, que balançavam gostoso a cada estocada que eu dava no cuzinho guloso da Mili… dava pra sentir os biquinhos dela através da camisola… mas ela queria sentir meus dedos nos peitos nus dela…
Então ela mesma, louca de tesão, não aguentou e pegou a camisola pela gola e puxou, rasgando o pano fraco e soltando os melões inchados dela… meus dedos agora apertavam os peitos nus dela e brincavam com os biquinhos, enchendo ela de mais prazer…
- Ouuu… ufff… uhmmm… ela gemeu, desfalecendo num orgasmo incomum, mas gostoso.
Porra… nãooo… tava quase lá, pensei meio decepcionado… mas não liguei, corrigi o erro da noite fazendo com a garota certa naquela cabana… tinha ido atrás da Mili e consegui… esperava ter acabado com a maldição.
- Ai love… vai vir outra vez… sai… ela me avisou.
Pensei que era outro orgasmo, mas foi outra descarga de vômito… acho que agitei demais ela… tirei rápido meu pau prestes a explodir de porra… Mili vomitou mais o que parecia água ou saliva, não tinha mais nada sólido no estômago dela… foi aí que ela cometeu um erro…
Ainda sentada perto do vaso, ela levantou o rosto, longe de me parecer nojenta aquela imagem, por causa do tesão do momento… aquela baba que cobria os lábios carnudos e vermelhos dela parecia resto da minha porra… isso acabou de excitar minha rola…
- Não Mili… sai daí… eu avisei.
- O quê?... ela exclamou, assustada de ver meu pau a poucos centímetros da boca dela.
Tentei segurar o jato de porra que vinha, apertando meu pau, mas meus dedos, em vez de parar a enxurrada, ao esfregar meu pau sensível, acabaram estimulando mais… era tarde demais…
- Ohhh… ufff… eu suspirei aliviado, meu pau começou a cuspir porra pra caralho.
- Ahhh… cofff… cofff… Mili reclamava, quase se engasgando.
Minha intenção era descarregar a porra no vaso, mas o rosto e principalmente a boca da Mili se meteram no caminho. Uma chuva de sêmen caiu nas pálpebras, bochechas, lábios, queixo e dentro da boca aberta da Mili. e sua língua…
Essa imagem excitante foi um incentivo ainda maior, meu pau não parava de se contrair, meu membro agora era quem vomitava sem parar, litros e litros de porra… comecei a espremer meu pênis para não sobrar nada… e Mili, atônita, continuava imóvel, recebendo toda aquela lambança viscosa.
- Asuuu… ufff… falei terminando, quase pensei que tinha mijado, mas gozei como nunca.
Vendo minha gozada prazerosa, acho que Mili não quis estragar a experiência com reclamações, com certeza também ficou excitada ao ver o que causava em mim… para completar minha fantasia, ela, sem se limpar ou cuspir nada, agarrou meu pau e começou a limpá-lo, no processo deve ter engolido um pouco, mas no estado dela não ligou… com esse cenário excitante, consegui espremer mais algumas descargas de porra…
- Uauuu… você é… a melhorrr… ufff… elogiei ela, completamente satisfeito, acariciando seu cabelo.
Mili sorriu agradecida, ainda com meus fluidos no rosto, seus lábios melados e minha porra escorrendo pelo queixo e deslizando até os peitos… até que… De novo, ela teve um acesso de náusea e vomitou tudo, incluindo minha porra… isso meio que matou a paixão… mas aqueles momentos e imagens excitantes ficaram bem gravados em mim.
Voltei a confortá-la, por sorte foi o último vômito da noite… depois ela me disse que tinha acordado com náusea, por causa da bebida, e que tinha ouvido barulhos estranhos no quarto da Vane. Quando entrou e se aproximou da cama, sentiu um cheiro estranho (nosso suor, minha porra e os sucos dela) e isso ativou a náusea… não falei nada…
Depois nos limpamos entre brincadeiras e fomos dormir naquela cama enorme onde os pais dela tinham dormido na noite anterior. Como planejei desde o início, me aninhei com a Mili… A incursão naquela cabana, como pensei, com suas surpresas e tudo, abafou a lembrança da Vane, minha obsessão temporária.
Embora tenha visto a luz da lanterna refletida nas paredes, não me importei, porque antes de entrar na cabana notei que o vigia não se aproximava tanto, com certeza Tava com medo da Mili dedar que sou um bisbilhoteiro pro pai dela…
Por outro lado, pelas paredes, ouvia uns roncos da Vane descansando de boa… aquela bruxa se achando a grande vencedora da noite, dormiu satisfeita sem se lavar, com meu gozo dentro da buceta dela como uma lembrança gostosa…
Resolvi me perdoar pelo que rolou, não foi culpa minha inteira: na primeira vez a Vane me amarrou e na segunda foi um engano no escuro e por causa da minha bebedeira, até com uns toques de ser uma armadilha armada pela Vane… Então pelo menos naquela noite, do lado da Mili, dormi sossegado…
Mas ainda assim, ficava a pulga atrás da orelha sobre o que a Vane ia fazer… ainda tava “devendo” um favor pra ela…
Continua…
— Queee?… — exclamei atônito.
Aquela frase eu só tinha ouvido dela em momentos de prazer… sim… da… Vane… sim, daquela menina riquinha americana mimada e alienada que, em momentos de excitação e prazer, soltava frases em inglês (oh my god)… e não só isso, era o tom de voz… não era o da Mili…
Talvez eu estivesse enganado, ainda bêbado, talvez fosse um sonho… pra verificar, dei outro tapa na minha testa… auuu, doeu pra caralho… aí afastei a bagunça de cabelos do rosto dela…
— Puta que pariu… — suspirei, lamentando em voz baixa.
— Te falei que ia me comer de novo… sem amarras… — disse Vane, sorrindo satisfeita.
Porra… nessa hora minhas bolas viraram gelatina, meu pau parecia um balão murcho esvaziando… nem liguei pros líquidos escorrendo pelas coxas da Vane e saindo do cu extasiado dela… Merda… me deixei cair de lado no colchão, arrasado, quase paralítico… enquanto Vane continuava descansando, curtindo o momento triunfal dela…
Caralho… mas como? — comecei a pensar — tava escuro pra caralho pra diferenciar cor de pele e cabelo. Minha bebedeira e sentidos dormentes não perceberam a diferença entre as bundas carnudas da Mili e as musculosas da Vane… também lembrei que a Mili dormia de lado e a Vane tava de bruços.
A Vane soltava as palavras e gemidos baixinho, abafados pelo travesseiro, e ainda tinha o barulho dos grilos lá fora… de novo meus sentidos não estavam 100%… porra… além disso, ela não falou nenhuma frase em inglês até o final… não sei se se segurou de propósito pra eu não perceber, porque se falasse, eu sacaria e pararia… pelo menos acho que sim, no calor do momento, quem sabe? (sou humano)…
Depois tinha a entrega… a Mili era mais mole na hora do sexo, eu é que propunha e fazia o maior esforço físico pra possuir ela. Ela me complementava colocando aquele rabão enorme e eu enfiava meu nabo… A Vane aguentou essa foda numa posição difícil e até participando ativamente, rebolando pra minha pica entrar melhor. Essa resistência era fruto do treino dela na academia… Porra!...
Bom, essa era a justificativa da parte física, e o quarto?… era o certo… as coisas da Mili estavam lá (a roupa de dança e o biquíni dela)… em algum momento da noite, a Vane cedeu pra anfitriã Mili o quarto maior como agradecimento por deixar ela ficar lá… isso eu não sabia… a Vane deve ter feito de propósito, sabendo que, com o tesão que eu tenho, eu ia procurar a Mili de madrugada…
No fim das contas, aqueles sonhos repetidos que eu tive com a Vane agora pareciam mais um aviso do que podia rolar do que uma vontade por ela… eu interpretei tudo errado… mas isso não foi o pior…
- Vaneee… uma voz se ouviu lá fora.
Merda… tão penando? Fantasmas? A Llorona? Vieram do além pra me levar?… mas não… era a voz de… de… minha namorada… puta que pariu… acabou a história, minha vida, fechem a web, desliguem o computador, tablet ou smartphone… tudo deu merda… A Mili estava na porta, eu fiquei pálido, até arrepio me deu… A Vane continuava sorrindo, toda satisfeita e safada… só fez um gesto de silêncio pra mim…
- Hummm… sim?… respondeu a Vane, se fazendo de quem tinha acabado de acordar.
- Você ouviu um barulho?… perguntou a Mili.
- Ahhh… sim… deve ser aquele vigia que fica rondando… se justificou a Vane.
Eu senti que aquela resposta não convenceu a Mili… com o pouco de energia física que me restava, me enfiei de um lado da cama, depois no chão, enquanto a Vane ria da minha cara. Depois rolei pra debaixo da cama, me escondendo igual a uma rata… me senti um lixo… mas essa manobra foi providencial, porque na hora…
- Posso entrar?… insistiu a Mili.
- Sim, claro… completou a Vane.
Debaixo da cama, eu estava suando frio e respirando bem baixinho, sem fazer barulho. Senti o colchão Mexer, com certeza a Vane se virava, não ia receber a Mili com a bunda aberta e o cu transbordando de porra... ouvi a porta abrir e vi a sombra da Mili se aproximando da cama...
- Acho que... o barulho vinha daqui... falou Mili, com a voz meio estranha.
- Ah é?... bom... respondeu Vane, meio nervosa com a insistência da Mili.
Esse era o ponto de virada... a Vane tinha tudo pra ganhar, até agora tinha me mantido a salvo, talvez só pra me torturar cruelmente... agora me segurava pelo pescoço, podia dar o golpe final naquela hora e contar pra Mili que o namorado dela tava escondido debaixo da cama, depois de dar um orgasmo anal gostoso... e tinha as provas escorrendo pelas partes íntimas dela...
- E então?... insistiu Mili.
- É que... tô com vergonha... respondeu Vane.
Eu tava na expectativa do que ela ia falar, uma palavra dela me levaria pro céu ou pro inferno... naquele momento me arrependi de todas as chances que tive de contar pra Mili e pro Guille o que tinha rolado, teria afastado a Vane do clube e das nossas vidas desde antes... mas fiquei calado pra não fazer eles sofrerem nem estragar o momento deles, agora ia pagar as consequências do meu silêncio...
- Por quê?... perguntou Mili curiosa.
- É que... tive um daqueles sonhos (molhados)... completou Vane com voz envergonhada.
- Ahhh... exclamou Mili sem graça, acho que não queria saber detalhes.
A Vane tinha me salvado... agora eu recuperava o fôlego, sentia o sangue voltar pro rosto e a alma pro corpo... mas ela não fazia as coisas sem planejar, era meio maquiavélica até certo ponto. Acho que sabia que se me dedurasse, a história terminaria ali pros dois e uma briga de madrugada não fazia sentido... a Vane ainda queria me ter nas garras dela, à mercê do que essa lady peste quisesse...
- Pensei que... que o Guille tinha vindo... falou Mili com a voz estranha.
- Ah não... não me fala desse... desse... teu sabe... falou a Vane, acho que lembrar do Guille estragou aqueles momentos de vitória e satisfação.
- É que... falou a Mili, meio viajando.
Vi a sombra dela cambaleando, ela soltou uns sons guturais estranhos... depois saiu fechando a porta apressada, com certeza pra Vane não ouvir o que ia rolar... pela minha experiência, entendi que ela saiu correndo pro banheiro, ia vomitar por causa da bebedeira... por isso tava estranha, doente... ainda tava meio tonta (igual a mim) por causa da festa, ela não tava acostumada a beber muito...
Do lado, ouvi o barulho da porta do banheiro, e o som do que o corpo dela tava expulsando... entendi que era minha hora de fugir, aproveitar que o mal-estar da Mili ia entreter ela uns minutos... Saí de debaixo da cama, me recompondo sem fazer muito barulho, não queria nem ver a Vane... só que...
- Você me deve uma... falou Vane, me puxando pelo braço na direção dela.
Num reflexo, virei pra olhar ela... ela aproveitou essa distração, esse momento de hesitação pra me dar um beijo suculento e até senti a língua dela... depois Vane piscou um olho pra mim e me soltou...
Essa maluca deve ter pensado que tudo isso foi planejado por mim pra comer ela, não deve ter percebido que foi sem querer... bom, cada um pensa ou vê as coisas como quer... ainda mais na mente torta da Vane... também não tinha tempo pra explicar o que aconteceu... só sabia que tinha que fugir...
- Ei... sussurrou Vane e depois apontou pro meu corpo.
Mulher gulosa, com certeza queria mais... mas quando olhei pra minha virilha, notei que ainda tava pelado... Porra, que que tá acontecendo comigo?... Peguei meu short e minha camiseta do lado da cama e vesti como deu. Só de short quase perdi o equilíbrio e me fodi... o que fez a Vane achar graça, ela tava adorando a situação...
Depois vi a Vane se jogar exausta na cama, com um sorriso de orelha a orelha, saboreando o que tinha rolado, a vitória dela e o orgasmo, bufando de vez em quando, ainda exausta pelo que aconteceu. Conhecendo a falta de noção dela, com certeza dormiria tranquila e sem remorso.
Enquanto isso, eu saí quase na ponta dos pés do quarto e fechei a porta, igual a Mili fez. Com tudo o que rolou, a embriaguez evaporou do meu corpo. Localizei minha porta de fuga, no caminho vi que a porta da Mili estava aberta e ainda dava pra ouvir ela vomitando as tripas… uff… pelo menos ela tá ocupada…
Sentei do lado da porta e fui abrindo ela devagar, até que… porra… que azar o meu… vi a luz da lanterna apontando perto da cabana… então fechei a porta de novo e esperei a luz se afastar… sabia que aqueles minutos de espera podiam me foder… tinha parado de ouvir a Mili vomitando, mas também não tinha barulho, então com certeza ela ainda tava no banheiro…
Assim que vi a luz se afastar, abri a porta de novo… não sei por que, na minha confusão, decidi colocar as pernas primeiro, depois comecei a tirar o peito… sem querer, essa manobra me salvou…
— Dany?... disse uma voz.
Porra… é o fim da picada, caralho… não podia ter tanta má sorte assim, como meu pai dizia em momentos bem fodidos: eu não fui parido, fui cagado… virei o rosto e sim… era ela… era a Mili…
— O que você tá fazendo aqui?... insistiu Mili.
Eu tava gelado, quase tremendo… em choque, quase tendo um infarto… fala alguma coisa, animal…
— Eu… eu… eu… comecei a gaguejar bem baixinho.
— Você o quê?... replicou Mili.
Só consegui fazer um gesto de silêncio, pra ganhar tempo enquanto pensava em algo… Mili entendeu que tinha que ficar do meu lado, se abaixar pra ouvir minha explicação, pra não alertar a Vane… que pesadelo!...
— É?... insistiu Mili, que parecia perder a paciência.
— Eu… eu… eu vim… vim… por você… completei, falando baixinho, foi a única coisa que me veio na cabeça ao ver que minha posição na porta parecia mais de entrada do que de saída da cabana.
— Ahhh… Sério?... replicou, derretendo.
Aquela frase, sem querer, funcionou perfeitamente… Mili me abraçou e me deu um Beijo suculento que quase me matou… tinha um cheiro de vômito horrível!… dada a situação e meu sentimento de culpa, não tive outra opção a não ser aguentar tudo, pra ser sincero, também deu vontade de vomitar em mim… até que…
- Ahhh não… disse Mili se contorcendo de novo.
Ela parou de repente e saiu correndo pro banheiro de novo… ainda faltava vomitar mais. Eu caí exausto no chão, com metade do corpo pra fora da cabana… isso não pode estar acontecendo, pensava… Será que é o karma pelo que fiz com a Vivi?... me recompus, tava exausto mas não podia ir embora, a Mili tinha me visto…
Já não tinha mais gozo pra botar pra fora… supus que no estado da Mili, ela não ia querer nada sexual, só ser confortada… enfim… não tem jeito… voltei a entrar na cabana e fechei minha porta de fuga. Enquanto ia pro quarto dela, ouvi os roncos da Vane… caiu no sono rápido, deixei ela morta, pensei.
Entrei no quarto da Mili e no banheiro dela… vi a coitada de joelhos, com a cabeça na frente do vaso…
- Você tá bem?... foi a pergunta mais idiota, mas naquela hora não pensei.
- Não… quero morrer… disse quase soluçando, e completou… nunca mais bebo de novo…
Quase falei que essa é a maior mentira, mas dado o estado dela, só optei por sentar do lado e acariciar as costas dela. Mili tava vestida com uma camisola transparente que deixava ver os peitos e que mal chegava no meio da bunda nua. Com certeza era algo que ela usava quando era menor e agora mal cabia e ficava gostosa… mas pelo estado ruim dela, na verdade não me excitava muito…
- Precisa de alguma coisa? (um hortelã pra boca?)… perguntei tentando ajudar.
- Sim… me passa um pouco de papel por favor… pediu desfalecendo, dando descarga no vaso.
Mili continuava com a cabeça apontando pro vaso, de quatro, o papel tava do outro lado, pra pegar tinha que passar atrás dela. Pra ela não se sentir sozinha, continuei acariciando as costas e os cabelos dela, passando quase ajoelhado naquele ambiente apertado. Assim que fiquei atrás dela, fiquei como que preso entre a parede e ela… mas dessa vez me esticando pra ver se alcançava o papel.
Comecei a me esticar e, sem querer, minha virilha foi se enterrando entre as deliciosas nádegas morenas da Mili… isso é outra coisa, pensei, tem consistência e maciez (comparando com as nádegas da Vane). Sem intenção sexual, também comecei a acariciar as coxas dela, queria fazê-la se sentir bem… e depois do meu erro recente com a Vane, minha consciência também me obrigava a tornar tudo o mais reconfortante possível.
Alcancei o papel pra ela e ela começou a limpar a boca… Mili continuava na mesma posição submissa, de quatro na frente do vaso, caso tivesse outra crise de náusea… e realmente teve outro ataque, a barriga dela começou a se contorcer um pouco e com isso o resto do corpo…
Eu, que tinha ficado colado nela, porque gostava de senti-la assim, com aquele rabão pressionando meus genitais… dessa vez senti aqueles tremeliques, tive pena dela… mas… aqueles movimentos involuntários estavam causando um efeito inesperado e impensado…
— Uau… exclamei surpreso sentindo meu pau crescer.
— Ah, não, Dany… não… sério, não tô a fim disso… reclamou Mili, prevendo o que ia rolar.
— Não, nada… só tô brincando… falei, achando que não tinha chance de rolar algo mais.
Mas o tesão começou a me dominar quando não só comecei a sentir, mas também a ver… baixei o olhar e pude apreciar, por trás da camisola transparente, como as costas bronzeadas dela terminavam na cinturinha fina e o tecido moldava a silhueta… descendo mais, como se formava aquele rabo carnudo em formato de coração, com aquela racha deliciosa…
— Desculpa… falei, suspirando, sobrecarregado.
— Por quê?... perguntou Mili, fatalista, com certeza esperando uma confissão.
Na real, meu pau já tava incrivelmente duro pra caralho… e o pretexto que minha mente tava usando pra me convencer era que: Eu precisava fazer aquilo pra apagar meu erro involuntário com a Vane no quarto ao lado… abaixei meu short, a Mili já tava de quatro há um tempão e a camisola dela já tinha revelado aquelas cadeiras de respeito…
- Me desculpa… pelo que vou fazer… completei.
- O quê?... aiii… não Dany… não… reclamou a Mili.
Era tarde, meu pau já tinha feito alvo no cuzinho flexível dela. Depois de um treino intensivo de anal que eu dei na Mili nas últimas semanas, o esfíncter dela já não precisava tanto de creme lubrificante igual o da Vane… Meu pau já sabia o caminho e o cu dela já sabia como se abrir pra engolir gostoso minha pica.
- Por que você é assim?... tô mal… aiii… reclamou a Mili de um jeito gostoso.
- Pra mim você tá muito… mas muito bem… elogiei acariciando a cintura e as coxas dela.
Aquele elogio fez ela sorrir e relaxar, e eu aproveitei pra enfiar mais fundo, meu pau já tinha entrado inteiro. Vi um tremorzinho descendo pela coluna dela e a pele se arrepiando. O cuzinho ansioso pulsava em cima da minha pica dura… sem mais sinais de enjoo, comecei a bombar aquelas nádegas suculentas e redondas…
- Uhmmm… tô bêbada… ohhh… você tá abusando de mim… uhmm… gemeu a Mili.
Ela ainda tava com a cabeça no banheiro, mas instintivamente a posição de quatro foi se ajustando pra receber melhor a foda, ou seja, arqueando as costas e abrindo as pernas pra aquelas duas nádegas voluptuosas se escancararem de vez e receberem meu pau mais fundo.
Da minha posição de joelhos, fui me sentando cada vez mais nas minhas panturrilhas, a Mili tava se segurando na borda do vaso e começou a empurrar aquele rabão enorme contra minha virilha… afinal, ela não era tão molenga quanto eu pensei…
- Aiii amorrr… ohhh… uhmmm… ela começava a curtir apesar da cabeça tonta.
Pegou minhas mãos que seguravam a cintura dela e levou até os peitos, que balançavam gostoso a cada estocada que eu dava no cuzinho guloso da Mili… dava pra sentir os biquinhos dela através da camisola… mas ela queria sentir meus dedos nos peitos nus dela…
Então ela mesma, louca de tesão, não aguentou e pegou a camisola pela gola e puxou, rasgando o pano fraco e soltando os melões inchados dela… meus dedos agora apertavam os peitos nus dela e brincavam com os biquinhos, enchendo ela de mais prazer…
- Ouuu… ufff… uhmmm… ela gemeu, desfalecendo num orgasmo incomum, mas gostoso.
Porra… nãooo… tava quase lá, pensei meio decepcionado… mas não liguei, corrigi o erro da noite fazendo com a garota certa naquela cabana… tinha ido atrás da Mili e consegui… esperava ter acabado com a maldição.
- Ai love… vai vir outra vez… sai… ela me avisou.
Pensei que era outro orgasmo, mas foi outra descarga de vômito… acho que agitei demais ela… tirei rápido meu pau prestes a explodir de porra… Mili vomitou mais o que parecia água ou saliva, não tinha mais nada sólido no estômago dela… foi aí que ela cometeu um erro…
Ainda sentada perto do vaso, ela levantou o rosto, longe de me parecer nojenta aquela imagem, por causa do tesão do momento… aquela baba que cobria os lábios carnudos e vermelhos dela parecia resto da minha porra… isso acabou de excitar minha rola…
- Não Mili… sai daí… eu avisei.
- O quê?... ela exclamou, assustada de ver meu pau a poucos centímetros da boca dela.
Tentei segurar o jato de porra que vinha, apertando meu pau, mas meus dedos, em vez de parar a enxurrada, ao esfregar meu pau sensível, acabaram estimulando mais… era tarde demais…
- Ohhh… ufff… eu suspirei aliviado, meu pau começou a cuspir porra pra caralho.
- Ahhh… cofff… cofff… Mili reclamava, quase se engasgando.
Minha intenção era descarregar a porra no vaso, mas o rosto e principalmente a boca da Mili se meteram no caminho. Uma chuva de sêmen caiu nas pálpebras, bochechas, lábios, queixo e dentro da boca aberta da Mili. e sua língua…
Essa imagem excitante foi um incentivo ainda maior, meu pau não parava de se contrair, meu membro agora era quem vomitava sem parar, litros e litros de porra… comecei a espremer meu pênis para não sobrar nada… e Mili, atônita, continuava imóvel, recebendo toda aquela lambança viscosa.
- Asuuu… ufff… falei terminando, quase pensei que tinha mijado, mas gozei como nunca.
Vendo minha gozada prazerosa, acho que Mili não quis estragar a experiência com reclamações, com certeza também ficou excitada ao ver o que causava em mim… para completar minha fantasia, ela, sem se limpar ou cuspir nada, agarrou meu pau e começou a limpá-lo, no processo deve ter engolido um pouco, mas no estado dela não ligou… com esse cenário excitante, consegui espremer mais algumas descargas de porra…
- Uauuu… você é… a melhorrr… ufff… elogiei ela, completamente satisfeito, acariciando seu cabelo.
Mili sorriu agradecida, ainda com meus fluidos no rosto, seus lábios melados e minha porra escorrendo pelo queixo e deslizando até os peitos… até que… De novo, ela teve um acesso de náusea e vomitou tudo, incluindo minha porra… isso meio que matou a paixão… mas aqueles momentos e imagens excitantes ficaram bem gravados em mim.
Voltei a confortá-la, por sorte foi o último vômito da noite… depois ela me disse que tinha acordado com náusea, por causa da bebida, e que tinha ouvido barulhos estranhos no quarto da Vane. Quando entrou e se aproximou da cama, sentiu um cheiro estranho (nosso suor, minha porra e os sucos dela) e isso ativou a náusea… não falei nada…
Depois nos limpamos entre brincadeiras e fomos dormir naquela cama enorme onde os pais dela tinham dormido na noite anterior. Como planejei desde o início, me aninhei com a Mili… A incursão naquela cabana, como pensei, com suas surpresas e tudo, abafou a lembrança da Vane, minha obsessão temporária.
Embora tenha visto a luz da lanterna refletida nas paredes, não me importei, porque antes de entrar na cabana notei que o vigia não se aproximava tanto, com certeza Tava com medo da Mili dedar que sou um bisbilhoteiro pro pai dela…
Por outro lado, pelas paredes, ouvia uns roncos da Vane descansando de boa… aquela bruxa se achando a grande vencedora da noite, dormiu satisfeita sem se lavar, com meu gozo dentro da buceta dela como uma lembrança gostosa…
Resolvi me perdoar pelo que rolou, não foi culpa minha inteira: na primeira vez a Vane me amarrou e na segunda foi um engano no escuro e por causa da minha bebedeira, até com uns toques de ser uma armadilha armada pela Vane… Então pelo menos naquela noite, do lado da Mili, dormi sossegado…
Mas ainda assim, ficava a pulga atrás da orelha sobre o que a Vane ia fazer… ainda tava “devendo” um favor pra ela…
Continua…
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