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Compêndio III(Nota do Marco: desculpem pela nossa "sumida repentina" das redes sociais, mas apareceu um casamento, ironicamente, na mesma Adelaide que deixamos há quase 2 meses. Só posso dizer aos leitores mais fiéis que com a noiva, eu "tinha uma conta pendente, na noite antes de casar" e que, por ser uma das melhores amigas da minha esposa, não havia motivo nem vontade de recusar o convite. Espero poder contar isso em breve. Obrigado pela compreensão.)
Lembro que naquela noite, a primeira coisa que me chamou a atenção foi que o quarto estava completamente escuro. Todas as luzes estavam apagadas e, como eu não me acostumava bem com os móveis, tropecei umas duas vezes.
Mas no meio daquela penumbra, dava pra ouvir claramente os gemidos intensos da minha esposa, que não precisavam de explicação sobre o que estava rolando com ela. Por outro lado, enquanto eu arrastava os pés, ia encontrando as roupas que ela usava quando me despedi, o que foi me esquentando cada vez mais.
O que me paralisou de vez foi ver a imagem da minha mulherzinha sob a luz da rua, de cócoras, oferecendo aquele rabo lindo e redondinho ao ar, gemendo com muito prazer, enquanto sem parar tirava e colocava o consolo que comprei pra ela no Booty, e o zumbido conhecido do "ovinho das respostas" saindo de entre as pernas dela, que mesmo depois de anos ainda funciona muito bem.
"Ahhh, meu amor!... Ahhh, meu amor!... Que gostoso!... Que gostoso!... Assim! Assim! Ahh! Ahh!... Ahhhhh! Meu amor!... O-que-que cê tá fazendo aqui?"
O último grito dela foi digno de filme de terror.
"Nada. Tô cansado e vim deitar..." respondi, sentando na cama e tirando os sapatos.
"M-m-mas... eu pensei... que a Karina e você..." ela tentou dizer, com as bochechas branquinhas coradas, parecendo uma bonequinha de porcelana linda, mas com as mãos se mexendo sem parar, que não conseguia controlar pra continuar recebendo prazer.
“Sim… mas hoje não!” respondi. “Estou cansado e quero deitar com minha esposa!”
De repente, os olhos dela se encheram de lágrimas…
“Q-q-qué idiota você é! Por que você vem me ver… se me vê todo dia?” respondeu irritada, soluçando baixinho, mas com as bochechas bem coradas, suas preciosas esmeraldas me encarando com uma raiva hesitante.
“Olha! Por que você acha que uma mulher como a Karina é melhor que você? Não pode ser que eu goste mais de você do que do quão bonita e gostosa a Karina parece?” perguntei, num tom desafiador, acertando bem no centro da nossa confusão.
“É que… é que… é que a Karina é mais linda… e eu… bom… eu sou eu…” replicou, com aquela humildade que tanto gosto nela.
Beijei-a suavemente, com uma leve coceira no nariz de quando você ouve algo que te emociona. Foi curioso vê-la parar com o consolo quase completamente enfiado entre as nádegas branquinhas, por causa daquele beijo.
“Bom… a Karina, eu não teria pedido em casamento.” Respondi, acariciando suavemente os cabelos dela.
Ela me olhou com mais rubor… e eu espiei seus peitos apetitosos, que ainda apareciam presos entre os joelhos.
Ela, ao ver que minha atenção se distraía, sorriu ao entender o que chamava minha atenção e me deixou olhar, sabendo que eu era sincero.
“Por que você não… deixa eu te ajudar… a se sentir melhor?” perguntei, quase babando de tão gostosa que ela estava.
Ela rapidamente se alterou…
“Não!… quer dizer… você já chegou… e bom… me ver assim… feito frango assado, com um consolo enorme no rabo, ainda me dá vergonha.” Respondeu de forma acelerada e atrapalhada.
Mas apesar de ter engordado um pouquinho e os pneuzinhos aparecerem levemente na cintura, a Marisol ainda tem uma bunda gostosa.
“Bom… é minha responsabilidade como marido te deixar satisfeita… não é?” consultei, devolvendo o lema que ela sempre me diz quando estamos a sós na nossa cama.
“Sim… mas… Uhm!…” ¡Ahh!... ¡Ahh!... ¡Não tão forte, meu amor!... ¡Não tão forte!... ¡Ai! ¡Ai! ¡Você vai me quebrar!” ela respondeu, enquanto eu começava a sodomizá-la com o consolo de borracha.
Pedi que ela abrisse as pernas, pra lamber ela.
“¡Não, por favor, tesouro!... ¡Não faz isso comigo!... ¡Que eu!... ¡Que eu!... ¡Ahhh!”
Ela gozou estrondosamente na minha boca, assim que lambi seu botão pulsante. Enquanto com uma mão eu mexia o consolo, com a outra acariciava sua cintura e colava meu rosto na sua buceta.
“¡Pelo amor… minha viida!.... ¡Mhm!... ¡Paara!... ¡Ahhh!... ¡Você continua fazendo… isso e eu vou ficar louca!”
Mas eu não conseguia evitar. Mais uma vez, eu estava me aproveitando dela e, de certa forma, também a violentando.
No entanto, os protestos dela vinham carregados de um erotismo descontrolado, complementado também pelo tom jovial da minha esposa, tornando tudo mais excitante e irresistível pra mim.
“¡Deixa eu tirar isso daqui, pra te atender melhor!” avisei, enfiando 2 dedos pra remover o vibrador sempre pulsante dela.
Marisol se contraiu levemente ao sentir meus dedos alargarem ainda mais a buceta já estimulada dela, da qual não resisti e coloquei 2 dedos, que foram sugados quase na hora pelo vórtice faminto e pulsante da minha esposa.
“¡Não, minha vida!... ¡Uhhh!... ¡Não, meu céu!... ¡Não! ¡Não faz assim comigo! ¡Buuuhhh!”
E ela desabou inesperadamente no choro, ao atingir uns orgasmos consecutivos e intensos, que cortaram sua respiração e a paralisaram em longos espasmos. Não podia culpá-la, porque eu continuava metendo e tirando o pau de borracha, continuava estimulando ela com meus dedos e, ainda assim, dava um jeito com minha língua de lamber o botão dela.
Eventualmente, tentei afastar meu rosto, mas minha esposa, com muita habilidade, se equilibrou com uma mão e me segurou com a outra, enquanto a buceta dela se apertava na minha boca.
“¡Se você tirar sua língua… juro que vou ficar brava!” ela ameaçou, ainda ofegante.
Por isso, decidi esquecer do consolo e segurei sua cintura com as duas mãos, prendendo aquela iguaria suculenta na minha boca.
Minha esposa, por outro lado, não queria perder aquela oportunidade de estimular suas partes baixas e, com muito entusiasmo, resumiu a se masturbar pela bunda.
Depois de deixar ela gozar um par de vezes, já tinha o suficiente.
“Marisol, não aguento mais. Você me deixa meter?”
Minha esposa se arrepiou sensualmente como uma gata…
“Por favor! Eu preciso!” implorou ela.
A bunda dela estava sensual e verdadeiramente, parecia uma gostosa no cio, especialmente com aquele consolo saindo entre os glúteos.
Tirei ele com cuidado, fazendo ela reclamar e se contorcer levemente, e fui substituindo o apêndice de borracha pelo meu próprio apêndice, sentindo ainda como minha esposa continua macia, molhada e apertada naquele lugar, fazendo ela gemer de prazer.
Foi mais fácil avançar, já que a bundinha dela ainda estava dilatada e, em não mais que quatro estocadas suaves, meu pau estava mergulhado dentro dela, me envolvendo com seu calor.
“Amor… você já pensou… na bunda da Karina?” ela começou a perguntar, enquanto eu reboleava.
“Não.” respondi, aproveitando minha esposa.
“Quer dizer… eu acho… que ela… deve gostar muito… pela bunda… especialmente… quando metem coisas grandes… como a sua…” ela me provocava, enquanto meus movimentos ganhavam mais ritmo.
“Não sei…” falei, começando a sentir que endurecia mais e Marisol percebia isso.
“E aqueles peitos… e aquela boca, meu amor…” continuou Marisol, com uma voz e gemidos muito sensuais. “Aposto que… com um pau… hmm… gostoso como o seu… uh… ela engole sem problemas!”
Meus movimentos ficaram frenéticos e eu penetrava minha esposa como um desvairado, arrancando dela gemidos profundos e envolventes.
“Ahh, meu amor, ahh, meu amor!... e se você enchesse… a buceta dela… mhm… e a bundinha dela… ungh… de porra… ujjj… como comigo… ahh… ela ia gostar ainda mais.”
Eu gozei com um jato potente, enterrando o mais fundo que podia no esfíncter dela. Marisol não tinha outra opção senão aguentar minhas pancadas, uivando igual uma loba.
Quando tirei, parte do meu gozo escorria da bunda inchada dela, mas eu ainda queria mais…
Peguei ela pela barriga e levantei mais uma vez. Minha esposa tava cansada e um gemidinho, quase de protesto, saiu dos lábios dela ao ver que eu fazia ela erguer a cintura.
“Ei, Marisol. Imagina se eu te engravidasse agora?” comentei, meio que me vingando por ela ter me deixado excitado antes.
Só de mencionar “engravidar” fez ela tremer…
“V-v-você… quer me engravidar… de novo?” perguntou, tensionando a cintura.
“Claro! Sempre quis! Sempre quis te encher de filhos!” respondi, enfiando devagar a minha cabeça na buceta dela.
Marisol escorria pra caralho, com espasmos que torciam o corpo dela inteiro…
“C-c-com… quantos filhos?” perguntou, hesitante, rebolando a cintura devagar.
“Sei lá… sete no mínimo… pra começar.” falei, pra deixar ela mais louca.
“Sete…” ela repetiu baixinho, rebolando mais fundo.
“É que você é nova… e eu adoro te comer… não te incomoda, né?” perguntei, metendo com mais vontade…
“Não…” respondeu ela, bem suave. “Mas… a gente teria que fazer… muitas vezes mais… né?”
Nessa altura, já tava enfiando tudo e o ritmo não parava.
“Isso!... eu acho… umas 3 vezes por dia… 5, pra garantir…”
Os números faziam ela gozar e a voz ficava melosa e mais meiga.
“Nada de camisinha!... e gozar bem dentro…” completei, pra aumentar mais a excitação dela.
Ela apoiava os braços com doçura, enquanto eu metia igual um louco, sacudindo a cama sem parar.
“Mas eu… mas eu… você vai poder me dar… também no cuzinho?” perguntou, com a vozinha que me excitava cada vez mais.
“Uff, Marisol!... Claro!... Você também devia chupar mais!”
“Sim, meu gostoso!... Isso também me adora!” falou ela, sorrindo mais feliz.
E o segundo gozo acabou me deixando exausto de vez. Senti como se tivesse esvaziado um pote de porra dentro dela.Próxima publicação
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