Primeira Parte.
Olá, seus poringueiros e poringueiras tarados do mundo inteiro!!!! Quero trazer pra vocês minha história real com minha linda irmã, que já vem rolando há muito tempo e a cada dia fica mais quente.
Somos de Medellín, Antioquia, Colômbia, a cidade das mulheres mais gostosas da América Latina, e a história é com minha irmã de 27 anos e eu de 30. Somos uma família de classe média, mas com muitas oportunidades. Moramos numa casa grande com nossos pais e sempre fomos uma família muito tradicional, mas sincera e unida.
Minha irmã é uma gata linda, de pele branca, cabelo ondulado, 1,65m de altura, peitos grandes, lindos e naturais, uma cintura fina, quadril largo, uma bunda maravilhosa bem empinada e umas pernas lindas, além de uma cara de boneca Barbie divina.
Eu sou um cara atlético, branco, 1,70m de altura, com um corpo bem trabalhado na academia e uma aparência forte e enérgica. Além disso, tenho um pau grande e bom de 20cm, que tem sido minha ferramenta de trabalho — já vou contar pra vocês.
Nossos quartos são grudados, um dentro do outro. O da minha irmã é o que tem mais privacidade, porque tem uma porta interna que dá pro meu quarto, por um corredor que leva ao segundo andar inteiro, ao escritório ou ao banheiro. Meus pais dormem no primeiro andar.
A história começou há 5 anos, quando por acaso conheci o sexo por câmera. Eu tava na frente do meu PC com várias modelos e pagava por sexo virtual. Depois, percebi que dava pra fazer grana com aquilo e comecei a entrar nesse ramo, já que eu tinha as características físicas pra mandar bem e ganhar dinheiro, além de me divertir e sentir tesão. E claro, tinha as ferramentas: um bom computador, de onde escrevo pra vocês, e uma câmera HD excelente.
Com o tempo, nossos quartos acabaram ficando juntos, e foi aí que comecei a ter mais cuidado quando entrava pra fazer meus shows e transmissões em alguns sites de chat erótico conhecidos e populares. E eu pensava: talvez ela não estivesse... Bem, minha irmã estava naquele quarto, porque eu não queria que ela descobrisse minhas aventuras, mas ao mesmo tempo começou a entrar uma curiosidade em mim de conhecer mais minha irmã na intimidade, e foi assim que comecei a espiá-la. Eu ajustei a fechadura da porta dela para deixar um pequeno espaço por onde eu a via assim que ela entrava, se vestia e, mais tarde, a via se masturbando de um jeito tão delicado, mas tão gostoso, que fiquei obcecado em observar a gatinha. E era um material incrível pra depois eu entrar com o pau duro pra caralho na web, transmitir e dar os melhores shows.
Mas muitas vezes ela saía do quarto dela pro banheiro e passava olhando de canto de olho pro canto onde eu tava na frente do PC, dando os shows mais quentes do mundo graças a ela e inspirado por ela, com meu pauzão duríssimo. Mas a verdade é que depois de um tempo eu nem me cobria mais quando ela saía, e não parava se eu tava me masturbando ou só levantava a cueca.
Foi assim que comecei a dormir mais à vontade, de cueca ou sunga, e ela também saía à vontade, de fio dental e top que mostrava tudo, uff, maravilhosa. Quando eu dormia e ela saía, eu fingia que tava dormindo e virava a cabeça com os olhos semiabertos pra ver aquela beleza passando na frente da minha cama.
E com o tempo, comecei a criar uma estratégia de sedução, e era simples: quando ela voltasse do banheiro pro quarto dela, me veria com uma ereção enorme por baixo do meu short, que eu provocava inspirado nela. E percebi que funcionava, porque na hora que ela passava, olhava diretamente, sem vergonha, prestando muita atenção, convencida de que eu tava dormindo fundo. Mas na verdade eu tava com a cabeça debaixo do travesseiro, vendo por um pequeno espaço aquele olhar profundo pro meu corpo e pro meu volume.
Quando ela saía pro banheiro e voltava, eu já não me cobria se tava com o pau duro, mas parava de me masturbar no show. Só que continuava falando em inglês ou espanhol, e às vezes falava mais pesado, com palavras obscenas pra ela ouvir. E numa certa ocasião... Ela, numa reunião, me perguntou se eu me via com minha namorada pelo Skype, já que ela morava em Londres na época e tinha muita conexão com ela. Então eu disse pra minha irmã que sim, que eu me via com ela e que às vezes a gente não aguentava e tentava ficar pelado pra intimidade. Aí ela falou que era normal, porque ela já tinha vivido algo parecido com um namorado que morou no Peru.
Mas aí, com o passar dos dias, eu já tirava a cueca, ficava com uma ereção enorme, me deitava de costas pra minha pica ficar dura igual uma bandeira apontando pro teto, e assim eu via minha irmã, quando voltava pro quarto, parar e ficar alguns segundos parada ali, olhando fixo pra minha pica. Uma vez foi quase 2 minutos, que pra mim pareceram uma eternidade, mas eu vi como ela curtia, passava a mão na barriga, nas pernas, na bunda e nos peitos lindos dela, e mal chegava no quarto dela e se trancava, eu corria pra aquele buraquinho na fechadura pra ver ela se tocando gostoso depois de me ver. Foi aí que eu soube que minha irmã era tão safada quanto eu e que tava com muito tesão, porque ela também tava há um tempão sem namorado.
Com o tempo, essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia ela foi pra festa e, quando voltou, aconteceu algo incrível. É que minha irmã, quando bebe, é uma doida, passa do ponto, e foi assim. Ela voltou, e eu armei de novo a armadilha que nós dois já tínhamos costume de viver. Quando ouvi ela abrindo a porta de casa, minha pica, sem eu nem tocar muito, já tava a mil, superexcitada pelo tesão de saber que minha irmã, ao passar pro quarto dela, ia me ver. Aí, depois de alguns minutos, ela chegou, e eu via debaixo do meu travesseiro que ela mal se segurava em pé. Foi quando aconteceu o inesperado: ela chegou muito perto da minha cama, e eu fiquei com tanto medo de ela perceber que eu tava acordado que, com todo cuidado, me cobri completamente pra ela continuar achando que eu tava dormindo. que estava, e então eu só escutava ela respirando ofegante, tentando se controlar, e como segurava as sandálias dela com uma das mãos, fazendo barulho ao baterem uma na outra, e eu sabia que ela estava ali parada me observando. E foi assim que senti o momento em que ela se sentou na beira da cama, e eu continuava paralisado, mas meu pau continuava ali, cada vez mais duro e quente, e até deve ter chamado a atenção dela que ele se mexia e eu não conseguia controlar, porque queria explodir. E sentia uma sensação estranha de querer gozar só de saber que minha linda e incrível irmãzinha, aquela menininha com quem cresci e vi se transformar numa mulherão, boa e gostosa, estava ali apreciando meu corpo e aquele pauzão.
Mas o melhor foi que ela começou a tocar com muita suavidade meu pau, e eu sentia como ela mexia com os dedos, passando pelas minhas bolas e percorrendo tudo com seus dedos macios. E com o passar dos minutos, ela se atreveu a pegar ele com a mão esquerda — e digo que foi com essa mão por causa da posição sentada que ela tinha, do meu lado direito, com as pernas viradas pra mim. Então, ao pegar, ela deve ter soltado os saltos que segurava com a mão esquerda, ação que senti que fez do jeito mais silencioso possível, mas claro, com a bebedeira que ela tava, fazia mais barulho do que imaginam. Mas foi assim que ela levou a mão esquerda pro meu pau e segurou com muita suavidade, como se pra eu não acordar. Ela mexia pra cima e pra baixo, acariciava, apertava de leve minhas bolas, e uffff, eu me tremia bem de leve, tentando aguentar o máximo que podia. E até se atreveu a tocar meu peito, e talvez pensei que fosse subir pra tocar meu rosto, com a intenção de me levantar e finalmente fazer acontecer o que tinha que acontecer. Mas bom, não foi assim, mas talvez o que veio depois foi ainda melhor.
E foi assim que eu comecei a sentir uma vontade enorme de gozar na mão delicada dela, uma vontade que eu segurava com todas as forças, mas não sabia até quando. E então aconteceu o impensável: ela começou a... Aproximar a língua dela, já comecei a sentir como ela lambia meu pau igual uma novinha chupando um picolé, ou algo assim. O que senti foi que ela tirou as mãos, mas com uma ação meio sorrateira, apoiou as mãos nas laterais do meu corpo pra aproximar bem o rosto e começar a passar a língua no meu pau, que já tava prestes a explodir. E assim ficou por uns minutos até que senti a boca quente dela inteira sugando com suavidade desde a cabeça do meu pau até cada vez mais pra baixo, e eu sentia meu pau pulando dentro da boca dela, deixando ela com mais tesão e sugando cada vez mais forte. Era incrível que ela nunca tirou ele da boca, porque talvez já sentia que se deixasse escapar, ia cair e teria que mudar o apoio das mãos, e essa ação talvez me acordasse — acho que foi isso que ela pensou.
Ficamos assim por um tempo até que eu não aguentei mais e foi aí que gozei com uma força incrível. E acho que ela sentiu meu pau começar a tremer mais porque tirou a boca bem antes do primeiro jato, que tenho certeza que acertou um pouco nos lábios lindos dela, mas depois o resto dos jatos de porra caíram na minha barriga, chegando até meu peito com uma potência absurda e me esquentando tanto que não consegui controlar meu corpo. Aí minha irmã, assustada, pegou os saltos dela e saiu rápido, mas tentando fazer silêncio, e fechou a porta dela bem devagar. Eu só fui começar a me recuperar e perceber o que tinha vivido.
Não podia acreditar no que minha irmã tinha se atrevido a fazer naquele estado, e claro, com tanta tesão acumulada...
Mas não termina aí. Já imaginam o que eu fiz quando ela fechou a porta e eu me recuperei? Pois é, me aproximei com um medo danado, mas depois decidi, da fechadura da porta dela pra ver o que ela fazia depois do que tinha feito. E foi aí que vi um puta espetáculo com a minha irmã: ela não demorou pra ficar só de calcinha e sutiã, e foi tirando o sutiã e passando as mãos naqueles peitos lindos. E tudo isso... Ela fazia isso em frente ao espelho da penteadeira, que ficava quase de frente pra porta, e era a primeira vez que fazia em pé. Talvez tenha sido por causa do que tinha feito, que me deu tanta excitação, e agora sim percebi o quanto minha irmã era gostosa e safada. Porque nas outras vezes eu via ela debaixo das cobertas se tocando e ouvia ela gemer, mas dessa vez ela tava louca: uma mão na buceta linda, depilada e rosadinha, e a outra nos peitos, apertando forte os bicos grandes e rosados. E que gemidos ela soltava, tentando controlar pra não virar gritos, porque achava que eu ainda podia estar dormindo. Foi aí que vi ela gozar: quase se contorcendo em pé, se abaixou e terminou sentada no chão, exausta.
Então é isso, galera. Eu fiquei de pau duro de novo e é óbvio que acabei batendo uma, com o resto de porra no chão debaixo da fechadura da porta dela, tremendo, ainda impressionado com o que a gente tinha vivido, sem que nós dois soubéssemos — ou pelo menos ela — que estávamos nos desejando e que finalmente ia rolar uma oportunidade assim.
Então essa foi minha primeira experiência com minha neném, com minha irmãzinha linda, que eu adoro e agora desejo mais do que nunca. E vivi outras coisas ainda mais quentes, que depois, com calma, vou escrever pra vocês conhecerem, pra dar tanto tesão quanto em mim, pra vocês baterem uma bem gostoso e pra eu poder me libertar dessa deliciosa experiência sexual de incesto com minha irmã.
Um abraço, punheteiros e punheteiras quentes do mundo.
Até a próxima parte...
Escrevam e opinem.
P.S. — Não é a bunda da minha irmã na foto, só coloquei por colocar, mas vocês vão ver ela melhor...
Olá, seus poringueiros e poringueiras tarados do mundo inteiro!!!! Quero trazer pra vocês minha história real com minha linda irmã, que já vem rolando há muito tempo e a cada dia fica mais quente.
Somos de Medellín, Antioquia, Colômbia, a cidade das mulheres mais gostosas da América Latina, e a história é com minha irmã de 27 anos e eu de 30. Somos uma família de classe média, mas com muitas oportunidades. Moramos numa casa grande com nossos pais e sempre fomos uma família muito tradicional, mas sincera e unida.
Minha irmã é uma gata linda, de pele branca, cabelo ondulado, 1,65m de altura, peitos grandes, lindos e naturais, uma cintura fina, quadril largo, uma bunda maravilhosa bem empinada e umas pernas lindas, além de uma cara de boneca Barbie divina.
Eu sou um cara atlético, branco, 1,70m de altura, com um corpo bem trabalhado na academia e uma aparência forte e enérgica. Além disso, tenho um pau grande e bom de 20cm, que tem sido minha ferramenta de trabalho — já vou contar pra vocês.
Nossos quartos são grudados, um dentro do outro. O da minha irmã é o que tem mais privacidade, porque tem uma porta interna que dá pro meu quarto, por um corredor que leva ao segundo andar inteiro, ao escritório ou ao banheiro. Meus pais dormem no primeiro andar.
A história começou há 5 anos, quando por acaso conheci o sexo por câmera. Eu tava na frente do meu PC com várias modelos e pagava por sexo virtual. Depois, percebi que dava pra fazer grana com aquilo e comecei a entrar nesse ramo, já que eu tinha as características físicas pra mandar bem e ganhar dinheiro, além de me divertir e sentir tesão. E claro, tinha as ferramentas: um bom computador, de onde escrevo pra vocês, e uma câmera HD excelente.
Com o tempo, nossos quartos acabaram ficando juntos, e foi aí que comecei a ter mais cuidado quando entrava pra fazer meus shows e transmissões em alguns sites de chat erótico conhecidos e populares. E eu pensava: talvez ela não estivesse... Bem, minha irmã estava naquele quarto, porque eu não queria que ela descobrisse minhas aventuras, mas ao mesmo tempo começou a entrar uma curiosidade em mim de conhecer mais minha irmã na intimidade, e foi assim que comecei a espiá-la. Eu ajustei a fechadura da porta dela para deixar um pequeno espaço por onde eu a via assim que ela entrava, se vestia e, mais tarde, a via se masturbando de um jeito tão delicado, mas tão gostoso, que fiquei obcecado em observar a gatinha. E era um material incrível pra depois eu entrar com o pau duro pra caralho na web, transmitir e dar os melhores shows.
Mas muitas vezes ela saía do quarto dela pro banheiro e passava olhando de canto de olho pro canto onde eu tava na frente do PC, dando os shows mais quentes do mundo graças a ela e inspirado por ela, com meu pauzão duríssimo. Mas a verdade é que depois de um tempo eu nem me cobria mais quando ela saía, e não parava se eu tava me masturbando ou só levantava a cueca.
Foi assim que comecei a dormir mais à vontade, de cueca ou sunga, e ela também saía à vontade, de fio dental e top que mostrava tudo, uff, maravilhosa. Quando eu dormia e ela saía, eu fingia que tava dormindo e virava a cabeça com os olhos semiabertos pra ver aquela beleza passando na frente da minha cama.
E com o tempo, comecei a criar uma estratégia de sedução, e era simples: quando ela voltasse do banheiro pro quarto dela, me veria com uma ereção enorme por baixo do meu short, que eu provocava inspirado nela. E percebi que funcionava, porque na hora que ela passava, olhava diretamente, sem vergonha, prestando muita atenção, convencida de que eu tava dormindo fundo. Mas na verdade eu tava com a cabeça debaixo do travesseiro, vendo por um pequeno espaço aquele olhar profundo pro meu corpo e pro meu volume.
Quando ela saía pro banheiro e voltava, eu já não me cobria se tava com o pau duro, mas parava de me masturbar no show. Só que continuava falando em inglês ou espanhol, e às vezes falava mais pesado, com palavras obscenas pra ela ouvir. E numa certa ocasião... Ela, numa reunião, me perguntou se eu me via com minha namorada pelo Skype, já que ela morava em Londres na época e tinha muita conexão com ela. Então eu disse pra minha irmã que sim, que eu me via com ela e que às vezes a gente não aguentava e tentava ficar pelado pra intimidade. Aí ela falou que era normal, porque ela já tinha vivido algo parecido com um namorado que morou no Peru.
Mas aí, com o passar dos dias, eu já tirava a cueca, ficava com uma ereção enorme, me deitava de costas pra minha pica ficar dura igual uma bandeira apontando pro teto, e assim eu via minha irmã, quando voltava pro quarto, parar e ficar alguns segundos parada ali, olhando fixo pra minha pica. Uma vez foi quase 2 minutos, que pra mim pareceram uma eternidade, mas eu vi como ela curtia, passava a mão na barriga, nas pernas, na bunda e nos peitos lindos dela, e mal chegava no quarto dela e se trancava, eu corria pra aquele buraquinho na fechadura pra ver ela se tocando gostoso depois de me ver. Foi aí que eu soube que minha irmã era tão safada quanto eu e que tava com muito tesão, porque ela também tava há um tempão sem namorado.
Com o tempo, essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia ela foi pra festa e, quando voltou, aconteceu algo incrível. É que minha irmã, quando bebe, é uma doida, passa do ponto, e foi assim. Ela voltou, e eu armei de novo a armadilha que nós dois já tínhamos costume de viver. Quando ouvi ela abrindo a porta de casa, minha pica, sem eu nem tocar muito, já tava a mil, superexcitada pelo tesão de saber que minha irmã, ao passar pro quarto dela, ia me ver. Aí, depois de alguns minutos, ela chegou, e eu via debaixo do meu travesseiro que ela mal se segurava em pé. Foi quando aconteceu o inesperado: ela chegou muito perto da minha cama, e eu fiquei com tanto medo de ela perceber que eu tava acordado que, com todo cuidado, me cobri completamente pra ela continuar achando que eu tava dormindo. que estava, e então eu só escutava ela respirando ofegante, tentando se controlar, e como segurava as sandálias dela com uma das mãos, fazendo barulho ao baterem uma na outra, e eu sabia que ela estava ali parada me observando. E foi assim que senti o momento em que ela se sentou na beira da cama, e eu continuava paralisado, mas meu pau continuava ali, cada vez mais duro e quente, e até deve ter chamado a atenção dela que ele se mexia e eu não conseguia controlar, porque queria explodir. E sentia uma sensação estranha de querer gozar só de saber que minha linda e incrível irmãzinha, aquela menininha com quem cresci e vi se transformar numa mulherão, boa e gostosa, estava ali apreciando meu corpo e aquele pauzão.
Mas o melhor foi que ela começou a tocar com muita suavidade meu pau, e eu sentia como ela mexia com os dedos, passando pelas minhas bolas e percorrendo tudo com seus dedos macios. E com o passar dos minutos, ela se atreveu a pegar ele com a mão esquerda — e digo que foi com essa mão por causa da posição sentada que ela tinha, do meu lado direito, com as pernas viradas pra mim. Então, ao pegar, ela deve ter soltado os saltos que segurava com a mão esquerda, ação que senti que fez do jeito mais silencioso possível, mas claro, com a bebedeira que ela tava, fazia mais barulho do que imaginam. Mas foi assim que ela levou a mão esquerda pro meu pau e segurou com muita suavidade, como se pra eu não acordar. Ela mexia pra cima e pra baixo, acariciava, apertava de leve minhas bolas, e uffff, eu me tremia bem de leve, tentando aguentar o máximo que podia. E até se atreveu a tocar meu peito, e talvez pensei que fosse subir pra tocar meu rosto, com a intenção de me levantar e finalmente fazer acontecer o que tinha que acontecer. Mas bom, não foi assim, mas talvez o que veio depois foi ainda melhor.
E foi assim que eu comecei a sentir uma vontade enorme de gozar na mão delicada dela, uma vontade que eu segurava com todas as forças, mas não sabia até quando. E então aconteceu o impensável: ela começou a... Aproximar a língua dela, já comecei a sentir como ela lambia meu pau igual uma novinha chupando um picolé, ou algo assim. O que senti foi que ela tirou as mãos, mas com uma ação meio sorrateira, apoiou as mãos nas laterais do meu corpo pra aproximar bem o rosto e começar a passar a língua no meu pau, que já tava prestes a explodir. E assim ficou por uns minutos até que senti a boca quente dela inteira sugando com suavidade desde a cabeça do meu pau até cada vez mais pra baixo, e eu sentia meu pau pulando dentro da boca dela, deixando ela com mais tesão e sugando cada vez mais forte. Era incrível que ela nunca tirou ele da boca, porque talvez já sentia que se deixasse escapar, ia cair e teria que mudar o apoio das mãos, e essa ação talvez me acordasse — acho que foi isso que ela pensou.
Ficamos assim por um tempo até que eu não aguentei mais e foi aí que gozei com uma força incrível. E acho que ela sentiu meu pau começar a tremer mais porque tirou a boca bem antes do primeiro jato, que tenho certeza que acertou um pouco nos lábios lindos dela, mas depois o resto dos jatos de porra caíram na minha barriga, chegando até meu peito com uma potência absurda e me esquentando tanto que não consegui controlar meu corpo. Aí minha irmã, assustada, pegou os saltos dela e saiu rápido, mas tentando fazer silêncio, e fechou a porta dela bem devagar. Eu só fui começar a me recuperar e perceber o que tinha vivido.
Não podia acreditar no que minha irmã tinha se atrevido a fazer naquele estado, e claro, com tanta tesão acumulada...
Mas não termina aí. Já imaginam o que eu fiz quando ela fechou a porta e eu me recuperei? Pois é, me aproximei com um medo danado, mas depois decidi, da fechadura da porta dela pra ver o que ela fazia depois do que tinha feito. E foi aí que vi um puta espetáculo com a minha irmã: ela não demorou pra ficar só de calcinha e sutiã, e foi tirando o sutiã e passando as mãos naqueles peitos lindos. E tudo isso... Ela fazia isso em frente ao espelho da penteadeira, que ficava quase de frente pra porta, e era a primeira vez que fazia em pé. Talvez tenha sido por causa do que tinha feito, que me deu tanta excitação, e agora sim percebi o quanto minha irmã era gostosa e safada. Porque nas outras vezes eu via ela debaixo das cobertas se tocando e ouvia ela gemer, mas dessa vez ela tava louca: uma mão na buceta linda, depilada e rosadinha, e a outra nos peitos, apertando forte os bicos grandes e rosados. E que gemidos ela soltava, tentando controlar pra não virar gritos, porque achava que eu ainda podia estar dormindo. Foi aí que vi ela gozar: quase se contorcendo em pé, se abaixou e terminou sentada no chão, exausta.
Então é isso, galera. Eu fiquei de pau duro de novo e é óbvio que acabei batendo uma, com o resto de porra no chão debaixo da fechadura da porta dela, tremendo, ainda impressionado com o que a gente tinha vivido, sem que nós dois soubéssemos — ou pelo menos ela — que estávamos nos desejando e que finalmente ia rolar uma oportunidade assim.
Então essa foi minha primeira experiência com minha neném, com minha irmãzinha linda, que eu adoro e agora desejo mais do que nunca. E vivi outras coisas ainda mais quentes, que depois, com calma, vou escrever pra vocês conhecerem, pra dar tanto tesão quanto em mim, pra vocês baterem uma bem gostoso e pra eu poder me libertar dessa deliciosa experiência sexual de incesto com minha irmã.
Um abraço, punheteiros e punheteiras quentes do mundo.
Até a próxima parte...
Escrevam e opinem.
P.S. — Não é a bunda da minha irmã na foto, só coloquei por colocar, mas vocês vão ver ela melhor...
6 comentários - Minha irmã e eu na webcam!!! 1ª parte
Espero por más!
Si alguna vez queres compartir a tu hermnita avisame que vivo cerca de Medellí, saludo y dejo puntos