Minhas Férias de Inverno e Reencontro com a Gaby - Parte 1

Bom, depois dos meus relatos anteriores, me animei a contar mais histórias da minha vida. Tenho que dizer que agradeço todos os comentários e me excita muito saber que minhas histórias te deixam com tesão!!

Eram minhas férias de inverno, sou professora, então tinha 15 dias só pra mim. Aproveitando que meu namorado precisava visitar uns clientes em Zárate e depois em Bahía Blanca, pedi pra ele me deixar em Buenos Aires. Lá tenho minha prima, que está estudando Direito. Então na segunda, meu primeiro dia de férias, saímos rumo a Buenos Aires. Chegamos à noite, depois que ele visitou os clientes. Encontramos a Laura, minha prima. Ela tem 24 anos e sempre fomos muito unidas. A verdade é que ela é uma gostosa. Jantamos com meu namorado, fomos pra um hotel e no dia seguinte fui pra casa da minha prima ficar uns 10 dias. Meu namorado seguiu viagem pra Bahía Blanca e Patagônia.

Segunda
Pus a conversa em dia com a Laura. Contei que meu namorado sabia que eu era totalmente infiel, mas que isso tinha servido de desculpa pra eu me liberar e experimentar coisas com outros caras. Contei sobre o ménage com a Gaby e o Ale. Ela disse que eu tava muito solta, me chamou de meio piranha, mas fazer o quê, ela é mais nova e mente meio fechada. Mesmo assim, não gerou problema entre a gente (já contei isso num relato anterior).

Falamos da vida dela também. Ela veio pra cá há 5 anos, teve um namorado assim que chegou, mas tinha terminado recentemente. No sábado, ela ia comemorar os 25 anos.

Depois de colocar o papo em dia, almoçamos e ela foi pra faculdade. Eu aproveitei e mandei uma mensagem pra Gaby: "Oi, gostosa, sou a Moni, a gente se conheceu em Merlo no verão. Tô em Buenos Aires, vamos nos ver?" Depois que nos vimos, não tínhamos trocado mensagens nem nada. Resposta quase na hora: "Moniiiiii, claro que sei quem você é, que bom que você tá aqui. Tô super ocupado, vou prestar uma final na quinta. Se quiser, a gente se vê na quinta." Eu respondi: "Até quinta... é muito tempo." E ela mandou: "Bebê, você precisa de muita... Dedicação e tempo, a gente fala na quinta.
Bom, eu tinha que esperar pra ver o que ia rolar. Conto pra vocês que eu tava afim pra caralho da Gaby, e as punhetas que eu bati pensando nele e lembrando do menage com o irmão dele ganhavam de lavada dos gozos com meu namorado.
Aí o balão murchou, eu imaginando que à tarde ou à noite ia ter um reencontro fogoso.
Aproveitei o dia, fui fazer compras, uns livros, vidrinhos de óleos e, claro, roupas. Vi uma loja na rua Lavalle de lingerie erótica, me empolguei e comprei uma fantasia de enfermeira. Era meio meia-boca, mas divertida pra dar uma surpresa, além da tanga, que ia valorizar minha bunda pequena, que é o que tenho de melhor junto com meu rosto.
Vou buscar a Lau na Faculdade de Direito umas 7, mando uma mensagem que tô na porta e ela fala "espera aí que já tô saindo" e meia hora. Fico lá nas escadarias, fumo um cigarro e um cara se aproxima, cara de menino e bem alto.
FEDE - Oi, tem fogo?
EU - Ah, sim, espera que tenho o isqueiro na bolsa.
FEDE - De onde você é, pelo sotaque?
EU - Merlo, San Luis.
FEDE - Ah, legal.
EU - Conhece?
FEDE - Não, mas ouvi dizer que é bem bonito.
FEDE - Quantas matérias você tá cursando?
EU - Não, não estudo aqui, tô esperando minha prima, tô de férias.
(Ele tava visivelmente nervoso, quando falava.)
EU - Você é daqui?
FEDE - Sim, do bairro Norte.
EU - Ah, minha prima mora lá.
EU - E o que você faz da vida, além de estudar?
FEDE - Não, só estudo.
EU - Ah, eu tô de férias, sou professora.
(Vendo que o cara não ia tomar iniciativa nem nada, joguei a isca, total até quinta não tinha nada e ele não era nada feio.)
EU - Te pergunto porque preciso de um guia pra cidade. Minha prima trabalha num call center e tem que estudar, então não pode me mostrar muito a cidade (cidade que eu já conhecia de ter vindo algumas vezes antes).
FEDE - Sim, sim, se quiser te levo pra ver o cemitério da Recoleta que é aqui pertinho, vamos?
EU - Não, agora não, amanhã, tô esperando minha prima
FEDE - Beleza, passo meu número?
Eu - Manda
Minha prima chega
Apresento eles, conversam sobre a faculdade, essas coisas
FEDE - Beleza, vou nessa que tenho aula
Eu - Te ligo amanhã
FEDE - Fechou, te vejo amanhã
Ele vai embora
Laura - Você não perde tempo, hein? Que mina você é?
(Ela não saca o que tá perdendo, além disso minha prima é mó gostosa, tem um corpo perfeito, uma boca super sensual, mas meio burrinha, não percebe que tem um puta potencial)
Sem mais novidades, na segunda a gente ficou vendo uns filmes românticos com a Lau
Terça
Acordo, a Lau já tinha ido embora, deixou um bilhete: "Miga, faz o que quiser, só se cuida e por favor não traz ele pra casa. Beijos"
Tomei um banho bem caprichado, mandei um MSN pro FEDE e marquei pra 11:30 na esquina da Pueyrredón com Las Heras
A gente se encontrou, caminhamos pela região, visitamos o cemitério. Dava pra ver que o FEDE tinha estudado no Wikipedia, sabia um monte de coisa, a visita ao cemitério foi bem divertida. Andamos pela rua Alvear, comemos alguma coisa no centro, conversando sobre tudo
Eu - Beleza, tudo muito gostoso, a visita foi bem legal, agora pra onde a gente vai?
FEDE - Vamos pra Plaza de Mayo
(Tava cansada de andar e queria outra coisa, mas em três horas ele nem tinha tentado me beijar, dava pra ver que os 22 anos dele faziam ele ser meio devagar)
Levanto, por cima da mesa, pego ele pela camiseta e dou um beijão
Pagamos a conta e começamos a nos pegar igual loucos lá fora. Verdade seja dita, ele beijava muito bem, pra mim isso é essencial. Beijo ruim é sinal de sexo ruim, e ao contrário, beijo bom, sexo bom
Ficamos um tempão assim, e eu falo: "Vamos pra sua casa"
FEDE - Moro com meus pais, e agora tão aqui meus irmãos mais novos e minha mãe
Eu - Então...
(Tava me arrependendo de ter ficado com um cara que eu tinha que fazer tudo, e minha prima tinha sido bem clara sobre a casa dela)
FEDE - Vamos pra sua casa
Eu - Não dá
(Tava começando a ficar puta)
FEDE - Ehhh...
Eu - Beleza, acho que vou embora, tô cansada de ficar na rua e tô com frio FEDE—Para, para, tem um hotel aqui perto, não sei se você topa, não pensa que eu…
(Filho da rigidez, finalmente acendeu a lâmpada)
Eu — (cortando ele) sim, bobo, quero foder com você!
Em 5 minutos a gente já tava entrando num hotel perto do Shopping Pacífico.
Entramos e começamos de novo a pegar fogo. Começo a tirar o suéter, a camiseta, olho nos olhos dele.
Eu — sou sua, vai, tira minha roupa.
Ele me despiu com bastante atrapalho. Quando fiquei só de calcinha e sutiã, ele tirou o sutiã e começou a chupar meus peitos.
Ele lambe muito bem, endurecendo meus bicos. Tinha uma língua muito linda, usava ela muito bem. Eu adoro que chupem meus peitos. Desabotoo a calça dele, cai, e meto a mão.
Meu Deus, o que era aquilo? Não pode ser, tava tocando uma cock enorme, grossa, muito grossa e comprida. Não minto, mas acho que tinha uns 24cm, mas principalmente grossa.
Eu — que cock, meu amor!
Me joguei na cama de pernas abertas.
Eu — vai, coração, chupa minha pussy.
Ele tirou minha calcinha e meteu a boca, chupando (não foi a melhor chupada, dava pra ver a inexperiência, mas não foi ruim).
Eu — isso, continua assim, isso, mete um dedo na minha tiny ass, FEDE, vai, me faz gozar, isso amor, isso, vou gozar.
Tenho uma grande habilidade de gozar quando chupam minha pussy.
Descanso um minutinho e falo: Beni, aproxima essa cock da minha boca. Do jeito que deu, meti na boca, com minha língua brincando no períneo, endureci ela como pedra. Chupei e com a mãozinha brinquei um pouco com os ovos dele. Chupei como nunca devem ter chupado, ele tava de olho branco (no fundo eu pensava: faço ele gozar ou meto agora? Porque em 2 minutos ele fica duro de novo e dura mais que se eu fizer gozar agora). Então continuei chupando aquela cock do jeito que dava, metia o máximo que podia, tocando os ovos, sem parar de mexer a língua. Quando vi que ele ia gozar, tirei da boca, olhando nos olhos dele.
Eu — você vai me dar tudo. porra, na boquinha, amor
FEDE - sim, sim
Eu lambo o freio e quase sem tocar, de repente ele começa a gemer bem forte, vejo sair uma gotinha branca, enfio a cabeça na boca e ele jorra tanta, mas tanta porra que quase me engasgo, engulo o que consigo, o resto escorre pelo canto da boca, olho pra ele
Eu - que delícia, amor
E lambo toda a porra que tinha escapado
FEDE - aii, que linda que você é, moni
Deixo ele descansar, ele me conta que eu sou a segunda mulher dele, ele tinha tido uma namorada por 1 ano e antes tinha estado no seminário.
Eu - rindo, tô comendo um quase padre
FEDE - bom, ainda tenho minhas contradições, linda, sou muito crente
Mas acho que sendo namorados e com amor de verdade, dá pra relevar
Eu - namorados?
FEDE - sim, podemos
Eu - não fala mais, que eu quero sentir essa rola
(Coitado, assustei ele pra caralho)
Começo a tocar e bater uma pra ele, e rapidinho ficou dura, subo em cima e bem devagar vou enfiando, era enorme, bem aos poucos vou acelerando o ritmo, era grande demais, em 5 minutos eu tava gritando igual uma possessa, era incrível o que eu sentia, aiiii que rola, amor, sim, mexe também, siiiim, siiiim
Siiim, gozo, gozoooo, aiiii
Incrível, que orgasmo gostoso que essa rola me deu, fico um tempinho com a rola dele dentro e me viro de quatro, mostrando toda a minha bunda pequenininha (óbvio que não ia meter esse pedaço na minha bunda pequena, é demais)
Ele fica atrás de mim e mete, eu tava obviamente toda molhada, mas sentia ela muito mais fundo e grande, ele começa a se mexer devagar
Eu - vai, FEDE, me arrebenta, vai
Ele começa a se mexer mais rápido e eu com a mão me masturbo
Eu - aiiii, sim, sim, assim, FEDE, sim, meu deeeeus, não aguento mais
FEDE - vou gozar
Ele fica louco com meus gritos
Eu - me enche, amor, me enche
Entre meu orgasmo e o dele foi uma loucura, senti ele encher toda a minha buceta molhada entre minha gozada e a porra dele
Vou pro banheiro, limpo bem a buceta, me jogo do lado dele, a gente conversa um tempão
FEDE - você se divertiu?
Eu - nunca Pergunta isso, por acaso não deu pra perceber?
Fede.sim
FEDE- quer vir amanhã na minha casa e te apresento minha família
(Não podia acreditar, que viagem o cara tava tendo)
Eu- FEDE foi sexo, a gente se divertiu, você é muito doce, mas tenho namorado e moro em Merlo
FEDE- bom, larga ele, porque se você tá comigo não ama ele, ficou com muitos outros?
(Zangado)
Era óbvio que eu tava lidando com o mais inocente da capital.
Com delicadeza falei
Eu- coração, você tem 22 anos, eu 27 e moro em Merlo, aproveita pra se divertir, você é muito novo e tem uma buceta linda, capaz de dar muito prazer!
FEDE- me desculpa pela raiva.
O telefone toca, tinha acabado o turno (ahh, tive que pagar o hotel eu mesma…)
Vou pra casa, a Laura me olha com cara de reprovação, mas me fala e aí, me conta tudo?
Tenho que dizer que a Laura tinha ficado impressionada com o tamanho daquela rola e tinha gostado muito do cara.
Quarta-feira
Tranquilo e descanso… Pedicure e corte de cabelo.
Quinta-feira
Finalmente era quinta, reencontrar a Gaby… tava até quase nervosa, claramente eu amava a Gaby, a atitude dela, o corpo, a cabeça!
Ao meio-dia chega uma mensagem, não era a Gaby, era o FEDE
Moni, te amo muito
Ufff… respondo FEDE obrigada, eu não!
Às 3 outra mensagem
Ah, sim, era a Gaby meu amor, passo aí às 9, veste um vestido ou saia sem calcinha!
Às nove em ponto tava pronta com uma saia muito linda que batia no joelho, sem nada por baixo, a campainha toca, desço com toda minha alegria de vê-lo
Laura- sorte, priminha!!!!
Com cara de reprovação, de novo (já tava me irritando essa cara).
Lá estava ele com uma rosa, super bem vestido, abro, nos abraçamos e começamos a trocar uma conexão incrível
Vamos pro carro dele
Gaby- oi, bebê
Eu- oi, amor
Gaby- vou te levar num lugar em Puerto Madero, curte sushi?
Eu- sim, sim
No carro, enquanto contava dos meus dias em Buenos Aires (não do FEDE), ele levanta minha saia e coloca a mão na minha perna (aquela mão, tantas Lembranças, aquela noite de loucura... Ela acaricia suavemente a parte interna da minha coxa, cada vez mais perto da minha bucetinha.
Gaby - Me conta como tá tudo em Merlo.
Eu - Ahh, tá...
O telefone toca, era meu namorado (tinha esquecido de mandar uma mensagem inventando alguma desculpa).
Gaby - Atende (sorrindo).
Eu - Oi, amor.
Gaby sobe e começa a enfiar um dedinho na minha ppk molhadinha.
Eu - Tô com a Lau, num táxi, indo pra casa de uma amiga dela.
Eu - Sim, sim.
Gaby começa a me masturbar, a situação tava me enlouquecendo. Ela estaciona numa rua mais tranquila.
Meu namorado tava me contando do dia dele e de Bahía Blanca, e não sei mais o quê.
Eu só falava "sim, sim, claro, mhuuu".
Gaby levanta minha saia toda e, do jeito que dá, mete a cabeça e começa a enfiar a língua direto no meu clitóris, que já tava durinho de tanta excitação.
Era muito difícil falar com meu namorado sem gemer.
Ele falou "então, se comporta, amor", eu "sim, sim, sim". Num momento que eu não aguentava mais, tava gozando, desliguei do nada.
Ahhh, filha da puta, assim, amor, ahhh, filha da puta, issooo!
O telefone toca de novo.
Eu - É, caiu, gordo.
Gaby - Manda um salve pro cuck (sussurrando).
Eu - A Lau manda um abraço. É, um beijo, amor, até amanhã.
Desligamos.
Eu - Você é um filho da puta, Gaby.
Ele sorrindo.
Gaby - Eu te adoro, sua putinha.

Fomos num lugar chamado Sushi Club, em Puerto Madero, tudo muito lindo. Comemos com champanhe, fomos pra parte de trás, mais afastada. Por sorte não tinha muita gente. Conversamos sobre tudo um pouco e recebo uma mensagem do FEDE: "Me perdoa, não quero ser chato, mas você me enlouqueceu. Não consigo parar de pensar em você. Te amo."
Era tudo muito intenso. Gaby viu minha expressão, então me abri e contei tudo. Ela ria.
Gaby - Aii, Moni, você é imbatível, quebrou a cabeça dele.
As mesas desse lugar têm toalhas muito compridas. Aproveitando que estávamos encostadas na parede e ninguém via, comecei a passar a mão no volume dela.
Eu - Vingança!!! Kkkk
Fiquei apalpando ele por cima da calça, que era de tecido. enquanto me vestia, não parava de esfregar com a outra mão, comia e enchia os rolinhos do jeito mais safado que podia
Quando já tava bem durinho, tirei do jeans e comecei a bater uma lentamente, mas apertando bem forte.
enfiei a mão e fiquei mais ainda bolinando as bolas dele, o garçom se aproxima, tira os pratos, eu deixo a mãozinha paradinha, ele traz outra bandeja de sushi e mais um champanhe, tudo acontece com a minha mão no pau dele, o garçom vai embora.
Gaby – você me supera
Continuo masturbando ele
Gaby – para Moni, vou sujar a toalha toda e não dá!
Eu olho pros lados, abaixo a cabeça e enfio rapidamente aquele pau quente na boca, duas lambidas e movimentos com a mão e já tava jorrando um rio de porra morna, hummm que gostoso que tava, me levanto
Abro a boquinha e mostro a porra na minha boca, engulo tudo e dou um sorriso
Gaby – meu deus, tinha esquecido o quão puta você é, love!!!!

………………………………………………………
Depois continuo, galera, com a segunda parte de como essa noite termina e o dia seguinte, e a festa da minha prima onde conseguimos descontrolar a priminha e me livrar do chato do FEDE

2 comentários - Minhas Férias de Inverno e Reencontro com a Gaby - Parte 1

Hmmm Ricura me dejaste la pija al palo!!!, bueno, maestra no sos, por lo menos de escuela!!!, de lo otro no me caben dudas!!!!!