Minha irmã e eu somos grandes jogadores de futebol, competitivos e disciplinados. Uma aposta que começou como brincadeira acabou numa sessão de sexo e no início de um relacionamento incestuoso.
Olá, antes de tudo, vou me apresentar.
Meu nome é Ivan, tenho 19 anos e entrei na universidade há um ano.
Minha mãe Lúcia tem 44 anos, meu pai Sérgio 43 e minha irmã 17 anos.
Minha irmã e eu participamos dos eventos esportivos escolares, onde nós dois nos destacávamos bastante.
Eu me viro bem no futebol e no basquete, que é o que mais gosto.
Minha irmã joga os dois, além de vôlei e atletismo.
O futebol é nossa paixão.
Eu sou goleiro e atacante, embora possa jogar em qualquer posição, a meta é o que eu amo.
Voar é algo incrível e defender as bolas é uma arte.
Minha irmã joga no ataque ou como meia-armadora.
Também vai pro gol, mas o forte dela é correr e marcar.
Nós dois cabeceamos bem, chutamos com a perna direita, mas com a canhota ela faz golaços e eu não tenho muita habilidade.
Ela ganha de mim na corrida, mas no drible e em enganar o adversário eu levo vantagem.
Vale mencionar que eu tenho 1,77m e ela 1,71m, boas alturas.
A rivalidade crescia a cada ano.
Nós dois lutávamos pra ser os artilheiros, ambos ganhávamos nos nossos torneios, mas eu ganhava por 4 ou 5 gols.
Na última temporada, eu substituí o goleiro porque ele foi expulso depois de deixar as travas no adversário.
Eu me sacrifiquei e falei pro técnico que, se tomassem gol, eu pararia de jogar.
Felizmente, consegui desviar a bola e manter o empate.
Alguns jogos foram complicados e perdi 3 como titular, porque preferi assumir a responsabilidade nos jogos difíceis e tirar a chance do reserva jogar.
Depois, num jogo, saí machucado e com esse atraso, minha irmã me venceu pela primeira vez por 4 gols, depois de fazer 3 hat tricks na temporada, enquanto eu só fiz um.
Ficando em terceiro lugar de Goleada, minha irmã ficava tirando sarro da minha quantidade de gols por ser a primeira vez que eu perdia pra ela.
Dessa vez tive que pagar a aposta, mas ela continuou enchendo o saco, talvez se vingando de como eu zoava ela.
Nessas brincadeiras, comecei a reparar mais no corpo dela e percebi o pedaço de mulher que morava na minha casa.
Sinceramente, eu me sentia atraído por ela e tentei esquecer isso.
Nas férias, ela andava com pouca roupa pra entrar na água.
Usava saias curtas, jeans, shorts ou camisetas curtas.
Também na hora de malhar, tentava olhar pra ela sem que percebesse, fingindo estar concentrado.
Desde pequena ela era meio doida, mas quando tinha uns 14 ou 15, eu via que ela tinha comportamentos um pouco mais sexuais que eu, mas focava mais no esporte.
Um dia, procurei minha bola e percebi que não estava lá, e ela tinha pegado pra chutar.
Quando saí pro campo, encontrei ela com a bola.
— Me desculpa, maninho, minha bola furou e eu tava desesperada pra jogar.
— Vou usar ela, tenho que treinar.
— Então treinamos os dois, né? Eu chuto pra você defender.
— Desculpa, mas você não tá no meu nível, garota. Preciso de alguém mais casca grossa.
— Desculpa ou você tá com medo, maninho?
— Medo eu? Por favor, te ganhava sem nem me esforçar, maninha.
— Então bora jogar pra ver quem é melhor.
(Não falei com intenção de irritar ela por ter pego minha bola, só queria zoar um pouco, mas com a aposta fiquei feliz, porque nunca tínhamos treinado juntos).
— Ok, e qual vai ser o castigo?
— Mmmmm, não sei. Tem que propor algo vergonhoso, mas o quê?
— Sei lá, tem vários castigos pesados, tipo os de festa ou entre adultos.
Qual vai ser bom?
— Ei, outro dia, no bairro, vi um time e toda vez que tomavam gol, um jogador tirava a camisa.
— Mas a diversão acabava rápido, você teria que ter umas 10 camisas.
— Por isso proponho que a cada gol que sair, a gente tira uma peça de roupa.
Se, por exemplo, sai um gol, em vez de tirar as duas meias ou... Os tênis você tira um de cada vez.
Começamos pelos tênis, depois meias, camiseta, calça, aí eu tiro o sutiã e por último a calcinha, tá.
– O que você quer é me ver pelado, né.
– Hahaha claro, e vou conseguir, assim aproveito pra ver o que falam de você.
– E dá pra saber o que falam de mim?
– As minas dizem que você tá no top 5 dos jogadores mais gostosos, mas também falam que seu amigo é um dos mais desejados.
– E dá pra saber nos dois tops, em que posição eu tô?
– Bom, no de atraente você é o 4 e no outro, o número 2.
– Uau, as minas tão demais mesmo.
– Ah, os homens não têm uma lista assim também?
– Não, é mais questão de cada um, mas tenho certeza que você também tá nos primeiros lugares.
– Em qual você me colocaria?
– Sei lá, talvez no 5 de 10.
– Bom, vamos ver se você muda de ideia, agora vamos jogar.
Minha irmã tava de sutiã e fio dental, short, uma blusa e um par de meias com tênis.
Eu tava de cueca, short, camiseta e também minhas respectivas meias com tênis.
A gente tinha um problema com as peças, porque minha irmã tava com uma a mais e isso desequilibrava as coisas.
Então sugeri pegar uma jaqueta pra nivelar tudo.
– Quem vai chutar primeiro?
– Sei lá, vamos jogar pedra, papel ou tesoura, melhor de três.
Aceitei e começamos. Na primeira rodada eu ganhei, porque peguei pedra e ela tesoura. Na segunda rodada ela empatou comigo, colocando papel e eu pedra. Na terceira ela também levou, escolhendo tesoura e eu papel. Na quarta eu respirei aliviado, porque com papel ganhei da pedra dela. E na última, por sorte, ganhei dela colocando pedra de novo e ela tesoura.
Minha irmã foi pro gol e ficou bem séria.
Eu ajeitei a bola e, ao recuar, pensei que se ganhasse ia ver ela pelada finalmente e que era possivelmente a única chance que teria de conseguir.
Corri e chutei muito forte, deixando minha irmã na tentativa, mas longe da bola que chegou quase no ângulo. em direção ao poste superior do meu lado direito.
Eu fiz um movimento com o braço de alegria.
Minha irmã, meio irritada, não teve escolha e tirou o tênis do lado esquerdo.
Minha irmã colocou a bola e eu, com a experiência no gol, fazia sinais para ela chutar do meu lado esquerdo, assim desafiando ela.
Ela correu em direção à bola e eu tentei me adiantar bem pouco, fingindo que ia ser vencido rápido, mas mudei minha trajetória me jogando para o lado que apontei e, na meia altura, consegui dar um tapa na bola, que não foi tão colada no poste.
Minha irmã, com uma cara de irritação, voltou para o gol, onde eu já me preparava para meu segundo chute.
Com a direita, novamente fiz meu chute no ângulo superior, mas do lado contrário, que acabou sendo meu segundo gol.
O tênis direito dela saiu do pé e ela foi para o ponto penal tentar me vencer.
O olhar concentrado dela me dizia para ficar atento ao que ela fosse fazer.
Ela correu em direção à bola e, com a canhota, me desafiou pelo lado esquerdo, e eu quase encostei na bola.
Meu tênis direito foi o que escolhi para tirar.
Me aproximei do ponto penal e também quis responder ao desafio dela de marcar com a canhota.
Confiante, chutei para a esquerda, onde a tentativa dela de parar foi inútil, pois ela se jogou para o meio do outro lado.
A meia direita dela já estava sendo tirada do pé.
Voltei para o gol motivado, só pensava em ganhar dela por muito e fazer com que ela ficasse com vontade de me ver.
Ela repetiu com a direita o chute, mandando para minha esquerda.
Eu estiquei a perna e, como não foi muito no centro, consegui desviar com o peito do pé e passou raspando a linha do gol.
Me salvei e agora era minha vez de me adiantar bastante.
Com a direita, repeti do lado direito com força meu chute, mas no meio do poste e não entrou.
Por ser confiante demais, não consegui uma vantagem melhor, mas o desafio ficou mais interessante, dando à minha irmã a chance de se recuperar.
Minha irmã respirou fundo e Corri pra bola e mandei um direto rasteiro e colocado na minha direita, dando outro gol na minha irmã.
Meu tênis esquerdo tinha que ser eliminado.
Era hora de não errar mais, pra que mais rápido, eu pudesse ver ela sem nada.
Olhei pro gol tentando despistar minha irmã com a maneira de me posicionar na área de pênalti.
Corri reto, tomei embalo e apliquei o mesmo chute, mas na minha direita, deixando ela também sem chance de defender.
A outra meia dela já estava fora e o jogo ia começar a subir de nível.
Minha irmã fixou a atenção na bola, foi devagar até ela e chutou, colocando muito angulada na minha direita.
O disparo foi rasteiro e eu não pude fazer nada pra parar.
Ela tinha repetido a jogada e eu sentia que faria o mesmo nos próximos chutes.
Minha meia direita foi a sacrificada. Levantei, levei as mãos ao rosto e fui pra minha posição pra tentar meter outro gol.
Tomei embalo e soltei meu chute no meio, quase raspando a trave superior.
A camisa dela foi a próxima a cair.
Meus olhos fixaram o olhar nos peitos dela, que só estavam cobertos pelo sutiã, que parecia que ia estourar.
Meu pau começava a ganhar uma ereção, mas eu tentava tirar esses pensamentos e continuar concentrado pra conseguir o que queria.
Lá estava ela, na área, pronta pra chutar.
Foi até a bola com velocidade e a poucos passos parou, deu uns passos lentos e chutou na meia altura, pra esquerda.
Meu voo foi espetacular e o chute dela, potente.
Não consegui chegar na bola de novo.
Segurei meu pé pra ficar descalço.
Voltei pra minha posição de chute e mandei sem dar muito tempo pra ela se ajeitar.
Um disparo frenético foi pro lado direito dela e sem muito ângulo, entrou dobrando a mão dela.
Eu comemorei e rápido me virei pra ver como ela tirava a calça jeans.
Ela abaixou devagar e a calça caiu no chão, ela só tirou os pés e ajeitou.
A calcinha fio-dental dela tava me excitando mais, mas eu tinha que continuar, porque ainda faltava. que tirasse mais duas peças de roupa.
Ela se aproximou da bola e chutou para minha direita, mas estudando o movimento dela me antecipei e peguei o chute.
Fiz um gesto de sorte e voltei motivado pra área.
Minha irmã começou a se mexer no gol.
Me posicionei do meu lado esquerdo e, ao chegar na bola, girei o quadril mandando o chute pro mesmo lado, provocando uma reação tardia.
Ela demorou uns segundos pra se levantar e, no fim, chegou na minha frente e tirou o sutiã, o que fez minha ereção voltar com tudo.
— É, aproveita, seu cuzão — ela respondeu num tom sereno.
Minha irmã correu e soltou um chute que eu segurei de novo na minha esquerda.
O jogo já tava chegando ao fim; se meu próximo chute entrasse, eu praticamente teria minha irmã pelada.
Meio distraído com o corpaço dela, mandei a bola no travessão, me dando mais uma rodada pra esperar vê-la sem nada.
Minha irmã podia tentar diminuir a vantagem e ter chance de me ver sem nada também.
Ela se preparou e o pé esquerdo dela me fez voar pra direita, sem sucesso.
Minha blusa foi embora e eu ainda tinha peças.
Voltei pro pênalti, respirei fundo, me aproximei com velocidade e, com a direita, chutei pro lado esquerdo dela; a tentativa de desviar foi boa, mas a força impediu que ela chegasse a tempo, e com apenas três dedos ela roçou levemente a bola.
Minha irmã veio e falou:
— Não vale, não é justo.
— Desculpa, irmãzinha, te falei que sou melhor que você. Aposta é aposta e você tem que cumprir. Quem mandou ficar apostando?
— Sim, mas...
— Mas nada, é sua vez de tirar uma peça.
— Tá bom, mas depois a gente continua com outros castigos. Você não vai escapar de me ver pelado.
— Parece que você não vai desistir de conhecer meu amigão.
— Claro que não, quero ver com meus próprios olhos se os rumores são verdadeiros.
Te proponho uma coisa:
Se você fizer mais um gol, eu te dou um beijo na boca de selinho; se fizer outro, vai ser um de 10 segundos; depois... um de 20 com amasso e no outro você vai ter 30 segundos pra me tocar onde quiser.
- Pra mim tá perfeito, é meter gol e pronto.
Minha irmã tirou a calcinha fio dental devagar, fazendo meu pau não aguentar mais.
A buceta dela tava 100% sem pelo.
- Calma, irmãozinho, parece que esses boatos são verdade mesmo.
Minha irmã voltou a chutar na esperança de me deixar pelado.
Colocou a bola e recuou pra tomar impulso.
Descalça, dificultava um pouco os chutes dela, e eu confiava que podia conseguir mais do que ela tinha proposto.
Fiquei de olho nos movimentos dela, focado na bola e não no corpo nu.
Ela veio com velocidade e chutou.
O chute dela saiu alto e eu só me joguei pra pular.
Por sorte, a bola passou raspando por cima do meu canto superior esquerdo.
Minha irmã se lamentava mais uma vez pelo erro.
Levantei e peguei a bola.
Deixei ela lá e continuei andando pra ela não ver minha cara de felicidade.
Virei e fiquei parado pra respirar e pegar impulso.
Antes de chegar na bola, parei pra tentar desconcentrar ela e dei um passo longo, enganando ela com um chute rasteiro pro lado direito.
Minha irmã se levantou com um pouco de grama perto do seio esquerdo, tirou e veio na minha direção.
- Bom, então você fica aí paradinho.
Obedeci e ela se aproximou e me deu um selinho com muita delicadeza.
Não percebi ela irritada, até achava que tava deixando a ideia de perder de um jeito mais gostoso pra ela.
Ela foi pra área de chute e eu balancei o pescoço de um lado pro outro, depois me posicionei.
Ligou uma luz na minha cabeça e eu me mexi de um lado pro outro na linha pra desconcentrar ela ainda mais do que já tava.
Ela se aproximava devagar do gol, hesitando e parando os passos.
O chute dela saiu rasteiro, mas minha técnica tinha funcionado e eu me joguei com as duas mãos pra segurar a bola, que veio meio forte.
Era minha vez de novo, peguei a bola e corri reto, e pro meu lado direito meti um chute potente que deixou ela imóvel, como se quisesse tentar se jogar, mas sem conseguir se atirar.
—Bom, você ganhou de novo, vem pra cá.
Meu segundo prêmio estava por vir.
Ela segurou meu rosto e se aproximou pra gente se beijar por 10 segundos, exatamente como ela tinha determinado.
Aqueles 10 segundos foram incríveis, e o que faltava seria muito melhor.
Ela voltou pra posição dela e eu continuei com meus movimentos no gol.
Veio o chute, mas dessa vez eu me posicionei muito bem.
Eu me joguei pra direita quando não apoiei direito o pé e, na meia altura, a bola entrou.
Ainda me restavam duas peças de roupa, e eu queria que as opções dela acabassem.
Minha camisa foi embora e eu deixei ela do lado do gol, enxugando um pouco de suor com ela.
De novo eu estava na área de chute, disposto a ir com tudo.
Eu me posicionei do lado esquerdo pra enganar ela e, na hora da batida, mandar a bola pra direita dela.
O chute saiu muito forte e rasteiro, batendo na trave e entrando.
Minha irmã não conseguiu fazer nada com aquele chute.
Por dentro, minha emoção era grande, porque a próxima recompensa era melhor do que eu podia imaginar que um dia conseguiria.
Eu sabia que no final a gente ia ficar os dois pelados, mas queria ser eu quem ganhasse limpo, com esforço, e que tudo rolasse natural.
Cada vez que eu me aproximava pra chutar ou ir pro gol, era como se fosse a última jogada, e eu tentava dar tudo, não importando se a vantagem era pouca ou muita.
Ela se aproximou e a gente se beijou por 20 segundos, e eu fiquei ainda mais excitado.
Só faltava o toque livre, e daí minha irmã teria que inventar outra coisa.
Ela se aproximou e chutou forte, mas passou um pouco desviada.
Eu, com os nervos à flor da pele, fiz um chute que foi pra cima, mantendo tudo igual.
Ela se aproximou de novo e foi reto na bola, cruzando pra minha esquerda e marcando, me deixando só de cueca.
Tentei me acalmar pra que meu volume não me incomodasse e ela não visse.
Mandei um chute na direita dela, com boa altura, e assim me ganhei a chance de tocá-la.
Me aproximei e, com cuidado, coloquei minhas mãos nos ombros dela, deslizando até os peitos, que apertei.
Toquei sua barriga e terminei nas nádegas, apertando-as.
A excitação dela era visível e, na hora do gozo, nos olhamos fixamente.
Meu pau estava prestes a explodir com aquela apalpação, e nos beijamos loucamente.
Meu pau podia sentir a buceta depilada dela, e ela se encostava cada vez mais para provocar um orgasmo.
Comecei a percorrer os peitos dela, mas algo me parou.
— Vamos pra dentro
— Sim
Mesmo a casa sendo grande, lá longe, uns dois prédios do segundo, terceiro e quarto andar podiam ver nosso jogo.
Chegamos no meu quarto e nos deitamos na cama, continuando com os beijos.
Meu pau roçava a buceta dela, e eu tentava mirar na racha.
Ela subiu em cima e se mexia para se esfregar nele.
Minha ferramenta exigia ser libertada para sentir a caverna quente e molhada dela.
Eu apoiava o balanço dela segurando a bunda dela.
Ela se separou de mim, pegou minha cueca e baixou só um pouco, libertando meu pau que a esperava — 13,4 cm estavam disponíveis pra ela — e começou a chupá-lo com muita classe.
Meu gozo saiu em grande quantidade, enchendo a boca dela.
Ela tirou meu pau, derramando um pouco enquanto engolia o resto, e com a língua pegava o que ainda saía.
Nos demos outro beijo, e eu a fiz deitar de barriga pra cima, enfiando dois dedos na buceta dela.
Depois, com a ponta da língua, passei por toda ela e comecei a chupar em várias partes.
Comecei a comer a buceta dela enquanto ela gemia e se contorcia.
Ela colocou as mãos na minha nuca para me esfregar mais nela.
Cada chupada era um gemido certeiro de prazer.
Percorri tudo, deixando minha saliva por toda a buceta dela.
Subi para nos beijar enquanto meu membro tocava a entrada dela.
Fui me aproximando para que entrasse só um pouco da minha cabeça, simulando a primeira penetração.
Depois, peguei uma camisinha e ia colocá-la para penetrá-la quando ela... mano me fez um sinal negativo.
- Não, não coloca
- Mas você é louca?
- Não, vou tomar pílula, quero sentir você me enchendo de porra
Aos poucos foi entrando tudo e comecei com movimentos lentos enquanto a boceta dela se moldava ao meu pau.
Ela só reclamava um pouco e depois eram só gemidos de prazer.
- Agora, faz rápido
O vai e vem ficou mais intenso, eu fazendo todo o trabalho.
Os gemidos de prazer dela ficaram mais altos e as conversas que tínhamos ficaram mais quentes, esquecendo que éramos irmãos.
- Mais forte, caralho, aí sim, me destrói
- Que gostosa você tá, irmãzinha, vou te encher bem
- Aí sim, aperta elas
Tirei minha ferramenta e me joguei pra falar algo
- Fica de quatro, quero desvirginar esse seu cu
- Tô com medo, mas sim, vou te dar esse privilégio
Ela se inclinou mostrando o cu.
Salivei dois dedos e comecei a introduzir naquela boceta apertada.
Ela gemia como uma louca cada vez que meus dedos deslizavam nela.
- Agora mete tudo
Tirei os dedos e preparei minha ferramenta.
Abri a bundinha dela e fui enfiando.
Na metade, ela reclamou de dor e eu parei um pouco.
Ela me deu o sinal pra continuar até enfiar tudo.
Segurei os quadris dela e fui bombando devagar pra ela se acostumar com meu pau.
Tava tão excitado que sentia o coração saindo pela boca.
- Mais rápido, irmãozinho, aí sim, me dá mais
- Vou gozar
- Sim, enche minha bundinha
- Vou deixar bem cheia.
Começamos a foder como loucos, com muita brutalidade.
Dei uns tapas na bunda dela e apertava os peitos dela.
Encostava mais forte pra bater as bolas nela.
Trocamos de posição e ela montou em mim.
Nos beijávamos enquanto ela se mexia e depois só gritava de prazer.
Pegava os peitos dela e chupava.
- Que peitos gostosos você tem
- Continua, adoro como você chupa eles.
A gente se falava sujo.
Não escondia nada.
- Como você rebola, tá uma delícia
- Você também tem um pau delicioso.
Me dá mais forte.
- Gozei mas, enfia tudo.
- Ahhhhhhh sim, não para.
Ficamos um bom tempo até não aguentar mais levantar.
Meus pais só chegariam no dia seguinte.
Fomos comer algo e à noite, ainda na excitação, nos despimos e mandamos mais uma.
- Te amo, irmãzinha, você é a melhor.
- Você também, irmãozinho, é o melhor nessa brincadeira.
De agora em diante, você vai ser só meu.
- E você, só minha.
Olá, antes de tudo, vou me apresentar.
Meu nome é Ivan, tenho 19 anos e entrei na universidade há um ano.
Minha mãe Lúcia tem 44 anos, meu pai Sérgio 43 e minha irmã 17 anos.
Minha irmã e eu participamos dos eventos esportivos escolares, onde nós dois nos destacávamos bastante.
Eu me viro bem no futebol e no basquete, que é o que mais gosto.
Minha irmã joga os dois, além de vôlei e atletismo.
O futebol é nossa paixão.
Eu sou goleiro e atacante, embora possa jogar em qualquer posição, a meta é o que eu amo.
Voar é algo incrível e defender as bolas é uma arte.
Minha irmã joga no ataque ou como meia-armadora.
Também vai pro gol, mas o forte dela é correr e marcar.
Nós dois cabeceamos bem, chutamos com a perna direita, mas com a canhota ela faz golaços e eu não tenho muita habilidade.
Ela ganha de mim na corrida, mas no drible e em enganar o adversário eu levo vantagem.
Vale mencionar que eu tenho 1,77m e ela 1,71m, boas alturas.
A rivalidade crescia a cada ano.
Nós dois lutávamos pra ser os artilheiros, ambos ganhávamos nos nossos torneios, mas eu ganhava por 4 ou 5 gols.
Na última temporada, eu substituí o goleiro porque ele foi expulso depois de deixar as travas no adversário.
Eu me sacrifiquei e falei pro técnico que, se tomassem gol, eu pararia de jogar.
Felizmente, consegui desviar a bola e manter o empate.
Alguns jogos foram complicados e perdi 3 como titular, porque preferi assumir a responsabilidade nos jogos difíceis e tirar a chance do reserva jogar.
Depois, num jogo, saí machucado e com esse atraso, minha irmã me venceu pela primeira vez por 4 gols, depois de fazer 3 hat tricks na temporada, enquanto eu só fiz um.
Ficando em terceiro lugar de Goleada, minha irmã ficava tirando sarro da minha quantidade de gols por ser a primeira vez que eu perdia pra ela.
Dessa vez tive que pagar a aposta, mas ela continuou enchendo o saco, talvez se vingando de como eu zoava ela.
Nessas brincadeiras, comecei a reparar mais no corpo dela e percebi o pedaço de mulher que morava na minha casa.
Sinceramente, eu me sentia atraído por ela e tentei esquecer isso.
Nas férias, ela andava com pouca roupa pra entrar na água.
Usava saias curtas, jeans, shorts ou camisetas curtas.
Também na hora de malhar, tentava olhar pra ela sem que percebesse, fingindo estar concentrado.
Desde pequena ela era meio doida, mas quando tinha uns 14 ou 15, eu via que ela tinha comportamentos um pouco mais sexuais que eu, mas focava mais no esporte.
Um dia, procurei minha bola e percebi que não estava lá, e ela tinha pegado pra chutar.
Quando saí pro campo, encontrei ela com a bola.
— Me desculpa, maninho, minha bola furou e eu tava desesperada pra jogar.
— Vou usar ela, tenho que treinar.
— Então treinamos os dois, né? Eu chuto pra você defender.
— Desculpa, mas você não tá no meu nível, garota. Preciso de alguém mais casca grossa.
— Desculpa ou você tá com medo, maninho?
— Medo eu? Por favor, te ganhava sem nem me esforçar, maninha.
— Então bora jogar pra ver quem é melhor.
(Não falei com intenção de irritar ela por ter pego minha bola, só queria zoar um pouco, mas com a aposta fiquei feliz, porque nunca tínhamos treinado juntos).
— Ok, e qual vai ser o castigo?
— Mmmmm, não sei. Tem que propor algo vergonhoso, mas o quê?
— Sei lá, tem vários castigos pesados, tipo os de festa ou entre adultos.
Qual vai ser bom?
— Ei, outro dia, no bairro, vi um time e toda vez que tomavam gol, um jogador tirava a camisa.
— Mas a diversão acabava rápido, você teria que ter umas 10 camisas.
— Por isso proponho que a cada gol que sair, a gente tira uma peça de roupa.
Se, por exemplo, sai um gol, em vez de tirar as duas meias ou... Os tênis você tira um de cada vez.
Começamos pelos tênis, depois meias, camiseta, calça, aí eu tiro o sutiã e por último a calcinha, tá.
– O que você quer é me ver pelado, né.
– Hahaha claro, e vou conseguir, assim aproveito pra ver o que falam de você.
– E dá pra saber o que falam de mim?
– As minas dizem que você tá no top 5 dos jogadores mais gostosos, mas também falam que seu amigo é um dos mais desejados.
– E dá pra saber nos dois tops, em que posição eu tô?
– Bom, no de atraente você é o 4 e no outro, o número 2.
– Uau, as minas tão demais mesmo.
– Ah, os homens não têm uma lista assim também?
– Não, é mais questão de cada um, mas tenho certeza que você também tá nos primeiros lugares.
– Em qual você me colocaria?
– Sei lá, talvez no 5 de 10.
– Bom, vamos ver se você muda de ideia, agora vamos jogar.
Minha irmã tava de sutiã e fio dental, short, uma blusa e um par de meias com tênis.
Eu tava de cueca, short, camiseta e também minhas respectivas meias com tênis.
A gente tinha um problema com as peças, porque minha irmã tava com uma a mais e isso desequilibrava as coisas.
Então sugeri pegar uma jaqueta pra nivelar tudo.
– Quem vai chutar primeiro?
– Sei lá, vamos jogar pedra, papel ou tesoura, melhor de três.
Aceitei e começamos. Na primeira rodada eu ganhei, porque peguei pedra e ela tesoura. Na segunda rodada ela empatou comigo, colocando papel e eu pedra. Na terceira ela também levou, escolhendo tesoura e eu papel. Na quarta eu respirei aliviado, porque com papel ganhei da pedra dela. E na última, por sorte, ganhei dela colocando pedra de novo e ela tesoura.
Minha irmã foi pro gol e ficou bem séria.
Eu ajeitei a bola e, ao recuar, pensei que se ganhasse ia ver ela pelada finalmente e que era possivelmente a única chance que teria de conseguir.
Corri e chutei muito forte, deixando minha irmã na tentativa, mas longe da bola que chegou quase no ângulo. em direção ao poste superior do meu lado direito.
Eu fiz um movimento com o braço de alegria.
Minha irmã, meio irritada, não teve escolha e tirou o tênis do lado esquerdo.
Minha irmã colocou a bola e eu, com a experiência no gol, fazia sinais para ela chutar do meu lado esquerdo, assim desafiando ela.
Ela correu em direção à bola e eu tentei me adiantar bem pouco, fingindo que ia ser vencido rápido, mas mudei minha trajetória me jogando para o lado que apontei e, na meia altura, consegui dar um tapa na bola, que não foi tão colada no poste.
Minha irmã, com uma cara de irritação, voltou para o gol, onde eu já me preparava para meu segundo chute.
Com a direita, novamente fiz meu chute no ângulo superior, mas do lado contrário, que acabou sendo meu segundo gol.
O tênis direito dela saiu do pé e ela foi para o ponto penal tentar me vencer.
O olhar concentrado dela me dizia para ficar atento ao que ela fosse fazer.
Ela correu em direção à bola e, com a canhota, me desafiou pelo lado esquerdo, e eu quase encostei na bola.
Meu tênis direito foi o que escolhi para tirar.
Me aproximei do ponto penal e também quis responder ao desafio dela de marcar com a canhota.
Confiante, chutei para a esquerda, onde a tentativa dela de parar foi inútil, pois ela se jogou para o meio do outro lado.
A meia direita dela já estava sendo tirada do pé.
Voltei para o gol motivado, só pensava em ganhar dela por muito e fazer com que ela ficasse com vontade de me ver.
Ela repetiu com a direita o chute, mandando para minha esquerda.
Eu estiquei a perna e, como não foi muito no centro, consegui desviar com o peito do pé e passou raspando a linha do gol.
Me salvei e agora era minha vez de me adiantar bastante.
Com a direita, repeti do lado direito com força meu chute, mas no meio do poste e não entrou.
Por ser confiante demais, não consegui uma vantagem melhor, mas o desafio ficou mais interessante, dando à minha irmã a chance de se recuperar.
Minha irmã respirou fundo e Corri pra bola e mandei um direto rasteiro e colocado na minha direita, dando outro gol na minha irmã.
Meu tênis esquerdo tinha que ser eliminado.
Era hora de não errar mais, pra que mais rápido, eu pudesse ver ela sem nada.
Olhei pro gol tentando despistar minha irmã com a maneira de me posicionar na área de pênalti.
Corri reto, tomei embalo e apliquei o mesmo chute, mas na minha direita, deixando ela também sem chance de defender.
A outra meia dela já estava fora e o jogo ia começar a subir de nível.
Minha irmã fixou a atenção na bola, foi devagar até ela e chutou, colocando muito angulada na minha direita.
O disparo foi rasteiro e eu não pude fazer nada pra parar.
Ela tinha repetido a jogada e eu sentia que faria o mesmo nos próximos chutes.
Minha meia direita foi a sacrificada. Levantei, levei as mãos ao rosto e fui pra minha posição pra tentar meter outro gol.
Tomei embalo e soltei meu chute no meio, quase raspando a trave superior.
A camisa dela foi a próxima a cair.
Meus olhos fixaram o olhar nos peitos dela, que só estavam cobertos pelo sutiã, que parecia que ia estourar.
Meu pau começava a ganhar uma ereção, mas eu tentava tirar esses pensamentos e continuar concentrado pra conseguir o que queria.
Lá estava ela, na área, pronta pra chutar.
Foi até a bola com velocidade e a poucos passos parou, deu uns passos lentos e chutou na meia altura, pra esquerda.
Meu voo foi espetacular e o chute dela, potente.
Não consegui chegar na bola de novo.
Segurei meu pé pra ficar descalço.
Voltei pra minha posição de chute e mandei sem dar muito tempo pra ela se ajeitar.
Um disparo frenético foi pro lado direito dela e sem muito ângulo, entrou dobrando a mão dela.
Eu comemorei e rápido me virei pra ver como ela tirava a calça jeans.
Ela abaixou devagar e a calça caiu no chão, ela só tirou os pés e ajeitou.
A calcinha fio-dental dela tava me excitando mais, mas eu tinha que continuar, porque ainda faltava. que tirasse mais duas peças de roupa.
Ela se aproximou da bola e chutou para minha direita, mas estudando o movimento dela me antecipei e peguei o chute.
Fiz um gesto de sorte e voltei motivado pra área.
Minha irmã começou a se mexer no gol.
Me posicionei do meu lado esquerdo e, ao chegar na bola, girei o quadril mandando o chute pro mesmo lado, provocando uma reação tardia.
Ela demorou uns segundos pra se levantar e, no fim, chegou na minha frente e tirou o sutiã, o que fez minha ereção voltar com tudo.
— É, aproveita, seu cuzão — ela respondeu num tom sereno.
Minha irmã correu e soltou um chute que eu segurei de novo na minha esquerda.
O jogo já tava chegando ao fim; se meu próximo chute entrasse, eu praticamente teria minha irmã pelada.
Meio distraído com o corpaço dela, mandei a bola no travessão, me dando mais uma rodada pra esperar vê-la sem nada.
Minha irmã podia tentar diminuir a vantagem e ter chance de me ver sem nada também.
Ela se preparou e o pé esquerdo dela me fez voar pra direita, sem sucesso.
Minha blusa foi embora e eu ainda tinha peças.
Voltei pro pênalti, respirei fundo, me aproximei com velocidade e, com a direita, chutei pro lado esquerdo dela; a tentativa de desviar foi boa, mas a força impediu que ela chegasse a tempo, e com apenas três dedos ela roçou levemente a bola.
Minha irmã veio e falou:
— Não vale, não é justo.
— Desculpa, irmãzinha, te falei que sou melhor que você. Aposta é aposta e você tem que cumprir. Quem mandou ficar apostando?
— Sim, mas...
— Mas nada, é sua vez de tirar uma peça.
— Tá bom, mas depois a gente continua com outros castigos. Você não vai escapar de me ver pelado.
— Parece que você não vai desistir de conhecer meu amigão.
— Claro que não, quero ver com meus próprios olhos se os rumores são verdadeiros.
Te proponho uma coisa:
Se você fizer mais um gol, eu te dou um beijo na boca de selinho; se fizer outro, vai ser um de 10 segundos; depois... um de 20 com amasso e no outro você vai ter 30 segundos pra me tocar onde quiser.
- Pra mim tá perfeito, é meter gol e pronto.
Minha irmã tirou a calcinha fio dental devagar, fazendo meu pau não aguentar mais.
A buceta dela tava 100% sem pelo.
- Calma, irmãozinho, parece que esses boatos são verdade mesmo.
Minha irmã voltou a chutar na esperança de me deixar pelado.
Colocou a bola e recuou pra tomar impulso.
Descalça, dificultava um pouco os chutes dela, e eu confiava que podia conseguir mais do que ela tinha proposto.
Fiquei de olho nos movimentos dela, focado na bola e não no corpo nu.
Ela veio com velocidade e chutou.
O chute dela saiu alto e eu só me joguei pra pular.
Por sorte, a bola passou raspando por cima do meu canto superior esquerdo.
Minha irmã se lamentava mais uma vez pelo erro.
Levantei e peguei a bola.
Deixei ela lá e continuei andando pra ela não ver minha cara de felicidade.
Virei e fiquei parado pra respirar e pegar impulso.
Antes de chegar na bola, parei pra tentar desconcentrar ela e dei um passo longo, enganando ela com um chute rasteiro pro lado direito.
Minha irmã se levantou com um pouco de grama perto do seio esquerdo, tirou e veio na minha direção.
- Bom, então você fica aí paradinho.
Obedeci e ela se aproximou e me deu um selinho com muita delicadeza.
Não percebi ela irritada, até achava que tava deixando a ideia de perder de um jeito mais gostoso pra ela.
Ela foi pra área de chute e eu balancei o pescoço de um lado pro outro, depois me posicionei.
Ligou uma luz na minha cabeça e eu me mexi de um lado pro outro na linha pra desconcentrar ela ainda mais do que já tava.
Ela se aproximava devagar do gol, hesitando e parando os passos.
O chute dela saiu rasteiro, mas minha técnica tinha funcionado e eu me joguei com as duas mãos pra segurar a bola, que veio meio forte.
Era minha vez de novo, peguei a bola e corri reto, e pro meu lado direito meti um chute potente que deixou ela imóvel, como se quisesse tentar se jogar, mas sem conseguir se atirar.
—Bom, você ganhou de novo, vem pra cá.
Meu segundo prêmio estava por vir.
Ela segurou meu rosto e se aproximou pra gente se beijar por 10 segundos, exatamente como ela tinha determinado.
Aqueles 10 segundos foram incríveis, e o que faltava seria muito melhor.
Ela voltou pra posição dela e eu continuei com meus movimentos no gol.
Veio o chute, mas dessa vez eu me posicionei muito bem.
Eu me joguei pra direita quando não apoiei direito o pé e, na meia altura, a bola entrou.
Ainda me restavam duas peças de roupa, e eu queria que as opções dela acabassem.
Minha camisa foi embora e eu deixei ela do lado do gol, enxugando um pouco de suor com ela.
De novo eu estava na área de chute, disposto a ir com tudo.
Eu me posicionei do lado esquerdo pra enganar ela e, na hora da batida, mandar a bola pra direita dela.
O chute saiu muito forte e rasteiro, batendo na trave e entrando.
Minha irmã não conseguiu fazer nada com aquele chute.
Por dentro, minha emoção era grande, porque a próxima recompensa era melhor do que eu podia imaginar que um dia conseguiria.
Eu sabia que no final a gente ia ficar os dois pelados, mas queria ser eu quem ganhasse limpo, com esforço, e que tudo rolasse natural.
Cada vez que eu me aproximava pra chutar ou ir pro gol, era como se fosse a última jogada, e eu tentava dar tudo, não importando se a vantagem era pouca ou muita.
Ela se aproximou e a gente se beijou por 20 segundos, e eu fiquei ainda mais excitado.
Só faltava o toque livre, e daí minha irmã teria que inventar outra coisa.
Ela se aproximou e chutou forte, mas passou um pouco desviada.
Eu, com os nervos à flor da pele, fiz um chute que foi pra cima, mantendo tudo igual.
Ela se aproximou de novo e foi reto na bola, cruzando pra minha esquerda e marcando, me deixando só de cueca.
Tentei me acalmar pra que meu volume não me incomodasse e ela não visse.
Mandei um chute na direita dela, com boa altura, e assim me ganhei a chance de tocá-la.
Me aproximei e, com cuidado, coloquei minhas mãos nos ombros dela, deslizando até os peitos, que apertei.
Toquei sua barriga e terminei nas nádegas, apertando-as.
A excitação dela era visível e, na hora do gozo, nos olhamos fixamente.
Meu pau estava prestes a explodir com aquela apalpação, e nos beijamos loucamente.
Meu pau podia sentir a buceta depilada dela, e ela se encostava cada vez mais para provocar um orgasmo.
Comecei a percorrer os peitos dela, mas algo me parou.
— Vamos pra dentro
— Sim
Mesmo a casa sendo grande, lá longe, uns dois prédios do segundo, terceiro e quarto andar podiam ver nosso jogo.
Chegamos no meu quarto e nos deitamos na cama, continuando com os beijos.
Meu pau roçava a buceta dela, e eu tentava mirar na racha.
Ela subiu em cima e se mexia para se esfregar nele.
Minha ferramenta exigia ser libertada para sentir a caverna quente e molhada dela.
Eu apoiava o balanço dela segurando a bunda dela.
Ela se separou de mim, pegou minha cueca e baixou só um pouco, libertando meu pau que a esperava — 13,4 cm estavam disponíveis pra ela — e começou a chupá-lo com muita classe.
Meu gozo saiu em grande quantidade, enchendo a boca dela.
Ela tirou meu pau, derramando um pouco enquanto engolia o resto, e com a língua pegava o que ainda saía.
Nos demos outro beijo, e eu a fiz deitar de barriga pra cima, enfiando dois dedos na buceta dela.
Depois, com a ponta da língua, passei por toda ela e comecei a chupar em várias partes.
Comecei a comer a buceta dela enquanto ela gemia e se contorcia.
Ela colocou as mãos na minha nuca para me esfregar mais nela.
Cada chupada era um gemido certeiro de prazer.
Percorri tudo, deixando minha saliva por toda a buceta dela.
Subi para nos beijar enquanto meu membro tocava a entrada dela.
Fui me aproximando para que entrasse só um pouco da minha cabeça, simulando a primeira penetração.
Depois, peguei uma camisinha e ia colocá-la para penetrá-la quando ela... mano me fez um sinal negativo.
- Não, não coloca
- Mas você é louca?
- Não, vou tomar pílula, quero sentir você me enchendo de porra
Aos poucos foi entrando tudo e comecei com movimentos lentos enquanto a boceta dela se moldava ao meu pau.
Ela só reclamava um pouco e depois eram só gemidos de prazer.
- Agora, faz rápido
O vai e vem ficou mais intenso, eu fazendo todo o trabalho.
Os gemidos de prazer dela ficaram mais altos e as conversas que tínhamos ficaram mais quentes, esquecendo que éramos irmãos.
- Mais forte, caralho, aí sim, me destrói
- Que gostosa você tá, irmãzinha, vou te encher bem
- Aí sim, aperta elas
Tirei minha ferramenta e me joguei pra falar algo
- Fica de quatro, quero desvirginar esse seu cu
- Tô com medo, mas sim, vou te dar esse privilégio
Ela se inclinou mostrando o cu.
Salivei dois dedos e comecei a introduzir naquela boceta apertada.
Ela gemia como uma louca cada vez que meus dedos deslizavam nela.
- Agora mete tudo
Tirei os dedos e preparei minha ferramenta.
Abri a bundinha dela e fui enfiando.
Na metade, ela reclamou de dor e eu parei um pouco.
Ela me deu o sinal pra continuar até enfiar tudo.
Segurei os quadris dela e fui bombando devagar pra ela se acostumar com meu pau.
Tava tão excitado que sentia o coração saindo pela boca.
- Mais rápido, irmãozinho, aí sim, me dá mais
- Vou gozar
- Sim, enche minha bundinha
- Vou deixar bem cheia.
Começamos a foder como loucos, com muita brutalidade.
Dei uns tapas na bunda dela e apertava os peitos dela.
Encostava mais forte pra bater as bolas nela.
Trocamos de posição e ela montou em mim.
Nos beijávamos enquanto ela se mexia e depois só gritava de prazer.
Pegava os peitos dela e chupava.
- Que peitos gostosos você tem
- Continua, adoro como você chupa eles.
A gente se falava sujo.
Não escondia nada.
- Como você rebola, tá uma delícia
- Você também tem um pau delicioso.
Me dá mais forte.
- Gozei mas, enfia tudo.
- Ahhhhhhh sim, não para.
Ficamos um bom tempo até não aguentar mais levantar.
Meus pais só chegariam no dia seguinte.
Fomos comer algo e à noite, ainda na excitação, nos despimos e mandamos mais uma.
- Te amo, irmãzinha, você é a melhor.
- Você também, irmãozinho, é o melhor nessa brincadeira.
De agora em diante, você vai ser só meu.
- E você, só minha.
3 comentários - Aposta de futebol com minha irmã