Meu Amigo de Infância Me Comeu Gostoso Parte 2

Meu Amigo de Infância Me Comeu Grosso Parte 2
Com o Selo de Prazer e Tesão…

Olá a todos, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… esse, como todos os meus relatos, é feito para vocês, para o seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas: muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que tive eu ou alguém próximo a mim, que me confessou; outras são reais, mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no fim consigo convencê-las a deixar eu publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a galera pensar. São muitas as histórias que tenho, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do agrado de vocês. Sem mais delongas, aproveitem.

Depois de ter gozado dentro de mim e me feito gozar de novo, eu estava mais que exausta e satisfeita, mas ao mesmo tempo puta porque no final ele me comeu grosso pelo cuzinho. Terminamos os dois juntos largados na mesa, eu de bruços e ele em cima de mim com a pica dele enfiada no meu cu ainda, derramando mais da porra quente dele. Tenho que admitir que a sensação da porra quente dele dentro de mim aliviou a dor e eu gostei pra caralho. O pau dele servindo de tampão não deixava nada escapar do meu cu, pra não derramar a goza dele, como percebi um tempinho depois. Ainda com o pau dele no meu cu.

— E aí, Maru, cê gostou? — perguntou Lucas.

— Gostei e gostei muito do sexo normal, mas essa porra de cu doeu pra caralho, tá doendo muito, desce, animal. — gritei.

Talvez não fosse pra tanto, mas meus pais nunca tinham me batido, nunca, e a forma como ele falou tão simples, assim como quem pergunta, me lembrou a dor e eu gritei e bati nele. Comecei a chorar que nem uma criança pequena. Assim que ele tirou a coisa dele. do meu tiny ass, eu soltei um suspiro e minha bunda voltou ao normal, mas ainda ardia. Senti o gozo começando a escorrer pelas minhas pernas, fui pro banheiro tomar um banho e meu amigo me seguiu.
—Você é um maldito monstro, olha o que me fez, tô doendo pra andar! —Falei chorando, ele me levantou no colo e me levou pro banheiro dele, enquanto isso eu xingava ele e dava tapas na cara dele, coisa que agora me arrependo, porque se por acaso ele me soltasse por causa disso, meu corpo doía ainda mais, mas ele não fez isso nem me xingou pelos meus xingamentos, acho que ele sabia que tinha passado dos limites.
Quando cheguei no banheiro, ele ligou o chuveiro mas também começou a encher a banheira dele com água quente, ouvir a água enchendo me acalmou um pouco, mas só um pouco, nós dois estávamos lá pelados, depois do que tinha acontecido não tínhamos por que ter vergonha um do outro, ele começou a colocar sabonete líquido na banheira pra fazer espuma.
—Assim que você gosta, né! —Ele disse.
—É o mínimo que você pode fazer, depois de me machucar tanto. —Falei entre reclamações.
Ele me pegou pela mão e me colocou debaixo do chuveiro, a água era fria mas não tanto, ele ergueu meu olhar com as mãos no meu queixo e me encostou no corpo dele e começou a me beijar, eu não conseguia evitar, no começo empurrava e batia nele, mas no final era eu que começava a devorar aquela boca gostosa dele, acabei chupando até a língua dele, ele apertava minha bunda com as mãos enquanto meus braços enroscados no pescoço dele, eu tinha dificuldade de alcançar ele, ele acabou me levantando pra conseguir chegar bem, no final ele me carregou de novo e me tirou do chuveiro, me levou pra banheira onde me colocou, onde a água quente com cheiro de fragrância de limonada com espuma acalmava a dor do meu cuzinho.
—Você tá bem?
—Cala a boca! —Falei, não sem me jogar em cima dele pra beijar ele de novo.
Quando estávamos tomando banho, ele teve muito cuidado ao me lavar e me beijar, quando me lavava junto com os restos de sêmen saíam restos de sangue. Ele começou a acariciar minha palavra: buceta, depois ele se ajoelhou e eu só conseguia gemer.
—Haaa… Mmnnnn… haaaa... Mmmmnnn… haaaaaa. —As carícias dele me matavam literalmente, era uma loucura o jeito que ele me tocava e o jeito que ele usava a língua me fazia tremer, minhas pernas fraquejaram e ali no banheiro eu acabei gozando com força. —Haaaaaaaaaaaaaaaaaa, ha, ha, ha, haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa não aguento haaaaaaaaa maldito haaaaaaaaaaaaaa. —Ele me pegou pela cintura, me levantou incrivelmente fácil e me colocou em cima da rola dele dura.
—Haaaaaaaaaa. —Soltou um gemido, então fui eu quem começou a mexer o quadril, ele só aproveitava, embora claro, eu também tava. —Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha sim… ha, ha, ha, haa, haaaa sim ha, ha, ha, ha, ha sim….haaaaaaaaaaaaaa gostoso.
—Viu que você gostou?! —Ele falava sorrindo. Isso me irritava ainda mais.
—Cala a boca, filho da puta, você arrombou meu cu e doeu pra caralho, usa a palavra: buceta, aquela coisa Mmmmnnn haaaaaaaaaa. —Eu continuava gemendo e me mexendo, ele chupava e mordiscava meus peitos, me beijava a boca enquanto eu mexia o quadril, minha buceta também doía, mas a água quente me relaxava ainda mais e a verdade é que eu tava muito excitada. —Ha, haaaa, ha, haaaaa, ha, haaaaaa, ha, haaaa, haaaaaa.
—Nada a ver, linda Maru, quando te desvirgaram também com certeza saiu sangue e doeu.
—Siiim, siiiim, siiiim… ha, ha, ha, ha, ha, ha mas aquilo era normal, igual a rola que enfiaram em mim, não igual essa coisa que não é normal, que delícia ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha…. Você é um maldito ha, ha, haaaaaaaaaaa.
—Mas olha como você aproveita, hein.
—Cala a boca ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Sei que você gosta, e pela bunda mais ainda.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa.
—Quer que eu meta na sua bunda?!
—Nem louca haaaa, ha, haaaa, ha, haaaa minha bunda pequena, não se toca… haaaaa, haaa, haaa, haaa, haaa, haaaa, haaaa você quer me matar, maldito ha, ha, ha, ha. haha, ha, ha.
—Mas eu já provei. —Disse Lucas entre risadas.
—Cala a boca, desgraçado! haaaa, haaa, haaa, haaaa, haaa, haaaa…. Mmnmnnn… ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Nesse caso, por que não aproveita o momento, hein? —Disse ele apertando meus peitos, fazendo eu me mexer mais rápido.
—Ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha.
—Tá gostando, né?
—Sim, sim, ai meu Deus, sim, sim, Deus, sim, sim, sim, tô gostando pra caralho ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, ha, haaaaaa… gostoso ha, ha, ha, haaaaaa gostoso ha, ha, ha, ha, ha, ha.
O calor e a sensação de senti-lo dentro de mim com o calor da água e a espuma era incrível, a sensação, eu sentia ele gozando dentro de mim.
—Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Siiim. —Disse ele exclamando quando gozou dentro de mim.
Senti ele me puxar, ficamos um minuto abraçados sem dizer nada, sem fazer nada, depois ele se separou de mim e saiu da banheira, me deixando sozinha e bem comida, eu ofegante, satisfeita, cansada, puta, feliz e triste, por tudo que tinha acontecido, enfim, não sabia como estava, só sabia que precisava ir embora logo. Terminei de me lavar, me vesti e ele me levou no carro dele até minha casa, meu corpo todo doía, até vestir a roupa doeu pra caralho, e quando fui procurar minha calcinha.
—Cadê minha calcinha?
—Ha, vou ficar com ela.
—Pra quê, pra vestir?! —A ideia me deu uma certa graça.
—Não, pra lembrar que te comi do jeito que sempre quis. —As palavras dele perfuravam meu coração e minha cabeça.
—Olha aqui, filho da puta, me dá minha roupa!
—Não. —Disse ele todo calmo, eu tava furiosa, minha cara queimava.
—Você é o pior, tanto faz, me leva pra minha casa. —Falei com os olhos cheios de lágrimas.
Durante todo o caminho, que não foi longo, xinguei ele de tudo quanto foi jeito que me veio na cabeça, porque tava doendo pra caralho. Quando desci do carro dele, ele falou:
—Tchau, Maru linda.
—Vai morrer, desgraçado! —Falei, e ele riu, isso me dava mais raiva, quase chorei. E com isso e a dor que eu sentia, só piorava.
Andar da frente da minha casa até a porta A porta da minha casa era horrível, ele gritava comigo.
— "Fica bem!" — E eu mostrei o dedo do meio pra ele.
Não tinha nem energia pra xingar ele, entrei em casa sem falar nada pros meus pais, fui pro meu quarto, falei que tava com dor de cabeça, que não tava me sentindo bem e que queria dormir. Eles me deixaram em paz, eu me joguei na cama pra dormir e, na real, pra chorar. Meu celular começou a tocar sem parar com um monte de mensagens: da minha amiga perguntando como tinha sido minha aventura, do meu namorado perguntando como foi meu dia, e do meu amiguinho, aquele bastardo, que tinha me escrito.
— "Depois a gente joga de novo, fica bem." — Peguei meu celular e xinguei ele pelo telefone.
— "Seu filho da puta, cala a boca, não enche mais o saco, te odeio, te odeio, te odeio, te odeio!"
Me enfiei na cama, tirei a roupa como deu e, como pude, acabei dormindo. Pelo cansaço do meu corpo, a dor foi sumindo e, no final, mesmo que não muito, consegui pegar no sono. Acabei dormindo pensando no que tinha acontecido, no que Lucas tinha feito comigo. Era uma loucura, mas era real.
Continua...

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