Salve, amigo do Poringa!! Tô compartilhando um conto que um colega escreveu pra mim e minha mina há um tempão. Sendo um aspirante a corno e super tarado, achei uma ideia foda dividir isso com vocês.Quem curte esse tesão pode me chamar no privado, tô afim de trocar uma ideia sobre esse lance de corno manso!Aqui vai o conto:Minha namorada, atriz pornô II: Porno caseiro.Oi de novo. Tô aqui outra vez pra contar o resto da minha história. Vou dar uma resumida no que já contei antes, pra vocês lembrarem de tudo e se situarem. Meu nome é Santi, e já faz muitos anos que tô saindo com a Vale. Na época que isso aconteceu, ela tinha 22 anos, e a gente já tava junto há 3. A Vale é uma loira gostosa pra caralho, como já falei, com uma carinha de anjo e uma raba perfeita. Os peitos dela são pequenos, mas muito sensuais. Ultimamente eu tava interessado nessa parada de cuckold, e fiquei insistindo pra ela transar com outro cara, mas ela recusou de cara. No começo até ficou meio puta, mas depois foi aceitando, e até me contava histórias (falsas) das aventuras dela, pra me deixar com tesão. Mas eu queria que fosse de verdade, e continuei enchendo o saco. Ela negou, até que um dia, aconteceu. Ela contou pra uma amiga, e por acaso um cara que tava por perto ficou sabendo... e bom, esse cara conhecia outro cara que conhecia um que era amigo de um diretor de pornô amador. É difícil achar mina tão gostosa quanto a Vale disposta a se gravar transando com um estranho, ainda mais se tiver namorado. Mas esse cara, que ficou sabendo que eu ia deixar ela, contou pro diretor, e um dia ele fez uma proposta. Bom, já contei o resto da história.
No começo foi só uma sessão de fotos sexy. Mas no fim, ela acabou transando com um cara, e gravada em vídeo. Ela não me falou nada, e eu tive que descobrir por um amigo que tinha visto o vídeo na internet. Quando vi ela lá transando com um desconhecido, chupando a pica dele, vestida que nem uma puta... fiquei com muito tesão, mas também fiquei puto pra caralho, e me irritei. Era pra ser só fotos. Falei pra ela, e claro, ela ficou na defensiva, dizendo que era eu que tinha pedido e tal. Eu tive que engolir minhas palavras, e falei pra ela não fazer de novo. Mas já era tarde. Ela tinha adorado se gravar transando, e fazer isso com outro cara que não era eu. E pra completar, o vídeo tinha feito muito sucesso, e o diretor tinha oferecido pra ela gravar mais algumas cenas. E ela aceitou. Fiquei possesso, mas tive que engolir. No fim das contas, fui eu quem insistiu... E aí acabou aquela história. Agora vou continuar com as coisas novas que rolaram.
Bom, já tinha passado um mês desde a parada do vídeo. Eu quase tinha esquecido, mas quando pensava nisso ainda fervia de raiva. Achei que a outra proposta que fizeram pra Vale tinha dado em nada, porque ela não me falou mais sobre isso. Mas um dia, quando voltei do trampo, ela tocou no assunto de novo.
— Amor. Lembra da proposta que me fizeram? — eu assenti, e o nervoso bateu forte no estômago. — Então, querem gravar logo. Seriam algumas cenas, pra vender uma por uma, mas iam gravar tudo junto. E o Tommy me prometeu que vou ficar com 10% do que o DVD arrecadar — Tommy era aquele diretor. Fiquei calado. Já tinha dito que não queria que ela fizesse, mas ela não tava nem aí. — Não faz essa cara. Já conversamos sobre isso.
— Conversamos, sim, mas você não me deu a mínima.
— Olha, foi você quem ficou me enchendo o saco por meses. Agora que eu fiz, você fica puto. Pois é, não vou falar não pro Tommy agora só porque você ficou ciumento do nada...
— Ah, deixa pra lá. Quanto antes acabar, melhor. Pelo menos vão me dar uma cópia do DVD, né? Da outra vez tive que comprar pra poder ver você dando pra outro.
— Não sei... Vou perguntar pro Tommy. Mas... tem uma coisa que preciso te contar — já esperava o pior. — Olha, vou ficar com os 10%... mas pra isso tive que oferecer uma coisa.
— O quê?
— Que a gente gravaria todas as cenas aqui, em casa.
— O quê?? Aqui?
— É... Eles economizam grana com cenário e tal. E não teria pressa pra terminar.
— Porra, Vale, isso não dá...
— Não seja idiota. Prefere que eu vá pra casa de um desconhecido? Que pode me fazer qualquer coisa? coisa? Pelo menos aqui eu tô segura... não é melhor? – suspirei. Além disso, convenci o Tommy e você vai poder ficar no set – isso me animou um pouco, ao mesmo tempo que o sangue fervia de novo.
– Vou te ver... fodendo?
– Não, isso não... Eles não querem ninguém por perto enquanto gravam. Mas você vai poder ficar aqui em casa, com os atores, roteiristas e tal, e a gente vai poder conversar entre uma cena e outra...
– Ah, olha que legal. Vou poder ficar na minha própria casa enquanto te comem. Que bom.
– Não seja sarcástico.
– Tá, e de quantas cenas a gente tá falando? São todas com o mesmo cara, né?
– Bom... não, claro que não. É um cara diferente pra cada cena.
– Ah, então ainda vão te comer vários caras? – exclamei, puto.
– É, mas... não ao mesmo tempo. Tem um intervalo entre uma cena e outra... – suspirei. Isso sim era o cúmulo. Um monte de caras na minha própria casa, esperando pra foder a Vale. Já imaginava todos eles, fazendo booty pra meter nela. E eu teria que ficar lá, vendo eles entrarem com a pica dura e saírem murchos, com os ovos vazios. Era humilhante.
– Enfim, e quando vai ser isso?
– Bom, vai ser o domingo inteiro. Então no sábado a gente tem que ir fazer compras. O Tommy falou pra eu comprar um monte de coisa picante e tal.
– E eu tenho que ir junto?
– Claro. Pra você me ver vestida, escolher e tal.
– Pra escolher a roupa que você vai usar pra foder outro, você quer dizer.
– Isso. E não enche o saco com esse assunto, ok? Preciso lembrar de quem foi a ideia?
Desisti. Era inútil. Me excitava pensar nisso, mas ao mesmo tempo me dava uma raiva danada. E na minha própria casa. O negócio tava feio. Mas enfim, segurei a onda. Terminamos a semana sem falar mais no assunto, e no sábado fomos fazer compras. Foi o dia mais difícil que eu lembro. Acordamos umas 9, tomamos café e saímos. Ela vestiu uma roupa confortável, pra poder tirar fácil no provador: uma saia longa, com uns sapatos fechados, e uma blusa. leve.
A gente passou em quase todas as lojas da cidade. Na maioria, não comprávamos nada porque, segundo a Vale, a roupa não era provocante o suficiente. Ela experimentou centenas e centenas de vestidos e camisas. Eu tive que sentar com ela no provador e ver ela se despir, ficar só de fio dental e sutiã, e experimentar um modelito atrás do outro. Meu pau ficava duro o tempo todo, e ali eu não podia me saciar. Toda vez que tentava tocar ou beijar ela, ela me afastava. Compramos umas saias curtas, bem curtas e justas, uma vermelha xadrez de adolescente, e outra preta. Ela também comprou umas meias que iam até o meio da coxa, do tipo renda, quadriculadas. Comprou também uma cinta-liga preta pra segurar elas. Tive que ver ela vestida de cinta-liga e meias, e mais nada, no provador. Imagina como eu tava. Depois comprou um sutiã e uns saltos bem altos, pretos também, junto com umas botas de couro até o joelho, de salto. Almoçamos por lá e continuamos olhando lojas. A Vale comprou uns tangas numa loja de lingerie, todos bem transparentes, e uns sutiãs com bordados.
— O que você acha desse? — disse a Vale, num provador, me mostrando como ficava uma camiseta justa, sem ombros e com as costas de fora. Tava matadora.
— Muito bem, amor — falei, apertando meu pau. Ela sorriu e experimentou outra saia. Eu me aproximei por trás e passei a mão nos peitos dela.
— Santi... para com isso. Já te falei que não vamos fazer nada, nem aqui nem quando chegarmos em casa.
— Como assim? Isso de em casa também não, você não tinha me falado — eu tinha passado o dia todo desejando voltar pro apartamento pra pegar ela.
— Pois não. Amanhã vai ser um dia puxado, e quero descansar bem — fala sério —. Então para de criar expectativas, porque depois, quando eu falo que não, você fica puto. Já te avisei. E aliás... tem uma coisa que não te contei. O Tommy me ligou ontem e perguntou se eu queria fazer uma cena anal — fiquei um instante pasmo —. Não leve a mal. Respondi. Disse que ia pensar.
— Você não falou que não? Tá, não tem o que pensar. É um não, categórico.
— Santi, tão me oferecendo 20% dos lucros... só por uma cena...
— Tá, deixa eu ver se entendi. Desde que a gente começou a namorar, eu tô insistindo pra você me deixar comer seu cu. E você nunca deixou. E agora tá dizendo que quer fazer isso com um cara qualquer?
— Não é que eu queira, mas porra... é uma grana.
— Não, não, Vale. Se você quer estrear sua bunda, quero ser eu quem vai fazer. Sério, seria o cúmulo um cara que você nem conhece te foder antes de mim.
— Santi... não fala assim. Não quero brigar. Além disso... já falei que sim.
— Como? Você não disse que ia pensar?
— Falei... mas não. Falei que sim. E já tá feito, então aceita e pronto. Não tinha que ter insistido tanto. Agora aguenta.
— Porra, isso eu não esperava. Um cara comer o cu da minha namorada... quando eu tava há tanto tempo querendo fazer... Era injusto, e me dava uma raiva do caralho. Mas olhando pelo lado bom... se ela estreasse, eu também poderia fazer. Em segundo lugar, sim, mas depois e a partir daí a gente praticaria sexo anal. Pelo menos eu tiraria algo bom daquilo tudo. Mas Vale me olhou, sacou o que eu tava pensando, e disse:
— Santi, não se iluda. Te falei que não, e continuo falando. Eu não gosto de sexo anal. Isso seria só pra um trabalho, e não vou fazer de novo.
— Ah, então além de um cara te foder o cu, você tá me dizendo que eu também não vou poder fazer depois?
— Sim. Exatamente isso. Então não se iluda. E não faz essa cara, e me ajuda a fechar esse vestido.
Eu me resignei. Vale tava usando um vestido preto, inteiro, dos peitos até um pouco abaixo dos joelhos. Marcava até as pintas de tão justo que era.
Depois fomos a um sexshop. Compramos um lubrificante anal e um plug, pra Vale poder Prepara a buceta dela.
Depois de um dia super pesado, cansados e suados, voltamos pra casa. Fiz a janta enquanto Vale tomava banho, aí comemos e fomos dormir cedo. Só pra garantir, tentei algo quando apaguei as luzes. Comecei a tocar ela, mas ela foi bem direta e afastou minha mão. Suspirei e dormi, com a pika quase explodindo.
No dia seguinte, acordei com a campainha tocando às 8 da manhã. Vale ainda tava dormindo. Tava linda com seu pijaminha, sem sutiã e toda dormindo, encolhida entre os lençóis. Tentei dormir de novo, mas a campainha tocou outra vez, então fui abrir. Era um cara alto e moreno. Atrás dele, tinha mais 3 caras.
- Oi. Sou Tommy. Você deve ser... Santi, né? - disse ele, estendendo a mão, sorrindo. - Viemos gravar com a Vale. Lembra?
- Ah, sim - falei, sentindo o mundo desabar. - Um pouco cedo, né? Ela ainda tá dormindo.
- É, é que temos que montar um monte de coisas.
- Quem é? - disse Vale, que tinha acabado de aparecer atrás de mim. Tava descalça, ainda de pijama. - Ah! Tommy! Oi, tudo bem? - eles se deram dois beijos. - Não esperava vocês tão cedo.
- Quem cedo madruga, Deus ajuda - disse Tommy.
- Haha. Bom, entra, vai montando tudo e tal... Se precisar de algo, fala com o Santi. Vou tomar um banho - e foi pro banheiro.
- Beleza, podem entrar - só tinha visto três caras. Mas no corredor ainda tinha mais 4. Todos foram entrando, e depois fechei a porta. Quantos daqueles 7 caras iam comer a Vale? - Então, Santi. Não se preocupa, não vamos te incomodar muito, a gente sabe o que faz. Só me diz onde é o quarto.
- O quarto? Pra quê?
- Pra instalar as câmeras. Vamos gravar quase todas as cenas lá - porra. Na minha própria cama iam pegar minha mina?? Aquilo era humilhante. - Por aqui - e levei eles pro meu quarto.
Depois eles começaram a trabalhar e eu fui pra cozinha, tomar café. Preparei o café da Vale também, que ela tomou quando saiu do banho. Ela saiu do banheiro quase nua, com uma toalha simples enrolada no corpo, cobrindo dos peitos até um pouco abaixo da bunda. O cabelo molhado caía sobre os ombros. Quando entrou na sala, todos os caras (porque só tinha homem ali) viraram pra olhar ela.
— Valeu, amor — disse ela, pegando o café da manhã que eu tinha preparado.
— Se veste, né? Não anda assim, isso aqui tá cheio de gente.
— Haha, relaxa. Acho que vão ver muito mais... Cadê o Tommy?
— No quarto. Aliás, você não me avisou que iam te foder na nossa cama.
— É... mas pô, onde você queria que fosse? — resmunguei —. Bom, vou ver como tá tudo.
— Ei... fala com o Tommy pra ver se ele deixa eu ficar de boa enquanto vocês gravam... quero ver.
— Beleza, mas não prometo nada.
Vale foi embora, rebolando a bunda. Dava pra ver um pedaço da bunda dela aparecendo por baixo da toalha. Percebi que todo mundo ali também viu. Depois de um tempo, enquanto eu ficava de pé olhando os caras indo e vindo, um cara alto, moreno e musculoso chegou perto de mim.
— Oi, me chamo Juan. Você é o Santi, né?
— Sim.
— Hehe, prazer — apertamos as mãos —. Uau, você tem sorte de ter a Vale como namorada. Sempre pra você, pra fazer o que quiser com ela... Eu trabalhei duro pra gravar uma cena com ela hoje — ah, então era esse que ia comer ela? E falava comigo tão na boa... — Ela é boa na cama? — eu mordi a língua.
— Bom... você vai ver.
— Hehe, sim.
Pouco depois, a Vale apareceu.
— O Tommy disse que você não pode ver. Os atores se distraem se tiver público de fora do filme olhando. Mas ele disse que a gente pode conversar entre uma cena e outra. Você vai me ajudar a me limpar e me preparar pra próxima tomada — Ah, que legal, pensei — Vamos pro banheiro, já deixei toda a roupa que vou vestindo por lá.
Fomos pro banheiro. Dava pra ver que no meu quarto tinham montado dois refletores grandes e várias câmeras em tripés. No banheiro, fechamos a porta, e a Vale se Ela tirou a toalha, ficando totalmente nua. Eu levantei de repente.
— Tommy disse pra eu vestir isso pra primeira cena. Boa escolha, né? — Vale me mostrou as meias de rede que compramos, os saltos e a saia preta —. E por cima esse vestidinho... pra não aparecer o ligueiro. O que você acha? — Era um vestido que chegava bem abaixo do ligueiro, no meio da coxa. Era justinho e de alças, marcando os bicos dos peitos e a bunda. Ela também tinha colocado uma calcinha fio-dental preta.
— Tá bom. E quem vai ser o primeiro?
— Ah, sei lá... Só sei um pouco da história. É um vídeo caseiro normalzinho... Primeiro vão fazer uma entrevista curta, e depois a gente transa. A ideia é que sou uma mina que tem namorado e vai fazer pornô sem ele saber — ela sorriu —. Quase real, né? — Eu encolhi os ombros.
Vale se maquiou, passou sombra nos olhos e gloss nos lábios. Depois colocou meu perfume favorito, e saímos juntos do banheiro. Fomos até a sala, onde ela foi recebida com aplausos. Ela andou um pouco e deu uma volta de 360º pra se mostrar bem, enquanto sorria. Ela ficava excitada sabendo que tantos caras estavam de olho nela.
— Esse corpo! — Teve vários comentários do tipo. Eu me afastei um pouco pra parecer mais um. Me dava muita vergonha que soubessem que era minha mina. Nessa hora, apareceu Tommy, que vinha do quarto.
— Muito bem, Vale. Ufa, você tá uma gostosa. Fer, você entra na primeira cena.
— Demais! Tava doida pra isso... — E um cara do grupo se aproximou. Vale sorriu pra ele, e trocaram dois beijos.
— Beleza, vamos começar. Entrem vocês dois, Marco e Julián pra gravar... e pronto. Isso, podem ir — E todos entraram. Antes, Tommy falou algo no ouvido de Vale, e depois foi pro meu quarto. Vale veio até mim.
— Olha, vê se dá pra preparar alguma coisa pra petiscar. E dá uma olhada se consegue comprar umas cervejas.
— Como assim, comprar? Enquanto você transa? Eu quero ficar aqui.
— Aqui você não faz nada. Não vai ver porra nenhuma, então que perde tempo... mas você mesmo. Faz alguma coisa de comer, isso sim. Vou indo, querido. Te amo— ele me beijou por um instante, e pude sentir o cheiro dele pela última vez antes que aquele tal Fer a comesse. Depois, ele se virou e entrou no quarto.
Fiquei parado por alguns minutos, sem saber o que fazer. Os caras ao redor foram se sentando e ligaram a televisão. O que será que a Vela estava fazendo naquele momento? Já tinham começado? Será que já tinham se beijado? Meu pau ficou duro só de pensar... Decidi distrair a mente e fui preparar algo pra comer.
... Enquanto isso, no quarto...
- Bom, vamos lá, tudo pronto. Comecem a gravar... já! — disse Tommy, sentando-se numa cadeira.
Vale e Fer estavam sentados aos pés da cama. Tommy começou a fazer perguntas, os nomes deles, seus trabalhos, suas vidas...
- Então, eu me chamo Fernando, mas me chamam de Fer... e sou ator pornô. Gosto de foder com novinhas.
- Eu sou a Vale, tenho 22 anos...
- Me disseram que você tem namorado, é verdade? — interrompeu Tommy
- Sim...
- E o que ele pensaria se soubesse que você está aqui?
- Haha, não ia gostar muito... Ele é muito ciumento e conservador. Mas eu gosto, então faço e pronto. Ele não vai ficar sabendo porque não vê pornô, então...
- Ah... muito bem. E você, Fernando. Não te incomoda comer uma mulher comprometida?
- Haha, na verdade, não... Na verdade, gosto que ela tenha namorado. Isso dá mais tesão na parada...
A conversa continuou por alguns segundos, e depois o silêncio tomou conta. Fernando tomou a iniciativa e, afastando o cabelo loiro da Vale para o lado, puxou-a para perto e a beijou com ternura. Mordeu os lábios dela e depois enfiou a língua. Vale respondeu, fechando os olhos e abrindo a boca. Fernando a puxou para perto e tocou os peitos dela, deixando os mamilos duros, que marcavam por baixo da blusa. Depois, pegou a mão da garota e a levou até o volume do seu pau. Ela o segurou e começou a acariciar. Então ele se levantou, e ela abaixou a calça dele. calças e a cueca, deixando à mostra uma bela rola de 19 centímetros, dura, incrivelmente rija e totalmente depilada.
— Nossa... — exclamou Vale. — Que barbaridade... Isso vai doer, acho eu...
— Qual é, nunca viu ela assim? Seu namorado tem uma menor?
— Bem menor... essa aqui nem com duas mãos consigo pegar inteira...
— Então, tá esperando o quê, gostosa... brinca com ela
Vale obedeceu e, sentada na cama, começou a chupar. Era a primeira rola que chupava além da do Santi. Nunca tinha chupado outro cara, e quando começou com o namorado, tinha nojinho. Mas ele ensinou. E agora ia usar tudo que aprendeu com outro macho.
Vale abriu as pernas, a saia subiu e mostrou pra câmera a calcinha fio-dental preta, transparente, deixando ver parte da buceta depilada. Os sons de chupada encheram o quarto, e ela começou a babar um pouco. Fernando gemia de prazer. Depois de uns minutos, ele pegou ela pelos braços, colocou de pé e jogou de costas na cama. Agarrou o vestido e tirou pelos pés, jogando no chão. Vale tinha uma cinta-liga preta impressionante, com meia arrastão preta e salto alto. Ela tinha colocado a calcinha por cima das ligas, pra poder tirar sem desafivelar a cinta. Fernando sorriu com o espetáculo, tirou a calcinha pelas pernas e se embriagou com o cheiro da buceta molhada. Na sequência, deitou sobre ela e se preparou pra meter.
— Peraí, peraí — exclamou Vale, se afastando. — E a camisinha?
— Sem camisinha. Achei que já tinha sido combinado.
— Então não — disse Vale, sentando na cama. — Tommy?
— Corta! — disse Tommy. — Olha... Não achei que precisasse falar. Você disse que tomava pílula, qual é o problema então? Meus caras são limpos. A empresa exige exames médicos antes de cada filmagem.
— Não é isso... É que... com o Santi eu sempre uso camisinha. A gente não confia muito e Isso... Ele sempre insistiu muito, e eu sempre falei que não. Tô com receio de fazer agora, e sem ele...
- Nunca fez sem camisinha? - perguntou Fer.
- Não... - Vale baixou o olhar.
- Então, querida, não trouxemos camisinhas pra gravação. E acho que o Fer não vai curtir as do seu namorado... Confia em mim, trabalho com pornô, foder é minha vida. A pílula é 100% confiável. Se você tomou direitinho todo dia no mesmo horário, não tem problema nenhum.
- É... mas meu namorado sempre quis fazer e eu negava...
- Bom, então faz com ele amanhã, depois de amanhã e no outro dia, porra. Pra isso que ele é seu namorado. As primeiras vezes são superestimadas. Os espectadores não gostam de camisinha, e ter que colocar aquilo é um saco - Vale ainda estava indecisa. - Qual é, Vale, não seja infantil. Vamos continuar, que o Fer já tá broxando - a pica do Fer já tinha caído pra uns 60 graus. Vale pensou por um segundo. Mordeu o lábio... e no fim topou.
- Tá bom - e se posicionou do mesmo jeito que antes. A pica do Fernando subiu na hora de novo.
- A primeira vez que alguém vai sentir essa buceta quente e molhada... adoro - disse Fernando e se deitou por cima de novo.
- Beleza, a gente coloca isso com a câmera 2 e não vai dar pra notar o corte - falou Tommy pros câmeras. - Ação!
Fernando continuou. Passou a mão nos peitos dela, colocou a pica na entrada da buceta da Vale, e foi empurrando. Ela gemeu de prazer. Era a primeira vez que transava sem camisinha, e a diferença era enorme. Fer chegou no fundo da buceta dela, mas continuou empurrando. Vale gozou na hora. Fernando continuou empurrando até as bolas dele encostarem na bunda da Vale, e aí começou a meter. O barulho dos corpos batendo ecoava, misturado com os gemidos da Vale.
Ficaram assim por uns minutos. Depois Fernando mandou ela virar e ficar de quatro, olhando pra câmera. Vale subiu os saltos na cama e obedeceu. Fer se posicionou. atrás e fodeu ela de novo, por 10 minutos, dando tapas fortes com a palma da mão na bunda dela de vez em quando. Ao mesmo tempo, batia uma punheta nela com uma mão entre as pernas. Vale gozou de novo antes do Fernando. Ela adorava essa posição. Com o Santi não fazia, porque não sentia muito. Mas com essa pica enorme que o Fernando tinha, ela não conseguia parar de gemer. Depois de um tempo, Fernando começou a gemer forte, tirou ela, virou a Vale e enfiou a cabeça da pica na boca dela. Ela abriu os lábios obediente. Aí o Fernando gozou. Foram 4 jorros longos.
– Muito bem, agora mostra a boca pra câmera, abre bem, pra aparecer a porra. Depois prova e engole – disse o Tommy. Isso depois seria cortado do vídeo, na hora da dublagem.
Vale parou por um instante, por causa da ordem. Nunca engolia porra. Com o namorado Santi, sempre cuspia. Mas com a câmera e todo mundo olhando, ficou com vergonha de desobedecer e estragar tudo que tinham gravado até ali, então provou, abriu bem a boca, e depois engoliu de uma vez. E gostou.
... na sala...
Fiquei esperando mais de meia hora. Preparei comida e servi água pra todo mundo que pediu. Depois sentei com os outros caras e vi TV, como se fosse mais um. Como se minha namorada não estivesse naquele momento no meu quarto dando pra um desconhecido. Será que tinham fodido? Talvez a cena não pedisse, talvez só tivessem se agarrado um pouco, ou no máximo ela tivesse chupado ele... Achei que ouvi um gemido, e um tapa, mas talvez fosse minha imaginação... Não dava pra ter certeza, a TV tava alta.
Por fim, saíram. Fer foi o primeiro a entrar na sala. Tava só de cueca, com o resto da roupa na mão. O peito e a testa brilhavam de suor, e a pica dele balançava, mole mas enorme.
– Ei, campeão! Como foi? Como ela é? – começaram a perguntar. Vale me chamou do banheiro, então levantei e fui ver como minha namorada tinha ficado. No meu O quarto tava muito quente, e o cheiro de sexo era forte. Conhecia bem o cheirinho da buceta da minha namorada. Ela tinha curtido, sem dúvida.
— E aí, como foi? — perguntei seco, entrando no banheiro. Vale tava pelada, só de liga, meia e salto. O peito dela brilhava de suor, e o cabelo, antes lisinho e arrumadinho, tava todo bagunçado, com alguns fios colados na bochecha.
— Foi bom. Agora tenho que vestir o vestido preto justo, arrumado. Vou ser uma esposa numa festa, que briga com o marido e acaba dando pra um amigo.
— O que vocês fizeram?
— Bom... Chupei um pouco a rola dele, e depois a gente transou. Nada demais — era óbvio. Mas eu ainda tinha esperança de que não tivessem ido até o fim.
— Sua boca tá com cheiro de porra — falei, me aproximando pra beijar ela.
— É... é que ele gozou na minha boca. E com o nervosismo e as câmeras... acabei engolindo.
— Quê? Mas a minha você nunca engoliu.
— Sei, mas não foi de propósito.
— Porra, Vale. Tem mais alguma coisa pra me contar?
— Não... Não, é só. Bom... sim. Mas isso você já sabia. Agora é a vez do anal — meu coração deu um pulo. Quase tinha esquecido. — Você tem que... me ajudar a me preparar.
Preparar o cu da minha namorada pra outro cara meter. Inacreditável. Mas fazer o quê. Usei o necessário, lubrificante e o plug que a gente tinha comprado. Ela ficou de quatro no chão, eu passei bem no cu dela e depois enfiei o plug, pra ir dilatando. Ela gemeu um pouco, mas não doeu.
— Beleza. Vou deixar ele até a gente gravar. Vou tomar um banho rápido.
Vale lavou o corpo e depois vestiu uma fio dental e o vestido arrumado. Tava uma gostosa. Calçou as botas pretas de cano alto e colocou uns brincos. Depois a gente saiu, se despediu, ela ficou no quarto e eu fui pra sala. No corredor, cruzei com o Mariano, que me cumprimentou animado. Já tinha falado com ele antes. Ele entrou no quarto e fechou a porta. Era óbvio o que ia rolar. Era o próximo. O cara que ia comer minha namorada. Na sala, Fer contava pra todo mundo a foda que tinha dado na Vale.
— Ei, Santi. Por que você não vai comprar umas cervejas? Tô com sede... — ele falou quando me aproximei do grupo. A real é que não tava muito a fim de ficar ali ouvindo a história dele, então fui comprar. Não queria esperar de novo enquanto a Vale pegava o Mariano.
No começo foi só uma sessão de fotos sexy. Mas no fim, ela acabou transando com um cara, e gravada em vídeo. Ela não me falou nada, e eu tive que descobrir por um amigo que tinha visto o vídeo na internet. Quando vi ela lá transando com um desconhecido, chupando a pica dele, vestida que nem uma puta... fiquei com muito tesão, mas também fiquei puto pra caralho, e me irritei. Era pra ser só fotos. Falei pra ela, e claro, ela ficou na defensiva, dizendo que era eu que tinha pedido e tal. Eu tive que engolir minhas palavras, e falei pra ela não fazer de novo. Mas já era tarde. Ela tinha adorado se gravar transando, e fazer isso com outro cara que não era eu. E pra completar, o vídeo tinha feito muito sucesso, e o diretor tinha oferecido pra ela gravar mais algumas cenas. E ela aceitou. Fiquei possesso, mas tive que engolir. No fim das contas, fui eu quem insistiu... E aí acabou aquela história. Agora vou continuar com as coisas novas que rolaram.
Bom, já tinha passado um mês desde a parada do vídeo. Eu quase tinha esquecido, mas quando pensava nisso ainda fervia de raiva. Achei que a outra proposta que fizeram pra Vale tinha dado em nada, porque ela não me falou mais sobre isso. Mas um dia, quando voltei do trampo, ela tocou no assunto de novo.
— Amor. Lembra da proposta que me fizeram? — eu assenti, e o nervoso bateu forte no estômago. — Então, querem gravar logo. Seriam algumas cenas, pra vender uma por uma, mas iam gravar tudo junto. E o Tommy me prometeu que vou ficar com 10% do que o DVD arrecadar — Tommy era aquele diretor. Fiquei calado. Já tinha dito que não queria que ela fizesse, mas ela não tava nem aí. — Não faz essa cara. Já conversamos sobre isso.
— Conversamos, sim, mas você não me deu a mínima.
— Olha, foi você quem ficou me enchendo o saco por meses. Agora que eu fiz, você fica puto. Pois é, não vou falar não pro Tommy agora só porque você ficou ciumento do nada...
— Ah, deixa pra lá. Quanto antes acabar, melhor. Pelo menos vão me dar uma cópia do DVD, né? Da outra vez tive que comprar pra poder ver você dando pra outro.
— Não sei... Vou perguntar pro Tommy. Mas... tem uma coisa que preciso te contar — já esperava o pior. — Olha, vou ficar com os 10%... mas pra isso tive que oferecer uma coisa.
— O quê?
— Que a gente gravaria todas as cenas aqui, em casa.
— O quê?? Aqui?
— É... Eles economizam grana com cenário e tal. E não teria pressa pra terminar.
— Porra, Vale, isso não dá...
— Não seja idiota. Prefere que eu vá pra casa de um desconhecido? Que pode me fazer qualquer coisa? coisa? Pelo menos aqui eu tô segura... não é melhor? – suspirei. Além disso, convenci o Tommy e você vai poder ficar no set – isso me animou um pouco, ao mesmo tempo que o sangue fervia de novo.
– Vou te ver... fodendo?
– Não, isso não... Eles não querem ninguém por perto enquanto gravam. Mas você vai poder ficar aqui em casa, com os atores, roteiristas e tal, e a gente vai poder conversar entre uma cena e outra...
– Ah, olha que legal. Vou poder ficar na minha própria casa enquanto te comem. Que bom.
– Não seja sarcástico.
– Tá, e de quantas cenas a gente tá falando? São todas com o mesmo cara, né?
– Bom... não, claro que não. É um cara diferente pra cada cena.
– Ah, então ainda vão te comer vários caras? – exclamei, puto.
– É, mas... não ao mesmo tempo. Tem um intervalo entre uma cena e outra... – suspirei. Isso sim era o cúmulo. Um monte de caras na minha própria casa, esperando pra foder a Vale. Já imaginava todos eles, fazendo booty pra meter nela. E eu teria que ficar lá, vendo eles entrarem com a pica dura e saírem murchos, com os ovos vazios. Era humilhante.
– Enfim, e quando vai ser isso?
– Bom, vai ser o domingo inteiro. Então no sábado a gente tem que ir fazer compras. O Tommy falou pra eu comprar um monte de coisa picante e tal.
– E eu tenho que ir junto?
– Claro. Pra você me ver vestida, escolher e tal.
– Pra escolher a roupa que você vai usar pra foder outro, você quer dizer.
– Isso. E não enche o saco com esse assunto, ok? Preciso lembrar de quem foi a ideia?
Desisti. Era inútil. Me excitava pensar nisso, mas ao mesmo tempo me dava uma raiva danada. E na minha própria casa. O negócio tava feio. Mas enfim, segurei a onda. Terminamos a semana sem falar mais no assunto, e no sábado fomos fazer compras. Foi o dia mais difícil que eu lembro. Acordamos umas 9, tomamos café e saímos. Ela vestiu uma roupa confortável, pra poder tirar fácil no provador: uma saia longa, com uns sapatos fechados, e uma blusa. leve.
A gente passou em quase todas as lojas da cidade. Na maioria, não comprávamos nada porque, segundo a Vale, a roupa não era provocante o suficiente. Ela experimentou centenas e centenas de vestidos e camisas. Eu tive que sentar com ela no provador e ver ela se despir, ficar só de fio dental e sutiã, e experimentar um modelito atrás do outro. Meu pau ficava duro o tempo todo, e ali eu não podia me saciar. Toda vez que tentava tocar ou beijar ela, ela me afastava. Compramos umas saias curtas, bem curtas e justas, uma vermelha xadrez de adolescente, e outra preta. Ela também comprou umas meias que iam até o meio da coxa, do tipo renda, quadriculadas. Comprou também uma cinta-liga preta pra segurar elas. Tive que ver ela vestida de cinta-liga e meias, e mais nada, no provador. Imagina como eu tava. Depois comprou um sutiã e uns saltos bem altos, pretos também, junto com umas botas de couro até o joelho, de salto. Almoçamos por lá e continuamos olhando lojas. A Vale comprou uns tangas numa loja de lingerie, todos bem transparentes, e uns sutiãs com bordados.
— O que você acha desse? — disse a Vale, num provador, me mostrando como ficava uma camiseta justa, sem ombros e com as costas de fora. Tava matadora.
— Muito bem, amor — falei, apertando meu pau. Ela sorriu e experimentou outra saia. Eu me aproximei por trás e passei a mão nos peitos dela.
— Santi... para com isso. Já te falei que não vamos fazer nada, nem aqui nem quando chegarmos em casa.
— Como assim? Isso de em casa também não, você não tinha me falado — eu tinha passado o dia todo desejando voltar pro apartamento pra pegar ela.
— Pois não. Amanhã vai ser um dia puxado, e quero descansar bem — fala sério —. Então para de criar expectativas, porque depois, quando eu falo que não, você fica puto. Já te avisei. E aliás... tem uma coisa que não te contei. O Tommy me ligou ontem e perguntou se eu queria fazer uma cena anal — fiquei um instante pasmo —. Não leve a mal. Respondi. Disse que ia pensar.
— Você não falou que não? Tá, não tem o que pensar. É um não, categórico.
— Santi, tão me oferecendo 20% dos lucros... só por uma cena...
— Tá, deixa eu ver se entendi. Desde que a gente começou a namorar, eu tô insistindo pra você me deixar comer seu cu. E você nunca deixou. E agora tá dizendo que quer fazer isso com um cara qualquer?
— Não é que eu queira, mas porra... é uma grana.
— Não, não, Vale. Se você quer estrear sua bunda, quero ser eu quem vai fazer. Sério, seria o cúmulo um cara que você nem conhece te foder antes de mim.
— Santi... não fala assim. Não quero brigar. Além disso... já falei que sim.
— Como? Você não disse que ia pensar?
— Falei... mas não. Falei que sim. E já tá feito, então aceita e pronto. Não tinha que ter insistido tanto. Agora aguenta.
— Porra, isso eu não esperava. Um cara comer o cu da minha namorada... quando eu tava há tanto tempo querendo fazer... Era injusto, e me dava uma raiva do caralho. Mas olhando pelo lado bom... se ela estreasse, eu também poderia fazer. Em segundo lugar, sim, mas depois e a partir daí a gente praticaria sexo anal. Pelo menos eu tiraria algo bom daquilo tudo. Mas Vale me olhou, sacou o que eu tava pensando, e disse:
— Santi, não se iluda. Te falei que não, e continuo falando. Eu não gosto de sexo anal. Isso seria só pra um trabalho, e não vou fazer de novo.
— Ah, então além de um cara te foder o cu, você tá me dizendo que eu também não vou poder fazer depois?
— Sim. Exatamente isso. Então não se iluda. E não faz essa cara, e me ajuda a fechar esse vestido.
Eu me resignei. Vale tava usando um vestido preto, inteiro, dos peitos até um pouco abaixo dos joelhos. Marcava até as pintas de tão justo que era.
Depois fomos a um sexshop. Compramos um lubrificante anal e um plug, pra Vale poder Prepara a buceta dela.
Depois de um dia super pesado, cansados e suados, voltamos pra casa. Fiz a janta enquanto Vale tomava banho, aí comemos e fomos dormir cedo. Só pra garantir, tentei algo quando apaguei as luzes. Comecei a tocar ela, mas ela foi bem direta e afastou minha mão. Suspirei e dormi, com a pika quase explodindo.
No dia seguinte, acordei com a campainha tocando às 8 da manhã. Vale ainda tava dormindo. Tava linda com seu pijaminha, sem sutiã e toda dormindo, encolhida entre os lençóis. Tentei dormir de novo, mas a campainha tocou outra vez, então fui abrir. Era um cara alto e moreno. Atrás dele, tinha mais 3 caras.
- Oi. Sou Tommy. Você deve ser... Santi, né? - disse ele, estendendo a mão, sorrindo. - Viemos gravar com a Vale. Lembra?
- Ah, sim - falei, sentindo o mundo desabar. - Um pouco cedo, né? Ela ainda tá dormindo.
- É, é que temos que montar um monte de coisas.
- Quem é? - disse Vale, que tinha acabado de aparecer atrás de mim. Tava descalça, ainda de pijama. - Ah! Tommy! Oi, tudo bem? - eles se deram dois beijos. - Não esperava vocês tão cedo.
- Quem cedo madruga, Deus ajuda - disse Tommy.
- Haha. Bom, entra, vai montando tudo e tal... Se precisar de algo, fala com o Santi. Vou tomar um banho - e foi pro banheiro.
- Beleza, podem entrar - só tinha visto três caras. Mas no corredor ainda tinha mais 4. Todos foram entrando, e depois fechei a porta. Quantos daqueles 7 caras iam comer a Vale? - Então, Santi. Não se preocupa, não vamos te incomodar muito, a gente sabe o que faz. Só me diz onde é o quarto.
- O quarto? Pra quê?
- Pra instalar as câmeras. Vamos gravar quase todas as cenas lá - porra. Na minha própria cama iam pegar minha mina?? Aquilo era humilhante. - Por aqui - e levei eles pro meu quarto.
Depois eles começaram a trabalhar e eu fui pra cozinha, tomar café. Preparei o café da Vale também, que ela tomou quando saiu do banho. Ela saiu do banheiro quase nua, com uma toalha simples enrolada no corpo, cobrindo dos peitos até um pouco abaixo da bunda. O cabelo molhado caía sobre os ombros. Quando entrou na sala, todos os caras (porque só tinha homem ali) viraram pra olhar ela.
— Valeu, amor — disse ela, pegando o café da manhã que eu tinha preparado.
— Se veste, né? Não anda assim, isso aqui tá cheio de gente.
— Haha, relaxa. Acho que vão ver muito mais... Cadê o Tommy?
— No quarto. Aliás, você não me avisou que iam te foder na nossa cama.
— É... mas pô, onde você queria que fosse? — resmunguei —. Bom, vou ver como tá tudo.
— Ei... fala com o Tommy pra ver se ele deixa eu ficar de boa enquanto vocês gravam... quero ver.
— Beleza, mas não prometo nada.
Vale foi embora, rebolando a bunda. Dava pra ver um pedaço da bunda dela aparecendo por baixo da toalha. Percebi que todo mundo ali também viu. Depois de um tempo, enquanto eu ficava de pé olhando os caras indo e vindo, um cara alto, moreno e musculoso chegou perto de mim.
— Oi, me chamo Juan. Você é o Santi, né?
— Sim.
— Hehe, prazer — apertamos as mãos —. Uau, você tem sorte de ter a Vale como namorada. Sempre pra você, pra fazer o que quiser com ela... Eu trabalhei duro pra gravar uma cena com ela hoje — ah, então era esse que ia comer ela? E falava comigo tão na boa... — Ela é boa na cama? — eu mordi a língua.
— Bom... você vai ver.
— Hehe, sim.
Pouco depois, a Vale apareceu.
— O Tommy disse que você não pode ver. Os atores se distraem se tiver público de fora do filme olhando. Mas ele disse que a gente pode conversar entre uma cena e outra. Você vai me ajudar a me limpar e me preparar pra próxima tomada — Ah, que legal, pensei — Vamos pro banheiro, já deixei toda a roupa que vou vestindo por lá.
Fomos pro banheiro. Dava pra ver que no meu quarto tinham montado dois refletores grandes e várias câmeras em tripés. No banheiro, fechamos a porta, e a Vale se Ela tirou a toalha, ficando totalmente nua. Eu levantei de repente.
— Tommy disse pra eu vestir isso pra primeira cena. Boa escolha, né? — Vale me mostrou as meias de rede que compramos, os saltos e a saia preta —. E por cima esse vestidinho... pra não aparecer o ligueiro. O que você acha? — Era um vestido que chegava bem abaixo do ligueiro, no meio da coxa. Era justinho e de alças, marcando os bicos dos peitos e a bunda. Ela também tinha colocado uma calcinha fio-dental preta.
— Tá bom. E quem vai ser o primeiro?
— Ah, sei lá... Só sei um pouco da história. É um vídeo caseiro normalzinho... Primeiro vão fazer uma entrevista curta, e depois a gente transa. A ideia é que sou uma mina que tem namorado e vai fazer pornô sem ele saber — ela sorriu —. Quase real, né? — Eu encolhi os ombros.
Vale se maquiou, passou sombra nos olhos e gloss nos lábios. Depois colocou meu perfume favorito, e saímos juntos do banheiro. Fomos até a sala, onde ela foi recebida com aplausos. Ela andou um pouco e deu uma volta de 360º pra se mostrar bem, enquanto sorria. Ela ficava excitada sabendo que tantos caras estavam de olho nela.
— Esse corpo! — Teve vários comentários do tipo. Eu me afastei um pouco pra parecer mais um. Me dava muita vergonha que soubessem que era minha mina. Nessa hora, apareceu Tommy, que vinha do quarto.
— Muito bem, Vale. Ufa, você tá uma gostosa. Fer, você entra na primeira cena.
— Demais! Tava doida pra isso... — E um cara do grupo se aproximou. Vale sorriu pra ele, e trocaram dois beijos.
— Beleza, vamos começar. Entrem vocês dois, Marco e Julián pra gravar... e pronto. Isso, podem ir — E todos entraram. Antes, Tommy falou algo no ouvido de Vale, e depois foi pro meu quarto. Vale veio até mim.
— Olha, vê se dá pra preparar alguma coisa pra petiscar. E dá uma olhada se consegue comprar umas cervejas.
— Como assim, comprar? Enquanto você transa? Eu quero ficar aqui.
— Aqui você não faz nada. Não vai ver porra nenhuma, então que perde tempo... mas você mesmo. Faz alguma coisa de comer, isso sim. Vou indo, querido. Te amo— ele me beijou por um instante, e pude sentir o cheiro dele pela última vez antes que aquele tal Fer a comesse. Depois, ele se virou e entrou no quarto.
Fiquei parado por alguns minutos, sem saber o que fazer. Os caras ao redor foram se sentando e ligaram a televisão. O que será que a Vela estava fazendo naquele momento? Já tinham começado? Será que já tinham se beijado? Meu pau ficou duro só de pensar... Decidi distrair a mente e fui preparar algo pra comer.
... Enquanto isso, no quarto...
- Bom, vamos lá, tudo pronto. Comecem a gravar... já! — disse Tommy, sentando-se numa cadeira.
Vale e Fer estavam sentados aos pés da cama. Tommy começou a fazer perguntas, os nomes deles, seus trabalhos, suas vidas...
- Então, eu me chamo Fernando, mas me chamam de Fer... e sou ator pornô. Gosto de foder com novinhas.
- Eu sou a Vale, tenho 22 anos...
- Me disseram que você tem namorado, é verdade? — interrompeu Tommy
- Sim...
- E o que ele pensaria se soubesse que você está aqui?
- Haha, não ia gostar muito... Ele é muito ciumento e conservador. Mas eu gosto, então faço e pronto. Ele não vai ficar sabendo porque não vê pornô, então...
- Ah... muito bem. E você, Fernando. Não te incomoda comer uma mulher comprometida?
- Haha, na verdade, não... Na verdade, gosto que ela tenha namorado. Isso dá mais tesão na parada...
A conversa continuou por alguns segundos, e depois o silêncio tomou conta. Fernando tomou a iniciativa e, afastando o cabelo loiro da Vale para o lado, puxou-a para perto e a beijou com ternura. Mordeu os lábios dela e depois enfiou a língua. Vale respondeu, fechando os olhos e abrindo a boca. Fernando a puxou para perto e tocou os peitos dela, deixando os mamilos duros, que marcavam por baixo da blusa. Depois, pegou a mão da garota e a levou até o volume do seu pau. Ela o segurou e começou a acariciar. Então ele se levantou, e ela abaixou a calça dele. calças e a cueca, deixando à mostra uma bela rola de 19 centímetros, dura, incrivelmente rija e totalmente depilada.
— Nossa... — exclamou Vale. — Que barbaridade... Isso vai doer, acho eu...
— Qual é, nunca viu ela assim? Seu namorado tem uma menor?
— Bem menor... essa aqui nem com duas mãos consigo pegar inteira...
— Então, tá esperando o quê, gostosa... brinca com ela
Vale obedeceu e, sentada na cama, começou a chupar. Era a primeira rola que chupava além da do Santi. Nunca tinha chupado outro cara, e quando começou com o namorado, tinha nojinho. Mas ele ensinou. E agora ia usar tudo que aprendeu com outro macho.
Vale abriu as pernas, a saia subiu e mostrou pra câmera a calcinha fio-dental preta, transparente, deixando ver parte da buceta depilada. Os sons de chupada encheram o quarto, e ela começou a babar um pouco. Fernando gemia de prazer. Depois de uns minutos, ele pegou ela pelos braços, colocou de pé e jogou de costas na cama. Agarrou o vestido e tirou pelos pés, jogando no chão. Vale tinha uma cinta-liga preta impressionante, com meia arrastão preta e salto alto. Ela tinha colocado a calcinha por cima das ligas, pra poder tirar sem desafivelar a cinta. Fernando sorriu com o espetáculo, tirou a calcinha pelas pernas e se embriagou com o cheiro da buceta molhada. Na sequência, deitou sobre ela e se preparou pra meter.
— Peraí, peraí — exclamou Vale, se afastando. — E a camisinha?
— Sem camisinha. Achei que já tinha sido combinado.
— Então não — disse Vale, sentando na cama. — Tommy?
— Corta! — disse Tommy. — Olha... Não achei que precisasse falar. Você disse que tomava pílula, qual é o problema então? Meus caras são limpos. A empresa exige exames médicos antes de cada filmagem.
— Não é isso... É que... com o Santi eu sempre uso camisinha. A gente não confia muito e Isso... Ele sempre insistiu muito, e eu sempre falei que não. Tô com receio de fazer agora, e sem ele...
- Nunca fez sem camisinha? - perguntou Fer.
- Não... - Vale baixou o olhar.
- Então, querida, não trouxemos camisinhas pra gravação. E acho que o Fer não vai curtir as do seu namorado... Confia em mim, trabalho com pornô, foder é minha vida. A pílula é 100% confiável. Se você tomou direitinho todo dia no mesmo horário, não tem problema nenhum.
- É... mas meu namorado sempre quis fazer e eu negava...
- Bom, então faz com ele amanhã, depois de amanhã e no outro dia, porra. Pra isso que ele é seu namorado. As primeiras vezes são superestimadas. Os espectadores não gostam de camisinha, e ter que colocar aquilo é um saco - Vale ainda estava indecisa. - Qual é, Vale, não seja infantil. Vamos continuar, que o Fer já tá broxando - a pica do Fer já tinha caído pra uns 60 graus. Vale pensou por um segundo. Mordeu o lábio... e no fim topou.
- Tá bom - e se posicionou do mesmo jeito que antes. A pica do Fernando subiu na hora de novo.
- A primeira vez que alguém vai sentir essa buceta quente e molhada... adoro - disse Fernando e se deitou por cima de novo.
- Beleza, a gente coloca isso com a câmera 2 e não vai dar pra notar o corte - falou Tommy pros câmeras. - Ação!
Fernando continuou. Passou a mão nos peitos dela, colocou a pica na entrada da buceta da Vale, e foi empurrando. Ela gemeu de prazer. Era a primeira vez que transava sem camisinha, e a diferença era enorme. Fer chegou no fundo da buceta dela, mas continuou empurrando. Vale gozou na hora. Fernando continuou empurrando até as bolas dele encostarem na bunda da Vale, e aí começou a meter. O barulho dos corpos batendo ecoava, misturado com os gemidos da Vale.
Ficaram assim por uns minutos. Depois Fernando mandou ela virar e ficar de quatro, olhando pra câmera. Vale subiu os saltos na cama e obedeceu. Fer se posicionou. atrás e fodeu ela de novo, por 10 minutos, dando tapas fortes com a palma da mão na bunda dela de vez em quando. Ao mesmo tempo, batia uma punheta nela com uma mão entre as pernas. Vale gozou de novo antes do Fernando. Ela adorava essa posição. Com o Santi não fazia, porque não sentia muito. Mas com essa pica enorme que o Fernando tinha, ela não conseguia parar de gemer. Depois de um tempo, Fernando começou a gemer forte, tirou ela, virou a Vale e enfiou a cabeça da pica na boca dela. Ela abriu os lábios obediente. Aí o Fernando gozou. Foram 4 jorros longos.
– Muito bem, agora mostra a boca pra câmera, abre bem, pra aparecer a porra. Depois prova e engole – disse o Tommy. Isso depois seria cortado do vídeo, na hora da dublagem.
Vale parou por um instante, por causa da ordem. Nunca engolia porra. Com o namorado Santi, sempre cuspia. Mas com a câmera e todo mundo olhando, ficou com vergonha de desobedecer e estragar tudo que tinham gravado até ali, então provou, abriu bem a boca, e depois engoliu de uma vez. E gostou.
... na sala...
Fiquei esperando mais de meia hora. Preparei comida e servi água pra todo mundo que pediu. Depois sentei com os outros caras e vi TV, como se fosse mais um. Como se minha namorada não estivesse naquele momento no meu quarto dando pra um desconhecido. Será que tinham fodido? Talvez a cena não pedisse, talvez só tivessem se agarrado um pouco, ou no máximo ela tivesse chupado ele... Achei que ouvi um gemido, e um tapa, mas talvez fosse minha imaginação... Não dava pra ter certeza, a TV tava alta.
Por fim, saíram. Fer foi o primeiro a entrar na sala. Tava só de cueca, com o resto da roupa na mão. O peito e a testa brilhavam de suor, e a pica dele balançava, mole mas enorme.
– Ei, campeão! Como foi? Como ela é? – começaram a perguntar. Vale me chamou do banheiro, então levantei e fui ver como minha namorada tinha ficado. No meu O quarto tava muito quente, e o cheiro de sexo era forte. Conhecia bem o cheirinho da buceta da minha namorada. Ela tinha curtido, sem dúvida.
— E aí, como foi? — perguntei seco, entrando no banheiro. Vale tava pelada, só de liga, meia e salto. O peito dela brilhava de suor, e o cabelo, antes lisinho e arrumadinho, tava todo bagunçado, com alguns fios colados na bochecha.
— Foi bom. Agora tenho que vestir o vestido preto justo, arrumado. Vou ser uma esposa numa festa, que briga com o marido e acaba dando pra um amigo.
— O que vocês fizeram?
— Bom... Chupei um pouco a rola dele, e depois a gente transou. Nada demais — era óbvio. Mas eu ainda tinha esperança de que não tivessem ido até o fim.
— Sua boca tá com cheiro de porra — falei, me aproximando pra beijar ela.
— É... é que ele gozou na minha boca. E com o nervosismo e as câmeras... acabei engolindo.
— Quê? Mas a minha você nunca engoliu.
— Sei, mas não foi de propósito.
— Porra, Vale. Tem mais alguma coisa pra me contar?
— Não... Não, é só. Bom... sim. Mas isso você já sabia. Agora é a vez do anal — meu coração deu um pulo. Quase tinha esquecido. — Você tem que... me ajudar a me preparar.
Preparar o cu da minha namorada pra outro cara meter. Inacreditável. Mas fazer o quê. Usei o necessário, lubrificante e o plug que a gente tinha comprado. Ela ficou de quatro no chão, eu passei bem no cu dela e depois enfiei o plug, pra ir dilatando. Ela gemeu um pouco, mas não doeu.
— Beleza. Vou deixar ele até a gente gravar. Vou tomar um banho rápido.
Vale lavou o corpo e depois vestiu uma fio dental e o vestido arrumado. Tava uma gostosa. Calçou as botas pretas de cano alto e colocou uns brincos. Depois a gente saiu, se despediu, ela ficou no quarto e eu fui pra sala. No corredor, cruzei com o Mariano, que me cumprimentou animado. Já tinha falado com ele antes. Ele entrou no quarto e fechou a porta. Era óbvio o que ia rolar. Era o próximo. O cara que ia comer minha namorada. Na sala, Fer contava pra todo mundo a foda que tinha dado na Vale.
— Ei, Santi. Por que você não vai comprar umas cervejas? Tô com sede... — ele falou quando me aproximei do grupo. A real é que não tava muito a fim de ficar ali ouvindo a história dele, então fui comprar. Não queria esperar de novo enquanto a Vale pegava o Mariano.
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