Minha namorada atriz pornô II: Porno caseiro

Fala, amigo do Poringa!! Tô compartilhando um conto que um colega escreveu pra mim e minha mina faz um tempão. Como sou um cuck de carteirinha e supertarado, achei uma ideia foda dividir isso com vocês.Quem curte esse tesão pode me chamar no privado, tô afim de trocar uma ideia nessa parada de chifre consentido!Aqui vai o relato:Minha namorada, atriz pornô II: Porno caseiro.Oi de novo. Aqui estou eu outra vez pra contar o resto da minha história. Vou dar uma pequena introdução do que contei antes, pra vocês lembrarem de tudo e se situarem. Meu nome é Santi, e já faz muitos anos que tô saindo com a Vale. Na época que isso aconteceu, ela tinha 22 anos, e a gente já tava junto há 3. A Vale é uma loira gostosa pra caralho, como já falei, com uma carinha de anjo e uma raba perfeita. Os peitos dela são pequenos, mas muito sensuais. Ultimamente eu tava interessado nessa parada de cuckold, e fiquei insistindo pra ela transar com outro cara, mas ela recusou de cara. No começo até ficou meio puta, mas depois foi aceitando, e até me contava histórias (falsas) das aventuras dela, pra me deixar excitado. Mas eu queria que ela fizesse de verdade, e continuei enchendo o saco. Ela negou, até que um dia, aconteceu. Ela contou pra uma amiga, e por acaso um cara que tava por ali ficou sabendo... e bom, esse cara conhecia outro cara que conhecia um que era amigo de um diretor de pornô amador. É difícil achar mina tão gostosa quanto a Vale disposta a se gravar transando com um estranho, ainda mais se tem namorado. Mas esse cara, que ficou sabendo que eu deixaria ela, contou pro diretor, e um dia ele fez uma proposta. Bom, já contei o resto da história.
No começo foi só uma sessão de fotos sexy. Mas no final, ela acabou transando com um cara, e gravada em vídeo. Ela não me falou nada, e eu tive que descobrir por um amigo que viu o vídeo na internet. Quando vi ela lá transando com um desconhecido, chupando a pica dele, vestida que nem uma puta... fiquei com muito tesão, mas fiquei puto pra caralho, e me irritei. Era pra ser só fotos. Falei pra ela, e claro, ela ficou na defensiva, dizendo que era eu que tinha pedido e tal. Eu tive que engolir minhas palavras, e falei pra ela não fazer de novo. Mas já era tarde. Ela tinha gostado de se gravar transando, e de fazer com outro cara que não era eu. E pra completar, o vídeo tinha feito muito sucesso, e o diretor tinha oferecido pra ela gravar mais algumas cenas. E ela aceitou. Eu fiquei possesso, mas tive que me segurar. No fim das contas, fui eu que insisti... E aí terminou aquela outra história. Agora vou continuar com as coisas novas que rolaram.
Bom, já tinha passado um mês desde o vídeo. Eu quase tinha esquecido, mas quando pensava nisso ainda fervia de raiva. Achei que a outra proposta que fizeram pra Vale tinha dado em nada, porque ela não me falou mais nada. Mas um dia, quando voltei do trampo, ela tocou no assunto de novo.
— Amor. Lembra da proposta que me fizeram? — eu concordei, e o nervoso bateu no meu estômago. — Então, querem gravar logo. Seriam algumas cenas, pra vender uma por uma, mas iam filmar tudo junto. E o Tommy me prometeu que vou ficar com 10% do que o DVD arrecadar — Tommy era aquele diretor. Eu fiquei calado. Já tinha dito que não queria que ela fizesse, mas ela não tava nem aí. — Não faz essa cara. A gente já conversou sobre isso.
— Conversamos, sim, mas você não me deu ouvidos.
— Olha, foi você que ficou me enchendo o saco por meses. Agora que eu fiz, você fica puto. Então, não vou falar não pro Tommy só porque você ficou ciumento do nada...
— Enfim, deixa pra lá. Quanto antes acabar, melhor. Pelo menos vão me dar uma cópia do DVD, né? Da outra vez tive que comprar pra poder ver você dando pra outro.
— Não sei... Vou perguntar pro Tommy. Mas... tem uma coisa que preciso te contar — eu já esperava o pior. — Olha, eles vão me dar os 10%... mas pra isso tive que oferecer uma coisa.
— O quê?
— Que a gente gravaria todas as cenas aqui, em casa.
— O quê?? Aqui?
— É... Eles economizam uma grana com cenário e tal. E não teria pressa pra terminar.
— Porra, Vale, isso aí não dá...
— Não seja idiota. Prefere que eu vá pra casa de um desconhecido? Que pode me acontecer qualquer coisa? coisa? Pelo menos aqui estou segura... não é melhor? - suspirei -. Além disso, convenci o Tommy e você vai poder ficar no set - isso me animou um pouco, ao mesmo tempo que o sangue fervia de novo.
- Vou te ver... fodendo?
- Não, isso não... Eles não querem ninguém por perto enquanto gravam. Mas você vai poder ficar aqui em casa, com os atores, roteiristas e tudo mais, e a gente vai poder conversar entre uma cena e outra...
- Ah, olha que legal. Vou poder ficar na minha própria casa enquanto te comem. Que bom.
- Não seja sarcástico.
- Tá, e de quantas cenas a gente tá falando? São todas com o mesmo cara, né?
- Bom... não, claro que não. É um cara diferente pra cada cena.
- Ah, então ainda vão te comer vários caras? - exclamei, puto
- É, mas... não ao mesmo tempo. Tem um intervalo entre uma cena e outra... - suspirei. Isso sim era o cúmulo. Um monte de caras na minha própria casa, esperando pra comer a Vale. Já imaginava todos eles, fazendo fila pra meter. E eu teria que ficar ali, vendo eles entrarem de pau duro e saírem murcho, com o saco vazio. Era humilhante.
- Enfim, e quando vai ser isso?
- Bom, vai ser o domingo inteiro. Então no sábado a gente tem que ir fazer compras. O Tommy falou pra eu comprar um monte de coisas picantes e tal.
- E eu tenho que ir com você?
- Claro. Pra você me ver vestida, escolher e tal.
- Pra escolher a roupa que você vai usar pra dar pra outro, você quer dizer.
- Isso. E não enche o saco com esse assunto, tá? Preciso lembrar de quem foi a ideia?
Desisti. Era inútil. Me excitava pensar nisso, mas ao mesmo tempo me dava uma raiva do caralho. E na minha própria casa. A coisa tava feia. Mas beleza, segurei. Terminamos a semana sem falar mais no assunto, e no sábado fomos fazer compras. Foi o dia mais difícil que eu lembro. Acordamos umas 9, tomamos café e saímos. Ela vestiu roupa confortável, pra conseguir tirar fácil no provador: uma saia longa, com um sapato fechado, e uma blusa. ligeira.
A gente passou em quase todas as lojas da cidade. Na maioria, não comprávamos nada porque, segundo a Vale, a roupa não era provocante o suficiente. Ela experimentou centenas e centenas de vestidos e camisas. Eu tive que sentar com ela no provador e ver ela se despir, ficar só de fio dental e sutiã, e vestir um modelito atrás do outro. Minha pica estava sempre dura, e ali eu não podia me saciar. Toda vez que tentava tocar ou beijar ela, ela me afastava. Compramos umas saias curtas, muito curtas e justas, uma vermelha xadrez de adolescente e outra preta. Ela também comprou umas meias que iam até o meio da coxa, do tipo renda, quadriculadas. Comprou também uma cinta-liga preta pra segurar elas. Tive que ver ela vestida com cinta-liga e meias, e mais nada, no provador. Imagina como eu tava. Depois comprou um sutiã e uns saltos bem altos, pretos também, junto com umas botas de couro até o joelho, de salto. Almoçamos por lá e continuamos olhando lojas. A Vale comprou uns tangas numa loja de lingerie, todos bem transparentes, e uns sutiãs bordados.

- O que você acha desse? – disse a Vale, num provador, me mostrando como ficava numa camiseta justa, sem ombros e com as costas de fora. Tava matadora.
- Muito bem, amor – falei, apertando minha pica. Ela sorriu e experimentou outra saia. Eu me aproximei por trás e passei a mão nos peitos dela.
- Santi... para com isso. Já te falei que não vamos fazer nada, nem aqui nem quando chegarmos em casa.
- Como assim? Isso de em casa também não, você não tinha me falado – eu tinha passado o dia inteiro desejando voltar pro apartamento pra pegar ela.
- Pois não. Amanhã vai ser um dia puxado, e quero descansar bem – puta merda. Então para de criar expectativas, porque depois, quando eu falo que não, você fica puto. Já te avisei. E aliás... tem uma coisa que não te contei. O Tommy me ligou ontem e disse que queria fazer uma cena anal – fiquei um instante pasmo –. Não leve a mal. Respondi. Disse que ia pensar.
— Você não falou que não? Tá, não tem o que pensar. É um não, bem claro.
— Santi, tão me oferecendo 20% dos lucros... só por uma cena...
— Tá, deixa eu ver se entendi. Desde que a gente começou a namorar, eu tô insistindo pra você me deixar comer seu cu. E você nunca deixou. E agora tá dizendo que quer fazer isso com um cara qualquer?
— Não é que eu queira, mas porra... é grana.
— Olha, não, Vale. Se você quer estrear seu cu, quero ser eu quem vai fazer. Sério, seria o cúmulo um cara que você nem conhece te foder antes de mim.
— Santi... não seja assim. Não quero brigar. Além disso... já falei que sim.
— Como? Você não disse que ia pensar?
— Falei... mas não. Falei que sim. E já tá feito, então aceita e pronto. Não tinha que ter insistido tanto. Agora aguenta.

Porra, isso eu não esperava. Um cara comer o cu da minha namorada... quando eu queria fazer isso há tanto tempo... Era injusto, e me dava uma raiva do caralho. Mas olhando pelo lado bom... se ela estreasse, eu também poderia fazer. Em segundo lugar, sim, mas depois e a partir daí a gente praticaria sexo anal. Pelo menos eu tiraria algo bom daquilo tudo. Mas Vale me olhou, sacou o que eu tava pensando, e disse:

— Santi, não se iluda. Te falei que não, e continuo falando. Eu não gosto de sexo anal. Isso seria só pro trabalho, e não vou fazer mais depois.

— Ah, então além de um cara te foder o cu, você ainda tá me dizendo que eu não vou poder fazer também depois?
— Sim. Exatamente isso. Então não se iluda. E não faz essa cara, me ajuda a fechar esse vestido.

Me resignei. Vale tava usando um vestido preto, inteiro, dos peitos até um pouco abaixo dos joelhos. Marcava até as pintas de tão justo que era.

Depois fomos a um sexshop. Compramos um lubrificante anal e um plug, pra Vale poder... Prepara a bunda dela.
Depois de um dia super pesado, cansados e suados, voltamos pra casa. Fiz o jantar enquanto a Vale tomava banho, depois comemos e fomos dormir cedo. Só por garantia, tentei algo quando apaguei as luzes. Comecei a tocar nela, mas ela foi bem direta e afastou minha mão. Suspirei e dormi, com a pika prestes a explodir.

No dia seguinte, acordei com a campainha tocando às 8 da manhã. A Vale ainda tava dormindo. Tava linda com seu pijaminha, sem sutiã e toda sonolenta, enroscada nos lençóis. Tentei dormir de novo, mas a campainha tocou outra vez, então fui abrir. Era um cara alto e moreno. Atrás dele, tinha mais 3 caras.

- Oi. Sou o Tommy. Você deve ser... Santi, né? - disse ele, estendendo a mão, sorrindo. - Viemos gravar com a Vale. Lembra?
- Ah, sim - falei, sentindo o mundo desabar. - Um pouco cedo, né? Ela ainda tá dormindo.
- É, é que temos que montar um monte de coisas.
- Quem é? - disse a Vale, que tinha acabado de aparecer atrás de mim. Tava descalça, ainda de pijama. - Ah! Tommy! Oi, tudo bem? - eles se deram dois beijos. - Não esperava vocês tão cedo.
- Quem madruga, Deus ajuda - disse o Tommy.
- Haha. Beleza, entra, vai montando tudo e tal... Se precisar de algo, fala com o Santi. Vou tomar um banho - e foi pro banheiro.
- Beleza, podem entrar - eu só tinha visto três caras. Mas no corredor ainda tinham mais quatro. Todos foram entrando, e depois fechei a porta. Quantos daqueles 7 caras iam comer a Vale? - Então, Santi. Não se preocupa, não vamos te incomodar muito, a gente sabe o que faz. Só diz onde é o quarto.
- O quarto? Pra quê?
- Pra instalar as câmeras. Vamos gravar quase todas as cenas lá - porra. Na minha própria cama iam pegar minha mina?? Aquilo era humilhante. - Por aqui - e levei eles pro meu quarto.

Depois eles começaram a trabalhar e eu fui pra cozinha, tomar café. Preparei o café da Vale também, que ela tomou quando saiu do banho. Ela saiu do banheiro quase nua, com uma toalha simples enrolada no corpo que cobria dos seios até um pouco abaixo das nádegas. O cabelo molhado caía sobre os ombros. Ao entrar na sala, todos os caras (porque só tinha homem ali) viraram pra olhar ela.
- Valeu, amor - disse ela pegando o café da manhã que eu tinha preparado.
- Se veste, né? Não anda assim, isso aqui tá cheio de gente.
- Haha, relaxa. Acho que vão ver muito mais... Cadê o Tommy?
- No quarto. Aliás, você não me avisou que iam te foder na nossa cama.
- É... mas enfim, onde você queria que fosse? - rosnei -. Bom, vou ver como tá o esquema.
- Ei... fala com o Tommy pra ver se ele deixa eu ficar de boa enquanto vocês gravam... quero ver.
- Beleza, mas não prometo nada.

Vale foi embora, rebolando a bunda. Dava pra ver um pedaço da nádega aparecendo por baixo da toalha. Percebi que todo mundo ali também viu. Depois de um tempo, enquanto eu ficava de pé olhando os caras indo e vindo, um cara alto, moreno e musculoso chegou perto de mim.
- Oi, me chamo Juan. Você é o Santi, né?
- Sim.
- Hehe, prazer - apertamos as mãos -. Ufa, você tem sorte de ter a Vale como namorada. Sempre pra você, pra fazer o que quiser com ela... Eu ralei pra conseguir gravar uma cena com ela hoje - ah, então era esse que ia comer ela? E tava falando comigo tão na boa... - Ela é boa na cama? - eu mordi a língua.
- Bom... você vai ver.
- Hehe, é.

Pouco depois a Vale apareceu.
- O Tommy disse que você não pode ver. Os atores se distraem se tiver público de fora do filme olhando. Mas ele disse que a gente pode conversar entre uma cena e outra. Você vai me ajudar a me limpar e me preparar pra próxima gravação - Ah, que bom, pensei - Vamos pro banheiro, já deixei toda a roupa que vou vestindo por lá.

Fomos pro banheiro. Dava pra ver que no meu quarto tinham montado dois refletores grandes e várias câmeras em tripés. No banheiro, fechamos a porta, e a Vale se Ela tirou a toalha, ficando totalmente nua. Eu levantei de uma vez.
— Tommy disse pra eu usar isso na primeira cena. Boa escolha, né? — Vale me mostrou as meias de rede que compramos, os saltos e a saia preta. — E por cima esse vestidinho... pra não aparecer o ligueiro. O que você acha? — Era um vestido que chegava bem abaixo do ligueiro, no meio da coxa. Era justinho e de alças, marcando os bicos dos peitos e a bunda. Ela tinha colocado também uma calcinha fio dental preta.
— Tá bom. E quem vai ser o primeiro?
— Ah, sei lá... Só sei um pouco da história. É um vídeo caseiro normalzinho... Primeiro vão fazer uma entrevista curta, e depois a gente fode. A ideia é que sou uma mina que tem namorado e vai fazer pornô sem ele saber — ela sorriu. — Quase real, né? — Eu dei de ombros.

Vale se maquiou, passou sombra nos olhos e brilho nos lábios. Depois borrifou meu perfume favorito, e saímos juntos do banheiro. Fomos até a sala, onde ela foi recebida com aplausos. Ela andou um pouco e deu uma volta de 360º pra se mostrar bem, enquanto sorria. Ficava excitada com tantos homens de olho nela.
— Esse corpo! — Teve vários comentários do tipo. Eu me afastei um pouco pra parecer mais um. Me dava muita vergonha que soubessem que era minha mina. Nessa hora, apareceu Tommy, que vinha do quarto.
— Muito bem, Vale. Ufa, você tá uma gostosa. Fer, você entra na primeira cena.
— Show! Tava doida pra isso... — E um cara do grupo se aproximou. Vale sorriu pra ele, e trocaram dois beijos.
— Beleza, vamos começar. Entrem vocês dois, Marco e Julián pra gravar... e pronto. Isso, podem ir — e todos entraram. Antes, Tommy falou algo no ouvido de Vale, e depois foi pro meu quarto. Vale veio até mim.
— Olha, vê se dá pra preparar alguma coisinha pra beliscar. E dá uma olhada se consegue comprar umas cervejas.
— Como assim, ir comprar? Enquanto você tá fodendo? Eu quero ficar aqui.
— Aqui você não faz nada. Não vai ver porra nenhuma, então que você perde tempo... mas você mesmo. Faz alguma coisa de comer, isso sim. Vou indo, querido. Te amo— ele me beijou um instante, e pude sentir o cheiro dele pela última vez antes que aquele tal Fer comesse ela. Depois, ele se virou e entrou no quarto.

Fiquei parado por uns minutos, sem saber o que fazer. Os caras ao redor foram se sentando e ligaram a televisão. O que será que a Vela tava fazendo naquele momento? Será que já tinham começado? Será que já tinham se beijado? Meu pau endureceu só de pensar... Decidi distrair a mente e fui preparar alguma coisa pra comer.

... Enquanto isso, no quarto...

— Beleza, então, tudo pronto. Comecem a gravar... já! — disse Tommy, sentando numa cadeira.

Vale e Fer estavam sentados na beira da cama. Tommy começou a fazer perguntas, os nomes deles, os trabalhos, a vida...

— Então, nada, eu me chamo Fernando, mas me chamam de Fer... e sou ator pornô. Gosto de foder com novinhas.
— Eu sou a Vale, tenho 22 anos...
— Me disseram que você tem namorado, é verdade? — interrompeu Tommy
— Sim...
— E o que ele acharia se soubesse que você tá aqui?
— Haha, não ia gostar muito... Ele é muito ciumento e conservador. Mas eu gosto, então faço e pronto. Ele não vai ficar sabendo porque não vê pornô, então...
— Ah... muito bom. E você, Fernando. Não te incomoda comer uma mulher comprometida?
— Haha, na real, não... Na verdade, gosto que ela tenha namorado. Isso dá um tesão a mais na parada...

A conversa continuou por alguns segundos, e depois veio o silêncio. Fernando tomou a iniciativa e, afastando o cabelo loiro da Vale para o lado, puxou ela pra perto e beijou ternamente. Mordeu os lábios dela e depois enfiou a língua. Vale respondeu, fechando os olhos e abrindo a boca. Fernando a puxou pra perto e tocou os peitos dela, deixando os bicos duros, que marcavam por baixo da blusa. Depois, pegou a mão da garota e levou até o volume dele. Ela segurou e acariciou. Então ele se levantou, e ela abaixou a calça dele. calças e a cueca, deixando à mostra uma bela pica de 19 centímetros, dura, extremamente rija e totalmente depilada.
- Nossa... – exclamou a Vale. – Que barbaridade... Isso vai doer, eu acho...
- Qual é, nunca viu ela assim? Seu namorado tem uma menor?
- Bem menor... é que essa aqui nem com as duas mãos eu consigo pegar inteira...
- Então, tá esperando o quê, gostosa... brinca com ela
Vale obedeceu e, sentada na cama, começou a chupar. Era a primeira pica que ela chupava além da do Santi. Nunca tinha chupado outro cara, e quando começou com o namorado, sentia um pouco de nojinho. Mas ele ensinou. E agora ela ia usar tudo que aprendeu com outro macho.
Vale abriu as pernas, a saia subiu e mostrou pra câmera a calcinha fio-dental preta, transparente, deixando ver parte da buceta depilada. Os sons de chupadas encheram o quarto, e ela começou a babar um pouco. Fernando gemia de prazer. Depois de alguns minutos, ele pegou ela pelos braços, colocou de pé e depois jogou ela de costas na cama. Agarrou o vestido e tirou pelos pés, jogando no chão. Vale estava com uma cinta-liga preta impressionante, meia arrastão preta e salto alto. Ela tinha colocado a calcinha por cima das ligas pra poder tirar sem precisar desafivelar a cinta. Fernando sorriu diante daquele espetáculo, tirou a calcinha pelas pernas dela e se embriagou com o cheiro da buceta molhada. Na sequência, deitou sobre ela e se preparou pra meter.
- Peraí, peraí – exclamou Vale, se afastando. – E a camisinha?
- Sem camisinha. Achei que já tinha sido combinado.
- Então não foi – disse Vale, sentando na cama. – Tommy?
- Corta! – falou Tommy. – Olha... Não achei que precisasse te falar. Você disse que tomava pílula, qual é o problema então? Meus caras são limpos. A empresa exige exames médicos antes de cada gravação.
- Não é isso... É que... com o Santi eu sempre uso camisinha. A gente não confia muito e Isso... Ele sempre insistiu muito, e eu sempre falei que não. Tô com medo de fazer agora, e sem ele...

- Nunca fez sem camisinha? - perguntou Fer.
- Não... - Vale baixou o olhar.
- Então, querida, não trouxemos camisinhas pra gravação. E acho que o Fer não vai curtir as do teu namorado... Confia em mim, trabalho com pornô, foder é minha vida. A pílula é 100% confiável. Se você tomou direitinho todo dia no mesmo horário, não tem problema nenhum.
- É... mas meu namorado sempre quis fazer e eu recusei...
- Bom, então faz com ele amanhã, depois de amanhã e no outro dia, porra. Pra isso que ele é teu namorado. As primeiras vezes são superestimadas. Os espectadores não gostam de camisinha, e ter que colocar aquilo é um saco - Vale ainda estava indecisa. - Vai logo, Vale, não seja infantil. Vamos continuar, que o pau do Fer já tá murchando - a rola de Fer tinha caído pra uns 60 graus. Vale pensou por um segundo. Mordeu o lábio... e no fim aceitou.
- Tá bom - e se posicionou do mesmo jeito que antes. O pau do Fernando subiu na hora de novo.
- A primeira vez que alguém vai sentir essa buceta quente e molhada... adoro - disse Fernando, deitando-se sobre ela de novo.
- Beleza, a gente coloca isso com a câmera 2 e o corte não vai aparecer - falou Tommy pros câmeras. - Ação!
Fernando continuou. Apalpou os peitos dela, colocou o pau na entrada da buceta de Vale, e foi empurrando. Ela gemeu, de prazer. Era a primeira vez que transava sem camisinha, e a diferença era enorme. Fer chegou no fundo da buceta dela, mas continuou empurrando. Vale gozou na hora. Fernando continuou empurrando até as bolas dele encostarem na bunda de Vale, e aí começou a meter. O barulho dos corpos se chocando ecoava, misturado com os gemidos de Vale.
Ficaram assim por uns minutos. Depois Fernando fez ela virar e ficar de quatro, olhando pra câmera. Vale subiu os saltos na cama e obedeceu. Fer se posicionou. atrás e fodeu ela de novo, por 10 minutos, dando tapas fortes com a palma da mão na bunda dela de vez em quando. Ao mesmo tempo, masturbava ela com uma mão entre as pernas. Vale gozou de novo antes do Fernando. Ela adorava essa posição. Com o Santi não fazia, porque não sentia muito. Mas com essa pica enorme que o Fernando tinha, ela não conseguia parar de gemer. Depois de um tempo, Fernando começou a gemer forte, tirou ela, virou a Vale e enfiou a cabeça da pica na boca dela. Ela abriu os lábios obediente. Então Fernando gozou. Foram 4 jorros longos.
– Muito bem, agora mostra a boca pra câmera, abre bem, pra aparecer a porra. Depois saboreia e engole – disse Tommy. Isso depois seria cortado do vídeo, quando fosse dublado.
Vale parou por um instante, por causa da ordem. Nunca engolia porra. Com o namorado Santi, sempre cuspia. Mas com a câmera, e todo mundo olhando, ficou com vergonha de desobedecer e estragar tudo que tinham gravado até então, então saboreou, abriu bem a boca, e depois engoliu de uma vez. E gostou.

... na sala...

Fiquei esperando mais de meia hora. Preparei comida, e servi água pra todo mundo que pediu. Depois sentei com os outros caras, e vi TV, como se fosse mais um. Como se minha namorada não estivesse naquele momento no meu quarto dando pra um desconhecido. Será que tinham fodido? Talvez a cena não exigisse, talvez só se pegassem um pouco, ou no máximo ela chupasse ele... Achei que ouvi um gemido, e um tapa, mas talvez fosse imaginação... Não dava pra ter certeza, a TV estava alta.
Por fim, saíram. Fer foi o primeiro a entrar na sala. Estava só de cueca, com o resto da roupa na mão. O peito e a testa brilhavam de suor, e a pica dele balançava, mole mas enorme.
– Ei, campeão! Como foi? Como ela é? – começaram a perguntar. Vale me chamou do banheiro, então levantei e fui ver como minha namorada tinha ficado. No meu O quarto estava muito quente, e cheirava claramente a sexo. O cheiro da buceta da minha namorada eu conhecia muito bem. Ela tinha aproveitado, sem dúvida.

— E aí, como foi? — perguntei secamente ao entrar no banheiro. Vale estava nua, só de liga, meia-calça e salto alto. Os peitos dela brilhavam de suor, e o cabelo, antes bem liso e arrumadinho, agora estava bagunçado, com alguns fios grudados na bochecha.

— Foi bom. Agora tenho que vestir o vestido preto justo, arrumado. Vou ser uma esposa numa festa, que briga com o marido e acaba dando pra um amigo.

— O que vocês fizeram?

— Bom... Chupei um pouco o pau dele, e depois a gente transou. Pouca coisa — era óbvio. Mesmo eu tendo esperança de que não tivessem feito nada.

— Sua boca tá cheirando a porra — falei, ao me aproximar para beijá-la.

— É... é que ele gozou na minha boca. E com o nervosismo e as câmeras... acabei engolindo.

— O quê? Mas você nunca engoliu a minha.

— Sei, mas não foi de propósito.

— Porra, Vale. Mais alguma coisa que você precise me contar?

— Não... Não, é só. Bem... sim. Mas isso você já sabia. Agora é a vez do anal — meu coração deu um pulo. Quase tinha esquecido disso. — Você precisa... me ajudar a me preparar.

Preparar o cu da minha namorada pra outro cara comer. Inacreditável. Mas fazer o quê. Usei o necessário, lubrificante e o plug que a gente tinha comprado. Ela ficou de quatro no chão, eu passei bem no ânus dela e depois enfiei o plug, pra ir dilatando. Ela gemeu um pouco, mas não doeu.

— Beleza. Vou deixar ele até a gente gravar. Vou tomar um banho rápido.

Vale lavou o corpo e depois vestiu uma calcinha fio dental e o vestido arrumado. Tava uma gostosa. Calçou as botas pretas altas e colocou uns brincos. Depois saímos, nos despedimos, ela ficou no quarto e eu fui pra sala. No corredor, cruzei com o Mariano, que me cumprimentou animado. Já tinha falado com ele antes. Ele entrou no quarto e fechou a porta. Era óbvio o que ia rolar. Era o próximo. O cara que comeria minha namorada. Na sala, Fer contava pra todo mundo a foda que tinha dado na Vale.
- Ei, Santi. Por que você não vai comprar umas cervejas? Tô com sede... - ele falou quando me aproximei do grupo. A verdade é que não tava muito a fim de ficar ali ouvindo a história dele, então fui comprar. Não queria esperar ali de novo enquanto a Vale pegava o Mariano.

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