Ah, a propósito —disse Pedro—, vocês já têm motorista?
O Pedro geralmente sempre se oferece pra levar a gente pra casa depois do culto, seja por educação ou porque no fundo ele é apaixonado pela minha mãe. Coitado! Não tem chance.
Na verdade não —disse minha tia com um sorriso—. Não, Pedrinho, mas não se preocupa, a gente volta andando.
NÃO —disse Pedro com cara séria—. Não vou deixar vocês irem sozinhas, ainda mais por esses bairros perigosos. Venham.
Ah, que diferença faz, mãe? —falei—. Se ele quer levar, deixa. O que de pior pode acontecer?
Tá bom, mas te prometo que é a última vez, hein —disse minha mãe.
Hahaha —riu Pedro—. Não se preocupa, pra mim é um prazer.
Enquanto a gente caminhava, percebi que Pedro não parava de olhar pro balanço da bunda que minha tia fazia de propósito. O coitado tava visivelmente nervoso e com uma certa ansiedade, um estado que parecia divertir minha tia, porque ela sorriu o caminho inteiro.
Quando chegamos na porta do carro, vimos que tinha um baita problema.
Não vamos caber —disse minha tia.
É verdade —disse o Tonho.
O carro do Pedro era um bem pequeno e velho, daqueles que só cabem duas pessoas na frente e duas atrás.
E aí, o que a gente faz? —disse minha mãe.
Já sei! —disse minha tia—. Eu vou com o Pedro na frente, e vocês se viram atrás, hahaha —ela riu.
Você não perde uma! —falei.
Espera —meu primo sussurrou.
Hã? —respondi confuso.
Pode ser uma boa oportunidade, primo.
Ele só me sorriu, mostrando aqueles dentes de bárbaro.
Tá bom —falei—. Eu e meu primo vamos atrás.
Ah é? E eu vou onde? —perguntou minha mãe de braços cruzados.
Você pode ir no colo do seu filho —respondeu.
No meu colo?! —perguntei.
Minha mãe me olhou na hora.
Tá tudo bem, filho? Vai te incomodar?
De jeito nenhum, mãe —falei nervoso—. Além do mais, você não pesa nada, hahaha —ri sem graça.
Ai, filho! Obrigada. Então vamos.
Vamos —falei, enquanto olhava pro meu primo. Ele tava com um sorriso que mal dava pra disfarçar.
Bem na hora que minha Mãe sentou em cima de mim, senti tão gostoso que não dava pra acreditar, o contato com aquele rabão lindo, gordo e magnífico dela me fez sentir tão confortável e excitado, porque ela, na pressa, nem percebeu que, ao se acomodar no meu colo, a saia subiu tanto que as coxas nuas dela encostavam direto nas minhas. "Que pena que eu tava de jeans", me recriminei, mas mesmo assim a sensação foi incrível.
As primeiras ruas foram um puta manjar, porque com tanto quebra-mola e buraco, a bunda dela quicava o tempo todo. Sério, foi difícil manter o pau no lugar! Tanto que até meu primo percebeu.
— Filho — disse minha mãe —, tem certeza que tá tudo bem? Não é muito pra você?
— NÃO, MÃE, TÁ DE BOA — falei nervoso.
— Tá bom, filho — respondeu.
Do outro lado do carro:
— Kkkkk, sério? — perguntou minha tia.
— Sim, sim — respondeu Pedro, com o rosto vermelho.
— Com certeza tão trocando ideia sobre as experiências deles — pensei.
— Simplesmente não consigo acreditar — disse minha tia —, kkkkk.
Na sequência, percebi que minha tia cruzou as pernas com sensualidade, sem se importar que a saia subisse.
— Ai, Pedro — falou com um tom feminino —, você é um danadinho.
Em seguida, passou a mão na coxa impressionante dela com toda lentidão, enquanto mantinha o olhar cheio de malícia e flerte.
Pedro, muito ansioso, sem perceber, não freou quando chegou no quebra-mola.
— Ahhh! — ouviu-se o grito das mulheres e um — Cuidado! — da parte do Toño.
— Desculpa — falei, todo envergonhado, Pedro.
— Ai, não — disse minha mãe.
— O que foi? — perguntei assustado.
— Meu salto caiu com todo esse balanço.
— Então levanta e coloca — falei.
— Tá bom. — Na hora, ela se inclinou pra pegar, MAS, por causa dos movimentos bruscos do carro, o salto deslizou pra debaixo do banco do motorista.
— Ossshh! Foi parar lá.
— Então tira, mãe.
Assim que ela se curvou pra alcançar, aquela bunda majestosa começou a pressionar com força meu pau; ela se mexia tão gostoso que tive que fechar os olhos pra evitar que ele endurecesse.
— Aí está! — exclamou — finalmente!
Quando Finalmente ela colocou, ficou bem na beira dos meus joelhos. Num movimento agressivo, ela empurrou a bunda dela até meu umbigo, causando um formigamento no meu pau inteiro.
"Já não aguento mais!"
Na sequência, deixei ele ficar duro. Tava tão rígido que era impossível ela não notar.
Minha mãe imediatamente me olhou de canto, nervosa.
"Tá bem, filho?" — perguntou com as bochechas vermelhas.
"...Tô, mãe."
"UUUUI, que calor, né?" — disse minha mãe.
"Sim" — respondeu minha tia, enquanto usava a saia pra se abanar. "Muito calor, hahaha" — ela riu alto.
"Filho" — disse minha mãe, meio sem graça — "Acho melhor eu ir pra perna do seu primo, hehe" — risada nervosa — "não quero te causar problemas."
Antes que eu reagisse, meu primo aceitou na hora.
"Vem, titia, comigo você vai ficar segura, hahaha" — ele riu.
"Obrigada, Toño" — minha mãe me olhou com vergonha.
"Sim, sim."
Naquele momento, não consegui evitar de me sentir muito envergonhado, tanto que não conseguia olhar na cara da minha mãe.
Fiquei nessa atitude por uns 10 minutos da viagem, sério e muito nervoso... até que de repente! Percebi que minha mãe tava igualmente desconfortável com meu primo, porque pelo visto aquele desgraçado também ficou excitado. Olhando de canto o pau dele, vi que tava imenso e duro. E por que não? Se ele tava de short! Ou seja, sentia o contato direto na pele.
"Que inveja!"
"Ô titia, quer uma massagem?" — meu primo quebrou o clima estranho com essa pergunta.
"Hmm, sim... digo, por que não?" — risada nervosa.
Assim, meu primo começou a massagear ela. Primeiro, pegou nos ombros lindos dela, depois na parte de cima das costas e, por último, na parte de baixo toda. Ele até chegou a tocar o começo da bunda gordinha dela, fazendo minha mãe dar um pulinho de susto com o contato.
"Toño! Você... você é muito bom massageando..." — ela riu nervosa.
"Hahaha" — Toño riu alto — "Pois é, titia, alguns de nós têm dons, mas calma que você ainda não viu todos."
Minha mãe tava corada.
"Ô irmã Ana, cê tá aprendendo a dançar?"
"Sim. disse, envergonhada
Fico feliz por você — disse ele
Vamos, maninha! Mostra uns dos seus passos pro seu amigo Pedro — disse ela, rindo, mas sem tirar os olhos do que rolava atrás
Outra hora — disse ele, desviando o olhar
Anda, irmã — disse minha tia
Ânimo, Anita — disse Pedro
Minha mãe, diante do pedido, começou a se mexer com aquela sensualidade, com a mesma ousadia das sessões entre nós, de um jeito que fez aquele rabão balançar pra trás e pra frente, se esfregando na monstruosidade que meu primo tem de pica! E o pior é que já estava meio dura!
Boa! Isso aí!
Pedro, naquele clima, ligou o rádio. A música era aquela famosa do reggaeton do táxi
E essa melodia, qual é? — perguntou minha mãe, inocente
É reggaeton! — disse minha tia
E como se dança?
Muito fácil, maninha. Segue o mesmo princípio da música eletrônica, só que sem limites
Sem limites?
É só sentir o ritmo!! Kkkk
Minha mãe, pela primeira vez, começou a se mexer com tanta cara de pau que parecia ter esquecido da pica do meu primo, que com certeza estava no meio da rachinha dela; ela, envolvida no ritmo, até dava uns pulinhos, e até suou de tanto esforço
BOOOA! ASSIM! — gritou meu primo, com os olhos arregalados
“Kkkkkk! — davam gargalhadas
No meio da animação, minha tia começou a rebolar com maestria, de um lado pro outro; com movimentos fortes, levantava e abaixava os braços, chegando a roçar “sem querer” nas coxas do motorista
Kkkkkk — se ouvia
Além disso, enquanto eles se divertiam, pude ver pelo retrovisor que os olhos do irmão estavam fixos nas coxas tão gostosas da minha mãe, que, aliás, inconsciente da situação, não se preocupava em fechar a saia, de modo que a calcinha branca de algodão, que contrastava com a saia amarela, aparecia em todo seu esplendor
Mas que barbaridade! Há alguns segundos ela estava em cima de mim e agora não tenho nada
No entanto...
Uuuh, que pena, amigos, já chegamos — falei Ahhh, tava tão gostoso o que a gente tava passando—falou minha tia
Mas é, muito obrigada, Pedro—disse minha mãe—juro, tô te devendo essa
É sim, Pedrinho—você é tão lindo—em seguida minha tia deu um beijão nele do lado do lábio !MUUACK!
Pedro, com aquela façanha, ficou vermelho que nem um tomate
Fiquem tranquilas, moças—falei nervoso
Minha mãe, assim que a porta abriu, desceu na hora, MAS quando fez isso não percebeu que a saia dela levantou tanto que a bunda inteira dela apareceu, mesmo coberta pela calcinha
Viu isso, primo?—me disse o Toño com um sorriso de quem venceu
Vi sim—respondi—você é um sortudo
Da minha parte, não falei nada, porque me excitava muito ver minha mãe sendo alvo de safadeza
Quando a gente ia entrar em casa, minha tia convidou o Pedro pra entrar pra agradecer pela ajuda
Pedro, como era de se esperar, aceitou na hora, sem saber que aquela decisão ia marcar a vida dele
O Pedro geralmente sempre se oferece pra levar a gente pra casa depois do culto, seja por educação ou porque no fundo ele é apaixonado pela minha mãe. Coitado! Não tem chance.
Na verdade não —disse minha tia com um sorriso—. Não, Pedrinho, mas não se preocupa, a gente volta andando.
NÃO —disse Pedro com cara séria—. Não vou deixar vocês irem sozinhas, ainda mais por esses bairros perigosos. Venham.
Ah, que diferença faz, mãe? —falei—. Se ele quer levar, deixa. O que de pior pode acontecer?
Tá bom, mas te prometo que é a última vez, hein —disse minha mãe.
Hahaha —riu Pedro—. Não se preocupa, pra mim é um prazer.
Enquanto a gente caminhava, percebi que Pedro não parava de olhar pro balanço da bunda que minha tia fazia de propósito. O coitado tava visivelmente nervoso e com uma certa ansiedade, um estado que parecia divertir minha tia, porque ela sorriu o caminho inteiro.
Quando chegamos na porta do carro, vimos que tinha um baita problema.
Não vamos caber —disse minha tia.
É verdade —disse o Tonho.
O carro do Pedro era um bem pequeno e velho, daqueles que só cabem duas pessoas na frente e duas atrás.
E aí, o que a gente faz? —disse minha mãe.
Já sei! —disse minha tia—. Eu vou com o Pedro na frente, e vocês se viram atrás, hahaha —ela riu.
Você não perde uma! —falei.
Espera —meu primo sussurrou.
Hã? —respondi confuso.
Pode ser uma boa oportunidade, primo.
Ele só me sorriu, mostrando aqueles dentes de bárbaro.
Tá bom —falei—. Eu e meu primo vamos atrás.
Ah é? E eu vou onde? —perguntou minha mãe de braços cruzados.
Você pode ir no colo do seu filho —respondeu.
No meu colo?! —perguntei.
Minha mãe me olhou na hora.
Tá tudo bem, filho? Vai te incomodar?
De jeito nenhum, mãe —falei nervoso—. Além do mais, você não pesa nada, hahaha —ri sem graça.
Ai, filho! Obrigada. Então vamos.
Vamos —falei, enquanto olhava pro meu primo. Ele tava com um sorriso que mal dava pra disfarçar.
Bem na hora que minha Mãe sentou em cima de mim, senti tão gostoso que não dava pra acreditar, o contato com aquele rabão lindo, gordo e magnífico dela me fez sentir tão confortável e excitado, porque ela, na pressa, nem percebeu que, ao se acomodar no meu colo, a saia subiu tanto que as coxas nuas dela encostavam direto nas minhas. "Que pena que eu tava de jeans", me recriminei, mas mesmo assim a sensação foi incrível.
As primeiras ruas foram um puta manjar, porque com tanto quebra-mola e buraco, a bunda dela quicava o tempo todo. Sério, foi difícil manter o pau no lugar! Tanto que até meu primo percebeu.
— Filho — disse minha mãe —, tem certeza que tá tudo bem? Não é muito pra você?
— NÃO, MÃE, TÁ DE BOA — falei nervoso.
— Tá bom, filho — respondeu.
Do outro lado do carro:
— Kkkkk, sério? — perguntou minha tia.
— Sim, sim — respondeu Pedro, com o rosto vermelho.
— Com certeza tão trocando ideia sobre as experiências deles — pensei.
— Simplesmente não consigo acreditar — disse minha tia —, kkkkk.
Na sequência, percebi que minha tia cruzou as pernas com sensualidade, sem se importar que a saia subisse.
— Ai, Pedro — falou com um tom feminino —, você é um danadinho.
Em seguida, passou a mão na coxa impressionante dela com toda lentidão, enquanto mantinha o olhar cheio de malícia e flerte.
Pedro, muito ansioso, sem perceber, não freou quando chegou no quebra-mola.
— Ahhh! — ouviu-se o grito das mulheres e um — Cuidado! — da parte do Toño.
— Desculpa — falei, todo envergonhado, Pedro.
— Ai, não — disse minha mãe.
— O que foi? — perguntei assustado.
— Meu salto caiu com todo esse balanço.
— Então levanta e coloca — falei.
— Tá bom. — Na hora, ela se inclinou pra pegar, MAS, por causa dos movimentos bruscos do carro, o salto deslizou pra debaixo do banco do motorista.
— Ossshh! Foi parar lá.
— Então tira, mãe.
Assim que ela se curvou pra alcançar, aquela bunda majestosa começou a pressionar com força meu pau; ela se mexia tão gostoso que tive que fechar os olhos pra evitar que ele endurecesse.
— Aí está! — exclamou — finalmente!
Quando Finalmente ela colocou, ficou bem na beira dos meus joelhos. Num movimento agressivo, ela empurrou a bunda dela até meu umbigo, causando um formigamento no meu pau inteiro.
"Já não aguento mais!"
Na sequência, deixei ele ficar duro. Tava tão rígido que era impossível ela não notar.
Minha mãe imediatamente me olhou de canto, nervosa.
"Tá bem, filho?" — perguntou com as bochechas vermelhas.
"...Tô, mãe."
"UUUUI, que calor, né?" — disse minha mãe.
"Sim" — respondeu minha tia, enquanto usava a saia pra se abanar. "Muito calor, hahaha" — ela riu alto.
"Filho" — disse minha mãe, meio sem graça — "Acho melhor eu ir pra perna do seu primo, hehe" — risada nervosa — "não quero te causar problemas."
Antes que eu reagisse, meu primo aceitou na hora.
"Vem, titia, comigo você vai ficar segura, hahaha" — ele riu.
"Obrigada, Toño" — minha mãe me olhou com vergonha.
"Sim, sim."
Naquele momento, não consegui evitar de me sentir muito envergonhado, tanto que não conseguia olhar na cara da minha mãe.
Fiquei nessa atitude por uns 10 minutos da viagem, sério e muito nervoso... até que de repente! Percebi que minha mãe tava igualmente desconfortável com meu primo, porque pelo visto aquele desgraçado também ficou excitado. Olhando de canto o pau dele, vi que tava imenso e duro. E por que não? Se ele tava de short! Ou seja, sentia o contato direto na pele.
"Que inveja!"
"Ô titia, quer uma massagem?" — meu primo quebrou o clima estranho com essa pergunta.
"Hmm, sim... digo, por que não?" — risada nervosa.
Assim, meu primo começou a massagear ela. Primeiro, pegou nos ombros lindos dela, depois na parte de cima das costas e, por último, na parte de baixo toda. Ele até chegou a tocar o começo da bunda gordinha dela, fazendo minha mãe dar um pulinho de susto com o contato.
"Toño! Você... você é muito bom massageando..." — ela riu nervosa.
"Hahaha" — Toño riu alto — "Pois é, titia, alguns de nós têm dons, mas calma que você ainda não viu todos."
Minha mãe tava corada.
"Ô irmã Ana, cê tá aprendendo a dançar?"
"Sim. disse, envergonhada
Fico feliz por você — disse ele
Vamos, maninha! Mostra uns dos seus passos pro seu amigo Pedro — disse ela, rindo, mas sem tirar os olhos do que rolava atrás
Outra hora — disse ele, desviando o olhar
Anda, irmã — disse minha tia
Ânimo, Anita — disse Pedro
Minha mãe, diante do pedido, começou a se mexer com aquela sensualidade, com a mesma ousadia das sessões entre nós, de um jeito que fez aquele rabão balançar pra trás e pra frente, se esfregando na monstruosidade que meu primo tem de pica! E o pior é que já estava meio dura!
Boa! Isso aí!
Pedro, naquele clima, ligou o rádio. A música era aquela famosa do reggaeton do táxi
E essa melodia, qual é? — perguntou minha mãe, inocente
É reggaeton! — disse minha tia
E como se dança?
Muito fácil, maninha. Segue o mesmo princípio da música eletrônica, só que sem limites
Sem limites?
É só sentir o ritmo!! Kkkk
Minha mãe, pela primeira vez, começou a se mexer com tanta cara de pau que parecia ter esquecido da pica do meu primo, que com certeza estava no meio da rachinha dela; ela, envolvida no ritmo, até dava uns pulinhos, e até suou de tanto esforço
BOOOA! ASSIM! — gritou meu primo, com os olhos arregalados
“Kkkkkk! — davam gargalhadas
No meio da animação, minha tia começou a rebolar com maestria, de um lado pro outro; com movimentos fortes, levantava e abaixava os braços, chegando a roçar “sem querer” nas coxas do motorista
Kkkkkk — se ouvia
Além disso, enquanto eles se divertiam, pude ver pelo retrovisor que os olhos do irmão estavam fixos nas coxas tão gostosas da minha mãe, que, aliás, inconsciente da situação, não se preocupava em fechar a saia, de modo que a calcinha branca de algodão, que contrastava com a saia amarela, aparecia em todo seu esplendor
Mas que barbaridade! Há alguns segundos ela estava em cima de mim e agora não tenho nada
No entanto...
Uuuh, que pena, amigos, já chegamos — falei Ahhh, tava tão gostoso o que a gente tava passando—falou minha tia
Mas é, muito obrigada, Pedro—disse minha mãe—juro, tô te devendo essa
É sim, Pedrinho—você é tão lindo—em seguida minha tia deu um beijão nele do lado do lábio !MUUACK!
Pedro, com aquela façanha, ficou vermelho que nem um tomate
Fiquem tranquilas, moças—falei nervoso
Minha mãe, assim que a porta abriu, desceu na hora, MAS quando fez isso não percebeu que a saia dela levantou tanto que a bunda inteira dela apareceu, mesmo coberta pela calcinha
Viu isso, primo?—me disse o Toño com um sorriso de quem venceu
Vi sim—respondi—você é um sortudo
Da minha parte, não falei nada, porque me excitava muito ver minha mãe sendo alvo de safadeza
Quando a gente ia entrar em casa, minha tia convidou o Pedro pra entrar pra agradecer pela ajuda
Pedro, como era de se esperar, aceitou na hora, sem saber que aquela decisão ia marcar a vida dele
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