Rompendo o cu da Mili (15)

Encolados na lona, esperamos o povo sair das arquibancadas, o barulho se dissipar e dar sinal de que não tinha perigo. Meio dormindo, quase cãibra mas felizes, nos enchemos de beijos e carícias sem imaginar o que viria depois.

- Dany, acho que já foram todos, não escuto mais barulho...
- Se é pra sair, melhor antes de fecharem o coliseu e nos deixarem trancados...

Nos arrumamos como deu e saímos discretamente pela porta debaixo da arquibancada, entre brincadeiras carinhosas, abraços e beijos... felizes, nos achávamos as únicas pessoas no coliseu até que...

Ouvimos umas risadas estrondosas a poucos metros da gente, vi as luzes acesas dos vestiários... Porra... Tinha esquecido que depois dos jogos, os jogadores iam se trocar, relembrar as jogadas, zoar uns aos outros e exagerar as façanhas... até que entre as risadas e gritos ouvimos...

- Ei... e a Dany cadê?... nossa goleira estrela que nos salvou... era a voz do Guillermo
- Essa desgraçada me deve uma... era a voz, a voz, do Javier, caralho, fodeu tudo.

Olhei pra Mili, o rosto dela de prazer e alegria pura ficou pálido e assustado... congelada que nem estátua... reagi o mais rápido que pude e falei:

- Maturou, vão me procurar... não podem te ver...

Ela não reagiu, só ouvi o Guille dizer:

- Acho que vi a Dany nas arquibancadas, espera que vou buscar...

Vendo que Mili não reagia, peguei ela pelos ombros e sacudi:

- Vai, reage, maturou... maturou, porra...

Só aí ela reagiu e começou a fugir, devagar, com o cu dolorido, que nem escaldada... puta merda... ou eu deixei ela toda quebrada depois de arrebentar o rabo dela, ou é do susto, mas precisa andar mais rápido... devia ter mandado ela se enfiar debaixo das arquibancadas, mas já era tarde...

- Ei Dany... vem comemorar com a galera, vamos rir às custas do Javier...
- Ah... é... é... vamos... falei me colocando na frente do Guille pra evitar que ele veja o andar vergonhoso da Mili, mas não adianta…

- Ei... essa não é a Mili?... mas o que houve com ela que tá meio estranha... e essa sunga tá manchada...

A primeira coisa que qualquer um faria ao ver uma mina como a Mili de sunga, seria olhar pra bunda dela, Guille não foi diferente... depois de muito tempo embaixo das arquibancadas minha visão não tava muito boa e eu não tinha percebido que a sunga da Mili tava manchada com meu gozo...

- Isso é... e o rosto do Guille mudou... você tava, depois não... Guille tava deduzindo tudo.

- Ah, beleza, aquele cara que fica enchendo o saco embaixo das arquibancadas, fui procurar ele e... tentei explicar

- Sim, mas ela sumiu... e agora...

O rosto do Guille mudou entre sério e brincadeira, por mais amigos que fôssemos, obviamente tem certos códigos de grupo, ainda mais sobre pegar as namoradas dos amigos... não sabia o quão careta o Guille podia ser... eu me preparava pro pior, porque a poucos metros no vestiário tava todo o time do Guille e do Javier... ia rolar um linchamento foda...

- Porra... não seja otário... você comeu ela?... hahaha... sentenciou Guille

- Caralho... Cala a boca... que vão te ouvir... falei

Mili parou momentaneamente o andar, ouviu... se ele ouviu, talvez o resto nos vestiários também... merda...

- Vou parar de encher o saco, mas você vai me contar tudo... e vem rápido senão o povo sai...

- Tá bom, mas volta rápido antes que saiam... já te alcanço... falei,

Esperei um pouco pra ir atrás da Mili, emprestei uma jaqueta pra ela tampar a mancha vergonhosa do meu gozo na sunga dela, se o Guille percebeu de longe, qualquer um fora do ginásio notaria...

- O que ele disse? Ouvi ele rindo e senti que ele me olhava... perguntou assustada a Mili.

- Nada não, depois te conto, só se cobre... não podemos sair juntos... vou distrair os caras no vestiário, depois te chamo... falei Volvi apressado pra evitar que mais alguém saísse do camarim e nos visse juntos.
Já no camarim, fui vítima de umas brincadeiras pesadas, principalmente do Javier, ele queria se vingar de mim por ter impedido a vitória dele. Percebi que as piadinhas dele tentavam me provocar pra algo mais, talvez perder a paciência e a gente se pegar na porrada, imagina se ele já ficava assim por um jogo de futebol, o que seria se descobrisse que eu tava arrombando a buceta da namorada dele, bom, ex… na verdade, ia descobrir logo depois…

O negócio é que eu não tava dando muita bola pro que o Javier ou os outros falavam, minha cabeça tava mais na Mili e nas curvas dela. Pra minha sorte, o Guille acalmava as coisas quando as brincadeiras ficavam muito pesadas, ele desarmava o clima, acho que queria fazer mérito pra eu contar tudo…

Depois da zoeira nos camarins, o bom do Guille nos convidou pra uma daquelas festas que ele sempre dava em casa depois dos campeonatos, fosse pra comemorar ou só pra confraternizar. Guille tinha uma casa enorme, cheguei a achar que o pai dele era traficante… depois me arrependi de ter ido.

Já em casa, exausto, ia dormir quando a Mili me ligou, expliquei a situação… primeiro erro, contar a verdade pra uma mulher…

— O que você vai contar pra ele? — disse meio surpresa e irritada

— O Guille é meu amigo há um tempo e nunca contou minhas paradas pessoais que eu confessei, vou contar só o mínimo pra ele não encher o saco, além disso é bom ter ele como aliado, e o Javier também não é flor que se cheire pra ele… — falei, tentando acalmá-la.

— Mas você não vai falar que mete em mim por ali… né? — disse meio envergonhada e tímida

— Kkkk… claro que não, jamais contaria isso pra ninguém… isso é nosso segredo… lembra?…

— Ok… olha, confio em você… — disse rindo — e… o que vai fazer mais tarde?…

Essa safada já queria outra saída, pensei, e aí cometi o segundo erro de sinceridade, falei que ia pra festa do Guille, quando não ouvi a voz dela… argumentei que era pra manter as aparências, mas essa resposta não agradou ela…

- As festas do Guille são conhecidas porque vão as minas mais fáceis da faculdade e dos colégios perto… você vai pra manter as aparências ou vai caçar?... sentenciou irritada de novo.

- Uau… de onde saiu tudo isso?... com você já me basta e sobra, depois do que rolou de manhã você me espremeu tanto que tenho suficiente pro fim de semana… falei meio bruto mas sincero, como um elogio.

Ela sorriu e pediu desculpas por ter ciúmes, depois continuou a conversa e teoricamente tava tudo bem, a gente ia se ver no dia seguinte. Mas mulher é mulher… mesmo tendo um corpo de matar, se vestindo gostosa, ou seja, podia ter o cara que quisesse sem precisar sentir ciúmes, na verdade eu é que devia ficar de olho… ainda assim não gostava da ideia de me ver com outras minas…

Nunca falamos de ser namorados… será que ela tava se apaixonando?... se fosse assim… o que eu sentia?... gostava dela e tal, principalmente de arrebentar a buceta dela… mas nunca pensei direito no que viria… bom, essas coisas não se pensam, se sentem… e pelo visto com toda essa correria eu não tinha certeza… ia deixar rolar e ver no que dá… enquanto ninguém descobre (iludido, o Guille já sabia e depois…).

Dormi umas horas, acordei recuperado mas com as pernas doloridas por causa do jogo, me arrumei pra festa, não tava muito a fim de ir, acordei com uma vontade de ver a Mili e possuir ela de novo, montar nela de novo, já era meu vício… talvez fique na festa um pouco e depois vou atrás dela, pensei e isso se realizou de um jeito que eu não imaginava.

Cheguei pouco depois das onze na festa e a bagunça já tava armada, como a Mili suspeitava tinha caras e minas caçando, mulheres com roupas bem provocantes… minissaias, shorts justos, leggings, era de enlouquecer… vi o Javier num canto com uma peituda de decote enorme (a chupadora de pica, pensei), enquanto ele tá entretido sem me encher o saco, que aproveite…

Até que me pegaron no ombro… era o Guille, me ofereceu uma cerveja…

- Agora sim, cara… me conta tudo e exagera… falou o Guille com um sorriso safado cúmplice.

Despejei o verbo… falei que, por causa daquele trabalho em grupo, a gente se conheceu melhor e se gostou, uma coisa levou à outra… que ela largou o Javier, por isso ele tava puto no jogo, que ela veio me apoiar de biquíni como distração, etc, etc.

- Mas você passou dos limites, cara, comeu ela debaixo das arquibancadas com todo mundo em cima… hahaha… meus respeitos… sem zuar muito, essa bunda aí serve pra outras coisas também… você é um sortudo.

- Um dia, mas ela já me deu a entender que não curte isso… falei mentindo pra ele, tipo mudando de assunto… mas o assunto ia voltar à tona naquele instante.

Apareceu uma loira num micro-short de parar o coração, que, pra ser de pele clara, tinha uma raba que não ficava devendo nada pra Mili… era a Vanesa, uma mina que o pessoal taxava de metida por ter pais ricos (diferente do Guille, que achavam que o pai era traficante), tava na minha sala com a Mili, mas raramente socializava com a gente e era a primeira vez que eu via ela vestida assim… mas não foi a única que apareceu…

Atrás dela, com um vestido vermelho curto (minissaia) colado no corpo, deixando pouco pra imaginação… era ela, sim, ela… que porra… a Mili fazia aqui naquelas roupas? Todos os homens da festa ficaram de olho nas duas: uma loira e uma morena… desde quando elas eram amigas?… pra que eu falei que vinha, ela ficou com ciúmes, por essa merda a gente ia acabar se expondo…

- Ih, ferraram sua caçada… chegou sua patroa… falou o Guille rindo baixinho.

As duas monumentos de mulher se aproximaram da gente, surpresos, principalmente porque notei que a Vane grudou em mim, o que não agradou muito a Mili, enquanto eu via o Javier lá no fundo, que não sabia como se livrar da peituda dele pra vir com a gente e, com certeza, tentar chegar na Mili.

A gente conversou besteiras sobre as matérias… Além disso, até que o Guille se ofereceu pra buscar uns drinks e, brilhantemente, levou a Vane junto, me deixando a sós com a Mili pra conversar.

- O que você tá fazendo aqui?... vai acabar entregando a gente… eu reclamei disfarçadamente.

- Não foi culpa minha, a Vane insistiu… ela, aquela pidona… ela disse, puta da vida.

- Por que você tá falando isso…

- Faz um tempo que ela tava me perguntando… bom… ela falou meio sem graça.

- Perguntando o quê?...

- Ela tava me perguntando sobre você, oras… os homens não percebem nada… você é um idiota…

Por serem as minas mais cobiçadas da faculdade, elas não eram tão amigas, mas conversavam e fizeram várias matérias juntas, então tinha uma certa intimidade. A Vane tinha demonstrado algum interesse por mim, ainda mais depois que eu formei grupo com a Mili, e mais ainda depois do jogo em que ela me viu participar.

Depois que a Mili me ligou, a Vane ligou pra Mili de volta, e a muito burra deixou escapar que eu ia pra festa do Guille. Então a Vane disse que era a oportunidade dela de se insinuar pra mim. Isso despertou uns ciúmes doentios na Mili, que não ia deixar a Vane ter as coisas fáceis. Então a Mili decidiu vestir a roupa mais provocante que tinha, pra eu não esquecer que a bunda dela me deixava louco.

- Sua idiota… eu ia ficar aqui um tempinho só pra cumprir, depois ia te buscar… eu falei.

- Sério?... ela disse, sorrindo com os olhos brilhando.

- Mas agora tudo deu errado, não podemos ir embora juntos…

- É que eu não ia te deixar com aquela…

- Cuidado, elas tão vindo… eu falei, vendo o Guille e a Vane chegando perto.

- Vamos dançar?... a Vane disse, decidida, pegando na minha mão.

Não pude recusar, e claro que os olhos da Mili mudaram, com aquele olhar quase queimando a Vane, que, pelo visto, não gostou da proximidade que eu tava tendo com a Mili. Mulher não gosta de dividir.

Não sou um grande dançarino, mas me viro. E, todo dolorido depois do jogo, tava quase tão duro quanto o Van Damme, então não criem expectativas… A Vane me conversava, eu respondia seco e brincava pra salvar a situação, enquanto via que a Mili pegou o Guille pra dançar perto da gente e ver o que rolava…

Quando colocaram uma música pra dançar mais coladinho e meloso, já tinha feito sinal pro Guille se aproximar e aproveitar pra trocar de par, claro que uma dança dessas só com a Mili, senão eu negaria as curvas dela há muito tempo….

Mas vamos lá, somos homens e entre ciganos não vamos nos enganar, cara… uns segundos pensei, e quão ruim seria se a Mili me largasse, não tínhamos nada sério, terminei com a Viví por causa da bunda da Mili, mas não sabia o que viria depois, como o taxista disse, essas minas não têm dono, são safadas… por outro lado, a Vanesa, uma garota de família boa, simpática, sem muita provocação que me deixasse ciumento, mas será que a Vane deixaria eu meter no cu dela com a mesma paixão que eu me deliciava com a Mili?...

Esses breves segundos de indecisão foram aproveitados por outro… Numa manobra habilidosa, o Javier largou a peituda com o Guille e se aproximou da Mili, que não soube como escapar… enquanto a Vane colava todas as curvas dela em mim e me abraçava, o Guille me olhava se desculpando, a Mili queria me matar e eu queria destruir o Javier que, bêbado, tentava descer as mãos pelas curvas da Mili, que o mantinha na rédea curta…

- Se quiser, pode descer mais as mãos… me dizia no ouvido a Vane, me dando permissão pra explorar as formas dela na meia-luz da pista de dança, enquanto eu fervia de ciúmes ao ver a Mili nos braços do Javier.

- Ah, não, desculpa… não quero que os outros vejam e te julguem mal… falei, fingindo cuidar da imagem ou reputação dela.

- Sabia que era um cavalheiro, por isso gosto de você… te falei porque vejo que a Mili não tem problema em deixar o Javier tocar nela…

- O quê?... falei disfarçando minha fúria e virando pra ver o Javier colocar as mãos naquela bunda que eu considerava meu território.

Pensei que a Mili, mais ciumenta da conta por ver minha proximidade com a Vane, deixou o Javier passou a mão nela pra se vingar… mas na real foram só uns segundos que ele colocou a mão na bunda da Mili, que eu vi se debatendo pra se soltar… na minha raiva, ia intervir e dar um soco no Javier, bem na hora que a Mili conseguiu se livrar e deu um tapa estrondeante na cara dele…

A festa parou por uns segundos, aquela ação chamou a atenção de todo mundo, o tempo congelou até que a Mili, ao perceber que todo mundo olhava pra ela, saiu correndo e o Javier, vermelho de vergonha, não sabia onde se esconder… por uns instantes, na bebedeira dele, achei que ele ia revidar o tapa, mas se segurou… aproveitei pra chegar perto com o Guille e evitar que ele fizesse merda…

- Que que houve?... perguntou o Guille.

- Fiz merda… me apressei… porra… Dany, você é amigo dela, pode falar com a Mili, diz pra ela não inventar alguma história… falou o Javier, nervoso, enquanto o Guille levava ele pra perto da peituda e da Vane pegar um drink, e a festa voltava ao ritmo entre risadas e cochichos.

Aproveitei pra sair rápido atrás da Mili, senti um olhar, virei e era a Vane, dava pra ver nos olhos dela a bronca por eu ter deixado ela na mão quando ela se ofereceu, ego feminino ferido e talvez desconfiando do que rolava com a Mili… depois eu confirmaria isso.

A casa do Guille era grande, uma sala ampla que dava pra um jardim nos fundos onde tinham instalado uma piscina fazia pouco, por isso as festas tinham mudado do jardim da frente pro jardim de trás com a piscina. Mas o jardim da frente, espaçoso, ainda tinha dois banheiros liberados por causa das festas de sempre do Guille, os pais dele não queriam que fizessem bagunça nos banheiros da casa, mas como as festas agora eram na piscina, esses banheiros da frente ficavam quase sempre vazios.

Depois de procurar por toda a casa sem achar a Mili, resolvi passar por esses banheiros, tinha uma luz fraca no banheiro feminino, e dentro um choro abafado. Sem pensar duas vezes, entrei e era a Mili… com a maquiagem borrada, ela tava na frente do espelho da pia, e em vez de ficar feliz em me ver, se irritou… - Você é um maldito... já vi como aquela louca grudou em você... disse ela me dando um tapa, pelo visto mais do que chorar pelo apalpamento do Javier e pela vergonha, ela chorava de ciúmes por me ver com a Vane.

- Qual é o seu problema?... falei segurando as mãos dela contra meu peito pra evitar outro golpe, enquanto sentia o peito dela inchado de raiva subindo e descendo, aqueles melões que eu já tinha visto nus antes pulando enquanto eu a possuía.

- Você nunca mais vai me ter... disse ela desafiadora, talvez adivinhando meus pensamentos.

- Ah é?... você é minha mulher... falei, enquanto a apertava contra a pia, virei ela bruscamente, lembrando daquela vez que eu a penetrei no banheiro da faculdade...

- O que você está fazendo?... respondeu ela se debatendo pra se soltar.

- Sente isso... falei passando todo o meu volume entre as nádegas dela, a saia curta e fina não era obstáculo.

- Uhmmm... senti ela bufar cedendo, mas não seria fácil...

- Viu?... você me deixa assim... só você... sussurrei no ouvido dela.

- Mentiroso... me solta...

- Agora você vai ver o que é bom... falei, enquanto com uma mão prendia as duas mãos dela contra o vidro na nossa frente, e com a outra levantava a saia curta vermelha e puxava pra baixo a calcinha do mesmo tom.

- Nem ouse que eu grito... vociferou, enquanto eu liberava meu pau duro, que queria vingança depois de ter visto a Mili esmagada pelo Javier.

- Grita então... desafiei enquanto meu pau cavoucava entre as nádegas dela, e ela se mexia feito minhoca tentando evitar que eu a penetrasse, qualquer um que entrasse no banheiro pensaria que era um estupro.

- Para com essa idiotice, Dany... você não vai... ahhh...

Ela não terminou a frase, gritou ao sentir meu pau acertar em cheio a buceta dela, que surpreendentemente estava molhada, não dei tempo pra ela reagir, já tinha meio pau enfiado e minha virilha pressionava contra a pia e as nádegas carnudas dela... as mãos dela... Fizeram punhos e cederam, ela se agarrou nas bordas da pia, o rosto numa careta de dor, se arqueando… não estava gostando, estava sofrendo, depois baixou o rosto, só via uma moita de pelos…

- Você é uma merd…

- Agora você não vai gritar… vai gemer… eu disse provocando ela, e enfiando com força toda a minha pica.

- É o que você pensa?... disse desafiadora, enquanto eu começava a bombar ela grosseiramente… ufff… uff caralho… auuu merd…

- Para de falar que sua buceta tá melando… eu dizia com ironia, enquanto via as nádegas dela vibrarem com minhas estocadas, entre a moita de pelos via os peitos dela pulando…

Minhas mãos que tinham agarrado a cintura dela pra não fugir, rapidamente pegaram as bordas superiores do vestido vermelho e puxaram pra baixo mostrando o sutiã dela onde os melões dela balançavam…

- Ahhhh…. Exclamou surpresa com o movimento que fiz, sem dar espaço pra mais reação, desabotoei o sutiã dela e os peitos dela livres começaram a tremer no meu ritmo…

Ela besta com uma careta de surpresa, via os peitos dela pulando, enquanto as costas dela espontaneamente tinham se arqueado pra receber melhor minha pica que perfurava sem pena a buceta dela… eu forcei mais essa curvatura das costas jogando meu tronco pra trás e pegando parte do sutiã dela e do vestido como rédea enquanto montava nela.

Até que Mili aos poucos foi levantando o rosto… surpresa de como o corpo dela tinha se ajustado a essa porra de foda que eu tava dando, vendo como os peitos dela tremiam…

- Dannyyy… você tá me estuprando!... uhmmm… gemeu surpresa, tava gostando e a garganta dela não aguentava mais esconder, tinham dominado ela e a ideia alimentava o tesão dela.

- Você merece por deixar aquele inseto te tocar… recriminei aludindo ao Javier, enquanto pegava ela agora pelo cabelo e puxava pra trás arqueando ela mais.

Naquele momento em que eu possuía ela selvagemente aproveitei pra terminar de dominar ela… um beijo no pescoço, que fez ela Estremecer da cabeça aos pés…

— Seu maldito… — exclamei excitada.

Depois me virei mais e busquei seus lábios, enquanto me beijava e nossas línguas se uniam em beijos quentes. Suas mãos afastavam meu corpo e pegavam meu pau, guiando-o até o cu dele…

— Faz… por favor… enfia logo… — praticamente implorou.

— Você vai gritar? — ousei provocar, vendo sua ansiedade.

— Não só vou gemer, eu prometo… mas me enfia agora… Ahhhh…

Não deixei ela terminar, e enfiei meu pau bruscamente no cu dela. Ela cambaleou e me olhou com os olhos e a boca bem abertos…

— Aiii… Obrigada… — dizia com os olhos marejados enquanto eu começava a furar ela… Ohhh… Uhmmm…

Ela começou a gemer como uma louca possessa. Levei minhas mãos aos peitos dela para que os apertasse. De vez em quando, puxava o cabelo dela para trás como se fosse uma rédea e cavalgava sem piedade. Ela parecia desfalecer, como se o ar faltasse… Daquela minissaia só restava uma faixa amassada na cintura, com a bunda de fora e pulando…

— Ai… você me parte… Ahhhh… Uhmmm… — dizia enquanto inclinava o rosto contra o espelho. As respirações dela embaçavam o vidro, com uma careta entre dor e prazer…

Eu segurava a bunda dela como alças e martelava aquele cu com toda força. Era fenomenal ver a cintura fina, aquela bunda carnuda, a pele bronzeada, aquela boquinha carnuda e as bochechas rosadas, submissa, gozando como uma puta que é comida no cu…

— Ouuu… uhmm… — gemeu desfalecendo pela última vez, chegando a um orgasmo descomunal que fez tremer as pernas dela enquanto meu pau cuspia esperma quente no cu pulsante dela.

Ela quase se espalhou na frente da pia, se jogou sobre o móvel. Meu pau ainda duro era parte do suporte dela. As pernas arqueadas mal a seguravam, então coloquei minhas mãos na cintura dela, fazendo pressão para baixo para que não escorregasse. Com a cabeça contra o vidro, ela continuava curtindo aquele orgasmo. se contraindo a cada novo jato de porra que meu pau descarregava…

Eu olhava meu rosto satisfeito e feliz, tendo a buceta mais apetitosa da faculdade entalada e desfalecendo por minha causa, tinha transformado essa morena espetacular quase na minha escrava anal. Nem o mais experiente do Javier tinha conseguido isso com todas as manhas dele… mas só de lembrar disso foi quase uma invocação…

Enquanto Mili e eu curtíamos aqueles momentos gostosos depois do orgasmo… ouvimos passos sorrateiros… umas risadas… e a voz dele…

- É por aqui… dizia, dizia Javier a poucos metros do banheiro.

Mili virou o rosto de baixo pra cima, me olhando assustada… a noite ia começar.

Continua...

5 comentários - Rompendo o cu da Mili (15)

Exclentes relatos, no solo uno mejor que el otro si no que tambien al leerlo voy sintiendo lo que vive el personaje y mas porque conozco una Mili, que si bien es rubia tambien tiene un orto monumental por lo que la imagino a ella..
Espero asioso el proximo.. +10
solaer
Muy bueno, me tiene loc MILI! jaja