CONTINUAÇÃO.
Seguidores e seguidoras, amigos e amigas, como vocês estão? Espero que muito bem. Outubro e novembro foram meses cheios de compromissos e contratempos, nem vou falar de dezembro, cargas horárias pesadas numa mistura de trabalho, preparativos das festas e a verdadeira bagunça que tivemos em casa com a reforma da nossa cozinha. Quem já passou por algo parecido sabe o que significa: poeira e sujeira por todo lado durante vários dias, a casa cheia de trabalhadores desconhecidos indo e vindo, um desconforto total por quase um mês. Mil desculpas pela demora na continuação do relato, mas como vocês sabem, tudo tem sua recompensa, e não nos esquecemos de vocês. Para o prazer de quem lê, aconteceram algumas coisinhas que merecem um novo relato.
Vou tentar situar vocês da melhor forma possível no tempo e no espaço, a proximidade com o que aconteceu nos permite lembrar de quase todos os detalhes. Naquela tarde de sábado em que a Julieta teve sua última dupla penetração, foi algo que não vivíamos há um bom tempo, muito diferente da última vez que o Daniel comeu minha mulher, e a diferença principal era simplesmente a ausência de bebida alcoólica. Dessa vez planejamos tudo com minha mulher num horário diurno e sem provar nada que alterasse nossas vontades. Depois de conversar com ela, ambos concordamos que foi um dos melhores dias no quesito tabu. O novo ingrediente da Julieta transando sozinha com o Rober, somado à festa que a submetemos depois, fez com que esse dia fosse um dos melhores que já tivemos. Na noite daquele sábado, depois de jantar em casa, a Julieta me contou com todos os detalhes o encontro com o Rober enquanto eu estava ausente. Não vou entrar em muitos detalhes, só dizer que enquanto ela me contava cada coisa, cada diálogo, exatamente como contamos nos relatos anteriores, inevitavelmente deixou minha pica dura como um pau. Apesar de querer comê-la de novo naquele sábado, a Julieta estava com as partes íntimas sensíveis. Um tanto irritadas de tanto que eu tinha comido naquele dia, me recusei a qualquer penetração... mas ela não me deixou na mão e depois de me contar tudo e ao ver minha ereção presente... acalmou minha vontade com uma chupada delicada de pau, lenta e relaxada até levar todo o meu ser pra dentro dela. Nessa conversa, uma nova faceta veio à tona: ela tinha curtido pra caralho o fato de ter ficado sozinha. Mesmo não vendo com meus olhos, que é o que mais me excita, tenho que admitir que ouvir a voz da minha mulher dizendo que o Rober tinha pegado ela me deu tesão... não tanto quanto presenciar, mas como um bom e safado corno, não posso negar que também curto esse jogo. Falei isso pra Julieta, e ela... ela me disse na lata e em poucas palavras que o jogo a excitou pra caralho, que se sentiu terrivelmente puta, coisa que ela adora. A gente conversou que talvez repetiria, mas ela terminou dizendo que curte mais quando é a três, porque aí o nível de putaria que ela pega é indescritível.
Na segunda-feira seguinte, seria o dia de começar a obra em casa. As coisas já estavam planejadas de antemão. Não contei nos relatos anteriores porque teria que fazer três ou quatro posts por capítulo, e vocês não têm ideia do quanto a gente sofre pra criar cada post. Tentamos lembrar de cada detalhe pra explicar da melhor forma cada situação. Não mentimos: leva semanas pra montar cada entrega. Talvez vocês achem que é demais, mas pra gente é impossível fazer as coisas em menos tempo, já que temos poucas horas por dia pra dedicar a isso. Falo isso pra vocês entenderem que talvez estejam lendo muita introdução, mas a gente acha isso muito importante e não vamos pular, porque é assim que sempre fizemos. E, de novo, pedimos desculpas pela demora.
A questão das reformas em casa levou umas duas semanas de planejamento, antes do sábado da última foda. Primeiro, contratamos uns pedreiros que seriam os responsáveis por executar a mão de obra, gente conhecida do meu sogro, e com quem combinamos o dia de início do trabalho depois de uma visita à minha casa da pessoa que se identificou como "francisco", digamos o "Capataz". No dia da visita, ele fez o orçamento do trabalho e acertamos a data de começo. Segundo foi a compra dos materiais. Como vocês sabem, eu não entendo muito do assunto, pedi ajuda das pessoas mais próximas e entendidas no tema. Meu sogro foi o responsável pelas recomendações sobre qualidade e quantidade de material para o ambiente da cozinha. As compras foram guiadas por ele, e como já falei em post anterior, o rober cuidaria da parte elétrica (que no começo foi uma desculpa que demos pra carolina, esposa do rober... pra poder trazer ele em casa sem ela... mas depois virou algo real... foi meio que de tabela, mas a gente precisava fazer assim pra história que montamos antes parecer verdadeira). Mesmo não sendo o centro do trabalho, era importante porque íamos adicionar algumas tomadas na parede da bancada (nossa casa é de construção antiga, e como vocês sabem, anos atrás só tinha geladeira e TV, hoje em dia a variedade de eletrodomésticos é grande, então a gente precisava desse conforto numa cozinha moderna), além de renovar as luminárias do teto do lugar. Como o rober durante a semana cuida do comércio dele, e nossa ideia não era afetar a economia dele, a gente combinou que no sábado depois do começo dos pedreiros ele viria em casa pra fazer o serviço necessário. Ele me disse 200 vezes que não ia me cobrar pelo favor... que era maluco... mas depois de tanto insistir, acertamos que se ele fizesse o trabalho, eu pagava, senão... eu procuraria outra pessoa. Pra falar a verdade, acho que pro rober o que menos importava era o dinheiro na hora de vir na nossa casa, era a chance real de comer minha mulher. Até o Hoje, meu amigo não me disse nada sobre a trepada que deu na minha ausência. Continua me tratando do mesmo jeito, sem mostrar nenhum arrependimento, e na cabeça dele ainda tá aquela minha imagem de corno. Depois de tudo que rolou, sei muito bem que o Rober é louco pela minha mulher, e por mais que sejamos amigos, ele vai comer ela na primeira oportunidade que tiver. Depois do último sábado, no começo da semana passei no negócio do Rober... precisava deixar tudo claro... resumindo, o Rober confessou que tava afim de continuar comendo minha mulher... da minha parte, falei que se quiséssemos repetir, a gente ia armar algo discreto... agora ele tinha família e o perigo era maior... mas nesse sentido a gente encerrou a conversa... se surgisse algo, a gente armava e pronto... o Rober nunca comentou nada sobre a trepada que deu na Juli sozinha...
O negócio de ter gente estranha na minha casa, pra ser sincero, não me agradava muito. Sou uma pessoa desconfiada, até da minha própria sombra, então não conseguia imaginar deixar minha casa sem a presença de alguém íntimo. Isso também fez parte do nosso planejamento, já fazia umas semanas que eu tinha trazido alguns materiais do meu trabalho pra casa, pra trabalhar de lá. Tinha umas datas específicas em que eu precisava ir a várias reuniões, e eu tinha resolvido isso com a ajuda da minha sogra. A Julieta trabalha com carteira assinada e não podia fazer muito, tinha que cumprir horário, mas meu trabalho me permitia me organizar de um jeito que eu podia ficar em casa na maioria dos dias de obra. Na segunda-feira, no começo dos trabalhos, às 8h em ponto, a campainha de casa tocou. Três trabalhadores com malas de ferramentas esperavam na calçada da minha casa pra entrar e trabalhar. Vou apresentá-los de forma resumida:
* Francisco era quem mandava, um cara de uns 60 anos, grisalho, de porte normal, muito educado pra falar, nada mais a dizer. Os dois ajudantes, Ruben e Enrique, dois caras que eu calculo que estavam entre 45 e 50 anos. de corpos um pouco mais robustos que o Francisco. Os três com a pele meio bronzeada, digamos, acho que por causa do trampo deles exposto ao sol. A Julieta e eu já estávamos prontos em casa, minha mulher entra no trabalho às 9 da manhã, então já estava com o uniforme de serviço tomando mate, que sempre dura até umas 8:20, mais ou menos, horário em que ela sai pro trampo. Por mim, naquele dia eu não ia trabalhar, só ia ficar de olho no serviço aqui em casa. Apresentações de praxe e blá blá blá... os pedreiros começaram com o replantio da obra e o caos começou, como era de se esperar, começaram a destruir a cozinha atual até aquele momento. Não vou me alongar muito no que rolou nesses primeiros dias, quase a primeira semana inteira, onde os trabalhos foram exclusivamente de destruição... e limpeza ao mesmo tempo... não só o ambiente da cozinha ia ser modificado, mas também os canos de gás natural e água corrente... assim como o piso do lugar, mais a construção de uma espécie de balcão que ia dividir esse ambiente com o resto da casa. Não tenho nada em particular pra falar dessa primeira semana, a Julieta chegava em casa depois das 16:30 do trampo, e os pedreiros iam embora às 17h, então não imaginem nada de estranho nesse aspecto porque não rolou nada pra contar, já que a Julieta quase não dividia minutos com essa gente, não tinha tempo nem pra qualquer sugestão. No quesito sexo, com a Julieta combinamos de não fazer nada juntos nem sozinhos durante os dias de semana. Vocês vão achar muito doentio pra um casal, mas garanto que ficar uma semana sem nada carrega bem as baterias.
Agora sim, a sexta-feira dessa primeira semana ia ser um tanto particular. Ao chegar nesse dia, os pedreiros tinham o setor da nossa futura cozinha com as paredes peladas, o piso preparado pra ser revestido, e as canaletas prontas pras novas tubulações de água, gás e eletricidade, então o Rober ia vir no sábado seguinte pra fazer o trampo elétrico dele. correspondente. Porque eu disse que essa sexta ia ser diferente... pelo seguinte... naquela semana que fiquei em casa sozinho o tempo todo, obviamente a cabeça tarada trabalhou a mil por hora... dedicava a manhã pra fazer algum trabalho... mas depois do meio-dia era inevitável começar a pensar no presente sexual do nosso casal, sentado no sofá de casa... a TV ligada enquanto os pedreiros trabalhavam... meu olhar perdido e minha mente pensando sem parar... já tinha algo planejado pro sábado, quando o Rober viria em casa, nada de novo e que já não tivesse acontecido... mas também tinham me ocorrido umas coisinhas extras, coisas que eu sabia que eram difíceis de realizar, mas que, se a Julieta topasse, dariam um tempero extra pro nosso sexo. Tenho que ser sincero que, pra botar ela pra foder... não tinha muitas opções além do Rober, era o mais fácil e prático, o menos perigoso, mas o tal tempero que eu tô falando não era nada mais nada menos que o tio da Juli... o Andrés. Dias antes dessa sexta, visitei o negócio do meu sogro com desculpas verdadeiras sobre os materiais que ia levar pra casa, sentados no escritório dele, fomos conversando sobre o assunto por alguns minutos até que o Andrés apareceu no local. O tio da Juli trabalha como vendedor, mas também costuma acompanhar as equipes de trabalhadores que meu sogro (Jorge) tem quando precisam fazer as instalações de cada material de cozinha... móveis... bancadas e essas coisas, trabalha com meu sogro há mais de dez anos, então vocês já podem imaginar que ele tem muita experiência no assunto... estávamos nós três no escritório do meu sogro tomando chimarrão... eu com uma ideia fixa... que o Andrés viesse algumas tardes em casa pra conversar sobre o assunto e ver o progresso da obra, mas com uma intenção principal... trazê-lo pra ver se escapava algum olhar pra sobrinha dele, pra Julieta eu tinha contado algo... mas ela tinha deixado claro que não tinha certeza se faria algo em Quanto ao assunto... depois de mate e mate... comecei...
Eu - Andrés... eu, sexta-feira, se não te importar e me fizer aquele favor, por que você não passa lá em casa pra dar uma olhada em como tá tudo? É que eu não entendo muito do assunto, sabe... e não quero que façam cagada. Sua sobrinha tá super empolgada com a cozinha dela e não quero que dê merda... senão depois quem tem que aguentar sou eu... você sabe como são as mulheres...
Andrés - Claro, Javi, sem problema. Saio daqui e passo lá... pode deixar. (Ele sai do trabalho às 18h). Fica tranquilo que os pedreiros que tão na sua casa são de primeira. A gente já conhece o trabalho deles... fazer essa cozinha é moleza pra eles. Depois a Juli não vai ter desculpa e vai ter que aprender a cozinhar... aí você corta o delivery, haha.
Risadas dos três...
Jorge - Fica tranquilo, Javi, vai ficar dez. Conheço o Francisco há muitos anos, ele é daqueles pedreiros que não existem mais... (olhando pra mim). Andrés... sai um pouco mais cedo na sexta, pra deixar os meninos sossegados.
Andrés - Pode ficar tranquilo (pra mim)... sexta eu saio e passo na sua casa. Tomamos uns mates enquanto isso.
Preciso explicar a personalidade dos dois personagens. Jorge, meu sogro, é uma pessoa muito gente boa, solidário... generoso, e acho que nessa vida não tem nada mais importante pra ele do que a Julieta. Ela é o mundo dele, a princesinha. Mas quando o assunto é trabalho, ele fica sério... como se não houvesse espaço pra nada além da excelência quando se trata de obrigações.
Andrés é irmão da mãe da Juli. Pra quem não lembra, ele é daqueles caras simpáticos, extrovertidos, tagarelas... impossível não gostar dele. Ele tem essa mania de nunca estar de mal humor. O cara que tira uma piada de cada comentário. Na verdade, um cara muito foda, perto dos 50 anos, um pouco mais baixo que eu... casado... acho que tem uns 1,70m. Se veste muito bem, sempre barbeado e cheiroso. Não chega a ser gordo, mas tem A barriga de boa vida dela... quer dizer, pernas normais mas com abdômen saliente... tem aquele peito típico com pelos... mãos grandes... sempre usa camisa aberta... e de rosto, digamos que é bonitão pra idade... cuida muito da aparência... como já falei em relatos anteriores, Andrés é um típico Don Juan, nada de outro mundo... tem milhões de caras assim. Não vou dar muito detalhe sobre a vida dele, a pedido especial da minha mulher. A questão é que naquele dia combinamos que na sexta, umas 17h, o Andrés daria uma passada em casa, coisa que na mesma noite eu tinha comentado com a minha mulher, que me deixou claro que não tinha certeza se faria algo do que eu tinha pedido...
Bom, chegada aquela sexta, a Julieta caiu em casa perto das 16:50, me encontrou pagando a semana de trabalho pros pedreiros, nada a dizer sobre isso, os trabalhadores se mandaram rapidinho, deixando eu e minha mulher sozinhos. A Julieta passou pro quarto pra tirar o uniforme de trabalho e ficar à vontade... eu fui pro quarto pra bater um papo... enquanto ela ia se livrando da roupa, falava comigo...
Juli - Que bagunça que tá essa casa... não vejo a hora de acabar...
Eu - Ja... acabou de começar, amor... ainda falta... mas deixaram tudo bem limpinho...
Juli - Sim... mas não temos nada pra lavar os pratos... cozinhar... vai, faz só uma semana e já tô de saco cheio, haja... (não falava de mal humor, era brincadeira)...
Eu - Haha... já te conheço... a impaciência é sua maior virtude... o que você quer, que façam tudo em dois dias? Dá trabalho fazer isso... (Julieta me dava um belo espetáculo de lingerie... fio dental e sutiã preto... eu parado olhando ela enquanto ela se arrumava... ela tinha sentado na cama e enquanto falava comigo ia tirando as bijuterias que usava pra trabalhar)...
Juli - Não seria ruim se fizessem em dois dias...
Eu - Amor... se troca rápido que a qualquer hora seu tio chega... ele vem ver como tá tudo...
Juli - O tio... Vai cair mais tarde... se ele sair da loja daqui a pouco... papai fecha às seis... Eu - Ela me disse que vinha um pouco antes... (me aproximei e dei um beijo nela... Julieta me conhece como a ela mesma... sabia que toda essa história de trazer o Andrés não era pra outra coisa senão alimentar minha cabeça podre)... Juli - Já te falei, hein... não me vem com loucuras... com a família não, tá? Já vi essa cara de filho da puta que você faz... haha... se você visse sua cara... não consegue disfarçar haha... parece um moleque... Eu - haha... você me conhece demais... só uma coisinha, sim... me dá um gostinho, vai...? Coloca uma coisa bonita... quero ver se ele te olha um pouco ou não... só isso... fácil... Juli - Javieeerrrr... (como um aviso, falou sem me olhar enquanto tirava uns brincos)... já conversamos sobre isso... o que você quer...? Que eu ande pelada na frente do meu tio..? Eu - Pelada não, sua burra... mas uma coisa bonita... justinha... se ele já te viu mil vezes assim, qual o problema..? Até de biquíni ele já te viu... é parte do nosso jogo... já fizemos isso mil vezes... além disso, te falo, sei lá... um vestidinho desses de ficar em casa que você tem... que marcam bem a rabeta... é só pra incrementar as brincadeiras... ou vai me dizer que não estamos nos divertindo... Juli - Adoro o jeito moleque que você me paquera hahaha... você é um idiota... (ela me olhava sorrindo... me aproximei... ela sentada e dei um beijo nela enquanto levava minha mão até a buceta dela... dei um beijo que ela correspondeu enquanto eu acariciava a pussy por cima da calcinha fio dental)... Eu - Você ri de mim... mas bem que gosta de tudo isso, hein... amanhã é sábado e você já sabe quem vem... vai me dizer que a situação não te excita..? (eu meio agachado perto da boca dela... ela me olhava e sorria)... Juli - Dá pra dizer que estamos nos divertindo muito... sim... (ela me deu um selinho)... o que acontece amanhã..? Ou melhor... amanhã precisa acontecer alguma coisa..? (eu falava e acariciava ela devagar)... Eu - Se você Quer...? Podemos fazer algo parecido com o sábado passado... outra coisa não me vem à cabeça... cê tá afim de brincar de mulher infiel? Eu não tenho problema, hein...
Juli - Acho que você tá mais afim do que eu... porco... haha...
Eu - Gosto da ideia de repetir... a semana toda pensando... não sabe como eu tô...
Juli - haha... cê tá a todo vapor, hein... pensou em algo novo..? (ela me olhava sorrindo)...
Eu - Não... mas depois que o tio for embora, a gente conversa, se quiser... (beijo e carícia na buceta)...
Juli - haha... mm... sei não, sei não... depois a gente fala...
Eu - Bom... agora se comporta e veste algo bonito... (puxei de leve a tanga e passei o dedo na fenda da buceta... meio lubrificada... beijo)... me dá esse gosto, sim... pra recarregar bem as baterias...
Juli - Ahh... para... deixa eu trocar de roupa que agora não dá tempo... (beijo e outra carícia na pele)...
Eu - Tá bom, gostosa... como quiser... embora eu esteja com vontade de chupar um pouco pra te dar um gostinho... gosto de te deixar bem quentinha... (abro de leve as pernas dela... Juli não só deixou como aproximou a pélvis na ponta da cama... e eu, com a mesma tesão acumulada da semana... me abaixei na frente dela, aproximei minha boca, puxei a tanga pro lado e comecei a chupar a buceta dela devagar)...
Juli - ahh, papai... não sabe a tesão que juntei... ahhh... que gostoso como cê chupa minha buceta... (ela segurava minha cabeça)... mas não dá tempo agora... vai me fazer esquentar à toa... (eu não liguei e continuei lambendo... Juli dizia que a gente precisava parar, mas não saía do lugar)...
Juli - Ahhh... fiquei dois ou três dias pensando em como me comeram no sábado... vinham imagens toda hora e eu não conseguia evitar ficar com tesão... ahhh... me desconcentrava... (ela me segurava pela cabeça enquanto eu chupava devagar)... juro que tive vontade de me tocar no banheiro do trabalho... não sabe... ahhh... mas me segurei... ahhh...
Acho que Fiquei chupando a buceta dela bem devagar por uns cinco...dez minutos, calculo...enquanto a Juli me dizia como ela tava com tesão a semana inteira...e o mais importante era que ela tinha controlado essa vontade sem se tocar...conhecendo ela como conheço, tava pegando fogo...
RIIIIINNNNGGGGGGG.....(tocou a campainha de casa)...
Aí a Julieta, como se o som da campainha tivesse dado um chute na cabeça dela, tirou eu de entre as pernas dela mandando eu ir abrir e fechar a porta do quarto. Saí fechando a porta, mas antes de atender passei no banheiro e rapidamente enxaguei a boca pra não ficar com cheiro de buceta na cara. Depois olhei pela janela da rua, o tio Andrés esperava pra entrar.
Cumprimentos de praxe...Andrés entrou em casa, e eu antes de começarmos a conversar na cozinha...rapidamente ofereci pra ele sentar num sofá da sala uns minutos...dizendo que ia preparar um tira-gosto e uma bebida já que ele vinha do trampo...Andrés aceitou na hora, numa mesinha que a gente tinha colocado perto da geladeira fui preparando um pequeno agrado caseiro...queijos e azeitonas...perguntei se preferia mate...refri ou uma latinha de cerveja...escolheu a cerveja...levei tudo pra mesinha de centro da nossa sala e começamos uma conversa de família...falamos um pouco de trampo...do assunto que tavam chegando as festas...e blá blá...cinco minutos dessa conversa...
Andrés- E minha sobrinha..?....perambulando por aí..?....(comia e bebia de vez em quando)...
Eu- Nãão...chegou agora do trampo...tá se trocando, já vem...
Andrés- Ahh...viu que nessa época elas saem pra gastar grana em tudo quanto é lugar haha...são um perigo...
Eu- haha....a Juli ainda não começou...mas fica tranquilo...dá uns dias e coitada da minha carteira...
Andrés- ha...é, imagino...conheço ela mais que você a gostosa...ela e a mãe são demais...minha irmã faz o seu sogro de otário...hahaha
Nisso escuto a porta do quarto abrir Julieta apareceu, minha mulher não me decepcionou. Ela vestiu um vestidinho daqueles de ficar em casa... na altura do meio da coxa... dava pra chamar de praieiro também... com estampas de desenhos animados no peito... tipo camisola... braços de fora... não era decotado... de tecido de algodão... mas nos quadris ficava justinho... e o melhor de tudo... cor branca. Como a roupa íntima era preta, a visão ficava insinuante... não transparecia demais... mas se você parasse o olhar naquela área... percebia perfeitamente como era a calcinha dela... impossível disfarçar... nos pés, chinelos de plataforma... cabelo solto... Ela se aproximou da gente e sentou do lado do tio dela.
Juli - Tiiio... como cê tá..? Acabou de sair do negócio..? (primeiro deu um beijo nele e depois sentou do lado).
Andres - Oi, linda... acabei de sair sim... agora vamos dar uma olhada pra ver se tá tudo certo... (referindo-se à cozinha)... o Javi passou uns dias atrás no negócio... ele te falou..? Pediu pra eu vir pra vocês ficarem tranquilos que vai dar tudo certo...
Juli - Sim, tio... eu pedi pra ele chamar você... pra gente ficar sossegada que não vão fazer cagada, sabe... essa bagunça toda tá saindo bem caro... e você sabe que na rua a gente sempre ouve o povo falando: "Os pedreiros fizeram tudo errado"... e essas coisas... bom, por isso falei pro Javi ir na casa do pai e te avisar... a gente não entende nada disso... olha a cozinha... tá um nojo... uma bagunça danada...
Andres - É normal... mas já falei pro Javi ficar tranquilo porque esses pedreiros que seu pai mandou são de primeira... a gente já conhece eles... cobram caro, mas trabalham direito... não vai ter problema... do mesmo jeito, passo aqui quando você pedir... sabe que não me custa nada... (comia e bebia).
Eu - Valeu, Andres... te prometo uma picadinha toda vez que você passar, hahaha...
Andres - Fechou, haha... mas quando terminar, você paga um churrasco, hein...
Juli - Sim... que delícia, haha... Dio fome... (comeu um queijinho)... Javi... (me olhou)... não trouxe nada pro meu neném beber... (levantou do sofá e virou as costas pra gente, indo pra cozinha... e olha lá... por trás dava pra ver a tanguinha enfiada na bunda... o vestido não entrava no meio das nádegas... mas apertava e marcava as bandas dela... imagina... tecido de algodão branco e tanguinha preta por baixo... dava pra ver claramente as bandas da raba... linda)...
Javi - haha... bom, me desculpa... passou batido... além do mais, você nunca bebe nesse horário...
Andrés - A baixinha é brava, hein haha... (quando ele disse isso, eu olhei pra ele... e, embora não estivesse encarando a Juli como um tarado... tava sim vendo a sobrinha dele se afastando... não sei se ele tava olhando a raba... mas pelo jeito que a Julieta tava de costas, aposto que não olhou outra coisa)...
Julieta foi se afastando em direção à geladeira enquanto a gente conversava... mas passaram aqueles quatro ou cinco segundos em que nós dois olhamos pra ela por trás... isso já me deixava doido... a Juli voltou com a cerveja dela e a gente continuou batendo papo por uns quinze minutos, mais ou menos... falando de tudo um pouco... a família... as festas, principalmente... e no final da conversa, a gente focou na cozinha... quem começou foi o Andrés... terminou a latinha de cerveja dele e falou...
Andrés - Vamos ver o que esses pedreiros fizeram...? ... daqui a pouco eu começo, que tenho que comprar umas coisas com sua tia... (falou pra Juli)...
Juli - Beleza, tio... (a Juli se levantou e rapidamente virou as costas pra gente... juro que dava pra ver lindamente as bandas da raba dela... eu deixei o Andrés passar na frente pra ele ir atrás da sobrinha)...
Eu - Eu... vou pegar outra cerveja... vocês querem...? (falei enquanto seguia eles por trás... os dois disseram que sim)...
Peguei três latas da geladeira e fui pro tal cômodo... o Andrés começou a falar sobre a cozinha daqui, dali... onde seria melhor colocar cada coisa... os materiais que a gente ia usar... uma conversa toda em... Quanto ao assunto... ele repetia que a obra tava só começando e que eram trabalhos preliminares... que por enquanto não tinha muito o que controlar... e blá blá blá... ele tava parado perto da parede da cozinha e nós atrás dele... eu ainda com os latões na mão... dei um pra Juli... Andrés se aproximou pra pegar o dele e ficamos os três a uns três metros da parede da cozinha... os três falando do assunto... até que Juli me deu um agrado... ela se aproximou da parede e ficou a um metro dela... de costas pra nós... a raba era um poema... a fio dental, repito, era impossível não notar... ela tava toda enfiada... dava pra ver no vestido dela uma sombra preta na cintura e aquele triângulo pequeno enfiado na bunda... Andrés e eu atrás dela...
Juli- Aii... tô tão feliz... mal posso esperar pra poder cozinhar haha... (disse isso fingindo que tava na cozinha e mexendo comida com a mão... ao mesmo tempo soltou uma risada e virou a cabeça pra olhar pra gente)...
Eu- hahaha... é o que espero... tomara que aprenda a cozinhar bem haha...
Andrés- haha... não vai ter desculpa pra não fazer... (vejo ele dar um gole e voltar o olhar pra Julieta)...
Juli- hahaa... juro, amor, que vou aprender direitinho... vou pedir pra sua mãe me ensinar como ela cozinha... (nos presenteou com uns segundos da visão da bunda dela e virou de frente pra gente... nada tinha ficado evidente)...
Andrés- Por enquanto tá tudo bem... mesmo assim semana que vem passo mais vezes... pra controlar se colocam os canos direito... aí sim vamos ter que controlar tudo... e na outra acho que vão começar a revestir as paredes e o chão... aí também vou passar mais vezes... a elétrica quem faz é o Roberto, você me disse, né..?
Eu- Sim... ele vem amanhã... me disse que entre sábado e domingo termina...
Andrés- Siiim... é pouco o que ele tem que fazer... em dois dias ele coloca os canos... mas se quiserem que ele venha na segunda cedo, passo e controlo...
Eu- Sim Dale...valeu, Andrés... assim a gente fica tranquilo...
Andrés - Javi, para de me agradecer toda hora, porra kkk (tem intimidade com ele)... vou vir quantas vezes for preciso... e ainda mais se for pra vocês... bom... vou tomar o último gole e vazar que sua tia deve estar me esperando... (pra Juli)...
Andrés tomou o que restava na garrafinha... e me cumprimentou com um beijo...
Juli - Tio, manda um beijo pra tia...
Andrés - Vai ser dado... me dá um beijinho que já vou indo...
Juli falou isso e se aproximou do tio, que já se preparava pra sair... Andrés pegou a cintura da sobrinha, dando um beijo na bochecha... e sem se soltar, os dois foram se afastando em direção à porta... não era estranho vê-los abraçados... milhões de vezes eles fazem isso em cada reunião... aliás, já contei que, segundo a Juli, ela faz isso desde que minha mulher era adolescente... algo normal... mas que eu adorava ver... naquela tarde foi um encontro de no máximo meia hora, Julieta me deu o gostinho e eu encarei como um bom passo no que me agrada... assim que o Andrés saiu, o telefone de casa tocou... atendi e era minha sogra... resumindo: 20 minutos depois, minha mulher saiu de casa, a mãe dela passou pra buscá-la pra ir comprar sei lá o quê... eu fiquei sozinho e com a cabeça bem ferrada... tomei várias latas de cerveja sentado no quintal de casa sem parar de pensar em outra coisa... não minto, tava com a ideia fixa, ainda mais sabendo que no dia seguinte era sábado... Julieta chegou em casa quase na hora do jantar, trouxe comida pronta... e umas caixas de bebida que a gente sempre compra... meus sogros sempre têm a "adega" deles cheia... e quando a Juli sai com a mãe, também traz pra nossa casa... Jantamos de boa sem tocar no assunto da tarde... tomamos duas garrafinhas de vinho e fomos dormir... a TV ligada e eu não aguentei... puxei o assunto da tarde... os dois deitados na cama...
Eu - Adorei o que você fez à tarde, hein... (olhei pra ela) (sorrindo)...
Juli- hahahaha... juro que tava pensando que você demorou pra puxar esse assunto hahahaha...
Eu- haha... sério, vacilona... não consegui perceber muito se eu olhei pra sua bunda... mas que lindo que tava aquele vestidinho haha... dava pra ver a fio dental toda enfiada na buceta... gostosa...
Juli- tanto assim dava pra ver haha... (me olhava e fazia cara de surpresa)... bom... não era o que você queria... haha
Eu- siiiim... amei...
Juli- Pro tio não é nada haha... quando era pequena me via de fio dental direto haha...
Eu- Não me fala essas coisas que te como aqui mesmo... você não sabe o que tô acumulando...
Juli- mmm... então vou continuar falando... eu também tô meio doidinha hein... (falou isso se aproximando de mim)...
Eu- Segura a onda... e não me provoca... amanhã é um dia longo...
Juli- O que você quer fazer comigo amanhã..? (falou isso e começou a beijar meu pescoço)...
Eu- Se continuar assim... vou te foder... o que a gente faz..? Seguramos ou não..?.... (parei os beijos dela... me olhei sorrindo)
Juli- Me conta então... o que você pensou pra amanhã..?.... (esperava minhas palavras com certo entusiasmo)....
Eu- Sinceramente nada novo... mas se quiser podemos repetir o de sábado passado... você ficar sozinha um pouco e depois a gente te pega nós dois...
Juli- e por que não começamos logo os três..?.... não sei, falei... já que é pra foder... deixa ele fazer o que tem que fazer com a eletricidade e depois você começa... assim não fazemos tanta bagunça....
Eu- Como quiser, amor....
Juli- melhor... assim não preciso ficar me fazendo de sonsa hahaha...
Assim ficamos conversando na cama até chegar no ponto de nos convencer que aguentaríamos até o outro dia. Julieta tinha me pedido pra não fazer tanto teatro... mas deixar o Rober trabalhar e depois queria um trio de verdade, naquela noite eu tava morrendo de vontade de comer ela... e ela também... tinha me falado, mas o jogo de falar de sexo e segurar a vontade nos dava muito Bons resultados.
No outro dia, acordei umas 8 da manhã, o Rober ia chegar umas 9, como a gente tinha combinado. Fui tomar um banho, mas antes acordei minha mulher pra avisar que horas eram, pra ela ir despertando também, mas ela ficou de bobeira na cama. Depois de me arrumar após o banho, a Julieta entrou no banheiro com a mesma intenção... tomou banho enquanto eu preparava o mate. Quando ela saiu do banho, vi que ela tava vestida pra ocasião, tava calor... a Juli tava com uma regata branca... cabelo preso... chinelo nos pés... e um shortinho de lycra preto... que marcava bem a buceta dela e por trás entrava um pouco... a gente ficou tomando mate e faltava uns 25 minutos pro Rober chegar... a gente falou de tudo um pouco, mas nada do taboo... embora a gente seja bem tarado, a gente tinha acabado de acordar... mate vai, mate vem, tocou a campainha... o Rober chegou... cumprimentos de praxe... e a gente sentou os três na sala pra tomar mais uns mates... o Rober tinha trazido biscoitinhos... conversa vai, conversa vem, os três... mas sempre sem tocar no assunto do trio... mesmo depois de ter transado sem limites uma semana atrás... essa particularidade a gente sempre teve desde moleque... a gente podia fazer um trio gostoso e depois ficar conversando os três como grandes amigos, sem sentir vergonha ou constrangimento... a conversa era natural... depois de um bom tempo, o Rober se levantou com intenção de começar o trabalho dele.
Rober - Eu... vou começar a trabalhar... você, cabeção, pode me servir mate enquanto eu trabalho, né?... vai lá... acorda...
Eu - Fechou... vou colocar mais água pra esquentar...
Juli - Amor... (pra mim)... vou até o supermercado comprar algo pro almoço e umas coisas pra casa...
Assim, a Julieta pegou a bolsinha, o celular, os óculos escuros e saiu... o Rober começou a espalhar as ferramentas dele... planejar o serviço e começou a trabalhar... enquanto ele ia colocando canos corrugados nas canaletas da parede... eu ia servindo mate pra ele. Conversávamos sobre tudo um pouco... Rober nunca tocava no assunto de transar... não devia ter passado mais de 15 minutos de conversa e eu já tava bem desperto e com vontade de fazer o meu... e inevitavelmente comecei...
Eu — Ô cabeça... cê tem tempo hoje ou não...? (como me conhece há muuuuito tempo... ele me olhou na hora)...
Rober — Tempo pra quê? Acabei de começar, mano... (Rober se fazia de bobo... conheço a cara dele e sabia do que eu tava falando)...
Eu — Fala sério, otário... já sabe do que eu tô falando... não se faz de bobo comigo... (fui direto)... ontem a gente tava conversando com a Juli... e tamos com vontade de repetir o que rolou sábado passado...
Rober — Caralho... como vocês tão, hein... haha... amigo, cê sabe que tenho serviço pra um ou dois dias com isso... mas sempre dá pra arrumar um tempinho haha...
Eu — haha... melhor então... te perguntei porque não sei a que horas cê tem que voltar... por causa da Caro, digo...
Rober — Por isso pode ficar tranquilo... (a gente conversava enquanto ele trabalhava)... falei que chegava à tarde... mas cê tá falando sério comigo, né...? A anã quer...?
Eu — Sim, otário... te falei que a gente conversou ontem... e ela quer repetir haha... ontem não comi ela pra deixar bem tesuda haha... chupei um pouco a buceta dela e deixei ela louquinha...
Rober — haha cê é um filho da puta... não sei como cê aguenta... eu se começo não consigo parar haha... então vou meter o pé pra gente ter tempo...
Eu — Também não faz as coisas de qualquer jeito, otário... faz o trampo sossegado... depois a gente para e cê continua amanhã, no máximo...
Rober — naaaa... fica tranquilo, cabeça... isso é uma bobagem... pode ficar sossegado que o trampo eu faço de primeira...
Eu — Beleza... depois deixa comigo que eu preparo a menina... agora para de falar disso que ela já vai voltar...
A gente ficou conversando sobre qualquer coisa até a Juli chegar. Enquanto o Rober trabalhava, eu cevava mate e a Juli foi fazer algumas coisas da casa... colocou roupa pra lavar... arrumou na geladeira as coisas que tinha comprado... comprado.....quando terminou, ele se aproximou da gente....eu sentado num banquinho....juli puxou uma cadeira pra perto de mim e também sentou....fomos papeando sobre tudo um pouco....num dado momento, rober me pede pra passar uma ferramenta....e rapidinho começou um jogo de palavras que eu peguei....
Rober- cabeça...me passa o alicate da caixa...(ele segurava um cano...eu tava com o termo e o mate na mão)....
Eu- (olhei pra juli)...passa pra ele, love...tô com as mãos ocupadas....
Juli- ayyy neneee....que cafajeste que você é....tem alergia a ferramentas, né...(levantou pra ajudar o rober)..
Eu- jajaja....é verdade...tenho alergia mesmo jaja.....qual é, não vê que tô com as mãos ocupadas....(juli se abaixou na frente da caixa de ferramentas)...
Juli- o que você quer que eu te dê, rober..? (olhando dentro da caixa)....
Eu- Deixou a bola quicando, burra...vai te pedir a buceta jajajajaj....(gargalhada do rober)..
Juli- Javierrr...jajaj....você é um idiota, neneee....por que em vez de pagar de engraçadinho você não passa as coisas pra ele?...não vê que eu não entendo nada disso...otário...(ficou agachada rindo na frente da caixa)....
Rober- você passa dos limites, cabeça jaja.....aquele de cabo vermelho, anã..(fazendo alusão à ferramenta.)...
Julieta depois de ajudar o rober veio até mim e antes de sentar me deu um tapa no braço de reclamação...mas rindo....
Eu- E chama os outros de burra...o que você quer que eu te dê..? jajaja.....
Juli- você tem a cabeça torta, otário jajaj.....
Rober- Mas se ela quiser me dar, não vou reclamar não, hein....jajaja...
Juli- Outro otário....jaja....você fica aí e para de pagar de engraçadinho também....vai ver se faz o machão na frente da caro.....
Rober- Nããão....nem louco jaja....tenho medo dela jajaja...é brincadeira, anã..não esquenta, eu....
Assim fomos metendo um tempo de conversa de duplo sentido....marcando território e ligando os motores, no dia anterior minha mulher tinha me pedido pra começar um ménage a três....mas essa não era minha ideia... tinha pensado durante a semana e tava com vontade de deixar ela sozinha de novo... essa nova faceta me agradava pra caralho... o rober tinha me dado uma lista de coisas que eu precisava comprar... e obviamente comprei só a metade... sem minha mulher saber, já na semana eu tava com a ideia na cabeça de deixar ela ser comida sem eu estar presente... algo estranho talvez... não pra um corno assumido... isso me dava um tesão do caralho... depois de um bom tempo, quando o rober colocou os canos na parede... ele precisava fixar eles com um pouco de cimento... coisa que eu não tinha comprado... e eu, mesmo não entendendo nada do assunto, sabia que o rober precisava porque ele mesmo tinha me falado pra comprar pra essa parte do serviço... e o momento eu esperei sentado tomando mate, hehe... vejo o rober pegar um balde de pedreiro... uma colher e olhar pra todo lado... ele me olha...
Rober- Eu, cabeção... o cimento..?
Eu- (Fiquei sério, agindo o mais normal possível por uns dois ou três segundos)... Uuuuu... o cimento... esqueci total... puta merda... (levantei do banquinho e deixei o termo e o mate apoiados nele)... sou um idiota... me espera um pouquinho que vou comprar...
Rober- haha você é um burro, cabeção... isso que eu te falei tudo que você tinha que comprar, hein...
Eu- Esqueci mesmo, pô... é que fiquei tão preocupado com os caras que tavam trabalhando aqui que quando dei uma saída comprei tudo na pressa porque não queria deixar eles sozinhos em casa por muito tempo... e esqueci total...
Juli- Aii javi... você é um retardado, hein... bom, pega dinheiro e vamos comprar... te acompanho...
Eu- Não não... deixa que eu vou... vou e volto num instante... (juli me olhou por uns segundos... ela não era burra... percebeu minha intenção)... serve uns mates pro rober enquanto eu volto... não vamos deixar ele sozinho...
Rober- Cheeee... a gente se conhece há tempos, cabeção, não vou roubar nada seu haha... ou tô com cara de ladrão?.... cabeção, você tem que trazer um saco de areia também e uma de cal...
Eu - haha... não falei por isso, seu idiota... mas também não vamos te deixar na mão... deixa que eu volto daqui a pouco...
Fui pro quarto pegar a carteira e o dinheiro, a Julieta me seguiu, parou na minha frente já dentro do quarto e falou baixinho...
Juli - Você faz de propósito, né...? Quer me deixar sozinha de novo...?
Eu - Amor, juro que esqueci... mas já te falei ontem... gosto que você fique um tempinho sozinha... depois me conta se fez alguma coisa...
Juli - aii Javi... e eu te falei ontem que queria, mas sem fazer tanto auê de novo...
Eu - Dá lá... não seja tão complicada... calcula que vou demorar meia hora, quarenta minutos... não te obrigo a nada... se fizer alguma coisa, depois me conta... e se não fizer nada, quando eu chegar, eu armo tudo... mas hoje a gente te anima, sim ou sim... (dei um beijo nela e passei a mão na bunda dela)...
Juli - Tá, se apressa... não tô a fim de fazer nada sozinha... tô com vontade de ir pra briga logo, haha... te espero... mas não demora...
Eu - Bom, se não quer fazer nada sozinha, não faz... mas vai esquentando os motores... se mostra um pouquinho... puxa conversa... você sabe...
Juli - haha... não precisa esquentar motor... acho que já tô no ponto... haha
Assim saí de casa, deixando minha mulher sozinha, e com as palavras dela de que não queria fazer nada sozinha com o Rober. Tinha uma viagem de ida e volta de mais ou menos vinte minutos até o depósito onde comprava os materiais, mais uns dez ou vinte que se costuma demorar até ser atendido... dava uns quarenta minutos ou mais, nos quais minha mulher ficaria sozinha em casa. Agora, o que vou relatar a seguir é fruto do que minha mulher me contou, que vamos detalhar o mais minuciosamente possível... o Rober continuava trabalhando na parede, mas num momento ele já tinha um trecho dos canos colocados e não podia continuar sem eu trazer os materiais. A Julieta pegou meu trabalho anterior, sentou no banquinho e pegou o termo. O mate pra seguir cevando... O Rober largou o trampo por um instante e chegou perto dela...
Juli - Mate, Rober..? (ofereceu)
Rober - Bora... (aceitou o convite)... Que distraído esse cabeção, hein... Mandei um mensagem com tudo que ele tinha que comprar...
Juli - Sim... É foda... Ele é muito desconfiado, e como não quis deixar a galera que trampa aqui sozinha, comprou tudo na pressa...
Foram conversando assim por uns cinco minutos, segundo a Juli, os dois juntinhos enquanto tomavam mate, e isso que vou dizer agora é uma dedução minha. Imaginem que o Rober, uma semana antes, tinha comido a Juli sem eu estar presente, e com a ideia na cabeça dele de que minha mulher o usou como amante por um momento. Se você é homem e isso acontece, é inevitável pensar que pode rolar de novo, mesmo que a Juli tenha dito que seria só uma vez. Falo isso pelo que vou contar agora, segundo o que minha mulher me disse...
A Juli me falou que, depois dessa conversa rápida, viu o Rober querendo de algum jeito aproveitar o momento a sós...
Rober - Eu, anã, não quero que você fique puta com o que vou falar, hein... Não leva a mal... Mas, véi, não parei de pensar na semana passada, no que a gente fez sábado... Acho que a gente tem intimidade pra falar disso, né? Tô falando por causa do que a gente fez antes do cabeção chegar...
A Juli olhou pra ele, sacando na hora que o Rober queria puxar o papo pra aquele momento chave, o mesmo que eles estavam vivendo de novo... Ela esperou um pouco pra responder e soltou:
Juli - E...? O que tem isso...? Também pensei na semana, claro, nunca tinha passado por isso de não me segurar e fazer sem o Javi... Nunca tinha traído ele daquele jeito... Mas não sei por que você tá me falando isso, acho que fui clara sábado passado, né..?
Rober - Sim, sim, doida... Não fica séria assim, cara... Para, não pensa mal... Não falo por nada... Mas ficou na minha cabeça... Só isso...
Juli - Tá bem... enojada... só tô dizendo que quero ser clara com isso... o do sábado passado rolou e pronto... não pensa que eu sinto algo por você ou algo assim... não sinto e nunca senti... somos amigos, Rober, sempre fomos bons amigos os três... e eu, sinceramente, agradeço sua vibe, porque sei que você é muito amigo do Javi, são como irmãos, por isso agradeço você não ter contado nada... mesmo que a gente já tenha feito isso mil vezes os três, se ele descobrir que fizemos sem ele, você sabe que vai ficar puto e a gente vai brigar...
Rober - Não, claro que não... já te falei que não sou de ficar falando, você me conhece ou não?... também não tô dizendo que sinto algo, hein... não, não... tô bem firme com a Carol, não... esquece isso... só queria trocar uma ideia sobre isso porque fiquei com umas coisas entaladas, sabe... o cabeçudo chegou na hora e me deixou confuso...
Juli - Sim... te entendo... aliás, você tem razão, é bom a gente conversar pra deixar tudo claro... mas é, você já nos conhece... a gente às vezes não faz nada e do nada bate uma vontade... por isso também temos que te agradecer, porque você tá comprometido e com isso também coloca sua vida com a Carol em risco... a gente agradece muito...
Essa conversa tão normal e na lata rolou basicamente porque foram muitos anos compartilhados, muitas coisas vividas ao longo desse tempo, dava pra falar disso de boa e sem nenhum pudor, e com a diferença de que, sendo um pouco mais velhos, não precisava mais da coragem que a bebida dá pra fazer... como quando dois amigos podem falar de problemas de família na confiança... pois é... assim a gente podia falar de sexo... repito... mais de dez anos de relação a três...
Rober - é verdade... às vezes penso se a Carol descobrisse o que rolou entre nós três, acho que partiria o coração dela... imagino isso e me dá medo... mas é, você também sabe que isso é uma parada que quando começa... não consegues pensar... tipo... não consegues te segurar....
Juli- haha... ahh bom... vou levar como um elogio haha... (mate vai, mate vem)...
Rober- haha... não queria te dar uma cantada... mas já que você levou assim, melhor... ha... mas vou te falar de novo, sem você ficar brava... o do sábado passado me deixou louco haha
Juli- hahaha... digamos que foi bom... mas também me deu uma agonia o Javi não estar... mas passou e já era... e como amigos guardamos o segredo...
Rober- Sim sim... fica tranquila... não precisa ter medo que dessa boca não sai nada... por isso esquece... mas por que você fala assim? Ficou mal? Se arrependeu do que rolou?
Juli- Sim, eu sei... sei que posso confiar em você... nãooo... não é que me arrependi, tudo que faço é porque quero... mas dá aquela agonia de fazer escondido do Javi... é meio estranho... me entende? Sei lá... tipo uma sensação de perigo... que te deixa nervosa... mas juro que é a primeira vez que me acontece, hein... não pensa que eu tô transando com qualquer um... sou fogosa mas tenho meus limites hahaha...
Rober- hahaha... Claro... te entendo e acredito em você... te falo que eu também fiquei meio nervoso, hein... e ainda você veio pra cima de mim e não me deixou nem pensar...
Juli- haha... você também não resistiu muito, não... não se faz de bobo... tava muito hot no sábado passado... hahaha
Rober- Bom... vou te falar e não fica brava... mas eu te olho de costas e esqueço de tudo ha... é impossível resistir...
Juli- hahaha... pois é, já sei... desde pequeno... ou não? Desde que a gente se conheceu você não parava de me dar em cima... mas eu gostei do Javi desde que vi ele...
Rober- hahaha... e sim, não vou mentir, desde que te vi queria te comer, mas aí o cabeçudo ganhou e já era... e graças a vocês dois consegui matar essa vontade... (continuavam mate e mate... os dois bem juntos e já falando de sexo)... nunca mais esqueço o dia que vi sua bunda pela primeira vez, quando vocês transaram com o Javi Na minha frente... acho que foi a melhor punheta da minha vida... hahaha
Segundo minha mulher, não tinham passado nem dez minutos e a conversa já tava super picante, e ela me disse que tava se sentindo à vontade com o papo, com tesão pelo que queria fazer quando eu voltasse, e o Rober cada vez mais solto...
Juli- haha... lembro sim... eu lembro bem de todas as vezes, tenho boa memória... aquele dia eu tava super nervosa... mas também sentia que não queria parar... e ainda por cima o Javi tem aquele poder de me convencer e me fazer perder a cabeça haha... pelo amor hahaha
Rober- Eu... (fez uma pausa como se pensasse no que ia dizer)... por favor, não quero que você fique brava com o que vou te falar...
Juli- Dá logo, Rober... você pede pra eu não ficar brava toda hora, porra... fala... mas não exagera, hein...
Rober- Calma, calma... não sei como te dizer... ehhh... lembra que eu te falei que fiquei pensando no que a gente fez sem o Javi e que me deixou louco?... bom... vou falar na boa, hein... não quero que você ache que tô passando dos limites... eu levo esse segredo pro túmulo... mas quero te dizer que se um dia você tiver vontade de repetir, eu tô dentro, hein... sei lá, tô dizendo... eu pago o hotel, pra qualquer coisa...
Juli- haha... que enrolado você é pra me dizer que quer me comer hahaha... mas não me assusto com nada não, a essa altura vamos chamar as coisas pelo nome, depois de tudo que a gente fez, já sei que se dependesse de você, me comeria toda hora... isso eu sei... mas não, Rober... mais que isso... a essa altura não tenho que esconder nada de você... olha, ontem a gente conversou com o Javi que talvez hoje a gente faça algo nós três, se você quiser... tô falando na cara dura... mas sozinha não... não me sinto segura... e te digo que nem louca entro num hotel com outra pessoa que não seja o Javi... imagina se alguém me vê... morro de vergonha... não...
Rober- Tá bom, tá bom... só tô te falando pra você saber... e já que você falou, desde já te digo que não saio daqui sem a gente repetir os três o que fizemos sábado haha... Cabeção já tinha me adiantado algo... já sabia de algumas coisas... não sabe... até acordei cedo haha...
Juli - haha... bom, então as coisas estão claras..?
Rober - Sim, anã, esquece... tá tudo certo...
Nessa altura, com as cartas na mesa, a Juli me disse que tava se sentindo super quente, do jeito que só ela sabe ficar, por causa da conversa e do que ia rolar quando eu chegasse, tudo somado à semana sem sexo. Ela levantou do banquinho...
Juli - Vou trocar a erva... (a Juli foi até o cesto de lixo que tava num canto da nossa cozinha e não se agachou, mas se inclinou pra baixo com as pernas esticadas, deixando uma vista da bunda toda empinada pro Rober... assim que fez isso, ouviu ele atrás)...
Rober - Nããão... doida, para... não pode se por assim... pede pra eu me comportar e olha como você se põe... por favor, que gostoso é te ver assim... (a Juli terminou rápido de jogar a erva e virou pro Rober)..
Juli - hahaha... Robeeer... se comporta... tem que ter paciência haha (ela agora parada do lado dele, colocando mais erva no mate... as coisas estavam apoiadas no banquinho)..
Rober - Desculpa, doida... é que não sou de pedra... tô conversando e você me fala que vamos comer os três daqui a pouco e ainda se inclina assim... o que quer que eu faça... que o Cabeção me perdoe, mas se fosse por mim, começava agora... tô falando com respeito, hein...
Juli - Bom, eu... tinha que me inclinar... o que quer que eu faça..? (a Juli tava com as duas mãos ocupadas com o mate e a garrafa térmica... e sem ver ele, por ter a vista ocupada no que tinha nas mãos... sentiu a mão do Rober apoiar numa das nádegas dela)..
Rober - Que bunda gostosa você tem, doida... (a Juli, assim que sentiu o toque, se afastou um pouco dele)..
Juli - Daaaale, mano... não se excede... não seja idiota... se já te falei que quando o Javi chegar, a gente vai acabar comendo... segura aí, mano...
Rober - Para, anã, não fica assim... eu... é como se você diz, vamos acabar transando....também não fiz nada tão pesado assim....não esquenta....
Juli- sim...mas eu te falei pra esperarmos....eu também tô com vontade de transar mas me seguro....
Rober- Deixa eu tocar sua bunda um pouco, vai....(nesse momento juli me disse que rober rapidamente se colocou atrás dela e agarrou ela pela cintura com as duas mãos)...
Juli- paraa, mano, sério....(tentou se mexer deixando as coisas no banco mas rober continuava atrás....embora ela não oferecesse muita resistência, pedia pra ele parar)...
Rober- Calminha....anã....não vou passar do ponto...(juli parada se deixou encostar)....
Juli- Chega, mano....juro....se segura até o javi chegar....(já sentia a mão de rober percorrer toda a bunda dela e o meio do rabo)....
Rober- calma, mano....tá longe do cabeção chegar...vai, doida, relaxa....deixa eu te tocar um pouco....(a mão de rober percorria toda a bunda de juli...já todo excitado...ela pedia pra parar mas não se mexia)...que bunda você tem, mano....amo demais..
Juli- não dá pra conversar com você, mano....(mas não se mexia...se deixava apalpar)...
Rober- sei lá....mas adoro te apalpar sem o cabeção aqui....e você também gosta....senão não me deixaria....
Juli- não passa do ponto, hein....só toca um pouco....(aí juli apoiou as mãos no banco alto e levantou bem a raba com as pernas esticadas)....
Rober- Issooo...issooo...viu que não fazemos nada de errado....olha que raba é essa (as duas mãos apalpavam a bunda da minha mulher)....vou baixar só um pouco sua legging pra não deixar mancha...(juli deixou, ele baixou o short de lycra até acima dos joelhos deixando a bunda no ar, dividida por uma fio dental tipo esportiva preta, aí sentiu a mão de rober percorrer a extensão da buceta dela)....mmm...que quentinha tá sua buceta, mano.....(sentiu ele mover a mão em círculos pela buceta dela....várias vezes até desviar um pouco pro lado e passar a massageando a boceta dela, pele com pele)......ahhh.....olhaaa você tá toda molhada, filha da puta.....tô com o pau duro.....
Juli- Não enfia em mim, hein......só me toca.....ahhhh......toca minha buceta.....
Rober- Sim, bebê....vou apalpar toda a sua buceta....(os dedos do Rober iam e vinham ao longo dos lábios vaginais da minha mulher, segundo a Juli, ela tava super tarada).....vê que você adora.....pena que a gente tem pouco tempo....ficaria horas te tocando toda antes de te comer.....um dia você tem que se animar e te levo pra um hotel, anã.....
Juli não falava e se deixava apalpar.....o Rober ficou uns 5 minutos apalpando ela toda por trás, segundo minha mulher, ela sentia ele mexendo na buceta e no buraco do cu, nas nádegas...tudo.....o Rober percorria toda aquela área....tudo devagar, deixando ela louca.....ela já tinha fechado os olhos, se deixando levar pelo tesão, quando sentiu o golpe firme nas nádegas de uma barra de carne.....o Rober estava de moletom, então em algum momento ele abaixou, deixando o pau livre, e começou a bater nas nádegas da Juli.....ela sentia golpes em cada bunda.....ela calada e super tarada.....sabia que se não parasse, ele ia comer ela assim.....deixou ele avançar e começou a sentir os golpes diminuírem....dois dedos puxaram a calcinha dela pro lado e o pau do Rober começou a ir e vir por toda a buceta da minha mulher...sem penetração...só fricção....as mãos do Rober seguraram ela pela cintura...ela empinou bem a raba e começou uma masturbação mútua sem penetração.....minha mulher se sentia fervendo.....
Rober- ahhhhh.....que delícia te ter assimiiii......como você me agradaaaa, filha da puta.....e mais ainda gosto que você é a mulher do meu melhor amigo....bem puta.....puta infiel.....isso me deixa mais tesudo ainda.....
Julieta já sentiu que inevitavelmente ia se deixar comer.....mas num momento de lucidez, sabia e pensou que eu podia chegar.....
Juli- paraa paraa.....
Rober- não consigooooo enanaa....me deixa um pouco mais.....
Juli- paraaa, tarado.....me passa o celular que tá na mesinha da sala que vou ligar pro javi pra ver por onde ele vem.....
Aí sentiu o rober largar ela rapidão, e em questão de segundos colocou o celular na mão dela....nessa hora que eu atendi a ligação, tava sendo atendido no depósito.....então devia levar uns quinze, vinte minutos pra chegar, obviamente e não vou mentir que quando atendi a ligação da minha mulher e conversamos, automaticamente soube que alguma coisa tava rolando e a juli precisava calcular os minutos.....juro que a ligação me deixou puto.....
Ligação da juli- Oi amor....falta muito..?...(segundo a juli, enquanto falava, tava em pé pelada com o short na cintura, e o rober atrás passava a pika na bunda toda dela enquanto ela falava)
Ligação minha- Oi céu.....ainda não me atenderam....acho que em meia hora tô em casa, precisa de algo..?
Ligação da juli- não não....liguei porque você tá demorando muito...(isso eu entendi na hora)...
Ligação minha- Tem bastante gente....mas em meia hora mais ou menos tô em casa...
Essa foi nossa ligação rápida, que entendi perfeitamente e juro que quase fiquei de pau duro no meio do depósito......agora continuo com o que tava rolando em casa segundo a julieta....assim que desligou a ligação, o rober pediu pra ela voltar pra posição de antes, que a juli fez sem falar nada e na pressa....
Juli- Mete logo.....vamo que não tem muito tempo, em quinze minutos a gente tem que largar (olhando o relógio de pulso)....
Rober- Que gostosa do caralho você é....olha como você se desespera pra ser comida....(ela arrebitou bem a bunda, sentiu o rober puxar a fio dental pro lado e passar a cabeça da pika várias vezes nos lábios, como se quisesse lubrificar o pau....dois ou três segundos e a pika do rober começou a penetrar a buceta da minha mulher...devagar até enfiar tudo e deixar parado por uns segundos)....ahhh...que quente que tá a sua buceta molhada....(e comecei a entrar e sair devagar, mas sem parar.....segundo a Juli, ela sentia a buceta toda lubrificada e como o Rober abria a vagina dela por completo....enchendo ela inteira).......
Juli- ahhhh seeeee.......que delícia que você tá me comendo, por favoooor.......(ela se agarrava com as duas mãos no banquinho....pernas esticadas e empinando bem a raba)....
Rober- ahhh.....não tem putinha que me esquente mais.......como eu gosto de comer a mulher do meu amigo.....e te ver tão entregue.....(entrava e saía devagar apertando as nádegas dela enquanto as abria)....isso te dá muito tesão, anã....me fala....você adora ser infiel e chifrar o Javi...ou não...?...me fala, vai, puta....
Juli- ahaha ahaha ahahh...siiiiim.....eu adoro que você me coma assim, escondido.....que o Javi não saiba que você tá me comendo....me come....me come toda....vai....chifra a Caro e o Javi, vai....come a puta da mulher do seu amigo...aha haha haha...
Rober- Anã....pensa bem, vai...(enquanto aumentava a fodida)......você gosta muito da minha pica, boluda....você adora que eu te coma.....e você me deixa louco.....a gente tem que ser amantes.....e se ver quando der.....tô morrendo de vontade de te levar num hotel e te comer toda sossegado....depois cada um vai pra sua casa....(aumentei o plas plas plas plas)......eu não tenho drama e topo qualquer parada.....(plas plas plas plas)...
Juli- ah ah ah ah ah ah ah ah......me come me come me come....juro que vou pensar......ah ah ah ha....mas agora me come......ahhahahha....tô muito tesuda....quero transar o dia inteiro......
Nessa troca de palavras, eles ficaram por uns dez minutos......nos quais o Rober nunca parou de comer ela por trás....a Juli sentia a buceta dela cada vez mais lubrificada e dilatada.....até sentir que, enquanto o Rober bombava a buceta dela, começou a fazer pressão no buraco do cu com um dedo......sentiu uma cuspida.....o dedo trabalhou e trabalhou até entrar no orifício anal da minha mulher....a enlouqueceu.....tudo sem parar de penetrar a buceta dela.....sentiu a invasão de um segundo dedo até sentir um terceiro......tudo lento e devagar no cu.....de repente, rober já tava comendo ela pela buceta e ao mesmo tempo tinha três dedos enfiados no cu de juli.....que tava delirando de prazer com essa fodida.....rober não tirava os dedos de dentro.....e continuava comendo ela pela buceta num ritmo gostoso....
Juli- ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah.....(olhou o relógio) ah ah ah rober, não temos mais que cinco minutos....anda logo, por favor....goza que depois a gente continua.....ahahahaha
Rober- você gozou..?
Juli- nãoooooo....tô perto, mas não consigo me concentrar com medo do meu marido chegar....ahaha....anda logo.....tira ela e bate uma punheta e gozaaa......
Rober- paraa paraaa...me dá dois minutos e eu gozo.....ahhhhhhh como eu encheria sua buceta de porra, sua putinha.....
Juli- nãoooo.....goza fora, seu idiota.....nem pense, que você não tem camisinha.....ah ah ah ah ha...
Rober- ahhh como eu adoro te comer.....que bem que a gente vai se divertir sozinhos, por favorrr.....vou te pegar de todos os jeitos.....ahhhhh......
julieta sentiu que rober já tava comendo ela com tudo, tava bombando sem parar na buceta dela, o corpo dela se mexia inteiro, fazendo tremer o banco onde tava apoiada.....sentia calor e que tava suando toda.....rober tava comendo ela gostoso....julieta me disse que sentia os dedos de rober completamente enfiados no cu dela.....rober acelerou e julieta sentiu o vazio na buceta e no cu ao mesmo tempo......rober ia gozar.....juli ficou respirando por um segundo, pensando que rober tava se masturbando pra gozar, quando de repente sentiu a pica de rober se apresentar no cu dela....e de uma vez, aproveitando a dilatação que os dedos tinham deixado....enfiou devagar, mas sem parar até o talo.....meteu a pica Pau inteiro no cu.... ele ficou parado e gozou..... Rober- ahahahahahahahhahahahahah.......tomaaaaa o leite dentro
Seguidores e seguidoras, amigos e amigas, como vocês estão? Espero que muito bem. Outubro e novembro foram meses cheios de compromissos e contratempos, nem vou falar de dezembro, cargas horárias pesadas numa mistura de trabalho, preparativos das festas e a verdadeira bagunça que tivemos em casa com a reforma da nossa cozinha. Quem já passou por algo parecido sabe o que significa: poeira e sujeira por todo lado durante vários dias, a casa cheia de trabalhadores desconhecidos indo e vindo, um desconforto total por quase um mês. Mil desculpas pela demora na continuação do relato, mas como vocês sabem, tudo tem sua recompensa, e não nos esquecemos de vocês. Para o prazer de quem lê, aconteceram algumas coisinhas que merecem um novo relato.
Vou tentar situar vocês da melhor forma possível no tempo e no espaço, a proximidade com o que aconteceu nos permite lembrar de quase todos os detalhes. Naquela tarde de sábado em que a Julieta teve sua última dupla penetração, foi algo que não vivíamos há um bom tempo, muito diferente da última vez que o Daniel comeu minha mulher, e a diferença principal era simplesmente a ausência de bebida alcoólica. Dessa vez planejamos tudo com minha mulher num horário diurno e sem provar nada que alterasse nossas vontades. Depois de conversar com ela, ambos concordamos que foi um dos melhores dias no quesito tabu. O novo ingrediente da Julieta transando sozinha com o Rober, somado à festa que a submetemos depois, fez com que esse dia fosse um dos melhores que já tivemos. Na noite daquele sábado, depois de jantar em casa, a Julieta me contou com todos os detalhes o encontro com o Rober enquanto eu estava ausente. Não vou entrar em muitos detalhes, só dizer que enquanto ela me contava cada coisa, cada diálogo, exatamente como contamos nos relatos anteriores, inevitavelmente deixou minha pica dura como um pau. Apesar de querer comê-la de novo naquele sábado, a Julieta estava com as partes íntimas sensíveis. Um tanto irritadas de tanto que eu tinha comido naquele dia, me recusei a qualquer penetração... mas ela não me deixou na mão e depois de me contar tudo e ao ver minha ereção presente... acalmou minha vontade com uma chupada delicada de pau, lenta e relaxada até levar todo o meu ser pra dentro dela. Nessa conversa, uma nova faceta veio à tona: ela tinha curtido pra caralho o fato de ter ficado sozinha. Mesmo não vendo com meus olhos, que é o que mais me excita, tenho que admitir que ouvir a voz da minha mulher dizendo que o Rober tinha pegado ela me deu tesão... não tanto quanto presenciar, mas como um bom e safado corno, não posso negar que também curto esse jogo. Falei isso pra Julieta, e ela... ela me disse na lata e em poucas palavras que o jogo a excitou pra caralho, que se sentiu terrivelmente puta, coisa que ela adora. A gente conversou que talvez repetiria, mas ela terminou dizendo que curte mais quando é a três, porque aí o nível de putaria que ela pega é indescritível.
Na segunda-feira seguinte, seria o dia de começar a obra em casa. As coisas já estavam planejadas de antemão. Não contei nos relatos anteriores porque teria que fazer três ou quatro posts por capítulo, e vocês não têm ideia do quanto a gente sofre pra criar cada post. Tentamos lembrar de cada detalhe pra explicar da melhor forma cada situação. Não mentimos: leva semanas pra montar cada entrega. Talvez vocês achem que é demais, mas pra gente é impossível fazer as coisas em menos tempo, já que temos poucas horas por dia pra dedicar a isso. Falo isso pra vocês entenderem que talvez estejam lendo muita introdução, mas a gente acha isso muito importante e não vamos pular, porque é assim que sempre fizemos. E, de novo, pedimos desculpas pela demora.
A questão das reformas em casa levou umas duas semanas de planejamento, antes do sábado da última foda. Primeiro, contratamos uns pedreiros que seriam os responsáveis por executar a mão de obra, gente conhecida do meu sogro, e com quem combinamos o dia de início do trabalho depois de uma visita à minha casa da pessoa que se identificou como "francisco", digamos o "Capataz". No dia da visita, ele fez o orçamento do trabalho e acertamos a data de começo. Segundo foi a compra dos materiais. Como vocês sabem, eu não entendo muito do assunto, pedi ajuda das pessoas mais próximas e entendidas no tema. Meu sogro foi o responsável pelas recomendações sobre qualidade e quantidade de material para o ambiente da cozinha. As compras foram guiadas por ele, e como já falei em post anterior, o rober cuidaria da parte elétrica (que no começo foi uma desculpa que demos pra carolina, esposa do rober... pra poder trazer ele em casa sem ela... mas depois virou algo real... foi meio que de tabela, mas a gente precisava fazer assim pra história que montamos antes parecer verdadeira). Mesmo não sendo o centro do trabalho, era importante porque íamos adicionar algumas tomadas na parede da bancada (nossa casa é de construção antiga, e como vocês sabem, anos atrás só tinha geladeira e TV, hoje em dia a variedade de eletrodomésticos é grande, então a gente precisava desse conforto numa cozinha moderna), além de renovar as luminárias do teto do lugar. Como o rober durante a semana cuida do comércio dele, e nossa ideia não era afetar a economia dele, a gente combinou que no sábado depois do começo dos pedreiros ele viria em casa pra fazer o serviço necessário. Ele me disse 200 vezes que não ia me cobrar pelo favor... que era maluco... mas depois de tanto insistir, acertamos que se ele fizesse o trabalho, eu pagava, senão... eu procuraria outra pessoa. Pra falar a verdade, acho que pro rober o que menos importava era o dinheiro na hora de vir na nossa casa, era a chance real de comer minha mulher. Até o Hoje, meu amigo não me disse nada sobre a trepada que deu na minha ausência. Continua me tratando do mesmo jeito, sem mostrar nenhum arrependimento, e na cabeça dele ainda tá aquela minha imagem de corno. Depois de tudo que rolou, sei muito bem que o Rober é louco pela minha mulher, e por mais que sejamos amigos, ele vai comer ela na primeira oportunidade que tiver. Depois do último sábado, no começo da semana passei no negócio do Rober... precisava deixar tudo claro... resumindo, o Rober confessou que tava afim de continuar comendo minha mulher... da minha parte, falei que se quiséssemos repetir, a gente ia armar algo discreto... agora ele tinha família e o perigo era maior... mas nesse sentido a gente encerrou a conversa... se surgisse algo, a gente armava e pronto... o Rober nunca comentou nada sobre a trepada que deu na Juli sozinha...
O negócio de ter gente estranha na minha casa, pra ser sincero, não me agradava muito. Sou uma pessoa desconfiada, até da minha própria sombra, então não conseguia imaginar deixar minha casa sem a presença de alguém íntimo. Isso também fez parte do nosso planejamento, já fazia umas semanas que eu tinha trazido alguns materiais do meu trabalho pra casa, pra trabalhar de lá. Tinha umas datas específicas em que eu precisava ir a várias reuniões, e eu tinha resolvido isso com a ajuda da minha sogra. A Julieta trabalha com carteira assinada e não podia fazer muito, tinha que cumprir horário, mas meu trabalho me permitia me organizar de um jeito que eu podia ficar em casa na maioria dos dias de obra. Na segunda-feira, no começo dos trabalhos, às 8h em ponto, a campainha de casa tocou. Três trabalhadores com malas de ferramentas esperavam na calçada da minha casa pra entrar e trabalhar. Vou apresentá-los de forma resumida:
* Francisco era quem mandava, um cara de uns 60 anos, grisalho, de porte normal, muito educado pra falar, nada mais a dizer. Os dois ajudantes, Ruben e Enrique, dois caras que eu calculo que estavam entre 45 e 50 anos. de corpos um pouco mais robustos que o Francisco. Os três com a pele meio bronzeada, digamos, acho que por causa do trampo deles exposto ao sol. A Julieta e eu já estávamos prontos em casa, minha mulher entra no trabalho às 9 da manhã, então já estava com o uniforme de serviço tomando mate, que sempre dura até umas 8:20, mais ou menos, horário em que ela sai pro trampo. Por mim, naquele dia eu não ia trabalhar, só ia ficar de olho no serviço aqui em casa. Apresentações de praxe e blá blá blá... os pedreiros começaram com o replantio da obra e o caos começou, como era de se esperar, começaram a destruir a cozinha atual até aquele momento. Não vou me alongar muito no que rolou nesses primeiros dias, quase a primeira semana inteira, onde os trabalhos foram exclusivamente de destruição... e limpeza ao mesmo tempo... não só o ambiente da cozinha ia ser modificado, mas também os canos de gás natural e água corrente... assim como o piso do lugar, mais a construção de uma espécie de balcão que ia dividir esse ambiente com o resto da casa. Não tenho nada em particular pra falar dessa primeira semana, a Julieta chegava em casa depois das 16:30 do trampo, e os pedreiros iam embora às 17h, então não imaginem nada de estranho nesse aspecto porque não rolou nada pra contar, já que a Julieta quase não dividia minutos com essa gente, não tinha tempo nem pra qualquer sugestão. No quesito sexo, com a Julieta combinamos de não fazer nada juntos nem sozinhos durante os dias de semana. Vocês vão achar muito doentio pra um casal, mas garanto que ficar uma semana sem nada carrega bem as baterias.
Agora sim, a sexta-feira dessa primeira semana ia ser um tanto particular. Ao chegar nesse dia, os pedreiros tinham o setor da nossa futura cozinha com as paredes peladas, o piso preparado pra ser revestido, e as canaletas prontas pras novas tubulações de água, gás e eletricidade, então o Rober ia vir no sábado seguinte pra fazer o trampo elétrico dele. correspondente. Porque eu disse que essa sexta ia ser diferente... pelo seguinte... naquela semana que fiquei em casa sozinho o tempo todo, obviamente a cabeça tarada trabalhou a mil por hora... dedicava a manhã pra fazer algum trabalho... mas depois do meio-dia era inevitável começar a pensar no presente sexual do nosso casal, sentado no sofá de casa... a TV ligada enquanto os pedreiros trabalhavam... meu olhar perdido e minha mente pensando sem parar... já tinha algo planejado pro sábado, quando o Rober viria em casa, nada de novo e que já não tivesse acontecido... mas também tinham me ocorrido umas coisinhas extras, coisas que eu sabia que eram difíceis de realizar, mas que, se a Julieta topasse, dariam um tempero extra pro nosso sexo. Tenho que ser sincero que, pra botar ela pra foder... não tinha muitas opções além do Rober, era o mais fácil e prático, o menos perigoso, mas o tal tempero que eu tô falando não era nada mais nada menos que o tio da Juli... o Andrés. Dias antes dessa sexta, visitei o negócio do meu sogro com desculpas verdadeiras sobre os materiais que ia levar pra casa, sentados no escritório dele, fomos conversando sobre o assunto por alguns minutos até que o Andrés apareceu no local. O tio da Juli trabalha como vendedor, mas também costuma acompanhar as equipes de trabalhadores que meu sogro (Jorge) tem quando precisam fazer as instalações de cada material de cozinha... móveis... bancadas e essas coisas, trabalha com meu sogro há mais de dez anos, então vocês já podem imaginar que ele tem muita experiência no assunto... estávamos nós três no escritório do meu sogro tomando chimarrão... eu com uma ideia fixa... que o Andrés viesse algumas tardes em casa pra conversar sobre o assunto e ver o progresso da obra, mas com uma intenção principal... trazê-lo pra ver se escapava algum olhar pra sobrinha dele, pra Julieta eu tinha contado algo... mas ela tinha deixado claro que não tinha certeza se faria algo em Quanto ao assunto... depois de mate e mate... comecei...
Eu - Andrés... eu, sexta-feira, se não te importar e me fizer aquele favor, por que você não passa lá em casa pra dar uma olhada em como tá tudo? É que eu não entendo muito do assunto, sabe... e não quero que façam cagada. Sua sobrinha tá super empolgada com a cozinha dela e não quero que dê merda... senão depois quem tem que aguentar sou eu... você sabe como são as mulheres...
Andrés - Claro, Javi, sem problema. Saio daqui e passo lá... pode deixar. (Ele sai do trabalho às 18h). Fica tranquilo que os pedreiros que tão na sua casa são de primeira. A gente já conhece o trabalho deles... fazer essa cozinha é moleza pra eles. Depois a Juli não vai ter desculpa e vai ter que aprender a cozinhar... aí você corta o delivery, haha.
Risadas dos três...
Jorge - Fica tranquilo, Javi, vai ficar dez. Conheço o Francisco há muitos anos, ele é daqueles pedreiros que não existem mais... (olhando pra mim). Andrés... sai um pouco mais cedo na sexta, pra deixar os meninos sossegados.
Andrés - Pode ficar tranquilo (pra mim)... sexta eu saio e passo na sua casa. Tomamos uns mates enquanto isso.
Preciso explicar a personalidade dos dois personagens. Jorge, meu sogro, é uma pessoa muito gente boa, solidário... generoso, e acho que nessa vida não tem nada mais importante pra ele do que a Julieta. Ela é o mundo dele, a princesinha. Mas quando o assunto é trabalho, ele fica sério... como se não houvesse espaço pra nada além da excelência quando se trata de obrigações.
Andrés é irmão da mãe da Juli. Pra quem não lembra, ele é daqueles caras simpáticos, extrovertidos, tagarelas... impossível não gostar dele. Ele tem essa mania de nunca estar de mal humor. O cara que tira uma piada de cada comentário. Na verdade, um cara muito foda, perto dos 50 anos, um pouco mais baixo que eu... casado... acho que tem uns 1,70m. Se veste muito bem, sempre barbeado e cheiroso. Não chega a ser gordo, mas tem A barriga de boa vida dela... quer dizer, pernas normais mas com abdômen saliente... tem aquele peito típico com pelos... mãos grandes... sempre usa camisa aberta... e de rosto, digamos que é bonitão pra idade... cuida muito da aparência... como já falei em relatos anteriores, Andrés é um típico Don Juan, nada de outro mundo... tem milhões de caras assim. Não vou dar muito detalhe sobre a vida dele, a pedido especial da minha mulher. A questão é que naquele dia combinamos que na sexta, umas 17h, o Andrés daria uma passada em casa, coisa que na mesma noite eu tinha comentado com a minha mulher, que me deixou claro que não tinha certeza se faria algo do que eu tinha pedido...
Bom, chegada aquela sexta, a Julieta caiu em casa perto das 16:50, me encontrou pagando a semana de trabalho pros pedreiros, nada a dizer sobre isso, os trabalhadores se mandaram rapidinho, deixando eu e minha mulher sozinhos. A Julieta passou pro quarto pra tirar o uniforme de trabalho e ficar à vontade... eu fui pro quarto pra bater um papo... enquanto ela ia se livrando da roupa, falava comigo...
Juli - Que bagunça que tá essa casa... não vejo a hora de acabar...
Eu - Ja... acabou de começar, amor... ainda falta... mas deixaram tudo bem limpinho...
Juli - Sim... mas não temos nada pra lavar os pratos... cozinhar... vai, faz só uma semana e já tô de saco cheio, haja... (não falava de mal humor, era brincadeira)...
Eu - Haha... já te conheço... a impaciência é sua maior virtude... o que você quer, que façam tudo em dois dias? Dá trabalho fazer isso... (Julieta me dava um belo espetáculo de lingerie... fio dental e sutiã preto... eu parado olhando ela enquanto ela se arrumava... ela tinha sentado na cama e enquanto falava comigo ia tirando as bijuterias que usava pra trabalhar)...
Juli - Não seria ruim se fizessem em dois dias...
Eu - Amor... se troca rápido que a qualquer hora seu tio chega... ele vem ver como tá tudo...
Juli - O tio... Vai cair mais tarde... se ele sair da loja daqui a pouco... papai fecha às seis... Eu - Ela me disse que vinha um pouco antes... (me aproximei e dei um beijo nela... Julieta me conhece como a ela mesma... sabia que toda essa história de trazer o Andrés não era pra outra coisa senão alimentar minha cabeça podre)... Juli - Já te falei, hein... não me vem com loucuras... com a família não, tá? Já vi essa cara de filho da puta que você faz... haha... se você visse sua cara... não consegue disfarçar haha... parece um moleque... Eu - haha... você me conhece demais... só uma coisinha, sim... me dá um gostinho, vai...? Coloca uma coisa bonita... quero ver se ele te olha um pouco ou não... só isso... fácil... Juli - Javieeerrrr... (como um aviso, falou sem me olhar enquanto tirava uns brincos)... já conversamos sobre isso... o que você quer...? Que eu ande pelada na frente do meu tio..? Eu - Pelada não, sua burra... mas uma coisa bonita... justinha... se ele já te viu mil vezes assim, qual o problema..? Até de biquíni ele já te viu... é parte do nosso jogo... já fizemos isso mil vezes... além disso, te falo, sei lá... um vestidinho desses de ficar em casa que você tem... que marcam bem a rabeta... é só pra incrementar as brincadeiras... ou vai me dizer que não estamos nos divertindo... Juli - Adoro o jeito moleque que você me paquera hahaha... você é um idiota... (ela me olhava sorrindo... me aproximei... ela sentada e dei um beijo nela enquanto levava minha mão até a buceta dela... dei um beijo que ela correspondeu enquanto eu acariciava a pussy por cima da calcinha fio dental)... Eu - Você ri de mim... mas bem que gosta de tudo isso, hein... amanhã é sábado e você já sabe quem vem... vai me dizer que a situação não te excita..? (eu meio agachado perto da boca dela... ela me olhava e sorria)... Juli - Dá pra dizer que estamos nos divertindo muito... sim... (ela me deu um selinho)... o que acontece amanhã..? Ou melhor... amanhã precisa acontecer alguma coisa..? (eu falava e acariciava ela devagar)... Eu - Se você Quer...? Podemos fazer algo parecido com o sábado passado... outra coisa não me vem à cabeça... cê tá afim de brincar de mulher infiel? Eu não tenho problema, hein...
Juli - Acho que você tá mais afim do que eu... porco... haha...
Eu - Gosto da ideia de repetir... a semana toda pensando... não sabe como eu tô...
Juli - haha... cê tá a todo vapor, hein... pensou em algo novo..? (ela me olhava sorrindo)...
Eu - Não... mas depois que o tio for embora, a gente conversa, se quiser... (beijo e carícia na buceta)...
Juli - haha... mm... sei não, sei não... depois a gente fala...
Eu - Bom... agora se comporta e veste algo bonito... (puxei de leve a tanga e passei o dedo na fenda da buceta... meio lubrificada... beijo)... me dá esse gosto, sim... pra recarregar bem as baterias...
Juli - Ahh... para... deixa eu trocar de roupa que agora não dá tempo... (beijo e outra carícia na pele)...
Eu - Tá bom, gostosa... como quiser... embora eu esteja com vontade de chupar um pouco pra te dar um gostinho... gosto de te deixar bem quentinha... (abro de leve as pernas dela... Juli não só deixou como aproximou a pélvis na ponta da cama... e eu, com a mesma tesão acumulada da semana... me abaixei na frente dela, aproximei minha boca, puxei a tanga pro lado e comecei a chupar a buceta dela devagar)...
Juli - ahh, papai... não sabe a tesão que juntei... ahhh... que gostoso como cê chupa minha buceta... (ela segurava minha cabeça)... mas não dá tempo agora... vai me fazer esquentar à toa... (eu não liguei e continuei lambendo... Juli dizia que a gente precisava parar, mas não saía do lugar)...
Juli - Ahhh... fiquei dois ou três dias pensando em como me comeram no sábado... vinham imagens toda hora e eu não conseguia evitar ficar com tesão... ahhh... me desconcentrava... (ela me segurava pela cabeça enquanto eu chupava devagar)... juro que tive vontade de me tocar no banheiro do trabalho... não sabe... ahhh... mas me segurei... ahhh...
Acho que Fiquei chupando a buceta dela bem devagar por uns cinco...dez minutos, calculo...enquanto a Juli me dizia como ela tava com tesão a semana inteira...e o mais importante era que ela tinha controlado essa vontade sem se tocar...conhecendo ela como conheço, tava pegando fogo...
RIIIIINNNNGGGGGGG.....(tocou a campainha de casa)...
Aí a Julieta, como se o som da campainha tivesse dado um chute na cabeça dela, tirou eu de entre as pernas dela mandando eu ir abrir e fechar a porta do quarto. Saí fechando a porta, mas antes de atender passei no banheiro e rapidamente enxaguei a boca pra não ficar com cheiro de buceta na cara. Depois olhei pela janela da rua, o tio Andrés esperava pra entrar.
Cumprimentos de praxe...Andrés entrou em casa, e eu antes de começarmos a conversar na cozinha...rapidamente ofereci pra ele sentar num sofá da sala uns minutos...dizendo que ia preparar um tira-gosto e uma bebida já que ele vinha do trampo...Andrés aceitou na hora, numa mesinha que a gente tinha colocado perto da geladeira fui preparando um pequeno agrado caseiro...queijos e azeitonas...perguntei se preferia mate...refri ou uma latinha de cerveja...escolheu a cerveja...levei tudo pra mesinha de centro da nossa sala e começamos uma conversa de família...falamos um pouco de trampo...do assunto que tavam chegando as festas...e blá blá...cinco minutos dessa conversa...
Andrés- E minha sobrinha..?....perambulando por aí..?....(comia e bebia de vez em quando)...
Eu- Nãão...chegou agora do trampo...tá se trocando, já vem...
Andrés- Ahh...viu que nessa época elas saem pra gastar grana em tudo quanto é lugar haha...são um perigo...
Eu- haha....a Juli ainda não começou...mas fica tranquilo...dá uns dias e coitada da minha carteira...
Andrés- ha...é, imagino...conheço ela mais que você a gostosa...ela e a mãe são demais...minha irmã faz o seu sogro de otário...hahaha
Nisso escuto a porta do quarto abrir Julieta apareceu, minha mulher não me decepcionou. Ela vestiu um vestidinho daqueles de ficar em casa... na altura do meio da coxa... dava pra chamar de praieiro também... com estampas de desenhos animados no peito... tipo camisola... braços de fora... não era decotado... de tecido de algodão... mas nos quadris ficava justinho... e o melhor de tudo... cor branca. Como a roupa íntima era preta, a visão ficava insinuante... não transparecia demais... mas se você parasse o olhar naquela área... percebia perfeitamente como era a calcinha dela... impossível disfarçar... nos pés, chinelos de plataforma... cabelo solto... Ela se aproximou da gente e sentou do lado do tio dela.
Juli - Tiiio... como cê tá..? Acabou de sair do negócio..? (primeiro deu um beijo nele e depois sentou do lado).
Andres - Oi, linda... acabei de sair sim... agora vamos dar uma olhada pra ver se tá tudo certo... (referindo-se à cozinha)... o Javi passou uns dias atrás no negócio... ele te falou..? Pediu pra eu vir pra vocês ficarem tranquilos que vai dar tudo certo...
Juli - Sim, tio... eu pedi pra ele chamar você... pra gente ficar sossegada que não vão fazer cagada, sabe... essa bagunça toda tá saindo bem caro... e você sabe que na rua a gente sempre ouve o povo falando: "Os pedreiros fizeram tudo errado"... e essas coisas... bom, por isso falei pro Javi ir na casa do pai e te avisar... a gente não entende nada disso... olha a cozinha... tá um nojo... uma bagunça danada...
Andres - É normal... mas já falei pro Javi ficar tranquilo porque esses pedreiros que seu pai mandou são de primeira... a gente já conhece eles... cobram caro, mas trabalham direito... não vai ter problema... do mesmo jeito, passo aqui quando você pedir... sabe que não me custa nada... (comia e bebia).
Eu - Valeu, Andres... te prometo uma picadinha toda vez que você passar, hahaha...
Andres - Fechou, haha... mas quando terminar, você paga um churrasco, hein...
Juli - Sim... que delícia, haha... Dio fome... (comeu um queijinho)... Javi... (me olhou)... não trouxe nada pro meu neném beber... (levantou do sofá e virou as costas pra gente, indo pra cozinha... e olha lá... por trás dava pra ver a tanguinha enfiada na bunda... o vestido não entrava no meio das nádegas... mas apertava e marcava as bandas dela... imagina... tecido de algodão branco e tanguinha preta por baixo... dava pra ver claramente as bandas da raba... linda)...
Javi - haha... bom, me desculpa... passou batido... além do mais, você nunca bebe nesse horário...
Andrés - A baixinha é brava, hein haha... (quando ele disse isso, eu olhei pra ele... e, embora não estivesse encarando a Juli como um tarado... tava sim vendo a sobrinha dele se afastando... não sei se ele tava olhando a raba... mas pelo jeito que a Julieta tava de costas, aposto que não olhou outra coisa)...
Julieta foi se afastando em direção à geladeira enquanto a gente conversava... mas passaram aqueles quatro ou cinco segundos em que nós dois olhamos pra ela por trás... isso já me deixava doido... a Juli voltou com a cerveja dela e a gente continuou batendo papo por uns quinze minutos, mais ou menos... falando de tudo um pouco... a família... as festas, principalmente... e no final da conversa, a gente focou na cozinha... quem começou foi o Andrés... terminou a latinha de cerveja dele e falou...
Andrés - Vamos ver o que esses pedreiros fizeram...? ... daqui a pouco eu começo, que tenho que comprar umas coisas com sua tia... (falou pra Juli)...
Juli - Beleza, tio... (a Juli se levantou e rapidamente virou as costas pra gente... juro que dava pra ver lindamente as bandas da raba dela... eu deixei o Andrés passar na frente pra ele ir atrás da sobrinha)...
Eu - Eu... vou pegar outra cerveja... vocês querem...? (falei enquanto seguia eles por trás... os dois disseram que sim)...
Peguei três latas da geladeira e fui pro tal cômodo... o Andrés começou a falar sobre a cozinha daqui, dali... onde seria melhor colocar cada coisa... os materiais que a gente ia usar... uma conversa toda em... Quanto ao assunto... ele repetia que a obra tava só começando e que eram trabalhos preliminares... que por enquanto não tinha muito o que controlar... e blá blá blá... ele tava parado perto da parede da cozinha e nós atrás dele... eu ainda com os latões na mão... dei um pra Juli... Andrés se aproximou pra pegar o dele e ficamos os três a uns três metros da parede da cozinha... os três falando do assunto... até que Juli me deu um agrado... ela se aproximou da parede e ficou a um metro dela... de costas pra nós... a raba era um poema... a fio dental, repito, era impossível não notar... ela tava toda enfiada... dava pra ver no vestido dela uma sombra preta na cintura e aquele triângulo pequeno enfiado na bunda... Andrés e eu atrás dela...
Juli- Aii... tô tão feliz... mal posso esperar pra poder cozinhar haha... (disse isso fingindo que tava na cozinha e mexendo comida com a mão... ao mesmo tempo soltou uma risada e virou a cabeça pra olhar pra gente)...
Eu- hahaha... é o que espero... tomara que aprenda a cozinhar bem haha...
Andrés- haha... não vai ter desculpa pra não fazer... (vejo ele dar um gole e voltar o olhar pra Julieta)...
Juli- hahaa... juro, amor, que vou aprender direitinho... vou pedir pra sua mãe me ensinar como ela cozinha... (nos presenteou com uns segundos da visão da bunda dela e virou de frente pra gente... nada tinha ficado evidente)...
Andrés- Por enquanto tá tudo bem... mesmo assim semana que vem passo mais vezes... pra controlar se colocam os canos direito... aí sim vamos ter que controlar tudo... e na outra acho que vão começar a revestir as paredes e o chão... aí também vou passar mais vezes... a elétrica quem faz é o Roberto, você me disse, né..?
Eu- Sim... ele vem amanhã... me disse que entre sábado e domingo termina...
Andrés- Siiim... é pouco o que ele tem que fazer... em dois dias ele coloca os canos... mas se quiserem que ele venha na segunda cedo, passo e controlo...
Eu- Sim Dale...valeu, Andrés... assim a gente fica tranquilo...
Andrés - Javi, para de me agradecer toda hora, porra kkk (tem intimidade com ele)... vou vir quantas vezes for preciso... e ainda mais se for pra vocês... bom... vou tomar o último gole e vazar que sua tia deve estar me esperando... (pra Juli)...
Andrés tomou o que restava na garrafinha... e me cumprimentou com um beijo...
Juli - Tio, manda um beijo pra tia...
Andrés - Vai ser dado... me dá um beijinho que já vou indo...
Juli falou isso e se aproximou do tio, que já se preparava pra sair... Andrés pegou a cintura da sobrinha, dando um beijo na bochecha... e sem se soltar, os dois foram se afastando em direção à porta... não era estranho vê-los abraçados... milhões de vezes eles fazem isso em cada reunião... aliás, já contei que, segundo a Juli, ela faz isso desde que minha mulher era adolescente... algo normal... mas que eu adorava ver... naquela tarde foi um encontro de no máximo meia hora, Julieta me deu o gostinho e eu encarei como um bom passo no que me agrada... assim que o Andrés saiu, o telefone de casa tocou... atendi e era minha sogra... resumindo: 20 minutos depois, minha mulher saiu de casa, a mãe dela passou pra buscá-la pra ir comprar sei lá o quê... eu fiquei sozinho e com a cabeça bem ferrada... tomei várias latas de cerveja sentado no quintal de casa sem parar de pensar em outra coisa... não minto, tava com a ideia fixa, ainda mais sabendo que no dia seguinte era sábado... Julieta chegou em casa quase na hora do jantar, trouxe comida pronta... e umas caixas de bebida que a gente sempre compra... meus sogros sempre têm a "adega" deles cheia... e quando a Juli sai com a mãe, também traz pra nossa casa... Jantamos de boa sem tocar no assunto da tarde... tomamos duas garrafinhas de vinho e fomos dormir... a TV ligada e eu não aguentei... puxei o assunto da tarde... os dois deitados na cama...
Eu - Adorei o que você fez à tarde, hein... (olhei pra ela) (sorrindo)...
Juli- hahahaha... juro que tava pensando que você demorou pra puxar esse assunto hahahaha...
Eu- haha... sério, vacilona... não consegui perceber muito se eu olhei pra sua bunda... mas que lindo que tava aquele vestidinho haha... dava pra ver a fio dental toda enfiada na buceta... gostosa...
Juli- tanto assim dava pra ver haha... (me olhava e fazia cara de surpresa)... bom... não era o que você queria... haha
Eu- siiiim... amei...
Juli- Pro tio não é nada haha... quando era pequena me via de fio dental direto haha...
Eu- Não me fala essas coisas que te como aqui mesmo... você não sabe o que tô acumulando...
Juli- mmm... então vou continuar falando... eu também tô meio doidinha hein... (falou isso se aproximando de mim)...
Eu- Segura a onda... e não me provoca... amanhã é um dia longo...
Juli- O que você quer fazer comigo amanhã..? (falou isso e começou a beijar meu pescoço)...
Eu- Se continuar assim... vou te foder... o que a gente faz..? Seguramos ou não..?.... (parei os beijos dela... me olhei sorrindo)
Juli- Me conta então... o que você pensou pra amanhã..?.... (esperava minhas palavras com certo entusiasmo)....
Eu- Sinceramente nada novo... mas se quiser podemos repetir o de sábado passado... você ficar sozinha um pouco e depois a gente te pega nós dois...
Juli- e por que não começamos logo os três..?.... não sei, falei... já que é pra foder... deixa ele fazer o que tem que fazer com a eletricidade e depois você começa... assim não fazemos tanta bagunça....
Eu- Como quiser, amor....
Juli- melhor... assim não preciso ficar me fazendo de sonsa hahaha...
Assim ficamos conversando na cama até chegar no ponto de nos convencer que aguentaríamos até o outro dia. Julieta tinha me pedido pra não fazer tanto teatro... mas deixar o Rober trabalhar e depois queria um trio de verdade, naquela noite eu tava morrendo de vontade de comer ela... e ela também... tinha me falado, mas o jogo de falar de sexo e segurar a vontade nos dava muito Bons resultados.
No outro dia, acordei umas 8 da manhã, o Rober ia chegar umas 9, como a gente tinha combinado. Fui tomar um banho, mas antes acordei minha mulher pra avisar que horas eram, pra ela ir despertando também, mas ela ficou de bobeira na cama. Depois de me arrumar após o banho, a Julieta entrou no banheiro com a mesma intenção... tomou banho enquanto eu preparava o mate. Quando ela saiu do banho, vi que ela tava vestida pra ocasião, tava calor... a Juli tava com uma regata branca... cabelo preso... chinelo nos pés... e um shortinho de lycra preto... que marcava bem a buceta dela e por trás entrava um pouco... a gente ficou tomando mate e faltava uns 25 minutos pro Rober chegar... a gente falou de tudo um pouco, mas nada do taboo... embora a gente seja bem tarado, a gente tinha acabado de acordar... mate vai, mate vem, tocou a campainha... o Rober chegou... cumprimentos de praxe... e a gente sentou os três na sala pra tomar mais uns mates... o Rober tinha trazido biscoitinhos... conversa vai, conversa vem, os três... mas sempre sem tocar no assunto do trio... mesmo depois de ter transado sem limites uma semana atrás... essa particularidade a gente sempre teve desde moleque... a gente podia fazer um trio gostoso e depois ficar conversando os três como grandes amigos, sem sentir vergonha ou constrangimento... a conversa era natural... depois de um bom tempo, o Rober se levantou com intenção de começar o trabalho dele.
Rober - Eu... vou começar a trabalhar... você, cabeção, pode me servir mate enquanto eu trabalho, né?... vai lá... acorda...
Eu - Fechou... vou colocar mais água pra esquentar...
Juli - Amor... (pra mim)... vou até o supermercado comprar algo pro almoço e umas coisas pra casa...
Assim, a Julieta pegou a bolsinha, o celular, os óculos escuros e saiu... o Rober começou a espalhar as ferramentas dele... planejar o serviço e começou a trabalhar... enquanto ele ia colocando canos corrugados nas canaletas da parede... eu ia servindo mate pra ele. Conversávamos sobre tudo um pouco... Rober nunca tocava no assunto de transar... não devia ter passado mais de 15 minutos de conversa e eu já tava bem desperto e com vontade de fazer o meu... e inevitavelmente comecei...
Eu — Ô cabeça... cê tem tempo hoje ou não...? (como me conhece há muuuuito tempo... ele me olhou na hora)...
Rober — Tempo pra quê? Acabei de começar, mano... (Rober se fazia de bobo... conheço a cara dele e sabia do que eu tava falando)...
Eu — Fala sério, otário... já sabe do que eu tô falando... não se faz de bobo comigo... (fui direto)... ontem a gente tava conversando com a Juli... e tamos com vontade de repetir o que rolou sábado passado...
Rober — Caralho... como vocês tão, hein... haha... amigo, cê sabe que tenho serviço pra um ou dois dias com isso... mas sempre dá pra arrumar um tempinho haha...
Eu — haha... melhor então... te perguntei porque não sei a que horas cê tem que voltar... por causa da Caro, digo...
Rober — Por isso pode ficar tranquilo... (a gente conversava enquanto ele trabalhava)... falei que chegava à tarde... mas cê tá falando sério comigo, né...? A anã quer...?
Eu — Sim, otário... te falei que a gente conversou ontem... e ela quer repetir haha... ontem não comi ela pra deixar bem tesuda haha... chupei um pouco a buceta dela e deixei ela louquinha...
Rober — haha cê é um filho da puta... não sei como cê aguenta... eu se começo não consigo parar haha... então vou meter o pé pra gente ter tempo...
Eu — Também não faz as coisas de qualquer jeito, otário... faz o trampo sossegado... depois a gente para e cê continua amanhã, no máximo...
Rober — naaaa... fica tranquilo, cabeça... isso é uma bobagem... pode ficar sossegado que o trampo eu faço de primeira...
Eu — Beleza... depois deixa comigo que eu preparo a menina... agora para de falar disso que ela já vai voltar...
A gente ficou conversando sobre qualquer coisa até a Juli chegar. Enquanto o Rober trabalhava, eu cevava mate e a Juli foi fazer algumas coisas da casa... colocou roupa pra lavar... arrumou na geladeira as coisas que tinha comprado... comprado.....quando terminou, ele se aproximou da gente....eu sentado num banquinho....juli puxou uma cadeira pra perto de mim e também sentou....fomos papeando sobre tudo um pouco....num dado momento, rober me pede pra passar uma ferramenta....e rapidinho começou um jogo de palavras que eu peguei....
Rober- cabeça...me passa o alicate da caixa...(ele segurava um cano...eu tava com o termo e o mate na mão)....
Eu- (olhei pra juli)...passa pra ele, love...tô com as mãos ocupadas....
Juli- ayyy neneee....que cafajeste que você é....tem alergia a ferramentas, né...(levantou pra ajudar o rober)..
Eu- jajaja....é verdade...tenho alergia mesmo jaja.....qual é, não vê que tô com as mãos ocupadas....(juli se abaixou na frente da caixa de ferramentas)...
Juli- o que você quer que eu te dê, rober..? (olhando dentro da caixa)....
Eu- Deixou a bola quicando, burra...vai te pedir a buceta jajajajaj....(gargalhada do rober)..
Juli- Javierrr...jajaj....você é um idiota, neneee....por que em vez de pagar de engraçadinho você não passa as coisas pra ele?...não vê que eu não entendo nada disso...otário...(ficou agachada rindo na frente da caixa)....
Rober- você passa dos limites, cabeça jaja.....aquele de cabo vermelho, anã..(fazendo alusão à ferramenta.)...
Julieta depois de ajudar o rober veio até mim e antes de sentar me deu um tapa no braço de reclamação...mas rindo....
Eu- E chama os outros de burra...o que você quer que eu te dê..? jajaja.....
Juli- você tem a cabeça torta, otário jajaj.....
Rober- Mas se ela quiser me dar, não vou reclamar não, hein....jajaja...
Juli- Outro otário....jaja....você fica aí e para de pagar de engraçadinho também....vai ver se faz o machão na frente da caro.....
Rober- Nããão....nem louco jaja....tenho medo dela jajaja...é brincadeira, anã..não esquenta, eu....
Assim fomos metendo um tempo de conversa de duplo sentido....marcando território e ligando os motores, no dia anterior minha mulher tinha me pedido pra começar um ménage a três....mas essa não era minha ideia... tinha pensado durante a semana e tava com vontade de deixar ela sozinha de novo... essa nova faceta me agradava pra caralho... o rober tinha me dado uma lista de coisas que eu precisava comprar... e obviamente comprei só a metade... sem minha mulher saber, já na semana eu tava com a ideia na cabeça de deixar ela ser comida sem eu estar presente... algo estranho talvez... não pra um corno assumido... isso me dava um tesão do caralho... depois de um bom tempo, quando o rober colocou os canos na parede... ele precisava fixar eles com um pouco de cimento... coisa que eu não tinha comprado... e eu, mesmo não entendendo nada do assunto, sabia que o rober precisava porque ele mesmo tinha me falado pra comprar pra essa parte do serviço... e o momento eu esperei sentado tomando mate, hehe... vejo o rober pegar um balde de pedreiro... uma colher e olhar pra todo lado... ele me olha...
Rober- Eu, cabeção... o cimento..?
Eu- (Fiquei sério, agindo o mais normal possível por uns dois ou três segundos)... Uuuuu... o cimento... esqueci total... puta merda... (levantei do banquinho e deixei o termo e o mate apoiados nele)... sou um idiota... me espera um pouquinho que vou comprar...
Rober- haha você é um burro, cabeção... isso que eu te falei tudo que você tinha que comprar, hein...
Eu- Esqueci mesmo, pô... é que fiquei tão preocupado com os caras que tavam trabalhando aqui que quando dei uma saída comprei tudo na pressa porque não queria deixar eles sozinhos em casa por muito tempo... e esqueci total...
Juli- Aii javi... você é um retardado, hein... bom, pega dinheiro e vamos comprar... te acompanho...
Eu- Não não... deixa que eu vou... vou e volto num instante... (juli me olhou por uns segundos... ela não era burra... percebeu minha intenção)... serve uns mates pro rober enquanto eu volto... não vamos deixar ele sozinho...
Rober- Cheeee... a gente se conhece há tempos, cabeção, não vou roubar nada seu haha... ou tô com cara de ladrão?.... cabeção, você tem que trazer um saco de areia também e uma de cal...
Eu - haha... não falei por isso, seu idiota... mas também não vamos te deixar na mão... deixa que eu volto daqui a pouco...
Fui pro quarto pegar a carteira e o dinheiro, a Julieta me seguiu, parou na minha frente já dentro do quarto e falou baixinho...
Juli - Você faz de propósito, né...? Quer me deixar sozinha de novo...?
Eu - Amor, juro que esqueci... mas já te falei ontem... gosto que você fique um tempinho sozinha... depois me conta se fez alguma coisa...
Juli - aii Javi... e eu te falei ontem que queria, mas sem fazer tanto auê de novo...
Eu - Dá lá... não seja tão complicada... calcula que vou demorar meia hora, quarenta minutos... não te obrigo a nada... se fizer alguma coisa, depois me conta... e se não fizer nada, quando eu chegar, eu armo tudo... mas hoje a gente te anima, sim ou sim... (dei um beijo nela e passei a mão na bunda dela)...
Juli - Tá, se apressa... não tô a fim de fazer nada sozinha... tô com vontade de ir pra briga logo, haha... te espero... mas não demora...
Eu - Bom, se não quer fazer nada sozinha, não faz... mas vai esquentando os motores... se mostra um pouquinho... puxa conversa... você sabe...
Juli - haha... não precisa esquentar motor... acho que já tô no ponto... haha
Assim saí de casa, deixando minha mulher sozinha, e com as palavras dela de que não queria fazer nada sozinha com o Rober. Tinha uma viagem de ida e volta de mais ou menos vinte minutos até o depósito onde comprava os materiais, mais uns dez ou vinte que se costuma demorar até ser atendido... dava uns quarenta minutos ou mais, nos quais minha mulher ficaria sozinha em casa. Agora, o que vou relatar a seguir é fruto do que minha mulher me contou, que vamos detalhar o mais minuciosamente possível... o Rober continuava trabalhando na parede, mas num momento ele já tinha um trecho dos canos colocados e não podia continuar sem eu trazer os materiais. A Julieta pegou meu trabalho anterior, sentou no banquinho e pegou o termo. O mate pra seguir cevando... O Rober largou o trampo por um instante e chegou perto dela...
Juli - Mate, Rober..? (ofereceu)
Rober - Bora... (aceitou o convite)... Que distraído esse cabeção, hein... Mandei um mensagem com tudo que ele tinha que comprar...
Juli - Sim... É foda... Ele é muito desconfiado, e como não quis deixar a galera que trampa aqui sozinha, comprou tudo na pressa...
Foram conversando assim por uns cinco minutos, segundo a Juli, os dois juntinhos enquanto tomavam mate, e isso que vou dizer agora é uma dedução minha. Imaginem que o Rober, uma semana antes, tinha comido a Juli sem eu estar presente, e com a ideia na cabeça dele de que minha mulher o usou como amante por um momento. Se você é homem e isso acontece, é inevitável pensar que pode rolar de novo, mesmo que a Juli tenha dito que seria só uma vez. Falo isso pelo que vou contar agora, segundo o que minha mulher me disse...
A Juli me falou que, depois dessa conversa rápida, viu o Rober querendo de algum jeito aproveitar o momento a sós...
Rober - Eu, anã, não quero que você fique puta com o que vou falar, hein... Não leva a mal... Mas, véi, não parei de pensar na semana passada, no que a gente fez sábado... Acho que a gente tem intimidade pra falar disso, né? Tô falando por causa do que a gente fez antes do cabeção chegar...
A Juli olhou pra ele, sacando na hora que o Rober queria puxar o papo pra aquele momento chave, o mesmo que eles estavam vivendo de novo... Ela esperou um pouco pra responder e soltou:
Juli - E...? O que tem isso...? Também pensei na semana, claro, nunca tinha passado por isso de não me segurar e fazer sem o Javi... Nunca tinha traído ele daquele jeito... Mas não sei por que você tá me falando isso, acho que fui clara sábado passado, né..?
Rober - Sim, sim, doida... Não fica séria assim, cara... Para, não pensa mal... Não falo por nada... Mas ficou na minha cabeça... Só isso...
Juli - Tá bem... enojada... só tô dizendo que quero ser clara com isso... o do sábado passado rolou e pronto... não pensa que eu sinto algo por você ou algo assim... não sinto e nunca senti... somos amigos, Rober, sempre fomos bons amigos os três... e eu, sinceramente, agradeço sua vibe, porque sei que você é muito amigo do Javi, são como irmãos, por isso agradeço você não ter contado nada... mesmo que a gente já tenha feito isso mil vezes os três, se ele descobrir que fizemos sem ele, você sabe que vai ficar puto e a gente vai brigar...
Rober - Não, claro que não... já te falei que não sou de ficar falando, você me conhece ou não?... também não tô dizendo que sinto algo, hein... não, não... tô bem firme com a Carol, não... esquece isso... só queria trocar uma ideia sobre isso porque fiquei com umas coisas entaladas, sabe... o cabeçudo chegou na hora e me deixou confuso...
Juli - Sim... te entendo... aliás, você tem razão, é bom a gente conversar pra deixar tudo claro... mas é, você já nos conhece... a gente às vezes não faz nada e do nada bate uma vontade... por isso também temos que te agradecer, porque você tá comprometido e com isso também coloca sua vida com a Carol em risco... a gente agradece muito...
Essa conversa tão normal e na lata rolou basicamente porque foram muitos anos compartilhados, muitas coisas vividas ao longo desse tempo, dava pra falar disso de boa e sem nenhum pudor, e com a diferença de que, sendo um pouco mais velhos, não precisava mais da coragem que a bebida dá pra fazer... como quando dois amigos podem falar de problemas de família na confiança... pois é... assim a gente podia falar de sexo... repito... mais de dez anos de relação a três...
Rober - é verdade... às vezes penso se a Carol descobrisse o que rolou entre nós três, acho que partiria o coração dela... imagino isso e me dá medo... mas é, você também sabe que isso é uma parada que quando começa... não consegues pensar... tipo... não consegues te segurar....
Juli- haha... ahh bom... vou levar como um elogio haha... (mate vai, mate vem)...
Rober- haha... não queria te dar uma cantada... mas já que você levou assim, melhor... ha... mas vou te falar de novo, sem você ficar brava... o do sábado passado me deixou louco haha
Juli- hahaha... digamos que foi bom... mas também me deu uma agonia o Javi não estar... mas passou e já era... e como amigos guardamos o segredo...
Rober- Sim sim... fica tranquila... não precisa ter medo que dessa boca não sai nada... por isso esquece... mas por que você fala assim? Ficou mal? Se arrependeu do que rolou?
Juli- Sim, eu sei... sei que posso confiar em você... nãooo... não é que me arrependi, tudo que faço é porque quero... mas dá aquela agonia de fazer escondido do Javi... é meio estranho... me entende? Sei lá... tipo uma sensação de perigo... que te deixa nervosa... mas juro que é a primeira vez que me acontece, hein... não pensa que eu tô transando com qualquer um... sou fogosa mas tenho meus limites hahaha...
Rober- hahaha... Claro... te entendo e acredito em você... te falo que eu também fiquei meio nervoso, hein... e ainda você veio pra cima de mim e não me deixou nem pensar...
Juli- haha... você também não resistiu muito, não... não se faz de bobo... tava muito hot no sábado passado... hahaha
Rober- Bom... vou te falar e não fica brava... mas eu te olho de costas e esqueço de tudo ha... é impossível resistir...
Juli- hahaha... pois é, já sei... desde pequeno... ou não? Desde que a gente se conheceu você não parava de me dar em cima... mas eu gostei do Javi desde que vi ele...
Rober- hahaha... e sim, não vou mentir, desde que te vi queria te comer, mas aí o cabeçudo ganhou e já era... e graças a vocês dois consegui matar essa vontade... (continuavam mate e mate... os dois bem juntos e já falando de sexo)... nunca mais esqueço o dia que vi sua bunda pela primeira vez, quando vocês transaram com o Javi Na minha frente... acho que foi a melhor punheta da minha vida... hahaha
Segundo minha mulher, não tinham passado nem dez minutos e a conversa já tava super picante, e ela me disse que tava se sentindo à vontade com o papo, com tesão pelo que queria fazer quando eu voltasse, e o Rober cada vez mais solto...
Juli- haha... lembro sim... eu lembro bem de todas as vezes, tenho boa memória... aquele dia eu tava super nervosa... mas também sentia que não queria parar... e ainda por cima o Javi tem aquele poder de me convencer e me fazer perder a cabeça haha... pelo amor hahaha
Rober- Eu... (fez uma pausa como se pensasse no que ia dizer)... por favor, não quero que você fique brava com o que vou te falar...
Juli- Dá logo, Rober... você pede pra eu não ficar brava toda hora, porra... fala... mas não exagera, hein...
Rober- Calma, calma... não sei como te dizer... ehhh... lembra que eu te falei que fiquei pensando no que a gente fez sem o Javi e que me deixou louco?... bom... vou falar na boa, hein... não quero que você ache que tô passando dos limites... eu levo esse segredo pro túmulo... mas quero te dizer que se um dia você tiver vontade de repetir, eu tô dentro, hein... sei lá, tô dizendo... eu pago o hotel, pra qualquer coisa...
Juli- haha... que enrolado você é pra me dizer que quer me comer hahaha... mas não me assusto com nada não, a essa altura vamos chamar as coisas pelo nome, depois de tudo que a gente fez, já sei que se dependesse de você, me comeria toda hora... isso eu sei... mas não, Rober... mais que isso... a essa altura não tenho que esconder nada de você... olha, ontem a gente conversou com o Javi que talvez hoje a gente faça algo nós três, se você quiser... tô falando na cara dura... mas sozinha não... não me sinto segura... e te digo que nem louca entro num hotel com outra pessoa que não seja o Javi... imagina se alguém me vê... morro de vergonha... não...
Rober- Tá bom, tá bom... só tô te falando pra você saber... e já que você falou, desde já te digo que não saio daqui sem a gente repetir os três o que fizemos sábado haha... Cabeção já tinha me adiantado algo... já sabia de algumas coisas... não sabe... até acordei cedo haha...
Juli - haha... bom, então as coisas estão claras..?
Rober - Sim, anã, esquece... tá tudo certo...
Nessa altura, com as cartas na mesa, a Juli me disse que tava se sentindo super quente, do jeito que só ela sabe ficar, por causa da conversa e do que ia rolar quando eu chegasse, tudo somado à semana sem sexo. Ela levantou do banquinho...
Juli - Vou trocar a erva... (a Juli foi até o cesto de lixo que tava num canto da nossa cozinha e não se agachou, mas se inclinou pra baixo com as pernas esticadas, deixando uma vista da bunda toda empinada pro Rober... assim que fez isso, ouviu ele atrás)...
Rober - Nããão... doida, para... não pode se por assim... pede pra eu me comportar e olha como você se põe... por favor, que gostoso é te ver assim... (a Juli terminou rápido de jogar a erva e virou pro Rober)..
Juli - hahaha... Robeeer... se comporta... tem que ter paciência haha (ela agora parada do lado dele, colocando mais erva no mate... as coisas estavam apoiadas no banquinho)..
Rober - Desculpa, doida... é que não sou de pedra... tô conversando e você me fala que vamos comer os três daqui a pouco e ainda se inclina assim... o que quer que eu faça... que o Cabeção me perdoe, mas se fosse por mim, começava agora... tô falando com respeito, hein...
Juli - Bom, eu... tinha que me inclinar... o que quer que eu faça..? (a Juli tava com as duas mãos ocupadas com o mate e a garrafa térmica... e sem ver ele, por ter a vista ocupada no que tinha nas mãos... sentiu a mão do Rober apoiar numa das nádegas dela)..
Rober - Que bunda gostosa você tem, doida... (a Juli, assim que sentiu o toque, se afastou um pouco dele)..
Juli - Daaaale, mano... não se excede... não seja idiota... se já te falei que quando o Javi chegar, a gente vai acabar comendo... segura aí, mano...
Rober - Para, anã, não fica assim... eu... é como se você diz, vamos acabar transando....também não fiz nada tão pesado assim....não esquenta....
Juli- sim...mas eu te falei pra esperarmos....eu também tô com vontade de transar mas me seguro....
Rober- Deixa eu tocar sua bunda um pouco, vai....(nesse momento juli me disse que rober rapidamente se colocou atrás dela e agarrou ela pela cintura com as duas mãos)...
Juli- paraa, mano, sério....(tentou se mexer deixando as coisas no banco mas rober continuava atrás....embora ela não oferecesse muita resistência, pedia pra ele parar)...
Rober- Calminha....anã....não vou passar do ponto...(juli parada se deixou encostar)....
Juli- Chega, mano....juro....se segura até o javi chegar....(já sentia a mão de rober percorrer toda a bunda dela e o meio do rabo)....
Rober- calma, mano....tá longe do cabeção chegar...vai, doida, relaxa....deixa eu te tocar um pouco....(a mão de rober percorria toda a bunda de juli...já todo excitado...ela pedia pra parar mas não se mexia)...que bunda você tem, mano....amo demais..
Juli- não dá pra conversar com você, mano....(mas não se mexia...se deixava apalpar)...
Rober- sei lá....mas adoro te apalpar sem o cabeção aqui....e você também gosta....senão não me deixaria....
Juli- não passa do ponto, hein....só toca um pouco....(aí juli apoiou as mãos no banco alto e levantou bem a raba com as pernas esticadas)....
Rober- Issooo...issooo...viu que não fazemos nada de errado....olha que raba é essa (as duas mãos apalpavam a bunda da minha mulher)....vou baixar só um pouco sua legging pra não deixar mancha...(juli deixou, ele baixou o short de lycra até acima dos joelhos deixando a bunda no ar, dividida por uma fio dental tipo esportiva preta, aí sentiu a mão de rober percorrer a extensão da buceta dela)....mmm...que quentinha tá sua buceta, mano.....(sentiu ele mover a mão em círculos pela buceta dela....várias vezes até desviar um pouco pro lado e passar a massageando a boceta dela, pele com pele)......ahhh.....olhaaa você tá toda molhada, filha da puta.....tô com o pau duro.....
Juli- Não enfia em mim, hein......só me toca.....ahhhh......toca minha buceta.....
Rober- Sim, bebê....vou apalpar toda a sua buceta....(os dedos do Rober iam e vinham ao longo dos lábios vaginais da minha mulher, segundo a Juli, ela tava super tarada).....vê que você adora.....pena que a gente tem pouco tempo....ficaria horas te tocando toda antes de te comer.....um dia você tem que se animar e te levo pra um hotel, anã.....
Juli não falava e se deixava apalpar.....o Rober ficou uns 5 minutos apalpando ela toda por trás, segundo minha mulher, ela sentia ele mexendo na buceta e no buraco do cu, nas nádegas...tudo.....o Rober percorria toda aquela área....tudo devagar, deixando ela louca.....ela já tinha fechado os olhos, se deixando levar pelo tesão, quando sentiu o golpe firme nas nádegas de uma barra de carne.....o Rober estava de moletom, então em algum momento ele abaixou, deixando o pau livre, e começou a bater nas nádegas da Juli.....ela sentia golpes em cada bunda.....ela calada e super tarada.....sabia que se não parasse, ele ia comer ela assim.....deixou ele avançar e começou a sentir os golpes diminuírem....dois dedos puxaram a calcinha dela pro lado e o pau do Rober começou a ir e vir por toda a buceta da minha mulher...sem penetração...só fricção....as mãos do Rober seguraram ela pela cintura...ela empinou bem a raba e começou uma masturbação mútua sem penetração.....minha mulher se sentia fervendo.....
Rober- ahhhhh.....que delícia te ter assimiiii......como você me agradaaaa, filha da puta.....e mais ainda gosto que você é a mulher do meu melhor amigo....bem puta.....puta infiel.....isso me deixa mais tesudo ainda.....
Julieta já sentiu que inevitavelmente ia se deixar comer.....mas num momento de lucidez, sabia e pensou que eu podia chegar.....
Juli- paraa paraa.....
Rober- não consigooooo enanaa....me deixa um pouco mais.....
Juli- paraaa, tarado.....me passa o celular que tá na mesinha da sala que vou ligar pro javi pra ver por onde ele vem.....
Aí sentiu o rober largar ela rapidão, e em questão de segundos colocou o celular na mão dela....nessa hora que eu atendi a ligação, tava sendo atendido no depósito.....então devia levar uns quinze, vinte minutos pra chegar, obviamente e não vou mentir que quando atendi a ligação da minha mulher e conversamos, automaticamente soube que alguma coisa tava rolando e a juli precisava calcular os minutos.....juro que a ligação me deixou puto.....
Ligação da juli- Oi amor....falta muito..?...(segundo a juli, enquanto falava, tava em pé pelada com o short na cintura, e o rober atrás passava a pika na bunda toda dela enquanto ela falava)
Ligação minha- Oi céu.....ainda não me atenderam....acho que em meia hora tô em casa, precisa de algo..?
Ligação da juli- não não....liguei porque você tá demorando muito...(isso eu entendi na hora)...
Ligação minha- Tem bastante gente....mas em meia hora mais ou menos tô em casa...
Essa foi nossa ligação rápida, que entendi perfeitamente e juro que quase fiquei de pau duro no meio do depósito......agora continuo com o que tava rolando em casa segundo a julieta....assim que desligou a ligação, o rober pediu pra ela voltar pra posição de antes, que a juli fez sem falar nada e na pressa....
Juli- Mete logo.....vamo que não tem muito tempo, em quinze minutos a gente tem que largar (olhando o relógio de pulso)....
Rober- Que gostosa do caralho você é....olha como você se desespera pra ser comida....(ela arrebitou bem a bunda, sentiu o rober puxar a fio dental pro lado e passar a cabeça da pika várias vezes nos lábios, como se quisesse lubrificar o pau....dois ou três segundos e a pika do rober começou a penetrar a buceta da minha mulher...devagar até enfiar tudo e deixar parado por uns segundos)....ahhh...que quente que tá a sua buceta molhada....(e comecei a entrar e sair devagar, mas sem parar.....segundo a Juli, ela sentia a buceta toda lubrificada e como o Rober abria a vagina dela por completo....enchendo ela inteira).......
Juli- ahhhh seeeee.......que delícia que você tá me comendo, por favoooor.......(ela se agarrava com as duas mãos no banquinho....pernas esticadas e empinando bem a raba)....
Rober- ahhh.....não tem putinha que me esquente mais.......como eu gosto de comer a mulher do meu amigo.....e te ver tão entregue.....(entrava e saía devagar apertando as nádegas dela enquanto as abria)....isso te dá muito tesão, anã....me fala....você adora ser infiel e chifrar o Javi...ou não...?...me fala, vai, puta....
Juli- ahaha ahaha ahahh...siiiiim.....eu adoro que você me coma assim, escondido.....que o Javi não saiba que você tá me comendo....me come....me come toda....vai....chifra a Caro e o Javi, vai....come a puta da mulher do seu amigo...aha haha haha...
Rober- Anã....pensa bem, vai...(enquanto aumentava a fodida)......você gosta muito da minha pica, boluda....você adora que eu te coma.....e você me deixa louco.....a gente tem que ser amantes.....e se ver quando der.....tô morrendo de vontade de te levar num hotel e te comer toda sossegado....depois cada um vai pra sua casa....(aumentei o plas plas plas plas)......eu não tenho drama e topo qualquer parada.....(plas plas plas plas)...
Juli- ah ah ah ah ah ah ah ah......me come me come me come....juro que vou pensar......ah ah ah ha....mas agora me come......ahhahahha....tô muito tesuda....quero transar o dia inteiro......
Nessa troca de palavras, eles ficaram por uns dez minutos......nos quais o Rober nunca parou de comer ela por trás....a Juli sentia a buceta dela cada vez mais lubrificada e dilatada.....até sentir que, enquanto o Rober bombava a buceta dela, começou a fazer pressão no buraco do cu com um dedo......sentiu uma cuspida.....o dedo trabalhou e trabalhou até entrar no orifício anal da minha mulher....a enlouqueceu.....tudo sem parar de penetrar a buceta dela.....sentiu a invasão de um segundo dedo até sentir um terceiro......tudo lento e devagar no cu.....de repente, rober já tava comendo ela pela buceta e ao mesmo tempo tinha três dedos enfiados no cu de juli.....que tava delirando de prazer com essa fodida.....rober não tirava os dedos de dentro.....e continuava comendo ela pela buceta num ritmo gostoso....
Juli- ah ah ah ah ah ah ah ah ah ah.....(olhou o relógio) ah ah ah rober, não temos mais que cinco minutos....anda logo, por favor....goza que depois a gente continua.....ahahahaha
Rober- você gozou..?
Juli- nãoooooo....tô perto, mas não consigo me concentrar com medo do meu marido chegar....ahaha....anda logo.....tira ela e bate uma punheta e gozaaa......
Rober- paraa paraaa...me dá dois minutos e eu gozo.....ahhhhhhh como eu encheria sua buceta de porra, sua putinha.....
Juli- nãoooo.....goza fora, seu idiota.....nem pense, que você não tem camisinha.....ah ah ah ah ha...
Rober- ahhh como eu adoro te comer.....que bem que a gente vai se divertir sozinhos, por favorrr.....vou te pegar de todos os jeitos.....ahhhhh......
julieta sentiu que rober já tava comendo ela com tudo, tava bombando sem parar na buceta dela, o corpo dela se mexia inteiro, fazendo tremer o banco onde tava apoiada.....sentia calor e que tava suando toda.....rober tava comendo ela gostoso....julieta me disse que sentia os dedos de rober completamente enfiados no cu dela.....rober acelerou e julieta sentiu o vazio na buceta e no cu ao mesmo tempo......rober ia gozar.....juli ficou respirando por um segundo, pensando que rober tava se masturbando pra gozar, quando de repente sentiu a pica de rober se apresentar no cu dela....e de uma vez, aproveitando a dilatação que os dedos tinham deixado....enfiou devagar, mas sem parar até o talo.....meteu a pica Pau inteiro no cu.... ele ficou parado e gozou..... Rober- ahahahahahahahhahahahahah.......tomaaaaa o leite dentro
37 comentários - Cuck: A Origem XXVIII. Chifrudo.
Genial y espero con ansias la continuación de ese sábado
Gracias....
en verano no se les ocurrio la idea de ir a la playa y de paso lo ven a Daniel...????...bueno esperamos publiquien lo mas pronto ...abrazos-.