Obrigado novamente pelos comentários e pontos. Aqui vai um capítulo mais longo que o anterior sobre o fim de semana de putaria que eu e minha mulher passamos com nossos três amigos. Mas não é tudo, no próximo capítulo continua a descrição de tudo que fizemos naquele fim de semana.
Depois da trepada que demos com a Mariana, dormimos umas duas horas, quando acordamos já eram quase sete da noite. Tomamos banho e descemos pro salão, a Mariana quase pelada, só de fio dental do biquíni, e eu de sunga, já que era a única coisa que a gente tinha quando subimos.
Nossos amigos estavam na sala vendo um filme de ficção científica, bebendo cerveja e comendo uma tábua de frios.
A Mariana foi pegar o vestido dela que tinha ficado perto da piscina, e eu fui descarregar a mala do carro. Aproveitamos pra conversar um pouco entre nós e ver o que faríamos, se tínhamos vontade de continuar o jogo. Nós dois expressamos nosso desejo de continuar, demos um abraço forte, nos beijamos e entramos na sala.
O Nicolás também perguntou se a gente tava curtindo e se íamos ficar até o dia seguinte. Quando confirmamos que sim, ele disse que se a gente topasse, eles tinham pensado em algo pra deixar o jogo mais picante, e se aproximou da Mariana, falando algo no ouvido dela, e minha mulher ficou pensativa e respondeu que sim, com uma risada cúmplice.
Quando perguntei intrigado em que consistia o jogo, ele disse que eu tinha que esperar um pouco pra saber, pra aumentar o suspense e o tesão, e que minha mulher ia ajudar com os preparativos, mas que primeiro eu tinha que dar o ok, que não me preocupasse que eles tinham certeza de que eu ia adorar o jogo.
A Mariana me olhava e ria, o Nicolás deu um tapinha na bunda dela e disse pra ela acompanhá-lo lá em cima. Eu olhei pra eles achando que o jogo era aquele, comer a Mariana sem que eu visse, fazendo eu imaginar tudo, mas o Nicolás, adivinhando meu pensamento, disse: "Não se iluda, Darío, que não vou comer ela não. vou foder... por enquanto, haha"
Eu, Juan e Fernando ficamos tomando cerveja e vendo o filme. De repente, Juan começa a se acariciar o pau por cima do short, e diz: "Que bela fodida, Darío, como sua mulher e você gostam de pau, embora eu confesse que o que mais curto é foder a puta da sua esposa, com aquele ar intelectual, tão profissional, mas fode como a melhor das vadias"
Os comentários dele me pegaram desprevenido, verdade é que me chocou bastante ele falar assim da Mariana fora do contexto da atividade sexual em si, mas também comecei a ficar muito excitado.
Ele notou minha reação e me disse: "Não vai levar a mal, Darío, tô falando como um elogio", e se aproximando um pouco do meu ouvido, fala: "Será que você não gosta de vê-la virando puta pra gente? Me diz que não sobe de pau duro que nem um burro quando ela devora meu pau?"
Isso ele dizia enquanto se acariciava e tirava o pau pra fora, todo duro. Eu sentia fogo na testa, e não conseguia responder, também não conseguia parar de olhar com desejo pro pau dele, duro e com a cabeça molhada.
"Vem cá, corno", disse Juan, "você não responde, mas o jeito que olha pro meu pau confirma que isso te excita. Vai, seja um bom corno e chupa um pouco pra mim."
E como se estivesse hipnotizado, me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a lamber e chupar aquele pau com muito tesão, realmente devorava, tava muito excitado, e Juan continuava falando comigo e me excitando ainda mais.
Eu chupava ele enquanto ele falava e passava os canais com o controle.
Fernando nos olhava e se acariciava devagar.
"Sua esposa sempre foi tão putinha assim?" Juan me dizia
E eu tirava o pau dele da boca pra responder rápido que não, e continuar o boquete. Aquela situação me deixava louco de tesão.
"Te conto que disso não tem volta, corno. Uma vez que uma puta assim se solta, não tem mais volta, você não vai ter escolha a não ser se resignar a curtir seus chifres, porque uma puta assim precisa de pau de outros caras o tempo todo", dizia Juan...
"Você fica excitado? Isso, corno?" ele insistia...
"Sim, me excita pra caralho", eu respondia, rápido, ofegante, e enfiava de novo na boca aquela pica linda que eu chupava cada vez com mais desespero.
"Muito bem, você vai ser um bom cuck... Vai, chupa direito e mostra que também é uma boa puta, isso, assim, mmmm!", gemeu Juan, enquanto eu me engasgava de pica...
A gente tava nessa quando Mariana e Nicolás apareceram. Mariana me olhou com uma cara misturada de surpresa e tesão, com um sorrisinho meio malicioso, tipo dizendo: "ah, mas que puta que você é", e Nicolás falou rindo: "pelo que vejo, acho que essa puta não vai ter problema com o jogo que vamos propor".
Eu olhava pra Mariana como quem tenta se desculpar pelo indesculpável, enquanto todo mundo ria da situação.
Nicolás disse: "bom, vamos te contar como funciona o jogo, a Mariana já sabe. É o jogo das duas putas e os três males".
Eu olhava pra ele sem entender direito, porque, na real, era isso que a gente já tava fazendo desde o meio-dia.
"A ideia é que sejam duas putas de verdade no jogo", falou Nicolás, "então a Mariana vai depilar você toda e te vestir como uma verdadeira vadia".
Eu fiquei chocado, pra ser sincero, não tava nos meus planos fazer nada desse tipo, que envolvesse me feminizar...
Todo mundo me olhava esperando, aguardando minha resposta, e eu não conseguia responder. A verdade é que eu não queria continuar com aquilo, mas alguma coisa me impedia de dizer não, porque ao mesmo tempo eu desejava...
"Bom, quem cala consente", disse Nicolás com um tom de humor, "Mariana, acompanha ela e prepara ela direitinho", falou nosso amigo, se referindo a mim no feminino.
Mariana me pegou pela mão e eu, obediente e em silêncio, fui ao banheiro com ela, de cabeça baixa.
O filho da puta do Nicolás já tinha planejado tudo, tinha comprado cera pra depilação e tinha uma fantasia de empregada puta pra mim, com uma peruca. Dava pra ver que não era nova, então com certeza ele já tinha enrabichado mais de um com aquilo.
Mariana me fez me despió y fue depilando com muito cuidado todo o meu corpo. Nessa altura eu já não conseguia nem pensar, só estava entregue, de olhos fechados, enquanto ela me depilava, e só abria os olhos quando a cera puxava demais, e eu reclamava um pouco.
O processo de depilação e maquiagem durou umas duas horas ou mais. Fiquei completamente lisinho. Depois de me depilar, tomei banho, ela passou creme hidratante no corpo todo, me maquiou e me fez vestir um conjunto preto de booty less, meia-calada, cinta-liga e um corset, finalizando com uma peruca preta azulada, de cabelo liso, com a franja cortada acima das sobrancelhas.
Depois ela me colocou o uniforme de empregada slut, que era uma saia curta que deixava toda a minha bunda de fora, um avental branco bem pequeno, e umas luvas brancas que cobriam metade do braço.
Quando eu estava pronta, ela também se produziu com um conjunto de meia, cinta-liga e uma camisa bem pequena e apertada, deixando praticamente os peitos dela de fora, que estavam apertados num sutiã de renda que combinava com o resto do conjunto. Ela também vestiu uma saia parecida com a minha, mas ela estava caracterizada como secretária slut.
Durante todo o tempo que durou minha transformação e a produção dela, ficamos praticamente sem nos falar. O roçar das roupas femininas no meu corpo depilado e a calcinha fio dental enfiada na booty me davam uma sensação muito gostosa. Quando a Mariana terminou de se arrumar, me pegou pela mão e voltamos para a sala.
Quando nossos amigos nos viram, começaram a aplaudir e assobiar. Me olhei num espelho grande que tinha na sala e não acreditei, tirando pelo tamanho das minhas costas e braços, me via como uma mulher muito gostosa. Sempre tive uma boa bunda e pernas torneadas, e mais de uma vez já me disseram que sou bonito de rosto.
Os homens nos ofereceram bebidas, eu pedi algo forte e tomei um uísque duplo quase seco, e imediatamente pedi outro, que tomei tão rápido quanto o primeiro. Só no terceiro uísque consegui sair daquele estado de estupor em que eu estava e começar a relaxar.
Nicolás e Juan fizeram Mariana sentar entre eles, no sofá, e eu sentei com Fernando num sofá menor.
Então eles explicaram como tinham imaginado o jogo: se a gente aceitasse jogar, seríamos as putinhas deles até o dia seguinte, e eles poderiam nos comer quantas vezes quisessem, sem que Mariana precisasse consultar nada comigo.
Mas além disso, eu seria a responsável por servir as bebidas e pegar tudo que os outros pedissem, além de ajudá-los no que precisassem, por isso me vestiram de empregadinha.
Juan colocou uma música suave e nos fizeram dançar e nos acariciar como duas sapatão, enquanto eles nos olhavam e batiam punheta. Depois nos cercaram com os paus pra fora, nos fizeram ajoelhar e chupar os paus deles, alternando entre as três.
Não consigo descrever nossa submissão naquele momento, nem a vontade com que a gente devorava aqueles paus. A gente se beijava entre nós, trocava de pau, chupava o mesmo pau as duas juntas ou enfiava dois paus na boca ao mesmo tempo. Era puro vício, juro que me senti uma puta solta e amei aquilo, fiquei fascinada.
Depois da mamada foda que demos com minha mulher, Nicolás disse que agora cada uma tinha que ocupar seu lugar no jogo, então me falou que naquele momento minha tarefa como boa puta era manter bem quentes os paus dos caras que iam emputecer minha amada esposa por turnos, como uma verdadeira puta. Ele explicou que agora ia comer Mariana de portas fechadas, do jeito que quisesse, e que o resto ia fazer o mesmo. Deixou claro que eu só podia subir pro quarto se eles me chamassem pra atendê-los.
Por último, Nicolás pegou algo de um aparador e disse: “pra fechar com chave de ouro, falta uma coisa indispensável pra ser um bom cuck”. E colocou em mim um cinto de castidade pra corno, deixando meu pau preso. inutilizável.
De novo fiquei meio sem reação, mas naquela altura eu não ia recusar praticamente nada. Então, me ajoelhei e, obedecendo a ordem do Nicolás, continuei chupando as picas do Fernando e do Juan alternadamente, enquanto olhava de canto como o Nicolás pegava no cu da minha mulher e juntos subiam a escada.
Enquanto continuava chupando os dois caras, ouvia os gemidos e putarias que minha mulher falava enquanto o Nicolás metia a pica nela sem parar. Vinte minutos depois, ouvi o Nicolás me chamando: “Sobe, corno manso…!”
Quando cheguei, quase explodi a pica dentro do cinto de castidade por causa da cena que vi. Minha mulher estava com a maquiagem toda borrada, de bruços, de pernas abertas, com a buceta escancarada, escorrendo porra, e chupando a pica meio mole do Nicolás. Ela me olhava com uma cara de puta do caralho, sem mudar o ritmo lento com que lambia aquela pica, e sem parar de me encarar.
“Corno manso, limpa com a boca a buceta da puta da tua mulher, que ficou uma bagunça com a foda que eu dei nela. E depois traz algo pra gente beber.”
Me abaixei na hora e comecei a lamber os lábios da buceta da Mariana bem devagar. Apesar da humilhação da situação, não posso negar que curtia pra caralho o que tava fazendo. Fiz devagar, sem pressa, aproveitando cada lambida na buceta da minha mulher cheia de sêmen de outro cara. Curtia o cheiro de gozo e esperma, saboreava devagar aquela porra de homem misturada com o melado da Mariana, e enquanto fazia isso, sem perceber, adotava uma pose de puta total, arqueando as costas e levantando a raba, o que fazia a tanguinha entrar toda na minha bunda, aumentando meu prazer.
Quando terminei meu serviço, o Nicolás pediu pra eu pegar umas cervejas pra eles, e depois preparar bem as picas dos outros dois caras pra continuarem cuidando da minha mulher.
Quando subi de novo com as cervejas, o Nicolás e minha mulher tava se amassando com ele, se acariciando, dando risada, e me ignorando completamente.
Fiquei olhando a cena por um instante, larguei as cervejas em cima do criado-mudo, e desci pra continuar chupando as picas dos outros dois safados que iam comer minha mulher. E como um bom cuck, caprichei o máximo possível, curtindo como nunca meus chifres e sendo feito de puta daquele jeito.
Depois da trepada que demos com a Mariana, dormimos umas duas horas, quando acordamos já eram quase sete da noite. Tomamos banho e descemos pro salão, a Mariana quase pelada, só de fio dental do biquíni, e eu de sunga, já que era a única coisa que a gente tinha quando subimos.
Nossos amigos estavam na sala vendo um filme de ficção científica, bebendo cerveja e comendo uma tábua de frios.
A Mariana foi pegar o vestido dela que tinha ficado perto da piscina, e eu fui descarregar a mala do carro. Aproveitamos pra conversar um pouco entre nós e ver o que faríamos, se tínhamos vontade de continuar o jogo. Nós dois expressamos nosso desejo de continuar, demos um abraço forte, nos beijamos e entramos na sala.
O Nicolás também perguntou se a gente tava curtindo e se íamos ficar até o dia seguinte. Quando confirmamos que sim, ele disse que se a gente topasse, eles tinham pensado em algo pra deixar o jogo mais picante, e se aproximou da Mariana, falando algo no ouvido dela, e minha mulher ficou pensativa e respondeu que sim, com uma risada cúmplice.
Quando perguntei intrigado em que consistia o jogo, ele disse que eu tinha que esperar um pouco pra saber, pra aumentar o suspense e o tesão, e que minha mulher ia ajudar com os preparativos, mas que primeiro eu tinha que dar o ok, que não me preocupasse que eles tinham certeza de que eu ia adorar o jogo.
A Mariana me olhava e ria, o Nicolás deu um tapinha na bunda dela e disse pra ela acompanhá-lo lá em cima. Eu olhei pra eles achando que o jogo era aquele, comer a Mariana sem que eu visse, fazendo eu imaginar tudo, mas o Nicolás, adivinhando meu pensamento, disse: "Não se iluda, Darío, que não vou comer ela não. vou foder... por enquanto, haha"
Eu, Juan e Fernando ficamos tomando cerveja e vendo o filme. De repente, Juan começa a se acariciar o pau por cima do short, e diz: "Que bela fodida, Darío, como sua mulher e você gostam de pau, embora eu confesse que o que mais curto é foder a puta da sua esposa, com aquele ar intelectual, tão profissional, mas fode como a melhor das vadias"
Os comentários dele me pegaram desprevenido, verdade é que me chocou bastante ele falar assim da Mariana fora do contexto da atividade sexual em si, mas também comecei a ficar muito excitado.
Ele notou minha reação e me disse: "Não vai levar a mal, Darío, tô falando como um elogio", e se aproximando um pouco do meu ouvido, fala: "Será que você não gosta de vê-la virando puta pra gente? Me diz que não sobe de pau duro que nem um burro quando ela devora meu pau?"
Isso ele dizia enquanto se acariciava e tirava o pau pra fora, todo duro. Eu sentia fogo na testa, e não conseguia responder, também não conseguia parar de olhar com desejo pro pau dele, duro e com a cabeça molhada.
"Vem cá, corno", disse Juan, "você não responde, mas o jeito que olha pro meu pau confirma que isso te excita. Vai, seja um bom corno e chupa um pouco pra mim."
E como se estivesse hipnotizado, me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a lamber e chupar aquele pau com muito tesão, realmente devorava, tava muito excitado, e Juan continuava falando comigo e me excitando ainda mais.
Eu chupava ele enquanto ele falava e passava os canais com o controle.
Fernando nos olhava e se acariciava devagar.
"Sua esposa sempre foi tão putinha assim?" Juan me dizia
E eu tirava o pau dele da boca pra responder rápido que não, e continuar o boquete. Aquela situação me deixava louco de tesão.
"Te conto que disso não tem volta, corno. Uma vez que uma puta assim se solta, não tem mais volta, você não vai ter escolha a não ser se resignar a curtir seus chifres, porque uma puta assim precisa de pau de outros caras o tempo todo", dizia Juan...
"Você fica excitado? Isso, corno?" ele insistia...
"Sim, me excita pra caralho", eu respondia, rápido, ofegante, e enfiava de novo na boca aquela pica linda que eu chupava cada vez com mais desespero.
"Muito bem, você vai ser um bom cuck... Vai, chupa direito e mostra que também é uma boa puta, isso, assim, mmmm!", gemeu Juan, enquanto eu me engasgava de pica...
A gente tava nessa quando Mariana e Nicolás apareceram. Mariana me olhou com uma cara misturada de surpresa e tesão, com um sorrisinho meio malicioso, tipo dizendo: "ah, mas que puta que você é", e Nicolás falou rindo: "pelo que vejo, acho que essa puta não vai ter problema com o jogo que vamos propor".
Eu olhava pra Mariana como quem tenta se desculpar pelo indesculpável, enquanto todo mundo ria da situação.
Nicolás disse: "bom, vamos te contar como funciona o jogo, a Mariana já sabe. É o jogo das duas putas e os três males".
Eu olhava pra ele sem entender direito, porque, na real, era isso que a gente já tava fazendo desde o meio-dia.
"A ideia é que sejam duas putas de verdade no jogo", falou Nicolás, "então a Mariana vai depilar você toda e te vestir como uma verdadeira vadia".
Eu fiquei chocado, pra ser sincero, não tava nos meus planos fazer nada desse tipo, que envolvesse me feminizar...
Todo mundo me olhava esperando, aguardando minha resposta, e eu não conseguia responder. A verdade é que eu não queria continuar com aquilo, mas alguma coisa me impedia de dizer não, porque ao mesmo tempo eu desejava...
"Bom, quem cala consente", disse Nicolás com um tom de humor, "Mariana, acompanha ela e prepara ela direitinho", falou nosso amigo, se referindo a mim no feminino.
Mariana me pegou pela mão e eu, obediente e em silêncio, fui ao banheiro com ela, de cabeça baixa.
O filho da puta do Nicolás já tinha planejado tudo, tinha comprado cera pra depilação e tinha uma fantasia de empregada puta pra mim, com uma peruca. Dava pra ver que não era nova, então com certeza ele já tinha enrabichado mais de um com aquilo.
Mariana me fez me despió y fue depilando com muito cuidado todo o meu corpo. Nessa altura eu já não conseguia nem pensar, só estava entregue, de olhos fechados, enquanto ela me depilava, e só abria os olhos quando a cera puxava demais, e eu reclamava um pouco.
O processo de depilação e maquiagem durou umas duas horas ou mais. Fiquei completamente lisinho. Depois de me depilar, tomei banho, ela passou creme hidratante no corpo todo, me maquiou e me fez vestir um conjunto preto de booty less, meia-calada, cinta-liga e um corset, finalizando com uma peruca preta azulada, de cabelo liso, com a franja cortada acima das sobrancelhas.
Depois ela me colocou o uniforme de empregada slut, que era uma saia curta que deixava toda a minha bunda de fora, um avental branco bem pequeno, e umas luvas brancas que cobriam metade do braço.
Quando eu estava pronta, ela também se produziu com um conjunto de meia, cinta-liga e uma camisa bem pequena e apertada, deixando praticamente os peitos dela de fora, que estavam apertados num sutiã de renda que combinava com o resto do conjunto. Ela também vestiu uma saia parecida com a minha, mas ela estava caracterizada como secretária slut.
Durante todo o tempo que durou minha transformação e a produção dela, ficamos praticamente sem nos falar. O roçar das roupas femininas no meu corpo depilado e a calcinha fio dental enfiada na booty me davam uma sensação muito gostosa. Quando a Mariana terminou de se arrumar, me pegou pela mão e voltamos para a sala.
Quando nossos amigos nos viram, começaram a aplaudir e assobiar. Me olhei num espelho grande que tinha na sala e não acreditei, tirando pelo tamanho das minhas costas e braços, me via como uma mulher muito gostosa. Sempre tive uma boa bunda e pernas torneadas, e mais de uma vez já me disseram que sou bonito de rosto.
Os homens nos ofereceram bebidas, eu pedi algo forte e tomei um uísque duplo quase seco, e imediatamente pedi outro, que tomei tão rápido quanto o primeiro. Só no terceiro uísque consegui sair daquele estado de estupor em que eu estava e começar a relaxar.
Nicolás e Juan fizeram Mariana sentar entre eles, no sofá, e eu sentei com Fernando num sofá menor.
Então eles explicaram como tinham imaginado o jogo: se a gente aceitasse jogar, seríamos as putinhas deles até o dia seguinte, e eles poderiam nos comer quantas vezes quisessem, sem que Mariana precisasse consultar nada comigo.
Mas além disso, eu seria a responsável por servir as bebidas e pegar tudo que os outros pedissem, além de ajudá-los no que precisassem, por isso me vestiram de empregadinha.
Juan colocou uma música suave e nos fizeram dançar e nos acariciar como duas sapatão, enquanto eles nos olhavam e batiam punheta. Depois nos cercaram com os paus pra fora, nos fizeram ajoelhar e chupar os paus deles, alternando entre as três.
Não consigo descrever nossa submissão naquele momento, nem a vontade com que a gente devorava aqueles paus. A gente se beijava entre nós, trocava de pau, chupava o mesmo pau as duas juntas ou enfiava dois paus na boca ao mesmo tempo. Era puro vício, juro que me senti uma puta solta e amei aquilo, fiquei fascinada.
Depois da mamada foda que demos com minha mulher, Nicolás disse que agora cada uma tinha que ocupar seu lugar no jogo, então me falou que naquele momento minha tarefa como boa puta era manter bem quentes os paus dos caras que iam emputecer minha amada esposa por turnos, como uma verdadeira puta. Ele explicou que agora ia comer Mariana de portas fechadas, do jeito que quisesse, e que o resto ia fazer o mesmo. Deixou claro que eu só podia subir pro quarto se eles me chamassem pra atendê-los.
Por último, Nicolás pegou algo de um aparador e disse: “pra fechar com chave de ouro, falta uma coisa indispensável pra ser um bom cuck”. E colocou em mim um cinto de castidade pra corno, deixando meu pau preso. inutilizável.
De novo fiquei meio sem reação, mas naquela altura eu não ia recusar praticamente nada. Então, me ajoelhei e, obedecendo a ordem do Nicolás, continuei chupando as picas do Fernando e do Juan alternadamente, enquanto olhava de canto como o Nicolás pegava no cu da minha mulher e juntos subiam a escada.
Enquanto continuava chupando os dois caras, ouvia os gemidos e putarias que minha mulher falava enquanto o Nicolás metia a pica nela sem parar. Vinte minutos depois, ouvi o Nicolás me chamando: “Sobe, corno manso…!”
Quando cheguei, quase explodi a pica dentro do cinto de castidade por causa da cena que vi. Minha mulher estava com a maquiagem toda borrada, de bruços, de pernas abertas, com a buceta escancarada, escorrendo porra, e chupando a pica meio mole do Nicolás. Ela me olhava com uma cara de puta do caralho, sem mudar o ritmo lento com que lambia aquela pica, e sem parar de me encarar.
“Corno manso, limpa com a boca a buceta da puta da tua mulher, que ficou uma bagunça com a foda que eu dei nela. E depois traz algo pra gente beber.”
Me abaixei na hora e comecei a lamber os lábios da buceta da Mariana bem devagar. Apesar da humilhação da situação, não posso negar que curtia pra caralho o que tava fazendo. Fiz devagar, sem pressa, aproveitando cada lambida na buceta da minha mulher cheia de sêmen de outro cara. Curtia o cheiro de gozo e esperma, saboreava devagar aquela porra de homem misturada com o melado da Mariana, e enquanto fazia isso, sem perceber, adotava uma pose de puta total, arqueando as costas e levantando a raba, o que fazia a tanguinha entrar toda na minha bunda, aumentando meu prazer.
Quando terminei meu serviço, o Nicolás pediu pra eu pegar umas cervejas pra eles, e depois preparar bem as picas dos outros dois caras pra continuarem cuidando da minha mulher.
Quando subi de novo com as cervejas, o Nicolás e minha mulher tava se amassando com ele, se acariciando, dando risada, e me ignorando completamente.
Fiquei olhando a cena por um instante, larguei as cervejas em cima do criado-mudo, e desci pra continuar chupando as picas dos outros dois safados que iam comer minha mulher. E como um bom cuck, caprichei o máximo possível, curtindo como nunca meus chifres e sendo feito de puta daquele jeito.
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