Para acompanhar a trama, sugiro ler antes “Como passei de ser minha putinha a ser de todos - Parte 1”
DEPOIS DE TER ESCRITO A PRIMEIRA HISTÓRIA, MOSTREI PRA MINHA NAMORADA O QUE TINHA FEITO. EU TAVA COM MEDO DE ELA FICAR BRAVA, ME CHAMAR DE DOENTE OU ALGO ASSIM. MAS FOI TUDO AO CONTRÁRIO. ELA AMOU VER COMO TANTA GENTE LIA AS HISTÓRIAS DELA DE PUTA, COMO FICAVAM EXCITADOS SÓ COM UMA PEQUENA HISTÓRIA DAS MONTANHAS QUE ELA AINDA TEM PRA CONTAR.
Eu tinha aberto uma porta que não dava mais pra fechar. Minha namorada começou a me contar as experiências sexuais dela com outras pessoas antes de me conhecer, o quanto ela era puta com eles, e isso me deixava louco. Queria saber cada detalhe de cada situação, o contexto, o lugar, como a história começou, TUDO. Só de imaginar minha namorada naquelas situações, sendo uma puta, chupando outras pirocas, se deixando tocar, já me enlouquecia.
Eu precisava continuar sabendo mais histórias, isso não podia acabar ali. Mas sabia que não dava pra fazer de um dia pro outro, tudo de uma vez, ia ter que ir com calma. Tava convencido de que naquelas viagens pro litoral, devia ter muito mais histórias. Várias vezes eu tentava puxar assunto, mas ela fingia que não era com ela. Acho que, por um lado, era vergonha, e por outro, medo de que um dia eu usasse isso contra ela. Até que um dia, acertei em cheio.
Um dia começamos a fazer umas preliminares, ela tava de lado e eu comecei a esquentar ela, tocando o corpo dela, os dois com roupa (pouca, mas vestida), e encostando meu pau na bunda gostosa dela. Depois, baixei o shortinho dela e fui roçando meus dedos na calcinha. Ela quis começar a me tocar, mas eu não deixei, falei que quem mandava era eu. Depois de esquentar ela por um bom tempo, ela mesma tirou o pau pra fora e começou a falar:
— Mete em mim que tô muito tesuda
— Shhh, calma que a gente tem tempo
Ela não parava de gozar, enquanto eu ia tocando em volta da buceta dela, sem enfiar os dedos. Quando eu enfiei, ela explodiu de prazer. excitação.
—Por favor, mete em mim, quero que me coma
Já tava ela no ponto. Era minha chance de aproveitar aquela situação e arrancar dela as histórias que realmente me interessavam.
—Vou meter, mas primeiro quero que me conte o quão puta você é
—Sou a mais putaaaa de todas, adoro bem a pirocaaa, quero todas elas
—Mas quero saber mais sobre o quão puta você é, quero que me conte mais histórias do quão puta você foi
Enquanto isso, ela parecia sedada de excitação, por eu estar encostando a rola nela por trás.
—Ahhhh, o que você quer saber?
—Você sabe o que eu quero saber
—Mas falaaaa que eu conto
—Quero que me conte mais histórias da praia, do quão puta você foi com os caras lá
—Já te contei a do engenheiro
—Quero saber outras
—Tá bom… (AQUI ELA COMEÇOU A CONTAR, por uma questão prática, vou fazer como se fosse um relato dela, mas na verdade eu ia puxando as coisas com perguntas)Estávamos as meninas, éramos três: Luli e Cata (Luli era a putinha que tava comendo o outro cara na parte 1). Um dia, ficamos num after beach e demos mole pra uns caras, eram uns cinco. Tinha um que eu tava afim, dancei com ele, joguei um charme, mas não rolou nada. Quando voltamos pro apê, a Luli sugeriu de marcar com os caras pra ir na casa deles fazer um pré, e as outras duas acharam uma boa.
Fomos pro pré, levamos umas brejas, mas eles tinham um monte de bebida também. Primeiro, ficamos de papo e zoando enquanto conversávamos. Depois, quando já tava geral mais bêbado, começamos a jogar um jogo de cartas tipo verdade ou consequência. Começou de boa, com umas prendas bestas, confessar merdas e depois foi ficando mais ousado. Num momento, surgiu a pergunta de qual era a coisa mais louca que você já tinha feito numa noite, e aí caiu na minha vez de falar a verdade: dar um boquete e engolir. Óbvio que não falei com essas palavras, mas deixei bem claro. Os caras ficaram doidos, o clima ficou tenso pra caralho. Quando fizeram a mesma pergunta pra Luli, ela respondeu algo parecido. Já tava tudo saindo do controle.
Aí começaram os jogos, e quem perdia a prenda tinha uma consequência: ficar 15 minutos trancado com um dos caras. A primeira a perder foi a Luli, que foi pro quarto com um dos caras. Eu já tava de olho no cara que me interessou no after, e por sorte tudo se encaixou, ou geral percebeu que era pra ele, porque acabei perdendo e tendo que pagar a prenda. Como a Luli tinha perdido fazia uns 5 minutos, fomos ver o que tava rolando, porque o quarto era o único lugar privado da casa. Mas percebemos que eles estavam no banheiro (suíte), tudo escuro.
Quando entrei no quarto, não precisei trocar palavra com o cara. Sentei ele na cama e, sem mais enrolação, me ajoelhei e comecei a desabotoar o cinto dele devagar, olhando nos olhos dele e mordendo o lábio. lábios. Baixei a calça dele até o tornozelo, peguei na rola dele e comecei a chupar. O cara tava curtindo, de vez em quando me segurava forte pela cabeça e me empurrava contra a buceta dele, e de outros momentos relaxava e aproveitava. Enquanto chupava ele de cima pra baixo como uma boa puta que faz isso sem nem dar um beijo antes, percebi, ao olhar pro lado, que a porta do banheiro estava entreaberta, e pela fresta, sem ver muitos detalhes, vejo o magrelo sentado no vaso e minha amiga ajoelhada na frente dele. Embora a música da sala abafasse um pouco nossos atos, nós quatro sabíamos o que tava rolando naquele momento no outro lugar. Isso me deixou com muito tesão. E como você sabe, não resisti e engoli toda a porra dele.
Naquela noite, depois fomos embora, como já tinha ficado tarde, não deu pra ir dançar em outro lugar. Saí de lá tendo chupado uma rola e engolido a porra dele sem nem ter dado um beijo.Que puta que era minha namorada, poucas vezes conheci histórias assim de uma mulher. Pau que ela queria, pau que ela terminava na boca dela. Eu não aguentava mais, mas me segurei esperando poder arrancar alguma história a mais.
— Adoro que você me conte essas histórias, quero ouvir outras
— Mas você me prometeu que ia meter em mim se eu contasse uma
— Bom, eu cumpro, mas enquanto isso quero que você me conte outra, vai logo
Meti sem problemas, do tesão que ela tava, de tudo que tinha deixado ela excitada antes e eu de toda a história que tinha ouvido.
— Bom, lembra que eu te contei uma vez que uns caras vieram na casa que a gente tinha e ficaram pra dormir?
— Lembro sim
— Tinha um bem chato que tava de pau duro e não deixava a gente dormir, até que ele se acalmou e foi dormir com o resto
— Sim, sim
— Vou te contar a história verdadeira:Depois de um esquenta, a gente foi pra uma balada, mas no fim voltamos todas pro nosso apê, com três caras a mais. Minha outra amiga, a Cata, tava afim de um dos caras, eles vieram juntos, mas ela não deu muita bola, aí eles pediram pra dormir lá porque moravam longe e iam embora de manhã. Tinha um sofá-cama grande, dois colchões no chão e um saco de dormir (em vários momentos da viagem outras amigas ficaram lá). Como eram dois caras, a gente falou pra eles dormirem nos colchões e nós três no sofá-cama, que era até grandinho.
O cara que tava com a minha amiga e o outro foram pros colchões e não encheram o saco. Mas o outro não parava de tentar dormir com a gente, era um chato pra caralho. Falava que não dava pra dormir no saco, que se a gente arrumasse um lugar na cama, que era grande e dava espaço. Ele insistiu tanto que a gente falou que sim, mas pra não encher o saco, que dormisse virado pro outro lado. Nessa hora eu tava no meio das minhas duas amigas. Eu percebia que o cara não virava e ficava insistindo com a minha amiga que tava do lado dele pra rolar algo. Até que minha amiga cansou e falou:
— Você pode ir pro meu lado? O cara é um mala e fica se esfregando em mim toda hora.
— Beleza, mas se ele continuar enchendo, você volta ou a gente manda ele pra puta que pariu.
— Fechou!
Eu deito do lado do cara e falo pra ele parar de encher o saco e virar pro outro lado. Só que ele não vira e cola em mim, me fazendo de conchinha.
— Mano, dá pra parar de encher o saco? Ou vai dormir no chão.
— Desculpa, não vou mais encher!
Juro que achei que ele ia parar. Eu já tava quase dormindo. Mas do nada (eu tava de camiseta e legging), sinto uma pica enorme encostando na minha bunda. O filho da puta tinha tirado a rola pra fora e tava encostando ela inteira. Eu ia gritar, mas alguma coisa me fez ficar quieta. Não sabia o que fazer. De repente, percebo que todo mundo já tava dormindo. dormindo ou pelo menos pareciam estar. Viro a cabeça pra olhar pra ele e ele tava se fazendo de dormido. Não sei o que deu em mim, mas em vez de dar um tapa na cara dele por tar se masturbando, desci minha mão pelo lençol e comecei a bater uma pra ele. Sem falar uma palavra, com minha amiga do lado, tava punhetando ele. Ele baixou minha legging e começou a me tocar na buceta, enfiando os dedos, tirando minha calcinha. Ele esfregava devagar mas constante até que gozei toda na minha raba. Pra não acordar os outros, deixei tudo como tava, sem me limpar, pelo resto da noite.ELA ME AJUDOU A LEMBRAR MUITOS DOS DETALHES DESSAS HISTÓRIAS. TÁ ANSIOSA PRA VER AS OPINIÕES E COMENTÁRIOS DE VOCÊS.
DEPOIS DE TER ESCRITO A PRIMEIRA HISTÓRIA, MOSTREI PRA MINHA NAMORADA O QUE TINHA FEITO. EU TAVA COM MEDO DE ELA FICAR BRAVA, ME CHAMAR DE DOENTE OU ALGO ASSIM. MAS FOI TUDO AO CONTRÁRIO. ELA AMOU VER COMO TANTA GENTE LIA AS HISTÓRIAS DELA DE PUTA, COMO FICAVAM EXCITADOS SÓ COM UMA PEQUENA HISTÓRIA DAS MONTANHAS QUE ELA AINDA TEM PRA CONTAR.
Eu tinha aberto uma porta que não dava mais pra fechar. Minha namorada começou a me contar as experiências sexuais dela com outras pessoas antes de me conhecer, o quanto ela era puta com eles, e isso me deixava louco. Queria saber cada detalhe de cada situação, o contexto, o lugar, como a história começou, TUDO. Só de imaginar minha namorada naquelas situações, sendo uma puta, chupando outras pirocas, se deixando tocar, já me enlouquecia.
Eu precisava continuar sabendo mais histórias, isso não podia acabar ali. Mas sabia que não dava pra fazer de um dia pro outro, tudo de uma vez, ia ter que ir com calma. Tava convencido de que naquelas viagens pro litoral, devia ter muito mais histórias. Várias vezes eu tentava puxar assunto, mas ela fingia que não era com ela. Acho que, por um lado, era vergonha, e por outro, medo de que um dia eu usasse isso contra ela. Até que um dia, acertei em cheio.
Um dia começamos a fazer umas preliminares, ela tava de lado e eu comecei a esquentar ela, tocando o corpo dela, os dois com roupa (pouca, mas vestida), e encostando meu pau na bunda gostosa dela. Depois, baixei o shortinho dela e fui roçando meus dedos na calcinha. Ela quis começar a me tocar, mas eu não deixei, falei que quem mandava era eu. Depois de esquentar ela por um bom tempo, ela mesma tirou o pau pra fora e começou a falar:
— Mete em mim que tô muito tesuda
— Shhh, calma que a gente tem tempo
Ela não parava de gozar, enquanto eu ia tocando em volta da buceta dela, sem enfiar os dedos. Quando eu enfiei, ela explodiu de prazer. excitação.
—Por favor, mete em mim, quero que me coma
Já tava ela no ponto. Era minha chance de aproveitar aquela situação e arrancar dela as histórias que realmente me interessavam.
—Vou meter, mas primeiro quero que me conte o quão puta você é
—Sou a mais putaaaa de todas, adoro bem a pirocaaa, quero todas elas
—Mas quero saber mais sobre o quão puta você é, quero que me conte mais histórias do quão puta você foi
Enquanto isso, ela parecia sedada de excitação, por eu estar encostando a rola nela por trás.
—Ahhhh, o que você quer saber?
—Você sabe o que eu quero saber
—Mas falaaaa que eu conto
—Quero que me conte mais histórias da praia, do quão puta você foi com os caras lá
—Já te contei a do engenheiro
—Quero saber outras
—Tá bom… (AQUI ELA COMEÇOU A CONTAR, por uma questão prática, vou fazer como se fosse um relato dela, mas na verdade eu ia puxando as coisas com perguntas)Estávamos as meninas, éramos três: Luli e Cata (Luli era a putinha que tava comendo o outro cara na parte 1). Um dia, ficamos num after beach e demos mole pra uns caras, eram uns cinco. Tinha um que eu tava afim, dancei com ele, joguei um charme, mas não rolou nada. Quando voltamos pro apê, a Luli sugeriu de marcar com os caras pra ir na casa deles fazer um pré, e as outras duas acharam uma boa.
Fomos pro pré, levamos umas brejas, mas eles tinham um monte de bebida também. Primeiro, ficamos de papo e zoando enquanto conversávamos. Depois, quando já tava geral mais bêbado, começamos a jogar um jogo de cartas tipo verdade ou consequência. Começou de boa, com umas prendas bestas, confessar merdas e depois foi ficando mais ousado. Num momento, surgiu a pergunta de qual era a coisa mais louca que você já tinha feito numa noite, e aí caiu na minha vez de falar a verdade: dar um boquete e engolir. Óbvio que não falei com essas palavras, mas deixei bem claro. Os caras ficaram doidos, o clima ficou tenso pra caralho. Quando fizeram a mesma pergunta pra Luli, ela respondeu algo parecido. Já tava tudo saindo do controle.
Aí começaram os jogos, e quem perdia a prenda tinha uma consequência: ficar 15 minutos trancado com um dos caras. A primeira a perder foi a Luli, que foi pro quarto com um dos caras. Eu já tava de olho no cara que me interessou no after, e por sorte tudo se encaixou, ou geral percebeu que era pra ele, porque acabei perdendo e tendo que pagar a prenda. Como a Luli tinha perdido fazia uns 5 minutos, fomos ver o que tava rolando, porque o quarto era o único lugar privado da casa. Mas percebemos que eles estavam no banheiro (suíte), tudo escuro.
Quando entrei no quarto, não precisei trocar palavra com o cara. Sentei ele na cama e, sem mais enrolação, me ajoelhei e comecei a desabotoar o cinto dele devagar, olhando nos olhos dele e mordendo o lábio. lábios. Baixei a calça dele até o tornozelo, peguei na rola dele e comecei a chupar. O cara tava curtindo, de vez em quando me segurava forte pela cabeça e me empurrava contra a buceta dele, e de outros momentos relaxava e aproveitava. Enquanto chupava ele de cima pra baixo como uma boa puta que faz isso sem nem dar um beijo antes, percebi, ao olhar pro lado, que a porta do banheiro estava entreaberta, e pela fresta, sem ver muitos detalhes, vejo o magrelo sentado no vaso e minha amiga ajoelhada na frente dele. Embora a música da sala abafasse um pouco nossos atos, nós quatro sabíamos o que tava rolando naquele momento no outro lugar. Isso me deixou com muito tesão. E como você sabe, não resisti e engoli toda a porra dele.
Naquela noite, depois fomos embora, como já tinha ficado tarde, não deu pra ir dançar em outro lugar. Saí de lá tendo chupado uma rola e engolido a porra dele sem nem ter dado um beijo.Que puta que era minha namorada, poucas vezes conheci histórias assim de uma mulher. Pau que ela queria, pau que ela terminava na boca dela. Eu não aguentava mais, mas me segurei esperando poder arrancar alguma história a mais.
— Adoro que você me conte essas histórias, quero ouvir outras
— Mas você me prometeu que ia meter em mim se eu contasse uma
— Bom, eu cumpro, mas enquanto isso quero que você me conte outra, vai logo
Meti sem problemas, do tesão que ela tava, de tudo que tinha deixado ela excitada antes e eu de toda a história que tinha ouvido.
— Bom, lembra que eu te contei uma vez que uns caras vieram na casa que a gente tinha e ficaram pra dormir?
— Lembro sim
— Tinha um bem chato que tava de pau duro e não deixava a gente dormir, até que ele se acalmou e foi dormir com o resto
— Sim, sim
— Vou te contar a história verdadeira:Depois de um esquenta, a gente foi pra uma balada, mas no fim voltamos todas pro nosso apê, com três caras a mais. Minha outra amiga, a Cata, tava afim de um dos caras, eles vieram juntos, mas ela não deu muita bola, aí eles pediram pra dormir lá porque moravam longe e iam embora de manhã. Tinha um sofá-cama grande, dois colchões no chão e um saco de dormir (em vários momentos da viagem outras amigas ficaram lá). Como eram dois caras, a gente falou pra eles dormirem nos colchões e nós três no sofá-cama, que era até grandinho.
O cara que tava com a minha amiga e o outro foram pros colchões e não encheram o saco. Mas o outro não parava de tentar dormir com a gente, era um chato pra caralho. Falava que não dava pra dormir no saco, que se a gente arrumasse um lugar na cama, que era grande e dava espaço. Ele insistiu tanto que a gente falou que sim, mas pra não encher o saco, que dormisse virado pro outro lado. Nessa hora eu tava no meio das minhas duas amigas. Eu percebia que o cara não virava e ficava insistindo com a minha amiga que tava do lado dele pra rolar algo. Até que minha amiga cansou e falou:
— Você pode ir pro meu lado? O cara é um mala e fica se esfregando em mim toda hora.
— Beleza, mas se ele continuar enchendo, você volta ou a gente manda ele pra puta que pariu.
— Fechou!
Eu deito do lado do cara e falo pra ele parar de encher o saco e virar pro outro lado. Só que ele não vira e cola em mim, me fazendo de conchinha.
— Mano, dá pra parar de encher o saco? Ou vai dormir no chão.
— Desculpa, não vou mais encher!
Juro que achei que ele ia parar. Eu já tava quase dormindo. Mas do nada (eu tava de camiseta e legging), sinto uma pica enorme encostando na minha bunda. O filho da puta tinha tirado a rola pra fora e tava encostando ela inteira. Eu ia gritar, mas alguma coisa me fez ficar quieta. Não sabia o que fazer. De repente, percebo que todo mundo já tava dormindo. dormindo ou pelo menos pareciam estar. Viro a cabeça pra olhar pra ele e ele tava se fazendo de dormido. Não sei o que deu em mim, mas em vez de dar um tapa na cara dele por tar se masturbando, desci minha mão pelo lençol e comecei a bater uma pra ele. Sem falar uma palavra, com minha amiga do lado, tava punhetando ele. Ele baixou minha legging e começou a me tocar na buceta, enfiando os dedos, tirando minha calcinha. Ele esfregava devagar mas constante até que gozei toda na minha raba. Pra não acordar os outros, deixei tudo como tava, sem me limpar, pelo resto da noite.ELA ME AJUDOU A LEMBRAR MUITOS DOS DETALHES DESSAS HISTÓRIAS. TÁ ANSIOSA PRA VER AS OPINIÕES E COMENTÁRIOS DE VOCÊS.
8 comentários - De putinha só minha pra puta de todo mundo - Parte 2
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