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Compêndio IPeço desculpas pela demora em escrever. Apesar de já ter passado quase um mês desde que Hannah e eu seguimos caminhos separados, foi difícil redigir isso por me sentir meio deprimido.
Felizmente, conversei com a Marisol e ela esteve ao meu lado para me apoiar, me animar e me entender melhor do que eu esperava.
A última semana que passamos juntos (a primeira semana de dezembro do ano passado) foi bem complicada. Embora nossas responsabilidades tenham diminuído consideravelmente, isso nos deu tempo demais para pensar na nossa partida iminente.
Como já mencionei, Hannah é uma loira de olhos azuis, 30 anos, pele branca e bochechas rosadas, quase como uma boneca, com 1,64m de altura, corpo magro, peitos discretos e uma bundinha pequena, mas sem dúvida a mais tentadora do pedaço.
No entanto, apesar do físico atraente e do tamanho menor, ela compartilha traços de personalidade e atitude que me lembram mais minha esposa quando éramos namorados e que, por causa da nossa diferença de idade, eu não conseguia extravasar direito.
Aproveitamos as últimas noites para jantar romanticamente na cabana onde tantas lembranças compartilhamos e, toda noite, uma sessão quente e apaixonada de transar até as 2 da manhã, onde também aproveitávamos para conversar sobre nossos planos futuros.
"Acho que vou me divorciar." Disse na noite de terça-feira, enquanto tirava a calcinha de seda sugestiva, cor de jade, que o marido tinha comprado como lingerie sexy, e ela alegava que "tinha vergonha de usar para ele", mas não tinha problemas em estrear comigo.
"Não é por minha culpa, né?" perguntei, enquanto tirava a ereção marcada da calça do pijama.
Ela sorriu de forma safada…
"Não, não é por você." Respondeu condescendente, para depois reclamar baixinho, enquanto ia empalando meu pau. "É só… que eu não amo ele…" acrescentou, fazendo uma careta sutil entre Dor e prazer.
Ela começou a se mexer devagar, balançando os peitinhos, cujos bicos já estavam duros e excitados.
“Mas… se você se divorciar… da Marisol… ahhh… por favor… me liga!” ela começou a ofegar devagar.
Segurei sua cintura gostosa, guiando ela no ritmo que mais agradava.
“Você sabe bem que não vou fazer isso…” falei, fazendo ela me olhar entre surpresa e decepção.
Durante o ano, a gente passou pelo que chamam de “5 estágios do luto” e, no final, nós dois estávamos na aceitação do nosso destino.
Entre os incidentes mais marcantes desse período, teve a proposta dela pra eu me divorciar da minha esposa e casar com ela, pra conseguir a cidadania australiana (algo que não era necessário, já que morei lá por mais de um ano, nunca tive problemas com as autoridades e mantive um emprego estável, então posso pedir por conta própria).
Mas também teve um episódio assustador, onde ela me ameaçou de contar toda a verdade pra Marisol e acabar com meu casamento. Naquela tarde, ela tava furiosa pra caralho, chorando e com uma expressão desequilibrada que me fazia não reconhecê-la.
Falei que ela podia fazer isso. Que eu merecia e que não guardaria rancor, mas que, ao mesmo tempo, ela sabia o que me fazia mais feliz, o que fez ela desistir.
“Se as coisas fossem diferentes e se eu tivesse te conhecido antes da Marisol, talvez a gente estivesse casado.” Argumentei, fazendo ela chorar, enquanto a cavalgada ficava ainda mais gostosa.
A gente se beijou e ela se entregou de vez, pra satisfazer nossos prazeres.
É isso que falta no marido dela. Como já falei, Hannah já sentiu prazer com o marido algumas vezes, mas falta criatividade.
Minha esposa sabe bem disso. Mesmo que muitas vezes eu seja repetitivo e metódico, cada vez tento experimentar o corpo dela, estudando o efeito de um carinho, uma lambida, um beijo ou um beliscão. em alguma área de interesse pra mim e, se isso der certo, a gente repete na próxima vez.
Foi assim que descobri o quanto minha melhor amiga é cosquinhenta, o que a deixa extremamente nervosa e apreensiva, travando quase completamente na hora da intimidade, e também descobri que uma das zonas erógenas dela fica nos dedos dos pés e que, se eu lamber, junto com uma massagem delicada no clitóris, ela pode ter um orgasmo sublime, mas incomum e refrescante.
Com a Hannah, por outro lado, basta lamber o lóbulo da orelha dela, depois de beijá-la suavemente, pra quebrar a resistência dela.
Ela adora que eu acaricie a cintura dela enquanto ela fica por cima, se estimulando cada vez mais se eu me aproximar dos peitos dela. Acho que isso é porque ela sabe da minha obsessão e, quando enfiava os seios nas minhas mãos, o rosto dela alcançava novos níveis de satisfação.
Mas também, quando eu conseguia penetrar ela completamente e ela reclamava apaixonadamente enquanto cavalgava, minhas mãos desciam pras coxas grossas dela, acariciando a pele macia e branquinha.
E é que ela sabe muito bem que o maior atrativo dela é a bunda, porque é algo que o marido dela e os homens sob o comando dela não param de admirar, mas fui eu o escolhido pra acariciar ela de forma possessiva.
Nesses momentos, ela começava a me beijar com gosto, numa cavalgada desenfreada e intensa, enquanto meus dedos tentavam se enfiar na bunda dela. Ela chegava ao clímax de um jeito bestial assim e tinha se viciado nesse tipo de "dupla penetração", onde, além de esticar as nádegas dela com as mãos, eu enfiava até 3 dedos lá dentro.
Quando eu gozava dentro dela (porque, como vocês sabem, fazia mais de um ano e pouco que a gente tinha parado de usar camisinha e eu tinha que me preocupar constantemente se ela tava tomando os anticoncepcionais), ela já tinha tocado as estrelas umas duas vezes e o rostinho angelical dela mostrava o quanto ela era feliz comigo.
Mas Apesar de tudo, não queria me desgrudar dela e, aproveitando que minha ereção ainda tava firme dentro dela, peguei ela pela cintura e virei ela de volta pra cama, pra que ela ficasse por baixo dessa vez. Isso causou uma surpresa enorme nela, porque, embora o marido dela seja mais novo e mais atlético que eu (29 anos e, resumindo, posso descrever ele como um boneco "Ken"), raramente ele dá duas vezes seguidas. Mas eu tava ciente de que não íamos transar de novo por um bom tempo e, como já falei, a Hannah me lembra muito a Marisol quando era jovem.
"Você tá... ahhh... tão fundo! Uhhhm!" ela reclamava, enquanto eu metia nela quase com fúria. Mas não bastava só fazer do jeito tradicional. Aproveitando que ela era menor e mais leve, conseguia dobrar ela um pouco mais sobre minhas coxas, fazendo com que a bombada dos meus quadris desse um certo ângulo. Embora fosse uma posição bem cansativa tanto pra mim quanto pra ela, dava um ar mais safado, porque se eu gozasse, meus fluidos iam escorrer fácil pro útero dela, além do fato de que as pernas dela ficavam dobradas por cima dos meus ombros, causando também uma sensação de dor nela.
Mas na hora do vamos ver, eu gosto de gozar olhando na cara dela, então quando meus movimentos ficavam sem parar e eu já sentia que não aguentava mais segurar minha carga, desmontava toda a posição e voltava pros lábios dela, que me chupavam com desespero. Pelo jeito que ela me olhava, queria que eu terminasse e enchesse ela de novo, quase com urgência. Mesmo assim, conseguia me segurar com minhas últimas forças pra dar estocadas profundas, quase no estilo de golpe de aríete, e me descarregava com soberba ao pressionar o útero dela.
Então, ela soltava um suspiro abafado e cadenciado, fechando os olhos enquanto sentia meus fluidos encherem mornamente a fonte da vida dela, e a expressão no rosto dela parecia jovem e inocente, sem ter outro tipo de palavra pra descrever. Cada uma das minhas descargas foi recebida com um leve zumbido e uma respiração acelerada. Sei que o marido dela não consegue chegar tão fundo nela, mas eu, desde as primeiras vezes, me encarregava de pressionar aquele ponto lá dentro, o que no começo causou um prazer indescritível nela, ao perceber que gozava mais comigo do que com o esposo.
Mas, conforme os sentidos voltavam, os olhinhos azuis dela brilhavam como diamantes e a gente se beijava com uma certa malícia, algo que também me lembrava a Marisol.
Sobre a retaguarda dela, cada noite de serviço estava vindo à tona. E, embora eu adorasse fazer isso tanto com minha esposa quanto com a Lizzie e a Hannah, também não gostava de abusar e me sentia culpado quando no dia seguinte ela andava de um jeito estranho.
Ela, por outro lado, sabendo que ainda estava com vontade, sorria com safadeza e assumia a posição por conta própria, ficando de quatro. Meu único trabalho era lamber os dedos e lubrificar levemente, pra apresentar a cabeça.
Numa ocasião, depois de fazer a bundinha apertada dela e enquanto a gente se arrumava pra dormir, perguntei se ela teria sexo anal com o marido. Ela, toda agitada, disse que não sabia, porque o marido “tinha nojo de fazer por ali” (embora, pelo visto, não se importasse de fazer com a cunhada da Hannah, como a Marisol descobriu no verão passado).
Eu fui com calma, alargando o cu dela, o que ela curtia pra caralho. Quando já tinha entrado a cabeça e um pouco menos da metade, ela começou a deslizar pra trás, facilitando meu avanço.
Sinceramente, me lembrava uma gata no cio, porque, no começo, ela reclamava de dor, mas aos poucos virava gemidos carinhosos, enquanto minhas mãos se posicionavam na cintura dela e eu ia enfiando até o fundo.
Era um espetáculo ver como a retaguarda meiga, inocente e comportada da Hannah engolia com bastante fluência minha ferramenta e que os berros que saíam da boca dela eram cheios de prazer.
Já passava da uma da manhã quando terminamos, com os corpos completamente moídos, mas ela tinha o sorriso mais radiante de satisfação.
Mas foi no dia seguinte, na hora do almoço, que consultei o Tom sobre a inquietação que voava na minha cabeça.
“É possível que eu e a Hannah tiremos o domingo de folga?”
O velho e bonachão minerador sorriu pra mim, sabendo que a relação que eu tinha com a Hannah beirava um romance de adolescente.
“Acho que não tem problema. Por quê? Vai levá-la pra Broken Hill num encontro?” perguntou com um sorriso malicioso.
“Na verdade, não. Tava pensando em passar o dia inteiro com ela, na cabana…” Respondi com honestidade…
Entendi bem a cara de choque do velho. Pela minha aparência, minhas atitudes e o simples fato de eu ser extremamente metódico no trabalho, ele me via como alguém tímido e inexperiente nas artes do amor.
Mas ao ouvir isso, a Hannah corou levemente. Pra ela, como uma verdadeira britânica de família rica, pela criação achava que o prazer do sexo se limitava a no máximo 2 horas por noite, mas comigo descobriu que isso facilmente podia dobrar.
Foi aí que ela me olhou radiante, com um sorrisinho nervoso bem parecido com o que a Marisol me dá quando proponho a mesma coisa, que é uma mistura de curiosidade, desejo e luxúria, com uns toques de incredulidade.
E bastou eu responder com outro sorriso confiante, pra ela saber que eu não tava brincando…Post seguinte
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