Os relatos anteriores da série
Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2935692/Liberando-el-Deseo-de-Caro-el-primer-encuentro.html
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2936333/Liberando-el-Deseo-de-Caro-parte-2-los-limites.htmlLiberando o Desejo de Caro 3: a aceitaçãoNa vida dela, Caro já tinha feito um monte de coisa difícil. Se mudar sozinha, batalhar todo dia, aguentar o Tinchín. Mas poucas coisas foram tão tensas quanto esperar, depois da última sessão, a próxima mensagem do Fer. Dolorida mas feliz, passou a noite quase sem dormir. A única coisa que fez foi pedir sushi por telefone (o jejum e o calor tavam deixando ela mais cansada) e sentiu que nunca tinha curtido tanto cada pedaço: o sashimi, o wasabi, tudo se combinava de um jeito que ela nunca tinha experimentado.
Dois dias depois, chegou a mensagem do Dom dela, curta mas excitante.
"Sub, espero que você esteja bem. Nosso próximo encontro vai ser decisivo pra como as coisas vão seguir. Te espero quarta no lugar de sempre, no nosso horário. Segue as mesmas instruções da última vez" foram as ordens dele. Caro tremeu de tesão: não conseguia pensar, não conseguia respirar com aquela mistura de medo e calor.
O fim de semana passou como um sonho: ela tinha que ver o Tinchín de qualquer jeito, depois da semana passada. Não queria contar pra ele ainda o que tava pensando, mas quando viu ela chegar mancando de leve (o corpo dela ainda guardava os sinais gostosos do seu Sr.) e notou ela pálida mas feliz, Tinchín só perguntou "Já passou tudo ou você vai me contagiar?". Caro resolveu tudo rápido: disse que tava afim de ver o último Star Wars e comer sushi. Só quando tava voltando sozinha pra casa ("quero ir descansar, Tincho" falou, percebendo que agora chamava ele como os amigos) refletiu que tinha conseguido desviar do assunto, sem sofrer pela falta de pau dele. Tinchín já era um amigo, mesmo sem saber; ela tinha um homem na cabeça dela.
A semana passou igual: quente, rápida, uma mistura de imagens. Caro se viu esperando na esquina do hotel pelo Fer, vestida dessa vez com uma saia fininha e uma camisa, ambas de cores claras. Tava quente demais pra um vestido e ela tinha a impressão de que hoje algo ia mudar. A roupa, sem saber por que pensava nisso. Talvez a palavra "determinante", talvez o saber que já estava entregue.
Essa intuição se confirmou quando viu Fer vindo andando de uma garagem ("que carro será que ele tem?" pensou Caro) vestido de terno. O terno era cinza com listras, com uma gravata cinza mais escuro sobre uma camisa branca. Dava a ele o ar de um ator de filme dos anos 50, o que encantou Caro.
Fer parou e a olhou de cima a baixo. Com um beijo rápido na bochecha, apontou de novo com a mão, de forma elegante, deixando Caro passar, e os dois entraram no hotel dele.As sensaçõesCaro estava de novo olhando para a parede, se excitando enquanto entrava no seu espaço de submissão. Seu Sr. estava atrás dela, observando-a.
"Bem devagar, sub, tira os sapatos, a camisa, o sutiã e a saia", ele disse, "mas sem se virar". De novo, música lenta e repetitiva tocou no celular dele. Caro começou a dançar, dando pequenas reboladas, lentamente se deixando entrar na zona.
"Quando estiver pronta, Sub, quero que você se incline para frente e apoie as mãos na parede, sem abrir os olhos". Caro sentiu o pulso acelerar. Terminando de tirar o sutiã, inclinou-se para a parede: com as pernas afastadas, esticou o corpo para trás, empinando a raba levemente.
Sem olhar, ouviu seu Sr. se movendo atrás dela. Bruscamente, como se fosse uma boneca, ele segurou o quadril dela com uma mão e com a outra manteve as mãos dela apoiadas. Puxou a raba dela mais para trás, até que ela sentiu o pênis dele encostar nela: com as pernas dele, abriu as dela. Caro se sentia como uma mesa, como um objeto que ficava cada vez mais excitado.
Seu Sr. a observou por minutos insuportáveis: Caro só sentia o coração batendo, sentia como a posição desconfortável a incomodava, mas a excitava, e como o pênis do Sr. pulsava junto com a buceta dela. Depois de alguns minutos, seu Sr. disse "não abre os olhos" e, puxando o cabelo dela, a fez arquear. Segurando-a pelo cabelo, Caro se viu arqueada, apoiada contra o Sr. As mãos dela não sabiam o que fazer e ficaram no ar, até que seu Sr. disse "acaricie o corpo todo". Enquanto Caro percorria os peitos e a buceta, ouviu que seu Sr., com a outra mão, tirava algo.
De repente, algo cobriu seus olhos; Caro se assustou, até que entendeu: era a gravata dele. Seu Sr. a empurrou até esmagá-la contra a parede; segurando-a pela pressão que a virilha dele oferecia, liberou as duas mãos para amarrar a gravata nos olhos dela.
"Agora, Sub, você vai ter cuidado, mas vai se guiar pela sua rédea", disse seu Sr., pegando o cabelo dela e mostrando a ela. Era isso que ele queria dizer. Puxando ela de leve, sem causar muita dor, fez com que Caro começasse a andar sem enxergar nada.
Caro estava excitadíssima; não conseguia entender como o simples fato de andar a deixava tão molhada. Não ver, ter medo de onde ir, a desorientava. Seu Sr. a levou até onde achava que era o centro da sala e, segurando-a pelos ombros, fez ela dar a volta.
Rapidamente, Caro ficou tonta e esticou os braços: lá estava seu Sr. para levá-la para um lado do quarto. Caro só sentia: o cheiro dele, masculino, o chão, seus pequenos balanços.
Ele a apoiou contra algo frio, na altura do quadril dela, algo de material duro. Seu Sr. a fez virar e disse: "começa a se tocar por cima da calcinha".
Caro começou a se tocar com a mão direita, apoiando a bunda contra o material duro ("é a pia? Um móvel?"), mas seu senhor disse: "não, usa os dois dedos" e pegou a mão esquerda dela, levou à boca, chupou o dedo do meio (a sensação do calor, de estar na boca do seu Sr. fez Caro parar por um segundo) e fez com que Caro enfiasse o dedo na própria buceta, afastando a calcinha.
Caro sentiu seu Sr. recuar; com certeza ele estava observando ela. Depois ouviu aquele pequeno grunhido de satisfação que ele soltava para aprovar algo e que ele se mexia de novo perto. Uma boca se fechou sobre os peitos dela, mordiscando. Ela sentia a barba do seu Sr. arranhando os peitos e as mãos dele brincando com os quadris dela.
Devagar, sem dizer nada, seu Sr. foi descendo... beijou a barriga dela, mordeu os ossos dos quadris e, com um puxão, arrancou a calcinha de Caro, um puxão que deixou uma marca nas pernas dela e outra muito maior na memória. Afastando as mãos, ele disse: "toca seus peitos". Caro pensou que seu Sr. ia se ajoelhar na frente dela para chupá-la, mas não era esse o plano: levantando-a como se não pesasse nada, fez ela girar no ar e a colocou de cabeça para baixo num lugar onde as pernas dela ficaram apoiadas em algo de plástico. ("Estou no ofurô de cabeça pra baixo" Caro conseguiu pensar)
Todo pensamento fugiu dela quando seu Sr. começou a comer a buceta dela. Não eram beijos lentos: seu Sr. mordia seus lábios, mordiscava seu clitóris enquanto seus dedos entravam nela acariciando seu ponto G. Caro, sem conseguir ver, tentando manter o equilíbrio e se tocar, se sentia absorvida, desorientada. De vez em quando, seu Sr. descia a língua e brincava com a bunda dela: a língua quente entrava no buraco dela enquanto os dedos acariciavam seu clitóris.
Em um momento, sentiu como seu Sr., segurando ela pra não cair, entrou com ela no que devia ser o ofurô. Ela já não estava mais sentindo as pernas, mas sim ajoelhada na frente dele. Sentiu o peito do seu Sr. esmagando suas pernas, sentiu ele mordendo de outro ângulo o clitóris dela e sentiu o tecido da calça do seu Sr. no nariz dela. Pouco depois, ouviu o som de um zíper e escutou um "abre a boca, Sub, e me dá prazer". Caro só conseguiu abrir a boca e foi penetrada pela rola do seu Sr., enquanto uma mão dele entrava na buceta dela e os dedos da outra entravam no cu dela. Penetrada por todos os lados, ao só escutar "goza", sentiu como o sangue que se acumulava na cabeça dela explodia em ondas de prazer.
Caro quase não lembra o que aconteceu depois; a próxima coisa que lembra é estar deitada de costas na cama, com as pernas na altura das orelhas e sendo fodida pelo seu Sr. Ondas de prazer surgiam da buceta dela. "Finalmente ele tá me comendo" Caro conseguiu pensar, mas não conseguiu pensar muito mais; seu Sr., habilidosamente, mordia o pescoço dela, mordiscava a orelha dela e não perdia nenhuma oportunidade.
Caro sentiu que seu Sr. saiu, deixando uma sensação de vazio. Mas sentiu as mãos dele e a ordem "fica de quatro" quase ao mesmo tempo. Sem ver, tentou se virar, mas seu Sr. ajeitou ela e continuou metendo, sem perguntar nada e sem piedade. Caro sentia que os braços tremiam e caiu de boca no colchão. que ela achava que era a cama. Desmontada pelo prazer, quase não conseguia se segurar; vendo isso, o Sr. colocou uns travesseiros debaixo dela e continuou metendo sem parar. De vez em quando, batia com uma mão na bunda dela e com a outra enfiava e tirava os dedos do cu dela.
As palmadas na bunda reviveram a Caro: a dor leve fez ela reagir e tentar se levantar de novo, o que foi o sinal para o Sr. levá-la até a beirada da cama e deitá-la de bruços com as pernas penduradas para fora. Pegando ela por trás, com os braços esticados, continuou com umas pirocadas que fizeram Caro perder as forças rapidinho... em pouco tempo, o corpo todo tremia, os ombros doíam e as pernas não aguentavam mais.
Vendo isso, o Sr. girou ela tão rápido que ela ficou tonta. "Senta" foi a ordem, e Caro desabou, meio sentada, meio caída, ao lado da cama.
"Agora, agora você pode gozar" disse o Sr., enquanto com os dedos procurava o clitóris inchado que Caro escondia entre as pernas apertadas. Uns toques rápidos e Caro se deixou cair no chão devagar. Enquanto tremia e gemia o orgasmo, um líquido quente molhou os peitos e o rosto dela: o Sr. também estava gozando. "Abre a boca e me limpa" ele disse... Caro quase não conseguia, se engasgava, mas conseguiu passar a língua e engolir aquele líquido amargo que a enchia de prazer. A última coisa que ouviu conscientemente foi "muito bem, Sub... agora pode descansar um pouco" e a sensação de ser levantada nos braços fortes dele.A aceitaçãoCaro abriu os olhos; a gravata tinha sumido e ela se viu com a cabeça apoiada no peito nu do seu Sr., que em algum momento tinha terminado de se despir, mas ela não lembrava. Ele estava descansando, mas alerta. Quando sentiu que Caro acordava, sorriu para ela e disse: "Caro, saímos do seu espaço."
Caro sorriu e disse: "nunca pensei que dava pra sentir isso... tô tão... vazia das coisas que doem e cheia de calor... isso faz sentido?"
Fer sorriu: "sim, isso significa que você conseguiu se submeter totalmente. Agora você tá pronta pra começar a ser uma Sub. Por isso, agora, fora do espaço, quero que você tome uma decisão. Você vai ser minha Sub e deixar eu te treinar formalmente? Essa relação é muito forte... você já sabe que quer ser uma Sub, mas talvez queira experimentar com outros. Mas se aceitar ser minha Sub... vou ter direito sobre toda a sua vida. E você vai ter que me obedecer, igual aqui, mas em todas as dimensões da sua existência. Em troca, eu vou te guiar e te ensinar a sentir prazer o tempo todo. Claro, você sempre pode me desobedecer uma única vez e isso, como agora, termina a relação; você sempre tem essa opção e não tem um compromisso indefinido. Cada dia, cada cena reafirma nosso desejo. O que você diz?"
Caro sentiu o pulso acelerar, mas uma vozinha conseguiu dizer: "é o que eu mais quero."
Fer sorriu e disse: "fecha os olhos."
Caro ouviu ele andar pelo quarto e, pouco depois, ouviu ele voltar. Ele sentou e, acariciando as costas dela, colocou... algo no pescoço?
Caro ouviu um clique e seu Sr. dizendo: "agora pode abrir os olhos."
Caro abriu os olhos e, ao se olhar no espelho, viu uma choker enfeitando seu pescoço.
Seu Sr. disse: "Quando você estiver com a choker, vai estar no espaço de Submissão. Seu nome de submissa vai ser Flor. Quando eu disser algo tipo 'vem, Flor', você vai colocar a choker e será submissa. Isso não significa que você não me obedece fora dessas situações, mas a choker vai ser o sinal de que você está sob meu controle. total...entendeu, Flor?"
Caro, não Flor, assentiu com a cabeça "Sim, meu Senhor".
Seu Sr. sentiu um sorriso surgir "muito bem, Flor, muito bem. Agora vem e dança pra mim enquanto se toca" disse e colocou música no celular.
Flor andou de cabeça baixa e começou a dançar se tocando, sentindo como as ondas de prazer faziam seu corpo se mover, enquanto seu Sr. dizia "Agora, minha sumissa Flor, vamos começar seu treinamento de verdade... isso é o que você vai fazer da próxima vez..."
<<<>>>
Querid@s:
Várias pessoas me perguntaram a mesma coisa: essa série de contos sobre como Caro virou Flor e soltou seu desejo é real? Eu acho que poderíamos definir como semi-autobiográfica. É algo adaptado da minha experiência ao treinar uma mulher, com alguns detalhes mudados como o nome e algumas questões físicas, pra proteger a identidade. Por outro lado, percebi depois do primeiro que na verdade estava fazendo uma introdução longa demais, então encurtei muitas conversas. Mas a sequência, as cenas, etc. São reais e as descrições de sensações vêm do que essa pessoa me contou sobre a experiência comigo.
Agora, posso continuar escrevendo sobre o treinamento (que bem nesse ponto começou de verdade) mas queria perguntar pra vocês: interessa? Talvez seja muito voltado pra Dom/sub e vocês prefiram que eu escreva sobre experiências mais vanilla.
Mr.F
Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2935692/Liberando-el-Deseo-de-Caro-el-primer-encuentro.html
Parte 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2936333/Liberando-el-Deseo-de-Caro-parte-2-los-limites.htmlLiberando o Desejo de Caro 3: a aceitaçãoNa vida dela, Caro já tinha feito um monte de coisa difícil. Se mudar sozinha, batalhar todo dia, aguentar o Tinchín. Mas poucas coisas foram tão tensas quanto esperar, depois da última sessão, a próxima mensagem do Fer. Dolorida mas feliz, passou a noite quase sem dormir. A única coisa que fez foi pedir sushi por telefone (o jejum e o calor tavam deixando ela mais cansada) e sentiu que nunca tinha curtido tanto cada pedaço: o sashimi, o wasabi, tudo se combinava de um jeito que ela nunca tinha experimentado.
Dois dias depois, chegou a mensagem do Dom dela, curta mas excitante.
"Sub, espero que você esteja bem. Nosso próximo encontro vai ser decisivo pra como as coisas vão seguir. Te espero quarta no lugar de sempre, no nosso horário. Segue as mesmas instruções da última vez" foram as ordens dele. Caro tremeu de tesão: não conseguia pensar, não conseguia respirar com aquela mistura de medo e calor.
O fim de semana passou como um sonho: ela tinha que ver o Tinchín de qualquer jeito, depois da semana passada. Não queria contar pra ele ainda o que tava pensando, mas quando viu ela chegar mancando de leve (o corpo dela ainda guardava os sinais gostosos do seu Sr.) e notou ela pálida mas feliz, Tinchín só perguntou "Já passou tudo ou você vai me contagiar?". Caro resolveu tudo rápido: disse que tava afim de ver o último Star Wars e comer sushi. Só quando tava voltando sozinha pra casa ("quero ir descansar, Tincho" falou, percebendo que agora chamava ele como os amigos) refletiu que tinha conseguido desviar do assunto, sem sofrer pela falta de pau dele. Tinchín já era um amigo, mesmo sem saber; ela tinha um homem na cabeça dela.
A semana passou igual: quente, rápida, uma mistura de imagens. Caro se viu esperando na esquina do hotel pelo Fer, vestida dessa vez com uma saia fininha e uma camisa, ambas de cores claras. Tava quente demais pra um vestido e ela tinha a impressão de que hoje algo ia mudar. A roupa, sem saber por que pensava nisso. Talvez a palavra "determinante", talvez o saber que já estava entregue.
Essa intuição se confirmou quando viu Fer vindo andando de uma garagem ("que carro será que ele tem?" pensou Caro) vestido de terno. O terno era cinza com listras, com uma gravata cinza mais escuro sobre uma camisa branca. Dava a ele o ar de um ator de filme dos anos 50, o que encantou Caro.
Fer parou e a olhou de cima a baixo. Com um beijo rápido na bochecha, apontou de novo com a mão, de forma elegante, deixando Caro passar, e os dois entraram no hotel dele.As sensaçõesCaro estava de novo olhando para a parede, se excitando enquanto entrava no seu espaço de submissão. Seu Sr. estava atrás dela, observando-a.
"Bem devagar, sub, tira os sapatos, a camisa, o sutiã e a saia", ele disse, "mas sem se virar". De novo, música lenta e repetitiva tocou no celular dele. Caro começou a dançar, dando pequenas reboladas, lentamente se deixando entrar na zona.
"Quando estiver pronta, Sub, quero que você se incline para frente e apoie as mãos na parede, sem abrir os olhos". Caro sentiu o pulso acelerar. Terminando de tirar o sutiã, inclinou-se para a parede: com as pernas afastadas, esticou o corpo para trás, empinando a raba levemente.
Sem olhar, ouviu seu Sr. se movendo atrás dela. Bruscamente, como se fosse uma boneca, ele segurou o quadril dela com uma mão e com a outra manteve as mãos dela apoiadas. Puxou a raba dela mais para trás, até que ela sentiu o pênis dele encostar nela: com as pernas dele, abriu as dela. Caro se sentia como uma mesa, como um objeto que ficava cada vez mais excitado.
Seu Sr. a observou por minutos insuportáveis: Caro só sentia o coração batendo, sentia como a posição desconfortável a incomodava, mas a excitava, e como o pênis do Sr. pulsava junto com a buceta dela. Depois de alguns minutos, seu Sr. disse "não abre os olhos" e, puxando o cabelo dela, a fez arquear. Segurando-a pelo cabelo, Caro se viu arqueada, apoiada contra o Sr. As mãos dela não sabiam o que fazer e ficaram no ar, até que seu Sr. disse "acaricie o corpo todo". Enquanto Caro percorria os peitos e a buceta, ouviu que seu Sr., com a outra mão, tirava algo.
De repente, algo cobriu seus olhos; Caro se assustou, até que entendeu: era a gravata dele. Seu Sr. a empurrou até esmagá-la contra a parede; segurando-a pela pressão que a virilha dele oferecia, liberou as duas mãos para amarrar a gravata nos olhos dela.
"Agora, Sub, você vai ter cuidado, mas vai se guiar pela sua rédea", disse seu Sr., pegando o cabelo dela e mostrando a ela. Era isso que ele queria dizer. Puxando ela de leve, sem causar muita dor, fez com que Caro começasse a andar sem enxergar nada.
Caro estava excitadíssima; não conseguia entender como o simples fato de andar a deixava tão molhada. Não ver, ter medo de onde ir, a desorientava. Seu Sr. a levou até onde achava que era o centro da sala e, segurando-a pelos ombros, fez ela dar a volta.
Rapidamente, Caro ficou tonta e esticou os braços: lá estava seu Sr. para levá-la para um lado do quarto. Caro só sentia: o cheiro dele, masculino, o chão, seus pequenos balanços.
Ele a apoiou contra algo frio, na altura do quadril dela, algo de material duro. Seu Sr. a fez virar e disse: "começa a se tocar por cima da calcinha".
Caro começou a se tocar com a mão direita, apoiando a bunda contra o material duro ("é a pia? Um móvel?"), mas seu senhor disse: "não, usa os dois dedos" e pegou a mão esquerda dela, levou à boca, chupou o dedo do meio (a sensação do calor, de estar na boca do seu Sr. fez Caro parar por um segundo) e fez com que Caro enfiasse o dedo na própria buceta, afastando a calcinha.
Caro sentiu seu Sr. recuar; com certeza ele estava observando ela. Depois ouviu aquele pequeno grunhido de satisfação que ele soltava para aprovar algo e que ele se mexia de novo perto. Uma boca se fechou sobre os peitos dela, mordiscando. Ela sentia a barba do seu Sr. arranhando os peitos e as mãos dele brincando com os quadris dela.
Devagar, sem dizer nada, seu Sr. foi descendo... beijou a barriga dela, mordeu os ossos dos quadris e, com um puxão, arrancou a calcinha de Caro, um puxão que deixou uma marca nas pernas dela e outra muito maior na memória. Afastando as mãos, ele disse: "toca seus peitos". Caro pensou que seu Sr. ia se ajoelhar na frente dela para chupá-la, mas não era esse o plano: levantando-a como se não pesasse nada, fez ela girar no ar e a colocou de cabeça para baixo num lugar onde as pernas dela ficaram apoiadas em algo de plástico. ("Estou no ofurô de cabeça pra baixo" Caro conseguiu pensar)
Todo pensamento fugiu dela quando seu Sr. começou a comer a buceta dela. Não eram beijos lentos: seu Sr. mordia seus lábios, mordiscava seu clitóris enquanto seus dedos entravam nela acariciando seu ponto G. Caro, sem conseguir ver, tentando manter o equilíbrio e se tocar, se sentia absorvida, desorientada. De vez em quando, seu Sr. descia a língua e brincava com a bunda dela: a língua quente entrava no buraco dela enquanto os dedos acariciavam seu clitóris.
Em um momento, sentiu como seu Sr., segurando ela pra não cair, entrou com ela no que devia ser o ofurô. Ela já não estava mais sentindo as pernas, mas sim ajoelhada na frente dele. Sentiu o peito do seu Sr. esmagando suas pernas, sentiu ele mordendo de outro ângulo o clitóris dela e sentiu o tecido da calça do seu Sr. no nariz dela. Pouco depois, ouviu o som de um zíper e escutou um "abre a boca, Sub, e me dá prazer". Caro só conseguiu abrir a boca e foi penetrada pela rola do seu Sr., enquanto uma mão dele entrava na buceta dela e os dedos da outra entravam no cu dela. Penetrada por todos os lados, ao só escutar "goza", sentiu como o sangue que se acumulava na cabeça dela explodia em ondas de prazer.
Caro quase não lembra o que aconteceu depois; a próxima coisa que lembra é estar deitada de costas na cama, com as pernas na altura das orelhas e sendo fodida pelo seu Sr. Ondas de prazer surgiam da buceta dela. "Finalmente ele tá me comendo" Caro conseguiu pensar, mas não conseguiu pensar muito mais; seu Sr., habilidosamente, mordia o pescoço dela, mordiscava a orelha dela e não perdia nenhuma oportunidade.
Caro sentiu que seu Sr. saiu, deixando uma sensação de vazio. Mas sentiu as mãos dele e a ordem "fica de quatro" quase ao mesmo tempo. Sem ver, tentou se virar, mas seu Sr. ajeitou ela e continuou metendo, sem perguntar nada e sem piedade. Caro sentia que os braços tremiam e caiu de boca no colchão. que ela achava que era a cama. Desmontada pelo prazer, quase não conseguia se segurar; vendo isso, o Sr. colocou uns travesseiros debaixo dela e continuou metendo sem parar. De vez em quando, batia com uma mão na bunda dela e com a outra enfiava e tirava os dedos do cu dela.
As palmadas na bunda reviveram a Caro: a dor leve fez ela reagir e tentar se levantar de novo, o que foi o sinal para o Sr. levá-la até a beirada da cama e deitá-la de bruços com as pernas penduradas para fora. Pegando ela por trás, com os braços esticados, continuou com umas pirocadas que fizeram Caro perder as forças rapidinho... em pouco tempo, o corpo todo tremia, os ombros doíam e as pernas não aguentavam mais.
Vendo isso, o Sr. girou ela tão rápido que ela ficou tonta. "Senta" foi a ordem, e Caro desabou, meio sentada, meio caída, ao lado da cama.
"Agora, agora você pode gozar" disse o Sr., enquanto com os dedos procurava o clitóris inchado que Caro escondia entre as pernas apertadas. Uns toques rápidos e Caro se deixou cair no chão devagar. Enquanto tremia e gemia o orgasmo, um líquido quente molhou os peitos e o rosto dela: o Sr. também estava gozando. "Abre a boca e me limpa" ele disse... Caro quase não conseguia, se engasgava, mas conseguiu passar a língua e engolir aquele líquido amargo que a enchia de prazer. A última coisa que ouviu conscientemente foi "muito bem, Sub... agora pode descansar um pouco" e a sensação de ser levantada nos braços fortes dele.A aceitaçãoCaro abriu os olhos; a gravata tinha sumido e ela se viu com a cabeça apoiada no peito nu do seu Sr., que em algum momento tinha terminado de se despir, mas ela não lembrava. Ele estava descansando, mas alerta. Quando sentiu que Caro acordava, sorriu para ela e disse: "Caro, saímos do seu espaço."
Caro sorriu e disse: "nunca pensei que dava pra sentir isso... tô tão... vazia das coisas que doem e cheia de calor... isso faz sentido?"
Fer sorriu: "sim, isso significa que você conseguiu se submeter totalmente. Agora você tá pronta pra começar a ser uma Sub. Por isso, agora, fora do espaço, quero que você tome uma decisão. Você vai ser minha Sub e deixar eu te treinar formalmente? Essa relação é muito forte... você já sabe que quer ser uma Sub, mas talvez queira experimentar com outros. Mas se aceitar ser minha Sub... vou ter direito sobre toda a sua vida. E você vai ter que me obedecer, igual aqui, mas em todas as dimensões da sua existência. Em troca, eu vou te guiar e te ensinar a sentir prazer o tempo todo. Claro, você sempre pode me desobedecer uma única vez e isso, como agora, termina a relação; você sempre tem essa opção e não tem um compromisso indefinido. Cada dia, cada cena reafirma nosso desejo. O que você diz?"
Caro sentiu o pulso acelerar, mas uma vozinha conseguiu dizer: "é o que eu mais quero."
Fer sorriu e disse: "fecha os olhos."
Caro ouviu ele andar pelo quarto e, pouco depois, ouviu ele voltar. Ele sentou e, acariciando as costas dela, colocou... algo no pescoço?
Caro ouviu um clique e seu Sr. dizendo: "agora pode abrir os olhos."
Caro abriu os olhos e, ao se olhar no espelho, viu uma choker enfeitando seu pescoço.
Seu Sr. disse: "Quando você estiver com a choker, vai estar no espaço de Submissão. Seu nome de submissa vai ser Flor. Quando eu disser algo tipo 'vem, Flor', você vai colocar a choker e será submissa. Isso não significa que você não me obedece fora dessas situações, mas a choker vai ser o sinal de que você está sob meu controle. total...entendeu, Flor?"
Caro, não Flor, assentiu com a cabeça "Sim, meu Senhor".
Seu Sr. sentiu um sorriso surgir "muito bem, Flor, muito bem. Agora vem e dança pra mim enquanto se toca" disse e colocou música no celular.
Flor andou de cabeça baixa e começou a dançar se tocando, sentindo como as ondas de prazer faziam seu corpo se mover, enquanto seu Sr. dizia "Agora, minha sumissa Flor, vamos começar seu treinamento de verdade... isso é o que você vai fazer da próxima vez..."
<<<>>>
Querid@s:
Várias pessoas me perguntaram a mesma coisa: essa série de contos sobre como Caro virou Flor e soltou seu desejo é real? Eu acho que poderíamos definir como semi-autobiográfica. É algo adaptado da minha experiência ao treinar uma mulher, com alguns detalhes mudados como o nome e algumas questões físicas, pra proteger a identidade. Por outro lado, percebi depois do primeiro que na verdade estava fazendo uma introdução longa demais, então encurtei muitas conversas. Mas a sequência, as cenas, etc. São reais e as descrições de sensações vêm do que essa pessoa me contou sobre a experiência comigo.
Agora, posso continuar escrevendo sobre o treinamento (que bem nesse ponto começou de verdade) mas queria perguntar pra vocês: interessa? Talvez seja muito voltado pra Dom/sub e vocês prefiram que eu escreva sobre experiências mais vanilla.
Mr.F
3 comentários - Liberando o Desejo de Caro 3: Aceitação