Chantagem Familiar III (Visitante)

Muito boa tarde, amantes dos contos! Dessa vez chego com a 3ª parte dessa história em série, onde agora estou na casa dos meus parentes. Espero que vocês gostem!
Valeu pela energia boa, os comentários e os pontos!Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2935526/Chantaje-familiar-Prima-Wanda.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2935938/Chantaje-Familiar-II-Mi-querida-tia.html

Aviso: No conto, menciono a existência de arquivos (Fotos). Infelizmente, não posso compartilhá-los com vocês porque fui perdendo eles com as trocas de memória e o desgaste das mesmas.Depois da noite espetacular com minha tia no chuveiro, fui dormir e ela fez o mesmo, satisfeita pelo que disse. Eu teria adorado que meus parentes ficassem para o Ano Novo, principalmente para poder aproveitar minha prima, e agora também, minha deliciosa tia, mas depois do jantar meus pais discutiram. Tive medo que fosse pela infidelidade do meu pai com minha tia, mas com o tempo descobri que era porque a união deles estava se deteriorando, além de alguns problemas financeiros e coisas típicas de casal. Pelo rebuliço e a tensão que tomava conta da casa, meus parentes voltaram para o sul.

Todos os santos dias senti falta da minha prima baixar minhas calças sem pedir e chupar meu pau… Sentia falta da minha tia, porque ter comido ela tinha sido a coisa mais gostosa e fiquei com vontade de continuar fazendo.

Não demorou muito para a safada da minha prima conseguir meu número e me mandar WhatsApp com fotos dos peitos dela, usa a palavra: buceta e culo, além de fazer vídeos e mandar áudios com aqueles gemidos gostosos de novinha pra eu me acabar na punheta lembrando dos bons momentos que passei com ela.

Conforme o ano foi passando, eu gozei com algumas amigas safadas e comi umas minas que conhecia no baile, que eram coisa de uma noite. Não curtia, comia elas imaginando que eram minha tia e minha prima, lembrando daquele par de gozadas lindas no chuveiro com a Jessica, a bunda redonda e apertadinha dela, os boquetes da Wanda e a buceta peludinha dela…

Desde que me entendo por gente, sempre me cansava dos mesmos cortes e procurava outros, por isso não conseguia ter namorada, as poucas que tive duravam uns meses, e as que quiseram continuar tiveram que engolir os chifres consentidos até se cansarem. Mas com minha tia e minha prima foi realmente diferente. Não sei se a sensação incestuosa e o tesão de estar comendo uma parente (por mais distante que seja) me excita tanto. Curti pra caralho.
Finalmente chegou a época das festas de novo! Meus pais tinham se separado em meados de outubro e nenhum dos dois ia pro sul, eu tava pouco me lixando, e foi muito melhor sem eles. Com meu dinheiro, comprei uma passagem e fui pro sul, pra casa da minha tia, do namorado dela e dos meus dois primos. A parada do namorado da minha tia me desconcertou quando minha prima me contou, mas mesmo assim eu ia dar um jeito de reviver o que rolou nas festas anteriores, com as duas.
Finalmente cheguei na casa e fui recebido com muito carinho. Luciano me deu um abraço forte e afetuoso, já que é uma fera musculosa. Minha tia me abraçou e me deu um beijo, dizendo "Meu gatinho da tia", como nunca tinha me chamado antes. Como as coisas mudaram...
Atrás dela estava o namorado dela, um loiro de pele branca, com barba por fazer de três dias, bem alto. Ele estendeu a mão e depois deu um tapinha no meu ombro. Um cara distante, mas levemente agradável. Wanda chegou por último, correndo na minha direção e me abraçando. Todos ficaram chocados com a atitude dela, já que ela é bem arisca na maior parte do tempo.
— Oi, priminha. — Falei com um sorriso.
Como cheguei na hora do almoço, prepararam um prato pra mim e, enquanto comíamos, conversamos sobre como era tudo onde eu morava e fofocas. Rimos um pouco com algumas piadas e histórias engraçadas do namorado da minha tia. Minha prima não parava de me olhar e morder o lábio inferior, nem de esfregar a perna dela na minha debaixo da mesa. Desviei o olhar, com medo de que alguém percebesse, mas ela parecia não se importar.
Quando ajudei a recolher a mesa levantando meu prato, de passagem ela apertou minha bunda.
— Você é louca? — Sussurrei.
— Vou tirar um cochilo, me procura no meu quarto mais tarde. — Ela disse, rindo e mordendo o lábio enquanto subia as escadas.
Essas atitudes eram o que me excitavam. Uma ereção fraca apareceu na minha calça e tentei disfarçar.
Na cozinha, só estava minha tia lavando a louça. Gerardo (teu namorado) tinha ido dormir e meu primo tinha ido com uns amigos dele, me chamou, mas eu tava muito cansado da viagem.
— Então seus pais se separaram? — Me perguntou minha tia com uma panela na mão.
— Pois é.
— Não sabe por quê?
— Acho que por causa de grana e porque já tava muita rotina.
— Ahh… — Disse num suspiro leve.
— Cê achava que era porque tu comeu meu pai?
— Não me lembra disso. — Disse baixando a cabeça.
— Mas foi assim. — Sussurrei me aproximando dela. — Eu mesmo te vi.
Ela recuou até ficar encostada na bancada, eu cheguei a centímetros da boca dela.
— Senti sua falta, Jessy.
— Tenho namorado, Agustín.
— Que pena. — Sussurrei no ouvido dela. — Eu tava com a pika bem carregada pra você.
Aproximei a mão dela pra roçar no meu volume.
— Por favor, Agustín, sou uma mulher nova, não sou a putinha que você comeu no chuveiro da sua casa.
— Cê não pode negar que adorou. — Passei a ponta da língua no pescoço dela e saí da cozinha.
Peguei minhas malas e subi as escadas, quando cheguei no andar de cima encontrei a Wanda, ela tava de shortinho e regata.
— Finalmente, quanto tempo ia demorar?
— Tô procurando o quarto do Luciano pra deixar as malas, é o que tem duas camas, né?
Ela suspirou.
— Sim, é aquele. — Apontou pra ele.
Fui pro quarto e entrei, tinha um beliche e outra cama do lado.
— Cê dorme aqui? — Perguntei apontando pra cama.
— Cê acha que vou dormir no mesmo quarto que meu irmão com as punheta que eu bato? — Perguntou meio agressiva.
Larguei as malas e apertei a Wanda nos meus braços.
— Qual é o problema, quer pika, garota?
— Sabe que sim, seu filho da puta, tira ela logo.
Empurrei ela na cama e desafivelei o cinto, ela tirou minhas mãos dali e baixou minha calça jeans agressivamente, enfiando a pika na boca rápido.
— Ai, Deus, cê não sabe o quanto senti falta dessa pika, não tem ideia. — Disse enquanto me batia uma punheta.
— Senti falta de como a putinha da minha prima chupava.
— Que fofo, pelo amor... — Cala a boca e chupa. — Enfiei a pica até a garganta dela.
Ela se engasgou e me empurrou, tirando ela de lá, a baba escorrendo da boca.
— Faz tempo que não chupo uma tão grande assim, vai devagar, seu idiota.
— Não reclama, se quer pica, vou te dar do meu jeito.
Enfiei de novo e comecei a bombar a boca dela segurando pelo cabelo, ela enfiou a mão desesperada dentro do short e começou a se masturbar freneticamente.
— Vamos pro teu quarto. — Falei, tirando a pica da boca dela e subindo as calças como dava.
Carreguei ela no colo e levei até o quarto dela, fechei a porta assim que entrei, tirei os bichos de pelúcia que estavam na cama e joguei ela no colchão. Puxei o short dela junto com a calcinha e a buceta meio peluda dela tava bem molhada.
— Adoro que você deixa os pelinhos em cima. — Falei, enfiando devagar o dedo indicador.
— Ai sim… finalmente você se digna a chupar ela… vamos ver se você é tão bom quanto eu. — Ela disse empurrando minha cabeça pra dentro da buceta dela.
Senti a umidade dela nos lábios e comecei a apertar minha língua contra o clitóris dela, abrindo os lábios da buceta pra lamber com mais conforto.
— Ai, essa língua, priminho… como você faz bem, meu deus… — Ela enfiava os dedos no meu cabelo comprido e tinha espasmos por causa da sensibilidade da boceta dela.
Enfiei dois dedos e chupei o clitóris dela com a boca, mexendo ele dentro da boca com movimentos rápidos e profundos da minha língua. Ela ofegou e soltou um gemido longo e profundo, arqueando as costas e enchendo minha boca de gozo grosso e pegajoso. Na minha reação rápida, tapei a boca dela.
— Ai, deus, como você me fez gozar, sua puta mãe! — Ela sorriu, ofegando e tirando minha mão da boca dela.
— Você é que é maluca, e se alguém ouvir?
— Você tem que parar de se preocupar tanto, tão tudo dormindo e o Luciano só volta à noite.
Dava pra ouvir batidas suaves e gemidos abafados, ficamos em silêncio pra escutar melhor, abrimos a porta e do quarto que estava Com a porta fechada, dava pra ouvir os gemidos abafados da minha tia, que parecia não aguentar mais.
—Acho que não tem que se preocupar, eles também fazem as coisas deles. — Disse minha prima, naturalmente.
—Parece que ela quer reprimir os gemidos… — Falei, pensativo.
Ela me deu um tapa no braço.
—Tá analisando os gemidos da minha mãe? — Sussurrou com raiva. — Não culpo ela, não é nada fácil segurar os gemidos com a pica que o Gerardo tem.
—Você comeu o namorado da sua mãe? — Perguntei, incrédulo.
—Não, idiota, mas uma vez ele tava quase tomando banho e deixou a porta aberta, eu passei bem na hora e tava pendurada uma pica enorme…
—É, passou por acaso.
—Beleza, queria dar uma olhada, tinha que me masturbar com alguma coisa, não tinha sua pica pra me aliviar… Vai me dizer que ficou com ciúme? — Disse ela, sorrindo.
—Não, nada a ver… — Falei, olhando pra ela. — Já tão começando a doer minhas bolas, que tal continuarmos com a nossa?
Ela mordeu o lábio e soltou uma risada safada enquanto abria as pernas na cama e levava minha pica até a entrada da buceta dela.
—Me come do seu jeito… — Sussurrou no meu ouvido e lambeu meu pescoço.
Empurrei o quadril pra frente devagar e fui entrando na buceta da Wanda, ela segurava meu cabelo de leve. Tirei a regata dela e os peitos começaram a balançar no ritmo da minha metida.
—Ah… Isso… Deus… Como sentia falta disso, como sentia falta de você, priminho… Sentia falta da sua pica dentro de mim… Ah, continua, por favor…
Os peitos incríveis da minha prima me deixavam louco, então dei uma bela chupada neles enquanto metia. Deixei uns chupões em cada um.
—Assim você vai lembrar de mim.
—Com as fodas que você dá, quem vai esquecer de você?
Eu ri.
—O que eu falei? — Perguntou ela, brava.
—Acho que a gente tá ficando sentimental, hein…
—Cala a boca e me come, vou enfiar essa buceta na sua boca pra você parar de falar besteira.
—Ah, quer que eu te coma bem putinha? — Falei, aumentando o ritmo. dos minhas bombadas.
—Ai, Deus… Ai. — O volume dos gemidos dela aumentava. — Ai, não para… Ai, para, relaxa, que vão nos ouvir.
—Agora você se preocupa? — Aumentei ainda mais o ritmo, arremetendo violentamente contra ela e introduzindo meu membro por completo, peguei ela pelo rosto e coloquei de frente pra mim. — Quem é o mais dotado?
—Ai… Você, priminho.
—Você gosta tanto assim do meu pau?
—Adoro, filho da puta, me arrebenta toda, não para agora.
Voltei ao ritmo violento, sentia o fluido escorrendo de dentro da buceta dela e caindo nos lençóis. Ela cravou as unhas nas minhas costas e implorou pra eu não parar, depois de alguns segundos um jorro de fluido saiu da vagina dela, isso me esquentou pra caralho, tirei meu pau rapidamente e me levantei, gozando uma porrada de porra nos peitos dela.
—Ai, Deus… Que gostoso você me comeu… — Disse Wanda ofegante e espalhando a porra nos próprios peitos.
—Vou pro quarto do Luciano pra sua mãe não perceber.
—Você acha que ela já não percebeu?
—Você acha que ela vai ficar ouvindo seus gritos enquanto enfiam um belo pedaço de carne, segundo você, na buceta?
—Não tinha pensado por esse lado… — Disse ela se vestindo.
Eu me vesti e fui até o quarto do Luciano, fechei a porta e suspirei, seriam umas festas lindas, e ainda faltavam vários dias nos quais eu pretendia continuar me divertindo… muito bem.

Depois da sesta, lanchamos nós quatro, menos o Luciano, que estava fora de casa. Eu me levantei vestido, com a camiseta, a calça jeans e o tênis, mas quando desci, estavam todos na mesa semidespidos, minha prima estava de regata e shortinho, como eu tinha visto antes, mas o Gerardo estava de cueca, consideravelmente tinha um belo pedaço como a Wanda tinha me dito, e minha tia com um top que a deixava bem jovial, exibindo o abdômen invejável pras outras mulheres, e um short bem enfiado no cu que me deixou louco assim que vi, tava tendo outra ereção que quis disfarçar.
—Fica à vontade, sobrinho. — Me disse minha tia enquanto preparava o lanche pra todo mundo. –Não é igual na sua casa que quase não podia mostrar o tornozelo haha.
Bateu uma excitação leve que percorreu meu corpo.
–Beleza, já vou descer, vou deixar a roupa lá em cima.
–Ah, não se preocupa, depois eu levo, tira tudo, vai, que tá calor.
Os olhos do Gerardo e da Wanda estavam cravados em mim, essa última ria disfarçadamente.
Comecei tirando minha camiseta e deixando no sofá.
–Que lombo você tem, mermão. –Soou a voz grossa do Gerardo da mesa. –Faz algum esporte?
–Treino por conta e de vez em quando vou na academia. –Respondi desafivelando o cinto. –Mas não exagero porque cê sabe o que rola com os maromba… O boneco encolhe.
–E verdade, sim… Esse é o músculo mais importante hahaha.
Eu tava tirando a calça jeans e por baixo tava de cueca branca, nessa hora minha tia chegou da cozinha com as xícaras de café.
–Que rabo! –Exclamou a Wanda, não sei se falou de propósito ou escapou.
–Wanda! –Minha tia levantou a voz. –É seu primo!
–Mãe! Se ele tem uma bunda gostosa, qual é a minha culpa?
Eu fiquei meio vermelho, não sabia se ria ou me vestia de novo pra não causar treta.
–É verdade, Jéssica. –Disse o Gerardo na maior calma. –O moleque tem uma bunda boa e ela é mulher, mulher adora um rabo de homem.
–Verdade, mas…
–Mas? Cê sabe que seu sobrinho tem uma bucetuda, não sabe?
–Sim, é verdade, é uma bunda digna de admiração.
–Então deixa sua filha admirar o rabo do primo em paz.
–Ela tem namorado…
–Aquele arrombado? Não pode ser mais punheteiro, na vez que veio dormir aqui peguei ele às 3 da manhã vendo pornô na directv batendo uma enquanto sua filha dormia. –Virou pra Wanda. –Quando cê vai terminar com ele como tinha falado?
–Não achei o momento, mas vou fazer logo.
Pelo que eu via, o Gerardo era o dono da casa e o cabeça da família, mas era muito justo e um cara foda. Padrastro.
Sentei do lado da Wanda e começamos a comer um lanche, batendo papo numa boa enquanto todo mundo tava semi pelado por causa do calor. Mais de uma vez minha prima roçou a mão no meu volume e em outras vezes tocou e apertou disfarçando perfeitamente. Eu, por minha vez, ficava acariciando a perna da minha tia por baixo da mesa, mas ela me olhava meio séria e se afastava pra eu não alcançar.

Quando todo mundo terminou o lanche, o Gerardo e a Wanda subiram pra se trocar, porque ele tinha que ir trabalhar e ela tinha treino de hóquei.

Ajudei minha tia a juntar a mesa e levar tudo pra cozinha.
— Viu o namorado que eu tenho? Ele é bem forte... — Ela comentou.
— Sim, verdade, ele é um cara muito gente boa... e pelo que ouvi, ele te come muito bem.
— Realmente, sim, ele é um animal, me desculpa se te incomodou ouvir a gente...
— Não, tá tudo certo, você sabe que adoro te ouvir.
Ela ficou levemente corada.
— Ele é ator pornô, uma amiga apresentou a gente há 8 meses e, bom, aqui estamos.
— Ator pornô? Isso explicava a barulheira do cara... — Falei, entregando uma xícara pra ela. — E não te incomoda ele comer outras gostosas?
— Não, porque faz parte do trabalho dele... embora, sendo sincera, me dá um pouco de ciúme, mas me excita, é uma mistura estranha.
— É a mesma coisa que aconteceu comigo hoje com você... — Falei, tentando me aproximar dela, mas naquele momento o Gerardo tava descendo as escadas.
— Meu amor, quer que a gente te acompanhe? Quero levar o Agustín pra conhecer seu trabalho.
— Se não tiver problema, se ele quiser... Quem sabe eles te contratam, sobrinho, haha.
Subi pra me vestir junto com minha tia, não consegui tirar vantagem de nada porque a Wanda também tava se vestindo. Lá embaixo, saímos todos juntos no carro do Gerardo, rumo ao trabalho dele.Continua...

4 comentários - Chantagem Familiar III (Visitante)

Vengo siguiendo todos tus relatos y son muy buenos segui asi y espero con ansias las fotos de esas 2 yeguas
Muchas gracias por la buena onda Leo!!
Aahh bueh!! Seguí con el relato!!! es genial!! quiero unos parientes así!!