De novo não chego nem no final da história porque acabo enchendo a Booty dela de porra...
- eu: Lembro daquela noite, acordei quando você chegou e a gente transou
- Eli: Sim, e você fantasiou e tudo, mas não pude te contar a verdade, mesmo que naquela noite sua pica dançava na minha pussy.
- eu: Agora que me lembro, semana passada senti sua Booty bem aberta
- eli: haha... Não posso confessar nada se você já gozou
- eu: filha da puta, me dá dez minutos pra recarregar e vou te castigar forte
Eli: hmm... É o que espero, mas imagina que já te sinto pouco
Assim terminava em:http://www.poringa.net/posts/relatos/2928824/Confesiones-de-mi-esposa-2da-parte.htmlPassadas umas horas, a gente engatou de novo...
- Eu: insisto, semana passada você tava bem aberta
- Eli: Sim, sim, eu sei. Mas não foi o Fran (chan), só que se você quiser saber, primeiro tem que entender como seus chifres cresceram cronologicamente
- Eu: (de novo, começo a ficar excitado e sentir aquele tesão que me dá um inchaço no pau) Filha da puta... manda ver
- Eli: Ok, depois daquela noite eu tava com muita vergonha, evitava o Fer de tudo quanto é jeito, quase não fui pras aulas se você parar pra lembrar. Não acreditava no que tinha feito, não era eu. Também não vou mentir, toda vez que pensava nisso me excitava e várias vezes me toquei pensando nos meus dois amantes.
Chegou o dia da prova e eu não podia faltar. Cheguei no colégio, cumprimentei as minas e sentei, ignorando o Fer o tempo todo. Quando terminei a prova e saí, ele tava me esperando lá fora. Não consegui evitar, então cumprimentei ele, me estiquei e ele me deu um beijo na boca. Falei: "Que que cê tá fazendo, idiota?" enquanto olhava pra todo lado pra ver se alguém tinha visto a gente... Só a secretária que tava fumando viu. "Bom... ela não te conhece, não tem perigo", pensei comigo. Fer me convidou pra tomar algo no pool onde tudo tinha começado naquela noite de luxúria. Primeiro falei que não, mas ele insistiu e, verdade seja dita, eu queria esclarecer as coisas pra evitar mal-entendidos. Parecia que ele tinha se excedido com o beijo, mesmo eu tendo correspondido... De qualquer forma, preferi que a gente conversasse num lugar mais privado, então fomos pra casa.
Chegamos, abro a porta e, quando ele passa, me agarra a bunda... de novo se excedendo. Aí falei: "Vamos conversar, então não fica viajando na maionese."
Fer: "O que foi? Pensei que cê tinha me trazido pra sua casa pra outra coisa."
Eli: "Não, não. Acho que cê tá se passando. Já te expliquei que o que rolou entre a gente aqui foi um erro. Tava puta e tomei uma decisão que me arrependi."
Fer: "Cê não gostou de mim?"
Eli: "Não seja idiota. Não posso dizer que não gostei, mas tô num relacionamento e fui infiel."
Fer: "Desculpa, é que cê me tira do sério, não paro de pensar em você."
Eli: "Por isso que queria que a gente conversasse. Não quero que cê sinta algo por mim. Foi só um erro, e também foi errado o que cê fez, porque me arrastou pra transar com um amigo seu. Sei que cê tinha tudo planejado, sabia que eu cometeria outro erro, fodendo de novo com você, e ainda por cima conseguiu que seu amigo agora pense que sou uma puta."
Fer: "O da semana passada foi culpa do álcool. Pra ser sincero, até sinto ciúmes do seu namorado, e agora também ciúmes do Fran. Não queria te dividir, mas as coisas aconteceram assim."
Eli: "Enfim, quero cortar tudo isso antes que saia do controle. Não quero ser infiel de novo e me... Percebi que sou fraca diante da excitação, por isso quero evitar situações que me levem a cometer erros.
Fer: por isso me trouxe pra sua casa... você percebe que você mesma provoca as situações, Fran me disse que semana passada antes de ir pra casa você dançou pra ele e roçou sua bunda nele a noite toda quando notou que a pica dele tava dura.
No meio dessa conversa você chegou em casa, com certeza lembra, nos encontrou na cozinha sentados conversando, até perguntou se a gente não tava tomando chimarrão... eu fiquei muito sem graça, sentia que você sabia de algo e comecei a ficar excitada por sentir que tava te humilhando, você tava de boa em casa e eu com o cara que me comeu duas vezes sem você saber. Você ligou a TV e pediu o chimarrão, ficou de costas pra gente o tempo todo, então comecei a me comportar mal, você não percebia e o medo de ser descoberta me fazia ir mais longe. Fui pro quarto e coloquei uma roupa mais confortável, saí sem sutiã e você não notou, mas os olhos do Fer quase pularam pra fora. Sentei do lado dele e sempre que podia roçava ou acariciava ele, Fer tremia sem saber o que fazer. Pegou o celular e começou a me mandar WhatsApp.
Fer: Cê tá louca?
Eli: Cê tá com medo?
Fer: Não, mas seu marido, namorado, como quiser chamar, tá aqui e você anda quase pelada. Ele já sabe de algo?
Eli: Não sabe de nada, cê tá de pau duro.
Sim, sim, eu tava com a mão na pica do Fer, não aguentava mais, queria ela, queria que você visse como ele me comia, claro que não tive coragem de te contar, maaaas, passamos 10 minutos acariciando a pica dele por fora da calça enquanto você tomava seu chimarrão, quando você desligou a TV, pulei assustada, pensei que você tinha ouvido, você disse "vou tirar um cochilo, e você, o que vai fazer?", te falei que as meninas iam chegar e a gente ia estudar. Você respondeu "Ok", cumprimentou o Fer e foi pro quarto, acho que você nem chegou na porta e eu já tinha a pica do Fer na boca.
Já queria que ele metesse, sentei ele na cadeira e montei, ele tapava minha boca pra eu não fazer barulho e isso me excitava ainda mais, não conseguia parar de gozar, tava molhadíssima. Você tava no quarto e eu na cozinha sem calça, sem calcinha e cheia de pica.
mas eu queria mais, queria tirar minha camiseta, queria que chupasse meus peitos (a especialidade do Fer), queria o pau dele mais fundo. Você fez barulho, então a gente pulou, vestiu a roupa de novo e ficou parado, ofegante. Esperamos uns minutos e você não saiu, então peguei na mão do Fer, levei ele pro quintal, pro lado que não dá pra ver pela janela, tranquei a porta e falei: "se você sair, vou inventar alguma mentira ou explicação, porque pelo menos não vai me ver sendo fodida". Saímos com o Fer quase correndo, no meio do caminho ele fala: "não tenho camisinha..." parei uns segundos pra pensar e falei: "não importa". Ele me encostou na parede, me chupou de cima a baixo, me virou bruscamente, me deu um tapa e apontou o pau. Eu me afastei e falei: "você não tem camisinha, então aí não..." Os olhos do Fer brilharam, eu ajustei o pau dele com a mão na porta da minha bunda e pedi pra ele ser suave primeiro... não terminei de falar e ele já tinha o pau inteiro dentro de mim. Soltei um grito que deu pra ouvir no bairro inteiro, ele tapou minha boca e começou a me foder forte, muito forte, metendo o pau no meu cu sim, aí onde você tá agora, mas forte como você nunca faz. Eu não parava de gozar, quando ele diminuiu um pouco e virou meu rosto pro lado... sim... Mario, o vizinho, aquele que se faz de seu amigo, desde aquele dia tava nos olhando e se masturbando... Fer me pergunta: "continuo?"... "Sim, por favor, me enche de porra porque não aguento mais". Muito safada, sorri pro Mario e coloquei um dedo na boca, fazendo muita alusão a como pagaria o silêncio dele. Tava muito excitada, tinha o Fer arrombando minha bunda e o Mario se masturbando do terraço, sabendo que ele seria o próximo pau que eu usaria pra te meter chifre.
Nisso eles tapam minha boca de novo, eu não tinha tirado os olhos do Mario, olhava nos olhos dele, com a boca tapada quando sinto a rola do Fer inchando... sabia o que vinha, por isso tapavam minha boca, sinto a rola dele explodir, começo a sentir porra quente escorrendo pelas minhas pernas, e ele sussurrou no meu ouvido, você vai dar pro vizinho ou já deu pra ele, puta?, e eu respondi que no dia seguinte iam me comer os dois juntos. Pronto, virei uma puta, comecei a gostar de te chifrar, tentei evitar e esconder esses sentimentos, mas já não podia fazer nada.
Nisso eu também gozo, tinha percebido que sou um tremendo corno manso e tava excitado.
Eu: Então vocês transaram naquele dia no quintal
Eli: Sim, umas meia hora
Eu: Então você transou depois com o Mario
Eli: hmm... Mario... não fica com ciúmes...
Eu: Por quê?
Eli: O Mario me come dia sim, dia não!
- eu: Lembro daquela noite, acordei quando você chegou e a gente transou
- Eli: Sim, e você fantasiou e tudo, mas não pude te contar a verdade, mesmo que naquela noite sua pica dançava na minha pussy.
- eu: Agora que me lembro, semana passada senti sua Booty bem aberta
- eli: haha... Não posso confessar nada se você já gozou
- eu: filha da puta, me dá dez minutos pra recarregar e vou te castigar forte
Eli: hmm... É o que espero, mas imagina que já te sinto pouco
Assim terminava em:http://www.poringa.net/posts/relatos/2928824/Confesiones-de-mi-esposa-2da-parte.htmlPassadas umas horas, a gente engatou de novo...
- Eu: insisto, semana passada você tava bem aberta
- Eli: Sim, sim, eu sei. Mas não foi o Fran (chan), só que se você quiser saber, primeiro tem que entender como seus chifres cresceram cronologicamente
- Eu: (de novo, começo a ficar excitado e sentir aquele tesão que me dá um inchaço no pau) Filha da puta... manda ver
- Eli: Ok, depois daquela noite eu tava com muita vergonha, evitava o Fer de tudo quanto é jeito, quase não fui pras aulas se você parar pra lembrar. Não acreditava no que tinha feito, não era eu. Também não vou mentir, toda vez que pensava nisso me excitava e várias vezes me toquei pensando nos meus dois amantes.
Chegou o dia da prova e eu não podia faltar. Cheguei no colégio, cumprimentei as minas e sentei, ignorando o Fer o tempo todo. Quando terminei a prova e saí, ele tava me esperando lá fora. Não consegui evitar, então cumprimentei ele, me estiquei e ele me deu um beijo na boca. Falei: "Que que cê tá fazendo, idiota?" enquanto olhava pra todo lado pra ver se alguém tinha visto a gente... Só a secretária que tava fumando viu. "Bom... ela não te conhece, não tem perigo", pensei comigo. Fer me convidou pra tomar algo no pool onde tudo tinha começado naquela noite de luxúria. Primeiro falei que não, mas ele insistiu e, verdade seja dita, eu queria esclarecer as coisas pra evitar mal-entendidos. Parecia que ele tinha se excedido com o beijo, mesmo eu tendo correspondido... De qualquer forma, preferi que a gente conversasse num lugar mais privado, então fomos pra casa.Chegamos, abro a porta e, quando ele passa, me agarra a bunda... de novo se excedendo. Aí falei: "Vamos conversar, então não fica viajando na maionese."
Fer: "O que foi? Pensei que cê tinha me trazido pra sua casa pra outra coisa."
Eli: "Não, não. Acho que cê tá se passando. Já te expliquei que o que rolou entre a gente aqui foi um erro. Tava puta e tomei uma decisão que me arrependi."
Fer: "Cê não gostou de mim?"
Eli: "Não seja idiota. Não posso dizer que não gostei, mas tô num relacionamento e fui infiel."
Fer: "Desculpa, é que cê me tira do sério, não paro de pensar em você."
Eli: "Por isso que queria que a gente conversasse. Não quero que cê sinta algo por mim. Foi só um erro, e também foi errado o que cê fez, porque me arrastou pra transar com um amigo seu. Sei que cê tinha tudo planejado, sabia que eu cometeria outro erro, fodendo de novo com você, e ainda por cima conseguiu que seu amigo agora pense que sou uma puta."
Fer: "O da semana passada foi culpa do álcool. Pra ser sincero, até sinto ciúmes do seu namorado, e agora também ciúmes do Fran. Não queria te dividir, mas as coisas aconteceram assim."
Eli: "Enfim, quero cortar tudo isso antes que saia do controle. Não quero ser infiel de novo e me... Percebi que sou fraca diante da excitação, por isso quero evitar situações que me levem a cometer erros.
Fer: por isso me trouxe pra sua casa... você percebe que você mesma provoca as situações, Fran me disse que semana passada antes de ir pra casa você dançou pra ele e roçou sua bunda nele a noite toda quando notou que a pica dele tava dura.
No meio dessa conversa você chegou em casa, com certeza lembra, nos encontrou na cozinha sentados conversando, até perguntou se a gente não tava tomando chimarrão... eu fiquei muito sem graça, sentia que você sabia de algo e comecei a ficar excitada por sentir que tava te humilhando, você tava de boa em casa e eu com o cara que me comeu duas vezes sem você saber. Você ligou a TV e pediu o chimarrão, ficou de costas pra gente o tempo todo, então comecei a me comportar mal, você não percebia e o medo de ser descoberta me fazia ir mais longe. Fui pro quarto e coloquei uma roupa mais confortável, saí sem sutiã e você não notou, mas os olhos do Fer quase pularam pra fora. Sentei do lado dele e sempre que podia roçava ou acariciava ele, Fer tremia sem saber o que fazer. Pegou o celular e começou a me mandar WhatsApp.
Fer: Cê tá louca?
Eli: Cê tá com medo?
Fer: Não, mas seu marido, namorado, como quiser chamar, tá aqui e você anda quase pelada. Ele já sabe de algo?
Eli: Não sabe de nada, cê tá de pau duro.
Sim, sim, eu tava com a mão na pica do Fer, não aguentava mais, queria ela, queria que você visse como ele me comia, claro que não tive coragem de te contar, maaaas, passamos 10 minutos acariciando a pica dele por fora da calça enquanto você tomava seu chimarrão, quando você desligou a TV, pulei assustada, pensei que você tinha ouvido, você disse "vou tirar um cochilo, e você, o que vai fazer?", te falei que as meninas iam chegar e a gente ia estudar. Você respondeu "Ok", cumprimentou o Fer e foi pro quarto, acho que você nem chegou na porta e eu já tinha a pica do Fer na boca.
Já queria que ele metesse, sentei ele na cadeira e montei, ele tapava minha boca pra eu não fazer barulho e isso me excitava ainda mais, não conseguia parar de gozar, tava molhadíssima. Você tava no quarto e eu na cozinha sem calça, sem calcinha e cheia de pica.
mas eu queria mais, queria tirar minha camiseta, queria que chupasse meus peitos (a especialidade do Fer), queria o pau dele mais fundo. Você fez barulho, então a gente pulou, vestiu a roupa de novo e ficou parado, ofegante. Esperamos uns minutos e você não saiu, então peguei na mão do Fer, levei ele pro quintal, pro lado que não dá pra ver pela janela, tranquei a porta e falei: "se você sair, vou inventar alguma mentira ou explicação, porque pelo menos não vai me ver sendo fodida". Saímos com o Fer quase correndo, no meio do caminho ele fala: "não tenho camisinha..." parei uns segundos pra pensar e falei: "não importa". Ele me encostou na parede, me chupou de cima a baixo, me virou bruscamente, me deu um tapa e apontou o pau. Eu me afastei e falei: "você não tem camisinha, então aí não..." Os olhos do Fer brilharam, eu ajustei o pau dele com a mão na porta da minha bunda e pedi pra ele ser suave primeiro... não terminei de falar e ele já tinha o pau inteiro dentro de mim. Soltei um grito que deu pra ouvir no bairro inteiro, ele tapou minha boca e começou a me foder forte, muito forte, metendo o pau no meu cu sim, aí onde você tá agora, mas forte como você nunca faz. Eu não parava de gozar, quando ele diminuiu um pouco e virou meu rosto pro lado... sim... Mario, o vizinho, aquele que se faz de seu amigo, desde aquele dia tava nos olhando e se masturbando... Fer me pergunta: "continuo?"... "Sim, por favor, me enche de porra porque não aguento mais". Muito safada, sorri pro Mario e coloquei um dedo na boca, fazendo muita alusão a como pagaria o silêncio dele. Tava muito excitada, tinha o Fer arrombando minha bunda e o Mario se masturbando do terraço, sabendo que ele seria o próximo pau que eu usaria pra te meter chifre.
Nisso eles tapam minha boca de novo, eu não tinha tirado os olhos do Mario, olhava nos olhos dele, com a boca tapada quando sinto a rola do Fer inchando... sabia o que vinha, por isso tapavam minha boca, sinto a rola dele explodir, começo a sentir porra quente escorrendo pelas minhas pernas, e ele sussurrou no meu ouvido, você vai dar pro vizinho ou já deu pra ele, puta?, e eu respondi que no dia seguinte iam me comer os dois juntos. Pronto, virei uma puta, comecei a gostar de te chifrar, tentei evitar e esconder esses sentimentos, mas já não podia fazer nada.
Nisso eu também gozo, tinha percebido que sou um tremendo corno manso e tava excitado.Eu: Então vocês transaram naquele dia no quintal
Eli: Sim, umas meia hora
Eu: Então você transou depois com o Mario
Eli: hmm... Mario... não fica com ciúmes...
Eu: Por quê?
Eli: O Mario me come dia sim, dia não!
7 comentários - Confissões da Minha Esposa 3ª Parte
espero con ansias la continuación, muy buena saja...