Recuerdos de Oficina

Uns anos atrás, graças aos acertos que tinha com meus colegas de trabalho, eu ficava sozinho bastante seguido no meu escritório. Como é uma área onde o pessoal vem pedir coisas o tempo todo, isso me dava chance de conhecer e conversar com todos e TODAS as minhas coleguinhas do prédio. Umas eram mais brincalhonas, outras mais ousadas. Um dia apareceu ela, uma colega nova, VERÔNICA (LOIRA, 1,65 APROXIMADAMENTE, boca carnuda e olhinhos claros, quadril largo, peitos normais e uma bunda linda, carnuda, nem dura nem empinada, uma bunda divina). A gente conversou, se apresentou, ela me disse em que área trabalhava e só. Depois começaram as trocas de e-mails, sempre profissionais, até que um dia eu cheguei nela, pedi o número e ela topou. Isso abriu espaço para conversas mais informais. Mensagem vai, mensagem vem, uma noite eu falei: "Me pegou saindo do banho agora", e ela respondeu: "Precisa de ajuda pra se secar?" (Lembra que sou grandão, como contei no meu primeiro relato). A gente trocou mais umas mensagens até que perguntei se ela queria uma foto. Ela disse que sim, e comecei a mandar fotos super quentes de toalha e de cueca. Falei: "Tô magrelo", e ela respondeu: "Não sei, só consigo olhar pra esse pedaço de pau que você tem aí debaixo da cueca. Quando quiser, mostro ao vivo", eu disse, e ela não respondeu mais naquela noite. Passaram os dias e ela apareceu no meu escritório. Por coincidência ou não, naquele dia eu estava sozinho. Ela chegou, pediu duas coisas e, quando terminei, perguntei se queria mais alguma coisa. Ela me calou a boca com um beijo, sem nem me deixar levantar da cadeira. Quando me levantei, encostei ela na porta, abri a braguilha e falei: "Tira o que você veio buscar". Sem hesitar, ela enfiou a mão e a cara de puta dela apareceu. Ela puxou, se ajoelhou sem dizer nada e me deu um boquete dos sonhos. Ela engolia quase tudo, beijava, lambia, mordia a cabecinha, que é uma coisa que me excita pra caralho. Ela levantou, continuou me masturbando e disse: "Isso é por me deixar com o cu na mão na outra noite". Agora você vai ficar aí com a porra do tesão, abriu a porta e foi embora me deixando aqui com a pica dura na hora de gozar.

0 comentários - Recuerdos de Oficina