Oi, meus amores, como vocês estão? Espero que muito bem. Feliz sábado à noite.
Eu sou Estela Alejandra Barilla e dou boas-vindas a um lugar e a umas noites de puro prazer, amor e muito, muito, mas muito sexo até o amanhecer. Neste sábado à noite, antes de tudo, vou contar um pouquinho sobre mim, quem sou, o que faço, meus gostos, etc. Sou dona de casa, ex-professora de dança e de italiano, entre outras ocupações, atualmente aposentada e ganho muito bem. Tenho 66 anos – faço aniversário em 16 de agosto –, sou ruiva não natural, moro em Olivos, sou casada há 46 anos com meu doce Ernesto Rocha e tenho quatro lindas filhas: Belinda de 42, Consuelo de 40, Cristina de 34 e Vitória de 30, a quem chamo de "minhas belezas". Todas são pessoas excelentes, também casadas e com filhos. Tenho 7 netos e um a caminho.
Minhas tarefas são cuidar da minha linda casa própria, atender meu marido, minhas belezas e suas famílias, e cuidar dos meus netos, alguns já grandinhos, além de sair com Ernesto ou me encontrar com minhas amigas para um lanche ou jantar, o que detalho em próximas postagens.
E meus gostos? Tenho vários: comida, embora agora seja magrinha, gosto de tudo, começando pelo queijo e frios, principalmente o roquefort e meu amado presunto cru. Também o queijo branco com torradinhas, a beautiful que adoro mas não como para não engordar, a geleia de morango, as saladas, o frango, e voltando aos prazeres, os sanduíches de pão de forma que me deixam louca – principalmente de presunto cru, queijo e ovo – e as sobremesas, começando pelo meu divino pudim com creme ou doce de leite.
Entre as bebidas, como sou evangélica, não tomo álcool, só sucos ou refrigerante, mas de vez em quando tomo uma cerveja que adoro com os frios e nem preciso falar do meu amado champanhe. Também gosto de fazer muita ginástica – minha filha Belinda é professora –, caminhar, praticar esportes, fazer compras, olhar vitrines e nem preciso falar de roupas, cosméticos, bijuterias, sapatos e bolsas. Entre todas elas, a roupa espetacular de couro ou verniz -tenho de tudo-, batom com perfume bem forte, colares e pulseiras de pérolas -gosto de uma em cada pulso-, saltos bem altos, saltos agulha e as bolsas obviamente de couro ou verniz que combinam com a roupa.
Tudo borrifado com perfumes bem, bem fortes, tipo Chanel ou parecidos, e com minha amada creme Hinds das mãos e corpo, que também uso no rosto. E pra finalizar essa introdução -palavra que adoro, principalmente no sábado-, já uso calcinha normal, mas muito mais a bem erótica, com minha calcinha preta de renda, meu sutiã também de renda e tal, minhas ligas e minhas meias pretas com rendinha.
É que, assim como meu marido e minhas filhas, eu sou apaixonada por sexo em todas as formas: vaginal é o melhor, mas também anal, oral, no meu corpo, meus peitos, meu rosto, minha calcinha e até na minha saia quando tô vestida; além disso, em qualquer lugar íntimo -cama, chuveiro, sala de jantar se tô sozinha- e qualquer posição, em pé, sentada ou deitada debaixo do Ernesto, que é a que mais adoro. Por algo somos tantos na família e por algo tô esperando outro netinho da Beli, que tá grávida de um mês.
Agora sim, feita essa introdução, vamos ao que interessa contar nessa primeira entrada, meus amores. Adoro contar intimidades de alcova, por isso conto com luxo de detalhes um dos meus atos sexuais com meu marido, como os que tenho quase todo dia e claro todo sábado.
Esse foi no sábado passado, dia 6, claro à noite, uma noite fresca ideal pra me arrumar toda espetacular. A coisa começou lá pelas 5 da tarde: fui com minha vizinha e amiguinha Ana Maria ao salão perto de casa tingir o cabelo de vermelho e fazer as unhas, as duas bem vestidas com blazer e saia de veludo, bolsa de couro preta no ombro, pintadas, com creminho e perfumadas. Depois disso, lanchamos um chá gostoso com mel, sanduichinhos de pão de forma e docinhos com a Normita, nossa amiga cabeleireira, e sua assistente Micaela, a manicure que também trabalha com nosso cabelo. Voltamos pra casa, Ana Maria se preparou pra sair com o namorado. E eu, enquanto o Ernesto assistia ao jogo das seis e pouco, fui tomar banho e depois me preparar pro que íamos fazer de noitinha, que já tínhamos combinado: sair, jantar e transar até o sol raiar. Depois de um belo banho no meu banheiro chique, com chuveirão e tudo, me enxuguei e me enrolei no meu roupão branco, e com o cabelinho molhado e a pele úmida e macia fui pro meu quarto, entrei, tranquei a porta e baixei as persianas pra meu marido não me espionar; já tinha avisado ele que não podia nem entrar, muito menos bater na porta, a não ser que fosse uma emergência ou coisa muito necessária. Assim protegida na minha intimidade, enquanto o Ernesto continuava no jogo, comecei a me preparar. Bem tranquilona, sozinha mas excitada, tirei o roupão e a primeira coisa que fiz foi lubrificar bem minha buceta e meu cuzinho, super limpos, com creminho e um lubrificante íntimo especial pra mulheres. Depois escovei bem meus dentes com pasta e um copo d'água já preparado. Em seguida, sequei bem meu cabelo ruivo forte, e aí peguei meu perfume mais gostoso e forte, Cocot de Chanel, e passei em todo meu corpo nu: pescoço, peitos, braços, costas e axilas. Já tava pronta pra começar a me vestir de arrasar. Fui então pro meu guarda-roupa, abri a porta e puxei a segunda gaveta da minha cômoda, onde guardo minhas roupinhas eróticas. E só, meus amores, vesti a melhor roupinha que tenho. Primeiro, a calcinha preta com renda e babadinho, de um tecido fininho e bem macio. Depois o sutiã, também preto com renda e babadinho combinando com a calcinha; em seguida, coloquei as meias longas pretas espetaculares com babadinho e uma cinta-liga fininha que prendi na calcinha. E agora sim, vestir a roupa de fora, tão espetacular quanto a de dentro. Depois de procurar nos meus cabides, escolhi a que eu colocaria por baixo. Comecei me vestindo com uma blusinha bege de seda bem fininha e macia, transparente, que deixava meu sutiã à mostra; além disso, desabotoei os dois primeiros botões pra ficar ainda mais evidente o sutiã e os peitos. Depois sim, a roupa: primeiro hesitei entre couro ou verniz, do que, como já disse, tenho de tudo; claro que o que escolhesse seria preto, minha cor favorita de longe. No fim, decidi e vesti couro: primeiro, uma saia de couro preta super fininha, evasê, com cinto de couro preto cheio de detalhes e na altura do joelho. E depois, uma jaqueta de couro preta elegante e leve, com bolsos grandes, ombreiras e estampas pretas; todo o couro, claro, de vaca. E pra completar meu look super gostoso, uns divinos scarpins de verniz preto de salto agulha. Já estava vestida; agora vinha a outra parte foda, as bijuterias, os acessórios e a maquiagem, que eu ia usar tudo que tinha no meu quarto... Primeiro penteiei meu cabelo ruivo forte e cacheado, bem volumoso e com um cheiro delicioso de shampoo e creme de enxágue. Depois abri a gaveta da penteadeira, peguei o porta-joias e coloquei tudo: meus brincos enormes que apareciam apesar do cabelo ruivo cheio, um colar de gargantilha de ouro e dois colares de pérolas, e um brochinha dourada fininha na minha jaqueta de couro. As pulseiras de pérolas também peguei, claro, mas guardei na bolsa junto com o potinho de creme Hinds porque pensei em usar minhas luvas pretas de couro pra excitar ainda mais meu marido. Nisso, já eram 20h e o jogo tinha acabado, então Ernesto foi direto tomar banho no banheiro de baixo e se arrumar no quartinho de lá, o de hóspedes. Voltando a mim, antes das luvas peguei a bolsa de couro fininha, também preta e de vaca, de onde tirei a nécessaire preta de couro com meus cosméticos e o potinho de creme de rosto. E a maquiagem: primeiro, o creminho branco no rosto pra destacar mais a maquiagem, com um Aroma muito gostoso. Depois, o brilhinho pro rosto, pra ficar brilhosa além de branca. E aí sim, a maquiagem: sobrancelhas bem desenhadas e grossas, os olhos com sombra marrom com brilho e o rímel nos cílios. Depois meu amado blush, um bem subido de tom, bem avermelhado pra deixar a cara bem corada, do jeito que eu gosto. E o melhor: toda maquiada, com muita pintura na cara, passei meu lápis de batom vermelho com brilho na boca, com um cheiro de morango super forte. E pintei minhas unhas longuíssimas e super caprichadas de vermelho, também com brilho. Esperei secar. E já tava pronta, só faltava preparar minha bolsa. Guardei o creminho das mãos, o do rosto, a maquiagem, a joalheria e arrumei todo o resto: sabonete, pente, lubrificantes, creme íntimo feminino e masculino, camisinhas, pílulas pra potência sexual, minhas pílulas anticoncepcionais caso meu marido não quisesse camisinha, um inalador com pó excitante, mais uma colher de sopa caso quisesse ingerir, uma sacola com quatro calcinhas eróticas, duas normais e dois sutiãs de reposição, um pacote de lenços de papel -carilinas-, um lenço bordô de seda, um pote de vidro de iogurte desnatado e sua colherzinha, uma faca de passar manteiga pro café da manhã no dia seguinte, minha carteira de couro preta cheia de dinheiro, documentos e fotos eróticas minhas e do Ernesto, um álbum de fotos eróticas, outro de fotos de família, um pendrive com arquivos eróticos de áudio, vídeo, Word e imagem, meu celular e até uma pistola preta pequena caso acontecesse algo estranho. Depois disso, coloquei as luvas de couro preto e pendurei a bolsa. Agora sim, já pronta pra longa noite, abri a porta que tava trancada, saí do quarto espetacularmente vestida, maquiada, perfumada e cheia de joias e fui lá embaixo no salão esperar meu marido, que tava no quartinho se trocando. Por fim, enquanto eu tava ansiosa, saiu o Ernesto, vestido espetacular igual a mim, com uma jaqueta de couro finíssima. negra de vaca, camisa branca ultrafina com golinha engomada, calça preta de gabardina com cinto de couro e sapatos pretos de couro impecavelmente lustrados, com luvas de couro preto igual a mim, uma pochete também de couro com todo tipo de coisa. E o melhor, banhado, perfumado e barbeado, com um cheirinho delicioso no cabelo de enxágue e colônia, loção pós-barba, e encharcado de um perfume Kenzo maravilhoso, tanto no pescoço, peito, braços e mãos besuntadas de perfume quanto na camisa e até um pouquinho na jaqueta. Também na pochete dele levava uma faca de passar manteiga pro café da manhã e um revólver pra me proteger se rolasse algo. Prontos os dois, ele ficou excitado comigo ao me ver toda de couro e super maquiada, e eu babando vendo ele tão lindo, bem vestido e super perfumado. Finalmente, às 21h30, ele me pegou pelo braço, saímos, fechamos a porta da rua com chave e subimos no carro, todo perfumado e lustrado. E fomos pra um hotel luxuoso de encontro, mas que também tinha um salão de jantar lindo, todo iluminado e decorado. Sentamos numa mesa perto da janelona, ele tirou a pochete e eu a bolsa, de onde peguei as pulseiras e o creme Hinds. Tirei as luvas de couro, coloquei duas pulseiras de pérola em cada pulso e passei creme hidratante nas mãos. O cheirinho gostoso da Hinds excitou o Ernesto, que ficou vermelho quase igual minha cara cheia de pintura e blush. E aí chegou o jantar. Primeiro, comer tudo que a gente adora: tábua de frios com queijo de todo tipo — cremoso, gruyère, roquefort, cantimpalo —, presunto cru, cozido, salame fino e grosso, mortadela, salaminho e o frio estrangeiro que mais gosto, o divino leberwurst, que minha amiga alemã Emma me fez provar tantos anos atrás. Tudo acompanhado de torradinhas com patê, azeitonas verdes e pretas recheadas com queijo parmesão, rodelinhas de pão com maionese ou salsa golf, salgadinhos, bolachas salgadas, amendoim e Claro, sanduíches de miga de todos os tipos, triplos, duplos e simples, de presunto, queijo e ovo, com tomate, com abacaxi, pêssego, salame, todos com ovo e bastante maionese pra ficar bem cheios e potentes. Claro, tudo regado com uma boa cerveja, naquela noite eu queria esquecer meu evangelismo e beber todo o álcool que pudesse, é que adoro fazer o amor bem bêbada. Depois do jantar, e como sobra grana bem ganha pelos dois, na sobremesa: pudim com creme ou com doce de leite que me deixa doida, amendoim e sorvete de três bolas: chocolate, morango e baunilha. E pra fechar, cafezinho com creme e a conta que ele pagou tão gentil e cavalheiro que é, como esses 46 anos de casados e 50 que nos conhecemos. Conversamos sobre tudo, fizemos carinho nas mãos macias e perfumadas, ele me deu um beijinho e me presenteou com um batom, um creminho, um colarzinho e outra calcinha. Eu daria pra ele todo meu corpo e meu amor.
Por fim, já no domingo, lá pela 1, fomos pro quarto reservado por doze horas, até bem entrada a tarde. O quarto era como vocês imaginam, todo luxo: paredes e chão forrados de veludo bordeaux, cama de casal impressionante, mesinhas de cabeceira com tudo dos dois lados, banheiro luxuoso, jogo de luzes, fonte com água e mil enfeites. E o banheiro privativo, um mundo à parte: três ou quatro tipos de chuveiro, luminárias lindíssimas, azulejos brancos com arabescos de todas as cores, cômoda, massageador, chuveirinho como na minha casa, prateleiras de madeira fina... Naquele ambiente, com um buquê de rosas cor-de-rosa que meu marido me surpreendeu, o champanhe abundante que tomamos, nossos perfumes, minha maquiagem e creminho, nossas roupas de couro, o bem alimentados que estávamos e, principalmente, a vontade que os dois tínhamos, não tinha outra coisa senão uma noite de sexo superintensa, romântica, amorosa, superprivada, erótica, superselvagem e bem suja como a gente gosta. Já excitados e bebados, cheiramos e saboreamos nosso pózinho sexual e nos preparamos. pra uma noite longa.
Primeiro, meu marido foi pro banheiro terminar de se preparar pra nossa batalha, enquanto eu — toda vestida — esperava ele sentada na cama, sem parar de cheirar pó e cada vez mais ansiosa e excitada. O Ernesto saiu do banheiro, todo encharcado de perfume de novo, de roupão — que tinha ali — e com uma cueca preta espetacular e larga que me deixou super excitada. Na minha vez, a cada segundo mais e mais ansiosa e excitada, super estimulada pela bebida, pelo pó, pelo presunto e tudo mais, fui pro banheiro, retoquei a maquiagem, passei mais perfume e saí vestida toda de couro, mas me mexendo sensual, enquanto ele tava sentado na cama de cueca e roupão, super excitado e já ofegante. Cheguei perto dele, fiz uns carinhos, beijei ele na cara toda, deixando tudo marcado de batom, a gente foi se enchendo de mais e mais carinhos e começamos a falar umas coisas super pesadas. E aí veio o nu...
As luzes tavam meio baixas, o Ernesto foi até o dimmer e deixou o quarto quase na penumbra. Colocou uma música suave bem sensual e eu, no ritmo dela, comecei a me mexer dançando provocativamente enquanto tirava a roupa. E enquanto o Ernesto babava e ficava se tocando na cueca e na virilha, eu primeiro tirei os saltos agulha, depois ele soltou meu cinto, aí tirei a jaqueta de couro, foi a vez dele desabotoar o botão de trás da minha saia de couro, eu abaixei o zíper e tirei ela, jogando ela de leve e supersensual no chão. Fiquei só de blusa e roupa íntima; ele tirou o roupão, abrindo ele devagarzinho e jogando no ar pro chão. Ele chegou perto de mim e, depois de palavras suaves, palavras nojentas, carinhos e beijos, começamos a tirar o pouquinho que faltava: ele desabotoou minha blusinha e tirou ela, jogando pra merda, continuei dançando sensual e já ofegante, ele fingiu que ia tirar a cueca e esperou eu tirar a lingerie fina. Desabotoei as ligas e tirei as meias pretas, sempre dançando sensual. ao som da música e girando as roupas íntimas com suavidade, mas com superexcitação.
Ele soltou meu sutiã e arrancou ele, jogando na pussy da mãe dele, em cima de todas as nossas roupas que já eram uma bagunça, uma montanha de peças de homem e mulher misturadas sem saber o que era o quê. Só faltava o que cobria nossos genitais. Dançamos juntos, fizemos carinhos, beijos, ele passou a mão no meu corpo todo, eu também apalpei ele inteiro, falamos todo tipo de putaria e brincamos pra ver quem tirava primeiro o que faltava, se ele a cueca ou eu a calcinha. Fiz ele esperar muito, me fiz de difícil tanto, que ele não aguentou mais, se decidiu e com raiva e gemendo igual um louco, tirou a cueca e ficou peladão. Aí sim, "vai, Teli", eu pensei, e depois de mais um movimento sensual, quando ele vinha pra cima de mim, recuei e devagar, sempre me fazendo de difícil o máximo possível, finalmente tirei a calcinha e joguei na pussy da irmã dele. Ernesto nem esperou e veio pra cima, mas eu parei ele e passei creminha íntima no pau dele que já era um tremendo salchichão de mais de 20 centímetros de comprimento, enquanto meu clitóris também começava a endurecer. Nem loucos queríamos proteção de nada, pra quê se temos 60 e poucos e estávamos pegando fogo. Passei a creminha, beijei ele, fiz carinho, falamos mais merdas, combinamos a posição pra começar e nos preparamos com tudo. Tava chegando, finalmente, o momento alto da noite... Já eram quase 3 horas quando largamos. Deitei na cama, de barriga pra cima como mais gosto, e abri as pernas. Ernesto apagou as luzes e me disse um superprovocante "mamãe, Estelita, se prepara que vou te dar uma surpresa...". Gemendo e superexcitada, me preparei pro começo abrindo mais as pernas e gemendo a cada segundo mais. "Fecha os olhinhos e você vai ver, love", meu doce falou. E sem esperar, subiu em cima de mim com toda a potência física dele - 100 quilos, 1,95, uns músculos enormes - e sexual, com um salame de mais de 25 centímetros. Aí abri o máximo que pude minhas pernas e, de pouquinho em pouquinho, Ernesto meteu o pênis enorme dele na minha buceta. Comecei a gemer de prazer, sou daquelas que goza desde que tira a calcinha até receber o esperma. Comecei a soltar meu fluido, com meu clitóris totalmente excitado, enquanto meu marido parecia não terminar nunca de me penetrar com um salame que agora sim comprovei o que era, de mais de 25 cm, duro como um porrete e de cinco ou seis cm de espessura, bem grosso. Comprido, duro e grosso como eu gosto e preciso. Finalmente ele meteu tudo e não tirou mais, eu pedia pra ele não tirar por nada desse mundo. Eu já gritava como louca enquanto ele me dizia todo tipo de putaria, se revirava com fúria em cima de mim, apertava meus peitos o máximo que podia e não parava de me beijar, acariciar e apalpar bem apalpada, enquanto eu pedia mais e mais.
E assim ficamos uns 20 minutos, somos experts em fazer durar o ato sexual, melhor dizendo, isso era uma batalha campal. Eu gritava, ele xingava, meu fluido transbordava minha buceta apesar do pau dele e molhava os lençóis... Finalmente chegou o momento culminante. Ernesto gritou pra mim: "Estelita, vai que vou gozar, vai que vou gozar na sua pussy", enquanto acelerava a penetração e a esfregada do pau dele no meu clitóris. E eu não fiquei atrás e também xinguei: "sim, meu amor, a puta que te pariu, vai, me enche de muito esperma bem cheia até a borda, puta, usa a pussy, o pau do pau". Ernesto meteu, meteu, meteu, eu meti, meti, meti, gritamos, xingamos como a pussy da mãe dele. "Aí te mando tudo bem no fundo da sua buceta, Estelita, e a puta que te remil pariu", repetia com tremenda fúria. E chegou, sim. Ernesto ejaculou uma quantidade impressionante de esperma na minha buceta. Como só ele consegue fazer, já que goza mais que outros homens. Ao mesmo tempo que eu soltei todo o fluido que pude. Um orgasmo tremendo, me encheu de porra tampando minha pussy. buceta com o semen dele de cheiro bom e qualidade excelente. Terminamos de soltar tudo, um orgasmo de quase 10 segundos, tremendo a potência física e sexual do meu marido. Ele tirou devagarinho no final, eu não queria que ele tirasse, mas mesmo assim depois ele passou o que sobrou de semen no meu rosto, boca e peitos, e depois me apalpou toda banhada do semen dele com as mãos, passando elas bem passadas por todo o meu corpo. Assim terminou nossa primeira batalha de uma longa guerra. Que recomeçou 10 minutos depois, quando depois de nos amassarmos de novo ele me meteu mas agora pelo booty, tampando meu cu com o semen dele. E de novo passou o que sobrou do cum dele por onde dava, sempre sobrava semen pra mais alguma coisa. E assim ficamos a noite toda até o amanhecer: buceta, minha boca, eu na boca dele meu fluxo, ele o semen dele no meu rosto, peitos e tal, depois nos vestimos com nossas roupas íntimas e também gozou no meu sutiã e na minha calcinha, sempre esfregando o semen dele depois do cum. Aí ele gozou na minha blusa que tava no chão, eu gozei na cueca e na camisa dele, enchi tudo de batom, ele se vingou e me meteu de novo pela buceta, booty duas vezes, boca três, outras duas pela buceta — em todas as posições, hein — e terminamos lá pelas 7, já com sol forte, com um ato tremendo de meia hora onde ele gozou o triplo de semen do que quando começamos quatro horas atrás. Depois disso, completamente destruídos de álcool, pó e sexo, fomos tomar banho, trocamos a roupa íntima e fomos dormir, ele com a camisa e cueca dele e eu só com meu sutiã e calcinha pra ficar confortável. Acordamos às 11, e depois de relaxar um pouco, Ernesto me beijou e me fez carinho. Aí ele levantou, foi na cozinha do quarto e preparou um café da manhã enorme com café com cum, torradas de pão preto, queijo branco, geleia e até suco de laranja, que ele me trouxe na cama numa bandeja branca linda com desenhos de flores. Mal terminamos de tomar café da manhã e nós dois ficamos com vontade de novo. E nós Nós demos várias voltas, em todas as posições, ritmos e por todas as vias e formas possíveis e imagináveis. Até fizemos a putaria de gozar em cima das torradas, comendo torradas com uma mistura do sêmen dele — ou do meu fluxo — e queijo ou geleia. Ou as torradinhas só com sêmen ou fluxo, ou com as duas coisas, ou com as quatro... No final, a gente tomou banho de novo, se vestiu, chamou um táxi porque não conseguia nem nos mexer — o nosso carro ficou no estacionamento do hotel, depois nos ofereceram gentilmente trazer ele de volta pra casa — e quando o táxi chegou, subimos como deu com todas as nossas coisas e fomos pra casa. Aí sim paramos: eram 2 e meia da tarde e fomos pra cama dormir, ele de cueca boxer. Eu, por minha vez, tirei toda a maquiagem, coloquei a camisola e me enfiei na cama pra dormir com meu Ernesto. E rapidamente pegamos no sono; depois acordamos só às 8 e meia pra jantar uma massa leve, os dois de roupão, e fomos pela última vez descansar cedo, já que Ernesto tinha que acordar às 6 pra ir trabalhar no dia seguinte. Foi assim que passou aquela noite e dia de fúria incontrolável de sexo e amor com meu doce marido que há 46 anos me cuida e me ama. Vou contar mais sobre ele depois. Mas na verdade também aqui eu acabo — assim como fiz com o Ernesto — minha primeira entrada, como tinha que ser: contando mais uma noite de sexo com meu marido.
Eu sou Estela Alejandra Barilla e dou boas-vindas a um lugar e a umas noites de puro prazer, amor e muito, muito, mas muito sexo até o amanhecer. Neste sábado à noite, antes de tudo, vou contar um pouquinho sobre mim, quem sou, o que faço, meus gostos, etc. Sou dona de casa, ex-professora de dança e de italiano, entre outras ocupações, atualmente aposentada e ganho muito bem. Tenho 66 anos – faço aniversário em 16 de agosto –, sou ruiva não natural, moro em Olivos, sou casada há 46 anos com meu doce Ernesto Rocha e tenho quatro lindas filhas: Belinda de 42, Consuelo de 40, Cristina de 34 e Vitória de 30, a quem chamo de "minhas belezas". Todas são pessoas excelentes, também casadas e com filhos. Tenho 7 netos e um a caminho.
Minhas tarefas são cuidar da minha linda casa própria, atender meu marido, minhas belezas e suas famílias, e cuidar dos meus netos, alguns já grandinhos, além de sair com Ernesto ou me encontrar com minhas amigas para um lanche ou jantar, o que detalho em próximas postagens.
E meus gostos? Tenho vários: comida, embora agora seja magrinha, gosto de tudo, começando pelo queijo e frios, principalmente o roquefort e meu amado presunto cru. Também o queijo branco com torradinhas, a beautiful que adoro mas não como para não engordar, a geleia de morango, as saladas, o frango, e voltando aos prazeres, os sanduíches de pão de forma que me deixam louca – principalmente de presunto cru, queijo e ovo – e as sobremesas, começando pelo meu divino pudim com creme ou doce de leite.
Entre as bebidas, como sou evangélica, não tomo álcool, só sucos ou refrigerante, mas de vez em quando tomo uma cerveja que adoro com os frios e nem preciso falar do meu amado champanhe. Também gosto de fazer muita ginástica – minha filha Belinda é professora –, caminhar, praticar esportes, fazer compras, olhar vitrines e nem preciso falar de roupas, cosméticos, bijuterias, sapatos e bolsas. Entre todas elas, a roupa espetacular de couro ou verniz -tenho de tudo-, batom com perfume bem forte, colares e pulseiras de pérolas -gosto de uma em cada pulso-, saltos bem altos, saltos agulha e as bolsas obviamente de couro ou verniz que combinam com a roupa.
Tudo borrifado com perfumes bem, bem fortes, tipo Chanel ou parecidos, e com minha amada creme Hinds das mãos e corpo, que também uso no rosto. E pra finalizar essa introdução -palavra que adoro, principalmente no sábado-, já uso calcinha normal, mas muito mais a bem erótica, com minha calcinha preta de renda, meu sutiã também de renda e tal, minhas ligas e minhas meias pretas com rendinha.
É que, assim como meu marido e minhas filhas, eu sou apaixonada por sexo em todas as formas: vaginal é o melhor, mas também anal, oral, no meu corpo, meus peitos, meu rosto, minha calcinha e até na minha saia quando tô vestida; além disso, em qualquer lugar íntimo -cama, chuveiro, sala de jantar se tô sozinha- e qualquer posição, em pé, sentada ou deitada debaixo do Ernesto, que é a que mais adoro. Por algo somos tantos na família e por algo tô esperando outro netinho da Beli, que tá grávida de um mês.
Agora sim, feita essa introdução, vamos ao que interessa contar nessa primeira entrada, meus amores. Adoro contar intimidades de alcova, por isso conto com luxo de detalhes um dos meus atos sexuais com meu marido, como os que tenho quase todo dia e claro todo sábado.
Esse foi no sábado passado, dia 6, claro à noite, uma noite fresca ideal pra me arrumar toda espetacular. A coisa começou lá pelas 5 da tarde: fui com minha vizinha e amiguinha Ana Maria ao salão perto de casa tingir o cabelo de vermelho e fazer as unhas, as duas bem vestidas com blazer e saia de veludo, bolsa de couro preta no ombro, pintadas, com creminho e perfumadas. Depois disso, lanchamos um chá gostoso com mel, sanduichinhos de pão de forma e docinhos com a Normita, nossa amiga cabeleireira, e sua assistente Micaela, a manicure que também trabalha com nosso cabelo. Voltamos pra casa, Ana Maria se preparou pra sair com o namorado. E eu, enquanto o Ernesto assistia ao jogo das seis e pouco, fui tomar banho e depois me preparar pro que íamos fazer de noitinha, que já tínhamos combinado: sair, jantar e transar até o sol raiar. Depois de um belo banho no meu banheiro chique, com chuveirão e tudo, me enxuguei e me enrolei no meu roupão branco, e com o cabelinho molhado e a pele úmida e macia fui pro meu quarto, entrei, tranquei a porta e baixei as persianas pra meu marido não me espionar; já tinha avisado ele que não podia nem entrar, muito menos bater na porta, a não ser que fosse uma emergência ou coisa muito necessária. Assim protegida na minha intimidade, enquanto o Ernesto continuava no jogo, comecei a me preparar. Bem tranquilona, sozinha mas excitada, tirei o roupão e a primeira coisa que fiz foi lubrificar bem minha buceta e meu cuzinho, super limpos, com creminho e um lubrificante íntimo especial pra mulheres. Depois escovei bem meus dentes com pasta e um copo d'água já preparado. Em seguida, sequei bem meu cabelo ruivo forte, e aí peguei meu perfume mais gostoso e forte, Cocot de Chanel, e passei em todo meu corpo nu: pescoço, peitos, braços, costas e axilas. Já tava pronta pra começar a me vestir de arrasar. Fui então pro meu guarda-roupa, abri a porta e puxei a segunda gaveta da minha cômoda, onde guardo minhas roupinhas eróticas. E só, meus amores, vesti a melhor roupinha que tenho. Primeiro, a calcinha preta com renda e babadinho, de um tecido fininho e bem macio. Depois o sutiã, também preto com renda e babadinho combinando com a calcinha; em seguida, coloquei as meias longas pretas espetaculares com babadinho e uma cinta-liga fininha que prendi na calcinha. E agora sim, vestir a roupa de fora, tão espetacular quanto a de dentro. Depois de procurar nos meus cabides, escolhi a que eu colocaria por baixo. Comecei me vestindo com uma blusinha bege de seda bem fininha e macia, transparente, que deixava meu sutiã à mostra; além disso, desabotoei os dois primeiros botões pra ficar ainda mais evidente o sutiã e os peitos. Depois sim, a roupa: primeiro hesitei entre couro ou verniz, do que, como já disse, tenho de tudo; claro que o que escolhesse seria preto, minha cor favorita de longe. No fim, decidi e vesti couro: primeiro, uma saia de couro preta super fininha, evasê, com cinto de couro preto cheio de detalhes e na altura do joelho. E depois, uma jaqueta de couro preta elegante e leve, com bolsos grandes, ombreiras e estampas pretas; todo o couro, claro, de vaca. E pra completar meu look super gostoso, uns divinos scarpins de verniz preto de salto agulha. Já estava vestida; agora vinha a outra parte foda, as bijuterias, os acessórios e a maquiagem, que eu ia usar tudo que tinha no meu quarto... Primeiro penteiei meu cabelo ruivo forte e cacheado, bem volumoso e com um cheiro delicioso de shampoo e creme de enxágue. Depois abri a gaveta da penteadeira, peguei o porta-joias e coloquei tudo: meus brincos enormes que apareciam apesar do cabelo ruivo cheio, um colar de gargantilha de ouro e dois colares de pérolas, e um brochinha dourada fininha na minha jaqueta de couro. As pulseiras de pérolas também peguei, claro, mas guardei na bolsa junto com o potinho de creme Hinds porque pensei em usar minhas luvas pretas de couro pra excitar ainda mais meu marido. Nisso, já eram 20h e o jogo tinha acabado, então Ernesto foi direto tomar banho no banheiro de baixo e se arrumar no quartinho de lá, o de hóspedes. Voltando a mim, antes das luvas peguei a bolsa de couro fininha, também preta e de vaca, de onde tirei a nécessaire preta de couro com meus cosméticos e o potinho de creme de rosto. E a maquiagem: primeiro, o creminho branco no rosto pra destacar mais a maquiagem, com um Aroma muito gostoso. Depois, o brilhinho pro rosto, pra ficar brilhosa além de branca. E aí sim, a maquiagem: sobrancelhas bem desenhadas e grossas, os olhos com sombra marrom com brilho e o rímel nos cílios. Depois meu amado blush, um bem subido de tom, bem avermelhado pra deixar a cara bem corada, do jeito que eu gosto. E o melhor: toda maquiada, com muita pintura na cara, passei meu lápis de batom vermelho com brilho na boca, com um cheiro de morango super forte. E pintei minhas unhas longuíssimas e super caprichadas de vermelho, também com brilho. Esperei secar. E já tava pronta, só faltava preparar minha bolsa. Guardei o creminho das mãos, o do rosto, a maquiagem, a joalheria e arrumei todo o resto: sabonete, pente, lubrificantes, creme íntimo feminino e masculino, camisinhas, pílulas pra potência sexual, minhas pílulas anticoncepcionais caso meu marido não quisesse camisinha, um inalador com pó excitante, mais uma colher de sopa caso quisesse ingerir, uma sacola com quatro calcinhas eróticas, duas normais e dois sutiãs de reposição, um pacote de lenços de papel -carilinas-, um lenço bordô de seda, um pote de vidro de iogurte desnatado e sua colherzinha, uma faca de passar manteiga pro café da manhã no dia seguinte, minha carteira de couro preta cheia de dinheiro, documentos e fotos eróticas minhas e do Ernesto, um álbum de fotos eróticas, outro de fotos de família, um pendrive com arquivos eróticos de áudio, vídeo, Word e imagem, meu celular e até uma pistola preta pequena caso acontecesse algo estranho. Depois disso, coloquei as luvas de couro preto e pendurei a bolsa. Agora sim, já pronta pra longa noite, abri a porta que tava trancada, saí do quarto espetacularmente vestida, maquiada, perfumada e cheia de joias e fui lá embaixo no salão esperar meu marido, que tava no quartinho se trocando. Por fim, enquanto eu tava ansiosa, saiu o Ernesto, vestido espetacular igual a mim, com uma jaqueta de couro finíssima. negra de vaca, camisa branca ultrafina com golinha engomada, calça preta de gabardina com cinto de couro e sapatos pretos de couro impecavelmente lustrados, com luvas de couro preto igual a mim, uma pochete também de couro com todo tipo de coisa. E o melhor, banhado, perfumado e barbeado, com um cheirinho delicioso no cabelo de enxágue e colônia, loção pós-barba, e encharcado de um perfume Kenzo maravilhoso, tanto no pescoço, peito, braços e mãos besuntadas de perfume quanto na camisa e até um pouquinho na jaqueta. Também na pochete dele levava uma faca de passar manteiga pro café da manhã e um revólver pra me proteger se rolasse algo. Prontos os dois, ele ficou excitado comigo ao me ver toda de couro e super maquiada, e eu babando vendo ele tão lindo, bem vestido e super perfumado. Finalmente, às 21h30, ele me pegou pelo braço, saímos, fechamos a porta da rua com chave e subimos no carro, todo perfumado e lustrado. E fomos pra um hotel luxuoso de encontro, mas que também tinha um salão de jantar lindo, todo iluminado e decorado. Sentamos numa mesa perto da janelona, ele tirou a pochete e eu a bolsa, de onde peguei as pulseiras e o creme Hinds. Tirei as luvas de couro, coloquei duas pulseiras de pérola em cada pulso e passei creme hidratante nas mãos. O cheirinho gostoso da Hinds excitou o Ernesto, que ficou vermelho quase igual minha cara cheia de pintura e blush. E aí chegou o jantar. Primeiro, comer tudo que a gente adora: tábua de frios com queijo de todo tipo — cremoso, gruyère, roquefort, cantimpalo —, presunto cru, cozido, salame fino e grosso, mortadela, salaminho e o frio estrangeiro que mais gosto, o divino leberwurst, que minha amiga alemã Emma me fez provar tantos anos atrás. Tudo acompanhado de torradinhas com patê, azeitonas verdes e pretas recheadas com queijo parmesão, rodelinhas de pão com maionese ou salsa golf, salgadinhos, bolachas salgadas, amendoim e Claro, sanduíches de miga de todos os tipos, triplos, duplos e simples, de presunto, queijo e ovo, com tomate, com abacaxi, pêssego, salame, todos com ovo e bastante maionese pra ficar bem cheios e potentes. Claro, tudo regado com uma boa cerveja, naquela noite eu queria esquecer meu evangelismo e beber todo o álcool que pudesse, é que adoro fazer o amor bem bêbada. Depois do jantar, e como sobra grana bem ganha pelos dois, na sobremesa: pudim com creme ou com doce de leite que me deixa doida, amendoim e sorvete de três bolas: chocolate, morango e baunilha. E pra fechar, cafezinho com creme e a conta que ele pagou tão gentil e cavalheiro que é, como esses 46 anos de casados e 50 que nos conhecemos. Conversamos sobre tudo, fizemos carinho nas mãos macias e perfumadas, ele me deu um beijinho e me presenteou com um batom, um creminho, um colarzinho e outra calcinha. Eu daria pra ele todo meu corpo e meu amor.
Por fim, já no domingo, lá pela 1, fomos pro quarto reservado por doze horas, até bem entrada a tarde. O quarto era como vocês imaginam, todo luxo: paredes e chão forrados de veludo bordeaux, cama de casal impressionante, mesinhas de cabeceira com tudo dos dois lados, banheiro luxuoso, jogo de luzes, fonte com água e mil enfeites. E o banheiro privativo, um mundo à parte: três ou quatro tipos de chuveiro, luminárias lindíssimas, azulejos brancos com arabescos de todas as cores, cômoda, massageador, chuveirinho como na minha casa, prateleiras de madeira fina... Naquele ambiente, com um buquê de rosas cor-de-rosa que meu marido me surpreendeu, o champanhe abundante que tomamos, nossos perfumes, minha maquiagem e creminho, nossas roupas de couro, o bem alimentados que estávamos e, principalmente, a vontade que os dois tínhamos, não tinha outra coisa senão uma noite de sexo superintensa, romântica, amorosa, superprivada, erótica, superselvagem e bem suja como a gente gosta. Já excitados e bebados, cheiramos e saboreamos nosso pózinho sexual e nos preparamos. pra uma noite longa.
Primeiro, meu marido foi pro banheiro terminar de se preparar pra nossa batalha, enquanto eu — toda vestida — esperava ele sentada na cama, sem parar de cheirar pó e cada vez mais ansiosa e excitada. O Ernesto saiu do banheiro, todo encharcado de perfume de novo, de roupão — que tinha ali — e com uma cueca preta espetacular e larga que me deixou super excitada. Na minha vez, a cada segundo mais e mais ansiosa e excitada, super estimulada pela bebida, pelo pó, pelo presunto e tudo mais, fui pro banheiro, retoquei a maquiagem, passei mais perfume e saí vestida toda de couro, mas me mexendo sensual, enquanto ele tava sentado na cama de cueca e roupão, super excitado e já ofegante. Cheguei perto dele, fiz uns carinhos, beijei ele na cara toda, deixando tudo marcado de batom, a gente foi se enchendo de mais e mais carinhos e começamos a falar umas coisas super pesadas. E aí veio o nu...
As luzes tavam meio baixas, o Ernesto foi até o dimmer e deixou o quarto quase na penumbra. Colocou uma música suave bem sensual e eu, no ritmo dela, comecei a me mexer dançando provocativamente enquanto tirava a roupa. E enquanto o Ernesto babava e ficava se tocando na cueca e na virilha, eu primeiro tirei os saltos agulha, depois ele soltou meu cinto, aí tirei a jaqueta de couro, foi a vez dele desabotoar o botão de trás da minha saia de couro, eu abaixei o zíper e tirei ela, jogando ela de leve e supersensual no chão. Fiquei só de blusa e roupa íntima; ele tirou o roupão, abrindo ele devagarzinho e jogando no ar pro chão. Ele chegou perto de mim e, depois de palavras suaves, palavras nojentas, carinhos e beijos, começamos a tirar o pouquinho que faltava: ele desabotoou minha blusinha e tirou ela, jogando pra merda, continuei dançando sensual e já ofegante, ele fingiu que ia tirar a cueca e esperou eu tirar a lingerie fina. Desabotoei as ligas e tirei as meias pretas, sempre dançando sensual. ao som da música e girando as roupas íntimas com suavidade, mas com superexcitação.
Ele soltou meu sutiã e arrancou ele, jogando na pussy da mãe dele, em cima de todas as nossas roupas que já eram uma bagunça, uma montanha de peças de homem e mulher misturadas sem saber o que era o quê. Só faltava o que cobria nossos genitais. Dançamos juntos, fizemos carinhos, beijos, ele passou a mão no meu corpo todo, eu também apalpei ele inteiro, falamos todo tipo de putaria e brincamos pra ver quem tirava primeiro o que faltava, se ele a cueca ou eu a calcinha. Fiz ele esperar muito, me fiz de difícil tanto, que ele não aguentou mais, se decidiu e com raiva e gemendo igual um louco, tirou a cueca e ficou peladão. Aí sim, "vai, Teli", eu pensei, e depois de mais um movimento sensual, quando ele vinha pra cima de mim, recuei e devagar, sempre me fazendo de difícil o máximo possível, finalmente tirei a calcinha e joguei na pussy da irmã dele. Ernesto nem esperou e veio pra cima, mas eu parei ele e passei creminha íntima no pau dele que já era um tremendo salchichão de mais de 20 centímetros de comprimento, enquanto meu clitóris também começava a endurecer. Nem loucos queríamos proteção de nada, pra quê se temos 60 e poucos e estávamos pegando fogo. Passei a creminha, beijei ele, fiz carinho, falamos mais merdas, combinamos a posição pra começar e nos preparamos com tudo. Tava chegando, finalmente, o momento alto da noite... Já eram quase 3 horas quando largamos. Deitei na cama, de barriga pra cima como mais gosto, e abri as pernas. Ernesto apagou as luzes e me disse um superprovocante "mamãe, Estelita, se prepara que vou te dar uma surpresa...". Gemendo e superexcitada, me preparei pro começo abrindo mais as pernas e gemendo a cada segundo mais. "Fecha os olhinhos e você vai ver, love", meu doce falou. E sem esperar, subiu em cima de mim com toda a potência física dele - 100 quilos, 1,95, uns músculos enormes - e sexual, com um salame de mais de 25 centímetros. Aí abri o máximo que pude minhas pernas e, de pouquinho em pouquinho, Ernesto meteu o pênis enorme dele na minha buceta. Comecei a gemer de prazer, sou daquelas que goza desde que tira a calcinha até receber o esperma. Comecei a soltar meu fluido, com meu clitóris totalmente excitado, enquanto meu marido parecia não terminar nunca de me penetrar com um salame que agora sim comprovei o que era, de mais de 25 cm, duro como um porrete e de cinco ou seis cm de espessura, bem grosso. Comprido, duro e grosso como eu gosto e preciso. Finalmente ele meteu tudo e não tirou mais, eu pedia pra ele não tirar por nada desse mundo. Eu já gritava como louca enquanto ele me dizia todo tipo de putaria, se revirava com fúria em cima de mim, apertava meus peitos o máximo que podia e não parava de me beijar, acariciar e apalpar bem apalpada, enquanto eu pedia mais e mais.
E assim ficamos uns 20 minutos, somos experts em fazer durar o ato sexual, melhor dizendo, isso era uma batalha campal. Eu gritava, ele xingava, meu fluido transbordava minha buceta apesar do pau dele e molhava os lençóis... Finalmente chegou o momento culminante. Ernesto gritou pra mim: "Estelita, vai que vou gozar, vai que vou gozar na sua pussy", enquanto acelerava a penetração e a esfregada do pau dele no meu clitóris. E eu não fiquei atrás e também xinguei: "sim, meu amor, a puta que te pariu, vai, me enche de muito esperma bem cheia até a borda, puta, usa a pussy, o pau do pau". Ernesto meteu, meteu, meteu, eu meti, meti, meti, gritamos, xingamos como a pussy da mãe dele. "Aí te mando tudo bem no fundo da sua buceta, Estelita, e a puta que te remil pariu", repetia com tremenda fúria. E chegou, sim. Ernesto ejaculou uma quantidade impressionante de esperma na minha buceta. Como só ele consegue fazer, já que goza mais que outros homens. Ao mesmo tempo que eu soltei todo o fluido que pude. Um orgasmo tremendo, me encheu de porra tampando minha pussy. buceta com o semen dele de cheiro bom e qualidade excelente. Terminamos de soltar tudo, um orgasmo de quase 10 segundos, tremendo a potência física e sexual do meu marido. Ele tirou devagarinho no final, eu não queria que ele tirasse, mas mesmo assim depois ele passou o que sobrou de semen no meu rosto, boca e peitos, e depois me apalpou toda banhada do semen dele com as mãos, passando elas bem passadas por todo o meu corpo. Assim terminou nossa primeira batalha de uma longa guerra. Que recomeçou 10 minutos depois, quando depois de nos amassarmos de novo ele me meteu mas agora pelo booty, tampando meu cu com o semen dele. E de novo passou o que sobrou do cum dele por onde dava, sempre sobrava semen pra mais alguma coisa. E assim ficamos a noite toda até o amanhecer: buceta, minha boca, eu na boca dele meu fluxo, ele o semen dele no meu rosto, peitos e tal, depois nos vestimos com nossas roupas íntimas e também gozou no meu sutiã e na minha calcinha, sempre esfregando o semen dele depois do cum. Aí ele gozou na minha blusa que tava no chão, eu gozei na cueca e na camisa dele, enchi tudo de batom, ele se vingou e me meteu de novo pela buceta, booty duas vezes, boca três, outras duas pela buceta — em todas as posições, hein — e terminamos lá pelas 7, já com sol forte, com um ato tremendo de meia hora onde ele gozou o triplo de semen do que quando começamos quatro horas atrás. Depois disso, completamente destruídos de álcool, pó e sexo, fomos tomar banho, trocamos a roupa íntima e fomos dormir, ele com a camisa e cueca dele e eu só com meu sutiã e calcinha pra ficar confortável. Acordamos às 11, e depois de relaxar um pouco, Ernesto me beijou e me fez carinho. Aí ele levantou, foi na cozinha do quarto e preparou um café da manhã enorme com café com cum, torradas de pão preto, queijo branco, geleia e até suco de laranja, que ele me trouxe na cama numa bandeja branca linda com desenhos de flores. Mal terminamos de tomar café da manhã e nós dois ficamos com vontade de novo. E nós Nós demos várias voltas, em todas as posições, ritmos e por todas as vias e formas possíveis e imagináveis. Até fizemos a putaria de gozar em cima das torradas, comendo torradas com uma mistura do sêmen dele — ou do meu fluxo — e queijo ou geleia. Ou as torradinhas só com sêmen ou fluxo, ou com as duas coisas, ou com as quatro... No final, a gente tomou banho de novo, se vestiu, chamou um táxi porque não conseguia nem nos mexer — o nosso carro ficou no estacionamento do hotel, depois nos ofereceram gentilmente trazer ele de volta pra casa — e quando o táxi chegou, subimos como deu com todas as nossas coisas e fomos pra casa. Aí sim paramos: eram 2 e meia da tarde e fomos pra cama dormir, ele de cueca boxer. Eu, por minha vez, tirei toda a maquiagem, coloquei a camisola e me enfiei na cama pra dormir com meu Ernesto. E rapidamente pegamos no sono; depois acordamos só às 8 e meia pra jantar uma massa leve, os dois de roupão, e fomos pela última vez descansar cedo, já que Ernesto tinha que acordar às 6 pra ir trabalhar no dia seguinte. Foi assim que passou aquela noite e dia de fúria incontrolável de sexo e amor com meu doce marido que há 46 anos me cuida e me ama. Vou contar mais sobre ele depois. Mas na verdade também aqui eu acabo — assim como fiz com o Ernesto — minha primeira entrada, como tinha que ser: contando mais uma noite de sexo com meu marido.
4 comentários - Sexo gostoso com meu marido
Pesimo relato, digno de tilingas de juntada de domingo en el "club house"... lei mas sobre perfumes o tipos de te que de sexo.
Para eso leia la Para Ti de esta semana.