Minha primeira traição na balada

Isso aconteceu comigo há vários anos, quando eu estava começando no mundo da fotografia. Um dos meus primeiros "trabalhos", por assim dizer, era às sextas-feiras numa balada perto do Congresso, em Capital Federal, fotografando a fauna noturna que aparecia por lá. O dono da festa me pedia (como todo mundo faz) com ênfase que eu focasse principalmente nas mulheres voluptuosas que estavam presentes. Uma tarefa linda pra um moleque de 21 anos com os hormônios a mil. Naquela época, eu tava namorando uma garota, minha primeira namorada, que, pra minha sorte, aos sábados de manhã tinha aula bem cedo e era difícil pra ela me acompanhar quando eu tirava fotos à noite. Algumas vezes ela ia comigo, mas não era comum. Ela era uma morena gostosa, um ano mais nova que eu, e a gente transava bem pra caralho. Mas o relacionamento fora da cama tava bem estagnado. Discussões, brigas, distâncias e desligar o telefone na cara eram coisa de todo dia. Isso é foda. Lembro desses dias com uma certa angústia, porque ter que estudar, trabalhar e ainda lidar com briga no meio fritava meu cérebro.

Adoro tirar fotos em baladas. Como um bom fotógrafo, sou bem antissocial. Demais às vezes. Mas ter uma câmera na mão faz as relações fluírem sem me incomodar. O fato de ter que fotografar as pessoas me obriga a interagir com o público o tempo todo. Você fala com elas. Elas falam com você. Você interrompe grupos que saíram pra se divertir com um "meninas, uma foto?" ou são elas que, ao te ver com a câmera, pedem pra você fotografá-las e assim ficar com uma lembrança da noite.

Tudo começou lá pela 0:30 da manhã, quando percebi que, depois de muito tempo, tava pegando o táxi pra balada sozinho, sem companhia, nem da minha namorada, que ficou dormindo na casa dela, nem dos meus amigos ou colegas da faculdade, que costumavam me acompanhar pra entrar e beber de graça. Sozinho depois de várias sextas. Alone, pra minha surpresa. Quando cheguei, lá pela 1 da manhã, o pessoal tava entrando, se acomodando, o lugar lotava mais ou menos umas 2:30 da manhã e o que eu mais amava era que as minas tinham open bar até as 2 da manhã, o que garantia duas coisas: mulher gostosa e bêbada. Vale dizer que até aquele momento nunca tinha rolado nada com nenhuma mina da festa, já tinha tido chance, mas minha fidelidade falou mais alto e eu desisti. É muito tentador sendo fotógrafo, mas eu conseguia me segurar. Pelo menos era o que eu achava...

Lá pras 2 da manhã entra um grupo de 3 minas, e eu, todo educado, me apresento:
- "Oi meninas, beleza? Posso tirar uma foto de vocês?"
- "Minha amiga quer muito te dar... aquela ali!" Uma delas grita "vem, vamos buscar ela! Maru chama, é a que tá no guarda-roupa".

Já de costas me apaixonei, dava pra ver uma silhueta magra de 1,60m, saia preta, blusa branca, pele mais branca ainda e cabelo preto tipo chanel. Quando a amiga chegou gritando, Maru se virou e confirmei o que já imaginava: era uma morena dos deuses. A combinação de franja com olhos grandes e azuis me quebrou. Os peitos combinavam perfeitamente com o corpo. Nada destoava. "Maru, o fotógrafo quer tirar uma foto nossa" a amiga fala, que já tava ganhando um lugar no meu coração de tanto entregar. A carinha da Maru falou por si. Já meio alterada de alguma prévia de vinte poucos anos, ela já tava meio alta quando chegou e os olhinhos denunciavam. Ela me olhou com uma cara que me fez lembrar quando, nos melhores momentos do meu relacionamento, eu sussurrava algo safado no ouvido da minha ex e ela virava me dando o ok com o olhar. Aquele ok que significava faz o que quiser que tá tudo certo. Foi essa cara que Maru fez. Na sequência, eu sem falar nada e olhando besta, escuto um "mas tira uma foto minha sozinha, sem elas, primeiro" e o braço dela esticado no meu ombro, meio que se apoiando porque tava sem equilíbrio por causa da bebida. Minha primeira reação foi passar a câmera pra outra mão e com a direita livre segurar ela pela cintura, eu queria sentir o toque. Nós dois queríamos, era óbvio. Ah, aquela cintura me deixou louco! Ter tão perto uma espécie de Mia Wallace de olhos azuis apoiada em mim me subiu o pau na hora, igual sobe agora lembrando disso kkk. Que criatura linda, por favor. Mas esse encontro durou pouco, porque o resto das amigas dela, vendo a situação, vieram resgatar a Maru e a levaram, deixando minha mão sair daquela cinturinha. Ciumentas. (Meninas que lerem isso, não façam mais isso, é muito corta-onda kkk). E elas foram se afastando, me deixando de pau duro, até que uma delas fala: "tira uma foto aqui embaixo, aqui não dá". Talvez ela tivesse razão, eu naquele momento não conseguia raciocinar. Elas descem as escadas pro porão onde estava a pista. Enquanto desciam, a Maru, segurando por uma das amigas, faz um gesto com a mão de "vem", e eu respondo com um beijo jogado no ar, e ela sorri. Esse foi o primeiro contato com quem me faria passar uma das melhores noites como fotógrafo e homem.
Que pau duro que eu fiquei. Tava a mil, a cabeça voando, já tinha flertado com outras minas em outras noites de forma parecida, mas essa era diferente. Essa young lady tinha me virado a cabeça. Vou pro bar de cima e peço algo pra beber e de quebra planejar o que fazer. Tava rondando a ideia de mandar tudo pra merda e se eu pegasse ela, já era. O medo era que algum conhecido me visse e contasse pra minha namorada, mas naquela noite tava decidido que se rolasse algo, não ia me importar. A Maru era muito gostosa pra deixar passar a chance. E o instinto tava saindo pelos poros, por mais cativeiro amoroso que me prendia. O instinto vence. O instinto tem que vencer.
Quando terminei de beber, era o tempo certo pra ela se acomodar no rolê com as amigas. Me deu o tempo necessário pra pensar no que fazer e já tava decidido: vou nela pra ver o que rola quando as amigas estiverem ocupadas. A foto ficou pendente, então podia ser a desculpa inicial pra falar com ela e ver o que acontece. Desço a Escada. A balada já tava bem lotada e era foda andar sem que algum grupinho já de copo pedisse uma foto, mas minha cabeça tava em outro lugar, em achar aquele grupinho e ver o que a Maru tava fazendo, tudo isso antes que algum urubu me passasse a perna e significasse minha derrota por ter dormido no ponto. Não podia rolar isso. Passou um tempo até que eu vi ela encostada na parede fumando um cigarro sem dançar e com o olhar perdido, as amigas algumas sentadas nos sofás e outras de pé, entre elas a amiga entregadora. Cheguei perto e falei "Tão curtindo a noite?" aí uma das minas respondeu "Pra caralho, sempre viemos e amamos a música, mas você nunca tira fotos da gente, pode agora?" Elas falaram, com um grau de álcool que já tava fazendo elas gaguejarem bastante. "Beleza, fiquem aqui." Vi que a Maru entrou no grupo ficando do meu lado direito. Tirei a foto e mostrei pra elas, não gostaram muito, mas pouco me importou. Minha ideia era outra. Cheguei perto da Maru e falei "Quero tirar uma foto só sua, posso?" Ela me olhou bem séria e respondeu "Beleza" e deu uma tragada no cigarro. Eu falei "Mas aqui não, vamos pra outra pista que tem luz melhor, cê consegue ir sem que suas amigas te afastem de mim?" Zoando ela. "Claro, eu faço o que quero", ela disse. Com um sorriso maravilhoso, entendendo o que eu tava querendo. A gente se afastou do grupo dela no meio de gritos exagerados, e a Maru respondeu se virando e piscando o olho. Pouco se importou se eu tava olhando. Ela tava super desinibida. Passamos pra outra pista e tava mais cheia de gente que a anterior, fui direto pro bar, pedi pra ela esperar um segundo, passei a visão no barman e na mina do caixa e peguei duas cervejas das que elas tavam tomando, dei uma pra Maru e abri a outra me fazendo de desenrolado kkk começamos a conversar e ela tava meio nervosa, me perguntava um monte de coisa pra puxar assunto, parecia que o efeito do álcool tinha ido embora porque já não cambaleava e tava bem coerente no papo. Muitos olhares e muitas risadas. Eu não aguentava mais, tava totalmente decidido a dar um pé na bunda da minha namorada, que se foda tudo. Chego perto dela e falo: "Ainda quero tirar umas fotos suas, mas aqui tá muito complicado, melhor a gente subir lá em cima, que dá pra ver a pista de dança e eu te fotografar." Um puta migué. Ela responde: "Beleza, mas antes..." Pá, me dá um beijo na boca primeiro, o que me deixou louco, tava comendo uma gostosa do caralho. Ela coloca as mãos no meu pescoço, eu com a mão livre pego a cintura linda que ela tinha e fico massageando tudo, descendo, descendo, descendo até a bunda, uffff, tava durasso e encostava tudo nela, e com a mão na bunda empurrava ela contra mim, e ela ria e mordia meus lábios, sentia ela toda e ela adorava. Que pau duro que tava. Ficamos uns dez minutos assim, eu xingando por ter a câmera e não poder usar as duas mãos pra percorrer aquele corpinho inteiro, mas já teria minha revanche.

Ficamos abraçados um tempo depois de nos pegar e apalpar ela o máximo que pude com uma mão, aí ela me fala: "Me acompanha até o banheiro." Eu concordo e digo: "Mas espero que não seja só isso da noite..." Ela com carinha safada responde: "Espero que não." Ufff, me deixou doido de novo. Subimos a escada de mãos dadas, já não ligava pra mais nada, se alguém visse ou contasse, tava além do bem e do mal. Chegamos lá em cima, ela vira pro banheiro e eu fico fumando um cigarro a uns metros, nisso chega um bombeiro amigo meu, que trabalhava igual a mim toda sexta ali, e me fala:

- "Boa, campeão, como você pegou hoje!"
- "Ahh, mano, você me viu? Não seja sacana."
- "Você não seja sacana, que gostosa que é a mina."
- "É, ela é uma delícia, mas..."
- "Não, não seja idiota e vem me falar da sua namorada, blá blá blá, esquece ela agora. Pega essa mina e come ela se puder."
- "Ufff, isso seria a glória."
- "Quer comer ela aqui?"
- "Seria foda, mas não vou abaixar as calças aqui e todo mundo ver minha bunda, não posso me entregar tanto assim. — Não, aqui na pista não, porra… é nos reservados lá em cima.
— Hã? Tem reservado aqui? Onde?
— Claro, porra, vê aquela escadinha? São os reservados. Hoje é sexta, não usam porque o pessoal vem tudo pra tomar cerveja e fumar baseado. Não tem ninguém agora. Quer que eu te faça entrar?
— Tá me zoando? Pô, bora. Quando ela sair do banheiro, vou falar com ela. Me dá uma força.
— Fechou. Olha, eu fico na escada e você vem com a young lady que eu te faço passar. Quando subir, eu fico lá embaixo pra ninguém subir, só por precaução.
— Uhh, você é foda, cara. Lá vem ela. Espera aí que vou falar com ela.

Minha cabeça ia explodir, tudo tava dando certo e ainda esse maluco me arrumou um quarto pra eu comer a Maru. A gente trocou umas besteiras pra não ser tão direto e continuamos nos beijando, confirmando que tava tudo bem. Entre uns amassos na grade, falei:
— Na verdade, queria tirar umas fotos suas num lugar mais íntimo, onde a gente ficasse sozinho.
Ela me olhou com cara de surpresa.
— Mas aqui é impossível, o lugar tá lotado — disse.
— Sim, mas ali por aquela escada a gente vai pra um lugar onde ficamos sozinhos.
Acho que ali ela entendeu tudo, já sabia que eu ia comer ela, imaginou a situação toda e me olhou, mordendo o lábio inferior:
— Vamos agora.
Fomos pra escadinha, onde só cabia uma pessoa de cada vez. Quando cheguei, o bombeiro sorriu, cumprimentou a Maru com um "oi" e um sorriso cúmplice, e pra mim deu uma piscada, haha, que cara. Subi a escada olhando a bunda dela e a tanga branca apareceu pela primeira vez. Acho que o bombeiro também viu. Mas já não importava. Chegamos no lugar e tinha bastante espaço: três sofás grandes de couro, uma mesinha de centro no meio e uma geladeirinha. Me joguei nela, apoiei a câmera em cima, abri e pra minha surpresa: tantã! Cheia de cerveja! Uma pra cada. Dei um gole rápido, um beijo nela e começamos a foda. Os beijos já estavam bem quentes na pista de dança, imagina aqui. que ninguém nos visse, largados no sofá e eu com as duas mãos livres. Fua. Eu passava a mão na bunda dela com uma, com a outra percorria o corpo dela, do rosto pros peitos, pela barriguinha e descia e voltava de novo, tava doido. Ela também não perdia tempo, com a mãozinha dela roçava minha pika que tava dura pra caralho. Inacreditável. Subia e descia por cima da calça jeans passando a palma no tronco "Tá durona" ela falava haha minha vida! Tiro a camiseta dela, queria sentir mais pele. Ela tira a minha camiseta e me desabotoa a calça jeans enquanto eu beijava os peitinhos dela por cima do sutiã, eram uma delícia. Sem hesitar, ela mete a mão dentro da cueca e começa a me bater uma punheta muito louca, ia e vinha enquanto mordia o lábio e me beijava. Eu já tava com um dedo dentro da calcinha fio dental dela. No tato era lindo, tava depiladinha e quando enfiei o dedinho lá dentro já tava toda molhada, que tesão que me deu! Ela começou a gemer com minhas roçadas no clitóris dela, e gritava no meu ouvido, coisa que me excita pra caralho. Tava quase gozando, mas ela ia ficar muito puta. Ia cagar tudo. Então parti pro plano de resgate e falei "Posso te chupar?" Ela nem respondeu, soltou minha pika e se levantou. Por um momento achei que ia embora e quase morri, mas não, ela se levantou pra deixar a saia cair no chão. Já nem falava, se jogou no sofá na posição mais confortável e abriu as pernas. Eu fiz o mesmo, levantei, deixei a calça cair, tirei os tênis e mergulhei de cabeça nessa buceta linda. Enquanto eu me preparava, ela se tocava por cima da calcinha e mordia os lábios. Repito isso de morder os lábios porque me excita demais, como vocês vão ver. Ela me puxa pra entre as pernas dela e com os dedos afasta um pouco a calcinha e minha primeira lambida foi um estouro na boca dela. Como ela gritou. Já não eram gemidos, eram gritos, ela segurou minha cabeça e com suavidade acompanhava meus movimentos que iam de baixo pra cima e às vezes eu fazia movimentos circulares. "ahhh sim sim assiiim" era o que eu mais lembro. Em num momento eu intercalava um dedinho meu no clitóris e língua mais pra baixo, e ela colocava um dedo de vez em quando, que servia de guia pra eu saber onde atacar. Acho que gozei. Não, acho que não. Gozei. Ela apertou minha cabeça entre as pernas, puxou meu cabelo como nunca tinha feito até então e soltou um "ahhhhhh ahhhh ah" depois de um silêncio em que prendeu a respiração, com certeza. Uffa, que buceta linda, meu deus. Levantei e procurei na carteira uma camisinha, era o próximo passo. Ela sorriu e se remexeu no sofá, meio envergonhada, e quando me viu tentando abrir a camisinha, falou: "Espera um pouquinho, querido". E de um pulo se levantou e me jogou no sofá encharcado da mistura da minha saliva com os fluidos dela. Eu tava super de pau duro. Super. Ela se ajoelhou e começou a lamber o tronco da rola de baixo pra cima. De baixo pra cima. Uma vez e outra. E de vez em quando passava timidamente pelas bolas, até que começou a beijá-las, enfiá-las na boca e me olhar. Ela era muito bem treinada. Sabia fazer aquilo. Eu tava quase gozando de novo, mas era tão gostoso que se eu gozasse ia estragar um momento tão lindo. Mas ela ainda não tinha enfiado a rola na boca. Deus, que tortura mais prazerosa! Ela começou a chupar com tanta vontade que tive que pensar em outra coisa pra não encher a boca dela, até que não aguentei mais e tirei de lá, e dei um beijo nela — adoro fazer isso. Precisava de uma pausa senão gozava. Então levantamos, trocamos de sofá porque aquele já era uma poça, e aproveitei a parada pra colocar a camisinha e baixar a pulsação. Ela se deitou no outro sofá e me puxou pra cima, beijando um pouco mais, e fui descendo devagar até a buceta, dei uns beijinhos pra garantir que tava bem molhada e sim, tava molhada pra caralho. Pronto, uma vez dentro, ela começou com uns gemidos fortíssimos e se mexia muito bem, acompanhando minhas estocadas que iam acelerando. Foi um papai-e-mamãe com beijos no pescoço. Muita língua. Muito romântico. Não sei como fiz pra não gozar. Ela gozou pelo menos duas vezes. Que inveja. No segundo grito e tremedeira de pernas, agarrei ela pela cintura e, sem tirar a pica, sentei ela em cima de mim. Ela tava voando de tesão e deixava eu levar o ritmo, e isso me encantava. Com ela me abraçando nessa posição, aproveitei pra beijar os peitinhos dela como nunca tinha feito antes, ficavam bem na minha boca e, com ela se remexendo toda, era a oportunidade perfeita. Minhas mãos acariciavam as costas e a bunda dela alternadamente, até que as duas foram direto pra bunda e, segurando cada uma uma nádega, eu levantava e deixava cair em cima da minha pica. Talvez os gritos mais altos tenham sido aí. Por sorte, naquela época eu nadava e jogava futebol duas vezes por semana, e com a minha namorada a gente transava muito bem, senão não teria aguentado. Agora não passo do boquete. Ela gozou mais uma vez, com certeza. A cara dela já era de satisfação total. O prazer e a excitação de transar numa balada ela não esperava nem fudendo. Naquela hora, eu tinha que gozar porque tava prestes a explodir, e ela, por mais multiorgásmica que fosse, também. Então, agarrando ela pela cintura, tirei minha pica, e ela se jogou no sofá como quem pede arrego, mas sem perguntar nada, peguei ela pelo braço e virei, e aí ela entendeu também: vinha de quatro ou doggystyle. Apoiando as mãos no encosto do sofá, ela me deu uma das melhores vistas que lembro, junto com alguma paisagem do sul ou das Cataratas. Que beleza, uma bundinha muito linda pra comer inteira à minha disposição. Pegando a bunda pelos lados, começo a morder devagar, até que ouço a voz dela depois de um tempo: "Mete em mim, por favor". A Maru tava explodindo, a voz era tipo um pedido, então minha ideia de dar uns beijos até o amigo se recuperar e não gozar na hora foi pro espaço com aquele pedido. Acho que a pica entrou de uma vez. Ela tava molhadíssima a essa altura, não aguentava mais, e devem ter sido uns 3 minutos de estocadas alternando ritmos. Beijos no pescoço, segurando os braços e o cabelo dela, eu tava descontrolado até que de repente pum!: gozei uma quantidade tremenda de porra. Não sei se ela ainda conseguia continuar gozando, mas ela continuou se mexendo até sair a última gota. Foi foda demais. Uma das melhores gozadas que eu lembro. Com uma das minas mais gostosas que tive a chance de pegar. E essa foi a primeira de várias...

7 comentários - Minha primeira traição na balada

amigolo +1
Tremendo post. Van puntitos y te invitamos a pasar por nuestros posts para saber tu opinión. Besitos.
Impecable el post. Van puntitos.
Y podrias compartir algunas de las fotos que tomaste esa noche, para ver a la minita..
Al menos por privado..]*ABRAZO MASTER!!!
juan146 +1
Te dejo los que me quedan, excelente post. El mejor que leí en varias semanas. Seguí así por Dios jajaj
Legolo +1
Muy bueno, y bien escrito.

Dejo los 10 puntines.

Abrazo
muy bueno...!! la próxima, hacé uno que otro punto y aparte, para no cansar la vista al lector. aparte, para que te lean, porque al ver semejante pared de letras, más de uno no te lee completo. Saludos.
Necesito saber maaaaaaaaas! Cómo la primera de muchas?!? No me dejes así!! Y ahora qué hago con esto!! Jajaja abrazo de gol crack!