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Primeira parte-Segunda parte-Terceira parte-Quarta parteDepois de um dia tão agitado, a soneca da Carla durou até a manhã seguinte. Eu levantei à meia-noite, mas só pra comer alguma coisa rapidinho e voltar pra cama pra continuar dormindo.
Quando finalmente acordei com a luz do sol, a Carla tava tomando café da manhã numa boa e quase não me deu bola. Na real, ela não me deu atenção o dia inteiro, a não ser pra alguma conversa besta. De algum jeito, apesar do que tinha rolado no dia anterior, tudo tava normal.
Assisti um pouco de TV, limpei e arrumei a casa e atéFiz umas compras usando a mesma calcinha que tava vestida desde o dia anterior.Já tava encarando isso com naturalidade e prazer pelo conforto que me dava, e olha que até aquele momento eu nunca tinha saído de casa com roupa íntima feminina. Tava com muita excitação e ansiedade pela visita do Oscar pra jantar, mas só ao anoitecer a Carla me deu algum sinal do que ela e o eletricista tinham planejado.
Ela chegou perto de mim num momento com uma cueca box que tinha escapado de ser jogada no lixo e simplesmente falou:
— Vai tomar um banho e veste isso. Achei entre as roupas que lavamos ontem. O Oscar quer que você use pra receber ele. Ele vem às 9.
Confuso, fiquei esperando algo mais, mas a Carla só me deu um sorriso. Então tomei banho, vesti uma calça jeans simples e uma camiseta e não perguntei mais nada. Conforme a hora chegava, a Carla foi ficando cada vez mais agitada, parecia uma leoa enjaulada. Ia e vinha de um lado pro outro, arrumando tudo, sem me dar bola. Finalmente, quando faltavam poucos minutos pras 9, ela disse que ia tomar banho.
Fez isso em cinco minutos, e quando saiunão pude evitar abrir a boca com o que eu tava vendoApesar do calorão e da umidade, ela tinha calçado umas botas pretas que iam até acima dos joelhos, de um sintético bem brilhante e salto agulha. Uma minissaia preta de couro bem curtinha e uma regata branca. Com um detalhe: ela vestiu sem secar o peito e não usava sutiã. Então os dois peitos dela se empinavam sozinhos de tesão, transparentes com o tecido grudado e os bicos endurecidos.
Ela tinha se maquiado pesado pra caralho. Parecia mesmo uma puta, e uma bem gostosa. Já eram 9 horas.
— Você tem que ser muito prestativo — falou Carla sem me olhar, enquanto arrumava o cabelo no espelho da sala — Muito prestativo. Se a gente pedir A, você tem que dar A, B, C e D. Entendeu? E depois, nada, quando chegar a hora, você só precisa ser o que já é agora. Vai dar certo…
A última frase ela soltou com um sorrisinho debochado. Apesar do tesão que eu tava sentindo, fiquei vermelho de humilhação.
Bateram 9 horas. Depois 9 e 10. E 9 e 20, sem notícias do Oscar. Eu tinha ficado paralisado num canto, mas Carla tava muito nervosa e só se olhava no espelho o tempo todo.pra ver se a camiseta ainda tava molhada e os peitos dela apareciam clarinhoatravés do tecido.
Às nove e meia, Oscar chegou. Carla correu pra abrir a porta e ele, nosso eletricista, entrou como um furacão, bufando de irritação.
— Cheguei atrasadíssimo… um serviço pra uma velha de merda que me deixou maluco. Acabei agora e vim na hora, nem troquei de sapato — disse ele, jogando a bolsa que trazia num canto.
— Aii, não, não, Oscar, que pena… mas já cê tá aqui e a gente quer que você se sinta bem. Vem, vem, senta — falou Carla depois de acariciar a bochecha dele e puxar uma cadeira — Agora vou fazer umas massagens pra você relaxar.
Oscar sentou, minha esposa se plantou na frente dele pra que pudesse ser olhada dos pés à cabeça e depois, bem felina, ficou atrás dele e começou a massagear bem de leve os ombros dele.
— Mmmhh… Com isso você vai se sentir melhor. E não esquenta com os sapatos. Gabriel limpa eles pra você — disse Carla quase colocando aspas no meu nome, com um tom bem peculiar.
Eu, que tinha ficado parado, bem quieto, me aproximei devagar e me ajoelhei na frente do Oscar. Aí entendi o que os dois esperavam, e a ideia veio acompanhada de uma ereção. Já tinha sacado tudo. Me abaixei ainda mais e aproximei meu rosto de um dos sapatos cheios de poeira do eletricista.Pus a língua pra fora e comecei a lamber o corpoo. Sem pressa, limpei uma parte com muito cuidado, depois outra. Em um momento parei porque precisava pegar saliva e notei pelo canto do olho como Carla continuava massageando Oscar e já abertamente apoiava os peitos na nuca dele e os esfregava com muita sensualidade. A imagem me excitou mais e retomei as lambidas com mais ímpeto.
Um toquinho do pé de Oscar me fez entender que devia passar para o outro sapato, então sem dizer nada mudei para o outro e voltei a lamber para tirar toda a poeira.
— Deixou perfeito, dá pra ver que tem experiência — comentou Oscar para Carla com tom debochado. E minha esposa não ficou atrás:
— Ele é muito bom lambendo, viu? E parece bem confortável de joelhos, quase como se fosse a posição natural dele.
Quando terminei de limpar os dois sapatos, fiquei ajoelhado de lado esperando. Carla parou de massagear Oscar, que já tinha uma ereção bem visível. Minha esposa, como se nada fosse, deu uma palmada, ficou de frente para Oscar, que continuava sentado com um sorriso de orelha a orelha, e disse:
— Bom, podemos pedir algo pra comer, o que acha, Oscar? A verdade é que não tava a fim de cozinhar, então pedimos delivery. Enquanto isso, você, Gabriel… Por que não mostra a casa pra ele? Oscar sempre veio fazer consertos e não conhece bem. Mostra o que tem de mais bonito na casa, vai. O que você gostaria de ver primeiro, Oscar?
— Bom, sim, tem uma coisa que eu gostaria de ver, mas não sei… — Oscar falou bem tranquilo, enquanto passava a mão no queixo e deixava o olhar fixo, absorto, nos peitos da minha esposa, que apareciam perfeitos através da regata.Carla se levantou mais ereta, com as mãos na cintura e um olhar lascivo.Ela arrebitou o peito, como se quisesse mostrar melhor pra Oscar.
Depois de alguns segundos de silêncio, a Carla chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Gabriel, acho que o Oscar quer ver primeiro meus peitos. Não seja mal-educado com o convidado, mostra pra ele, por favor.
Toda a situação já tinha me excitado além do nível de vergonha que eu também sentia, e entrei de cabeça no jogo. Como nas vezes anteriores com o Oscar, a cena que eu tinha armado me deixava mais louco do que o normal. Então pulei, peguei minha esposa pelos ombros e a levei até a cadeira do Oscar.
— Claro, claro, Oscar, sem problema. Olha bem de pertinho, espera que vou te mostrar direitinho — falei, e puxei a alça da regata de um dos ombros da Carla até que um dos peitos dela ficou de fora. — Tá vendo? São lindos, uns peitos de mulher maravilhosos. Espera que vou te mostrar os dois.
E puxei a outra alça, deslizando a regata molhada da minha esposa até debaixo dos peitos, que ficaram balançando no ar a poucos centímetros do rosto do Oscar. A Carla acompanhou o movimento com um gemido.
— Mas por favor, você tem que apalpar eles, Oscar, olha que durinhos que tão — falei, e peguei a mão do Oscar, levando ela com cuidado até o mamilo esquerdo da Carla, que tremeu com o toque. O Oscar se demorou acariciando um peito, segurando ele e beliscando o mamilo, e depois fez o mesmo com o outro. O olhar dele estava fixo nos olhos da Carla, e os dela pareciam derreter nos dele.
Já empolgado, quando o Oscar parou de acariciar os peitos da Carla, agarrei ela pelos ombros e virei ela bruscamente. Com um empurrãozinho, fiz ela se inclinar e levantei a saia dela. Deixei a calcinha preta à mostra e incentivei o Oscar:
— Vou te mostrar tudo, Oscar, pra você ver bem. Olha que bundinha linda que minha esposa tem. Apalpa, apalpa, por favor. Olha que empinadinha, gostosa, e olha, você vê ela assim pequenininha, redondinha, e não faz ideia de como ela engole pica… Por favor, apalpa, apalpa… — Eu já estava Eu tava doidão e entendia perfeitamente o que a Carla tinha me avisado antes do Oscar chegar, o que esperavam de mim.
— Tá com um som bom? — perguntou o Oscar enquanto beliscava uma das nádegas da minha esposa.
— Sim, claro, tá ótimo, testa aí, por favor — respondi.
O Oscar deu um tapinha leve na minha mulher e fez cara de decepção.
— Não, não, dá com mais força. Por favor, dá mais forte e você vai ver — falei.
Então o Oscar deu uma palmada bem forte na Carla, que quase tropeçou e recebeu com outro gemido, dessa vez mais intenso.
— Viu? — falei pro Oscar enquanto segurava a Carla pelos ombros de novo pra colocá-la de frente pra ele. Vi nos olhos da minha esposa pura putaria, e eu já não aguentava mais de tesão, então comecei a puxar a calcinha dela com uma mão enquanto com a outra segurava a saia levantada — E falta o melhor, Oscar, você tem que ver a buceta da minha esposa, por favor. Vamos, Carlinha, abre um pouquinho as pernas. Isso. Olha, Oscar, pode tocar também, sem problema, fica à vontade.De novo eu guiei a mão do Oscar, dessa vez até a buceta da Carla.— que me transferiu a eletricidade dela quando o Oscar começou a passar a mão nela enquanto eu segurava a mini.
— Tá molhada, Gabriel, olha, tá encharcada — disse o Oscar devagar, saboreando as palavras.
— É que ela deve estar morrendo de vontade de levar uma pirocada sua, Oscar. É assim, Carlita? Quer que o Oscar meta em você?
— É o que eu mais quero no mundo… Pede pra ele, Gabriel, por favor… Pede pra ele me foder que eu tô uma puta, uma… uhm… uma puta no cio — conseguiu dizer a Carla.
— Por favor, Oscar, cê tá vendo como ela tá… Dá pra comer ela, por favor?
— Bom… — Oscar tirou a mão da buceta da Carla e levou até a nuca enquanto se recostava na cadeira — A verdade é que fiquei meio nervoso com o trampo que acabei de fazer, não sei se vou conseguir fazer o favor de vocês sem uma ajudinha.
— Eu cuido disso, Oscar, fica tranquilo. A gente realmente precisa que você meta na Carla, então deixa eu te dar uma mão. Por favor, continua tocando a Carla pra ela continuar molhada — falei e me ajoelhei ao lado do Oscar. Abri o zíper da calça dele e meti a mão pra puxar o pau dele, que já tava duro, mas eu sabia (por experiência própria) que podia ficar mais rijo ainda.
Comecei amasturbar o Oscar com a mão, acariciar o pau dele enquanto a Carla estava parada do lado dele, com as pernas abertas e se tocando nos peitos enquanto gemiaOscar brincava com os dedos na buceta dela, que brilhava de tão molhada que estava.
— Acho que precisamos de um empurrãozinho a mais — me disse Oscar depois de um tempo batendo punheta pra ele.
Entendi perfeitamente, e além disso tava morrendo de vontade, então concordei, olhei pra minha esposa, que estava em êxtase, e comecei a lamber a pica do Oscar. Primeiro devagar e depois com longas lambidas, quase desesperado. E depois comecei a engolir, cada vez mais fundo, toda aquela carne que eu sentia ficar mais dura. Carla começou a respirar mais ofegante, era a primeira vez que me via chupando a pica do Oscar e a situação deixou ela a mil.
— Vai, Gaby, vai, chupa bem, deixa ela bem dura que eu preciso dela na buceta… deixa ela bem dura que eu quero ter ela dentro, não aguento mais… Chupa bem… chupa igual uma puta — dizia Carla enquanto eu me engasgava com a pica do Oscar até a garganta.
Oscar me levantou com um tapinha na testa. Uma decepção, porque eu tava tão fora de mim que só queria continuar chupando até sentir o gozo dele na barriga, mas o que vinha era ver minha esposa ser comida por aquela pica.
— Acho que já deu. Muito bem, Gabriel, agora ela tá pronta pra eu enterrar na sua esposa. Vem, bebê, seu marido deixou a pica no ponto pra te dar o gostinho de ter ela dentro — disse Oscar e num movimento levantou Carla pela cintura e sentou ela em cima dele, mas sem penetrar. Antes disso, ele olhou pra mim e disse, enquanto Carla aproveitava pra morder e lamber a orelha dele:
— Me faz um favor, Gabriel, se tem uma coisa que eu gosto antes de comer umas vadias como sua esposa é que elas sintam bem a preliminar na hora de enterrar a pica. Pega ela e passa a pontinha nos lábios da buceta, mas sem meter, hein…
Dócil e obediente, peguei a pica dele, levantei um pouquinho a raba da Carla e comecei a deslizar a glande entre os lábios da buceta da minha esposa, ensopada como nunca tinha visto. Num momento, Carla não aguentou mais e quis enfiar a rola, mas o OscarEla parou com um tapa leve.- Assim não, sua puta de merda.. Entra quando eu mandar, em nenhum outro momento.
- Sim, pussy, sim, quando você mandar, mas por favor me fode, eu te imploro - respondeu Carla com a voz entrecortada.
Ficamos mais um momento assim e de repente Oscar agarrou Carla pelo cabelo com muita brusquidão, que estava toda entregue. Olhou pra ela com um desprezo, me olhou e com um sorriso me disse:
- Viu, eu te falei uma vez: são todas putas. Mete logo e vê como sua mulherzinha cavalga.
Acho que Carla teve o primeiro orgasmo assim que enfiei a cock do Oscar até o fundo. Depois, enquanto pulava louca em cima da cock dele, teve pelo menos mais dois. "Sou sua, sou sua, sou sua puta, faz o que quiser comigo", não parava de falar pra ele.
Eu fiquei ajoelhado de lado vendo tudo, com um tesão que nunca tive. Finalmente, Oscar gozou dentro da pussy da minha esposa e ela teve o último orgasmo. Banhada em suor, desabou em cima dele e começou a beijar o pescoço dele.
Com um tapa na bunda, Oscar mandou Carla sair. E quase sem forças, minha esposa desabou de lado. Oscar olhou pra mim:
- Bom, foi sua última chance como Gabriel. Eu tinha umas dúvidas do que ia fazer, mas ela tava certa. Tava certa, você é uma puta submissa, rasteira e viciada igual sua esposa. Então com a Carlita e comigo, Gabriel ficou enterrado. Você concorda?
- Sim, sim - respondi eu, todo excitado.
- Como você se chama, então?
- Camila, me chamo Camila. E sou sua puta, igual minha esposa. Nós duas somos suas vadias - respondi.
- Muito bem, então agora você vai se trocar com roupa adequada e a gente vai continuar nossa noite como deve ser. A Carlita vai te ajudar e eu trouxe umas coisinhas que vão servir. Que delícia ter duas putas tão prestativas como vocês.
Então ele se levantou, com a cock ainda dura, banhada em restos de porra e do fluxo da minha esposa. E disse:
- Entre vocês duas, minhas putinhas, não vão fazer nada que eu não mandar. Tá claro? Claro? Pra começar, não quero mais nenhum beijo entre vocês, a menos que minha pica esteja no meio. Vamos, dá um beijinho.
Eu me aproximei de um lado da pica do Oscar e minha esposa chegou pelo outro. Olhamos nos olhos um do outro e aproximamos as bocas pra nos beijar. No meio das nossas línguas, obviamente, ficou a pica do Oscar.

Primeira parte-Segunda parte-Terceira parte-Quarta parteDepois de um dia tão agitado, a soneca da Carla durou até a manhã seguinte. Eu levantei à meia-noite, mas só pra comer alguma coisa rapidinho e voltar pra cama pra continuar dormindo.
Quando finalmente acordei com a luz do sol, a Carla tava tomando café da manhã numa boa e quase não me deu bola. Na real, ela não me deu atenção o dia inteiro, a não ser pra alguma conversa besta. De algum jeito, apesar do que tinha rolado no dia anterior, tudo tava normal.
Assisti um pouco de TV, limpei e arrumei a casa e atéFiz umas compras usando a mesma calcinha que tava vestida desde o dia anterior.Já tava encarando isso com naturalidade e prazer pelo conforto que me dava, e olha que até aquele momento eu nunca tinha saído de casa com roupa íntima feminina. Tava com muita excitação e ansiedade pela visita do Oscar pra jantar, mas só ao anoitecer a Carla me deu algum sinal do que ela e o eletricista tinham planejado.
Ela chegou perto de mim num momento com uma cueca box que tinha escapado de ser jogada no lixo e simplesmente falou:
— Vai tomar um banho e veste isso. Achei entre as roupas que lavamos ontem. O Oscar quer que você use pra receber ele. Ele vem às 9.
Confuso, fiquei esperando algo mais, mas a Carla só me deu um sorriso. Então tomei banho, vesti uma calça jeans simples e uma camiseta e não perguntei mais nada. Conforme a hora chegava, a Carla foi ficando cada vez mais agitada, parecia uma leoa enjaulada. Ia e vinha de um lado pro outro, arrumando tudo, sem me dar bola. Finalmente, quando faltavam poucos minutos pras 9, ela disse que ia tomar banho.
Fez isso em cinco minutos, e quando saiunão pude evitar abrir a boca com o que eu tava vendoApesar do calorão e da umidade, ela tinha calçado umas botas pretas que iam até acima dos joelhos, de um sintético bem brilhante e salto agulha. Uma minissaia preta de couro bem curtinha e uma regata branca. Com um detalhe: ela vestiu sem secar o peito e não usava sutiã. Então os dois peitos dela se empinavam sozinhos de tesão, transparentes com o tecido grudado e os bicos endurecidos.
Ela tinha se maquiado pesado pra caralho. Parecia mesmo uma puta, e uma bem gostosa. Já eram 9 horas.
— Você tem que ser muito prestativo — falou Carla sem me olhar, enquanto arrumava o cabelo no espelho da sala — Muito prestativo. Se a gente pedir A, você tem que dar A, B, C e D. Entendeu? E depois, nada, quando chegar a hora, você só precisa ser o que já é agora. Vai dar certo…
A última frase ela soltou com um sorrisinho debochado. Apesar do tesão que eu tava sentindo, fiquei vermelho de humilhação.
Bateram 9 horas. Depois 9 e 10. E 9 e 20, sem notícias do Oscar. Eu tinha ficado paralisado num canto, mas Carla tava muito nervosa e só se olhava no espelho o tempo todo.pra ver se a camiseta ainda tava molhada e os peitos dela apareciam clarinhoatravés do tecido.
Às nove e meia, Oscar chegou. Carla correu pra abrir a porta e ele, nosso eletricista, entrou como um furacão, bufando de irritação.
— Cheguei atrasadíssimo… um serviço pra uma velha de merda que me deixou maluco. Acabei agora e vim na hora, nem troquei de sapato — disse ele, jogando a bolsa que trazia num canto.
— Aii, não, não, Oscar, que pena… mas já cê tá aqui e a gente quer que você se sinta bem. Vem, vem, senta — falou Carla depois de acariciar a bochecha dele e puxar uma cadeira — Agora vou fazer umas massagens pra você relaxar.
Oscar sentou, minha esposa se plantou na frente dele pra que pudesse ser olhada dos pés à cabeça e depois, bem felina, ficou atrás dele e começou a massagear bem de leve os ombros dele.
— Mmmhh… Com isso você vai se sentir melhor. E não esquenta com os sapatos. Gabriel limpa eles pra você — disse Carla quase colocando aspas no meu nome, com um tom bem peculiar.
Eu, que tinha ficado parado, bem quieto, me aproximei devagar e me ajoelhei na frente do Oscar. Aí entendi o que os dois esperavam, e a ideia veio acompanhada de uma ereção. Já tinha sacado tudo. Me abaixei ainda mais e aproximei meu rosto de um dos sapatos cheios de poeira do eletricista.Pus a língua pra fora e comecei a lamber o corpoo. Sem pressa, limpei uma parte com muito cuidado, depois outra. Em um momento parei porque precisava pegar saliva e notei pelo canto do olho como Carla continuava massageando Oscar e já abertamente apoiava os peitos na nuca dele e os esfregava com muita sensualidade. A imagem me excitou mais e retomei as lambidas com mais ímpeto.
Um toquinho do pé de Oscar me fez entender que devia passar para o outro sapato, então sem dizer nada mudei para o outro e voltei a lamber para tirar toda a poeira.
— Deixou perfeito, dá pra ver que tem experiência — comentou Oscar para Carla com tom debochado. E minha esposa não ficou atrás:
— Ele é muito bom lambendo, viu? E parece bem confortável de joelhos, quase como se fosse a posição natural dele.
Quando terminei de limpar os dois sapatos, fiquei ajoelhado de lado esperando. Carla parou de massagear Oscar, que já tinha uma ereção bem visível. Minha esposa, como se nada fosse, deu uma palmada, ficou de frente para Oscar, que continuava sentado com um sorriso de orelha a orelha, e disse:
— Bom, podemos pedir algo pra comer, o que acha, Oscar? A verdade é que não tava a fim de cozinhar, então pedimos delivery. Enquanto isso, você, Gabriel… Por que não mostra a casa pra ele? Oscar sempre veio fazer consertos e não conhece bem. Mostra o que tem de mais bonito na casa, vai. O que você gostaria de ver primeiro, Oscar?
— Bom, sim, tem uma coisa que eu gostaria de ver, mas não sei… — Oscar falou bem tranquilo, enquanto passava a mão no queixo e deixava o olhar fixo, absorto, nos peitos da minha esposa, que apareciam perfeitos através da regata.Carla se levantou mais ereta, com as mãos na cintura e um olhar lascivo.Ela arrebitou o peito, como se quisesse mostrar melhor pra Oscar.
Depois de alguns segundos de silêncio, a Carla chegou perto de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Gabriel, acho que o Oscar quer ver primeiro meus peitos. Não seja mal-educado com o convidado, mostra pra ele, por favor.
Toda a situação já tinha me excitado além do nível de vergonha que eu também sentia, e entrei de cabeça no jogo. Como nas vezes anteriores com o Oscar, a cena que eu tinha armado me deixava mais louco do que o normal. Então pulei, peguei minha esposa pelos ombros e a levei até a cadeira do Oscar.
— Claro, claro, Oscar, sem problema. Olha bem de pertinho, espera que vou te mostrar direitinho — falei, e puxei a alça da regata de um dos ombros da Carla até que um dos peitos dela ficou de fora. — Tá vendo? São lindos, uns peitos de mulher maravilhosos. Espera que vou te mostrar os dois.
E puxei a outra alça, deslizando a regata molhada da minha esposa até debaixo dos peitos, que ficaram balançando no ar a poucos centímetros do rosto do Oscar. A Carla acompanhou o movimento com um gemido.
— Mas por favor, você tem que apalpar eles, Oscar, olha que durinhos que tão — falei, e peguei a mão do Oscar, levando ela com cuidado até o mamilo esquerdo da Carla, que tremeu com o toque. O Oscar se demorou acariciando um peito, segurando ele e beliscando o mamilo, e depois fez o mesmo com o outro. O olhar dele estava fixo nos olhos da Carla, e os dela pareciam derreter nos dele.
Já empolgado, quando o Oscar parou de acariciar os peitos da Carla, agarrei ela pelos ombros e virei ela bruscamente. Com um empurrãozinho, fiz ela se inclinar e levantei a saia dela. Deixei a calcinha preta à mostra e incentivei o Oscar:
— Vou te mostrar tudo, Oscar, pra você ver bem. Olha que bundinha linda que minha esposa tem. Apalpa, apalpa, por favor. Olha que empinadinha, gostosa, e olha, você vê ela assim pequenininha, redondinha, e não faz ideia de como ela engole pica… Por favor, apalpa, apalpa… — Eu já estava Eu tava doidão e entendia perfeitamente o que a Carla tinha me avisado antes do Oscar chegar, o que esperavam de mim.
— Tá com um som bom? — perguntou o Oscar enquanto beliscava uma das nádegas da minha esposa.
— Sim, claro, tá ótimo, testa aí, por favor — respondi.
O Oscar deu um tapinha leve na minha mulher e fez cara de decepção.
— Não, não, dá com mais força. Por favor, dá mais forte e você vai ver — falei.
Então o Oscar deu uma palmada bem forte na Carla, que quase tropeçou e recebeu com outro gemido, dessa vez mais intenso.
— Viu? — falei pro Oscar enquanto segurava a Carla pelos ombros de novo pra colocá-la de frente pra ele. Vi nos olhos da minha esposa pura putaria, e eu já não aguentava mais de tesão, então comecei a puxar a calcinha dela com uma mão enquanto com a outra segurava a saia levantada — E falta o melhor, Oscar, você tem que ver a buceta da minha esposa, por favor. Vamos, Carlinha, abre um pouquinho as pernas. Isso. Olha, Oscar, pode tocar também, sem problema, fica à vontade.De novo eu guiei a mão do Oscar, dessa vez até a buceta da Carla.— que me transferiu a eletricidade dela quando o Oscar começou a passar a mão nela enquanto eu segurava a mini.
— Tá molhada, Gabriel, olha, tá encharcada — disse o Oscar devagar, saboreando as palavras.
— É que ela deve estar morrendo de vontade de levar uma pirocada sua, Oscar. É assim, Carlita? Quer que o Oscar meta em você?
— É o que eu mais quero no mundo… Pede pra ele, Gabriel, por favor… Pede pra ele me foder que eu tô uma puta, uma… uhm… uma puta no cio — conseguiu dizer a Carla.
— Por favor, Oscar, cê tá vendo como ela tá… Dá pra comer ela, por favor?
— Bom… — Oscar tirou a mão da buceta da Carla e levou até a nuca enquanto se recostava na cadeira — A verdade é que fiquei meio nervoso com o trampo que acabei de fazer, não sei se vou conseguir fazer o favor de vocês sem uma ajudinha.
— Eu cuido disso, Oscar, fica tranquilo. A gente realmente precisa que você meta na Carla, então deixa eu te dar uma mão. Por favor, continua tocando a Carla pra ela continuar molhada — falei e me ajoelhei ao lado do Oscar. Abri o zíper da calça dele e meti a mão pra puxar o pau dele, que já tava duro, mas eu sabia (por experiência própria) que podia ficar mais rijo ainda.
Comecei amasturbar o Oscar com a mão, acariciar o pau dele enquanto a Carla estava parada do lado dele, com as pernas abertas e se tocando nos peitos enquanto gemiaOscar brincava com os dedos na buceta dela, que brilhava de tão molhada que estava.
— Acho que precisamos de um empurrãozinho a mais — me disse Oscar depois de um tempo batendo punheta pra ele.
Entendi perfeitamente, e além disso tava morrendo de vontade, então concordei, olhei pra minha esposa, que estava em êxtase, e comecei a lamber a pica do Oscar. Primeiro devagar e depois com longas lambidas, quase desesperado. E depois comecei a engolir, cada vez mais fundo, toda aquela carne que eu sentia ficar mais dura. Carla começou a respirar mais ofegante, era a primeira vez que me via chupando a pica do Oscar e a situação deixou ela a mil.
— Vai, Gaby, vai, chupa bem, deixa ela bem dura que eu preciso dela na buceta… deixa ela bem dura que eu quero ter ela dentro, não aguento mais… Chupa bem… chupa igual uma puta — dizia Carla enquanto eu me engasgava com a pica do Oscar até a garganta.
Oscar me levantou com um tapinha na testa. Uma decepção, porque eu tava tão fora de mim que só queria continuar chupando até sentir o gozo dele na barriga, mas o que vinha era ver minha esposa ser comida por aquela pica.
— Acho que já deu. Muito bem, Gabriel, agora ela tá pronta pra eu enterrar na sua esposa. Vem, bebê, seu marido deixou a pica no ponto pra te dar o gostinho de ter ela dentro — disse Oscar e num movimento levantou Carla pela cintura e sentou ela em cima dele, mas sem penetrar. Antes disso, ele olhou pra mim e disse, enquanto Carla aproveitava pra morder e lamber a orelha dele:
— Me faz um favor, Gabriel, se tem uma coisa que eu gosto antes de comer umas vadias como sua esposa é que elas sintam bem a preliminar na hora de enterrar a pica. Pega ela e passa a pontinha nos lábios da buceta, mas sem meter, hein…
Dócil e obediente, peguei a pica dele, levantei um pouquinho a raba da Carla e comecei a deslizar a glande entre os lábios da buceta da minha esposa, ensopada como nunca tinha visto. Num momento, Carla não aguentou mais e quis enfiar a rola, mas o OscarEla parou com um tapa leve.- Assim não, sua puta de merda.. Entra quando eu mandar, em nenhum outro momento.
- Sim, pussy, sim, quando você mandar, mas por favor me fode, eu te imploro - respondeu Carla com a voz entrecortada.
Ficamos mais um momento assim e de repente Oscar agarrou Carla pelo cabelo com muita brusquidão, que estava toda entregue. Olhou pra ela com um desprezo, me olhou e com um sorriso me disse:
- Viu, eu te falei uma vez: são todas putas. Mete logo e vê como sua mulherzinha cavalga.
Acho que Carla teve o primeiro orgasmo assim que enfiei a cock do Oscar até o fundo. Depois, enquanto pulava louca em cima da cock dele, teve pelo menos mais dois. "Sou sua, sou sua, sou sua puta, faz o que quiser comigo", não parava de falar pra ele.
Eu fiquei ajoelhado de lado vendo tudo, com um tesão que nunca tive. Finalmente, Oscar gozou dentro da pussy da minha esposa e ela teve o último orgasmo. Banhada em suor, desabou em cima dele e começou a beijar o pescoço dele.
Com um tapa na bunda, Oscar mandou Carla sair. E quase sem forças, minha esposa desabou de lado. Oscar olhou pra mim:
- Bom, foi sua última chance como Gabriel. Eu tinha umas dúvidas do que ia fazer, mas ela tava certa. Tava certa, você é uma puta submissa, rasteira e viciada igual sua esposa. Então com a Carlita e comigo, Gabriel ficou enterrado. Você concorda?
- Sim, sim - respondi eu, todo excitado.
- Como você se chama, então?
- Camila, me chamo Camila. E sou sua puta, igual minha esposa. Nós duas somos suas vadias - respondi.
- Muito bem, então agora você vai se trocar com roupa adequada e a gente vai continuar nossa noite como deve ser. A Carlita vai te ajudar e eu trouxe umas coisinhas que vão servir. Que delícia ter duas putas tão prestativas como vocês.
Então ele se levantou, com a cock ainda dura, banhada em restos de porra e do fluxo da minha esposa. E disse:
- Entre vocês duas, minhas putinhas, não vão fazer nada que eu não mandar. Tá claro? Claro? Pra começar, não quero mais nenhum beijo entre vocês, a menos que minha pica esteja no meio. Vamos, dá um beijinho.
Eu me aproximei de um lado da pica do Oscar e minha esposa chegou pelo outro. Olhamos nos olhos um do outro e aproximamos as bocas pra nos beijar. No meio das nossas línguas, obviamente, ficou a pica do Oscar.
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