Uns meses atrás, foi o aniversário da minha amiga Porota. Ela é uma mulher muito sofrida, ficou viúva novinha e teve que criar os filhos sozinha. Fui a primeira a chegar, pra ser sincera não esperava muita gente, porque ela é muito solitária, os dois filhos moram em Bariloche. "Você tá muito triste", falei, e perguntei quanto tempo fazia que ela não transava. Ela disse que nem lembrava a última vez e que se virava com um vibrador que comprou há uns anos num sex shop. Falei que isso não é vida, que ela precisa de uma rola de verdade e sentir o calor do corpo de um homem em cima dela. Porota não é feia, não vai ser difícil encontrar alguém pra comer ela. Comentei que posso apresentar vários caras que costumam me foder e que não vão ter problema em meter nela também.
Não deu pra continuar conversando porque chegaram mais convidados: uma senhora de uns 55 anos e o filho dela, de uns 30, com cara de virgem e mandado pela mãe. "Esse aí é virgem, nunca comeu ninguém", foi a primeira coisa que pensei quando vi ele. Um rapaz triste, sem amigos, mas muito inteligente, porque depois começou a falar de vários assuntos e contou que é professor de matemática. Ficamos só nós quatro, porque não chegou mais ninguém. Sentamos em volta da mesa, o rapaz e eu do mesmo lado. Eu olhava pra ele com cara de safada e ele ficava vermelho. Bem disfarçadamente, coloquei a mão na calça dele e ele sorriu pra mim, sinal que podia continuar. Comecei a acariciar a rola dele por cima da calça, bem na surdina, pra mãe não perceber — e ela não percebia nada, porque era uma máquina de falar besteira e comer empadas e sanduíches.
Eu tava louca de tesão, e abaixei o zíper dele e comecei a acariciar. Nessa hora, a mãe disse que queria ir ao banheiro, e eu aproveitei pra apertar mais. Porota percebeu a situação e falou que a gente era doido e que não queria confusão na casa dela. O rapaz... Ele ficou vermelho, enfiou a pica dentro da calça e fechou a braguilha. Eu não aguentava mais de tesão, aí me veio uma ideia. Acontece que a Porota mora a duas quadras da minha casa, e quando a mãe dela voltou do banheiro, eu pedi pro rapaz me acompanhar até em casa, que tinha esquecido de tomar um remédio. Quando chegamos em casa, tava aquele otário do meu marido no computador, vendo vídeo pornô e batendo punheta. "Você não pode ser tão punheteiro!", falei pra ele, e ele ficou com muita vergonha quando viu o rapaz. Apresentei os dois, meu marido quis apertar a mão dele, mas o menino não aceitou, claro! Se o otário tava esfregando a pica, como é que vai dar a mão? Depois, levei ele pra um quartinho que tenho nos fundos, me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele.
O rapaz tava meio assustado, com medo do meu marido entrar. Falei pra ele não se preocupar, que sempre trago rapazes como ele pra minha casa, que meu marido não liga, que ele não gosta de foder e só vive em cinema pornô e vendo vídeos. A gente deu uma trepada da porra, ele me comeu de todo jeito. Quando voltamos pra casa, já tinham chegado mais convidados, tomamos cerveja, comemos sanduíches e a Porota apagou as velinhas. Foi um aniversário lindo!!!
Não deu pra continuar conversando porque chegaram mais convidados: uma senhora de uns 55 anos e o filho dela, de uns 30, com cara de virgem e mandado pela mãe. "Esse aí é virgem, nunca comeu ninguém", foi a primeira coisa que pensei quando vi ele. Um rapaz triste, sem amigos, mas muito inteligente, porque depois começou a falar de vários assuntos e contou que é professor de matemática. Ficamos só nós quatro, porque não chegou mais ninguém. Sentamos em volta da mesa, o rapaz e eu do mesmo lado. Eu olhava pra ele com cara de safada e ele ficava vermelho. Bem disfarçadamente, coloquei a mão na calça dele e ele sorriu pra mim, sinal que podia continuar. Comecei a acariciar a rola dele por cima da calça, bem na surdina, pra mãe não perceber — e ela não percebia nada, porque era uma máquina de falar besteira e comer empadas e sanduíches.
Eu tava louca de tesão, e abaixei o zíper dele e comecei a acariciar. Nessa hora, a mãe disse que queria ir ao banheiro, e eu aproveitei pra apertar mais. Porota percebeu a situação e falou que a gente era doido e que não queria confusão na casa dela. O rapaz... Ele ficou vermelho, enfiou a pica dentro da calça e fechou a braguilha. Eu não aguentava mais de tesão, aí me veio uma ideia. Acontece que a Porota mora a duas quadras da minha casa, e quando a mãe dela voltou do banheiro, eu pedi pro rapaz me acompanhar até em casa, que tinha esquecido de tomar um remédio. Quando chegamos em casa, tava aquele otário do meu marido no computador, vendo vídeo pornô e batendo punheta. "Você não pode ser tão punheteiro!", falei pra ele, e ele ficou com muita vergonha quando viu o rapaz. Apresentei os dois, meu marido quis apertar a mão dele, mas o menino não aceitou, claro! Se o otário tava esfregando a pica, como é que vai dar a mão? Depois, levei ele pra um quartinho que tenho nos fundos, me ajoelhei e comecei a chupar a pica dele.
O rapaz tava meio assustado, com medo do meu marido entrar. Falei pra ele não se preocupar, que sempre trago rapazes como ele pra minha casa, que meu marido não liga, que ele não gosta de foder e só vive em cinema pornô e vendo vídeos. A gente deu uma trepada da porra, ele me comeu de todo jeito. Quando voltamos pra casa, já tinham chegado mais convidados, tomamos cerveja, comemos sanduíches e a Porota apagou as velinhas. Foi um aniversário lindo!!!
32 comentários - Confissões de uma coroa (4)
igual me cague de risa jaja
me alegraste la tarde
muy buen relato, caliente y divertido una combinacion muy dificil de lograr.
Te dejo puntos martita, que mujer tan putita
Chicos, garchen mucho, que es sano, no fumen, tomen agua, coman verduras y frutas, no tomen alcohol y sobre todo garchen mucho !!!!!!!!
Sos una tremenda trola al final ..... Hermosa!