Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]

Começa a história de quatro amigos e suas mães.Compartilho esse conto que encontrei há vários anos...........................................................................................................................................................Acho que minha mãe era como todas as mães, carinhosa, compreensiva e apaixonada pelo meu pai. Fisicamente, não tinha nada a dever pras outras mães dos meus amigos. Talvez pra achar algum defeito, ela não era muito alta, mas era bem proporcionada no geral, nem peitos grandes demais, nem bunda grande demais... Mas uma coisa me fascinava: seus quadris largos. Aos dezoito anos, já tinha me masturbado muitas vezes imaginando minhas mãos naqueles quadris e empurrando meu pau contra a bunda dela pra penetrá-la. E sim, como todo mundo na gangue, a gente só batia uma pensando nas nossas mães, sem nunca acreditar que essas fantasias pudessem se tornar realidade.

A gangue era formada por quatro caras: Paco, a quem chamávamos de "gostosão", porque as garotas ficavam bobas olhando pros olhos verdes dele e todas as mães o elogiavam. Outro era David, conhecido como "três pernas"; sim, vocês imaginam bem, o pau dele mole chegava a dezesseis centímetros e um dia ele nos disse que duro já mediu vinte e cinco. Eduardo, meu primo, chamado de "maluco", porque era ele quem bolava todas as ideias com as quais a gente se divertia todo dia. E por último eu, Henrique, "o suave", porque não me destacava muito e sempre me livrava de qualquer culpa, por mais bárbaro que fosse o que eu fizesse. Éramos como uma matilha que se juntava pra caçar. Não que a gente estivesse atrás de garotas pra foder, não, o nosso negócio não era sexual.

Aquele dia em que tudo começou foi muito estranho. Nós quatro morávamos na mesma área, rua acima ou rua abaixo, então passávamos o dia todo juntos. Meu primo, o maluco, pediu que naquele dia de verão a gente fosse passar a tarde na casa dele. E assim, às sete da tarde, embora ainda fizesse calor, nós quatro estávamos na sala de Eduardo, sentados nos sofás.

— Vou botar um filme pornô e quem quiser que bata uma. — Ele trouxe um filme na capa e um pacote de guardanapos pra gente se limpar se gozasse vendo o filme. — Cuidado pra não sujar nada, que minha mãe chega em... meia hora, então se apressem.

O doido sentou na frente da TV e começou o filme. Lá apareciam umas milf fodendo com caras jovens e simulavam transar entre mães e filhos ou entre tias e sobrinhos. E lá estávamos nós quatro com os "cirios" endurecidos e as pontas ardendo como os de verdade. Três pernas ganhou de nós e não demorou a soltar jatos de porra que caíram na mesa de vidro que tínhamos na frente. O bonitão foi depois, porque dizia que uma daquelas vadias que estavam fodendo era igualzinha à mãe dele, e a excitação que sentiu ao se imaginar fodendo a própria mãe fez ele gozar rápido em cima do papel que tinha pegado pra não sujar nada. O doido continuava batendo punheta sem gozar. Eu também fazia o mesmo pra sentir prazer ao ver aquelas mulheres que podiam muito bem ser nossas mães putas, eu imaginava que aquela morena de cabelo cacheado era minha mãe e me chupava, podia sentir na minha mente o roçar da língua dela que me acariciava desde as bolas até a ponta vermelha do meu pau.

Tava quase gozando quando a porta da rua tocou, era minha tia Maria Luísa chegando do trabalho. Correndo, guardei o pau e me sentei direito no sofá. O bonitão e o três pernas também se ajeitaram, mas o doido continuava batendo punheta sem parar de ver o filme enquanto a mãe dele entrava em casa.

- Eduardo? – Minha tia começou a perguntar. - Você tá aí? – Os saltos dela batiam cada vez mais perto no corredor. - Tá com seus amigos?

- Siiiiiiiiiiim! – Ele disse enquanto gozava no papel, enrolava o pau e enfiava com dificuldade na calça, depois desligou o filme bem na hora que minha tia entrava na sala.

- Nossa, tão aqui os quatro cavaleiros! – Ela disse olhando pro quarto e percebendo o que tinha rolado ali, porque os papéis sujos do bonitão e do três pernas estavam em cima da mesa. - Parece que vocês tão se divertindo! Disse ele, enquanto começava a juntar os papéis da mesa. — O que vocês estariam fazendo!

— Íamos ver um filme… mas acho que no final vamos pro meu quarto jogar videogame… — Disse Eduardo, levantando-se e fazendo sinais pra gente segui-lo.

A capa do filme estava encostada na TV, de lado, e não dava pra ver direito, então o doido deixou ela lá pra pegar depois sem a mãe perceber. Eu me levantei com dificuldade, porque ainda tava meio duro e a cueca incomodava. Minha tia juntou todos os papéis com as gozadas dos outros e foi pra cozinha.

— Agora vamos nos divertir mais do que com o filme! — Disse meu primo assim que entramos no quarto dele. — Temos que esperar um pouco…

— O que você bolou agora, doido? — Perguntou o gostosão.

— Calma, vocês vão ver!

Passamos uns minutos jogando videogame, e Eduardo ia e voltava, saía do quarto e entrava de novo. Parecia meio nervoso e excitado. Começou a acenar com a mão pra gente segui-lo, mandando a gente fazer silêncio. Ao passar pela cozinha, mandou a gente pegar dois banquinhos e nos levou pro quintal. Já eram dez e meia da noite e tava escuro. Caminhamos até a janelinha do banheiro do térreo. Ele colocou os banquinhos debaixo dela e subiu com cuidado.

— Vocês vão gostar dessa vista! — Disse o doido, sussurrando. — Minha mãe hoje tá no fogo e tá se masturbando! Vocês deram sorte!

Subi num dos banquinhos, e o gostosão e o Três Pernas tiveram que dividir o outro. Da janela dava pra ver parte do banheiro, especialmente o espelho, que mostrava bem a banheira. E lá estava ela, minha tia, pelada, sentada na borda da banheira. Tinha as pernas abertas e a mão brincando na buceta dela, se dando prazer. Aquela imagem era excitante, minha tia era meio gordinha, mas ver uma coroa se masturbando ao vivo era foda, ainda mais depois do tesão do filme. Mas quando Quase gozei quando percebi que ela, pra se excitar, tava cheirando e chupando os papéis que tinham recebido o sêmen do gostosão e do três pernas, sem dúvida o cheiro do sêmen tava deixando ela louca e ela tava se masturbando à vontade.

E então o celular do gostosão tocou e minha tia se assustou. Descemos dos bancos e corremos pra não ser descobertos. Enquanto corríamos, ouvimos a janela se fechar atrás da gente. Não falamos mais nada, deixamos só meu primo pra caso a mãe dele quisesse brigar com ele e, bem duros e excitados, fomos cada um pra sua casa.

Quando entrei na minha casa, a única coisa em que pensava era em bater uma boa punheta, primeiro o filme e depois minha tia no banheiro tinham feito minha libido não me deixar pensar em outra coisa. Já eram onze e vinte e minha mãe tava sentada na sala vendo um filme de terror.

— Preciso ir no banheiro! — Falei pra minha mãe, que tava com a camisola minúscula de tecido fino que todo verão ela usava como pijama, abraçada num travesseiro e morrendo de medo.

— Ainda bem que você chegou! — Ela disse enquanto eu corria pro banheiro.

A visão do corpo da minha mãe com aquela roupa serviu pra aumentar minha excitação e, em apenas três sacudidas, minhas bolas descarregaram todo o sêmen que tinham, espirrando contra os azulejos frios da parede. Me refresquei um pouco e me arrumei pra sair do banheiro e disfarçar o êxtase enorme que tinha sentido pensando na minha mãe, pensando que era ela que se masturbava como uns minutos antes eu tinha visto minha tia e depois transava comigo igual às putas do filme que o doido tinha colocado pra gente bater punheta.

— Henrique, que medo! — Minha mãe falou quando eu sentei no sofá.

— Se você sabe que esses filmes te assustam, por que assiste? — Perguntei.

— É que hoje seu pai tá trabalhando e eu podia ver tranquila sem interrupção nenhuma… Agora tô com medo de ir pra cama…

Olhei nos olhos dela e ela tava com aquele medo. infantil que se sente com esses filmes. Ela era a mãe, mas mesmo aos quarenta e sete anos ainda ficava com medo depois de vê-los. Baixei o olhar e pude contemplar seu corpo lindo coberto por aquela peça fina. As pernas dela estavam levantadas no sofá e dobradas, mostrando umas coxas maravilhosas e excitantes. A camisola estava subida de um jeito que dava pra ver quase completamente as coxas e no meio dava pra vislumbrar a claridade da calcinha dela. Aquela imagem me deixou excitado de novo.

- Enrique, dorme comigo hoje, senão não vou conseguir dormir direito. Você se importa? – Ela perguntou, e aquilo fez minha imaginação disparar.

- Mas mãe, tá muito calor pra gente ficar na mesma cama! – Protestei, embora por dentro a ideia me excitava.

- Vou ligar o ar condicionado pra você não passar calor e vou me cobrir.

- Mas eu durmo de cueca...

- Filho, sou sua mãe e já te vi pelado muitas vezes... Vamos, não deixa sua mãe sozinha!

Depois de um tempo, fomos pra cama os dois. Ela tinha ligado o ar condicionado, mas só ia funcionar por duas horas, depois desligava. Ela se meteu na cama e se cobriu com o lençol. Eu me despi no meu quarto e depois fui pro dela. Entrei e a luz estava apagada, só iluminada pela luz fraca que entrava pela janela, o suficiente pra ver como o lençol marcava o corpo maduro dela na cama.

- Fecha a porta pra não perder o frio.

Minha pica já estava meio excitada e marcava na cueca frouxa. Contornei a cama e me deitei ao lado dela, do outro lado. Me afastei dela pra não sentir ela perto, tava muito quente com tudo que tinha rolado naquela tarde e sentir o corpo dela podia me fazer pegar fogo com a luxúria que eu tava segurando. Me virei de bruços e minha pica pressionava contra o colchão enquanto as imagens de milf mães passavam pela minha cabeça até que, aos poucos, senti o sono me dominar.

Comecei a sonhar, era lógico, depois de Tantas excitações durante a tarde, aquele assunto ia me perseguir até nos sonhos. Sonhei que estava na cama e minha tia estava do meu lado. Lembrava daquela buceta molhada de vagina rosada, com os pelos bem aparados, deixando ela ainda mais desejável. Me aproximei dela, que descansava de barriga pra cima ao meu lado. Coloquei uma mão no peito dela e podia sentir o mamilo duro. As pernas dela se abriram e me ofereciam aquela buceta linda coberta pela calcinha, sem dúvida ela queria que eu a masturbasse, ela precisava de mim pra se satisfazer.

Levei minha mão e comecei a acariciar a racha dela por cima do tecido, sentindo os lábios vaginais inchados. Passei de cima pra baixo na calcinha e as pernas dela se abriram ainda mais, me deixando masturbá-la. Procurei a beirada da calcinha e enfiei minha mão dentro dela enquanto me aproximava mais do corpo dela, colocando meu pau duro na lateral dela e sentindo o peito dela perto do meu rosto.

Minha mão desceu por um vale de pelos, procurando a caverna que ia dar prazer pra nós dois. Nunca tinha feito isso com nenhuma garota e tudo era novo pra mim, novo e a coisa mais excitante que já tinha feito. Passei meu dedo na xota dela pra reconhecer o terreno. Senti os lábios enrugados que guardavam a entrada da vagina dela. Passei de cima pra baixo, notando como na parte de baixo um líquido quente saía de leve.

Aquilo despertou minha curiosidade e eu cutuquei ali por onde saía, procurando a fonte daquele manancial. Meu dedo ficou meio molhado e os lábios dela se separaram um pouco mais. Movi o dedo pra cima e os lábios dela foram se abrindo, me deixando entrar na intimidade mais excitante dela.

Sentia o corpo dela tremer com minhas carícias atrapalhadas. Empurrei um pouco o dedo e os lábios dela começaram a envolver ele, o calor e a umidade da xota dela me invadiram. Meu pau cresceu e senti que ia gozar. Procurei na parte de baixo da racha dela e ali os fluidos brotavam como uma torrente, sem dúvida aquilo excitava ela mais que a própria mão dela.

Com dezessete anos, eu ainda não tinha nunca tinha transado com uma mina, mas já tinha visto um monte de pornô com a galera e sabia que o clitóris dela tinha que estar na parte de cima daquela fonte. Deslizei meu dedo por toda a rachadura dela até chegar no clitóris inchado. Senti o corpo dela dar um tranco quando meu dedo passou num toque suave por toda a extensão. Apertei um pouco e fui de baixo pra cima, até chegar na pontinha e fazendo círculos em cima dele, os quadris daquela coroa começaram a se mexer automaticamente, como se ela estivesse dando.

Virei a cabeça e procurei com meus lábios o mamilo da teta que tava colado na minha cara. Não demorei pra achar, duro, endurecido esperando minhas carícias. Mordisquei ele de leve com meus lábios por cima do pano.

Ouvi pela primeira vez um gemido dela e a mão dela se apoiou na minha cabeça, empurrando contra ela, fazendo eu me levantar um pouco e me posicionar mais em cima dela pra brincar com as tetas dela com minha boca.

Meu dedo brincava com o clitóris dela e acariciava de todos os jeitos que eu conseguia pensar. Eu tava quase em cima. O tempo todo eu tinha estado num sonho e não conseguia ver direito aquela mulher, queria ver o corpo dela. Mesmo sendo um sonho e já tendo tido alguns antes, aquele era mais real que os outros e eu queria aproveitar… Queria ver o corpo da minha tia, queria ver como ela curtia minhas carícias naquele sonho.

Abri meus olhos sonolentos naquele sonho excitante. Na minha frente tinha uma teta linda com um mamilo escuro de auréola pequena. Aquilo me chamou a atenção, porque de tarde a gente tinha visto minha tia pelada e uma das coisas que mais chamava a atenção nela, principalmente pra três paus, eram as auréolas grandes das tetas dela. Mas fazer o quê, aquilo era meu sonho e eu tava chupando as tetas do meu jeito.

Meus dedos continuavam brincando na buceta cada vez mais molhada dela e o corpo dela não parava de se mexer. O mamilo dela se contorcia com as mordidas e chupadas que minha boca dava. Ela tinha tirado as duas peitos pra oferecer pro sobrinho dela.

Meu pau não cabia dentro da minha cueca, não tinha espaço e ficava aparecendo um pouco por cima da roupa. Enfiei meu dedo na buceta dela e senti a maciez e o calor da xota dela.

Não aguentei mais, tirei a mão da calcinha dela e me coloquei por cima dela. Sentia as pernas dela me rodeando, se levantaram enquanto minhas mãos agarravam os peitos dela e minha boca lambia e chupava. O corpo dela se mexia e eu precisava esfregar meu pau nela. Me arqueei um pouco até que ela pudesse sentir meu pau grosso contra a racha dela. Só a calcinha e a cueca impediam que nossas xotas tivessem contato direto, mas aquilo já era suficiente pra deixar meu pau pronto pra soltar o leite e ainda mais quando as cadeiras dela fizeram meu pau apertar o clitóris dela, provocando um orgasmo enorme que ela mostrava com gemidos e movimentos descontrolados do corpo.

Soltei os peitos dela e queria ver como a cara dela mostrava o prazer que tava sentindo. Aquele era o melhor sonho da minha vida! Se fosse real! Me mexi pra que nossas xotas curtissem o momento e ela tinha o rosto virado pra um lado, aquela cara que sempre que ela se maquiava parecia a de uma puta pronta pra ser fodida e que me inspirou muitas punhetas, naquela noite sonhar com ela faria eu gozar como nunca. Agarrei o cabelo dela e forcei bruscamente pra ela me olhar.

Por um momento fiquei petrificado. Aquela mulher era minha mãe. A cara linda dela me olhava e nós dois estávamos numa espécie de confusão e excitação, sem saber o que fazer. Agora eu tava acordado e tava por cima da minha mãe, esfregando meu pau na buceta dela. Os peitos dela estavam em contato com meu peito. Aquilo não tinha sido um sonho, eu tinha masturbado minha mãe pensando que sonhava com minha tia.

Nós nos olhávamos fixamente nos olhos sem dizer nada. O prazer que meu pau sentia ao estar em contato com minha mãe foi tremendo e timidamente comecei a me mexer por cima dela. Ela ficava parada, sem saber o que fazer. Meu O pau endurecido apertava o clitóris dela. As mãos dela se apoiaram na minha bunda, que ficava mais dura a cada estocada que eu dava na minha mãe. Os olhos dela se fecharam e a boca se abriu para continuar soltando gemidos de prazer.

Enquanto uma mão continuava acariciando minha bunda, a outra foi para o meu pescoço e me forçou a deitar completamente em cima dela. Minha boca estava no pescoço dela, a boca dela ofegava e gemia perto da minha orelha. Minha mãe estava gozando comigo! Meu pau não aguentou mais e eu senti meu gozo escorrendo entre nossos corpos sem parar de me mexer, gemendo os dois como animais. Levantei a cabeça e beijei ela de leve nos lábios.

Fiquei deitado em cima dela, sentindo os carinhos e as últimas contrações do meu pau, que murchava e soltava o pouco de gozo que ainda tinha dentro de mim. Deitei do lado dela e nenhum de nós falava nada, ficamos quietos por um bom tempo, encharcados nos nossos fluidos, suados de prazer… A gente tinha cometido uma espécie de incesto e os dois tinham gozado como nunca.

Ela se mexeu finalmente e pegou um lenço umedecido na gaveta e começou a me limpar. Tirou minha cueca e passou a mão para limpar meu corpo. Agarrou meu pau com uma mão e foi limpando ele por todos os lados. Meu pinto excitou com o contato da mão da minha mãe e começou a crescer de novo.

— Calma, filho! — Ela disse enquanto me dava um beijo doce na boca. — Amanhã a gente conversa sobre o que aconteceu… Mas não conta pra ninguém, nem pros seus amigos.

Ela se virou e tirou a calcinha para se limpar. Eu olhava, admirava o corpo gostoso dela e depois ela vestiu outra limpa e foi dormir enquanto eu ficava pelado do lado dela. Levantei e fui pro meu quarto me vestir e dormir sozinho. Fiquei pensando no que tinha acontecido até o sono me vencer de vez.



Continua...


Hormônios em Ebulição [Capítulo 2]




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Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Vizinha Gostosa 1-2-3-4-5-6-7.



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7 comentários - Hormônios em Ebulição [Capítulo 1]

Deseando ver la continuación. 😀 te dejé mis 10. 😀
El fin de semana publicare la 2° parte.
Grx. por pasar. 😉