Minha primeira mulher, minha irmã
Minha primeira mulher, minha irmã
A história do início sexual e i****tuoso de um jovem com sua irmã mais velha.
Da Argentina para o mundo.
A fase da adolescência gera dúvidas, inquietações e perguntas para qualquer garoto nessa idade. Foi uma mudança que comecei a viver a partir dos treze anos, quando despertou em mim aquela curiosidade de saber sobre o sexo oposto.
Minha família é uma das conhecidas como "família tradicional", composta por pai, mãe, minha irmã, com quem tenho uma diferença de 12 anos de idade, e eu.
Somos uma família de classe média. Meu pai trabalha no escritório de manhã e à tarde. Minha mãe cuida da casa, deixa tudo em ordem, limpo e arrumado. Minha irmã, que se deu mal em relacionamentos anteriores, só vive para o trabalho. Por último, eu, que me dedico apenas aos estudos.
Naquela fase da puberdade, minhas inquietações eram saciadas só vendo pornografia na internet, porque, embora tivesse ficado com algumas garotas, nunca tinha conseguido transar, nem sequer ver uma pelada. Os anos passaram, e eu continuei virgem. Era algo que me preocupava, já que todos meus amigos e conhecidos já tinham transado, alguns até com mais de uma mina, e eu ainda nada.
Quando fiz 16 anos, minha vida sexual mudou completamente. Não, não perdi a virgindade, mas começou a crescer em mim um sentimento meio estranho, que às vezes me corroía de culpa, mas que me excitava pra caralho.
Num certo domingo, minha mãe me mandou acordar minha irmã para o almoço. Era umas 13h quando subi as escadas rumo ao quarto dela, viajando na minha, pensando sei lá no quê. Entrei no quarto e vi ela esticada na cama, de barriga pra cima, dormindo profundamente. Não sei por que naquele instante olhei ao redor do quarto, e quando fixei o olhar nela, percebi que estava dormindo meio descoberta, por causa do calor do verão, suponho. Passei os olhos pelo corpo dela. seu corpo, dos pés pra cima, eu parei num ponto. Sim, cê pode imaginar, a calcinha dela se mexeu de lugar, e deixou uma parte da buceta dela descoberta, e pra mim, aquilo era algo novo, nunca tinha visto uma de verdade.
Senti um monte de coisa naquele momento, desde um frio que subiu pelas minhas costas até pensamentos tipo “que perdedor eu sou”.
Mas também foi aí que começou, a partir dali eu mudei e talvez não tenha sido bom, mas a da minha irmã tinha sido a primeira pussy que eu vi. Aliás, fiquei muito excitado com o que vi, pareceu uma eternidade mas só devem ter sido segundos, porque ela acordou e me perguntou o que eu tava fazendo no quarto dela, aí eu respondi que tinha vindo acordar ela pro almoço. Saí de lá, ainda com a imagem na minha cabeça, não conseguia parar de pensar naquilo, e minha calça sabia, porque era impossível disfarçar a ereção que eu tentava esconder sem sucesso. Desci pra almoçar, quase sem falar nada na frente da minha família, a única coisa que eu queria era terminar rápido pra poder ir pro meu quarto bater uma. Sim, eu sei, sou um degenerado, foi assim que me senti quando percebi o que queria fazer, bater uma pensando no que vi. Finalmente terminei de almoçar, e saí rápido pro meu quarto, fechei a porta, me joguei na cama, e fechei os olhos. Minha imaginação voava, mas a protagonista era sempre a mesma, minha irmã.
Comecei a me masturbar, e cada vez imaginando mais e mais coisas, mais e mais dela, passei vários minutos até chegar no orgasmo. Foi descomunal, nunca tinha sentido tanto prazer, tanto que mesmo depois de gozar, eu ainda tava excitado. Mas minha mente me dizia outra coisa, “cara, para, não pode, é sua irmã”. Isso me atormentou por um tempo, não sabia com que cara olhar pra ela quando descesse do meu quarto. Então decidi ficar trancado pelo resto da tarde, liguei o computador e comecei a jogar paciência enquanto ouvia música e pensava no que tinha acontecido há pouco tempo.
Quase entrando as Noite, e ainda sem sair do meu quarto, pensei em pesquisar na internet algo que me parecia estranho e que nunca tinha me ocorrido antes: sexo entre irmãos. Quando pesquisei, me surpreendi, era mais comum do que eu imaginava, e os resultados foram muitos, desde vídeos pornográficos, fotos, filmes, relatos, até quadrinhos sobre o assunto. Quase desesperadamente, comecei a baixar tudo que encontrava, e ao ver tanta coisa, minha mente já pervertida começou a querer mais. Novamente uma excitação percorreu meu interior, dessa vez, sem sentir aquela culpa que senti horas antes. Assisti apenas um vídeo e não aguentei mais, senti a necessidade de me masturbar, então desenfreadamente comecei a fazer isso. De novo, e pela segunda vez no dia, um orgasmo descomunal. Rapidamente me arrumei ao ouvir os passos na escada, não tinha percebido, mas era hora do jantar e com certeza alguém tinha subido para me chamar. Era o pai, de fato o jantar estava pronto, então desci, e como se fosse obra do próprio capeta, dois degraus antes de chegar no andar, a vejo, estava ali, meio abaixada procurando uns papéis no móvel, e eu, de cima e a uma curta distância, tinha uma bela visão.
Pela primeira vez, olhei para minha irmã com olhos de homem, e pra ser sincero, ela tem uma bunda linda pra caralho e eu nem percebia. Me fiz de desligado e passei do lado dela, fui pra sala de jantar e sentei na mesa ainda pensando naquela bunda saliente.
Os dias passaram, e eu continuava pensando, imaginando e todo tipo de coisa relacionada a sexo, mas foi só num sábado, quase duas semanas depois do que aconteceu na primeira vez, que me toquei que minha irmã me deixava excitado demais. Entrei no banho, perto da meia-noite, e ali num cantinho do banheiro, tinha uma calcinha jogada, não era a primeira vez que via uma ali largada, mas foi a primeira vez que peguei pra olhar, e sim, era da minha irmã. Percebi que era dela primeiro porque era uma fio dental, e segundo porque tinha estampada uma imagem meio infantil, mesmo ela sendo 12 anos mais velha que eu, sempre gostou de coisas de criança. Quando peguei a calcinha dela no chão, olhei pra ela, e instintivamente, sem saber por quê, levei ao meu nariz pra cheirar, acho. Quando fiz isso, minha excitação foi aumentando, e já sabia que no banho ia ter que acalmar o monstro que tava em mim. Deixei ela exatamente como encontrei, entrei no chuveiro e me masturbei, sim, de novo.
Saí do banheiro, me troquei, e bateu uma sede, tava indo pra cozinha pegar algo gelado, quando tava no corredor, vi a luz do quarto dela acesa, então entrei, e lá estava ela. Ela me pergunta "o que você tá fazendo, guria?" e eu falei nada, tô aqui, e você? Vai sair?. E ela disse que sim, que ia sair com as amigas porque era aniversário de uma delas. Olhei pra ela e, assim vestida como estava, falei que ela tava muito gostosa, e ela só deu um sorriso e agradeceu. Passaram 15 minutos depois disso, e meus pais avisaram que iam sair por um tempo. Na hora pensei, "fico sozinho", e meio ansioso pra todo mundo ir embora, fui pro meu quarto continuar vendo o que tinha baixado da internet dias atrás. Todo mundo foi embora, e eu, excitado de novo, continuei vendo vídeos de sexo entre irmãos. Chegou uma hora que não aguentei mais, minha mão já tava doendo, então parei um pouco na masturbação. Pensei em deitar na cama e talvez com uma posição mais confortável conseguisse gozar, e foi assim, só que dessa vez, me sujei bastante e tive que ir no banheiro me limpar. Já aliviado, e com muito calor, voltei a pegar água na cozinha, e de novo, ao passar pelo quarto dela, vi a luz acesa, me assustei porque pensei que ela já tinha saído e entrei. Não tava ninguém, ela só tinha esquecido de apagar a luz quando foi embora, já ia saindo quando algo dentro de mim me fez voltar pro quarto dela.
Fiquei olhando tudo, a cama dela, o criado-mudo, o armário, e tudo que tinha no quarto. Comecei a procurar sem saber o quê, até que achei uma gaveta onde ela guarda a roupa íntima, peguei uma Primeiro, coloquei todas as calcinhas dela em cima da cama e fiquei olhando. Percebi que eram todas tangas e fio-dental, e muito sexy, por sinal. Quando devolvi pra gaveta, olhei pro lado e tinha outra no chão. Peguei e olhei, era preta, e por dentro tinha umas manchinhas brancas e amareladas. Aí lembrei de um vídeo que tinha visto onde a garota se masturba e suja a calcinha, e pensei: minha irmã também se masturba. Mesmo sendo algo natural, nunca tinha pensado nisso, e achei muito excitante imaginar ela se tocando. Acho que naquele momento perdi a consciência, porque, quando me dei conta, estava me masturbando na cama da minha irmã com a calcinha suja dela na mão. Quando retomei o controle dos meus pensamentos, deixei tudo como estava e fui pro meu quarto dormir e pensar no que fiz. Sentimentos de culpa e vergonha tomaram conta de mim, sabia que o que fiz era errado e que era pior ainda ter pensamentos sexuais pela minha irmã. Não foi a educação que meus pais me deram. Mas, no fundo, não tem nada mais proibido que o i****to, nada mais único que isso. E me excitava muito que minha irmã fosse tão gostosa, que usasse calcinha tão sexy e que, além disso, fosse punheteira, igual a mim.
Os dias foram passando, e minha irmã tomou conta da minha mente, deixando o resto dos meus pensamentos sexuais de lado. Já não procurava na internet vídeos de minas gostosas nem de posições estranhas, só procurava vídeos de sexo entre irmãos. Ela tinha virado minha fantasia, a mais pervertida, a mais suja, e a que eu mais curtia.
O domingo passou e a segunda-feira chegou. Estranhei ver que minha irmã não trabalhou naquele dia, então, quando perguntei, ela disse que tinha 3 semanas de férias. Meus pensamentos foram dois: primeiro, que quase não teria chance de ir no quarto dela atrás de novas provas das punhetas dela pra fazer o mesmo, e segundo, também fiquei meio feliz porque poderia vê-la por mais tempo. casa e assim quem sabe eu alimente minha visão com alguma distração e consiga ver algo interessante. Durante uma semana inteira, convivi muito com ela, longas conversas, saídas pra caminhar e até tomar sorvete, também era algo sagrado das tardes, sentar lá fora na sombra, tomar uns mates e rir de qualquer besteira. Embora tenha sido pouco tempo, aprendi mais sobre ela do que em anos, aprendi sobre os gostos dela, o que ela curte e o que não curte, ela me contou histórias que eu nem sabia, o bom, o ruim, e tudo de importante que tinha acontecido na vida dela. Era como conhecer uma pessoa nova, e percebi que não conhecia nada dela. Criamos uma intimidade que não tínhamos antes, nos apegamos, e talvez, por mais estranho que pareça, viramos amigos naquele tempinho.
Uma noite das mais quentes, não conseguia dormir, e era umas 3 da manhã. Acordei todo suado por causa do calor, então resolvi tomar um banho pra me refrescar. Quando terminei, desci pra sala pra ver TV, quem sabe pegava algum filme bom e ficava assistindo. Masoquista e tudo, preparei o mate, me joguei no sofá e liguei a TV. Tinha encontrado um pornô no canal e comecei a ver, quando ouço alguém descendo as escadas e mudo de canal rapidão, olhei de canto, e na minha frente, era ela.
_Que que cê tá fazendo acordado, brotinho? – Ela
_Não consigo dormir por causa do calor – Eu
_É, já sei, e com a bagunça que cê fez no banheiro me acordou. – Ela
_Bom, me desculpa! Quer um mate? – Eu
_Dá um aí, não tem nada na TV? – Ela
_Não sei, liguei a TV e deixei nesse canal, nem reparei. – Eu
_Me passa o controle, vamo ver se tem um pornô! Kkkk. – Ela
_Ei? Um pornô? Pra que cê quer isso? Kkkk. – Eu
_Fala sério, me engana que eu gosto! Cê deve ser um punheteiro daqueles, hein. – Ela
_A verdade é que não, prefiro minas de corpo natural, essas dos filmes são tudo plástico. –
_Mmmm, tá, vou fingir que acredito. Mas isso não quer dizer que cê não bate uma!! – Ela
_Ah, claro, mas quando faço, não é vendo porno. – Eu
_Alguma vez sua mãe ou seu pai te pegaram se tocando? – Ela
_Não, nunca, sou discreto pra essas coisas e seria um puta clima ruim se me vissem, então tomo cuidado. – Eu
_Comigo, quando era pequena, quase fui pega pela minha mãe, foi uma vergonha danada. Ela não falou nada, mas percebeu que eu tava me masturbando. – Ela
_Quando você era pequena, fazia isso com frequência? – Eu
_Sim, como toda garota naquela idade. E desde que me separei do meu parceiro, voltei a fazer isso hahaha. – Ela
_Hahaha, por que você tá me contando isso? – Eu
_Quê? Te incomoda? Achei que a gente tinha intimidade…
_Não, não me incomoda nada, só acho estranho minha irmã me contar essas coisas. – Eu
_Sei lá, meu bem, a gente conversou muito esses dias, mas sobre sexo não. – Ela
_É, pode ser. Mas não é que me incomode, só é estranho falar disso com você. – Eu
_Bom, prometo que não toco mais no assunto! – Ela
_Nãooo, sem problemas! Pra você pegar intimidade comigo nisso e não rolar nada! – Eu
_Bom, espero que sim! Mas vamos continuar a conversa amanhã, porque me deu sono de novo! – Ela
_Vai dormir então, eu vou ficar mais um pouco. – Eu
_Nãoo, vai dormir você também! Senão amanhã você acorda tarde e a gente não vai se ver o dia inteiro, com certeza. – Ela
_Bom, então vamos. – Eu
Desligamos a TV, arrumamos um pouco a bagunça que fizemos, e subimos. Um beijinho de despedida, e cada um foi dormir no seu quarto. Quando me deitei, comecei a pensar. Não consegui evitar a excitação ao lembrar da conversa, e ainda mais, ouvir da própria boca a confirmação de que ela é tão punheteira quanto eu, me excitou pra caralho. De novo me masturbei, pra não perder o costume. Mais uma e já era…
No outro dia, acordei perto das 2 da tarde e com muita vontade de ver minha irmã. Foi a primeira coisa que pensei assim que abri os olhos. Levei um susto quando não a vi em casa, e perguntei pra mãe onde ela estava, ela respondeu que tinha saído com as amigas pra aproveitar a tarde bonita e ir pro rio. Me senti meio traído, mesmo não tendo motivo, mas aquele Sentimento, senti. Pensei e achei lógica, faltavam poucos dias de férias pra ela, então devia aproveitar ao máximo. Afinal, é melhor planejar ir com as amigas pro rio do que passar a tarde comigo em casa.
Eu fiz o mesmo, aproveitei pra sair um pouco e me distrair, parar de pensar um instante em sexo e na minha irmã. Fui ver uns amigos que não via há um tempão, e isso me ocupou a tarde toda e parte da noite, já que voltei pra casa perto das 2 da manhã, quando todo mundo já tava dormindo. Deve ter passado pouco mais de uma hora, quando minha irmã chegou em casa. Ajudei ela a trazer as coisas dela, que ela tinha levado várias, aliás, e arrumar no quarto dela. Parece que ela lembrou de mim, e me disse que, como recompensa por ter ido embora e não cumprir de passar a tarde comigo, ia me dar uns mates bem gostosos enquanto me contava como foi com as amigas. Foi assim, enquanto mateávamos, conversamos, e nisso, ela me mostrou como queimou as costas com o sol, então me pediu pra pegar o creme que temos em casa pra queimadura, já que tinha esquecido de levar, e assim eu passava nas costas dela, porque senão, não ia conseguir dormir.
Com as pernas quase tremendo, comecei a procurar a bendita crema. Quando voltei pra cozinha onde estávamos, ela já estava deitada sobre a mesa, sem camiseta e sem sutiã, com as costas lisas completamente no ar. Levei uns instantes pra observar ela, e perguntei: "por onde começo?" Aí ela respondeu pra eu colocar um pouquinho de creme no centro e começar devagar a espalhar pelas costas. Fiz isso, e quase como se fosse natural em mim, dei uma massagem nela que ela classificou como excelente, tanto que conseguiu relaxar e não doeu quando toquei nas partes queimadas pelo sol. Depois de uns minutos, terminei meu trabalho, ela vestiu a camiseta e me agradeceu. Me prometeu que no dia seguinte passaria a tarde toda comigo e que queria ir dormir porque tava muito cansada.
O último favor que ela me pediu foi: "me dá uma carona nas costas porque minhas costas tão doendo. as pernas pra andar e não aguento mais, dá uma força, por favor”. Encantado, falei, beleza, te levo. Ela subiu nas minhas costas e eu segurei ela quase pela bunda, aproveitei. Levei ela meio que aos trancos e barrancos e deixei no quarto dela. Ela me agradeceu, me deu um beijo daqueles que estalam. E fui dormir. Eu também fiz o mesmo, amanhã seria um dia foda pra mim. Adormeci com o pau na mão, queria bater uma mas não consegui, o sono me venceu.
No outro dia, uma coisa estranha aconteceu. Alguém me acordou aos gritos, quando consegui acordar de vez, era ela, com o termo e o mate, tinha vindo me acordar com uns mates deliciosos. Melhor jeito de começar o dia não tem. Foi assim, uma surpresa linda que alegrou meu dia desde cedo, quase meio-dia. Terminamos o mate, e ela falou, “me dá um espaço que tô com preguiça”, então me afastei cedendo lugar e ela deitou comigo, continuamos conversando por um tempo até que minha mãe veio nos chamar pro almoço, e até ela se surpreendeu ao nos ver, disse “o que vocês tão fazendo deitados assim? Levanta, vagabundos!”. A gente caiu na risada os três, foi uma cena engraçada. Depois do almoço, sentamos pra ver TV e continuar falando besteira, como de costume. Daí a pouco, saímos pra caminhar e tomar um sorvete de sobremesa. Um detalhe importante, o caminho todo até a sorveteria, ela me segurou pela mão como se fosse minha namorada. Até se agarrou no meu braço, e assim fomos o trajeto inteiro. Nisso, ela me propôs sair uma noite pra balada, se é que eu não tinha vergonha de sair com ela, que argumento mais besta, pelo amor de Deus! Claro que aceitei, e no sábado seguinte saímos.
Realmente ela estava muito bem arrumada e bem gostosa pra falar a verdade. Assim que vi ela, não consegui evitar uma ereção. Pra piorar, a cada 5 minutos ela ia no meu quarto me perguntar se ficava melhor com uma roupa ou outra. E isso me deixava louco. O melhor foi quando ela vestiu um vestidinho vermelho, foi e me mostrou, e perguntou se marcava muito a calcinha, dando uma voltinha e mostrando a bunda. Esse Foi meu ponto crítico, já tava pensando com a cabeça de baixo e não com a de cima. Falei pra ela, "se um pouquinho tá marcando", e ela respondeu, "já volto". Apareceu de novo e com a mesma roupa. Perguntou a mesma coisa de novo, e dessa vez não tava marcando. Rindo, ela diz: "coloquei um fio dental, por isso não marca agora, mas tô desconfortável", e me perguntou o que fazer, se ficava com aquela roupa ou se trocava. Falei: "bota o que você mais gostar e que te deixar confortável". Ela, meio brava, falou: "ahh, te pergunto pra saber se tô bem vestida e bonita e você manda eu escolher?" num tom de reclamação. Falei: "se fosse por mim, vai assim que você tá maravilhosa". Ela sorriu e disse: "então vou assim, mas você vai ter que me cuidar e me defender na balada porque os caras ficam bravos com as minas". Se ela soubesse que o mais bravo sou eu...
Chegamos na balada, passamos uma noite divertida e gostosa, bebemos um pouco, dançamos, e se o ditado diz "mais chato que dançar com a irmã", pra mim não foi nada disso, muito pelo contrário, adorei, e mesmo sendo irmãos, ela não teve vergonha de reboladar a raba quando a música pedia, nem teve pudor de colar o corpo no meu. Resultado: uma noite excelente, e eu de pau duro, como era de esperar. Ficou tarde e tínhamos que voltar pra casa, os dois meio altos da farra e do álcool. Pegamos um táxi na saída da balada e fomos direto pra casa. No caminho, ela pediu pra parar o táxi porque tava com vontade de vomitar por causa da bebida. Isso era um sinal, e mesmo ainda meio consciente, ela disse em tom de brincadeira: "melhor vomitar na rua do que em casa com pai e mãe acordados". Nós dois caímos na risada. Chegamos em casa e senti alívio, só queria deitar e dormir, tinha sido uma noite longa e eu também não tava me sentindo bem, acho que o álcool me pegou um pouco.
Quando chegou no quarto dela, ela pegou na minha mão e pediu pra eu ajudá-la a deitar, não aguentava mais, e eu também não. Decidi ajudar ela. Ela se jogou na cama como se estivesse morta. Comecei tirando os saltos dela, e depois disso, perguntei se ela ia vestir algum pijama pra dormir. Ela só respondeu um fraco "não". Do jeito que deu, tirei o vestido vermelho que fica tão lindo naquele corpinho divino que ela tem. Ela ficou ali, e pra minha surpresa, não tava usando fio dental como tinha me dito antes; na real, ela não tava usando calcinha nenhuma. Meu coração começou a bater mais forte, tava diante dos meus olhos minha irmã completamente pelada, e isso, pra mim, tirou até a bebedeira que eu tava. Num ato reflexo, só consegui pensar numa coisa: pegar uma calcinha fio dental e uma camiseta pra vestir nela e deitar ela. Fiz isso, vesti ela e deitei. Quando já ia embora, ela falou de novo: "Pimpolho, não vai não, deita comigo aqui." Não hesitei, deitei com ela. Com medo, porque minha ereção tava grande e ainda mais sem jeans, a cueca fazia aquela parte do meu corpo se destacar. Apaguei a luz e entrei na cama dela. Ela me abraçou como se eu fosse um ursinho de pelúcia e dormiu. Eu também.
Lá pras 7 da tarde, acordamos, primeiro ela e depois eu. A gente mal lembrava da noite anterior, mas minha irmã me agradeceu por ter trazido ela em casa sã e salva, por ter deitado ela e trocado a roupa, e por ter dormido com ela. Parece que disso ela lembrava! A gente conversou um pouco na cama e levantamos, os dois com fome, e decidimos ir comer alguma coisa. Quando percebemos que não tinha ninguém em casa, o que achamos estranho porque nossos pais sempre avisam se saem, resolvemos ligar pra eles no celular. Ela falou com o papai, e ele explicou que de manhã cedo tinham recebido a notícia de que um tio dele tinha sofrido um acidente e que a família toda tava no hospital, mas que a mamãe ia vir fazer a janta pra gente e depois voltava com ele pra acompanhar.
A gente ficou um tempinho a sós, parece que não viram que dormimos juntos, ainda bem. Com minha irmã, a gente se revezou no banho, os dois Precisávamos, então primeiro fui eu, e depois ela, e nisso a mamãe chegou pra preparar o jantar. Mal provou um pedaço e rapidamente foi acompanhar o papai. Depois de jantar, minha irmã me disse que ia sair um instante. Ia na casa de uma amiga buscar umas coisas que esqueceu depois da viagem e voltava logo. Mal ela saiu, fui que nem um raio pro quarto dela, precisava de uma calcinha fio dental dela pra poder me masturbar e acalmar um pouco a excitação que tava comigo desde que acordei. Fiz isso, entrei, procurei aquela fio dental branca que tanto me esquentava, e me joguei na cama dela rapidinho pra bater uma. Algo inesperado pra mim ia acontecer.
Minha irmã tinha esquecido o celular dela, e voltou pra pegar. Quando viu que a luz do quarto dela tava acesa, entrou, e da porta, chocada, olhava o espetáculo que o irmãozinho mais novo tava dando, batendo uma sem vergonha e cheirando uma calcinha da própria irmã. Eu, sem perceber a presença dela, continuei na minha, até que alguém apagou a luz e, de um pulo, guardei tudo no lugar. Tremendo, quis me levantar pra ver quem tava em casa naquele momento. Quando consegui me erguer, senti uma presença e um perfume muito familiar. Tava ferrado, minha irmã tinha me visto fazendo algo terrível. De repente, a luz acende e ela entra, com o olhar baixo e meio triste, me pergunta: "O que cê tá fazendo?"
_Me perdoa, por favor! – Eu
_Isso é nojento o que cê faz! – Ela
_Eu sei, por isso tô pedindo desculpas! – Eu
_Você se masturbar é normal, mas cheirando minha roupa íntima? – Ela
_Me cai a cara de vergonha, mas suas calcinhas me esquentam! – Eu
_O que elas têm de quente? São um pedaço de pano, só, não vejo graça nenhuma. – Ela
_Eu sei, mas gosto de como ficam em você. – Eu
_Ainda por cima isso? Cê gosta de como ficam em mim? – Ela
_Me perdoa, eu sou um punheteiro, já sei. Me entende, sou virgem.. – Eu
_Quê? Virgem? Não acredito! – Ela
_Tô falando sério, e faz um tempo já.. Você me excita muito. – Eu
_Chega, por favor! Não fala besteira! Vai embora e me deixa sozinha. Amanhã a gente conversa. – Ela
_Me perdoa, por favor, juro que nunca mais vou fazer isso de novo! – Eu
_Falei que amanhã a gente conversa, agora me deixa sozinha, por favor. – Ela
Depois desse breve diálogo, fui pro meu quarto. Meu coração tava batendo muito forte, eu tava com um monte de sensações, medo, terror, pena, raiva, culpa, e mais um monte. Consegui dormir, mas horas depois acordei quando meu celular tocou por causa de uma mensagem de texto. Meio assustado, pensando que eram meus pais que tavam no hospital, li a mensagem. Mas me enganei, não era eles, era minha irmã perguntando se eu tinha dormido. Pensei na resposta por um segundo e respondi: "Não consigo dormir." Na hora ela mandou outra, dizendo: "Vem aqui que quero conversar." Rápido pra caralho, saí do meu quarto pra ir pro dela, do jeito que tava, só de cueca preta. Entrei, e ela tava lá, sentada na cama, ainda vestida como há um tempão. Ela falou: "Fecha a porta que os velhos tão dormindo, e senta."
Fiz o que ela pediu, e ainda tremendo, sentei e olhei bem pra ela pra ouvir o que ia dizer.
_Sobre o que rolou essa noite, fiquei pensando. E não é tão trágico o que você fez. Entendo que na sua idade você deve tar na pira, e se você é virgem como diz, mais ainda. Eu também me masturbo, não pense que não. É uma coisa natural que acontece com a gente. Só que me deu raiva você usar minha roupa íntima. – Ela
_Entendo sua raiva, e peço desculpas. Não faço mais, sério! – Eu
_Só porque você gosta das minhas calcinhas, você usa elas pra se masturbar? – Ela
_Não, na verdade não. Até gosto delas, mas achei algumas sujas e com um cheiro gostoso, isso me motiva mais e por isso uso elas pra bater uma. – Eu
_Tava achando que era isso. Percebi, não sou burra, às vezes você deixa minha roupa íntima em outro lugar onde eu nunca deixo. E quase sempre são as que tão sujas. – Ela
_É porque quando tão sujas, fica um cheiro gostoso pra mim, sei que é nojento pra você, mas é Isso me deixa louco. – Eu
_Sério mesmo? Não tá me zoando? – Ela
_Não, não tô te zoando, é verdade.. Já sei, sou um degenerado de merda! – Eu
_Não se sente assim, nesse caso eu também sou uma degenerada porque me masturbando e sujando minha calcinha, quando percebi que alguém via e usava pra algo, não parei. Algo dentro de mim que me excitava, dizia que eu tinha que fazer mais vezes, então, as últimas que você usou pra se masturbar, foram deixadas lá de propósito! – Ela
_Sério mesmo? Não, você tá tirando uma com a minha cara!!!! – Eu
_Não, não tô te zoando. Fiz inconscientemente, não tinha certeza se era você ou o papai. – Ela
_Papai? Por que ele? Seria mais lógico você pensar em mim pra isso. – Eu
_Sim, algo dentro de mim dizia que era você. – Ela
_Então é verdade, você se masturbava de propósito pra eu fazer também. – Eu
_Hahaha, sim, algo assim. Usei você de certa forma pra me dar prazer. – Ela
_Mas você tava brava. – Eu
_No começo sim, porque não quis ver a verdade. – Ela
_Que verdade você diz? – Eu
_Que me excita me sentir desejada por um cara que, pra completar, é meu irmão. – Ela
_Te conto um segredo? – Eu
_Fala aí, me conta… – Ela
_Tô com o pau duro pra caralho!!! – Eu
_Hahaha e então se masturba, já que te interrompi antes, termina agora. – Ela
_Beleza, então… mas vou pro meu quarto! – Eu
_Não, bobão, e eu não vejo? Fala sério, vai, bate uma aqui enquanto eu te olho. – Ela
_Nada, tenho vergonha de você me ver… – Eu
_Te proponho uma coisa, a gente se masturba junto, que tal? – Ela
_Hmm, tá bom, aí sim. – Eu
_Olha, a gente faz isso, e morre aqui, hein. Nem pense em contar porque nos matam os dois! – Ela
_Como vou contar uma parada dessas? Cê é louca, nem fodendo que conto. – Eu
_Beleza, quer que eu tire a tanga pra você ver bem? Ou deixo ela, gozo em cima, e já fica pra você bater mais uma depois sozinho… – Ela
_Não, tira! Quero te ver bem, depois bate uma e deixa a tanga suja no meu quarto. – Eu
Ela sentou numa ponta da cama, tirou a tanga e deixou à mostra a buceta linda dela, totalmente depilada, e com os lábios meio úmidos dava pra notar. Eu, deitei na outra ponta da cama, olhando pra ela, tirei minha cueca boxer, deixando meu pau duro livre. Quase ao mesmo tempo, começamos os dois a nos masturbar enquanto nos olhávamos um pro outro. Foi algo incrível, estar ali, batendo punheta, na frente da minha irmã, e ela fazendo o mesmo comigo. Ela mexia os dedos com tanta sutileza que me enlouquecia. Dava pra ver como a buceta dela se dilatava cada vez mais, e o fluxo começava a sair. Eu ouvia o barulho dos dedos molhados dela se movendo de cima pra baixo na buceta dela, com os olhares fixos e cara de tesão, continuamos assim por um bom tempo sem dizer uma palavra.
O silêncio só era quebrado pelas nossas respirações pesadas e algum gemidinho dela de vez em quando. Não sei exatamente quanto tempo passou, não sei se foram minutos, horas, dias, semanas ou meses, mas pareceu interminável e eu tava adorando. Pensei que eu ia gozar primeiro, mas não. Foi ela.. e com o orgasmo dela, ao ver como ela se contorcia na cama mas não largava os dedos, me excitou demais. Vi os joelhos dela tremerem e, quase de joelhos na cama, ela continuava enfiando os dedos cada vez mais fundo. Não aguentei, e gozei como nunca antes, o jato de porra chegou até o braço direito dela, com o qual ela se masturbava.
Terminamos, ficamos exaustos na cama, e nós dois nos olhando com um sorriso safado que entregava o que a gente tinha feito. Ela quebrou o silêncio dizendo:
_ Linda punheta, brotinho! Fazia tempo que não tinha um orgasmo assim. – Ela
_ Adorei, valeu! Não acredito que tenho uma irmã assim.. – Eu
_ Assim como? Punheteira? puta? i****tuosa? Pervertida? – Ela
_ Isso tudo, sim, hahaha. – Eu
_ E eu adoro ter um irmãozinho mais novo, tão degenerado, sujo, pervertido, masturbador, i****tuoso. – Ela
_Acho que a gente tá passando do limite, né? – Eu
_Que medo você tem? Se a gente fizer direito, isso fica entre você e eu, e ninguém fica sabendo. – Ela
_Cê tá afim de continuar fazendo isso? – Eu
_Por enquanto, só umas bronhas compartilhadas, igual agora. Quem sabe um dia eu te faço estrear, se você não fizer isso com alguma puta antes… – Ela
_Ia adorar estrear com você. Se você me prometer que um dia me faz estrear, juro que não encosto em nenhuma outra garota. – Eu
_Sério que você faria isso pra transar comigo na primeira vez? – Ela
_Sim, faria isso e tudo que você pedir, tudo que você quiser, eu cumpro! – Eu
_Epa, isso eu gostei… Mas olha que eu sou muito pervertida, hein… pode bater qualquer loucura e não sei se você topa… – Ela
_Como assim? Que tipo de coisa, por exemplo? – Eu
_Imagina, agora por exemplo, mamãe e papai tão dormindo, foram deitar faz pouco, então devem tar com o sono bem pesado… eu te levaria até a porta do quarto deles e começava a bater uma pra você ali, sem tampar sua boca, você ia ter que aguentar e não fazer barulho nenhum. – Ela
_Hahaha, você é maluca! Mas me dá muito tesão… quero fazer, agora! – Eu
_Agora? Já? – Ela
_Sim, agora, quero fazer, vamos! – Eu
_Mas você acabou de gozar… e eu também! – Ela
_Por que você tá falando então? Já me deixou com vontade… – Eu
_Uhhh, tá bom… então vamos, sem fazer barulho, hein. – Ela
A gente levantou da cama, e na surdina fomos até a porta do quarto dos meus pais. Ela ficou atrás de mim, e começou a acariciar minha pica. Era uma sensação espetacular, nunca tinha sentido aquilo, e eu amava o que minha irmã tava fazendo comigo. Em nada, ela endureceu de novo. E ela bem colada em mim, começou a sussurrar coisas no meu ouvido enquanto batia uma pra mim devagar. Minha excitação só aumentava, eu tava perto dos meus pais, recebendo uma punheta da minha irmã, que ao mesmo tempo sussurrava coisas no meu ouvido que me esquentavam ainda mais. Ela tirou a camiseta que ainda tava vestindo, e encostou os peitos dela nas minhas costas. Peitos... outra sensação nova que me arrepiou toda...
_Anda logo, cara, que já não aguento mais, e quero voltar pro quarto bater uma de novo. – Ela
_Continua assim que eu já vou gozar, vai... – Eu
Mas não aguentei, e me soltei do jeito que ela me segurava... fiquei por trás dela. E comecei a esfregar meu pau na bunda dela, enquanto com a mão, comecei a bater uma pra ela. Nós dois nos movíamos como se estivéssemos transando, mas eu só me esfregava e batia uma pra ela... Um tempo depois, gozei, e o jato de porra voou longe de novo, caindo no chão do quarto dos meus pais. Minha irmã se assustou com a marca do crime e, instintivamente, se abaixou pra limpar com a mão. Mas quando se abaixou, não pensei duas vezes, era agora ou nunca. Peguei ela pela cintura e empurrei ela no meu pau, ainda duro e pulsando. Entrou tudo, senti ela toda lá dentro. De longe, a melhor sensação que já tive na vida! Minha irmã quis gemer, mas tapou a boca, virou a cabeça me olhando e tentando dizer "o que cê tá fazendo?".
Assim como estava, peguei ela bem forte e levei, espetada no meu pau, até o quarto dela. Joguei ela na cama, de bruços, e continuei comendo ela, bem forte, me movendo rápido, com muita violência. Ela mordia o travesseiro pra não gritar. De repente, sinto que ela levanta a bunda, meu pau entrou melhor, e com a mão, ela começou a se masturbar. Eu aumentei ainda mais a velocidade dos meus movimentos. Não consegui me segurar e explodi dentro dela. Quando parei, ela disse: "calma, bebão, eu me cuidei, então não tem problema". Me fez deitar de barriga pra cima, e disse: "agora é minha vez, vou cavalgar seu pau". Subiu em cima e começou a se mover em círculos, primeiro devagar e depois foi aumentando a velocidade. Enquanto isso, eu enfiava um dedo no cu dela, e ela se tocava nos mamilos. Transamos assim por um bom tempo, curtimos, gozamos, e gozamos juntos de novo. Mas ainda tinha mais, ela com vontade ainda, disse que queria mais pau, mas dessa vez, chupar. Me fez ficar na posição de 69, então continuamos transando, dessa vez. oral. Nós dois chupávamos as nossas bocetas com tanta desesperação que era inacreditável. Percebemos que amanheceu, o sol entrando pela janela nos fez saber que já era uma manhã bonita. Não ligamos muito porque continuamos naquele 69 delicioso até recuperarmos as forças pra continuar trepando.
Dessa vez, na posição tradicional, ela embaixo, pernas abertas, e eu por cima, metendo como se fosse a última vez. Foi maravilhoso, a gente se olhava enquanto fazia e ficava ainda mais tarado.
— Vai mano, come a sua irmã mais forte, vai. — Ela
— Já não sinto a pica, maninha, mas tô excitado. — Eu
— Você é insaciável, cara!! — Ela
— E você? Não? Você é uma puta do caralho! — Eu
— Sim, eu gosto da sua pica, e daí? — Ela
— A partir de agora é só sua, maninha, já sabe! — Eu
— Você é todo meu, é meu brinquedo, o que vai me comer todo dia. — Ela
— Adoro que você seja assim, pedaço de puta! — Eu
— E eu adoro ser sua puta, seu merda. — Ela
— Você vai ser pra sempre? — Eu
— Óbvio, não vou perder a chance de trepar com você pra sempre. — Ela
— Vai, puta do caralho, faz eu gozar!!! — Eu
— Ahhahaahhh ahhhhh ahhhhhhhhh uuuuuhhhhhhhhhh aaaaaaaahhhhh vai, cara, parte minha buceta, vai! Mete mais fundo essa pica grossa que você tem, vai!!! — Ela
— Ohhhhhhhhh uhhhhhhhhhhhhh aaahhhhhhhhh tô gozandoooooooooooooooo!! Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tô gozandooooooooooooooooooooooooooo!!! Aaaaaaaaaahhhhhhhhh — Eu
— Aahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh filho da puta, sinto seu gozo ainda tá dentro!!! Aaahahhhh ahhhhh ahhhhhhhhhhhh gozei, filho da puta, gozei!! Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh — Ela
Depois dessa trepada fenomenal, decidimos descansar um pouco. Mas ela ainda quente, me pediu pra trancar a porta e dormir com ela, isso sim, de conchinha e com minha pica na buceta dela.
Minha primeira mulher, minha irmã
A história do início sexual e i****tuoso de um jovem com sua irmã mais velha.
Da Argentina para o mundo.
A fase da adolescência gera dúvidas, inquietações e perguntas para qualquer garoto nessa idade. Foi uma mudança que comecei a viver a partir dos treze anos, quando despertou em mim aquela curiosidade de saber sobre o sexo oposto.
Minha família é uma das conhecidas como "família tradicional", composta por pai, mãe, minha irmã, com quem tenho uma diferença de 12 anos de idade, e eu.
Somos uma família de classe média. Meu pai trabalha no escritório de manhã e à tarde. Minha mãe cuida da casa, deixa tudo em ordem, limpo e arrumado. Minha irmã, que se deu mal em relacionamentos anteriores, só vive para o trabalho. Por último, eu, que me dedico apenas aos estudos.
Naquela fase da puberdade, minhas inquietações eram saciadas só vendo pornografia na internet, porque, embora tivesse ficado com algumas garotas, nunca tinha conseguido transar, nem sequer ver uma pelada. Os anos passaram, e eu continuei virgem. Era algo que me preocupava, já que todos meus amigos e conhecidos já tinham transado, alguns até com mais de uma mina, e eu ainda nada.
Quando fiz 16 anos, minha vida sexual mudou completamente. Não, não perdi a virgindade, mas começou a crescer em mim um sentimento meio estranho, que às vezes me corroía de culpa, mas que me excitava pra caralho.
Num certo domingo, minha mãe me mandou acordar minha irmã para o almoço. Era umas 13h quando subi as escadas rumo ao quarto dela, viajando na minha, pensando sei lá no quê. Entrei no quarto e vi ela esticada na cama, de barriga pra cima, dormindo profundamente. Não sei por que naquele instante olhei ao redor do quarto, e quando fixei o olhar nela, percebi que estava dormindo meio descoberta, por causa do calor do verão, suponho. Passei os olhos pelo corpo dela. seu corpo, dos pés pra cima, eu parei num ponto. Sim, cê pode imaginar, a calcinha dela se mexeu de lugar, e deixou uma parte da buceta dela descoberta, e pra mim, aquilo era algo novo, nunca tinha visto uma de verdade.
Senti um monte de coisa naquele momento, desde um frio que subiu pelas minhas costas até pensamentos tipo “que perdedor eu sou”.
Mas também foi aí que começou, a partir dali eu mudei e talvez não tenha sido bom, mas a da minha irmã tinha sido a primeira pussy que eu vi. Aliás, fiquei muito excitado com o que vi, pareceu uma eternidade mas só devem ter sido segundos, porque ela acordou e me perguntou o que eu tava fazendo no quarto dela, aí eu respondi que tinha vindo acordar ela pro almoço. Saí de lá, ainda com a imagem na minha cabeça, não conseguia parar de pensar naquilo, e minha calça sabia, porque era impossível disfarçar a ereção que eu tentava esconder sem sucesso. Desci pra almoçar, quase sem falar nada na frente da minha família, a única coisa que eu queria era terminar rápido pra poder ir pro meu quarto bater uma. Sim, eu sei, sou um degenerado, foi assim que me senti quando percebi o que queria fazer, bater uma pensando no que vi. Finalmente terminei de almoçar, e saí rápido pro meu quarto, fechei a porta, me joguei na cama, e fechei os olhos. Minha imaginação voava, mas a protagonista era sempre a mesma, minha irmã.
Comecei a me masturbar, e cada vez imaginando mais e mais coisas, mais e mais dela, passei vários minutos até chegar no orgasmo. Foi descomunal, nunca tinha sentido tanto prazer, tanto que mesmo depois de gozar, eu ainda tava excitado. Mas minha mente me dizia outra coisa, “cara, para, não pode, é sua irmã”. Isso me atormentou por um tempo, não sabia com que cara olhar pra ela quando descesse do meu quarto. Então decidi ficar trancado pelo resto da tarde, liguei o computador e comecei a jogar paciência enquanto ouvia música e pensava no que tinha acontecido há pouco tempo.
Quase entrando as Noite, e ainda sem sair do meu quarto, pensei em pesquisar na internet algo que me parecia estranho e que nunca tinha me ocorrido antes: sexo entre irmãos. Quando pesquisei, me surpreendi, era mais comum do que eu imaginava, e os resultados foram muitos, desde vídeos pornográficos, fotos, filmes, relatos, até quadrinhos sobre o assunto. Quase desesperadamente, comecei a baixar tudo que encontrava, e ao ver tanta coisa, minha mente já pervertida começou a querer mais. Novamente uma excitação percorreu meu interior, dessa vez, sem sentir aquela culpa que senti horas antes. Assisti apenas um vídeo e não aguentei mais, senti a necessidade de me masturbar, então desenfreadamente comecei a fazer isso. De novo, e pela segunda vez no dia, um orgasmo descomunal. Rapidamente me arrumei ao ouvir os passos na escada, não tinha percebido, mas era hora do jantar e com certeza alguém tinha subido para me chamar. Era o pai, de fato o jantar estava pronto, então desci, e como se fosse obra do próprio capeta, dois degraus antes de chegar no andar, a vejo, estava ali, meio abaixada procurando uns papéis no móvel, e eu, de cima e a uma curta distância, tinha uma bela visão.
Pela primeira vez, olhei para minha irmã com olhos de homem, e pra ser sincero, ela tem uma bunda linda pra caralho e eu nem percebia. Me fiz de desligado e passei do lado dela, fui pra sala de jantar e sentei na mesa ainda pensando naquela bunda saliente.
Os dias passaram, e eu continuava pensando, imaginando e todo tipo de coisa relacionada a sexo, mas foi só num sábado, quase duas semanas depois do que aconteceu na primeira vez, que me toquei que minha irmã me deixava excitado demais. Entrei no banho, perto da meia-noite, e ali num cantinho do banheiro, tinha uma calcinha jogada, não era a primeira vez que via uma ali largada, mas foi a primeira vez que peguei pra olhar, e sim, era da minha irmã. Percebi que era dela primeiro porque era uma fio dental, e segundo porque tinha estampada uma imagem meio infantil, mesmo ela sendo 12 anos mais velha que eu, sempre gostou de coisas de criança. Quando peguei a calcinha dela no chão, olhei pra ela, e instintivamente, sem saber por quê, levei ao meu nariz pra cheirar, acho. Quando fiz isso, minha excitação foi aumentando, e já sabia que no banho ia ter que acalmar o monstro que tava em mim. Deixei ela exatamente como encontrei, entrei no chuveiro e me masturbei, sim, de novo.
Saí do banheiro, me troquei, e bateu uma sede, tava indo pra cozinha pegar algo gelado, quando tava no corredor, vi a luz do quarto dela acesa, então entrei, e lá estava ela. Ela me pergunta "o que você tá fazendo, guria?" e eu falei nada, tô aqui, e você? Vai sair?. E ela disse que sim, que ia sair com as amigas porque era aniversário de uma delas. Olhei pra ela e, assim vestida como estava, falei que ela tava muito gostosa, e ela só deu um sorriso e agradeceu. Passaram 15 minutos depois disso, e meus pais avisaram que iam sair por um tempo. Na hora pensei, "fico sozinho", e meio ansioso pra todo mundo ir embora, fui pro meu quarto continuar vendo o que tinha baixado da internet dias atrás. Todo mundo foi embora, e eu, excitado de novo, continuei vendo vídeos de sexo entre irmãos. Chegou uma hora que não aguentei mais, minha mão já tava doendo, então parei um pouco na masturbação. Pensei em deitar na cama e talvez com uma posição mais confortável conseguisse gozar, e foi assim, só que dessa vez, me sujei bastante e tive que ir no banheiro me limpar. Já aliviado, e com muito calor, voltei a pegar água na cozinha, e de novo, ao passar pelo quarto dela, vi a luz acesa, me assustei porque pensei que ela já tinha saído e entrei. Não tava ninguém, ela só tinha esquecido de apagar a luz quando foi embora, já ia saindo quando algo dentro de mim me fez voltar pro quarto dela.
Fiquei olhando tudo, a cama dela, o criado-mudo, o armário, e tudo que tinha no quarto. Comecei a procurar sem saber o quê, até que achei uma gaveta onde ela guarda a roupa íntima, peguei uma Primeiro, coloquei todas as calcinhas dela em cima da cama e fiquei olhando. Percebi que eram todas tangas e fio-dental, e muito sexy, por sinal. Quando devolvi pra gaveta, olhei pro lado e tinha outra no chão. Peguei e olhei, era preta, e por dentro tinha umas manchinhas brancas e amareladas. Aí lembrei de um vídeo que tinha visto onde a garota se masturba e suja a calcinha, e pensei: minha irmã também se masturba. Mesmo sendo algo natural, nunca tinha pensado nisso, e achei muito excitante imaginar ela se tocando. Acho que naquele momento perdi a consciência, porque, quando me dei conta, estava me masturbando na cama da minha irmã com a calcinha suja dela na mão. Quando retomei o controle dos meus pensamentos, deixei tudo como estava e fui pro meu quarto dormir e pensar no que fiz. Sentimentos de culpa e vergonha tomaram conta de mim, sabia que o que fiz era errado e que era pior ainda ter pensamentos sexuais pela minha irmã. Não foi a educação que meus pais me deram. Mas, no fundo, não tem nada mais proibido que o i****to, nada mais único que isso. E me excitava muito que minha irmã fosse tão gostosa, que usasse calcinha tão sexy e que, além disso, fosse punheteira, igual a mim.
Os dias foram passando, e minha irmã tomou conta da minha mente, deixando o resto dos meus pensamentos sexuais de lado. Já não procurava na internet vídeos de minas gostosas nem de posições estranhas, só procurava vídeos de sexo entre irmãos. Ela tinha virado minha fantasia, a mais pervertida, a mais suja, e a que eu mais curtia.
O domingo passou e a segunda-feira chegou. Estranhei ver que minha irmã não trabalhou naquele dia, então, quando perguntei, ela disse que tinha 3 semanas de férias. Meus pensamentos foram dois: primeiro, que quase não teria chance de ir no quarto dela atrás de novas provas das punhetas dela pra fazer o mesmo, e segundo, também fiquei meio feliz porque poderia vê-la por mais tempo. casa e assim quem sabe eu alimente minha visão com alguma distração e consiga ver algo interessante. Durante uma semana inteira, convivi muito com ela, longas conversas, saídas pra caminhar e até tomar sorvete, também era algo sagrado das tardes, sentar lá fora na sombra, tomar uns mates e rir de qualquer besteira. Embora tenha sido pouco tempo, aprendi mais sobre ela do que em anos, aprendi sobre os gostos dela, o que ela curte e o que não curte, ela me contou histórias que eu nem sabia, o bom, o ruim, e tudo de importante que tinha acontecido na vida dela. Era como conhecer uma pessoa nova, e percebi que não conhecia nada dela. Criamos uma intimidade que não tínhamos antes, nos apegamos, e talvez, por mais estranho que pareça, viramos amigos naquele tempinho.
Uma noite das mais quentes, não conseguia dormir, e era umas 3 da manhã. Acordei todo suado por causa do calor, então resolvi tomar um banho pra me refrescar. Quando terminei, desci pra sala pra ver TV, quem sabe pegava algum filme bom e ficava assistindo. Masoquista e tudo, preparei o mate, me joguei no sofá e liguei a TV. Tinha encontrado um pornô no canal e comecei a ver, quando ouço alguém descendo as escadas e mudo de canal rapidão, olhei de canto, e na minha frente, era ela.
_Que que cê tá fazendo acordado, brotinho? – Ela
_Não consigo dormir por causa do calor – Eu
_É, já sei, e com a bagunça que cê fez no banheiro me acordou. – Ela
_Bom, me desculpa! Quer um mate? – Eu
_Dá um aí, não tem nada na TV? – Ela
_Não sei, liguei a TV e deixei nesse canal, nem reparei. – Eu
_Me passa o controle, vamo ver se tem um pornô! Kkkk. – Ela
_Ei? Um pornô? Pra que cê quer isso? Kkkk. – Eu
_Fala sério, me engana que eu gosto! Cê deve ser um punheteiro daqueles, hein. – Ela
_A verdade é que não, prefiro minas de corpo natural, essas dos filmes são tudo plástico. –
_Mmmm, tá, vou fingir que acredito. Mas isso não quer dizer que cê não bate uma!! – Ela
_Ah, claro, mas quando faço, não é vendo porno. – Eu
_Alguma vez sua mãe ou seu pai te pegaram se tocando? – Ela
_Não, nunca, sou discreto pra essas coisas e seria um puta clima ruim se me vissem, então tomo cuidado. – Eu
_Comigo, quando era pequena, quase fui pega pela minha mãe, foi uma vergonha danada. Ela não falou nada, mas percebeu que eu tava me masturbando. – Ela
_Quando você era pequena, fazia isso com frequência? – Eu
_Sim, como toda garota naquela idade. E desde que me separei do meu parceiro, voltei a fazer isso hahaha. – Ela
_Hahaha, por que você tá me contando isso? – Eu
_Quê? Te incomoda? Achei que a gente tinha intimidade…
_Não, não me incomoda nada, só acho estranho minha irmã me contar essas coisas. – Eu
_Sei lá, meu bem, a gente conversou muito esses dias, mas sobre sexo não. – Ela
_É, pode ser. Mas não é que me incomode, só é estranho falar disso com você. – Eu
_Bom, prometo que não toco mais no assunto! – Ela
_Nãooo, sem problemas! Pra você pegar intimidade comigo nisso e não rolar nada! – Eu
_Bom, espero que sim! Mas vamos continuar a conversa amanhã, porque me deu sono de novo! – Ela
_Vai dormir então, eu vou ficar mais um pouco. – Eu
_Nãoo, vai dormir você também! Senão amanhã você acorda tarde e a gente não vai se ver o dia inteiro, com certeza. – Ela
_Bom, então vamos. – Eu
Desligamos a TV, arrumamos um pouco a bagunça que fizemos, e subimos. Um beijinho de despedida, e cada um foi dormir no seu quarto. Quando me deitei, comecei a pensar. Não consegui evitar a excitação ao lembrar da conversa, e ainda mais, ouvir da própria boca a confirmação de que ela é tão punheteira quanto eu, me excitou pra caralho. De novo me masturbei, pra não perder o costume. Mais uma e já era…
No outro dia, acordei perto das 2 da tarde e com muita vontade de ver minha irmã. Foi a primeira coisa que pensei assim que abri os olhos. Levei um susto quando não a vi em casa, e perguntei pra mãe onde ela estava, ela respondeu que tinha saído com as amigas pra aproveitar a tarde bonita e ir pro rio. Me senti meio traído, mesmo não tendo motivo, mas aquele Sentimento, senti. Pensei e achei lógica, faltavam poucos dias de férias pra ela, então devia aproveitar ao máximo. Afinal, é melhor planejar ir com as amigas pro rio do que passar a tarde comigo em casa.
Eu fiz o mesmo, aproveitei pra sair um pouco e me distrair, parar de pensar um instante em sexo e na minha irmã. Fui ver uns amigos que não via há um tempão, e isso me ocupou a tarde toda e parte da noite, já que voltei pra casa perto das 2 da manhã, quando todo mundo já tava dormindo. Deve ter passado pouco mais de uma hora, quando minha irmã chegou em casa. Ajudei ela a trazer as coisas dela, que ela tinha levado várias, aliás, e arrumar no quarto dela. Parece que ela lembrou de mim, e me disse que, como recompensa por ter ido embora e não cumprir de passar a tarde comigo, ia me dar uns mates bem gostosos enquanto me contava como foi com as amigas. Foi assim, enquanto mateávamos, conversamos, e nisso, ela me mostrou como queimou as costas com o sol, então me pediu pra pegar o creme que temos em casa pra queimadura, já que tinha esquecido de levar, e assim eu passava nas costas dela, porque senão, não ia conseguir dormir.
Com as pernas quase tremendo, comecei a procurar a bendita crema. Quando voltei pra cozinha onde estávamos, ela já estava deitada sobre a mesa, sem camiseta e sem sutiã, com as costas lisas completamente no ar. Levei uns instantes pra observar ela, e perguntei: "por onde começo?" Aí ela respondeu pra eu colocar um pouquinho de creme no centro e começar devagar a espalhar pelas costas. Fiz isso, e quase como se fosse natural em mim, dei uma massagem nela que ela classificou como excelente, tanto que conseguiu relaxar e não doeu quando toquei nas partes queimadas pelo sol. Depois de uns minutos, terminei meu trabalho, ela vestiu a camiseta e me agradeceu. Me prometeu que no dia seguinte passaria a tarde toda comigo e que queria ir dormir porque tava muito cansada.
O último favor que ela me pediu foi: "me dá uma carona nas costas porque minhas costas tão doendo. as pernas pra andar e não aguento mais, dá uma força, por favor”. Encantado, falei, beleza, te levo. Ela subiu nas minhas costas e eu segurei ela quase pela bunda, aproveitei. Levei ela meio que aos trancos e barrancos e deixei no quarto dela. Ela me agradeceu, me deu um beijo daqueles que estalam. E fui dormir. Eu também fiz o mesmo, amanhã seria um dia foda pra mim. Adormeci com o pau na mão, queria bater uma mas não consegui, o sono me venceu.
No outro dia, uma coisa estranha aconteceu. Alguém me acordou aos gritos, quando consegui acordar de vez, era ela, com o termo e o mate, tinha vindo me acordar com uns mates deliciosos. Melhor jeito de começar o dia não tem. Foi assim, uma surpresa linda que alegrou meu dia desde cedo, quase meio-dia. Terminamos o mate, e ela falou, “me dá um espaço que tô com preguiça”, então me afastei cedendo lugar e ela deitou comigo, continuamos conversando por um tempo até que minha mãe veio nos chamar pro almoço, e até ela se surpreendeu ao nos ver, disse “o que vocês tão fazendo deitados assim? Levanta, vagabundos!”. A gente caiu na risada os três, foi uma cena engraçada. Depois do almoço, sentamos pra ver TV e continuar falando besteira, como de costume. Daí a pouco, saímos pra caminhar e tomar um sorvete de sobremesa. Um detalhe importante, o caminho todo até a sorveteria, ela me segurou pela mão como se fosse minha namorada. Até se agarrou no meu braço, e assim fomos o trajeto inteiro. Nisso, ela me propôs sair uma noite pra balada, se é que eu não tinha vergonha de sair com ela, que argumento mais besta, pelo amor de Deus! Claro que aceitei, e no sábado seguinte saímos.
Realmente ela estava muito bem arrumada e bem gostosa pra falar a verdade. Assim que vi ela, não consegui evitar uma ereção. Pra piorar, a cada 5 minutos ela ia no meu quarto me perguntar se ficava melhor com uma roupa ou outra. E isso me deixava louco. O melhor foi quando ela vestiu um vestidinho vermelho, foi e me mostrou, e perguntou se marcava muito a calcinha, dando uma voltinha e mostrando a bunda. Esse Foi meu ponto crítico, já tava pensando com a cabeça de baixo e não com a de cima. Falei pra ela, "se um pouquinho tá marcando", e ela respondeu, "já volto". Apareceu de novo e com a mesma roupa. Perguntou a mesma coisa de novo, e dessa vez não tava marcando. Rindo, ela diz: "coloquei um fio dental, por isso não marca agora, mas tô desconfortável", e me perguntou o que fazer, se ficava com aquela roupa ou se trocava. Falei: "bota o que você mais gostar e que te deixar confortável". Ela, meio brava, falou: "ahh, te pergunto pra saber se tô bem vestida e bonita e você manda eu escolher?" num tom de reclamação. Falei: "se fosse por mim, vai assim que você tá maravilhosa". Ela sorriu e disse: "então vou assim, mas você vai ter que me cuidar e me defender na balada porque os caras ficam bravos com as minas". Se ela soubesse que o mais bravo sou eu...
Chegamos na balada, passamos uma noite divertida e gostosa, bebemos um pouco, dançamos, e se o ditado diz "mais chato que dançar com a irmã", pra mim não foi nada disso, muito pelo contrário, adorei, e mesmo sendo irmãos, ela não teve vergonha de reboladar a raba quando a música pedia, nem teve pudor de colar o corpo no meu. Resultado: uma noite excelente, e eu de pau duro, como era de esperar. Ficou tarde e tínhamos que voltar pra casa, os dois meio altos da farra e do álcool. Pegamos um táxi na saída da balada e fomos direto pra casa. No caminho, ela pediu pra parar o táxi porque tava com vontade de vomitar por causa da bebida. Isso era um sinal, e mesmo ainda meio consciente, ela disse em tom de brincadeira: "melhor vomitar na rua do que em casa com pai e mãe acordados". Nós dois caímos na risada. Chegamos em casa e senti alívio, só queria deitar e dormir, tinha sido uma noite longa e eu também não tava me sentindo bem, acho que o álcool me pegou um pouco.
Quando chegou no quarto dela, ela pegou na minha mão e pediu pra eu ajudá-la a deitar, não aguentava mais, e eu também não. Decidi ajudar ela. Ela se jogou na cama como se estivesse morta. Comecei tirando os saltos dela, e depois disso, perguntei se ela ia vestir algum pijama pra dormir. Ela só respondeu um fraco "não". Do jeito que deu, tirei o vestido vermelho que fica tão lindo naquele corpinho divino que ela tem. Ela ficou ali, e pra minha surpresa, não tava usando fio dental como tinha me dito antes; na real, ela não tava usando calcinha nenhuma. Meu coração começou a bater mais forte, tava diante dos meus olhos minha irmã completamente pelada, e isso, pra mim, tirou até a bebedeira que eu tava. Num ato reflexo, só consegui pensar numa coisa: pegar uma calcinha fio dental e uma camiseta pra vestir nela e deitar ela. Fiz isso, vesti ela e deitei. Quando já ia embora, ela falou de novo: "Pimpolho, não vai não, deita comigo aqui." Não hesitei, deitei com ela. Com medo, porque minha ereção tava grande e ainda mais sem jeans, a cueca fazia aquela parte do meu corpo se destacar. Apaguei a luz e entrei na cama dela. Ela me abraçou como se eu fosse um ursinho de pelúcia e dormiu. Eu também.
Lá pras 7 da tarde, acordamos, primeiro ela e depois eu. A gente mal lembrava da noite anterior, mas minha irmã me agradeceu por ter trazido ela em casa sã e salva, por ter deitado ela e trocado a roupa, e por ter dormido com ela. Parece que disso ela lembrava! A gente conversou um pouco na cama e levantamos, os dois com fome, e decidimos ir comer alguma coisa. Quando percebemos que não tinha ninguém em casa, o que achamos estranho porque nossos pais sempre avisam se saem, resolvemos ligar pra eles no celular. Ela falou com o papai, e ele explicou que de manhã cedo tinham recebido a notícia de que um tio dele tinha sofrido um acidente e que a família toda tava no hospital, mas que a mamãe ia vir fazer a janta pra gente e depois voltava com ele pra acompanhar.
A gente ficou um tempinho a sós, parece que não viram que dormimos juntos, ainda bem. Com minha irmã, a gente se revezou no banho, os dois Precisávamos, então primeiro fui eu, e depois ela, e nisso a mamãe chegou pra preparar o jantar. Mal provou um pedaço e rapidamente foi acompanhar o papai. Depois de jantar, minha irmã me disse que ia sair um instante. Ia na casa de uma amiga buscar umas coisas que esqueceu depois da viagem e voltava logo. Mal ela saiu, fui que nem um raio pro quarto dela, precisava de uma calcinha fio dental dela pra poder me masturbar e acalmar um pouco a excitação que tava comigo desde que acordei. Fiz isso, entrei, procurei aquela fio dental branca que tanto me esquentava, e me joguei na cama dela rapidinho pra bater uma. Algo inesperado pra mim ia acontecer.
Minha irmã tinha esquecido o celular dela, e voltou pra pegar. Quando viu que a luz do quarto dela tava acesa, entrou, e da porta, chocada, olhava o espetáculo que o irmãozinho mais novo tava dando, batendo uma sem vergonha e cheirando uma calcinha da própria irmã. Eu, sem perceber a presença dela, continuei na minha, até que alguém apagou a luz e, de um pulo, guardei tudo no lugar. Tremendo, quis me levantar pra ver quem tava em casa naquele momento. Quando consegui me erguer, senti uma presença e um perfume muito familiar. Tava ferrado, minha irmã tinha me visto fazendo algo terrível. De repente, a luz acende e ela entra, com o olhar baixo e meio triste, me pergunta: "O que cê tá fazendo?"
_Me perdoa, por favor! – Eu
_Isso é nojento o que cê faz! – Ela
_Eu sei, por isso tô pedindo desculpas! – Eu
_Você se masturbar é normal, mas cheirando minha roupa íntima? – Ela
_Me cai a cara de vergonha, mas suas calcinhas me esquentam! – Eu
_O que elas têm de quente? São um pedaço de pano, só, não vejo graça nenhuma. – Ela
_Eu sei, mas gosto de como ficam em você. – Eu
_Ainda por cima isso? Cê gosta de como ficam em mim? – Ela
_Me perdoa, eu sou um punheteiro, já sei. Me entende, sou virgem.. – Eu
_Quê? Virgem? Não acredito! – Ela
_Tô falando sério, e faz um tempo já.. Você me excita muito. – Eu
_Chega, por favor! Não fala besteira! Vai embora e me deixa sozinha. Amanhã a gente conversa. – Ela
_Me perdoa, por favor, juro que nunca mais vou fazer isso de novo! – Eu
_Falei que amanhã a gente conversa, agora me deixa sozinha, por favor. – Ela
Depois desse breve diálogo, fui pro meu quarto. Meu coração tava batendo muito forte, eu tava com um monte de sensações, medo, terror, pena, raiva, culpa, e mais um monte. Consegui dormir, mas horas depois acordei quando meu celular tocou por causa de uma mensagem de texto. Meio assustado, pensando que eram meus pais que tavam no hospital, li a mensagem. Mas me enganei, não era eles, era minha irmã perguntando se eu tinha dormido. Pensei na resposta por um segundo e respondi: "Não consigo dormir." Na hora ela mandou outra, dizendo: "Vem aqui que quero conversar." Rápido pra caralho, saí do meu quarto pra ir pro dela, do jeito que tava, só de cueca preta. Entrei, e ela tava lá, sentada na cama, ainda vestida como há um tempão. Ela falou: "Fecha a porta que os velhos tão dormindo, e senta."
Fiz o que ela pediu, e ainda tremendo, sentei e olhei bem pra ela pra ouvir o que ia dizer.
_Sobre o que rolou essa noite, fiquei pensando. E não é tão trágico o que você fez. Entendo que na sua idade você deve tar na pira, e se você é virgem como diz, mais ainda. Eu também me masturbo, não pense que não. É uma coisa natural que acontece com a gente. Só que me deu raiva você usar minha roupa íntima. – Ela
_Entendo sua raiva, e peço desculpas. Não faço mais, sério! – Eu
_Só porque você gosta das minhas calcinhas, você usa elas pra se masturbar? – Ela
_Não, na verdade não. Até gosto delas, mas achei algumas sujas e com um cheiro gostoso, isso me motiva mais e por isso uso elas pra bater uma. – Eu
_Tava achando que era isso. Percebi, não sou burra, às vezes você deixa minha roupa íntima em outro lugar onde eu nunca deixo. E quase sempre são as que tão sujas. – Ela
_É porque quando tão sujas, fica um cheiro gostoso pra mim, sei que é nojento pra você, mas é Isso me deixa louco. – Eu
_Sério mesmo? Não tá me zoando? – Ela
_Não, não tô te zoando, é verdade.. Já sei, sou um degenerado de merda! – Eu
_Não se sente assim, nesse caso eu também sou uma degenerada porque me masturbando e sujando minha calcinha, quando percebi que alguém via e usava pra algo, não parei. Algo dentro de mim que me excitava, dizia que eu tinha que fazer mais vezes, então, as últimas que você usou pra se masturbar, foram deixadas lá de propósito! – Ela
_Sério mesmo? Não, você tá tirando uma com a minha cara!!!! – Eu
_Não, não tô te zoando. Fiz inconscientemente, não tinha certeza se era você ou o papai. – Ela
_Papai? Por que ele? Seria mais lógico você pensar em mim pra isso. – Eu
_Sim, algo dentro de mim dizia que era você. – Ela
_Então é verdade, você se masturbava de propósito pra eu fazer também. – Eu
_Hahaha, sim, algo assim. Usei você de certa forma pra me dar prazer. – Ela
_Mas você tava brava. – Eu
_No começo sim, porque não quis ver a verdade. – Ela
_Que verdade você diz? – Eu
_Que me excita me sentir desejada por um cara que, pra completar, é meu irmão. – Ela
_Te conto um segredo? – Eu
_Fala aí, me conta… – Ela
_Tô com o pau duro pra caralho!!! – Eu
_Hahaha e então se masturba, já que te interrompi antes, termina agora. – Ela
_Beleza, então… mas vou pro meu quarto! – Eu
_Não, bobão, e eu não vejo? Fala sério, vai, bate uma aqui enquanto eu te olho. – Ela
_Nada, tenho vergonha de você me ver… – Eu
_Te proponho uma coisa, a gente se masturba junto, que tal? – Ela
_Hmm, tá bom, aí sim. – Eu
_Olha, a gente faz isso, e morre aqui, hein. Nem pense em contar porque nos matam os dois! – Ela
_Como vou contar uma parada dessas? Cê é louca, nem fodendo que conto. – Eu
_Beleza, quer que eu tire a tanga pra você ver bem? Ou deixo ela, gozo em cima, e já fica pra você bater mais uma depois sozinho… – Ela
_Não, tira! Quero te ver bem, depois bate uma e deixa a tanga suja no meu quarto. – Eu
Ela sentou numa ponta da cama, tirou a tanga e deixou à mostra a buceta linda dela, totalmente depilada, e com os lábios meio úmidos dava pra notar. Eu, deitei na outra ponta da cama, olhando pra ela, tirei minha cueca boxer, deixando meu pau duro livre. Quase ao mesmo tempo, começamos os dois a nos masturbar enquanto nos olhávamos um pro outro. Foi algo incrível, estar ali, batendo punheta, na frente da minha irmã, e ela fazendo o mesmo comigo. Ela mexia os dedos com tanta sutileza que me enlouquecia. Dava pra ver como a buceta dela se dilatava cada vez mais, e o fluxo começava a sair. Eu ouvia o barulho dos dedos molhados dela se movendo de cima pra baixo na buceta dela, com os olhares fixos e cara de tesão, continuamos assim por um bom tempo sem dizer uma palavra.
O silêncio só era quebrado pelas nossas respirações pesadas e algum gemidinho dela de vez em quando. Não sei exatamente quanto tempo passou, não sei se foram minutos, horas, dias, semanas ou meses, mas pareceu interminável e eu tava adorando. Pensei que eu ia gozar primeiro, mas não. Foi ela.. e com o orgasmo dela, ao ver como ela se contorcia na cama mas não largava os dedos, me excitou demais. Vi os joelhos dela tremerem e, quase de joelhos na cama, ela continuava enfiando os dedos cada vez mais fundo. Não aguentei, e gozei como nunca antes, o jato de porra chegou até o braço direito dela, com o qual ela se masturbava.
Terminamos, ficamos exaustos na cama, e nós dois nos olhando com um sorriso safado que entregava o que a gente tinha feito. Ela quebrou o silêncio dizendo:
_ Linda punheta, brotinho! Fazia tempo que não tinha um orgasmo assim. – Ela
_ Adorei, valeu! Não acredito que tenho uma irmã assim.. – Eu
_ Assim como? Punheteira? puta? i****tuosa? Pervertida? – Ela
_ Isso tudo, sim, hahaha. – Eu
_ E eu adoro ter um irmãozinho mais novo, tão degenerado, sujo, pervertido, masturbador, i****tuoso. – Ela
_Acho que a gente tá passando do limite, né? – Eu
_Que medo você tem? Se a gente fizer direito, isso fica entre você e eu, e ninguém fica sabendo. – Ela
_Cê tá afim de continuar fazendo isso? – Eu
_Por enquanto, só umas bronhas compartilhadas, igual agora. Quem sabe um dia eu te faço estrear, se você não fizer isso com alguma puta antes… – Ela
_Ia adorar estrear com você. Se você me prometer que um dia me faz estrear, juro que não encosto em nenhuma outra garota. – Eu
_Sério que você faria isso pra transar comigo na primeira vez? – Ela
_Sim, faria isso e tudo que você pedir, tudo que você quiser, eu cumpro! – Eu
_Epa, isso eu gostei… Mas olha que eu sou muito pervertida, hein… pode bater qualquer loucura e não sei se você topa… – Ela
_Como assim? Que tipo de coisa, por exemplo? – Eu
_Imagina, agora por exemplo, mamãe e papai tão dormindo, foram deitar faz pouco, então devem tar com o sono bem pesado… eu te levaria até a porta do quarto deles e começava a bater uma pra você ali, sem tampar sua boca, você ia ter que aguentar e não fazer barulho nenhum. – Ela
_Hahaha, você é maluca! Mas me dá muito tesão… quero fazer, agora! – Eu
_Agora? Já? – Ela
_Sim, agora, quero fazer, vamos! – Eu
_Mas você acabou de gozar… e eu também! – Ela
_Por que você tá falando então? Já me deixou com vontade… – Eu
_Uhhh, tá bom… então vamos, sem fazer barulho, hein. – Ela
A gente levantou da cama, e na surdina fomos até a porta do quarto dos meus pais. Ela ficou atrás de mim, e começou a acariciar minha pica. Era uma sensação espetacular, nunca tinha sentido aquilo, e eu amava o que minha irmã tava fazendo comigo. Em nada, ela endureceu de novo. E ela bem colada em mim, começou a sussurrar coisas no meu ouvido enquanto batia uma pra mim devagar. Minha excitação só aumentava, eu tava perto dos meus pais, recebendo uma punheta da minha irmã, que ao mesmo tempo sussurrava coisas no meu ouvido que me esquentavam ainda mais. Ela tirou a camiseta que ainda tava vestindo, e encostou os peitos dela nas minhas costas. Peitos... outra sensação nova que me arrepiou toda...
_Anda logo, cara, que já não aguento mais, e quero voltar pro quarto bater uma de novo. – Ela
_Continua assim que eu já vou gozar, vai... – Eu
Mas não aguentei, e me soltei do jeito que ela me segurava... fiquei por trás dela. E comecei a esfregar meu pau na bunda dela, enquanto com a mão, comecei a bater uma pra ela. Nós dois nos movíamos como se estivéssemos transando, mas eu só me esfregava e batia uma pra ela... Um tempo depois, gozei, e o jato de porra voou longe de novo, caindo no chão do quarto dos meus pais. Minha irmã se assustou com a marca do crime e, instintivamente, se abaixou pra limpar com a mão. Mas quando se abaixou, não pensei duas vezes, era agora ou nunca. Peguei ela pela cintura e empurrei ela no meu pau, ainda duro e pulsando. Entrou tudo, senti ela toda lá dentro. De longe, a melhor sensação que já tive na vida! Minha irmã quis gemer, mas tapou a boca, virou a cabeça me olhando e tentando dizer "o que cê tá fazendo?".
Assim como estava, peguei ela bem forte e levei, espetada no meu pau, até o quarto dela. Joguei ela na cama, de bruços, e continuei comendo ela, bem forte, me movendo rápido, com muita violência. Ela mordia o travesseiro pra não gritar. De repente, sinto que ela levanta a bunda, meu pau entrou melhor, e com a mão, ela começou a se masturbar. Eu aumentei ainda mais a velocidade dos meus movimentos. Não consegui me segurar e explodi dentro dela. Quando parei, ela disse: "calma, bebão, eu me cuidei, então não tem problema". Me fez deitar de barriga pra cima, e disse: "agora é minha vez, vou cavalgar seu pau". Subiu em cima e começou a se mover em círculos, primeiro devagar e depois foi aumentando a velocidade. Enquanto isso, eu enfiava um dedo no cu dela, e ela se tocava nos mamilos. Transamos assim por um bom tempo, curtimos, gozamos, e gozamos juntos de novo. Mas ainda tinha mais, ela com vontade ainda, disse que queria mais pau, mas dessa vez, chupar. Me fez ficar na posição de 69, então continuamos transando, dessa vez. oral. Nós dois chupávamos as nossas bocetas com tanta desesperação que era inacreditável. Percebemos que amanheceu, o sol entrando pela janela nos fez saber que já era uma manhã bonita. Não ligamos muito porque continuamos naquele 69 delicioso até recuperarmos as forças pra continuar trepando.
Dessa vez, na posição tradicional, ela embaixo, pernas abertas, e eu por cima, metendo como se fosse a última vez. Foi maravilhoso, a gente se olhava enquanto fazia e ficava ainda mais tarado.
— Vai mano, come a sua irmã mais forte, vai. — Ela
— Já não sinto a pica, maninha, mas tô excitado. — Eu
— Você é insaciável, cara!! — Ela
— E você? Não? Você é uma puta do caralho! — Eu
— Sim, eu gosto da sua pica, e daí? — Ela
— A partir de agora é só sua, maninha, já sabe! — Eu
— Você é todo meu, é meu brinquedo, o que vai me comer todo dia. — Ela
— Adoro que você seja assim, pedaço de puta! — Eu
— E eu adoro ser sua puta, seu merda. — Ela
— Você vai ser pra sempre? — Eu
— Óbvio, não vou perder a chance de trepar com você pra sempre. — Ela
— Vai, puta do caralho, faz eu gozar!!! — Eu
— Ahhahaahhh ahhhhh ahhhhhhhhh uuuuuhhhhhhhhhh aaaaaaaahhhhh vai, cara, parte minha buceta, vai! Mete mais fundo essa pica grossa que você tem, vai!!! — Ela
— Ohhhhhhhhh uhhhhhhhhhhhhh aaahhhhhhhhh tô gozandoooooooooooooooo!! Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii tô gozandooooooooooooooooooooooooooo!!! Aaaaaaaaaahhhhhhhhh — Eu
— Aahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh filho da puta, sinto seu gozo ainda tá dentro!!! Aaahahhhh ahhhhh ahhhhhhhhhhhh gozei, filho da puta, gozei!! Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh — Ela
Depois dessa trepada fenomenal, decidimos descansar um pouco. Mas ela ainda quente, me pediu pra trancar a porta e dormir com ela, isso sim, de conchinha e com minha pica na buceta dela.
17 comentários - Com meu irmão
alta calentura me agarre