Olá leitores, antes de tudo, agradeço pelos comentários que fizeram, fico muito feliz que estejam gostando da minha história. No final, deixo um par de fotos pra vocês.
Naquele sábado, depois do almoço, Carlos tomou banho e disse que precisava sair, que voltaria à noite depois do jantar.[list]Susana, cê tem grana? – ela me falou.
Pra quê? – eu perguntei.
Coisa minha. Cê me dá ou não? – ela disse.
Quanto cê precisa? – eu perguntei.
Com 100 tá bom – ela falou.
Ok, já te trago – eu disse.[/list]Fui até meu quarto e peguei a grana da minha bolsa, e fui dar pra ela.[list][*]Toma – falei entregando a nota pra ele.
Ah, já ia esquecendo, antes de vir pra cá, faz suas necessidades no banheiro e dá uma enema em você – ele falou.
Pra quê? – perguntei.
Pra você ter os intestinos bem limpos. Ou esqueceu o que vou fazer com você? – ele disse.
Não, não esqueci, tá bom, vou fazer – falei.[/list]Ele me deu um beijo, me deu um tapa na bunda e foi embora. Eu decidi tirar um cochilo porque tava cansada e com o corpo dolorido, dormi pensando no que ia rolar naquela noite. Acordei às 6 da tarde e saí com a ideia de ir ao supermercado comprar umas coisas que tavam faltando. Quando saí de lá, me deu na telha passar numa loja de lingerie pra comprar algo novo e estreiar naquela noite. Entrei e vi um fio dental que na frente tinha uma borboleta preta, amei, então decidi levar. Também comprei umas meias pretas e um sutiã preto transparente. Saí da loja e voltei pra casa.
Fiquei lá dando umas voltas em casa, limpando um pouco e arrumando a bagunça. Às 9 da noite comi algo leve, botei o champanhe no freezer e fui no banheiro fazer minhas necessidades, nem preciso falar. Depois fiz a lavagem intestinal que o Carlos tinha pedido, e, depois de esvaziar meus intestinos, preparei a banheira pra tomar um banho e relaxar. Fiquei tanto tempo que quase dormi. Saí do banho, sequei o cabelo e vesti a lingerie nova que tinha comprado. Coloquei uns saltos pretos combinando com o conjunto e decidi esperar o Carlos assim mesmo. Peguei as fotos e, lá pelas 11, tocou a campainha. Olhei e era ele. Abri a porta e, quando ele me viu, ficou paralisado.[list]Puxa, não esperava por essa recepção hahaha – ele me disse.
Tá gostando? Tô estreando pra você – falei.
Sim, você fica gostosa de puta com isso – ele disse apertando minha bunda com a mão.
Que boa aluna você é, puta haha – ele disse dando um tapa na minha bunda.
E tudo isso você conseguiu, cara, assume a responsabilidade hahaha – falei.
Fez o que eu mandei, Susana? – ele perguntou.
Sim, tudo certinho – falei.
Ok, assim que eu gosto – ele disse.[/list]Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, lá sentou na cama e tirou um saquinho da jaqueta, pegou um papel e começou a tirar erva do saquinho.[list][*]O que é isso? – perguntei.
Maconha, nunca fumou? – ela disse.
Não – falei.
Bom, hoje você vai experimentar mais de uma coisa então kkkk – ela disse.
Era pra isso que eu pedi a grana – ela disse.[/list]Armo vários "baseados" como chamam, e foi deixando na mesinha, acendeu um e deu uns tragos, o cheiro já começava a tomar conta do quarto.[list][*] Toma, experimenta – ele me disse.
Mas Carlos, eu não... – falei.
Vai, pega ele, não tenha medo – ele me disse.[/list]Peguei ele e dei um trago, na real não senti nada, só o gosto.[list][*]"E aí, como é que tá?" – ela me perguntou.
"Nada, não sinto nada, só o gosto da erva" – falei pra ela.
"É que nem álcool, vai batendo aos poucos. Dá mais uns tragos" – ela me disse.[/list]Dei mais uma tragada e o efeito era o mesmo, ou seja, nada. Dei outra e mandei ver, ele continuava fumando.[list][*]Vem senta aqui – ele me disse, apontando pra saia dele.[/list]Sentei no colo dele e ele me segurou pela cintura, deu uma tragada no baseado e me beijou, soprando a fumaça na minha boca. A gente continuou se beijando, lambendo as bocas um do outro e dando pequenas mordidas nos lábios. Quando me afastei da boca dele, ele me passou o baseado com os dedos. Eu dei uma tragada e agora fui eu que beijei ele, compartilhando a fumaça. A gente se beijou até ele dar mais uma tragada no baseado, pra me beijar de novo. Ficamos assim até o baseado acabar.[list][*]Fica de quatro na cama – ele me disse.
Tem alguma bebida pra tomar? – ela me perguntou.
Sim, no freezer tem um champanhe – eu disse, ficando de quatro.[/list]Pouco depois ele voltou com o champanhe e duas taças, abriu o champanhe, serviu nas taças e me deu a minha para eu beber. Tomei um gole enquanto ele fazia o mesmo, virou a taça dele em dois goles e se serviu de novo. Eu terminei minha taça de champanhe, meio nervosa, e ele pediu minha taça e deixou as duas na mesinha. Começou a massagear minha bunda e apertar ela.[list][*] Que buceta gostosa eu vou comer – ele me disse.[/list]Me ajoelhei no chão, deixando minha bunda na altura do rosto dele. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e senti o dedo dele massageando meu cu. Eu não fazia barulho, só respirava. Ele arrancou o fio dental de uma vez e começou a brincar com os dedos nos meus lábios da buceta, esfregando, apertando. Minha respiração começou a acelerar, a umidade ficava mais evidente, até que senti a língua dele na minha buceta. Ele deu uma lambida de baixo pra cima, o que me deu um arrepio no corpo todo, e continuou brincando com os dedos, me deixando ainda mais molhada. Gemidos baixos começaram a sair da minha boca. Nessa hora, ele atacou de novo minha buceta com a boca, dessa vez sugando ela inteira, me fazendo fechar os olhos e morder o lábio inferior. Senti a língua dele procurando um lugar dentro da minha buceta, entrando como um torpedo girando, me fazendo suspirar de prazer.[list][*]Mmmmmm, cara, que língua você tem – falei pra ele.[/list]Continuou me chupando e lambendo por um tempo, eu já estava toda molhada e gemendo sem parar. Ele passou um dedo na minha buceta e começou a molhar meu cu com o meu próprio mel, foi espalhando até deixar bem molhadinho, e voltou a enfiar a língua na minha buceta, dessa vez com mais violência, enquanto sugava meu clitóris, sentia dois dedos dentro de mim remexendo tudo. De repente, senti aquele fogo saindo do meu ventre, ia ter meu primeiro orgasmo da noite. Me deixei levar, gemendo e respirando acelerado. Ele percebeu que eu ia gozar, tirou a boca da minha buceta e continuou com os dedos.[list][*]Assim, vadia, acaba, preciso desse suco, vai vadia – ele me disse.
Mmmmmm assim, gostoso, assim, continua aaaahhhhhh ahhhhhhhhh – eu gemia sem parar.[/list]Da minha buceta escorriam restos de porra e ele foi passando pelo meu cu, pra continuar me lubrificando. Naquela hora, senti o dedo dele de novo no meu cu, massageando com a ponta. Ele fez pressão e a ponta do dedo entrou com certa facilidade. Eu, ainda me recuperando do orgasmo, senti o dedo dele invadir meu rabo. Instintivamente, contraí o cu. Ele tirou a ponta do dedo e, dessa vez, senti a língua dele, fazendo círculos ao redor do meu cu. Tava entrando num prazer novo pra mim e, sinceramente, tava gostando. Ele começou a fazer pressão com a língua no meu cu, sentia aquela língua grossa querendo entrar, as mãos dele apertando e abrindo minhas nádegas. Como não conseguiu entrar com a língua, se dedicou a lamber meu cu. Comecei a sentir um prazer incrível, fechava os olhos de vez em quando e meus gemidos abafados não paravam.
Naquela hora, ele tirou a língua do meu cu e começou de novo com o dedo, dessa vez fazendo pressão e enfiando um pouco mais. Me inclinei um pouco pra frente ao sentir a grossura do dedo dele, e contraí o cu de novo.[list]Não aperta a buceta, vagabunda, senão vai custar mais – ele me disse.
Desculpa – eu falei.[/list]Com o dedo dele lá dentro, meus gemidos já eram um pouco por causa do incômodo que eu começava a sentir. Sentia o dedo dele se mexendo dentro de mim, como se estivesse abrindo espaço. Ele tirava e colocava de novo, cada vez mais fundo. Tirou e voltou a atacar com a língua, dessa vez conseguiu enfiar, e eu comecei a sentir um prazer novo que não queria que acabasse. Sentia a língua dele se mexendo dentro do meu cu. Ele tirou e voltou com o dedo, dessa vez com mais força, mexendo lá dentro pra abrir espaço. Quando senti que outro dedo dele queria entrar no meu cu, aí eu reclamei de novo e franzi a cara. Ele me deu um tapa na bunda como sinal de que eu não devia fazer aquilo. Não falei nada, só reclamei do tapa forte que tinha levado. O outro dedo dele foi, aos poucos, abrindo espaço e entrando no meu cu. Eu sentia incômodo, apertava os dentes pra não reclamar. Quando tive os dois dedos dele dentro de mim, ele começou a mexer, querendo enfiar e tirar, mas por causa do aperto do meu cu, não conseguia. Eles ficavam presos, e ele só mexia, abrindo um pouco por dentro. Com a outra mão, ele pegou um baseado na mesinha e acendeu. Deu umas tragadas e me passou. Eu peguei e comecei a fumar, dando uma tragada atrás da outra, enquanto ele continuava o trabalho no meu cu. Ele começou a mexer a mão e, aos poucos, meu cu foi cedendo aos dedos dele, e ele foi enfiando e tirando.
Sem perceber, e com o nervosismo que eu tava, fumei quase o baseado inteiro. Passei pra ele, que pegou, deu umas tragadas enquanto mexia os dedos dentro do meu cu e jogou no cinzeiro. Tirou os dedos, aproximou a boca e cuspiu no meu cu.[list]Já tá pronta, putinha? Fica no meio da cama – ele me disse enquanto se despia.[/list]Me coloquei no meio da cama de quatro enquanto olhava pra ele, vi a pica dele e fiquei mais nervosa ainda, e sentia que o baseado tava batendo, parecido com o que o álcool faz. Ele se posicionou atrás de mim e senti a mão dele na minha costa, desatando o nó das alças do sutiã e fazendo eu tirar.[list][*]Abaixa, vagabunda, coloca os braços ao lado do corpo e apoia o peito na cama – ele me disse.
Respira fundo quando sentir meu pau querendo entrar no teu cu – ele me disse.
Você não vai usar camisinha? – perguntei.
Não, vagabunda, aqui não precisa – ele me disse.[/list]Com meu rosto de lado contra o colchão, de repente senti ele enfiar o pau na minha buceta de uma só vez, até o fundo.[list][*]Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh filho da puta de uma vadia desgraçada!!!! – gritei o mais alto que pude.[/list]Isso me causou uma dor danada sentir ela inteira de uma só enfiada sem esperar, tanto que quando senti as coxas dela nas minhas nádegas, me deixei cair na cama pra tirar ela de dentro.[list][*]Hahaha era pra lubrificar minha piranha – ela me disse rindo.[/list]Me agarro no meu cabelo pra me colocar de novo na posição e agora senti o pau dele encostando no meu cu, ele cuspiu de novo no meu cu e começou a fazer pressão, sem conseguir.[list][*]Abre essas nádegas com as mãos, puta, você tá muito apertada – ele me disse.[/list]Atendendo ao pedido dela, abri a bunda com as mãos, ela cuspiu mais uma vez e a pressão que fez com o pau naquele momento foi mais forte, sentindo a ponta entrando.[list][*]Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhsssssssssssss – eu gritei bem alto.
Assim, vadia, não aperta a bunda, assim tá bom, já tem a ponta dentro, pode soltar as nádegas – ele falou.
Ssssssssssssssssssss ai, dói! – eu disse.
Calma, vadia, que ainda falta muito, relaxa – ele falou.[/list]Senti outro empurrão e ele entrou um pouco mais, meu cu ardia e eu sentia claramente ele se abrindo pra aquele pedaço de carne. Coloquei meus braços pra frente e apertava os lençóis com as mãos, esticava eles querendo arrancar de tanta dor que tava sentindo. Ele segurava minha cintura pra não me deixar escapar, eu gemia, mordia meus lábios, apertava os dentes, meu coração queria pular pra fora do peito, a dor era tremenda, parecida com a do parto. Sabia que tinha que aguentar, e naquele momento outro empurrão enterrou ainda mais fundo.[list][*] Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh você me mata!!! – gritei tentando me livrar do pau dele, me jogando pra frente.
Fica quieta, filha da puta!!! – ele gritou, me segurando firme pelos quadris e dando vários tapas na minha bunda.
Tá doendo muito, por favor, chega, chega, eu imploro! – falei entre gemidos e chorando.
Cala a boca, puta, você vai aguentar, querendo ou não, já tá com metade pra dentro, não vou meter mais – ele disse.
Ahhhhhhhhggggggggssssssssssssss ssssssssssssssssss tá doendo, cara, tá doendo – eu falava entre gemidos e choro.
Fica quieta, puta, assim seu cu vai se acostumando com meu pau – ele falou.[/list]Fiquei parada enquanto minhas lágrimas escorriam dos meus olhos e não parava de sentir aquela ardência no meu cu e aquela pica que me atravessava em dois, ele não se mexia, de vez em quando balançava pros lados tentando abrir meu cu ainda mais. Nisso, ele pegou outro baseado e acendeu, deu umas tragadas e me passou, eu peguei e comecei a fumar desesperada, querendo que aquela erva anestesiasse minha cabeça pra não pensar na dor. Segurando minha cintura, ele começou um movimento suave pra trás pra tirar um pouco, cuspir na própria pica e meter de novo, eu me queixava e meus olhos continuavam se enchendo de lágrimas. Ele seguiu os movimentos e cada vez mais meu cu ia cedendo, percebi que tinha aberto meu rabo como uma flor, porque a ardência já tava passando e a dor tava se transformando em prazer. Vendo que eu não reclamava tanto, ele foi aumentando os movimentos.[list][*]Agora começa a melhor parte, puta – ele me disse.
Mmmmmmmm aghhhhhhhhssss devagar, por favor – eu disse entre gemidos.
Se mexe você, puta, senta no meu pau sozinha, vai – ele me disse.[/list]Comecei um movimento suave de vai e vem, a dor foi se transformando aos poucos em mais e mais prazer, mesmo que a dor não desaparecesse de vez, eu comecei a gostar.[list][*]Assim, puta, assim, continua, não para – ele dizia e me dava um tapa forte na bunda.
Ahhhhhhhhh aiiii mmmmmmm agssssssssss – eu gemia e gritava com o tapa.
Você gosta da minha piroca, puta? Gosta de como eu arrebento sua buceta? – ele perguntou.
Mmmmm agggggghss sssssi, gosto de como você arrebenta minha buceta, cara – eu falei entre gemidos.[/list]Ele continuava me dando tapas fortes na bunda e eu aumentava o ritmo da foda, apoiei as mãos na cama, ficando de quatro, e nisso senti a mão dele agarrar meu cabelo e ele começou a me meter com tudo, com movimentos que a princípio foram rápidos. Já tava me comendo o cu a toda velocidade, sentindo o pau dele abrir meu cu por completo, enquanto puxava meu cabelo pra trás. Meu corpo já tava pegando fogo e suado por causa da surra que ele tava me dando no cu, ouvia os gemidos dele cada vez mais fortes e o som da respiração ofegante, ele berrava como um touro.
Fechei os olhos e só me entreguei pra aproveitar o prazer misturado com dor que tava sentindo, de repente aquele fogo começou a crescer, anunciando meu orgasmo, e eu deixei ele vir.[list]Ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhh gozei!!! – gritei.
Assim mesmo, vagabunda, goza, vai, puta de merda – ele dizia, me segurando pelo cabelo e metendo forte.
Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhh assim, caralho, como você me faz gozar!!! – eu gritava, louca.
Aperta minha pica com o cu, contrai, vagabunda! – ele gritava.
É assim que você gosta, cara? – falei, apertando meu cu, me recuperando do orgasmo.
Sim, assim, vagabunda, assim, vou encher esse seu cu de porra, puta de merda – ele dizia.[/list]Enquanto eu contraía meu cu, ele continuava me comendo mais devagar. Aí ele tirou e meteu de novo, dessa vez com mais facilidade, mas me causando um pouco de dor. Eu sentia minhas pernas escorrendo de fluido por causa da minha gozada. Olhei pra baixo e entre minhas pernas os lençóis estavam molhados do meu gozo. Ele continuou me comendo selvagemente por um tempo, e eu não parava de gemer e aproveitar aquela pica no meu cu. Não me arrependia nem um pouco de ter me entregado pra ele.[list][*]Ahhh ahhhh vou te encher de porra, sua puta – ele gritou.
Mmmmm ahhhggggggsss me dá sua porra, cara, enche meu cu de porra – ela dizia entre gemidos.
Quero sentir essa porra quente nos meus intestinos, vai, filho da puta! – eu falei.
Ahhh ahhhh ahhhhh toma, puta, aproveita! – ele gritou.[/list]Quando senti o primeiro jato tocar as paredes do meu cu, apaguei. Tive um orgasmo de repente, que não esperava, e caí de bruços na cama, com ele caindo por cima de mim. Senti o corpo inteiro dele sobre o meu e como ele enterrou toda a pica dele no meu cu. Naquele momento, entre o orgasmo e a dor de ter ela toda lá dentro, senti de novo o que tinha acontecido na noite anterior: semi-inconsciente, tonta, os olhos virados. Abria os olhos e via o quarto inteiro se mexer, meu corpo tremia todo, como se estivesse tendo convulsões. Sentia na minha nuca a respiração ofegante dele e uns gemidos leves saindo da boca dele. Naquela hora, parei de sentir o peso dele no meu corpo e o vi sentar na cama, encostando as costas na cabeceira. Queria olhar pra ele, olhei, e ele me encarava com um sorriso safado, igual daquela vez. Queria falar, mas só conseguia murmurar.[list][*]Calma, vadia, já vai passar, não quis enfiar tudo, me deixei levar pelo teu corpo – ele me disse.
Mmmmmmmmm aggg mmmmmmmmm – eu murmurava sem conseguir dizer nada.[/list]Vi como ele acendia outro baseado e começava a fumar, aproximou da minha boca e eu chupei, dei duas tragadas e ele continuou fumando, aos poucos meu corpo ia reagindo, minha visão foi se normalizando, embora eu sentisse meu corpo dolorido e meu cu ardendo, quando olhei vi o pau dele com restos de sangue, fiquei com muito medo, ele percebeu isso. Levantou e foi ao banheiro, senti ele mijando e voltou com o pau limpo.[list][*]Não se preocupa, é normal que seu cu tenha rachado um pouquinho, trouxe um creme pra você passar – ele me disse.
Vai no banheiro e se limpa direitinho, tira toda a porra e lava, e passa esse creme – falou, pegando a calça dele e tirando um creme.[/list]Assim que pude, me levantei, peguei o creme e fui pro banheiro. Sentia os restos de porra escorrendo pelas minhas nádegas. Sentei no bidê e me lavei bem. Me enxuguei e vi um pouco de sangue na toalha. Passei o dedo no meu cu e o toque doeu pra caralho. Vi meu dedo também sujo de sangue. Limpei o sangue com a toalha e passei o creme, que era pra fissuras, hemorroidas e outras paradas. Me olhei no espelho e não me reconheci. Minha cara tava de cansada, exausta, de quem tinha sofrido pra cacete — e não era à toa. Voltei pra cama e ele tava tomando champanhe. Me deu um gole. A gente terminou a garrafa, e dessa vez fui eu que acendi um baseado. Ele sorriu e se deitou na cama. Tirei os saltos e me deitei do lado dele, apoiando a cabeça no ombro dele até a gente acabar de fumar o beck. Tava me sentindo tonta, o baseado e o champanhe tinham batido forte.[list][*]Valeu – falei pra ele.
Por quê? – ele me perguntou.
Por tudo, você me fez conhecer coisas novas, coisas que nunca imaginei que existiam – falei.
Kkkk Você só tem um marido corno que não sabe te satisfazer – ele disse.
Você me fez me sentir toda uma mulher – falei.
E o que mais eu te fiz sentir? – ele perguntou.
Uma puta, uma verdadeira puta, e eu adoro – falei dando um beijo nele.
Feliz desvirginada de cu, sua puta kkkk – ele disse.
É verdade, seu cu tá bem largo, te aconselho a não transar com seu marido por uns dias, ele pode perceber – ele falou.
Sim, de novo, valeu – falei.
Vamos dormir nessa cama toda molhada? – falei rindo.
Kkkk São seus sucos, não devia ter nojo kkkk – ele disse.[/list]
Le pase mi brazo por delante y acomode mi cabeza en su pecho y nos dormimos, al otro día me desperté abrazada a él, sentía el culo que me iba a explotar, me ardía mucho, me levante y me di una ducha, fui a preparar los mates y cuando me quise sentar casi grito del dolor, me tuve que sentar de costado, él se levanto pasadas las 2 de la tarde y me dijo que se tenia que ir, que le hubiera encantado quedarse y echarse un polvo pero entendía que yo debía estar dolorida, y era verdad, me dijo que tratara de descansar y boca abajo, en un par de días iba a estar como nueva, y se fue dándome un beso.
Esa fue la noche que me rompieron el culo y nunca voy a olvidar, por todo, ya les contare nuestro próximo encuentro porque por el momento pienso seguir viéndolo. Gracias.
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Naquele sábado, depois do almoço, Carlos tomou banho e disse que precisava sair, que voltaria à noite depois do jantar.[list]Susana, cê tem grana? – ela me falou.
Pra quê? – eu perguntei.
Coisa minha. Cê me dá ou não? – ela disse.
Quanto cê precisa? – eu perguntei.
Com 100 tá bom – ela falou.
Ok, já te trago – eu disse.[/list]Fui até meu quarto e peguei a grana da minha bolsa, e fui dar pra ela.[list][*]Toma – falei entregando a nota pra ele.
Ah, já ia esquecendo, antes de vir pra cá, faz suas necessidades no banheiro e dá uma enema em você – ele falou.
Pra quê? – perguntei.
Pra você ter os intestinos bem limpos. Ou esqueceu o que vou fazer com você? – ele disse.
Não, não esqueci, tá bom, vou fazer – falei.[/list]Ele me deu um beijo, me deu um tapa na bunda e foi embora. Eu decidi tirar um cochilo porque tava cansada e com o corpo dolorido, dormi pensando no que ia rolar naquela noite. Acordei às 6 da tarde e saí com a ideia de ir ao supermercado comprar umas coisas que tavam faltando. Quando saí de lá, me deu na telha passar numa loja de lingerie pra comprar algo novo e estreiar naquela noite. Entrei e vi um fio dental que na frente tinha uma borboleta preta, amei, então decidi levar. Também comprei umas meias pretas e um sutiã preto transparente. Saí da loja e voltei pra casa.
Fiquei lá dando umas voltas em casa, limpando um pouco e arrumando a bagunça. Às 9 da noite comi algo leve, botei o champanhe no freezer e fui no banheiro fazer minhas necessidades, nem preciso falar. Depois fiz a lavagem intestinal que o Carlos tinha pedido, e, depois de esvaziar meus intestinos, preparei a banheira pra tomar um banho e relaxar. Fiquei tanto tempo que quase dormi. Saí do banho, sequei o cabelo e vesti a lingerie nova que tinha comprado. Coloquei uns saltos pretos combinando com o conjunto e decidi esperar o Carlos assim mesmo. Peguei as fotos e, lá pelas 11, tocou a campainha. Olhei e era ele. Abri a porta e, quando ele me viu, ficou paralisado.[list]Puxa, não esperava por essa recepção hahaha – ele me disse.
Tá gostando? Tô estreando pra você – falei.
Sim, você fica gostosa de puta com isso – ele disse apertando minha bunda com a mão.
Que boa aluna você é, puta haha – ele disse dando um tapa na minha bunda.
E tudo isso você conseguiu, cara, assume a responsabilidade hahaha – falei.
Fez o que eu mandei, Susana? – ele perguntou.
Sim, tudo certinho – falei.
Ok, assim que eu gosto – ele disse.[/list]Ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, lá sentou na cama e tirou um saquinho da jaqueta, pegou um papel e começou a tirar erva do saquinho.[list][*]O que é isso? – perguntei.
Maconha, nunca fumou? – ela disse.
Não – falei.
Bom, hoje você vai experimentar mais de uma coisa então kkkk – ela disse.
Era pra isso que eu pedi a grana – ela disse.[/list]Armo vários "baseados" como chamam, e foi deixando na mesinha, acendeu um e deu uns tragos, o cheiro já começava a tomar conta do quarto.[list][*] Toma, experimenta – ele me disse.
Mas Carlos, eu não... – falei.
Vai, pega ele, não tenha medo – ele me disse.[/list]Peguei ele e dei um trago, na real não senti nada, só o gosto.[list][*]"E aí, como é que tá?" – ela me perguntou.
"Nada, não sinto nada, só o gosto da erva" – falei pra ela.
"É que nem álcool, vai batendo aos poucos. Dá mais uns tragos" – ela me disse.[/list]Dei mais uma tragada e o efeito era o mesmo, ou seja, nada. Dei outra e mandei ver, ele continuava fumando.[list][*]Vem senta aqui – ele me disse, apontando pra saia dele.[/list]Sentei no colo dele e ele me segurou pela cintura, deu uma tragada no baseado e me beijou, soprando a fumaça na minha boca. A gente continuou se beijando, lambendo as bocas um do outro e dando pequenas mordidas nos lábios. Quando me afastei da boca dele, ele me passou o baseado com os dedos. Eu dei uma tragada e agora fui eu que beijei ele, compartilhando a fumaça. A gente se beijou até ele dar mais uma tragada no baseado, pra me beijar de novo. Ficamos assim até o baseado acabar.[list][*]Fica de quatro na cama – ele me disse.
Tem alguma bebida pra tomar? – ela me perguntou.
Sim, no freezer tem um champanhe – eu disse, ficando de quatro.[/list]Pouco depois ele voltou com o champanhe e duas taças, abriu o champanhe, serviu nas taças e me deu a minha para eu beber. Tomei um gole enquanto ele fazia o mesmo, virou a taça dele em dois goles e se serviu de novo. Eu terminei minha taça de champanhe, meio nervosa, e ele pediu minha taça e deixou as duas na mesinha. Começou a massagear minha bunda e apertar ela.[list][*] Que buceta gostosa eu vou comer – ele me disse.[/list]Me ajoelhei no chão, deixando minha bunda na altura do rosto dele. Ele puxou minha calcinha fio dental pro lado e senti o dedo dele massageando meu cu. Eu não fazia barulho, só respirava. Ele arrancou o fio dental de uma vez e começou a brincar com os dedos nos meus lábios da buceta, esfregando, apertando. Minha respiração começou a acelerar, a umidade ficava mais evidente, até que senti a língua dele na minha buceta. Ele deu uma lambida de baixo pra cima, o que me deu um arrepio no corpo todo, e continuou brincando com os dedos, me deixando ainda mais molhada. Gemidos baixos começaram a sair da minha boca. Nessa hora, ele atacou de novo minha buceta com a boca, dessa vez sugando ela inteira, me fazendo fechar os olhos e morder o lábio inferior. Senti a língua dele procurando um lugar dentro da minha buceta, entrando como um torpedo girando, me fazendo suspirar de prazer.[list][*]Mmmmmm, cara, que língua você tem – falei pra ele.[/list]Continuou me chupando e lambendo por um tempo, eu já estava toda molhada e gemendo sem parar. Ele passou um dedo na minha buceta e começou a molhar meu cu com o meu próprio mel, foi espalhando até deixar bem molhadinho, e voltou a enfiar a língua na minha buceta, dessa vez com mais violência, enquanto sugava meu clitóris, sentia dois dedos dentro de mim remexendo tudo. De repente, senti aquele fogo saindo do meu ventre, ia ter meu primeiro orgasmo da noite. Me deixei levar, gemendo e respirando acelerado. Ele percebeu que eu ia gozar, tirou a boca da minha buceta e continuou com os dedos.[list][*]Assim, vadia, acaba, preciso desse suco, vai vadia – ele me disse.
Mmmmmm assim, gostoso, assim, continua aaaahhhhhh ahhhhhhhhh – eu gemia sem parar.[/list]Da minha buceta escorriam restos de porra e ele foi passando pelo meu cu, pra continuar me lubrificando. Naquela hora, senti o dedo dele de novo no meu cu, massageando com a ponta. Ele fez pressão e a ponta do dedo entrou com certa facilidade. Eu, ainda me recuperando do orgasmo, senti o dedo dele invadir meu rabo. Instintivamente, contraí o cu. Ele tirou a ponta do dedo e, dessa vez, senti a língua dele, fazendo círculos ao redor do meu cu. Tava entrando num prazer novo pra mim e, sinceramente, tava gostando. Ele começou a fazer pressão com a língua no meu cu, sentia aquela língua grossa querendo entrar, as mãos dele apertando e abrindo minhas nádegas. Como não conseguiu entrar com a língua, se dedicou a lamber meu cu. Comecei a sentir um prazer incrível, fechava os olhos de vez em quando e meus gemidos abafados não paravam.
Naquela hora, ele tirou a língua do meu cu e começou de novo com o dedo, dessa vez fazendo pressão e enfiando um pouco mais. Me inclinei um pouco pra frente ao sentir a grossura do dedo dele, e contraí o cu de novo.[list]Não aperta a buceta, vagabunda, senão vai custar mais – ele me disse.
Desculpa – eu falei.[/list]Com o dedo dele lá dentro, meus gemidos já eram um pouco por causa do incômodo que eu começava a sentir. Sentia o dedo dele se mexendo dentro de mim, como se estivesse abrindo espaço. Ele tirava e colocava de novo, cada vez mais fundo. Tirou e voltou a atacar com a língua, dessa vez conseguiu enfiar, e eu comecei a sentir um prazer novo que não queria que acabasse. Sentia a língua dele se mexendo dentro do meu cu. Ele tirou e voltou com o dedo, dessa vez com mais força, mexendo lá dentro pra abrir espaço. Quando senti que outro dedo dele queria entrar no meu cu, aí eu reclamei de novo e franzi a cara. Ele me deu um tapa na bunda como sinal de que eu não devia fazer aquilo. Não falei nada, só reclamei do tapa forte que tinha levado. O outro dedo dele foi, aos poucos, abrindo espaço e entrando no meu cu. Eu sentia incômodo, apertava os dentes pra não reclamar. Quando tive os dois dedos dele dentro de mim, ele começou a mexer, querendo enfiar e tirar, mas por causa do aperto do meu cu, não conseguia. Eles ficavam presos, e ele só mexia, abrindo um pouco por dentro. Com a outra mão, ele pegou um baseado na mesinha e acendeu. Deu umas tragadas e me passou. Eu peguei e comecei a fumar, dando uma tragada atrás da outra, enquanto ele continuava o trabalho no meu cu. Ele começou a mexer a mão e, aos poucos, meu cu foi cedendo aos dedos dele, e ele foi enfiando e tirando.
Sem perceber, e com o nervosismo que eu tava, fumei quase o baseado inteiro. Passei pra ele, que pegou, deu umas tragadas enquanto mexia os dedos dentro do meu cu e jogou no cinzeiro. Tirou os dedos, aproximou a boca e cuspiu no meu cu.[list]Já tá pronta, putinha? Fica no meio da cama – ele me disse enquanto se despia.[/list]Me coloquei no meio da cama de quatro enquanto olhava pra ele, vi a pica dele e fiquei mais nervosa ainda, e sentia que o baseado tava batendo, parecido com o que o álcool faz. Ele se posicionou atrás de mim e senti a mão dele na minha costa, desatando o nó das alças do sutiã e fazendo eu tirar.[list][*]Abaixa, vagabunda, coloca os braços ao lado do corpo e apoia o peito na cama – ele me disse.
Respira fundo quando sentir meu pau querendo entrar no teu cu – ele me disse.
Você não vai usar camisinha? – perguntei.
Não, vagabunda, aqui não precisa – ele me disse.[/list]Com meu rosto de lado contra o colchão, de repente senti ele enfiar o pau na minha buceta de uma só vez, até o fundo.[list][*]Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh filho da puta de uma vadia desgraçada!!!! – gritei o mais alto que pude.[/list]Isso me causou uma dor danada sentir ela inteira de uma só enfiada sem esperar, tanto que quando senti as coxas dela nas minhas nádegas, me deixei cair na cama pra tirar ela de dentro.[list][*]Hahaha era pra lubrificar minha piranha – ela me disse rindo.[/list]Me agarro no meu cabelo pra me colocar de novo na posição e agora senti o pau dele encostando no meu cu, ele cuspiu de novo no meu cu e começou a fazer pressão, sem conseguir.[list][*]Abre essas nádegas com as mãos, puta, você tá muito apertada – ele me disse.[/list]Atendendo ao pedido dela, abri a bunda com as mãos, ela cuspiu mais uma vez e a pressão que fez com o pau naquele momento foi mais forte, sentindo a ponta entrando.[list][*]Aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhsssssssssssss – eu gritei bem alto.
Assim, vadia, não aperta a bunda, assim tá bom, já tem a ponta dentro, pode soltar as nádegas – ele falou.
Ssssssssssssssssssss ai, dói! – eu disse.
Calma, vadia, que ainda falta muito, relaxa – ele falou.[/list]Senti outro empurrão e ele entrou um pouco mais, meu cu ardia e eu sentia claramente ele se abrindo pra aquele pedaço de carne. Coloquei meus braços pra frente e apertava os lençóis com as mãos, esticava eles querendo arrancar de tanta dor que tava sentindo. Ele segurava minha cintura pra não me deixar escapar, eu gemia, mordia meus lábios, apertava os dentes, meu coração queria pular pra fora do peito, a dor era tremenda, parecida com a do parto. Sabia que tinha que aguentar, e naquele momento outro empurrão enterrou ainda mais fundo.[list][*] Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh você me mata!!! – gritei tentando me livrar do pau dele, me jogando pra frente.
Fica quieta, filha da puta!!! – ele gritou, me segurando firme pelos quadris e dando vários tapas na minha bunda.
Tá doendo muito, por favor, chega, chega, eu imploro! – falei entre gemidos e chorando.
Cala a boca, puta, você vai aguentar, querendo ou não, já tá com metade pra dentro, não vou meter mais – ele disse.
Ahhhhhhhhggggggggssssssssssssss ssssssssssssssssss tá doendo, cara, tá doendo – eu falava entre gemidos e choro.
Fica quieta, puta, assim seu cu vai se acostumando com meu pau – ele falou.[/list]Fiquei parada enquanto minhas lágrimas escorriam dos meus olhos e não parava de sentir aquela ardência no meu cu e aquela pica que me atravessava em dois, ele não se mexia, de vez em quando balançava pros lados tentando abrir meu cu ainda mais. Nisso, ele pegou outro baseado e acendeu, deu umas tragadas e me passou, eu peguei e comecei a fumar desesperada, querendo que aquela erva anestesiasse minha cabeça pra não pensar na dor. Segurando minha cintura, ele começou um movimento suave pra trás pra tirar um pouco, cuspir na própria pica e meter de novo, eu me queixava e meus olhos continuavam se enchendo de lágrimas. Ele seguiu os movimentos e cada vez mais meu cu ia cedendo, percebi que tinha aberto meu rabo como uma flor, porque a ardência já tava passando e a dor tava se transformando em prazer. Vendo que eu não reclamava tanto, ele foi aumentando os movimentos.[list][*]Agora começa a melhor parte, puta – ele me disse.
Mmmmmmmm aghhhhhhhhssss devagar, por favor – eu disse entre gemidos.
Se mexe você, puta, senta no meu pau sozinha, vai – ele me disse.[/list]Comecei um movimento suave de vai e vem, a dor foi se transformando aos poucos em mais e mais prazer, mesmo que a dor não desaparecesse de vez, eu comecei a gostar.[list][*]Assim, puta, assim, continua, não para – ele dizia e me dava um tapa forte na bunda.
Ahhhhhhhhh aiiii mmmmmmm agssssssssss – eu gemia e gritava com o tapa.
Você gosta da minha piroca, puta? Gosta de como eu arrebento sua buceta? – ele perguntou.
Mmmmm agggggghss sssssi, gosto de como você arrebenta minha buceta, cara – eu falei entre gemidos.[/list]Ele continuava me dando tapas fortes na bunda e eu aumentava o ritmo da foda, apoiei as mãos na cama, ficando de quatro, e nisso senti a mão dele agarrar meu cabelo e ele começou a me meter com tudo, com movimentos que a princípio foram rápidos. Já tava me comendo o cu a toda velocidade, sentindo o pau dele abrir meu cu por completo, enquanto puxava meu cabelo pra trás. Meu corpo já tava pegando fogo e suado por causa da surra que ele tava me dando no cu, ouvia os gemidos dele cada vez mais fortes e o som da respiração ofegante, ele berrava como um touro.
Fechei os olhos e só me entreguei pra aproveitar o prazer misturado com dor que tava sentindo, de repente aquele fogo começou a crescer, anunciando meu orgasmo, e eu deixei ele vir.[list]Ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhh gozei!!! – gritei.
Assim mesmo, vagabunda, goza, vai, puta de merda – ele dizia, me segurando pelo cabelo e metendo forte.
Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhh assim, caralho, como você me faz gozar!!! – eu gritava, louca.
Aperta minha pica com o cu, contrai, vagabunda! – ele gritava.
É assim que você gosta, cara? – falei, apertando meu cu, me recuperando do orgasmo.
Sim, assim, vagabunda, assim, vou encher esse seu cu de porra, puta de merda – ele dizia.[/list]Enquanto eu contraía meu cu, ele continuava me comendo mais devagar. Aí ele tirou e meteu de novo, dessa vez com mais facilidade, mas me causando um pouco de dor. Eu sentia minhas pernas escorrendo de fluido por causa da minha gozada. Olhei pra baixo e entre minhas pernas os lençóis estavam molhados do meu gozo. Ele continuou me comendo selvagemente por um tempo, e eu não parava de gemer e aproveitar aquela pica no meu cu. Não me arrependia nem um pouco de ter me entregado pra ele.[list][*]Ahhh ahhhh vou te encher de porra, sua puta – ele gritou.
Mmmmm ahhhggggggsss me dá sua porra, cara, enche meu cu de porra – ela dizia entre gemidos.
Quero sentir essa porra quente nos meus intestinos, vai, filho da puta! – eu falei.
Ahhh ahhhh ahhhhh toma, puta, aproveita! – ele gritou.[/list]Quando senti o primeiro jato tocar as paredes do meu cu, apaguei. Tive um orgasmo de repente, que não esperava, e caí de bruços na cama, com ele caindo por cima de mim. Senti o corpo inteiro dele sobre o meu e como ele enterrou toda a pica dele no meu cu. Naquele momento, entre o orgasmo e a dor de ter ela toda lá dentro, senti de novo o que tinha acontecido na noite anterior: semi-inconsciente, tonta, os olhos virados. Abria os olhos e via o quarto inteiro se mexer, meu corpo tremia todo, como se estivesse tendo convulsões. Sentia na minha nuca a respiração ofegante dele e uns gemidos leves saindo da boca dele. Naquela hora, parei de sentir o peso dele no meu corpo e o vi sentar na cama, encostando as costas na cabeceira. Queria olhar pra ele, olhei, e ele me encarava com um sorriso safado, igual daquela vez. Queria falar, mas só conseguia murmurar.[list][*]Calma, vadia, já vai passar, não quis enfiar tudo, me deixei levar pelo teu corpo – ele me disse.
Mmmmmmmmm aggg mmmmmmmmm – eu murmurava sem conseguir dizer nada.[/list]Vi como ele acendia outro baseado e começava a fumar, aproximou da minha boca e eu chupei, dei duas tragadas e ele continuou fumando, aos poucos meu corpo ia reagindo, minha visão foi se normalizando, embora eu sentisse meu corpo dolorido e meu cu ardendo, quando olhei vi o pau dele com restos de sangue, fiquei com muito medo, ele percebeu isso. Levantou e foi ao banheiro, senti ele mijando e voltou com o pau limpo.[list][*]Não se preocupa, é normal que seu cu tenha rachado um pouquinho, trouxe um creme pra você passar – ele me disse.
Vai no banheiro e se limpa direitinho, tira toda a porra e lava, e passa esse creme – falou, pegando a calça dele e tirando um creme.[/list]Assim que pude, me levantei, peguei o creme e fui pro banheiro. Sentia os restos de porra escorrendo pelas minhas nádegas. Sentei no bidê e me lavei bem. Me enxuguei e vi um pouco de sangue na toalha. Passei o dedo no meu cu e o toque doeu pra caralho. Vi meu dedo também sujo de sangue. Limpei o sangue com a toalha e passei o creme, que era pra fissuras, hemorroidas e outras paradas. Me olhei no espelho e não me reconheci. Minha cara tava de cansada, exausta, de quem tinha sofrido pra cacete — e não era à toa. Voltei pra cama e ele tava tomando champanhe. Me deu um gole. A gente terminou a garrafa, e dessa vez fui eu que acendi um baseado. Ele sorriu e se deitou na cama. Tirei os saltos e me deitei do lado dele, apoiando a cabeça no ombro dele até a gente acabar de fumar o beck. Tava me sentindo tonta, o baseado e o champanhe tinham batido forte.[list][*]Valeu – falei pra ele.
Por quê? – ele me perguntou.
Por tudo, você me fez conhecer coisas novas, coisas que nunca imaginei que existiam – falei.
Kkkk Você só tem um marido corno que não sabe te satisfazer – ele disse.
Você me fez me sentir toda uma mulher – falei.
E o que mais eu te fiz sentir? – ele perguntou.
Uma puta, uma verdadeira puta, e eu adoro – falei dando um beijo nele.
Feliz desvirginada de cu, sua puta kkkk – ele disse.
É verdade, seu cu tá bem largo, te aconselho a não transar com seu marido por uns dias, ele pode perceber – ele falou.
Sim, de novo, valeu – falei.
Vamos dormir nessa cama toda molhada? – falei rindo.
Kkkk São seus sucos, não devia ter nojo kkkk – ele disse.[/list]
Le pase mi brazo por delante y acomode mi cabeza en su pecho y nos dormimos, al otro día me desperté abrazada a él, sentía el culo que me iba a explotar, me ardía mucho, me levante y me di una ducha, fui a preparar los mates y cuando me quise sentar casi grito del dolor, me tuve que sentar de costado, él se levanto pasadas las 2 de la tarde y me dijo que se tenia que ir, que le hubiera encantado quedarse y echarse un polvo pero entendía que yo debía estar dolorida, y era verdad, me dijo que tratara de descansar y boca abajo, en un par de días iba a estar como nueva, y se fue dándome un beso.
Esa fue la noche que me rompieron el culo y nunca voy a olvidar, por todo, ya les contare nuestro próximo encuentro porque por el momento pienso seguir viéndolo. Gracias.
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