Compartilho este conto que encontrei há vários anos.
Dividido em 2 partes por ser um relato longo pra caralho.
CAPÍTULOS ANTERIORES:
Vôlei de praia [1/2]...........................................................................................................................................................Virei a cabeça e, de fato, lá no fundo vinha minha mãe com seu biquíni preto e junto dela um homem negro completamente pelado. Não podia acreditar! Ela, que tanto tinha feito um escândalo por causa da praia de nudismo e do topless da minha tia, agora estava acompanhada por aquele cara no pelo, batendo um papo animado com ele.
Davinia e eu começamos a sair da água.
— Álvaro, filho, vê como é que você vai esconder isso antes da sua mãe chegar — comentou ela, aludindo ao tamanho do meu pau, que tinha endurecido de novo por causa dos roços e apalpadelas dentro d'água.
Em parte ela tinha razão, mas rapidamente me toquei de uma coisa: quando ela chegasse e nos visse pelados, não ia poder falar muita coisa, pelo menos naquele momento, primeiro porque ela mesma vinha acompanhada por aquele homem e, segundo, porque com ele na frente não ia se atrever a fazer nenhum escândalo. Ela nunca perdia a educação na frente dos outros. Enquanto nos secávamos, comentei essa reflexão com minha tia e ela concordou. Uns dois minutos depois, minha mãe e o acompanhante dela chegaram até nós. Reparei na cara de espanto que minha mãe fez ao nos ver sem sunga. Notei como ela olhou rapidamente pras nossas partes íntimas e depois desviou o olhar na hora. Quis pagar na mesma moeda e olhei pro negro, baixei a vista pro pau dele pendurado e desviei os olhos pra encontrar os da minha mãe, tentando contra-atacar. Ela ficou vermelha e foi minha tia quem quebrou o gelo. Com toda naturalidade, perguntou pra irmã:
— Débora, não vai nos apresentar seu acompanhante?
Minha mãe demorou uns segundos pra reagir, mas depois começou a falar:
— Ele é o Pierre, um ex-colega de trabalho. Pierre, ela é minha irmã Davinia e ele é meu filho Álvaro.
O homem apertou educadamente a mão de nós dois, bem na hora em que percebi minha tia olhando pro pau daquele cara de uns 35 anos. O pau dele estava mole, mas mesmo assim tinha Um tamanho considerável. Minha mãe continuou falando um pouco, contando mais sobre o Pierre, que era francês mas já morava na Espanha há muitos anos, sobre como se davam bem na época em que trabalharam juntos... Pierre também começou a elogiar minha mãe, tanto pessoal quanto profissionalmente. Minha tia e eu ouvíamos, embora, no meu caso, eu ficasse de olho no comportamento da Davinia, que não parava de olhar com certo disfarce praquele pau escuro que estava a pouca distância. O francês, entre uma palavra e outra, também observava a anatomia da minha tia, a ponto de que, depois de alguns instantes e ao perceber finalmente que a Davinia não parava de olhar pra rola dele, ela começou a crescer e a ficar meia dura. Olhei pra minha mãe e a peguei com os olhos cravados no meu volume: meu pau, que tinha uma leve camada de pelo púbico castanho, continuava duro e ereto. Mas dessa vez minha mãe não desviou o olhar, ficou ali uns instantes fitando minha virilha antes de voltar a entrar na conversa.
— Que mundo pequeno! Numa praia tão escondida como essa e olha só, encontro um ex-colega de trabalho que não via há séculos — comentou mamãe.
— Tem razão, mas é, cê viu que não mudei muito desde a última vez que nos vimos. Você também não mudou: tão gostosa e simpática, e tão prudente e recatada como sempre — completou Pierre.
Eu já tava sacando onde aquilo ia dar, mas o francês esclareceu na sequência:
— Você deve ser uma das poucas pessoas que vão pra uma praia exclusivamente nudista e ficam de biquíni, hahahaha — disse Pierre entre risadas.
Minha tia e eu também sorrimos.
— Minha irmã é meio quadrada, antiga. Não sei como ela não falou nada ao ver o filho e eu pelados — acrescentou Davinia, sem perder a chance de se deliciar de novo com o membro duro e com as bolas totalmente raspadas do francês. Minha mãe começou a se sentir meio encurralada: três pessoas peladas e ela, ao contrário, de biquíni numa praia de nudismo.
— Mas por que ela teria que se escandalizar? Ficar pelado numa praia dessas é o mais normal. Não tem nada demais em ver seu filho ou sua irmã nus. Nem em ver um ex-colega. Comigo, quando a gente se encontrou ainda agora, ela agiu com toda a naturalidade, até demos um abraço e uns beijinhos no rosto pra nos cumprimentar. E, pelo que eu saiba, não aconteceu nada, ninguém morreu — disse Pierre.
Na minha cabeça passou a imagem do corpo da minha mãe colado, mesmo que por uns segundos, no daquele cara totalmente pelado, e isso me esquentou um pouco mais. Minha tia voltou então ao ataque:
— Irmã, acho que você devia tirar de vez o biquíni. Não seja careta, pelo amor de Deus. Seu amigo está pelado, seu próprio filho está e eu também, e não acontece absolutamente nada. Muito pelo contrário: se você ficar de maiô, é que vai virar a anormalidade.
Minha mãe baixou a cabeça meio nervosa. Pela primeira vez, tive a impressão de que ela estava prestes a ceder e se livrar do biquíni. Talvez mais um "empurrãozinho" e aquilo acontecesse. E esse "empurrãozinho" veio da boca de Pierre:
— Penso o mesmo, Débora. Pode fazer o que quiser, claro. Mas, mulher, estamos todos pelados, em plena natureza, num espaço exclusivo pra nudistas. Além disso, só vou aceitar o convite que você me fez antes, quando a gente se encontrou, de passar um tempo aqui com vocês se você tirar o biquíni. Senão, viro as costas e volto por onde vim.
Essas últimas palavras do francês foram definitivas. Sem dizer nada, mamãe levantou a cabeça, levou a mão às costas e abriu o fecho da parte de cima do biquíni. Não podia acreditar: ela estava prestes a superar todos os seus complexos morais e mostrar os peitos. Já com o sutiã solto, tapou por uns instantes os peitos até que decidiu separar as mãos deles e da peça, deixando-os nus. Eram lindos: redondos, bem formados e com auréolas de tamanho considerável. O marrom escuro dos mamilos completava a beleza dos seios. Minha mãe me olhou: pareceu esquecer da presença da Davinia e do Pierre e só observava a mim. Suponho que o que mais importava naquele momento era minha reação. Sabia que precisava dizer algumas palavras tranquilizadoras e foi o que fiz:
— Mãe, viu como não tem problema? Além disso, você tem um corpo maravilhoso. Devia se sentir sortuda por ser tão gostosa.
Consegui arrancar um sorriso tímido dela e seu rosto começou a mostrar certa calma a partir daquele instante. Ela guardou o sutiã na bolsa, enquanto Davinia e Pierre a olhavam em silêncio. O francês tinha dado uma boa olhada nas tetas da minha mãe e depois olhou para as da minha tia, como se quisesse compará-las. Não sei que porra tava acontecendo comigo: em qualquer outro momento, teria me irritado ver um cara dando esse tipo de olhada na minha mãe e na minha tia. Mas naquele dia, não. Muito pelo contrário: o que rolou com minha tia atrás dos arbustos, a presença daquele preto bem dotado, os olhares constantes dele pra minha mãe e minha tia faziam minha excitação não parar de crescer. Mamãe já estava só de calcinha do biquíni, hesitou por uns instantes e, em seguida, levou as mãos à peça. Tava prestes a ficar completamente pelada na nossa frente. Na cara do Pierre dava pra ver um sorriso safado; na da minha tia, se misturavam surpresa e incredulidade diante do que estava prestes a acontecer. A calcinha da minha mãe começou a descer devagar, puxada pelas mãos dela. Assim que deslizou um pouco a peça, deixou ver um mato grosso de pelo escuro, de onde nascia a fenda da buceta dela. Os lábios carnudos da vagina foram os próximos a ficar expostos. Ela terminou de tirar a calcinha, sacudiu ela um pouco para limpá-las da areia e as colocou na bolsa que tinha trazido. Com certo disfarce e ainda com um pouco de timidez, minha mãe colocou as mãos na frente da virilha e tentou se cobrir.
Pierre parecia satisfeito com o que acabara de ver. Minha tia foi a primeira a quebrar o silêncio:
— Nossa, maninha! Você me surpreendeu mesmo! Pensei que nunca teria coragem de dar esse passo. Parabéns!
Ela se aproximou e beijou a testa dela. Preferi não comentar mais nada e deixar a situação parecer o mais normal possível, embora meu coração estivesse disparado depois do "striptease" da minha mãe.
— Muito bem, então vamos aproveitar o tempo. Tenho na minha mochila uma bola de vôlei e ali atrás tem uma rede e um espaço delimitado com fitas brancas na areia para praticar vôlei. Alguém topa jogar? Débora, sei que você gostava desse esporte. Com certeza vai topar o plano.
De fato, minha mãe adorava vôlei e vôlei de praia. Ela praticava o primeiro há muitos anos e tinha feito parte do time da universidade. Ainda vez ou outra se encontrava com ex-colegas para jogar uma partida.
— Não soa mal. Acho uma boa ideia — respondeu ao convite do francês.
— Eu também vou, mas não faço ideia de como se joga — disse Davinia.
— Não se preocupe, que eu vou te ensinar como se joga — falou o francês, em cuja voz e gestos comecei a notar um certo flerte com minha tia.
— Vamos, Álvaro, que eu vou te ensinar — propôs minha mãe.
Dei um sorriso de agradecimento e concordei.
Pierre então tirou da mochila uma bola amarela com alguns detalhes em azul claro. Enquanto se abaixava para pegar a bola, o rabo dele ficou empinado e, por trás, deu pra ver tudo aberto. Entre as coxas dele apareceram penduradas duas bolas enormes e pretas e a pica, que continuava dura. Peguei Davinia se deliciando com aquela vista e mordendo o lábio inferior de tesão. Devo admitir Senti um pouco de ciúmes, porque a atenção da minha tia e o desejo sexual dela agora estavam voltados pro Pierre e pros atributos dele. O francês se levantou e foi com a bola na mão pra onde ficavam a rede e a quadra. Minha tia seguiu ele, com os olhos grudados na bunda enorme do negro; atrás da Davinia vinha minha mãe, e atrás dela, eu, que não conseguia evitar de me deliciar com o espetáculo da bunda nua e gostosa da minha progenitora. Quando chegamos na área esportiva, o francês propôs o seguinte:
Vamos fazer uma coisa: pra que os dois pares fiquem equilibrados, eu e a Davinia formamos um, e a Débora e o Álvaro formam o outro. Assim, em cada dupla vai ter um jogador experiente e um novato.
Todo mundo achou a ideia boa, então de um lado da rede ficaram minha tia e o Pierre, e do outro lado ficamos eu e minha mãe. Imediatamente o galo botou a mão na massa (e nunca foi tão apropriado): começou a mostrar pra minha tia como ela devia bater na bola pra sacar, como tinha que posicionar as mãos pra amortecer as cortadas do outro lado da quadra, e como devia bater pra passar a bola por cima da rede. Todas as palavras dele vinham acompanhadas de gestos e posições do corpo pra Davinia poder imitar. Mas não satisfeito com isso, se o Pierre precisava corrigir alguma coisa, não hesitava em ficar atrás da minha tia com o corpo colado no dela e mostrar exatamente como ela tinha que posicionar o corpo em cada caso. Embora eu estivesse de frente pra eles, pela postura que tinham, era óbvio que a pica do negro tava totalmente encostada na bunda da minha tia. Percebi também que ela tava se fazendo de sonsa pra ter aquele cara mais tempo atrás dela esfregando a pica. Cheguei até a ver a Davinia, de vez em quando, empurrar a bunda pra trás sem vergonha nenhuma pra sentir ainda mais a dureza do pau do francês. Quando finalmente ele se afastou da minha tia e continuou com as instruções, mas já Com a bola como protagonista, a ereção dele estava tremenda, tanto que minha mãe não teve nenhum pudor em ficar olhando para ela, besta, por vários segundos. A cada pulo que o preto dava para bater na bola e mostrar pra Davinia como se fazia direito, o pau dele balançava igual uma mola toda vez que os pés de Pierre aterrissavam na areia fina.
"Já está tudo mais ou menos claro?" — ele perguntou pra minha tia.
Ela balançou a cabeça sem dizer uma palavra: só sabia olhar praquela rola que estava tão perto e tão dura.
"Débora, o que você está esperando pra mostrar pro seu filho como se joga? A gente não tem o dia inteiro!" — exclamou o francês.
Enquanto ele e minha tia trocavam passes com a bola amarela, minha mãe fez uma pequena e proveitosa demonstração de como se jogava. Eu já tinha observado antes durante o "show" do Pierre, mas mesmo assim preferi ser instruído pela minha progenitora. Ela me deu uma série de conselhos e dicas bem valiosas. Durante uma delas, ela se posicionou atrás de mim e explicou como eu devia colocar o corpo pra receber as bolas adversárias. Senti primeiro os peitos dela colados nas minhas costas, depois senti o roçar áspero dos pelos da buceta no começo das minhas coxas e na parte de baixo das nádegas. Meu corpo e minha pele queimavam de excitação e eu já nem prestava atenção nas instruções. Também não me importava com o inchaço e a grossura que meu pau tinha adquirido, porque ninguém mais escondia seus desejos ou intenções. O fato de minha mãe ter terminado suas explicações esportivas e a gente ter começado a disputar a partida apagou momentaneamente um pouco do meu fogo interno, mas não por muito tempo.
Os primeiros pontos do jogo foram rápidos e curtos por causa da inexperiência de Davinia e da minha, o que fazia a gente cometer um erro atrás do outro. No entanto, aos poucos fomos pegando o jeito do jogo e os pontos ficavam cada vez mais longos e disputados. Conforme o jogo avançava, meu atenção começou a se focar de novo em outras coisas: toda vez que minha mãe se posicionava na rede e eu atrás dela pra receber o saque dos adversários, eu tinha uma visão perfeita e impactante da bunda da minha progenitora empinada. Da minha posição dava pra ver a buceta vista por trás e a racha do cu aberta pela postura. De novo, o formigamento no meu pau ficava mais que latente.
Depois de um ponto muito disputado que minha mãe decidiu a nosso favor com uma esplêndida cortada na rede, ela veio correndo na minha direção e bateu na minha mão antes de me abraçar pra comemorar. Não sei se a emoção pelo ponto ganho fez ela esquecer que estávamos nus ou se isso já tava começando a não importar mais, mas o fato é que nossos corpos ficaram colados um no outro pela parte da frente, peito com peito, sexo com sexo. A sensação que senti foi indescritível: o roçar dos peitos dela nos meus peitorais, meu pau duro e ereto esmagado entre a barriga dela e a minha, as cócegas dos pelos da xota da minha mãe na minha virilha, o suor da pele dela se misturando com o meu... Foram só alguns segundos que durou o abraço, mas me deixou completamente ligado. Já não era só excitação o que eu sentia: me invadiu o desejo incontrolável de foder minha própria mãe. Cada vez que a gente ganhava um ponto, ela se fundia num novo abraço comigo e minha vontade aumentava.
Pierre e Davinia também não ficavam atrás em questão de efusividade, e as palmadas do francês na bunda da minha tia eram regra depois de qualquer ponto que eles conquistavam. O primeiro set caiu pro lado dos dois com um placar bem apertado. Mas no segundo, minha mãe e eu nos recuperamos e ganhamos de forma folgada. Cada vez eu me sentia mais confortável e ágil no jogo, e a qualidade da minha mãe era tanta que contrabalançava o poderio do Pierre.
O terceiro e decisivo set começou com uma troca contínua de pontos. No meio dele, Davinia conectou uma boa cortada por cima da rede, e minha mãe e eu corremos atrás da bola. pra tentar evitar que tocasse na areia. A falta de entendimento dessa vez fez com que nós dois colidíssemos, enquanto a bola caía na areia. Minha mãe caiu primeiro no chão e eu tropecei nas pernas dela, perdi o equilíbrio e acabei com parte do meu corpo em cima do dela. Meu pau ficou praticamente sobre o rosto dela e minha cara entre as pernas dela. Minha progenitora, ao tentar se mexer, fez com que a buceta dela esfregasse na minha cara. Apesar de ter sido rápido, senti a umidade dela na minha boca. Enquanto nos levantávamos, ela apoiou as mãos no meu corpo e, por coincidência, uma foi parar na minha barriga e a outra direto na minha virilha. Eu me encolhi instintivamente ao sentir o contato e o leve toque no meu pacote.
— Querido, se a gente não se falar e se avisar mais, esses dois vão ganhar a partida da gente — ela disse, já de pé, me dando umas palmadinhas de incentivo na bunda.
Ela estava cada vez mais solta, o que me aliviava, mas ao mesmo tempo continuava alimentando a chama do desejo. Assim chegamos ao fim do jogo com o placar bem equilibrado. Se Davinia e Pierre ganhassem o próximo ponto, levariam a vitória de vez. Foi então que o francês, antes de sacar, propôs o seguinte:
— Vendo como isso ficou intrigante, quero sugerir uma coisa: o que acham de o time vencedor poder propor algo que todos tenham que cumprir?
Minha tia, minha mãe e eu olhamos meio estranhos, sem saber exatamente do que ele estava falando.
— O que você quer dizer, Pierre? — perguntou minha mãe, enquanto enxugava o suor que escorria pela testa.
— Hahaha... Se eu contar agora, perde toda a graça. Só quando o jogo acabar é que vão ter pistas. Aceitam o desafio?
O negão abriu a mão para que todos apertássemos em sinal de acordo. Davinia foi a primeira, e depois minha mãe e eu também aceitamos.
— Perfeito, negócio fechado então. Agora não tem volta. Recuar depois" — comentou Pierre antes de se encaminhar para o fundo da quadra para sacar.
Davinia ficou na rede do lado dela, e eu me posicionei na minha área de jogo, separados apenas pela fina rede. Minha mãe ficou atrás de mim, na diagonal. O francês lançou a bola no ar, deu um salto majestoso como se a vida dependesse disso e bateu com força na bola. Como um míssil, a esfera amarela cruzou a rede em direção ao fundo da quadra. Virei a cabeça e vi minha mãe, num movimento incrível, conseguir evitar que a bola tocasse a areia. A bola subiu de novo na minha direção, corri alguns passos, alcancei a altura dela e, com um gesto forçado, consegui rebater tentando mandá-la pro outro lado. Minha mãe, deitada de bruços na areia, acompanhava atentamente a trajetória da bola. Eu tentava empurrá-la com a alma pra passar por cima da rede. A bola tocou a fita, enganou Davinia no voo, que foi pro lado oposto, e pareceu parar no ar sem saber pra que lado cair. Quando vi que começava a descer a pino pro nosso lado da quadra, sem chance de reação, fechei os olhos, sem querer ver o momento em que nossa derrota se confirmava. Ainda de olhos fechados, ouvi os gritos de alegria e comemoração de Pierre e Davinia. Só quando ouvi minha mãe do meu lado dizendo que não tinha problema e que tinha se divertido pra caralho durante o jogo, é que abri os olhos de novo.
"Vem cá, campeão, me dá um abraço" — foram as próximas palavras dela.
Abracei ela, e ela me beijou várias vezes na testa e na bochecha. Eu fiz o mesmo, e num desses beijos nossos lábios quase se encontraram. Senti as mãos da minha mãe na minha bunda, dando uns tapinhas, e ela disse:
"Vamos cumprimentar os vencedores. Sempre tem que ser esportivo."
Separamos nossos corpos. corpos e senti alívio na minha piroca dura, ao ficar livre da pressão que acabara de sofrer enquanto estava imprensada. Depois de parabenizar os vencedores, minha mãe perguntou ao Pierre qual era a tal “punição” para os perdedores que ele tinha mencionado antes.
— Punição? Eu não falei de punição nenhuma, só de uma proposta — esclareceu o francês.
— Vamos, Pierre, não se faça de rogado e solta logo de uma vez — pediu Davinia.
Pra mim, o jeito que o Pierre falava, aquele mistério e o tom de segundas intenções com que dizia as coisas começaram a cheirar mal. Quando ele finalmente revelou a proposta, percebi que minhas suspeitas estavam certas, e que eu até tinha sido modesto:
— Vou explicar como dá. Temos aqui dois caras e duas minas, com nossos corpos nus, suados, ofegantes pelo esforço, com um tesão do caralho... Estamos numa praia de nudismo, tranquila, onde cada um faz o seu sem se preocupar com os outros. Acho que mais de um de nós aqui tem outro tipo de “tesão”, além do que veio do exercício — comentou enquanto olhava pra minha piroca e depois pra dele. Vi minha tia dar um sorriso meio cúmplice pro parceiro de equipe. Mas minha mãe engoliu seco, começando a sacar por onde a coisa podia ir.
— Também tem quem fique dando olhadinhas curiosas pra certa parte do corpo do Álvaro e do meu, e não quero apontar ninguém — acrescentou Pierre.
Davinia sorriu ainda mais e não se segurou nem um pouco: primeiro olhou pra piroca do preto e depois pra minha.
— Duas rolas boas e duras, por sinal — disse minha tia, pra surpresa da minha mãe.
Mamãe ficou vermelha com esse comentário e nas bochechas dela apareceu um tom avermelhado de pudor e vergonha.
— Não vamos ser hipócritas: basta olhar como o Álvaro tá duro e como eu também tô pra saber que a gente tá no cio que nem cachorro e que vocês duas também devem estar, porque não pararam de olhar pros nossos membros o tempo todo. O jogo. Me diga, Álvaro: dá pra ver bem a bunda da Débora por trás? Porque eu te peguei várias vezes se deliciando com a vista entre um ponto e outro — disse o francês.
Naquele momento, queria que a terra me engolisse. O filho da puta, além de perceber e ficar me observando, acabou de dedurar assim, na cara. Revelar aquilo de forma tão clara, sem rodeios e sem vergonha na frente da minha própria mãe já era demais. O pior é que o cara tinha toda a razão do mundo e eu não podia negar que aquilo tinha acontecido.
Não gosto de ficar com isso tão duro por muito tempo. Quando sobe e fica desse jeito, igual agora, preciso aliviar. Talvez os perdedores devessem pagar pela derrota satisfazendo as necessidades dos vencedores, não acham? — completou o francês.
— Pelo amor de Deus, Pierre! Você está louco? — exclamou minha mãe, indignada.
— Vamos, Débora, não se faça de inocente que você, na surdina, já deu uma bela olhada nuns paus. Não me faça de otário: você se acabou de olhar o meu e o do seu filho — rebateu Pierre, deixando ela no chinelo.
— Pois é, olhei! Uma não é de pedra, caralho! Mas isso não quer dizer que...
— O que não quer dizer? Será que você olha e observa algo tantas vezes sem gostar e sem sentir desejo por isso? Acho que não. No fundo, você morre de vontade de ter o meu pau e, se for pra apertar, o do seu filho também. Talvez seja por falta de sexo ultimamente, sei lá, você que sabe — interrompeu o francês.
O cara parecia muito esperto, um estrategista perfeito, e estava aos poucos encurralando minha mãe com os argumentos dele.
— Espero que você não volte atrás e respeite o trato selado com o aperto de mão. Você tem que cumprir sua palavra, assim como eu fiz anos atrás com aquele assunto que você e eu sabemos — continuou o gaulês.
A expressão no rosto da minha mãe mudou completamente: de refletir indignação e rebeldia contra a proposta do Pierre, passou a demonstrar medo, resignação e rendição. Quando olhei pra ela, soube que, agora sim, ia aceitar o que o francês propusesse. Fosse o que fosse aquilo que Pierre acabara de mencionar, algo sério e grave tinha que ser pra amedrontar e convencer minha mãe daquele jeito. Olhei pra minha tia e ficou claro que ela já tava do lado do negão há um tempão: continuava sorrindo e dava pra ver que tava encantada com aquela situação. Era evidente que queria que a "festa" que tinha começado quase duas horas antes comigo continuasse e que queria curtir um bom tempo de sexo.
Irmãzinha, os pactos são pra serem cumpridos e as palavras dadas, também. Não me diga que não tá afim de provar dessa cock— disse Davinia pegando e envolvendo com a mão o pau de Pierre.
Minha tia começou a deslizar a mão suavemente sobre o falo do negão, puxando a pele escura pra baixo e pra cima.
Além disso, eu também ganhei e quero minha recompensa— disse ela olhando pra minha cock sem parar de acariciar a do francês.
Eu tava morrendo de vontade de oferecer meu "prêmio" pra minha tia e foder ela, mas não queria mostrar essa vontade na frente da minha mãe: queria deixar a situação fluir pra parecer que eu tinha sido forçado a fazer aquilo.
Isso é uma loucura, uma verdadeira barbaridade! Mas vamos acabar logo com toda essa selvageria, não quero que se prolongue mais— exclamou minha mãe se rendendo de vez.
Sabia que no final você respeitaria sua palavra dada. Não seja boba, relaxa e aproveita. Vamos nos divertir muito— disse o galo.
Davinia soltou o falo do negão, depois de deixá-lo totalmente duro e com a cabecinha de fora. Tava úmido e melado, e do buraquinho no centro escapava uma bolha pequena de cor branca transparente. Minha mãe deu uns dois passos em direção ao Pierre e parou a poucos centímetros da cock dele. Vi como ela observou timidamente, sabendo que nós três estávamos de olho nela. Suspirou umas duas vezes, mexeu o braço com hesitação, puxou pra trás Uma vez, mas na segunda tentativa ela finalmente conseguiu levar a mão até a pica do francês.
Isso aí, muito bem. Viu como não era tão difícil? Toca sem medo, ninguém vai te julgar por isso. Nós quatro vamos nos divertir e gozar um pouco. Assim, continua assim, mais um pouco... – arengou Pierre pra mamãe.
De fato, a mão da minha progenitora já estava apalpando e amassando o pau ereto do negro, que continuava incentivando minha mãe. As palavras que ele acabara de dedicar a ela pareceram fazer efeito, pois a timidez inicial da minha mãe foi diminuindo aos poucos e eu comecei a ver como ela agarrava aquele falo grosso e inchado com mais firmeza, vontade e convicção.
Você gosta do que tem aí na sua mão? Siimm, isso aí, continua. Ummm..., me dá prazer, vamos, mais, um pouco mais... Álvaro, é sua vez: não deixe a outra vencedora esperando – disse o francês antes de fechar os olhos de tanto prazer que a mamãe estava lhe dando.
Ver minha mãe masturbando aquele negro, com aquela pica enorme na mão, foi o empurrão final pra eu me aproximar da minha tia e oferecer meu pau duro. Davinia lambeu os lábios e depois cuspiu várias vezes no meu pau, deixando ele todo coberto de saliva.
Nada de mais enrolação comigo. Tô morrendo de vontade. Enfia a pica no meu cu e me fode – ela ordenou, bem antes de se virar e colocar a bunda pra cima.
Olhei pra minha mãe e ela, enquanto balançava cada vez mais rápido a pica que tinha na mão, também me observava, esperando ver o momento em que minha vara penetrasse o cu da irmã dela. Aproximei meu pau, cuja glande vermelha já estava à mostra, rocei ele nas nádegas da minha tia, percorri a racha da bunda dela de cima até o buraco do cu e, depois de encontrar ele, comecei a empurrar com minha cintura e meus quadris. Meu pau começou a sumir entre os glúteos de Davinia, que suspirava ao sentir como, um por um, os centímetros do meu pau grosso entravam lá dentro. Enterrei meu membro inteiro dentro do cu e Senti dentro dela um calor abrasador. Virei a cabeça pra esquerda e vi minha mãe enfiando a pica do francês na boca. A bochecha dela tava inchada, com o pauzão do Pierre batendo lá dentro. Ela começou a chupar devagar, mas logo o ritmo acelerou e os lábios da minha mãe deslizavam, incansáveis e cheios de tesão, naquele pinto preto.
Segurei minha tia pelos peitos e comecei a bombar com meu pau o cu dela. Ouvi os gemidos do Pierre com o boquete que ele tava levando. Escutei ele pedindo pra minha mãe chupar a pica toda como se fosse uma puta, uma vagabunda barata de estrada. O filho da puta tava deixando ela louca com esse vocabulário vulgar e eu via minha mãe se acabando de prazer. Na posição de cócoras, a buceta dela tava aberta e brilhando de tesão, toda melada.
Acelerei meus movimentos, aumentei a força das estocadas e o prazer que eu sentia me dava mais energia pra continuar, pra não perder o ritmo.
— Vai, assim! Arrebenta meu cu, rasga ele! — gritava minha tia.
Meus gemidos se misturavam com os do Pierre, que pedia pra minha mãe:
— Sua buceta, quero foder sua buceta agora!
Ela, obediente, separou os lábios, deixou o pau do francês escapar e se deitou de costas na areia, abrindo as pernas bem largas e oferecendo a xota pro cara. Ele se ajoelhou na frente dela, segurou os joelhos da minha mãe com as mãos e começou a meter. O berro que ela deu quando sentiu aquele pica enorme furando a buceta dela de uma vez foi enorme. Eu continuei empurrando várias vezes contra o corpo da minha tia, até sentir que a gozada tava chegando:
— Tiaaaa, vou gozar. Não aguento mais...!
— Não me chama de "tia" agora, entendeu? Agora não sou sua tia, quero ser sua puta, igual sua mãe tá sendo pro francês. Ahhhhhh..., ufffffff! Larga meu cu e goza na minha buceta! Me chama de Coisas sujas enquanto faz isso! — ordenou Davinia.
Tirei meu pau na hora, que apareceu coberto e molhado com meus próprios fluidos e os do cu da minha tia. Mantendo ela na mesma posição, enfiei sem cerimônia meu membro. Ela deu um pulo ao sentir ele invadir a buceta dela e gemeu que nem uma louca.
— Assim, puta, assim! Faz eu gozar! Não falta muito! Deixa eu encher de porra essa buceta de cadela no cio que você tem! — gritei.
— Faz logo, me deixou desesperada! Vou gozar de tesão, filho da puta! Você vai fazer eu gozaaaaar...! — gritou Davinia.
Um jorro incontrolável de fluido começou a escorrer da buceta dela ainda com meu pau dentro. A areia ficava encharcada ao absorver o líquido que caía nela. Senti todo meu pau e minhas bolas molhados, dei mais duas enfiadas e várias descargas de sêmen saíram disparadas para dentro da minha tia Davinia, que suspirava de prazer. Enquanto os últimos jatos de porra escorriam do meu pau dentro da buceta, Pierre já enfiava como um possesso na minha mãe. O corpo do preto brilhava com o suor que o cobria, enquanto mamãe tinha os olhos fechados e a boca aberta, ofegando intensamente a cada investida do francês, que parecia não ter limites de resistência.
— Ahhhh...! Para, Pierre, para, paraaaa! Você tá me arrebentandoooo! — exclamou mamãe com o tremendo vigor do francês.
Mas o preto não parou, muito pelo contrário: deu uma última acelerada, penetrou mais quatro ou cinco vezes minha mãe e, no meio de um grito enorme, gozou dentro dela. Quando terminou de derramar toda a porra, tirou o pau e se deixou cair de costas na areia. Minha mãe fez o mesmo, ficou uns instantes de pernas abertas, com o sêmen de Pierre escorrendo pra fora pela fenda vermelha da buceta dela.
Pensei que tinha acabado tudo, mas me enganei. Depois de uns dois minutos em que todos recuperamos as forças e o fôlego, Pierre falou de novo:
— Sabem do que eu tenho Quer ver agora? Como minha querida amiga e perdedora se comporta bem e satisfaz a irmã dela, e se deixa satisfazer por ela.
A imaginação insaciável do francês parecia não ter limites e ele continuava tramando coisas. Minha mãe nem reagiu: acho que ainda estava sob o efeito da foda que aquele negro tinha dado nela. Mas minha tia falou:
— Quer que eu transe com minha irmã? Pierre, Pierre, Pierre... Você tem uma mente meio perversa. Mas, sabe? Eu gosto desse seu lado canalha — disse ela, se aproximando de onde Débora estava deitada.
Não podia acreditar: ela realmente estava disposta a aceitar a proposta do galo, e o que mais me surpreendeu foi que mamãe não recusou as primeiras investidas da minha tia. As mãos de Davinia pousaram sobre os peitos da irmã, acariciou-os com delicadeza e começou a brincar com os bicos, roçando-os. Minha progenitora estava com eles totalmente duros, apontando desafiadores para frente. Pierre sorria satisfeito com o que via, e mais ainda ao contemplar como mamãe começava a devolver voluntariamente os carinhos para Davinia, apalpando intensamente os lindos peitos dela. As duas se roçavam mutuamente e suspiravam. Davinia mudou de posição e se colocou com a cabeça entre as coxas da minha mãe, que por sua vez tinha ao alcance da boca o clitóris da minha tia. Quase ao mesmo tempo, começaram a comer a buceta e chupá-la.
Minha mãe saboreava os restos do meu esperma que ainda escorriam pela vagina da minha tia, e esta fazia o mesmo com o sêmen de Pierre. Ela colou os lábios na boca de Débora e a beijou longamente, enfiando a língua até o fundo e trocando saliva e sabores de porra até que voltaram à posição do "69".
Comecei a me excitar de novo ao ver a cena quente entre minha mãe e a irmã dela e, quando me dei conta, tinha Pierre ao meu lado. Sem dizer uma palavra e com um descaramento descomunal, o cara se apossou do meu pau. Tentei afastar o braço dele, mas... umas vezes pra ela soltar, mas foi impossível. Ela balançou a cabeça e disse:
Lembra do trato? Você também tem que cumprir ele até o fim. Fica tranquilo que não vou fazer nada demais com você. Só quero deixar teu pau duro de novo e você fazer o mesmo comigo, a gente se masturbar junto, pra depois você foder sua mãe e eu foder sua tia.
O porco filho da puta tinha guardado essa carta na manga como o golpe final do jogo dele e agora tava com meu pau na mão.
Tá esperando o quê? Vai, pega nele e bate uma pra mim! – ele ordenou.
Devagar, com muita reserva e um baita nojo, abri a mão, deslizei ela até o pau agora quase completamente mole do preto e segurei ele, enquanto minha mãe e a Davinia continuavam se esfregando uma na outra. A pica do francês tava melada e suja. Tive que engolir saliva várias vezes antes de me atrever a começar a mexer naquele pau. Só queria que ele ficasse duro logo pra me deixar em paz. Mas no começo, não tinha jeito de levantar o negócio do Pierre. Ele, por outro lado, continuava me tocando sem parar, sem perder um detalhe do que as duas mulheres faziam. Respirei fundo e decidi apertar mais. Afinal, quanto mais cedo acabasse com aquilo, menos tempo teria que ficar com aquela pica na mão. Aos poucos, consegui que o falo preto inchasse um pouco. Meu pau também reagiu, mas não por causa da ação do francês em si: foi ao ver a Davinia enfiando a língua no cu da mamãe e minha mãe fazendo o mesmo em seguida.
Isso aí, boas meninas. Agora nem preciso mais mandar o que fazer. Vocês tão fazendo sozinhas. Olha só vocês duas com a língua enfiada no cu uma da outra, parecendo duas putas de verdade. Esses cus são uma delícia, né? – comentou o francês, enquanto sorria e continuava apertando meu pau com mais força. Agarrou minhas bolas com a outra mão e as amassou do jeito que quis, brincando com elas e espremendo. Isso fez eu gemer, enquanto olhava pra minha tia e minha mãe. Meu pau ficou completamente duro e não passou despercebido pelo Pierre:
— Olha só o Alvarito! Não me diga que você gosta de levar uma bronha de um preto! — falou num tom provocativo.
As palavras dele me deixaram tão puto que apertei o pau dele com toda a força e dei umas sacudidas violentas. O cara gritou e gemeu, e o pinto dele acabou ficando totalmente duro. Mas eu queria continuar me vingando pelo que ele estava me fazendo passar, então envolvi a cabeça do pau dele com a palma da mão, apertei com força e fiquei girando a mão naquela bola vermelha e molhada. O francês fechou os olhos e rangeu os dentes, aguentando a dor. Percebi que a mão dele começou a afrouxar a pressão no meu pau, até que ele desistiu e soltou de vez. Com a voz trêmula, ele mandou eu me aproximar da minha mãe e foder com ela.
— Vamos, putinha, hora de acabar com o jogo — o francês falou pra minha mãe e minha tia, que ainda estavam se esfregando uma na outra. A Davinia já estava até enfiando um dedo na irmã.
— Quero seu pau, preto, quero sentir ele dentro de mim e você me encher toda de porra — minha tia disparou.
Pierre não esperou mais, levantou a perna dela, segurou o pé e manteve ela erguida enquanto enfiava o falo dele na buceta.
Minha mãe e eu ficamos nos olhando. Senti vergonha e não tive coragem de fazer nada. Mas ela pegou no meu pacote com a mão e disse, decidida:
— Me fode, filho, eu quero!
O filho da puta do Pierre tinha conseguido deixar minha mãe puta, tinha alcançado o objetivo dele. Continuei parado, sem reagir, mas mamãe insistiu:
— Vai, filho! Faz isso! Não me deixa na vontade! Não vai acontecer nada.
Foi aí que decidi obedecer minha mãe. Deitei na areia de barriga pra cima e segurei meu pau pra deixar ele firme e duro.
— Senta em cima dele. Quero que você monte — pedi.
Ela sorriu satisfeita e começou a se abaixar sobre mim, abrindo as pernas. Foi descendo com o corpo até a ponta do meu pau Ela roçou os lábios da buceta e começou a se afundar, sendo engolida por eles. Aos poucos, cada centímetro do meu pau foi desaparecendo na buceta da minha mãe, até ficar enterrado por completo. Então, minha mãe começou a subir e descer no meu pau num ritmo compassado. Ao nosso lado, o outro casal gemia e Davinia aguentava como podia cada estocada do francês. Ela queria mais, ainda não estava satisfeita. Pierre respondeu arqueando o corpo e usando os quadris para se impulsionar para frente. Os dois ofegavam como loucos.
Ahhhh... Continua assim! Isso aí, goza também! Acho que não vou aguentar muito. A buceta gostosa da sua tia me deixou à beira do orgasmo — minha mãe confessou.
Eu comecei a empurrar de baixo pra cima pra penetração ter mais efeito. Senti como ela acelerou na cavalgada e eu também aumentei o ritmo.
Arrgggghhh...! Tá vindo! Vou gozar! Vou gozar, vou gozaaaaar...!
Os gritos do Pierre anunciaram a descarga de porra dele segundos antes da Davinia também chegar ao clímax. Mamãe e eu aguentamos só mais uns instantes. Segurando os peitos dela, senti o corpo tremer e se sacudir no exato momento do êxtase, bem antes do esperma jorrar do meu pau, enchendo até o cantinho mais escondido dentro da minha mãe.
Os quatro ficamos exaustos e largados na areia. Ninguém falava, só se ouvia nossa respiração ofegante, que aos poucos foi se acalmando. Me sentia sem forças, acabado e, com dificuldade, me levantei. Meu corpo estava coberto de suor, de fluidos, com areia grudada nas costas e na bunda. Fui até a água do mar pra me banhar, me limpar e me refrescar. Davinia e Pierre me seguiram. Mamãe ficou mais uns minutos deitada, mas no fim se juntou a nós.
Ficamos dentro do mar um bom tempo antes de sair de novo: tava ficando tarde e a gente tinha que voltar pra casa. Pierre se secou, se vestiu Ele se despediu da gente. Davinia, minha mãe e eu demoramos mais alguns minutos pra recolher tudo e sair da praia.
Durante a viagem de volta pra casa, perguntei pra minha mãe se ela ia contar o que era aquilo que o Pierre tinha mencionado. Minha mãe, sabendo muito bem que entre nós três não ia ter mais segredos depois do que a gente tinha acabado de viver e curtir juntos, confessou que o Pierre tinha pegado ela um dia no escritório, na sala do chefe, fazendo um menage com a esposa dele. O chefe não queria que esse rolo vazasse nem dentro nem fora do escritório: comprou o silêncio do Pierre promovendo ele de cargo e transferindo ele pra outra cidade. Além disso, teve que aceitar que o francês comesse a esposa dele na sala na frente dos próprios olhos no dia em que ele pegou os dois.
Minha mãe, por sua vez, tinha combinado com o francês que ele guardasse silêncio sobre o que rolou e que não contasse pra nenhum colega de trabalho nem pra ninguém de fora da empresa. Com um aperto de mão eles selaram esse acordo.
Desde aquele dia na praia, minha mãe, minha tia e eu começamos a transar entre nós com uma certa frequência, e em muitas dessas vezes a gente chamava o Pierre pra se juntar. Claro, o preto e o pau dele apareciam sem falta em cada um dos nossos chamados.
Fim.
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Dividido em 2 partes por ser um relato longo pra caralho.
CAPÍTULOS ANTERIORES:
Vôlei de praia [1/2]...........................................................................................................................................................Virei a cabeça e, de fato, lá no fundo vinha minha mãe com seu biquíni preto e junto dela um homem negro completamente pelado. Não podia acreditar! Ela, que tanto tinha feito um escândalo por causa da praia de nudismo e do topless da minha tia, agora estava acompanhada por aquele cara no pelo, batendo um papo animado com ele.
Davinia e eu começamos a sair da água.
— Álvaro, filho, vê como é que você vai esconder isso antes da sua mãe chegar — comentou ela, aludindo ao tamanho do meu pau, que tinha endurecido de novo por causa dos roços e apalpadelas dentro d'água.
Em parte ela tinha razão, mas rapidamente me toquei de uma coisa: quando ela chegasse e nos visse pelados, não ia poder falar muita coisa, pelo menos naquele momento, primeiro porque ela mesma vinha acompanhada por aquele homem e, segundo, porque com ele na frente não ia se atrever a fazer nenhum escândalo. Ela nunca perdia a educação na frente dos outros. Enquanto nos secávamos, comentei essa reflexão com minha tia e ela concordou. Uns dois minutos depois, minha mãe e o acompanhante dela chegaram até nós. Reparei na cara de espanto que minha mãe fez ao nos ver sem sunga. Notei como ela olhou rapidamente pras nossas partes íntimas e depois desviou o olhar na hora. Quis pagar na mesma moeda e olhei pro negro, baixei a vista pro pau dele pendurado e desviei os olhos pra encontrar os da minha mãe, tentando contra-atacar. Ela ficou vermelha e foi minha tia quem quebrou o gelo. Com toda naturalidade, perguntou pra irmã:
— Débora, não vai nos apresentar seu acompanhante?
Minha mãe demorou uns segundos pra reagir, mas depois começou a falar:
— Ele é o Pierre, um ex-colega de trabalho. Pierre, ela é minha irmã Davinia e ele é meu filho Álvaro.
O homem apertou educadamente a mão de nós dois, bem na hora em que percebi minha tia olhando pro pau daquele cara de uns 35 anos. O pau dele estava mole, mas mesmo assim tinha Um tamanho considerável. Minha mãe continuou falando um pouco, contando mais sobre o Pierre, que era francês mas já morava na Espanha há muitos anos, sobre como se davam bem na época em que trabalharam juntos... Pierre também começou a elogiar minha mãe, tanto pessoal quanto profissionalmente. Minha tia e eu ouvíamos, embora, no meu caso, eu ficasse de olho no comportamento da Davinia, que não parava de olhar com certo disfarce praquele pau escuro que estava a pouca distância. O francês, entre uma palavra e outra, também observava a anatomia da minha tia, a ponto de que, depois de alguns instantes e ao perceber finalmente que a Davinia não parava de olhar pra rola dele, ela começou a crescer e a ficar meia dura. Olhei pra minha mãe e a peguei com os olhos cravados no meu volume: meu pau, que tinha uma leve camada de pelo púbico castanho, continuava duro e ereto. Mas dessa vez minha mãe não desviou o olhar, ficou ali uns instantes fitando minha virilha antes de voltar a entrar na conversa.
— Que mundo pequeno! Numa praia tão escondida como essa e olha só, encontro um ex-colega de trabalho que não via há séculos — comentou mamãe.
— Tem razão, mas é, cê viu que não mudei muito desde a última vez que nos vimos. Você também não mudou: tão gostosa e simpática, e tão prudente e recatada como sempre — completou Pierre.
Eu já tava sacando onde aquilo ia dar, mas o francês esclareceu na sequência:
— Você deve ser uma das poucas pessoas que vão pra uma praia exclusivamente nudista e ficam de biquíni, hahahaha — disse Pierre entre risadas.
Minha tia e eu também sorrimos.
— Minha irmã é meio quadrada, antiga. Não sei como ela não falou nada ao ver o filho e eu pelados — acrescentou Davinia, sem perder a chance de se deliciar de novo com o membro duro e com as bolas totalmente raspadas do francês. Minha mãe começou a se sentir meio encurralada: três pessoas peladas e ela, ao contrário, de biquíni numa praia de nudismo.
— Mas por que ela teria que se escandalizar? Ficar pelado numa praia dessas é o mais normal. Não tem nada demais em ver seu filho ou sua irmã nus. Nem em ver um ex-colega. Comigo, quando a gente se encontrou ainda agora, ela agiu com toda a naturalidade, até demos um abraço e uns beijinhos no rosto pra nos cumprimentar. E, pelo que eu saiba, não aconteceu nada, ninguém morreu — disse Pierre.
Na minha cabeça passou a imagem do corpo da minha mãe colado, mesmo que por uns segundos, no daquele cara totalmente pelado, e isso me esquentou um pouco mais. Minha tia voltou então ao ataque:
— Irmã, acho que você devia tirar de vez o biquíni. Não seja careta, pelo amor de Deus. Seu amigo está pelado, seu próprio filho está e eu também, e não acontece absolutamente nada. Muito pelo contrário: se você ficar de maiô, é que vai virar a anormalidade.
Minha mãe baixou a cabeça meio nervosa. Pela primeira vez, tive a impressão de que ela estava prestes a ceder e se livrar do biquíni. Talvez mais um "empurrãozinho" e aquilo acontecesse. E esse "empurrãozinho" veio da boca de Pierre:
— Penso o mesmo, Débora. Pode fazer o que quiser, claro. Mas, mulher, estamos todos pelados, em plena natureza, num espaço exclusivo pra nudistas. Além disso, só vou aceitar o convite que você me fez antes, quando a gente se encontrou, de passar um tempo aqui com vocês se você tirar o biquíni. Senão, viro as costas e volto por onde vim.
Essas últimas palavras do francês foram definitivas. Sem dizer nada, mamãe levantou a cabeça, levou a mão às costas e abriu o fecho da parte de cima do biquíni. Não podia acreditar: ela estava prestes a superar todos os seus complexos morais e mostrar os peitos. Já com o sutiã solto, tapou por uns instantes os peitos até que decidiu separar as mãos deles e da peça, deixando-os nus. Eram lindos: redondos, bem formados e com auréolas de tamanho considerável. O marrom escuro dos mamilos completava a beleza dos seios. Minha mãe me olhou: pareceu esquecer da presença da Davinia e do Pierre e só observava a mim. Suponho que o que mais importava naquele momento era minha reação. Sabia que precisava dizer algumas palavras tranquilizadoras e foi o que fiz:
— Mãe, viu como não tem problema? Além disso, você tem um corpo maravilhoso. Devia se sentir sortuda por ser tão gostosa.
Consegui arrancar um sorriso tímido dela e seu rosto começou a mostrar certa calma a partir daquele instante. Ela guardou o sutiã na bolsa, enquanto Davinia e Pierre a olhavam em silêncio. O francês tinha dado uma boa olhada nas tetas da minha mãe e depois olhou para as da minha tia, como se quisesse compará-las. Não sei que porra tava acontecendo comigo: em qualquer outro momento, teria me irritado ver um cara dando esse tipo de olhada na minha mãe e na minha tia. Mas naquele dia, não. Muito pelo contrário: o que rolou com minha tia atrás dos arbustos, a presença daquele preto bem dotado, os olhares constantes dele pra minha mãe e minha tia faziam minha excitação não parar de crescer. Mamãe já estava só de calcinha do biquíni, hesitou por uns instantes e, em seguida, levou as mãos à peça. Tava prestes a ficar completamente pelada na nossa frente. Na cara do Pierre dava pra ver um sorriso safado; na da minha tia, se misturavam surpresa e incredulidade diante do que estava prestes a acontecer. A calcinha da minha mãe começou a descer devagar, puxada pelas mãos dela. Assim que deslizou um pouco a peça, deixou ver um mato grosso de pelo escuro, de onde nascia a fenda da buceta dela. Os lábios carnudos da vagina foram os próximos a ficar expostos. Ela terminou de tirar a calcinha, sacudiu ela um pouco para limpá-las da areia e as colocou na bolsa que tinha trazido. Com certo disfarce e ainda com um pouco de timidez, minha mãe colocou as mãos na frente da virilha e tentou se cobrir.
Pierre parecia satisfeito com o que acabara de ver. Minha tia foi a primeira a quebrar o silêncio:
— Nossa, maninha! Você me surpreendeu mesmo! Pensei que nunca teria coragem de dar esse passo. Parabéns!
Ela se aproximou e beijou a testa dela. Preferi não comentar mais nada e deixar a situação parecer o mais normal possível, embora meu coração estivesse disparado depois do "striptease" da minha mãe.
— Muito bem, então vamos aproveitar o tempo. Tenho na minha mochila uma bola de vôlei e ali atrás tem uma rede e um espaço delimitado com fitas brancas na areia para praticar vôlei. Alguém topa jogar? Débora, sei que você gostava desse esporte. Com certeza vai topar o plano.
De fato, minha mãe adorava vôlei e vôlei de praia. Ela praticava o primeiro há muitos anos e tinha feito parte do time da universidade. Ainda vez ou outra se encontrava com ex-colegas para jogar uma partida.
— Não soa mal. Acho uma boa ideia — respondeu ao convite do francês.
— Eu também vou, mas não faço ideia de como se joga — disse Davinia.
— Não se preocupe, que eu vou te ensinar como se joga — falou o francês, em cuja voz e gestos comecei a notar um certo flerte com minha tia.
— Vamos, Álvaro, que eu vou te ensinar — propôs minha mãe.
Dei um sorriso de agradecimento e concordei.
Pierre então tirou da mochila uma bola amarela com alguns detalhes em azul claro. Enquanto se abaixava para pegar a bola, o rabo dele ficou empinado e, por trás, deu pra ver tudo aberto. Entre as coxas dele apareceram penduradas duas bolas enormes e pretas e a pica, que continuava dura. Peguei Davinia se deliciando com aquela vista e mordendo o lábio inferior de tesão. Devo admitir Senti um pouco de ciúmes, porque a atenção da minha tia e o desejo sexual dela agora estavam voltados pro Pierre e pros atributos dele. O francês se levantou e foi com a bola na mão pra onde ficavam a rede e a quadra. Minha tia seguiu ele, com os olhos grudados na bunda enorme do negro; atrás da Davinia vinha minha mãe, e atrás dela, eu, que não conseguia evitar de me deliciar com o espetáculo da bunda nua e gostosa da minha progenitora. Quando chegamos na área esportiva, o francês propôs o seguinte:
Vamos fazer uma coisa: pra que os dois pares fiquem equilibrados, eu e a Davinia formamos um, e a Débora e o Álvaro formam o outro. Assim, em cada dupla vai ter um jogador experiente e um novato.
Todo mundo achou a ideia boa, então de um lado da rede ficaram minha tia e o Pierre, e do outro lado ficamos eu e minha mãe. Imediatamente o galo botou a mão na massa (e nunca foi tão apropriado): começou a mostrar pra minha tia como ela devia bater na bola pra sacar, como tinha que posicionar as mãos pra amortecer as cortadas do outro lado da quadra, e como devia bater pra passar a bola por cima da rede. Todas as palavras dele vinham acompanhadas de gestos e posições do corpo pra Davinia poder imitar. Mas não satisfeito com isso, se o Pierre precisava corrigir alguma coisa, não hesitava em ficar atrás da minha tia com o corpo colado no dela e mostrar exatamente como ela tinha que posicionar o corpo em cada caso. Embora eu estivesse de frente pra eles, pela postura que tinham, era óbvio que a pica do negro tava totalmente encostada na bunda da minha tia. Percebi também que ela tava se fazendo de sonsa pra ter aquele cara mais tempo atrás dela esfregando a pica. Cheguei até a ver a Davinia, de vez em quando, empurrar a bunda pra trás sem vergonha nenhuma pra sentir ainda mais a dureza do pau do francês. Quando finalmente ele se afastou da minha tia e continuou com as instruções, mas já Com a bola como protagonista, a ereção dele estava tremenda, tanto que minha mãe não teve nenhum pudor em ficar olhando para ela, besta, por vários segundos. A cada pulo que o preto dava para bater na bola e mostrar pra Davinia como se fazia direito, o pau dele balançava igual uma mola toda vez que os pés de Pierre aterrissavam na areia fina.
"Já está tudo mais ou menos claro?" — ele perguntou pra minha tia.
Ela balançou a cabeça sem dizer uma palavra: só sabia olhar praquela rola que estava tão perto e tão dura.
"Débora, o que você está esperando pra mostrar pro seu filho como se joga? A gente não tem o dia inteiro!" — exclamou o francês.
Enquanto ele e minha tia trocavam passes com a bola amarela, minha mãe fez uma pequena e proveitosa demonstração de como se jogava. Eu já tinha observado antes durante o "show" do Pierre, mas mesmo assim preferi ser instruído pela minha progenitora. Ela me deu uma série de conselhos e dicas bem valiosas. Durante uma delas, ela se posicionou atrás de mim e explicou como eu devia colocar o corpo pra receber as bolas adversárias. Senti primeiro os peitos dela colados nas minhas costas, depois senti o roçar áspero dos pelos da buceta no começo das minhas coxas e na parte de baixo das nádegas. Meu corpo e minha pele queimavam de excitação e eu já nem prestava atenção nas instruções. Também não me importava com o inchaço e a grossura que meu pau tinha adquirido, porque ninguém mais escondia seus desejos ou intenções. O fato de minha mãe ter terminado suas explicações esportivas e a gente ter começado a disputar a partida apagou momentaneamente um pouco do meu fogo interno, mas não por muito tempo.
Os primeiros pontos do jogo foram rápidos e curtos por causa da inexperiência de Davinia e da minha, o que fazia a gente cometer um erro atrás do outro. No entanto, aos poucos fomos pegando o jeito do jogo e os pontos ficavam cada vez mais longos e disputados. Conforme o jogo avançava, meu atenção começou a se focar de novo em outras coisas: toda vez que minha mãe se posicionava na rede e eu atrás dela pra receber o saque dos adversários, eu tinha uma visão perfeita e impactante da bunda da minha progenitora empinada. Da minha posição dava pra ver a buceta vista por trás e a racha do cu aberta pela postura. De novo, o formigamento no meu pau ficava mais que latente.
Depois de um ponto muito disputado que minha mãe decidiu a nosso favor com uma esplêndida cortada na rede, ela veio correndo na minha direção e bateu na minha mão antes de me abraçar pra comemorar. Não sei se a emoção pelo ponto ganho fez ela esquecer que estávamos nus ou se isso já tava começando a não importar mais, mas o fato é que nossos corpos ficaram colados um no outro pela parte da frente, peito com peito, sexo com sexo. A sensação que senti foi indescritível: o roçar dos peitos dela nos meus peitorais, meu pau duro e ereto esmagado entre a barriga dela e a minha, as cócegas dos pelos da xota da minha mãe na minha virilha, o suor da pele dela se misturando com o meu... Foram só alguns segundos que durou o abraço, mas me deixou completamente ligado. Já não era só excitação o que eu sentia: me invadiu o desejo incontrolável de foder minha própria mãe. Cada vez que a gente ganhava um ponto, ela se fundia num novo abraço comigo e minha vontade aumentava.
Pierre e Davinia também não ficavam atrás em questão de efusividade, e as palmadas do francês na bunda da minha tia eram regra depois de qualquer ponto que eles conquistavam. O primeiro set caiu pro lado dos dois com um placar bem apertado. Mas no segundo, minha mãe e eu nos recuperamos e ganhamos de forma folgada. Cada vez eu me sentia mais confortável e ágil no jogo, e a qualidade da minha mãe era tanta que contrabalançava o poderio do Pierre.
O terceiro e decisivo set começou com uma troca contínua de pontos. No meio dele, Davinia conectou uma boa cortada por cima da rede, e minha mãe e eu corremos atrás da bola. pra tentar evitar que tocasse na areia. A falta de entendimento dessa vez fez com que nós dois colidíssemos, enquanto a bola caía na areia. Minha mãe caiu primeiro no chão e eu tropecei nas pernas dela, perdi o equilíbrio e acabei com parte do meu corpo em cima do dela. Meu pau ficou praticamente sobre o rosto dela e minha cara entre as pernas dela. Minha progenitora, ao tentar se mexer, fez com que a buceta dela esfregasse na minha cara. Apesar de ter sido rápido, senti a umidade dela na minha boca. Enquanto nos levantávamos, ela apoiou as mãos no meu corpo e, por coincidência, uma foi parar na minha barriga e a outra direto na minha virilha. Eu me encolhi instintivamente ao sentir o contato e o leve toque no meu pacote.
— Querido, se a gente não se falar e se avisar mais, esses dois vão ganhar a partida da gente — ela disse, já de pé, me dando umas palmadinhas de incentivo na bunda.
Ela estava cada vez mais solta, o que me aliviava, mas ao mesmo tempo continuava alimentando a chama do desejo. Assim chegamos ao fim do jogo com o placar bem equilibrado. Se Davinia e Pierre ganhassem o próximo ponto, levariam a vitória de vez. Foi então que o francês, antes de sacar, propôs o seguinte:
— Vendo como isso ficou intrigante, quero sugerir uma coisa: o que acham de o time vencedor poder propor algo que todos tenham que cumprir?
Minha tia, minha mãe e eu olhamos meio estranhos, sem saber exatamente do que ele estava falando.
— O que você quer dizer, Pierre? — perguntou minha mãe, enquanto enxugava o suor que escorria pela testa.
— Hahaha... Se eu contar agora, perde toda a graça. Só quando o jogo acabar é que vão ter pistas. Aceitam o desafio?
O negão abriu a mão para que todos apertássemos em sinal de acordo. Davinia foi a primeira, e depois minha mãe e eu também aceitamos.
— Perfeito, negócio fechado então. Agora não tem volta. Recuar depois" — comentou Pierre antes de se encaminhar para o fundo da quadra para sacar.
Davinia ficou na rede do lado dela, e eu me posicionei na minha área de jogo, separados apenas pela fina rede. Minha mãe ficou atrás de mim, na diagonal. O francês lançou a bola no ar, deu um salto majestoso como se a vida dependesse disso e bateu com força na bola. Como um míssil, a esfera amarela cruzou a rede em direção ao fundo da quadra. Virei a cabeça e vi minha mãe, num movimento incrível, conseguir evitar que a bola tocasse a areia. A bola subiu de novo na minha direção, corri alguns passos, alcancei a altura dela e, com um gesto forçado, consegui rebater tentando mandá-la pro outro lado. Minha mãe, deitada de bruços na areia, acompanhava atentamente a trajetória da bola. Eu tentava empurrá-la com a alma pra passar por cima da rede. A bola tocou a fita, enganou Davinia no voo, que foi pro lado oposto, e pareceu parar no ar sem saber pra que lado cair. Quando vi que começava a descer a pino pro nosso lado da quadra, sem chance de reação, fechei os olhos, sem querer ver o momento em que nossa derrota se confirmava. Ainda de olhos fechados, ouvi os gritos de alegria e comemoração de Pierre e Davinia. Só quando ouvi minha mãe do meu lado dizendo que não tinha problema e que tinha se divertido pra caralho durante o jogo, é que abri os olhos de novo.
"Vem cá, campeão, me dá um abraço" — foram as próximas palavras dela.
Abracei ela, e ela me beijou várias vezes na testa e na bochecha. Eu fiz o mesmo, e num desses beijos nossos lábios quase se encontraram. Senti as mãos da minha mãe na minha bunda, dando uns tapinhas, e ela disse:
"Vamos cumprimentar os vencedores. Sempre tem que ser esportivo."
Separamos nossos corpos. corpos e senti alívio na minha piroca dura, ao ficar livre da pressão que acabara de sofrer enquanto estava imprensada. Depois de parabenizar os vencedores, minha mãe perguntou ao Pierre qual era a tal “punição” para os perdedores que ele tinha mencionado antes.
— Punição? Eu não falei de punição nenhuma, só de uma proposta — esclareceu o francês.
— Vamos, Pierre, não se faça de rogado e solta logo de uma vez — pediu Davinia.
Pra mim, o jeito que o Pierre falava, aquele mistério e o tom de segundas intenções com que dizia as coisas começaram a cheirar mal. Quando ele finalmente revelou a proposta, percebi que minhas suspeitas estavam certas, e que eu até tinha sido modesto:
— Vou explicar como dá. Temos aqui dois caras e duas minas, com nossos corpos nus, suados, ofegantes pelo esforço, com um tesão do caralho... Estamos numa praia de nudismo, tranquila, onde cada um faz o seu sem se preocupar com os outros. Acho que mais de um de nós aqui tem outro tipo de “tesão”, além do que veio do exercício — comentou enquanto olhava pra minha piroca e depois pra dele. Vi minha tia dar um sorriso meio cúmplice pro parceiro de equipe. Mas minha mãe engoliu seco, começando a sacar por onde a coisa podia ir.
— Também tem quem fique dando olhadinhas curiosas pra certa parte do corpo do Álvaro e do meu, e não quero apontar ninguém — acrescentou Pierre.
Davinia sorriu ainda mais e não se segurou nem um pouco: primeiro olhou pra piroca do preto e depois pra minha.
— Duas rolas boas e duras, por sinal — disse minha tia, pra surpresa da minha mãe.
Mamãe ficou vermelha com esse comentário e nas bochechas dela apareceu um tom avermelhado de pudor e vergonha.
— Não vamos ser hipócritas: basta olhar como o Álvaro tá duro e como eu também tô pra saber que a gente tá no cio que nem cachorro e que vocês duas também devem estar, porque não pararam de olhar pros nossos membros o tempo todo. O jogo. Me diga, Álvaro: dá pra ver bem a bunda da Débora por trás? Porque eu te peguei várias vezes se deliciando com a vista entre um ponto e outro — disse o francês.
Naquele momento, queria que a terra me engolisse. O filho da puta, além de perceber e ficar me observando, acabou de dedurar assim, na cara. Revelar aquilo de forma tão clara, sem rodeios e sem vergonha na frente da minha própria mãe já era demais. O pior é que o cara tinha toda a razão do mundo e eu não podia negar que aquilo tinha acontecido.
Não gosto de ficar com isso tão duro por muito tempo. Quando sobe e fica desse jeito, igual agora, preciso aliviar. Talvez os perdedores devessem pagar pela derrota satisfazendo as necessidades dos vencedores, não acham? — completou o francês.
— Pelo amor de Deus, Pierre! Você está louco? — exclamou minha mãe, indignada.
— Vamos, Débora, não se faça de inocente que você, na surdina, já deu uma bela olhada nuns paus. Não me faça de otário: você se acabou de olhar o meu e o do seu filho — rebateu Pierre, deixando ela no chinelo.
— Pois é, olhei! Uma não é de pedra, caralho! Mas isso não quer dizer que...
— O que não quer dizer? Será que você olha e observa algo tantas vezes sem gostar e sem sentir desejo por isso? Acho que não. No fundo, você morre de vontade de ter o meu pau e, se for pra apertar, o do seu filho também. Talvez seja por falta de sexo ultimamente, sei lá, você que sabe — interrompeu o francês.
O cara parecia muito esperto, um estrategista perfeito, e estava aos poucos encurralando minha mãe com os argumentos dele.
— Espero que você não volte atrás e respeite o trato selado com o aperto de mão. Você tem que cumprir sua palavra, assim como eu fiz anos atrás com aquele assunto que você e eu sabemos — continuou o gaulês.
A expressão no rosto da minha mãe mudou completamente: de refletir indignação e rebeldia contra a proposta do Pierre, passou a demonstrar medo, resignação e rendição. Quando olhei pra ela, soube que, agora sim, ia aceitar o que o francês propusesse. Fosse o que fosse aquilo que Pierre acabara de mencionar, algo sério e grave tinha que ser pra amedrontar e convencer minha mãe daquele jeito. Olhei pra minha tia e ficou claro que ela já tava do lado do negão há um tempão: continuava sorrindo e dava pra ver que tava encantada com aquela situação. Era evidente que queria que a "festa" que tinha começado quase duas horas antes comigo continuasse e que queria curtir um bom tempo de sexo.
Irmãzinha, os pactos são pra serem cumpridos e as palavras dadas, também. Não me diga que não tá afim de provar dessa cock— disse Davinia pegando e envolvendo com a mão o pau de Pierre.
Minha tia começou a deslizar a mão suavemente sobre o falo do negão, puxando a pele escura pra baixo e pra cima.
Além disso, eu também ganhei e quero minha recompensa— disse ela olhando pra minha cock sem parar de acariciar a do francês.
Eu tava morrendo de vontade de oferecer meu "prêmio" pra minha tia e foder ela, mas não queria mostrar essa vontade na frente da minha mãe: queria deixar a situação fluir pra parecer que eu tinha sido forçado a fazer aquilo.
Isso é uma loucura, uma verdadeira barbaridade! Mas vamos acabar logo com toda essa selvageria, não quero que se prolongue mais— exclamou minha mãe se rendendo de vez.
Sabia que no final você respeitaria sua palavra dada. Não seja boba, relaxa e aproveita. Vamos nos divertir muito— disse o galo.
Davinia soltou o falo do negão, depois de deixá-lo totalmente duro e com a cabecinha de fora. Tava úmido e melado, e do buraquinho no centro escapava uma bolha pequena de cor branca transparente. Minha mãe deu uns dois passos em direção ao Pierre e parou a poucos centímetros da cock dele. Vi como ela observou timidamente, sabendo que nós três estávamos de olho nela. Suspirou umas duas vezes, mexeu o braço com hesitação, puxou pra trás Uma vez, mas na segunda tentativa ela finalmente conseguiu levar a mão até a pica do francês.
Isso aí, muito bem. Viu como não era tão difícil? Toca sem medo, ninguém vai te julgar por isso. Nós quatro vamos nos divertir e gozar um pouco. Assim, continua assim, mais um pouco... – arengou Pierre pra mamãe.
De fato, a mão da minha progenitora já estava apalpando e amassando o pau ereto do negro, que continuava incentivando minha mãe. As palavras que ele acabara de dedicar a ela pareceram fazer efeito, pois a timidez inicial da minha mãe foi diminuindo aos poucos e eu comecei a ver como ela agarrava aquele falo grosso e inchado com mais firmeza, vontade e convicção.
Você gosta do que tem aí na sua mão? Siimm, isso aí, continua. Ummm..., me dá prazer, vamos, mais, um pouco mais... Álvaro, é sua vez: não deixe a outra vencedora esperando – disse o francês antes de fechar os olhos de tanto prazer que a mamãe estava lhe dando.
Ver minha mãe masturbando aquele negro, com aquela pica enorme na mão, foi o empurrão final pra eu me aproximar da minha tia e oferecer meu pau duro. Davinia lambeu os lábios e depois cuspiu várias vezes no meu pau, deixando ele todo coberto de saliva.
Nada de mais enrolação comigo. Tô morrendo de vontade. Enfia a pica no meu cu e me fode – ela ordenou, bem antes de se virar e colocar a bunda pra cima.
Olhei pra minha mãe e ela, enquanto balançava cada vez mais rápido a pica que tinha na mão, também me observava, esperando ver o momento em que minha vara penetrasse o cu da irmã dela. Aproximei meu pau, cuja glande vermelha já estava à mostra, rocei ele nas nádegas da minha tia, percorri a racha da bunda dela de cima até o buraco do cu e, depois de encontrar ele, comecei a empurrar com minha cintura e meus quadris. Meu pau começou a sumir entre os glúteos de Davinia, que suspirava ao sentir como, um por um, os centímetros do meu pau grosso entravam lá dentro. Enterrei meu membro inteiro dentro do cu e Senti dentro dela um calor abrasador. Virei a cabeça pra esquerda e vi minha mãe enfiando a pica do francês na boca. A bochecha dela tava inchada, com o pauzão do Pierre batendo lá dentro. Ela começou a chupar devagar, mas logo o ritmo acelerou e os lábios da minha mãe deslizavam, incansáveis e cheios de tesão, naquele pinto preto.
Segurei minha tia pelos peitos e comecei a bombar com meu pau o cu dela. Ouvi os gemidos do Pierre com o boquete que ele tava levando. Escutei ele pedindo pra minha mãe chupar a pica toda como se fosse uma puta, uma vagabunda barata de estrada. O filho da puta tava deixando ela louca com esse vocabulário vulgar e eu via minha mãe se acabando de prazer. Na posição de cócoras, a buceta dela tava aberta e brilhando de tesão, toda melada.
Acelerei meus movimentos, aumentei a força das estocadas e o prazer que eu sentia me dava mais energia pra continuar, pra não perder o ritmo.
— Vai, assim! Arrebenta meu cu, rasga ele! — gritava minha tia.
Meus gemidos se misturavam com os do Pierre, que pedia pra minha mãe:
— Sua buceta, quero foder sua buceta agora!
Ela, obediente, separou os lábios, deixou o pau do francês escapar e se deitou de costas na areia, abrindo as pernas bem largas e oferecendo a xota pro cara. Ele se ajoelhou na frente dela, segurou os joelhos da minha mãe com as mãos e começou a meter. O berro que ela deu quando sentiu aquele pica enorme furando a buceta dela de uma vez foi enorme. Eu continuei empurrando várias vezes contra o corpo da minha tia, até sentir que a gozada tava chegando:
— Tiaaaa, vou gozar. Não aguento mais...!
— Não me chama de "tia" agora, entendeu? Agora não sou sua tia, quero ser sua puta, igual sua mãe tá sendo pro francês. Ahhhhhh..., ufffffff! Larga meu cu e goza na minha buceta! Me chama de Coisas sujas enquanto faz isso! — ordenou Davinia.
Tirei meu pau na hora, que apareceu coberto e molhado com meus próprios fluidos e os do cu da minha tia. Mantendo ela na mesma posição, enfiei sem cerimônia meu membro. Ela deu um pulo ao sentir ele invadir a buceta dela e gemeu que nem uma louca.
— Assim, puta, assim! Faz eu gozar! Não falta muito! Deixa eu encher de porra essa buceta de cadela no cio que você tem! — gritei.
— Faz logo, me deixou desesperada! Vou gozar de tesão, filho da puta! Você vai fazer eu gozaaaaar...! — gritou Davinia.
Um jorro incontrolável de fluido começou a escorrer da buceta dela ainda com meu pau dentro. A areia ficava encharcada ao absorver o líquido que caía nela. Senti todo meu pau e minhas bolas molhados, dei mais duas enfiadas e várias descargas de sêmen saíram disparadas para dentro da minha tia Davinia, que suspirava de prazer. Enquanto os últimos jatos de porra escorriam do meu pau dentro da buceta, Pierre já enfiava como um possesso na minha mãe. O corpo do preto brilhava com o suor que o cobria, enquanto mamãe tinha os olhos fechados e a boca aberta, ofegando intensamente a cada investida do francês, que parecia não ter limites de resistência.
— Ahhhh...! Para, Pierre, para, paraaaa! Você tá me arrebentandoooo! — exclamou mamãe com o tremendo vigor do francês.
Mas o preto não parou, muito pelo contrário: deu uma última acelerada, penetrou mais quatro ou cinco vezes minha mãe e, no meio de um grito enorme, gozou dentro dela. Quando terminou de derramar toda a porra, tirou o pau e se deixou cair de costas na areia. Minha mãe fez o mesmo, ficou uns instantes de pernas abertas, com o sêmen de Pierre escorrendo pra fora pela fenda vermelha da buceta dela.
Pensei que tinha acabado tudo, mas me enganei. Depois de uns dois minutos em que todos recuperamos as forças e o fôlego, Pierre falou de novo:
— Sabem do que eu tenho Quer ver agora? Como minha querida amiga e perdedora se comporta bem e satisfaz a irmã dela, e se deixa satisfazer por ela.
A imaginação insaciável do francês parecia não ter limites e ele continuava tramando coisas. Minha mãe nem reagiu: acho que ainda estava sob o efeito da foda que aquele negro tinha dado nela. Mas minha tia falou:
— Quer que eu transe com minha irmã? Pierre, Pierre, Pierre... Você tem uma mente meio perversa. Mas, sabe? Eu gosto desse seu lado canalha — disse ela, se aproximando de onde Débora estava deitada.
Não podia acreditar: ela realmente estava disposta a aceitar a proposta do galo, e o que mais me surpreendeu foi que mamãe não recusou as primeiras investidas da minha tia. As mãos de Davinia pousaram sobre os peitos da irmã, acariciou-os com delicadeza e começou a brincar com os bicos, roçando-os. Minha progenitora estava com eles totalmente duros, apontando desafiadores para frente. Pierre sorria satisfeito com o que via, e mais ainda ao contemplar como mamãe começava a devolver voluntariamente os carinhos para Davinia, apalpando intensamente os lindos peitos dela. As duas se roçavam mutuamente e suspiravam. Davinia mudou de posição e se colocou com a cabeça entre as coxas da minha mãe, que por sua vez tinha ao alcance da boca o clitóris da minha tia. Quase ao mesmo tempo, começaram a comer a buceta e chupá-la.
Minha mãe saboreava os restos do meu esperma que ainda escorriam pela vagina da minha tia, e esta fazia o mesmo com o sêmen de Pierre. Ela colou os lábios na boca de Débora e a beijou longamente, enfiando a língua até o fundo e trocando saliva e sabores de porra até que voltaram à posição do "69".
Comecei a me excitar de novo ao ver a cena quente entre minha mãe e a irmã dela e, quando me dei conta, tinha Pierre ao meu lado. Sem dizer uma palavra e com um descaramento descomunal, o cara se apossou do meu pau. Tentei afastar o braço dele, mas... umas vezes pra ela soltar, mas foi impossível. Ela balançou a cabeça e disse:
Lembra do trato? Você também tem que cumprir ele até o fim. Fica tranquilo que não vou fazer nada demais com você. Só quero deixar teu pau duro de novo e você fazer o mesmo comigo, a gente se masturbar junto, pra depois você foder sua mãe e eu foder sua tia.
O porco filho da puta tinha guardado essa carta na manga como o golpe final do jogo dele e agora tava com meu pau na mão.
Tá esperando o quê? Vai, pega nele e bate uma pra mim! – ele ordenou.
Devagar, com muita reserva e um baita nojo, abri a mão, deslizei ela até o pau agora quase completamente mole do preto e segurei ele, enquanto minha mãe e a Davinia continuavam se esfregando uma na outra. A pica do francês tava melada e suja. Tive que engolir saliva várias vezes antes de me atrever a começar a mexer naquele pau. Só queria que ele ficasse duro logo pra me deixar em paz. Mas no começo, não tinha jeito de levantar o negócio do Pierre. Ele, por outro lado, continuava me tocando sem parar, sem perder um detalhe do que as duas mulheres faziam. Respirei fundo e decidi apertar mais. Afinal, quanto mais cedo acabasse com aquilo, menos tempo teria que ficar com aquela pica na mão. Aos poucos, consegui que o falo preto inchasse um pouco. Meu pau também reagiu, mas não por causa da ação do francês em si: foi ao ver a Davinia enfiando a língua no cu da mamãe e minha mãe fazendo o mesmo em seguida.
Isso aí, boas meninas. Agora nem preciso mais mandar o que fazer. Vocês tão fazendo sozinhas. Olha só vocês duas com a língua enfiada no cu uma da outra, parecendo duas putas de verdade. Esses cus são uma delícia, né? – comentou o francês, enquanto sorria e continuava apertando meu pau com mais força. Agarrou minhas bolas com a outra mão e as amassou do jeito que quis, brincando com elas e espremendo. Isso fez eu gemer, enquanto olhava pra minha tia e minha mãe. Meu pau ficou completamente duro e não passou despercebido pelo Pierre:
— Olha só o Alvarito! Não me diga que você gosta de levar uma bronha de um preto! — falou num tom provocativo.
As palavras dele me deixaram tão puto que apertei o pau dele com toda a força e dei umas sacudidas violentas. O cara gritou e gemeu, e o pinto dele acabou ficando totalmente duro. Mas eu queria continuar me vingando pelo que ele estava me fazendo passar, então envolvi a cabeça do pau dele com a palma da mão, apertei com força e fiquei girando a mão naquela bola vermelha e molhada. O francês fechou os olhos e rangeu os dentes, aguentando a dor. Percebi que a mão dele começou a afrouxar a pressão no meu pau, até que ele desistiu e soltou de vez. Com a voz trêmula, ele mandou eu me aproximar da minha mãe e foder com ela.
— Vamos, putinha, hora de acabar com o jogo — o francês falou pra minha mãe e minha tia, que ainda estavam se esfregando uma na outra. A Davinia já estava até enfiando um dedo na irmã.
— Quero seu pau, preto, quero sentir ele dentro de mim e você me encher toda de porra — minha tia disparou.
Pierre não esperou mais, levantou a perna dela, segurou o pé e manteve ela erguida enquanto enfiava o falo dele na buceta.
Minha mãe e eu ficamos nos olhando. Senti vergonha e não tive coragem de fazer nada. Mas ela pegou no meu pacote com a mão e disse, decidida:
— Me fode, filho, eu quero!
O filho da puta do Pierre tinha conseguido deixar minha mãe puta, tinha alcançado o objetivo dele. Continuei parado, sem reagir, mas mamãe insistiu:
— Vai, filho! Faz isso! Não me deixa na vontade! Não vai acontecer nada.
Foi aí que decidi obedecer minha mãe. Deitei na areia de barriga pra cima e segurei meu pau pra deixar ele firme e duro.
— Senta em cima dele. Quero que você monte — pedi.
Ela sorriu satisfeita e começou a se abaixar sobre mim, abrindo as pernas. Foi descendo com o corpo até a ponta do meu pau Ela roçou os lábios da buceta e começou a se afundar, sendo engolida por eles. Aos poucos, cada centímetro do meu pau foi desaparecendo na buceta da minha mãe, até ficar enterrado por completo. Então, minha mãe começou a subir e descer no meu pau num ritmo compassado. Ao nosso lado, o outro casal gemia e Davinia aguentava como podia cada estocada do francês. Ela queria mais, ainda não estava satisfeita. Pierre respondeu arqueando o corpo e usando os quadris para se impulsionar para frente. Os dois ofegavam como loucos.
Ahhhh... Continua assim! Isso aí, goza também! Acho que não vou aguentar muito. A buceta gostosa da sua tia me deixou à beira do orgasmo — minha mãe confessou.
Eu comecei a empurrar de baixo pra cima pra penetração ter mais efeito. Senti como ela acelerou na cavalgada e eu também aumentei o ritmo.
Arrgggghhh...! Tá vindo! Vou gozar! Vou gozar, vou gozaaaaar...!
Os gritos do Pierre anunciaram a descarga de porra dele segundos antes da Davinia também chegar ao clímax. Mamãe e eu aguentamos só mais uns instantes. Segurando os peitos dela, senti o corpo tremer e se sacudir no exato momento do êxtase, bem antes do esperma jorrar do meu pau, enchendo até o cantinho mais escondido dentro da minha mãe.
Os quatro ficamos exaustos e largados na areia. Ninguém falava, só se ouvia nossa respiração ofegante, que aos poucos foi se acalmando. Me sentia sem forças, acabado e, com dificuldade, me levantei. Meu corpo estava coberto de suor, de fluidos, com areia grudada nas costas e na bunda. Fui até a água do mar pra me banhar, me limpar e me refrescar. Davinia e Pierre me seguiram. Mamãe ficou mais uns minutos deitada, mas no fim se juntou a nós.
Ficamos dentro do mar um bom tempo antes de sair de novo: tava ficando tarde e a gente tinha que voltar pra casa. Pierre se secou, se vestiu Ele se despediu da gente. Davinia, minha mãe e eu demoramos mais alguns minutos pra recolher tudo e sair da praia.
Durante a viagem de volta pra casa, perguntei pra minha mãe se ela ia contar o que era aquilo que o Pierre tinha mencionado. Minha mãe, sabendo muito bem que entre nós três não ia ter mais segredos depois do que a gente tinha acabado de viver e curtir juntos, confessou que o Pierre tinha pegado ela um dia no escritório, na sala do chefe, fazendo um menage com a esposa dele. O chefe não queria que esse rolo vazasse nem dentro nem fora do escritório: comprou o silêncio do Pierre promovendo ele de cargo e transferindo ele pra outra cidade. Além disso, teve que aceitar que o francês comesse a esposa dele na sala na frente dos próprios olhos no dia em que ele pegou os dois.
Minha mãe, por sua vez, tinha combinado com o francês que ele guardasse silêncio sobre o que rolou e que não contasse pra nenhum colega de trabalho nem pra ninguém de fora da empresa. Com um aperto de mão eles selaram esse acordo.
Desde aquele dia na praia, minha mãe, minha tia e eu começamos a transar entre nós com uma certa frequência, e em muitas dessas vezes a gente chamava o Pierre pra se juntar. Claro, o preto e o pau dele apareciam sem falta em cada um dos nossos chamados.
Fim.
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7 comentários - Vôlei de praia [2/2]
Grx. por pasar. 😉
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