Bom, como contei num relato anterior, minha mulher me propôs seduzir uma das minhas colegas de trabalho (...que segundo ela tá afim de mim) pra organizar um menage e depois dar uma chance pra ela ter um encontro particular. O plano era eu comer ela pra amolecer, mas tinha que seduzir a mina. A garota em questão era a Abril, uma colega de muitos anos no trampo. A gente começou quase junto uns 4 anos atrás, eu era office boy e ela telefonista. Depois de um tempão, ela conseguiu um cargo no RH e eu tô como assistente de vendas. Mesmo não trabalhando no mesmo setor, a gente fica no mesmo andar e, com o tempo, fomos criando uma boa relação. Talvez por isso, uns anos atrás, um idiota espalhou o boato de que eu e a Abril transávamos no arquivo, gerando um climão de merda e nossos chefes quase nos mataram. O meu, porque é meu amigo e ainda provou, graças às câmeras, que nunca rolou nada. Essa confusão fez eu e a Abril termos uma relação mais próxima, o que sempre deixou a suspeita de que "algo" tinha rolado. Agora, com um panorama diferente, mas infelizmente com o mesmo babaca por perto, eu tinha que seduzi-la. Precisava ver o que ela fazia, o que queria e, se realmente quisesse algo comigo, dar o sinal verde pra rolar. Por causa das conversas frequentes, sabia muito sobre ela: que tá estudando administração de empresas, que adora malhar na academia, e que tem uma rotina bem comum de sair e tomar uma cervejinha todo fim de tarde às 5, no bar da esquina. Vamos falar sobre como ela é: tem 23 anos, é meio baixinha, 1,58m, loira (primeiro pequeno problema, não curto muito loiras), olhos cor de mel e uma bunda linda e redonda, algo que já elogiei várias vezes.
Bom, durante uns dias, fui sendo o de sempre com ela, mas parei pra observar gestos e outras coisas que me dessem uma pista se o instinto da minha mulher era muito aguçado ou se ela só tava viajando. Bom, durante o almoço, algo que Normalmente a gente divide umas paradas, eu comecei a reparar nos gestos e olhares dela, acho que naquele momento entendi o porquê dos boatos. A mão da Abril sempre procurando meu braço, mão ou até minha perna (olha, eu sou meio distraído, o que pra muitos pode ser óbvio pra mim não é, ainda mais se não tô interessado). As risadas e os olhares pra mim, também descobri a origem dos boatos: meu "queridíssimo" colega Gabriel (vulgo o Babaca) que não parava de olhar a situação com uma cara de cu que assustava. Bom, durante esses dias também fiz uma inteligência, conversei com outras minas do RH, e elas contaram que Gabriel tava afim da Abril mas ela deu um fora nele, e que ele tava puto comigo porque eu me dava super bem com ela. Além do Gabriel ser um babaca com diploma e honras, ele tem boa aparência, coisa que eu não tenho, e a Abril sempre me pareceu muito superficial, talvez eu estivesse errado. Bom, no fim também confirmei que a Abril tinha um certo interesse em mim, porque uma das minas disse: "Talvez a Abril esteja esperando alguém como você". Confirmei o que minha mulher já sabia (nunca duvidem da intuição de uma mulher).
Bom, depois de uma semana de vai e vem e de passar os partes em casa, recebendo presentes sexuais suculentos da minha mulher, tinha chegado a hora de mexer os pauzinhos. O almoço foi a desculpa perfeita pra botar minhas cartas na mesa: "Ô Abril, te enche o saco se eu te acompanhar pra tomar um algo quando a gente sair?" Todo mundo ao redor ficou em silêncio, o Gabriel incluso (foi uma péssima ideia). "Claro, Gordão, bora", ela respondeu com o sorriso característico dela. "Legal, porque tenho que fazer algo às 7 e preciso matar um tempo", menti descaradamente, possivelmente naquela hora eu estaria em casa ou macetando minha mulher no sofá ou, no pior dos casos, jogando Play.
Bom, a fofoca do "encontro" com a Abril não demorou a chegar, até meu chefe me ligou pra perguntar detalhes. Ele é um grande amigo, então resolvi contar a verdade. —Você é um filho da puta! — ela disse, rindo. — Sua mulher é uma gostosa e te pede essas coisas — deu um tapinha no meu ombro. — Onde você arrumou ela? — me serviu uísque. — Vai, Tigrão, manda ver — e me olhou de canto. — Quando quiser conhecer alguma mina, lembra de mim. Fui embora rindo. Conheço meu chefe (Matías) há uns 15 anos, desde a infância, e sempre fomos amigos. Foi por ele que entrei pra trabalhar aqui e cheguei onde cheguei. Todo mundo esperando pra saber o que meu chefe tinha me dito. — Parem de olhar, seus babacas. Ele mandou vocês pararem de falar merda e trabalharem — falei na cara do Gabriel.
Bom, chegou a hora, 5 da tarde. Saímos do trampo e fiquei na porta esperando a Abril. Meu chefe me deu um tapinha no ombro e, com uma risada cúmplice, me cumprimentou. Abril saiu atrás dele. — Gordo, você me esperou!! — ela tava bem sorridente. Descemos e fomos pro bar da esquina. — O de sempre pra mim — pediu a Abril. — Um café duplo — falei. Bom, começamos a conversar. Percebi nela gestos mais agressivos, olhares mais intensos, e um jogo intencional com a espuma da cerveja nos lábios e na língua. O calor tomou conta de mim. Fui franco e direto: — O que tá rolando entre a gente? — Ela arregalou os olhos e se jogou pra trás. — É... gordo, não é que... — não sabia o que dizer. — Porque comigo tão rolando umas coisas — falei num tom dramático. — A conta, por favor!! — gritou a Abril e saiu. — Pra Abril — deixei o dinheiro e fui atrás dela. Ela me ignorou por umas três quadras, mais ou menos. De repente, se virou e me beijou de boca aberta, um beijo intenso. — Shhh, não fala nada — se a gente fosse visto se pegando no bar, amanhã no trampo não iam nos deixar em paz. Esqueci que naquele bar muitos dos nossos colegas são frequentadores e as fofocas voam. — Tô sentindo coisas por você, faz um tempo — me abraçou. — Vamos pegar o carro. Fui buscar meu carro, coloquei ela dentro e comecei a dirigir sem destino certo. — Porque hoje não dá — pisei no freio. — Tô menstruada — a puta da mãe, pensei. — Além disso, a gente precisa planejar isso direito — ela colocou os dedos em mim. na minha boca — vou te dar um presentinho mesmo — ela subiu em cima de mim e se apoiou no meu pau que tava duro por baixo da calça. ela tava de legging preta e se esfregava em mim, enquanto eu no beijo massajava a bunda dela. depois disso, terminei com a temperatura nas alturas e acho que ela também desceu do carro — "Tá ficando tarde, né?" — a gente conversando quando percebo que tinha um papelzinho: "Me liga" e o número da Abril. tinha sido uma vitória, mas fiquei acelerado — "prepara a rabeta" — mandei no zap pra minha mulher. dirigi que nem um louco pela cidade, cheguei em casa e encontrei minha mulher em cima da mesa com a bunda toda oleada. a resposta foi na hora: comi ela selvagemente até encher de porra. quando a poeira baixou e consegui me aliviar — "a loira te deixou duro, hein?" — mostrei o número e contei o que rolou. ela riu e me agradou com um boquete maravilhoso. bom, tinha que marcar o encontro com a Abril, mas isso fica pra outra ocasião.
Saudações, espero que tenham gostado.
Bom, durante uns dias, fui sendo o de sempre com ela, mas parei pra observar gestos e outras coisas que me dessem uma pista se o instinto da minha mulher era muito aguçado ou se ela só tava viajando. Bom, durante o almoço, algo que Normalmente a gente divide umas paradas, eu comecei a reparar nos gestos e olhares dela, acho que naquele momento entendi o porquê dos boatos. A mão da Abril sempre procurando meu braço, mão ou até minha perna (olha, eu sou meio distraído, o que pra muitos pode ser óbvio pra mim não é, ainda mais se não tô interessado). As risadas e os olhares pra mim, também descobri a origem dos boatos: meu "queridíssimo" colega Gabriel (vulgo o Babaca) que não parava de olhar a situação com uma cara de cu que assustava. Bom, durante esses dias também fiz uma inteligência, conversei com outras minas do RH, e elas contaram que Gabriel tava afim da Abril mas ela deu um fora nele, e que ele tava puto comigo porque eu me dava super bem com ela. Além do Gabriel ser um babaca com diploma e honras, ele tem boa aparência, coisa que eu não tenho, e a Abril sempre me pareceu muito superficial, talvez eu estivesse errado. Bom, no fim também confirmei que a Abril tinha um certo interesse em mim, porque uma das minas disse: "Talvez a Abril esteja esperando alguém como você". Confirmei o que minha mulher já sabia (nunca duvidem da intuição de uma mulher).
Bom, depois de uma semana de vai e vem e de passar os partes em casa, recebendo presentes sexuais suculentos da minha mulher, tinha chegado a hora de mexer os pauzinhos. O almoço foi a desculpa perfeita pra botar minhas cartas na mesa: "Ô Abril, te enche o saco se eu te acompanhar pra tomar um algo quando a gente sair?" Todo mundo ao redor ficou em silêncio, o Gabriel incluso (foi uma péssima ideia). "Claro, Gordão, bora", ela respondeu com o sorriso característico dela. "Legal, porque tenho que fazer algo às 7 e preciso matar um tempo", menti descaradamente, possivelmente naquela hora eu estaria em casa ou macetando minha mulher no sofá ou, no pior dos casos, jogando Play.
Bom, a fofoca do "encontro" com a Abril não demorou a chegar, até meu chefe me ligou pra perguntar detalhes. Ele é um grande amigo, então resolvi contar a verdade. —Você é um filho da puta! — ela disse, rindo. — Sua mulher é uma gostosa e te pede essas coisas — deu um tapinha no meu ombro. — Onde você arrumou ela? — me serviu uísque. — Vai, Tigrão, manda ver — e me olhou de canto. — Quando quiser conhecer alguma mina, lembra de mim. Fui embora rindo. Conheço meu chefe (Matías) há uns 15 anos, desde a infância, e sempre fomos amigos. Foi por ele que entrei pra trabalhar aqui e cheguei onde cheguei. Todo mundo esperando pra saber o que meu chefe tinha me dito. — Parem de olhar, seus babacas. Ele mandou vocês pararem de falar merda e trabalharem — falei na cara do Gabriel.
Bom, chegou a hora, 5 da tarde. Saímos do trampo e fiquei na porta esperando a Abril. Meu chefe me deu um tapinha no ombro e, com uma risada cúmplice, me cumprimentou. Abril saiu atrás dele. — Gordo, você me esperou!! — ela tava bem sorridente. Descemos e fomos pro bar da esquina. — O de sempre pra mim — pediu a Abril. — Um café duplo — falei. Bom, começamos a conversar. Percebi nela gestos mais agressivos, olhares mais intensos, e um jogo intencional com a espuma da cerveja nos lábios e na língua. O calor tomou conta de mim. Fui franco e direto: — O que tá rolando entre a gente? — Ela arregalou os olhos e se jogou pra trás. — É... gordo, não é que... — não sabia o que dizer. — Porque comigo tão rolando umas coisas — falei num tom dramático. — A conta, por favor!! — gritou a Abril e saiu. — Pra Abril — deixei o dinheiro e fui atrás dela. Ela me ignorou por umas três quadras, mais ou menos. De repente, se virou e me beijou de boca aberta, um beijo intenso. — Shhh, não fala nada — se a gente fosse visto se pegando no bar, amanhã no trampo não iam nos deixar em paz. Esqueci que naquele bar muitos dos nossos colegas são frequentadores e as fofocas voam. — Tô sentindo coisas por você, faz um tempo — me abraçou. — Vamos pegar o carro. Fui buscar meu carro, coloquei ela dentro e comecei a dirigir sem destino certo. — Porque hoje não dá — pisei no freio. — Tô menstruada — a puta da mãe, pensei. — Além disso, a gente precisa planejar isso direito — ela colocou os dedos em mim. na minha boca — vou te dar um presentinho mesmo — ela subiu em cima de mim e se apoiou no meu pau que tava duro por baixo da calça. ela tava de legging preta e se esfregava em mim, enquanto eu no beijo massajava a bunda dela. depois disso, terminei com a temperatura nas alturas e acho que ela também desceu do carro — "Tá ficando tarde, né?" — a gente conversando quando percebo que tinha um papelzinho: "Me liga" e o número da Abril. tinha sido uma vitória, mas fiquei acelerado — "prepara a rabeta" — mandei no zap pra minha mulher. dirigi que nem um louco pela cidade, cheguei em casa e encontrei minha mulher em cima da mesa com a bunda toda oleada. a resposta foi na hora: comi ela selvagemente até encher de porra. quando a poeira baixou e consegui me aliviar — "a loira te deixou duro, hein?" — mostrei o número e contei o que rolou. ela riu e me agradou com um boquete maravilhoso. bom, tinha que marcar o encontro com a Abril, mas isso fica pra outra ocasião.
Saudações, espero que tenham gostado.
4 comentários - Seduzindo a Abril