Parte anterior: http://www.poringa.net/posts/relatos/2872995/El-otro-lado-de-mi-madre-II.html
- Precisamos conversar. Já chega.
- Sobre o quê? - Ela disse com uma voz calma, era a frase mais longa em uma semana.
- Sobre tudo. Vi como você olhou pra minha pica, sei que gostou.
- Pelo amor de Deus... Você é meu filho, Matías, já basta...
- Mãe, se você pedir, eu arrebento essa sua buceta aqui mesmo, é só falar...
- Matías... Eu...
Naquele exato momento, sentia minha pica começando a endurecer numa velocidade fenomenal. Sabia que, mesmo sendo praticamente impossível que algo acontecesse, precisava tentar. Então, levei minhas mãos até a cintura da minha mãe e comecei a encostar minha pica na buceta da minha própria mãe. Ela, sem dizer nada, soltou um suspiro e ficou parada na posição. Tinha certeza de que ela adorava o que eu estava fazendo.
- Sai daqui, vai pro seu quarto, seu garoto nojento. Sou sua mãe, me respeita.
Ela disse isso enquanto se afastava de mim e ia para o quarto dela. Eu, por minha vez, fiquei entre envergonhado e excitado. Era evidente que minha mãe tinha adorado aquela encostada, mas também sabia que, se isso fosse longe demais, eu poderia perdê-la. Naquele momento, meu maior problema era baixar a ereção crescente dentro da calça, então fui para meu quarto e comecei a me masturbar imaginando minha mãe chupando minha pica, de quatro, vestida como uma puta de estrada.
Depois de uns 20 minutos me masturbando, caí no sono completamente e acordei perto das 11 da noite. Quando saí do quarto, notei que minha mãe não estava em casa. Ela tinha saído, então decidi procurar o bilhete típico que ela sempre deixava em cima da cama dela.
Quando cheguei ao quarto dela, não encontrei bilhete nenhum, mas encontrei no chão algo que saía do jeans que ela tinha usado naquela tarde, a tarde em que mostrei pra ela como eu podia ficar. Uma calcinha fio dental vermelha. Nunca tinha pensado em chegar a esse ponto, então, sem pensar, decidi tirar minha roupa, sentar... na própria cama da minha mãe e levar a linda tanga dela até o nariz.
O cheiro que exalava era perfeito, impossível de descrever, nunca tinha pensado na minha mãe daquele jeito, nunca tinha pensado em ficar cheirando a tanga que minha mãe estava usando poucas horas atrás. Como ela não estava em casa, aproveitei o tempo para me masturbar tranquilamente, devagar, curtindo todo o cheiro daquele pano, um pano que eu tinha inveja, um pano que se encharcava dos fluidos da buceta da minha linda e muito gostosa mamãe.
- Como o menino cresceu... - Foi o que ouvi e fez eu abrir os olhos de repente, minha mãe estava na porta, me olhando curiosa enquanto seu filhinho se masturbava com a tanga dela no nariz.
Era óbvio que ela estava bêbada, os cinco passos entre a porta e a cama deixaram isso claro, ela cambaleava demais e mal conseguia falar.
- Quando terminar o que está fazendo... Ajuda a mamãe a se despir e ir pra cama. - Ela disse, e aí veio uma ideia muito louca na minha cabeça. Decidi levantar da cama, andar até ela e pegar na mão dela, levei ela até a cama e sentei ela, tirando os sapatos, depois a jaqueta de couro preta e, não podia perder a oportunidade, então também tirei a camiseta dela, deixando ela só com o sutiã preto de renda que deixava ver claramente os biquinhos escuros dela.
Deitei ela e comecei a tirar a calça jeans dela, a tanga que ela usava era preta, também de renda, deixando entrever a virilha depilada dela. Bem na hora que eu estava tirando a calça jeans, senti algo que nunca vou esquecer, a mão da minha mãe acariciando meu pau, minha própria mãe estava me masturbando devagar enquanto ela estava de lingerie debaixo de mim.
- Deixa sua pobre mãe sentir o gosto de uma rola de novo, por favor...
- Quer chupar ele pra mim? - Eu falei.
Ela só balançou a cabeça que sim, então eu subi na cama e me posicionei praticamente em cima dos peitos dela, coloquei meu pau nos lábios dela e me apoiei na cabeceira Na cama, comecei a penetrar a boca da minha mãe, a mulher que sempre disse amar e cuidar, respeitar e, acima de tudo, venerar. Essa mulher estava sendo fodida oralmente por mim, seu próprio filho mais novo.
Muitas vezes no último mês eu imaginei como seria minha mãe chupando paus, sempre achei que ela seria uma profissional, e não, isso ficava muito aquém. Em questão de três simples minutos, eu já tinha gozado dentro da boca da mamãe, ela tinha se encarregado de fazer garganta profunda, o rosto dela estava cheio de maquiagem borrada por causa das lágrimas causadas pela presença do meu pau na garganta dela.
- Mamãe, deixa eu te comer...
- Não, filho, isso não está certo.
- Tá bom, então deixa eu só passar ele por aí, só isso...
- Tá bem.
Foi a última coisa que ela disse para que eu pudesse sair de cima dela, descer até onde estava a calcinha fio dental dela e tirar. Ela estava molhada, assim como a buceta dela, que era muito mais perfeita de perto, era um pouco clara, mas não tão rosada, uma cor espetacular.
Peguei as duas pernas da minha mãe e decidi abri-las, me meti no meio delas e comecei a esfregar meu pau na vagina dela, que estava inchada, quente e extremamente escorregadia. Era uma sensação incrível, a melhor do mundo, eu estava me masturbando e masturbando minha mãe, quase nua na mesma cama que eu, a putinha tentava esconder os gemidos, estava com os olhos fechados até que, de repente:
- Filho da puta!
CONTINUA.
P.S.: Demorei muito para postar o relato porque estava de férias, quando voltei não tinha internet e recentemente eles religaram. Mas, mais do que isso, demorei para postar porque tive que convencer a mamãe a me deixar postar as fotos dela, ela é muito tímida e tem muito medo de descobrirem que ela fode com o filho mais novo.
Enfim, aqui estão as fotos que, por razões óbvias, tive que cortar o rosto dela, embora deixem claramente à vista seus melhores atributos e esses atributos que eu amo nela, minha mãe. http://pimpandhost.com/album/4437892-O+outro+lado+da+mamãe+.html - CURTAM ELA, RAPAZIADA, ASSIM COMO EU CURTI.
- Precisamos conversar. Já chega.
- Sobre o quê? - Ela disse com uma voz calma, era a frase mais longa em uma semana.
- Sobre tudo. Vi como você olhou pra minha pica, sei que gostou.
- Pelo amor de Deus... Você é meu filho, Matías, já basta...
- Mãe, se você pedir, eu arrebento essa sua buceta aqui mesmo, é só falar...
- Matías... Eu...
Naquele exato momento, sentia minha pica começando a endurecer numa velocidade fenomenal. Sabia que, mesmo sendo praticamente impossível que algo acontecesse, precisava tentar. Então, levei minhas mãos até a cintura da minha mãe e comecei a encostar minha pica na buceta da minha própria mãe. Ela, sem dizer nada, soltou um suspiro e ficou parada na posição. Tinha certeza de que ela adorava o que eu estava fazendo.
- Sai daqui, vai pro seu quarto, seu garoto nojento. Sou sua mãe, me respeita.
Ela disse isso enquanto se afastava de mim e ia para o quarto dela. Eu, por minha vez, fiquei entre envergonhado e excitado. Era evidente que minha mãe tinha adorado aquela encostada, mas também sabia que, se isso fosse longe demais, eu poderia perdê-la. Naquele momento, meu maior problema era baixar a ereção crescente dentro da calça, então fui para meu quarto e comecei a me masturbar imaginando minha mãe chupando minha pica, de quatro, vestida como uma puta de estrada.
Depois de uns 20 minutos me masturbando, caí no sono completamente e acordei perto das 11 da noite. Quando saí do quarto, notei que minha mãe não estava em casa. Ela tinha saído, então decidi procurar o bilhete típico que ela sempre deixava em cima da cama dela.
Quando cheguei ao quarto dela, não encontrei bilhete nenhum, mas encontrei no chão algo que saía do jeans que ela tinha usado naquela tarde, a tarde em que mostrei pra ela como eu podia ficar. Uma calcinha fio dental vermelha. Nunca tinha pensado em chegar a esse ponto, então, sem pensar, decidi tirar minha roupa, sentar... na própria cama da minha mãe e levar a linda tanga dela até o nariz.
O cheiro que exalava era perfeito, impossível de descrever, nunca tinha pensado na minha mãe daquele jeito, nunca tinha pensado em ficar cheirando a tanga que minha mãe estava usando poucas horas atrás. Como ela não estava em casa, aproveitei o tempo para me masturbar tranquilamente, devagar, curtindo todo o cheiro daquele pano, um pano que eu tinha inveja, um pano que se encharcava dos fluidos da buceta da minha linda e muito gostosa mamãe.
- Como o menino cresceu... - Foi o que ouvi e fez eu abrir os olhos de repente, minha mãe estava na porta, me olhando curiosa enquanto seu filhinho se masturbava com a tanga dela no nariz.
Era óbvio que ela estava bêbada, os cinco passos entre a porta e a cama deixaram isso claro, ela cambaleava demais e mal conseguia falar.
- Quando terminar o que está fazendo... Ajuda a mamãe a se despir e ir pra cama. - Ela disse, e aí veio uma ideia muito louca na minha cabeça. Decidi levantar da cama, andar até ela e pegar na mão dela, levei ela até a cama e sentei ela, tirando os sapatos, depois a jaqueta de couro preta e, não podia perder a oportunidade, então também tirei a camiseta dela, deixando ela só com o sutiã preto de renda que deixava ver claramente os biquinhos escuros dela.
Deitei ela e comecei a tirar a calça jeans dela, a tanga que ela usava era preta, também de renda, deixando entrever a virilha depilada dela. Bem na hora que eu estava tirando a calça jeans, senti algo que nunca vou esquecer, a mão da minha mãe acariciando meu pau, minha própria mãe estava me masturbando devagar enquanto ela estava de lingerie debaixo de mim.
- Deixa sua pobre mãe sentir o gosto de uma rola de novo, por favor...
- Quer chupar ele pra mim? - Eu falei.
Ela só balançou a cabeça que sim, então eu subi na cama e me posicionei praticamente em cima dos peitos dela, coloquei meu pau nos lábios dela e me apoiei na cabeceira Na cama, comecei a penetrar a boca da minha mãe, a mulher que sempre disse amar e cuidar, respeitar e, acima de tudo, venerar. Essa mulher estava sendo fodida oralmente por mim, seu próprio filho mais novo.
Muitas vezes no último mês eu imaginei como seria minha mãe chupando paus, sempre achei que ela seria uma profissional, e não, isso ficava muito aquém. Em questão de três simples minutos, eu já tinha gozado dentro da boca da mamãe, ela tinha se encarregado de fazer garganta profunda, o rosto dela estava cheio de maquiagem borrada por causa das lágrimas causadas pela presença do meu pau na garganta dela.
- Mamãe, deixa eu te comer...
- Não, filho, isso não está certo.
- Tá bom, então deixa eu só passar ele por aí, só isso...
- Tá bem.
Foi a última coisa que ela disse para que eu pudesse sair de cima dela, descer até onde estava a calcinha fio dental dela e tirar. Ela estava molhada, assim como a buceta dela, que era muito mais perfeita de perto, era um pouco clara, mas não tão rosada, uma cor espetacular.
Peguei as duas pernas da minha mãe e decidi abri-las, me meti no meio delas e comecei a esfregar meu pau na vagina dela, que estava inchada, quente e extremamente escorregadia. Era uma sensação incrível, a melhor do mundo, eu estava me masturbando e masturbando minha mãe, quase nua na mesma cama que eu, a putinha tentava esconder os gemidos, estava com os olhos fechados até que, de repente:
- Filho da puta!
CONTINUA.
P.S.: Demorei muito para postar o relato porque estava de férias, quando voltei não tinha internet e recentemente eles religaram. Mas, mais do que isso, demorei para postar porque tive que convencer a mamãe a me deixar postar as fotos dela, ela é muito tímida e tem muito medo de descobrirem que ela fode com o filho mais novo.
Enfim, aqui estão as fotos que, por razões óbvias, tive que cortar o rosto dela, embora deixem claramente à vista seus melhores atributos e esses atributos que eu amo nela, minha mãe. http://pimpandhost.com/album/4437892-O+outro+lado+da+mamãe+.html - CURTAM ELA, RAPAZIADA, ASSIM COMO EU CURTI.
10 comentários - O outro lado da minha mãe III (Com fotos)
Te re entiendo...¿ como no te vas a querer coger a la mujer que te dió la vida ?...si está más buena que una cerveza fria en verano