Aqui vai a primeira partehttp://www.poringa.net/posts/relatos/2897121/Los-Trios-con-las-Amigas-de-mi-Mujer-Soledad-pt1.htmlEu tinha apagado, de repente uma sensação gostosa e familiar me tira do torpor. Quando abro os olhos, minha amada, com as duas mãos segurando meu pau já duro, tava me chupando. Viro a cabeça pra ver as horas: quase 3 e meia da manhã, tinha dormido só 40 minutos. — Acordou? — ela tirou a rola da boca. — A Sole apagou de vez, fiquei apalpando ela toda, chupei os peitos dela e usei a palavra: buceta, e ela nem se mexeu. — Comecei a rir, coitada não tá acostumada com nossos sarros, além disso os orgasmos dela são muito fortes, não me surpreende que ela tenha apagado. Daqui a pouco, minha mulher fala — Minha bunda pequena quer pica — subiu em cima de mim e enfiou a rola na buceta, começou a quicar devagar, pegou minha mão e começou a chupar meus dedos enquanto enfiava bem fundo meu pau. Solta meus dedos todos babados e guia eles até o cu dela. Começo a meter um de cada vez, os suspiros da minha mulher ficam longos, sentia ela ficar mais molhada. Meti o terceiro dedo no cu dela, que lindo como abre. Ela já tava gemendo, começou a cavalgar forte em cima do meu pau e eu comecei a mexer os dedos — Assim, Papai, assim — ai, quando ela fica de neném, eu tirei, levantei ela pela mão que tava enfiada no cu e me ajeitei pra meter com as duas mãos. Abri bem as nádegas dela, apoiei um pouquinho e o cu dela devorou meu pau, e ela se deixou cair até enfiar tudo — hum, que lindo, tenho ela toda dentro — senti ela apertar o cu — uff, que lindo, bum — mordi o pescoço dela todo — Você não sabe como eu quero te foder — ela começou a se mexer e entre gemidos — não, primeiro eu que vou te foder — que lindo assim. Comecei a beijar a boca dela, a cavalgada dela ficou mais intensa, os gemidos presos na minha boca eram mais altos, a buceta dela esfregando no meu pau soltava mais líquido, o cu dela tava perfeito pro meu pau. Em mais uns movimentos, ela gozou e deu um berro danado. Mas eu tava muito louco, levantei ela e joguei contra o sofá, ela ficou de cu pra cima, enfiei no cu dela e entrei com tudo pra detonar —Te falei que ia te comer!!— eu metia com muita força, a bunda dela permitia —Me come mais, me dá mais— ela gritava sem controle —Ah, que delícia, putinha gostosa, cê gosta assim?— eu dava uns tapas na bunda dela —Siiim, adoro assim!!!— foi lindo gozar com ela ao mesmo tempo e encher ela de porra, agora sim eu tava vazio, depois caímos na real que podíamos ter acordado a Soledad, bom, parecia que não, demos uma risada, trocamos um beijo muito intenso —Agora sim posso dormir feliz, hehe— ela disse contente —E olha que eu nem te conto— ela foi pro banheiro, eu abri o armário da sala e peguei o cobertor e o travesseiro pra dormir, no sofá. Minha mulher foi do banheiro pro quarto e me mandou um beijinho, eu capotei de sono.
Durante meu sono, senti de novo aquela sensação gostosa, era minha mulher de novo, já eram quase 8 horas, ela ia pro trabalho, mas isso não impediu ela de fazer aquele ritual de um boquete ou uma rapidinha antes de sair, dessa vez foi um boquete curto, eu gozei uma carga pesada de porra na boca dela, ela saboreou, engoliu tudo como sempre, limpou bem minha piroca, ela foi embora, se vestiu —Trata bem a Sole— ela falou antes de sair, eu quis dormir mais um pouco, tava desconfortável, tinha muita claridade, então fui tomar um banho, me vesti e preparei a toalha e as coisas porque imaginei que a Sole ia querer tomar banho, e deixei uma das minhas camisetas antigas, que hoje são camisolas da minha mulher, e a toalha dela na cômoda do quarto. Fui arrumar a bagunça que era a sala, toda roupa jogada, pendurei as roupas e nisso vejo a Sole saindo do quarto enrolada na toalha, ela sorri pra mim, eu pergunto —O que cê quer de café da manhã? Enquanto cê toma banho, eu preparo— ela me olha meio estranha e feliz —um café com leite— ela para —de vaca— completa, a gente ri, ela entrou no banho, eu comecei a preparar o café da manhã, fiz um café batido com leite e coloquei torradas com geleia e outras com manteiga, antes que pensem qualquer merda, eu sou sempre assim, até quando os zangões dos meus amigos tão Ficam pra jogar Play comigo, acordo e faço o café da manhã hahaha. Bom, a Sole saiu do banho e me encontrou no sofá, na mesinha o café da manhã. Ela sentou do meu lado e começamos a tomar café. "Que café gostoso", ela dizia. "Viu, tenho alguns talentos." Ela me olha: "É, ontem à noite eu comprovei vários." Sorriu. "Então você gostou, pelo visto." Ela largou a xícara na mesinha. "Sim, amei." Apoiou uma mão na minha perna. "Mas quero te contar uma coisa. Ontem à noite eu vi vocês." Quase cuspi o café, ela tava rindo. "Sim, vi como ela colocou seu pau no cu dela." Ficou vermelha que nem um tomate e tentou se enfiar quase dentro da xícara de café. "E aí?" Eu tava intrigado e também queria ver até onde ela ia com a curiosidade dela. "E aí eu me excitei, comecei a me tocar, comecei a mexer na minha bunda, fiquei muito a fim." Eu fiquei duro (dos dois jeitos possíveis). "Eu ouvia vocês conversando e me excitava, você não sabe como eu me molhei." Ela tava fazendo de propósito, queria continuar ouvindo ela antes de pular no pescoço dela. "Eu espiei de novo, você tava furando ela com força no sofá e ela gritava muito, eu gostava de ver vocês assim e queria me juntar." Eu interrompi: "E você devia ter vindo." Ela olhou pra baixo. "É que não sei, não queria atrapalhar a onda de vocês, e ainda por cima ela me viu, ela tava gozando muito, eu olhava fixo pra ela e ver ela assim, queria estar naquele lugar, e aí na hora ela me olhou, eu me assustei e me mandei pra dentro." Eu comendo, olho pra ela. "Ela é uma filha da puta", falei morrendo de rir. "Pois é, eu me deitei e fingi que tava dormindo, mas ela me acordou, tapou minha boca e começou a me tocar, do jeito que ela tava ensopada, ficava zoando, começou a me falar como você ia me comer, e quando ela tirou a mão da minha boca eu perguntei 'e a minha bunda?' E ela começou a chupar minha bunda e explicava o que você ia fazer, e depois os dedos e me violentou toda." Ela falava muito animada. "Depois que ela me fez gozar, ela falou pra eu te contar tudo isso e te pedir pra você fazer a minha bunda." Que filha da puta a minha mulher. De repente, percebo a Sole rindo e olhando pra minha virilha no short, era impossível disfarçar o tamanho do bagulho. A ereção que eu tava, eu me joguei em cima dela e tirei a camiseta dela, deixando ela nua, meti a mão na buceta dela, já tava molhada — cê gosta de olhar? Agora você vai sentir o que te deixava com tesão — eu tirei a minha roupa, chupei a boca dela e enfiava e tirava os dedos que tavam dentro dela, foi só um tempinho. A Sole se agarrou forte em mim e gozou, ela tremia muito, eu abracei ela forte e comecei a beijar ela, arrumei direito e sentei, comecei a chupar meus dedos. A Sole se levantou e começou a me beijar, ela me acariciava, com a mão dela procurou meu volume, tava duro. Eu falo pra ela — se acomoda bem aqui em cima — fazendo ela se esticar mais no sofá, ela fez. E eu tirei meu pau do bolso, ela pegou e me bateu uma devagar, me olhava sorrindo. Estiquei minha mão e comecei a acariciar as nádegas dela, ela aos poucos começou a chupar meu pau, me olhava enquanto chupava, como isso me excita — começo a trabalhar sua bunda? — falei enquanto olhava e apertava uma nádega dela, ela sem tirar da boca concordou. Primeiro enfio uns dedos na buceta dela, tava muito molhada, ela gemia muito com meu pau entalado na boca dela. Com os dedos encharcados dela comecei a desenhar o contorno do cu dela, ela se arrepiou toda, passava a ponta do dedo, ela ficava louca — opa, como você fica quando eu toco seu cuzinho — ela me olhou mais intensamente enquanto chupava com mais força. Senti o cu dela começar a dilatar, ela suspirava muito, o ar quente envolvia meu pau dentro da boca dela. Olho pra ela — vou enfiar um dedo, vai doer um pouquinho — ela parou, sem tirar o pau da boca fez que sim com a cabeça — relaxa, respira fundo — senti que ela fez e fechou os olhos. Eu molhei o dedo com bastante saliva, o apertado que o cu dela tava era demais, ela deu um grito quando entrou que soltou meu pau. Parei, ela respirava muito ofegante — calma — acariciei a cabeça dela — o que a gente faz? Continuo ou paramos por aqui? — perguntei — Continua — eu ri um pouco — respira fundo, relaxa — o cu dela tava muito apertado, ela relaxou e quando pegou ar enfiei o dedo até o fundo. Fez uma careta de dor, reduzi um pouco, pra ela se acostumar com o dedo, com a outra mão aproximei a cock da boca dela —toma, relaxa— ela começou a chupar forte, a bunda dela cedia e por impulso comecei a mexer o dedo, ela gemia alto, tirei o dedo devagar, chupei —que bunda gostosa você tem— ela chupava com muita intensidade —ufff Sole, vou gozar— ela me olhou e com a mão me bateu uma sem tirar da boca, gozei monumentalmente, depois do segundo jato Sole cuspiu minha cock e o terceiro jato caiu na cara dela toda, ainda escorria pela boca o que ela não conseguiu engolir, eu com a cock tirava a porra da cara dela, e ela chupava, ela estava tão linda banhada de porra hahaha. quase tanto quanto minha mulher se ajoelhou no chão e com os dedos tirava porra do queixo e limpava minha cock, tirei a cock da boca dela, e me deitei no sofá —Vem que eu chupo você— ela subiu em cima de mim e enfiou a bunda na minha cara —que delícia!! Com as mãos abri as nádegas dela e comecei a chupar a Booty dela Sole começou a gemer, com um dos meus dedos comecei a roçar o clitóris dela, cheguei a passar a língua na pussy e estava escorrendo fluido, subi até a Booty dela com minha língua, fiz isso 3 vezes e ela aos gritos e se contorcendo toda gozou de novo, minha cock ficou dura e ela começou a chupar, formou um lindo 69 agora eu me concentrava em comer a pussy dela e comecei a meter dois dedos na Booty da Sole, ela chupava intensamente e mal tremeu quando coloquei os dedos, os gemidos dela eram fortes e ela gozou de novo com a intensidade tradicional dela, tomei tudo que pude mas ela encheu minha cara —ahhh que delícia, me fode por favor não aguento mais!!— ela disse, se levantou ainda com as perninhas tremendo, me sentei de novo no sofá. —Vem, sobe— ela se acomodou em cima de mim e me abraçou, apoiou o rosto no meu ombro em cima do braço dela, eu enfiei na pussy transbordando de líquido e fervendo, peguei ela pela cintura e a movia, ela gemia muito —assim assim me fode— dizia enquanto cravava as unhas nos meus ombros, de repente ela começou a me cavalgar -Assim que você gosta, assim que você fode, né?- Sole estava se transformando, mais solta, mais desafiadora, isso eu gostava, agarrei ela na bunda e comecei a beijar ela enquanto mexia mais forte, os gemidos dela eram música pra mim -você gostou de mim?- ela me olhou meio nervosa -sim- ela disse e me beijou com uma ternura -muito, aceitei vir só pra você me comer, mas a verdade é que sua mulher agora também mexeu comigo, gostei muito de tudo- ela falava -então vem quando quiser- eu disse e comecei a passar a mão perto do cu dela -sim? Posso?- ela me beijou, aí meti 2 dedos no cu dela, gemeu forte e se dobrou toda, puxei ela de volta pra ficar de frente -você me atrai muito também e acho que ela também- beijei ela, comecei a foder com tudo e a mexer os dedos dentro dela, ela começou a gemer descontrolada, a pussy dela esquentava e escorria fluido, ela gritava que nem louca e em pouco tempo gozou, o cu dela destruiu meus dedos de tanta pressão que fez, molhou minha pica de líquido.
Ela relaxou, levantei ela assim mesmo penetrada, ela deu um gemido bem gostoso, levei ela pro quarto, fiz ela pular um pouquinho assim, deitei ela na cama e comecei a comer ela de papai e mamãe, ela se agarrava nos lençóis, mas eu tava prestes a gozar, tirei a pica, bati uma punheta e joguei tudo nos peitinhos dela -ai, tá bem quentinho- meu gozo se espalhava pelos peitos, eu me ajoelhei no pé da cama e chupei a pussy dela, depois desci pro bum dela, já tava bem dilatado, Soledad gemia muito, a pussy dela era puro líquido e a bunda dela cada vez mais convidava pra passar a língua, meti a língua bem fundo -Continua assim na minha bunda, continua- gritava Soledad, eu tava comendo ela com a língua, de repente as mãos dela apertaram minha cabeça contra ela e ela gritou, jogando todo o suco dela na minha cara, de novo.
Ela tava ofegante pra caralho, abri as pernas dela o máximo que pude -Acho que você tá pronta- fui até a gaveta, peguei o Passei o lubrificante no meu pau e coloquei um pouquinho na bunda dela. Ela suspirou —Pronta?— Ela assentiu —Relaxa, respira fundo, vou devagar— Dei um beijo nela, e comecei a penetrar. Ela mordeu o lábio e se contorceu, soltando um gemido. Por sorte, entrou tudo de uma vez —Nossa, tá tudo dentro— A bunda dela tava muito apertada, ela disse —Calma, já foi, respira fundo e relaxa— Ela tentou relaxar e funcionou, a bunda dela apertou menos —Muito bem, gostosa, assim— Dei outro beijo, ela me abraçou com os braços e as pernas. Depois de separar nossas bocas, me ajeitei melhor, comecei a meter devagar, e com um dedo massageava o clitóris dela. Ela gemia —Assim, assim...— dizia. Sentia o líquido da pussy dela escorrendo e lubrificando meu pau, que entrava cada vez melhor. Ela gemia muito, não demorou pra ela gozar de novo, gritando alto. Tirei devagar, e olhei a bunda dela recém-desvirginada. Passei a língua —Que bundinha aberta linda que ficou— falei. Ela ria —Me quebrou toda— Olhei safado —Quer mais uma? Porque assim você não vai me deixar— Mostrei como meu pau ainda tava duro. Ela virou e ficou de quatro —Assim tá bom, senhor— fez voz de menininha, que me tira do sério —Mais uma pela bunda, então— Ela se abraçou no travesseiro —Sim, por favor— Passei mais lubrificante e enfiei. Ela deu um grito de puro prazer, bem alto. Comi ela por um bom tempo nessa posição, ela já tava bem acostumada com o pau na bunda, gemia de prazer. Continuamos assim por um tempo e gozamos juntos. Deixei dois jatos de porra dentro da bunda dela. Ficamos os dois exaustos. Me levantei, a bunda dela bem aberta, meio avermelhada, era satisfatório pra mim, sentia que era um trabalho bem feito —Não aguento mais!!— ela disse —Toma, toma um banho e se recupera um pouco— Entreguei a toalha, ela se enrolou e foi pro banheiro. Fiquei uns minutos na cama recuperando o fôlego. Quando ela saiu, entrei e tomei um banho rápido. Quando saí, ela já estava vestida pra ir embora. Eu me vesti. —Você desce pra abrir pra mim? — Eu tava pegando as coisas. — Deixa que eu te levo. Peguei as chaves do carro e desci. Ela se agarrou no meu braço enquanto a gente ia pra casa e conversava sobre tudo um pouco. Quando a gente tava chegando, ela me disse: — Me deixa aqui que se virem o carro vou ter que dar muita explicação. Parei na curva da casa dela, uma rua pequena que, mesmo sendo segunda-feira às três da tarde, tava bem deserta. — Bom, chegamos. — Ela tava meio desconfortável. — O que foi? — Ela colocou a mão na minha perna. — É que você foi tão fofo e ainda me trouxe, posso te dar um presentinho de despedida? — Olhei meio estranho pra ela. — Ahn, sim. — Ela sorriu maliciosamente, abriu minha calça e puxou meu pau. — Não, louca, aqui não, que todo mundo vai ver a gente. Não tinha uma alma naquela rua, eu olhava pra todo lado. Ela tava chupando meu pau com uma ternura... Só pude aproveitar aquele boquete. Comecei a acariciar a cabeça e o cabelo dela, fiquei de olho em volta, não tinha ninguém. Eu tava bem sensível e não consegui evitar gozar na boca dela. Ela não deixou cair uma gota, limpou bem meu pau depois de engolir tudo e me deixou do jeito que tava. — Uff, que puta você é, hein — falei. Ela ria. — Tenho meu valor, viu? — Ajeitou o cabelo e se olhou no retrovisor. — Bom, vou te deixar, gordão. — Me deu um beijo e desceu. Fiquei uns minutos "me recuperando". De repente, vibra meu celular: "A Sole disse que se divertiu pra caramba, que você já deixou ela em casa e ela te deu um presentinho kkkk". Bom, parece que as mensagens voam. Logo me veio uma ideia: "Vou passar aí no seu trampo e te conto". Liguei o carro e fui pro trabalho da minha mulher.
Bom, em alguns dias vou postar o terceiro encontro do trisal. Espero que gostem. Um abraço!
Durante meu sono, senti de novo aquela sensação gostosa, era minha mulher de novo, já eram quase 8 horas, ela ia pro trabalho, mas isso não impediu ela de fazer aquele ritual de um boquete ou uma rapidinha antes de sair, dessa vez foi um boquete curto, eu gozei uma carga pesada de porra na boca dela, ela saboreou, engoliu tudo como sempre, limpou bem minha piroca, ela foi embora, se vestiu —Trata bem a Sole— ela falou antes de sair, eu quis dormir mais um pouco, tava desconfortável, tinha muita claridade, então fui tomar um banho, me vesti e preparei a toalha e as coisas porque imaginei que a Sole ia querer tomar banho, e deixei uma das minhas camisetas antigas, que hoje são camisolas da minha mulher, e a toalha dela na cômoda do quarto. Fui arrumar a bagunça que era a sala, toda roupa jogada, pendurei as roupas e nisso vejo a Sole saindo do quarto enrolada na toalha, ela sorri pra mim, eu pergunto —O que cê quer de café da manhã? Enquanto cê toma banho, eu preparo— ela me olha meio estranha e feliz —um café com leite— ela para —de vaca— completa, a gente ri, ela entrou no banho, eu comecei a preparar o café da manhã, fiz um café batido com leite e coloquei torradas com geleia e outras com manteiga, antes que pensem qualquer merda, eu sou sempre assim, até quando os zangões dos meus amigos tão Ficam pra jogar Play comigo, acordo e faço o café da manhã hahaha. Bom, a Sole saiu do banho e me encontrou no sofá, na mesinha o café da manhã. Ela sentou do meu lado e começamos a tomar café. "Que café gostoso", ela dizia. "Viu, tenho alguns talentos." Ela me olha: "É, ontem à noite eu comprovei vários." Sorriu. "Então você gostou, pelo visto." Ela largou a xícara na mesinha. "Sim, amei." Apoiou uma mão na minha perna. "Mas quero te contar uma coisa. Ontem à noite eu vi vocês." Quase cuspi o café, ela tava rindo. "Sim, vi como ela colocou seu pau no cu dela." Ficou vermelha que nem um tomate e tentou se enfiar quase dentro da xícara de café. "E aí?" Eu tava intrigado e também queria ver até onde ela ia com a curiosidade dela. "E aí eu me excitei, comecei a me tocar, comecei a mexer na minha bunda, fiquei muito a fim." Eu fiquei duro (dos dois jeitos possíveis). "Eu ouvia vocês conversando e me excitava, você não sabe como eu me molhei." Ela tava fazendo de propósito, queria continuar ouvindo ela antes de pular no pescoço dela. "Eu espiei de novo, você tava furando ela com força no sofá e ela gritava muito, eu gostava de ver vocês assim e queria me juntar." Eu interrompi: "E você devia ter vindo." Ela olhou pra baixo. "É que não sei, não queria atrapalhar a onda de vocês, e ainda por cima ela me viu, ela tava gozando muito, eu olhava fixo pra ela e ver ela assim, queria estar naquele lugar, e aí na hora ela me olhou, eu me assustei e me mandei pra dentro." Eu comendo, olho pra ela. "Ela é uma filha da puta", falei morrendo de rir. "Pois é, eu me deitei e fingi que tava dormindo, mas ela me acordou, tapou minha boca e começou a me tocar, do jeito que ela tava ensopada, ficava zoando, começou a me falar como você ia me comer, e quando ela tirou a mão da minha boca eu perguntei 'e a minha bunda?' E ela começou a chupar minha bunda e explicava o que você ia fazer, e depois os dedos e me violentou toda." Ela falava muito animada. "Depois que ela me fez gozar, ela falou pra eu te contar tudo isso e te pedir pra você fazer a minha bunda." Que filha da puta a minha mulher. De repente, percebo a Sole rindo e olhando pra minha virilha no short, era impossível disfarçar o tamanho do bagulho. A ereção que eu tava, eu me joguei em cima dela e tirei a camiseta dela, deixando ela nua, meti a mão na buceta dela, já tava molhada — cê gosta de olhar? Agora você vai sentir o que te deixava com tesão — eu tirei a minha roupa, chupei a boca dela e enfiava e tirava os dedos que tavam dentro dela, foi só um tempinho. A Sole se agarrou forte em mim e gozou, ela tremia muito, eu abracei ela forte e comecei a beijar ela, arrumei direito e sentei, comecei a chupar meus dedos. A Sole se levantou e começou a me beijar, ela me acariciava, com a mão dela procurou meu volume, tava duro. Eu falo pra ela — se acomoda bem aqui em cima — fazendo ela se esticar mais no sofá, ela fez. E eu tirei meu pau do bolso, ela pegou e me bateu uma devagar, me olhava sorrindo. Estiquei minha mão e comecei a acariciar as nádegas dela, ela aos poucos começou a chupar meu pau, me olhava enquanto chupava, como isso me excita — começo a trabalhar sua bunda? — falei enquanto olhava e apertava uma nádega dela, ela sem tirar da boca concordou. Primeiro enfio uns dedos na buceta dela, tava muito molhada, ela gemia muito com meu pau entalado na boca dela. Com os dedos encharcados dela comecei a desenhar o contorno do cu dela, ela se arrepiou toda, passava a ponta do dedo, ela ficava louca — opa, como você fica quando eu toco seu cuzinho — ela me olhou mais intensamente enquanto chupava com mais força. Senti o cu dela começar a dilatar, ela suspirava muito, o ar quente envolvia meu pau dentro da boca dela. Olho pra ela — vou enfiar um dedo, vai doer um pouquinho — ela parou, sem tirar o pau da boca fez que sim com a cabeça — relaxa, respira fundo — senti que ela fez e fechou os olhos. Eu molhei o dedo com bastante saliva, o apertado que o cu dela tava era demais, ela deu um grito quando entrou que soltou meu pau. Parei, ela respirava muito ofegante — calma — acariciei a cabeça dela — o que a gente faz? Continuo ou paramos por aqui? — perguntei — Continua — eu ri um pouco — respira fundo, relaxa — o cu dela tava muito apertado, ela relaxou e quando pegou ar enfiei o dedo até o fundo. Fez uma careta de dor, reduzi um pouco, pra ela se acostumar com o dedo, com a outra mão aproximei a cock da boca dela —toma, relaxa— ela começou a chupar forte, a bunda dela cedia e por impulso comecei a mexer o dedo, ela gemia alto, tirei o dedo devagar, chupei —que bunda gostosa você tem— ela chupava com muita intensidade —ufff Sole, vou gozar— ela me olhou e com a mão me bateu uma sem tirar da boca, gozei monumentalmente, depois do segundo jato Sole cuspiu minha cock e o terceiro jato caiu na cara dela toda, ainda escorria pela boca o que ela não conseguiu engolir, eu com a cock tirava a porra da cara dela, e ela chupava, ela estava tão linda banhada de porra hahaha. quase tanto quanto minha mulher se ajoelhou no chão e com os dedos tirava porra do queixo e limpava minha cock, tirei a cock da boca dela, e me deitei no sofá —Vem que eu chupo você— ela subiu em cima de mim e enfiou a bunda na minha cara —que delícia!! Com as mãos abri as nádegas dela e comecei a chupar a Booty dela Sole começou a gemer, com um dos meus dedos comecei a roçar o clitóris dela, cheguei a passar a língua na pussy e estava escorrendo fluido, subi até a Booty dela com minha língua, fiz isso 3 vezes e ela aos gritos e se contorcendo toda gozou de novo, minha cock ficou dura e ela começou a chupar, formou um lindo 69 agora eu me concentrava em comer a pussy dela e comecei a meter dois dedos na Booty da Sole, ela chupava intensamente e mal tremeu quando coloquei os dedos, os gemidos dela eram fortes e ela gozou de novo com a intensidade tradicional dela, tomei tudo que pude mas ela encheu minha cara —ahhh que delícia, me fode por favor não aguento mais!!— ela disse, se levantou ainda com as perninhas tremendo, me sentei de novo no sofá. —Vem, sobe— ela se acomodou em cima de mim e me abraçou, apoiou o rosto no meu ombro em cima do braço dela, eu enfiei na pussy transbordando de líquido e fervendo, peguei ela pela cintura e a movia, ela gemia muito —assim assim me fode— dizia enquanto cravava as unhas nos meus ombros, de repente ela começou a me cavalgar -Assim que você gosta, assim que você fode, né?- Sole estava se transformando, mais solta, mais desafiadora, isso eu gostava, agarrei ela na bunda e comecei a beijar ela enquanto mexia mais forte, os gemidos dela eram música pra mim -você gostou de mim?- ela me olhou meio nervosa -sim- ela disse e me beijou com uma ternura -muito, aceitei vir só pra você me comer, mas a verdade é que sua mulher agora também mexeu comigo, gostei muito de tudo- ela falava -então vem quando quiser- eu disse e comecei a passar a mão perto do cu dela -sim? Posso?- ela me beijou, aí meti 2 dedos no cu dela, gemeu forte e se dobrou toda, puxei ela de volta pra ficar de frente -você me atrai muito também e acho que ela também- beijei ela, comecei a foder com tudo e a mexer os dedos dentro dela, ela começou a gemer descontrolada, a pussy dela esquentava e escorria fluido, ela gritava que nem louca e em pouco tempo gozou, o cu dela destruiu meus dedos de tanta pressão que fez, molhou minha pica de líquido.
Ela relaxou, levantei ela assim mesmo penetrada, ela deu um gemido bem gostoso, levei ela pro quarto, fiz ela pular um pouquinho assim, deitei ela na cama e comecei a comer ela de papai e mamãe, ela se agarrava nos lençóis, mas eu tava prestes a gozar, tirei a pica, bati uma punheta e joguei tudo nos peitinhos dela -ai, tá bem quentinho- meu gozo se espalhava pelos peitos, eu me ajoelhei no pé da cama e chupei a pussy dela, depois desci pro bum dela, já tava bem dilatado, Soledad gemia muito, a pussy dela era puro líquido e a bunda dela cada vez mais convidava pra passar a língua, meti a língua bem fundo -Continua assim na minha bunda, continua- gritava Soledad, eu tava comendo ela com a língua, de repente as mãos dela apertaram minha cabeça contra ela e ela gritou, jogando todo o suco dela na minha cara, de novo.
Ela tava ofegante pra caralho, abri as pernas dela o máximo que pude -Acho que você tá pronta- fui até a gaveta, peguei o Passei o lubrificante no meu pau e coloquei um pouquinho na bunda dela. Ela suspirou —Pronta?— Ela assentiu —Relaxa, respira fundo, vou devagar— Dei um beijo nela, e comecei a penetrar. Ela mordeu o lábio e se contorceu, soltando um gemido. Por sorte, entrou tudo de uma vez —Nossa, tá tudo dentro— A bunda dela tava muito apertada, ela disse —Calma, já foi, respira fundo e relaxa— Ela tentou relaxar e funcionou, a bunda dela apertou menos —Muito bem, gostosa, assim— Dei outro beijo, ela me abraçou com os braços e as pernas. Depois de separar nossas bocas, me ajeitei melhor, comecei a meter devagar, e com um dedo massageava o clitóris dela. Ela gemia —Assim, assim...— dizia. Sentia o líquido da pussy dela escorrendo e lubrificando meu pau, que entrava cada vez melhor. Ela gemia muito, não demorou pra ela gozar de novo, gritando alto. Tirei devagar, e olhei a bunda dela recém-desvirginada. Passei a língua —Que bundinha aberta linda que ficou— falei. Ela ria —Me quebrou toda— Olhei safado —Quer mais uma? Porque assim você não vai me deixar— Mostrei como meu pau ainda tava duro. Ela virou e ficou de quatro —Assim tá bom, senhor— fez voz de menininha, que me tira do sério —Mais uma pela bunda, então— Ela se abraçou no travesseiro —Sim, por favor— Passei mais lubrificante e enfiei. Ela deu um grito de puro prazer, bem alto. Comi ela por um bom tempo nessa posição, ela já tava bem acostumada com o pau na bunda, gemia de prazer. Continuamos assim por um tempo e gozamos juntos. Deixei dois jatos de porra dentro da bunda dela. Ficamos os dois exaustos. Me levantei, a bunda dela bem aberta, meio avermelhada, era satisfatório pra mim, sentia que era um trabalho bem feito —Não aguento mais!!— ela disse —Toma, toma um banho e se recupera um pouco— Entreguei a toalha, ela se enrolou e foi pro banheiro. Fiquei uns minutos na cama recuperando o fôlego. Quando ela saiu, entrei e tomei um banho rápido. Quando saí, ela já estava vestida pra ir embora. Eu me vesti. —Você desce pra abrir pra mim? — Eu tava pegando as coisas. — Deixa que eu te levo. Peguei as chaves do carro e desci. Ela se agarrou no meu braço enquanto a gente ia pra casa e conversava sobre tudo um pouco. Quando a gente tava chegando, ela me disse: — Me deixa aqui que se virem o carro vou ter que dar muita explicação. Parei na curva da casa dela, uma rua pequena que, mesmo sendo segunda-feira às três da tarde, tava bem deserta. — Bom, chegamos. — Ela tava meio desconfortável. — O que foi? — Ela colocou a mão na minha perna. — É que você foi tão fofo e ainda me trouxe, posso te dar um presentinho de despedida? — Olhei meio estranho pra ela. — Ahn, sim. — Ela sorriu maliciosamente, abriu minha calça e puxou meu pau. — Não, louca, aqui não, que todo mundo vai ver a gente. Não tinha uma alma naquela rua, eu olhava pra todo lado. Ela tava chupando meu pau com uma ternura... Só pude aproveitar aquele boquete. Comecei a acariciar a cabeça e o cabelo dela, fiquei de olho em volta, não tinha ninguém. Eu tava bem sensível e não consegui evitar gozar na boca dela. Ela não deixou cair uma gota, limpou bem meu pau depois de engolir tudo e me deixou do jeito que tava. — Uff, que puta você é, hein — falei. Ela ria. — Tenho meu valor, viu? — Ajeitou o cabelo e se olhou no retrovisor. — Bom, vou te deixar, gordão. — Me deu um beijo e desceu. Fiquei uns minutos "me recuperando". De repente, vibra meu celular: "A Sole disse que se divertiu pra caramba, que você já deixou ela em casa e ela te deu um presentinho kkkk". Bom, parece que as mensagens voam. Logo me veio uma ideia: "Vou passar aí no seu trampo e te conto". Liguei o carro e fui pro trabalho da minha mulher.
Bom, em alguns dias vou postar o terceiro encontro do trisal. Espero que gostem. Um abraço!
1 comentários - Trios com as Amigas da Minha Mulher (Solidão pt. 2)