Lembro da primeira vez que tive sexo completo, foi aos 20 anos. Todo mundo diz que a primeira vez é linda quando você faz com a pessoa que ama, mas no meu caso não foi bem assim. Minha primeira vez não seria com um namorado que eu amava, mas sim com meu tio STEVE. Isso mesmo, meu próprio tio ia tirar minha virgindade e me introduzir no mundo dos prazeres sexuais.
Meu nome é Éyummy, sou peruana de nascimento, nasci no departamento de Chimbote, que fica ao norte da capital do Peru, LIMA.
Aos 7 anos, saí do Peru para me mudar para a linda Suíça. Minha mãe se casou com um suíço e, como eu era menor de idade, consegui o passaporte suíço. Alguns anos depois, minha mãe ajudou meu tio Steve a vir para a Suíça, mas ele já tinha 18 anos, então só lhe restou encontrar uma suíça para se casar e conseguir o passaporte.
Sofri muito com o idioma alemão, mas com o passar dos anos aprendi a falar perfeitamente. Tanto que falo como uma verdadeira suíça, tenho o sotaque deles e a pronúncia excelente.
Com o passar dos anos, ganhei popularidade na escola suíça. Além da minha condição de latina, embora fosse uma das poucas que tinha, foi graças ao meu corpo desenvolvido. Meu corpo começou a se desenvolver mais do que o das outras garotas, principalmente meus peitos, que cresceram muito. Aos 14 anos, já tinha o tamanho que tenho hoje, e isso era muito chamativo para os homens, o que me tornou a mais popular e desejada da escola.
Aos 18 anos, muitas coisas aconteceram na minha vida, como a primeira vez que comecei a fumar e tive meu primeiro namorado.
Minha mãe me deu uma notícia que eu não esperava. Ela disse que viajaria para o Peru a trabalho. Minha mãe estava muito ocupada e pensou em mim. Além disso, já faziam 11 anos desde que saí do Peru. Pulei de felicidade. Finalmente voltaria ao Peru e ficaria em Lima por um mês.
Depois de duas semanas de estadia no Peru, conheci um amigo dos meus primos que me pareceu agradável, mas claro, não como os pretendentes da minha... escola que eram lindos.
Ele se chamava Matías e acabou me agradando o suficiente pra eu criar confiança e, depois de 3 dias, meus primos me chamaram pra ir a uma balada e eu aceitei, e claro, Matías também foi. Naquela noite, me diverti pra caralho, podia beber o que quisesse, não tinha ninguém me impedindo. Umas duas horas depois, Matías se declarou pra mim e, como eu já tava meio bêbada, resolvi aceitar, até pra esquecer de vez o Ronald.
Todos os meus primos ficaram de cara quando me viram beijando o Matías, não acreditavam que tinha rolado tão rápido. Talvez pra eles fosse surpreendente, mas pra mim não. As suíças são muito liberais, e como eu vivi tantos anos na Suíça...
Naquela noite, Matías se sentia orgulhoso por ter uma namorada muito gostosa. Quando me beijava, parecia que queria morrer. Pra mim, ficar com ele foi uma experiência única. Nosso relacionamento durou quase duas semanas antes de eu voltar pra Suíça. Durante essas semanas, descobri que Matías era tão diferente dos outros caras que eu conhecia, e essa diferença me fez sentir diferente da Éyummy que vivia na Suíça. Aquela humildade me fez valorizar muitas coisas, mudou muita coisa em mim.
No último dia, Matías chorou porque eu tava deixando o Peru. Ele tinha se apaixonado perdidamente por mim, e tudo isso me deixou sentimental. Falei pra ele que um dia voltaria ao Peru. Matías me abraçou com carinho e me deu nosso último beijo. No dia seguinte, peguei o avião e voltei pra Suíça.
Nos meses seguintes, tentei manter contato com ele. Dizia que talvez viajasse em dois meses, e ele ficava feliz, tinha essa esperança. Mas, infelizmente, não rolou. A gente se falava, mas a distância e o tempo são inimigos de um relacionamento à distância. Aos poucos, parei de me comunicar com ele.
Várias amigas minhas diziam que o que tinha acontecido era só uma aventura. E com o tempo, parei de pensar no Matías. Dois meses depois, um dia, tava com uma amiga quando... Liguei pra casa do meu primo Erick e pedi pra ele dar um recado pro Matías: que nosso relacionamento não dava mais e que tinha acabado de vez.
Meu primo deu o recado pro Matías e ele desabou no choro. Ele ainda tinha esperança, mas minhas palavras acabaram com tudo. Foi o que meu primo me contou quando liguei outro dia. No começo, fiquei com pena, mas depois esqueci ele.
Assim passaram meses e anos até que completei 20 anos. Meu corpo ficou uma delícia — não sou só bonita, meus peitos são grandes e minha bunda é bem desenhada e empinada, do jeito que os homens gostam. E foi esse desenvolvimento todo que chamou a atenção do Steve, meu próprio tio.
Steve sempre curtiu a boa vida e a liberdade. Quando conseguiu o visto de permanência na Suíça, não demorou nada pra se divorciar da mulher com quem tinha casado. Depois disso, começou a viver na loucura: tinha várias mulheres, às vezes até duas ou três ao mesmo tempo. Claro, durava até uma delas descobrir.
Nenhum relacionamento dele durava muito, até que ele conheceu uma italiana linda com quem ficou mais tempo que as outras. Cinzia era uma loira maravilhosa, mas tudo tem fim. Depois de um ano juntos, acabou. E foi nessa época que ele começou a reparar em mim. Meu corpo já não era de menina, mas de uma mulher completa.
Eu estava feita toda uma gostosa. Foi essa mudança que fez ele me olhar com outros olhos — não mais como sobrinha, mas como uma mulher de verdade. E eu percebi tudo isso quando ele me mostrou.
Tive um namoro de três meses com um suíço lindo, o Nick. Ele era muito gato, olhos azuis maravilhosos, rosto bonito, fisicamente o tipo de homem que toda mulher deseja. Mas, apesar do corpo, ele não era tão doce quanto o Matías. E, claro, meu tio Steve não via o Nick com bons olhos. Sentia inveja porque ele tava comigo. Às vezes, quando o Nick vinha na minha casa, o Steve... me encontrava com Nick nos beijando na varanda, Steve às vezes não conseguia disfarçar a raiva e mandava indiretas, às vezes ele falava com minha mãe por causa da relação que tinha, mas pra azar dele, Nick era querido pela minha mãe.
Mas como nada é perfeito, 4 meses depois Nick me traiu com outra e eu soube nada menos por Steve, que viu ele com ela se beijando à beira do lago de Zurique, o gênio tirou várias fotos. Quando Steve me entregou as fotos, me senti desiludida e magoada pela traição do Nick. Quando o encontrei, o sem-vergonha agia como um romântico, me dizendo doces palavras, mas quando tentou me beijar, eu o parei e entreguei as fotos. Nick ficou frio de susto e quando olhou pra mim, eu lhe dei um tapa com toda a força. Disse que foi uma amiga quem tirou as fotos, não contei a verdade.
Nick me pediu perdão, mas não adiantava nada, então dei outro tapa nele e o deixei pra sempre. Com isso, Steve ganhou ainda mais meu carinho e confiança. Dias depois, eu estava num parque sentada, descansando dos meus exercícios, tinha corrido por mais de meia hora, quando Steve me ligou no celular e eu disse que estava no parque. Ele falou pra eu não ir embora, que em alguns minutos chegaria. Eu disse ok, e em quase 10 minutos ele chegou.
Steve, quando me viu com a roupa de esportista, parou um momento impressionado com como a lycra apertava meu corpo gostoso. Ele tentou disfarçar, mas os olhos o traíram. Demos os 3 beijinhos de boas-vindas e ele sentou. Começamos a conversar, ele perguntou como eu estava depois do que aconteceu com Nick e eu disse que já não ligava pra aquele idiota, apesar de ter tido um relacionamento de 4 meses com ele, pra mim não valia a pena derramar uma lágrima sequer por ele. Eu estava fria naquele momento, além do mais, agora ele vai ficar com aquela.
Steve me disse que não deixaria ninguém tirar sarro de mim e eu agradeci e o abracei. Foi nesse momento que ele me pegou pela nuca e tentou me beijar, eu imediatamente o parei e me afastei dele, não podia. Acreditar que Steve tinha tentado me beijar, mas ele resolveu desabafar e falou tudo.
— Éyummy, eu sinto uma atração LOUCA por você.
— Eu fiquei gelada quando ele disse essas palavras, me deixou perplexa — O que você disse? Steve, você é meu tio, irmão da minha mãe, você me viu crescer, como pode sentir atração por mim? Eu sou sua SOBRINHA!
— Pois é, parei de te ver como minha sobrinha, agora te vejo com outros olhos e te desejo, Éyummy, você tira meu sono toda noite — Eu não podia acreditar, pensei na hora que estava sonhando, mas era realidade e Steve tentava se aproximar para me beijar, mas eu não deixava. Apesar da atitude louca do Steve, eu gostava muito dele porque é meu tio, por muitos anos moramos juntos em Chimbote, ele era mais como meu irmão do que meu tio, então pra mim não era fácil naquele momento. Se eu contasse tudo pra minha mãe, ia rolar um terremoto familiar, e eu não queria isso, mas não podia negar o que Steve queria comigo. Então me afastei dele e falei que não ia contar nada pra minha mãe e que ele esquecesse esse desejo absurdo.
Aquele dia foi o mais difícil da minha vida, fiquei tão pensativa com o que aconteceu que nem consegui comer e fui cedo dormir no meu quarto. Não consegui dormir, fiquei pensando e pensando, não conseguia tirar as palavras do Steve da cabeça. Me perguntava: o que eu fiz de errado? Nunca dei motivo algum. Achava que era só um desejo sexual porque eu tinha um corpo gostoso, mas nem de longe isso era motivo pra Steve querer algo comigo.
Desde aquele dia começou o difícil. Steve, sabendo que eu não ia falar nada, sempre tentava algo comigo em toda oportunidade que aparecia. Toda vez que tinha uma reunião e ele estava lá, me devorava com os olhos. O que será que passava pela cabeça dele? Eu sempre me sentia desconfortável, mas tentava ignorar.
Fiquei assim por vários meses. Às vezes eu ligava pra ele e ele aproveitava pra dizer que sentia minha falta e que me desejava, mas eu era forte e ignorava as palavras dele, tratava ele como... É, meu tio, nas vezes que a gente ficava sozinho em alguma festa ou reunião, me devorava com os olhos, falava que eu tava lindíssima, que tava morrendo de vontade de me beijar, de sentir meus lábios colados nos dele, mas eu deixava claro que isso nunca ia rolar.
Tudo ficou ainda pior quando ele veio morar na minha casa, tudo ficou pior pra mim, mas mesmo assim eu me defendia corajosamente das palavras dele.
Por uns meses, o assédio dele diminuiu e eu pensei que ele tinha se arrependido daquele desejo nojento, mas me enganei, confiei nele, e numa noite que nem minha mãe, nem minha irmã pequena, nem meu padrasto estavam em casa, o Steve tentou me beijar de novo, mas dessa vez eu dei o tapa mais forte que consegui, mas mesmo assim ele não parou de falar o quanto me queria, até disse que a gente podia ir pra outro país viver juntos, que com dinheiro tudo se resolve, eu falei que ele era um doente por pensar aquilo, nunca vou ficar com você, Steve, gritei.
Outra no meu lugar teria denunciado, mas eu não fiz por medo do que podia acontecer, então tive que viver assim por meses, até que um primo veio do Peru e mudou tudo. Meu primo Erick, o que deu meu recado pro Matías, agora tava na Suíça, meu primo morou com a gente até conseguir se virar sozinho e eu me sentia feliz porque, graças a ele, o Steve parou de me assediar, já que o Erick era meu companheiro fiel, mas o Erick não era igual ao Steve.
Ele nunca ia me olhar desse jeito, aliás, o Erick me queria como irmã e eu também, até apresentei algumas amigas minhas pra ele e o Erick acabou se apaixonando por uma delas, com quem teve um relacionamento, mas antes disso acontecer, a chegada do Erick me fez lembrar do Matías e nos dois meses seguintes eu voltei a ser aquela Éyummy sentimental do Peru.
Aos poucos, eu lembrava como foi bom no Peru e meu primo me convenceu a falar com o Matías de novo e, depois de mais de dois anos, voltei a conversar com ele. A gente falou por mais de uma hora e, ao conversar com ele, me fez sentir... Feliz ele me fez esquecer as coisas ruins e, claro, pedi perdão pelo jeito que nossa relação acabou. Felizmente, ele me perdoou e perguntou: "Quando você vem pro Peru?" Eu respondi que não sabia... mas agora que tô falando com você, tô com vontade de voltar pro Peru de novo, e assim seria.
Durante um mês, planejei como faria pra viajar, porque naquela época eu tava ocupada no meu trampo como recepcionista de um hotel chique. Procurei uma data boa e achei: dava pra viajar pro Peru no começo de fevereiro de 2002 e ficar um mês. Falei pra minha mãe que ia pro Peru em fevereiro e voltava em março, bem na hora de começar a trabalhar no hotel. Ela topou, e eu planejei tudo que precisava pra ir.
Eu sabia que, se contasse a verdade pro Erick sobre o que o Steve queria comigo, ele não ia mais frequentar o cara e talvez até brigasse com ele. Por isso, nunca contei a verdade pro Erick.
Quando falei de novo com o Matías, ele me deu uma notícia terrível que me deixou muito triste: o Matías ia viajar pra Argentina pra morar com a mãe e os irmãos que estavam lá. A viagem dele seria dia 2 de fevereiro. Essa notícia matou minhas esperanças, e naquele dia decidi se ia ou não viajar. No final, decidi que sim, porque já tava tudo pronto, e além disso queria espairecer e curtir a viagem.
Chegou o dia 1º de fevereiro. Meu primo me acompanhou no aeroporto e a gente se despediu. Quando cheguei no Peru, minhas primas Sandra e Susana me buscaram. Dessa vez, eu ia ficar na casa de outros tios meus, meu tio Alejandro. A casa dele era grande e aconchegante. Eles tinham preparado um quarto pra mim. Arrumei minhas roupas no armário e organizei o resto das minhas coisas. No dia seguinte, fui visitar meus outros tios, tias, primos e primas.
Uma semana depois, ia rolar uma festa de aniversário de um dos meus tios, meu tio Mario. E naquela noite, ia ter uma surpresa que eu nunca esperava.
Lá pelas doze e meia, apareceu nada mais nada menos que meu outro tio, o que eu menos esperava: nem mais nem menos que o Steve. Todo mundo ficou Surpresos porque ninguém sabia que ele viria, e eu menos ainda. Steve disse que queria surpreender todo mundo e conseguiu. Eu me senti diferente dos outros e falei em suíço-alemão:
— "Como ele conseguiu vir? Eu nunca soube que ele também ia viajar."
A presença dele me incomodava, então saí de lá, mas meia hora depois tive que voltar e percebi que ele não estava sozinho: tinha viajado com um amigo búlgaro, Sven, seu amigo mais fiel para as loucuras. Quando ele me viu, me deu três beijinhos e perguntei como eles tinham feito, já que eu não sabia de nada. Ele disse que tudo foi planejado pelo Steve.
Eles iam ficar no Peru por um mês, tinham alugado um apartamento em Barranco, um bairro de Lima, e também um carro. Fiquei ainda mais surpresa com o que Sven me contava. Steve tinha preparado tudo direitinho. Parei de falar sobre o assunto e perguntei ao Sven se ele tinha visto alguma garota que ele gostasse. Ele respondeu:
— "Sim, tem uma que eu gosto, e é você, Éyummy."
A resposta dele me fez sorrir. Talvez ele tenha dito isso porque eu estava vestida bem sensual, com um casaquinho pequeno que deixava à mostra uma parte dos meus lindos e grandes peitos.
— "Valeu, Sven, mas deve ter alguma que pelo menos te chame a atenção", falei sorrindo.
— "A verdade é que não tem ninguém que te supere, ou pelo menos que chegue perto de você."
Eu ri do que ele disse. Nesse momento, Steve se aproximou e mandou o Sven buscar várias cervejas. Ele obedeceu, e Steve e eu começamos a conversar em suíço-alemão para ninguém nos entender, exceto o Sven, claro.
— "Nunca pensei que você viria pro Peru de surpresa."
— "Na verdade, tive um tempo livre no trabalho e resolvi aproveitar pra vir no aniversário do meu irmão, e claro, convenci o Sven a me acompanhar."
— "Bem pensado, Steve, mas não acredito em você. Você veio porque eu viajei pra cá."
— "É isso que você acha, Éyummy?"
— "Claro que sim."
— "Por mais que você não acredite, não vim por você. Vim porque tinha tempo livre, além de querer ir no aniversário do meu irmão."
— "Bom, continuo sem acreditar em você."
— "Tá bom, se... Quer acreditar, mas não tô nem aí"
— "Tomara que fosse assim"
— "Mas agora que te vejo, nem imagina a puta vontade que tô de sentir, saborear esses teus lábios gostosos, uauhh... cê tá uma verdadeira gostosa, lindíssima, minha princesa"
— "E eu pensei que ia ter paz no Peru"
— "Bom, minha princesa, tenho que ir, a gente se vê outra hora"
Steve foi falar com meus tios e eu me mandei, fui pro terraço fumar um cigarro. Não podia acreditar que nem no Peru eu ia ficar livre do Steve, a presença dele me incomodava, mas falei pra mim mesma:
— Não dá bola pra esse nojento doente e continua com suas férias, se diverte! É isso aí.
Todo dia eu saía com algum dos meus primos, queria curtir minhas férias. Às vezes saía com minhas primas ou primos, pra balada, pro centro de Lima, pro mar, pro zoológico, pro campo, fazia de tudo. Acabei descobrindo que o Steve tinha viajado pro departamento de Chimbote, no norte do Peru, pra visitar outro dos meus tios.
— Que bom! — falei pra mim mesma, embora depois daquela noite que ele chegou, não tinha visto ele de novo, então tanto fazia se o Steve tava ou não em Lima.
Eu vim pra me divertir, não perdi nenhum evento. Os dias foram passando até que chegou 14 de fevereiro, o dia dos namorados e da amizade, e eu me senti um pouco triste ao pensar que aquele dia podia ter passado com o Matías, mas decidi não baixar a moral e me divertir, que foi pra isso que vim. Minha prima mais chegada, a Susana, com quem eu tinha mais intimidade, me disse que um grupo de cumbia ia tocar num complexo municipal que ficava a uma hora de caminho de casa. Ela disse: "A gente vai se divertir", e eu falei: "Show! Pode contar comigo, hoje a gente dança até o fim". A Susana tava animada, e o que ela me disse depois me deixou muda por uns segundos.
O Steve tinha chegado em Lima e ficou sabendo do show, e nos convidou pra nos divertir. E claro, minha prima Susana aceitou, e eu não podia recusar, então falei que ia ser fabuloso. Fiquei pensando se tava fazendo certo em ir. Show com o Steve, mas eu não ia estar sozinha, ia estar acompanhada da Susana e também ia ter o Sven, e o Steve não podia falar comigo em outro idioma porque o Sven ia entender, então eu falei:
— Steve, você não vai conseguir me encher o saco, haha.
Umas horas antes, me preparei pra noite. Como tava calor, não ia usar jeans, então botei uma saia curta e um suéter. Escolhi minha saia azul linda e meu suéter azul claro bonito. Depois de tomar banho, sequei meu cabelo e fiz um penteado maravilhoso, cabelo solto com ondas leves. Como não gosto de me maquiar muito, usei só o necessário. Não gosto de pintar os lábios, só uso um gloss brilhante. No resto do rosto, prefiro ficar quase natural, só passei um pouco de maquiagem no queixo.
Depois de pronta, eu e minha prima saímos de casa. Daí a pouco chegaram o Steve e o Sven, e percebi que o Steve, quando me viu, me devorou com os olhos. Mas fazer o quê, era o máximo que ele podia fazer. Entramos no carro. Não quis sentar no banco da frente, então fui atrás com a Susana. Quando estávamos saindo, chegou meu primo Manuel e perguntou pra onde a gente ia. O Steve falou que era um show de um grupo de cumbia, e me surpreendeu convidando o Manuel. Mas como ele tava vestido esportivo, disse que não. O Steve insistiu que tava de boa, que ele pagava pra todo mundo, e o Manuel aceitou. Ele entrou e fomos pro show de cumbia.
Umas hora depois, chegamos no complexo municipal. Tinha muita gente e, claro, os caras que passavam não paravam de me olhar. Teve um até que mandou um beijo no ar.
O Steve pagou a entrada. O complexo municipal era enorme, um parque fechado gigante. O grupo de cumbia tava preparando tudo pra começar o show. O Steve achou um lugar bom, uma mesa com várias cadeiras. Sentamos e, minutos depois, eles foram comprar as bebidas. Voltaram com duas caixas de cerveja, cada uma com 12 garrafas. Tavam geladinhas, do jeito que a gente precisava. E aí Minutos depois o show começou e a gente começou a dançar. Quando acabou a primeira caixa, eu e Susana fomos pra perto do palco, e claro, Steve e Sven chegaram junto da gente, enquanto Manuel ficou sentado na mesa com as cervejas.
Eu gosto de quase todo tipo de música. Mesmo morando na Europa, não ignoro a cumbia peruana, diferente de outros peruanos que, por já estarem na Europa, esquecem de onde vieram — são uns complexados. Mas eu não, eu curto mesmo. Em alguns momentos dançava com o Sven e depois com o Steve, mas ele não conseguia fazer nada além de me devorar com os olhos.
Haha, me dava graça ele não conseguir falar o que queria, embora às vezes me empurrasse pra trás pra se afastar dos outros, mas haha, eu segurava ele. Uma hora depois acabou a outra caixa, e Steve comprou mais três de uma vez. Agora sim ia durar até o fim.
Mesmo sendo mulher, tenho uma boa resistência pra álcool, embora nunca tivesse bebido até cair no chão. Na Suíça não daria pra fazer isso, mas no Peru sim, porque não tinha ninguém pra me controlar. Então naquela noite bebi como nunca até aquele momento. Mas meu primo Manuel já tava bêbado e começou a dormir.
Eu acordei ele, e ele avisou que ia voltar pra casa. Steve deu dinheiro pra ele pegar um táxi, porque tinha vários na entrada do complexo. Steve acompanhou ele até o táxi, enquanto a gente continuava dançando. Em algumas vezes, uns caras chegavam pedindo pra dançar, mas eu dizia que não, que tava em grupo.
Dos quatro caras que pediram, só um parecia bonitinho fisicamente. Meia hora depois o show acabou, mas a festa continuou até as 2 da manhã. Depois de mais uma hora, só restava meia caixa. Eu já tava quase bêbada, porque tinha bebido pra caralho, mas ainda percebia tudo. A Susana, por outro lado, já tava toda bêbada. Lá pelas 2 da madrugada a festa acabou, mas Susana ainda queria continuar, e eu também. então o Steve falou pra gente ir pro apartamento que ele tinha alugado e que lá tinha bebida pra continuar a festa, eu fiquei meio na dúvida mas como a Susana queria continuar de qualquer jeito, ela disse
— Que é que a gente tá ESPERANDO…
Mesmo bêbado, o Steve dirigiu de boa até o bairro de Barranco e depois de estacionar o carro na garagem subterrânea, o Steve teve que levantar o Sven que tinha caído no sono, ajudou ele a ir pro elevador, eu e a Susana tínhamos bebido tanto que começamos a cantar no elevador até chegar no último andar onde ficava o apartamento
Aquele apartamento era aconchegante, tinha 3 quartos, um banheiro, uma cozinha e uma sala, o Steve deixou o Sven no quarto dele e nós 3 continuamos a festa, como o apartamento ficava no último andar a gente podia fazer toda a bagunça que quisesse, ainda mais que no andar de baixo não tinha nenhum apartamento alugado, o Steve tinha escolhido um lugar bom pra fazer umas festinhas, ponto pra ele
O Steve trouxe várias bebidas, nada de cerveja mais, e colocou música crioula, e a gente começou a beber, cantar e dançar
Umas meia hora depois a Susana já não aguentava mais e foi direto pro banheiro vomitar, a resistência dela tinha ido pro espaço, eu entrei pra ajudar ela e daí a pouco o celular dela tocou e era o namorado dela ligando, depois que ela falou, a Susana pediu pro Steve se ele podia levar ela, e ele disse que sim mas e eu como é que ficava, perguntei, a Susana disse
— fica dormindo aqui, ué, ainda tem um quarto sobrando
— tá bom… Até amanhã, priminha
A gente se deu uns beijinhos de despedida mas antes da Susana ir embora, o Steve trouxe dois copos bem gelados de água mineral, depois o Steve me falou qual era o quarto onde eu ia dormir e depois disso me despedi da Susana e eles foram embora.
Uns minutos depois que eles foram, fui no banheiro lavar o rosto, percebi que meus olhos estavam meio vermelhos porque tinha bebido como nunca tinha bebido até aquele momento, mas mesmo assim nunca vomitei igual a Susana, Depois que saí do banheiro, quase caí. A cada passo, podia cair. Quando abri a porta do quarto, quase fui ao chão se não tivesse me segurado firme na maçaneta. Assim que entrei, fechei a porta e dei duas voltas no trinco.
Abri a janela pra entrar um ar e me joguei na cama. Foi aí que percebi o quanto tinha bebido. Minha cabeça tava rodando, eu olhava pro teto e ele se mexia. Nunca tinha bebido até aquele limite, e em pouco tempo apaguei, assim, com toda a roupa no corpo.
Aquela noite, aconteceria o que eu jamais imaginei que fosse rolar!
Não sei quanto tempo passou desde que eu tinha dormido. Uma hora, talvez meia hora, vinte minutos... não sei ao certo. De repente, senti uma voz no meu ouvido que, a cada segundo, ia crescendo até me acordar. Fiquei chocada com o que vi: Steve estava do meu lado, deitado na cama comigo, dentro do quarto onde eu tava dormindo.
— Steve! Como você entrou no quarto? Eu dei volta nos trincos!
— Eu tenho as chaves de todos os quartos.
— Como você teve coragem de entrar? Vaza daqui! Sai do quarto! — gritei bem alto, mas ele nem ligou.
— Éummy, como eu ia embora se tenho você tão perto de mim? Posso sentir o perfume da sua pele.
— Se você não vazar agora, vou gritar até o Sven acordar! — ameacei.
— O Sven não vai acordar. Ele dorme como uma pedra. Nas bebedeiras que a gente já teve, ele nunca acordou, nem com a maior bagunça.
Steve tinha pegado na minha mão, me segurando na cama. Além disso, o peso dele quase em cima do meu me impedia de levantar. A boca dele tava a centímetros da minha, mas eu virei a cabeça pra ele não me beijar.
— Steve, me solta! Sai da minha cama! — naquele momento, olhei direto nos olhos dele e falei:
— Ou juro que vou contar tudo o que você fez até agora pra toda a família, e você vai ver o terremoto que vai dar.
— Acho que você não vai fazer isso, princesa. Cê tá Tive tanto tempo pra falar isso e você não falou, e o motivo é simples: no fundo, você gosta de mim.
— Você é completamente **Pirado**! Se acha que eu gosto de você, eu não falei nada por medo do que pode acontecer, mas dessa vez você passou de todos os limites. Já não me importa mais o que pode rolar, então é melhor você **VAZAR** agora mesmo do meu quarto — dessa vez falei com ênfase, já não ligava pro terremoto familiar que ia causar ao contar a verdade sobre o Steve.
— Quanto mais você se recusa, mais eu te **Desejo**! Éyummy.
— Você é um **Nojento Doente**, Steve. Ficar de olho na sua própria sobrinha, que você viu crescer? Você deve ter **merda na cabeça** — falei com raiva.
— Já não te vejo com os mesmos olhos de antes. Você deixou de ser criança, é toda uma mulher, muito gostosa e desejada.
— Então você deve estar com **Catarata** nos olhos pra me olhar com tanta safadeza.
— Sabe, Éyummy, a única razão que me fez vir pro Peru foi você. Eu vim só por sua causa. Senti tanto a sua falta, sentia falta de te ver. Não dava pra ficar na Suíça enquanto você tava aqui no Peru. Agora entende como você me deixa **Louco**?
— E você dizia que não. Já sabia de antemão que você veio pro Peru só por mim. E claro, hoje você viu uma oportunidade e aproveitou, mas a única coisa que vai conseguir é o seu fim.
— Éyummy, por que você insiste em negar o que deseja no fundo? Ou será que sou feio pra você?
— Claro que não é feio, você é bonito, mas é meu tio.
— Que importa se sou seu tio ou você minha sobrinha? No fim das contas, você é uma mulher e eu sou um homem que quer te mostrar os prazeres…
— Talvez você ignore que sou sua sobrinha porque tem essa **Obsessão Nojenta** por mim, mas eu jamais conseguiria ignorar que você é meu tio. Então, por favor, me solta e **cai fora** do meu quarto.
— Sabe, Princesa, eu morria de vontade de ficar a sós com você. Cada vez que te via, te desejava loucamente. E hoje à noite você tá toda uma gostosa. Finalmente te tenho tão perto de mim. Éyummy, se deixa levar e vai ver como vou te fazer gozar, sentir prazer no seu… corpo, você não vai se arrepender dos prazeres que vai descobrir
— Não e não, Steve, me deixa em paz, pelo amor de Deus. Esquece isso, você precisa de ajuda profissional, ainda dá tempo de se tratar
— haha adoro quando você se faz de difícil, me dá mais vontade de te beijar, sentir seus lábios gostosos, sentir a maciez da sua pele
— Você é só um doente nojento!
— Éyummy, você não sabe a raiva que eu sentia quando te via junto com o Nick, aquele imbecil não merecia você, e quando eu vi ele com outra mulher, não pensei duas vezes em tirar as fotos. Ele só te enganava, queria se passar por mulherengo, mas eu não deixei
— fuck you, obrigada por isso, mas nem assim vou cair nas suas garras
— e o outro idiota do Matías
Eu olhei pra ele com raiva por insultar o Matías
— ele não é nenhum idiota, Steve
— como não? Ele sabia que você viria e mesmo assim foi pra Argentina. Se ele te amasse de verdade, teria feito de tudo pra ficar pelo menos algumas semanas, mas nunca fez
— e você, como sabe disso?
— o Erick me contou
Mesmo doendo, o Steve tinha razão, o Matías podia ter ficado por mim, mas não ficou
— viu? Tô certo ou não, Éyummy? Ele não te quer, diferente de mim
Eu me senti magoada por causa do Matías, e o Steve aproveitou essa fraqueza pra beijar meu pescoço
— me deixa, Steve — a língua dele no meu pescoço me fez fraquejar, e agora eu suplicava, mas não lutava como deveria. Pelo contrário, parecia que o jeito dele de beijar meu pescoço me prendia
— que pele deliciosa que você tem, Éyummy. Vamos, princesa, se entrega, vou te fazer gozar, vou te fazer descobrir os grandes prazeres. Quem melhor do que eu pra te ensinar? Os outros homens só querem se satisfazer, são uns egoístas, diferente de mim
Steve tinha parado de me segurar com as mãos e tentava virar meu rosto pra me beijar. Eu resistia, mas os lábios dele no meu pescoço começavam a me fazer sentir algo estranho, algo que até aquele momento era desconhecido pra mim. Eu estava ficando excitada!
— Steve, me deixa, pelo amor de Deus, não me Não faz mais isso, eu sou sua sobrinha…
— É isso aí, o que mais me dá vontade de te desejar, porque você é um desejo proibido, Princesa, você não pode negar o prazer, vamos, Éyummy, esquece que sou seu tio e me beija com paixão
— Não, não posso, Steve, não posso… — ela estava completamente nas garras dele
A verdade é que ela tentava resistir, mas já não conseguia mais negar, os lábios dele estavam vencendo ela, era a primeira vez que alguém beijava o pescoço dela daquele jeito
— Éyummy, posso sentir sua respiração ofegante, não lute mais, deixa seus lábios se juntarem aos meus
Ela não aguentou mais e se entregou, virou a cabeça, Steve e ela se beijaram.
Finalmente, Steve realizou o sonho mais desejado dele, os lábios dele e os dela se uniram, ela resistiu até onde pôde, mas no fim acabou cedendo, ele a beijava com uma paixão enorme que nenhum outro garoto tinha feito antes, ela, por sua vez, já tinha perdido, o jeito dele de beijar a excitou ainda mais e ela o beijou com a mesma paixão, os lábios deles estavam como que possuídos, não queriam se separar, Steve colocou a mão esquerda na cintura dela enquanto a direita ficava atrás da cabeça dela, ajustando ela cada vez que faziam movimentos para a esquerda e direita.
Steve não parava de beijar ela, estava realmente desesperado para beijar ela, talvez porque fossem os lábios da sobrinha dele que o excitavam mais do que nunca.
— Que lábios gostosos você tem, Éyummy, não me cansaria de te beijar
Steve parava um momento de beijar ela para dizer palavras de prazer e logo voltava a beijar ela
— Que delícia, assim… Princesa, me beija… me beija, você também estava morrendo de vontade de me beijar…
Ela já tinha perdido todo o controle, se é que teve algum naquela noite, estava completamente submissa a ele, depois de vários minutos se beijando, Steve a beijou de novo no pescoço enquanto a mão esquerda dele começou a descer e, quando chegou nas pernas dela, começou a acariciar, primeiro a perna esquerda, esfregou e subiu a mão até a… pélvis enquanto isso, novamente coloquei os lábios dele nos meus, depois começou a esfregar minha perna direita pra cima e pra baixo, quando chegava na minha pélvis descia até meu joelho e começava a subir de novo, ficamos assim por vários minutos, ele me beijando enquanto com as mãos acariciava minhas duas pernas
— Que pernas macias você tem, minha princesa — essas palavras que ele dizia me excitavam ainda mais, Steve parou de acariciar minhas pernas e dessa vez enfiou a mão por baixo da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta
— como eu imaginava, você tinha uma selva inteira escondida
Era a primeira vez que uns dedos esfregavam minha buceta, eu até aquele momento nunca tinha me masturbado e Steve estava fazendo isso por mim, e muito bem, porque minha excitação começou a crescer e crescer
— Ahh… Steve Ahh… Mmmm Ahhh…..
— então você gosta dos meus dedos na sua bucetinha gostosa
A verdade é que os dedos dele eram fabulosos, estavam me fazendo delirar de prazer, enquanto isso Steve começou a enfiar a língua na minha boca e como eu estava super excitada fiz o mesmo, enfiei minha língua na dele, nossas línguas eram uma só.
Vários minutos depois Steve começou aos poucos a tirar minha calcinha, não era fácil porque com uma mão ele me masturbava e com a outra tirava minha calcinha até que usou as duas mãos e tirou de uma vez.
Senti um ventinho por baixo da minha saia, Steve abriu minhas pernas e colocou o corpo todo em cima de mim e senti o pacote dele, continuou enfiando a língua na minha boca e depois de alguns minutos me disse
— agora minha princesa, se prepara pra gozar com minha língua que vou te fazer sentir seu primeiro orgasmo
Steve desceu até minhas pernas, levantou minha saia e colocou a cabeça entre minhas pernas e começou a lamber meu clitóris
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…………….. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh…..
Não podia acreditar no Prazer imenso que sentia naquele momento, a língua dele lambendo meu clitóris me fazia sentir prazeres desconhecidos até então e pensei comigo mesma
— era isso que eu estava esperando Resistindo, que prazer delicioso! Aghhhhhhhh……..
Steve não parava de lamber meu clitóris, eu tremia e tremia diante de tanto prazer
— Continua, Steve… Ahhhhhhh……. Não… Para… Mnnn… Ahhhhhhhhh
Que língua fabulosa, ficamos assim por mais de 5 minutos até que comecei a sentir algo diferente, meu corpo tremeu mais que antes, meus músculos se contraíram, o prazer aumentou sem controle e eu soltei um grito cheio de prazer
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh………………………………..
Apertei com força o cabelo de Steve, quase arranquei um monte, tinha tido meu primeiro orgasmo e tinha sido uma experiência inesquecível.
Fiquei exausta por alguns segundos por causa do meu primeiro orgasmo e Steve me beijou de novo, mas dessa vez docemente e me disse
— Éyummy, agora você sabe como os orgasmos são gostosos e isso é só o começo
— Só o começo? — falei exausta e Steve disse
— Sim, meu amor, isso acabou de começar, você ainda não conhece vários prazeres
Depois de dizer essas palavras, Steve me beijou de novo e em minutos desceu novamente para minhas pernas e começou a lamber meu clitóris, mas dessa vez ele enfiou um dos dedos na minha buceta, dessa vez o prazer foi maior, ele estava me fodendo com o dedo enquanto com a língua lambia meu clitóris, eu tremia a cada momento, Steve enfiou outro dedo, agora eram dois dedos na minha buceta, mas dessa vez senti uma pequena dor que era encoberta pelo delicioso prazer
— Steve Aghhhh……. Ahhhhhhhhhhh…… Ahhhhhhhhhhhh… continua por favor… não para……… Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Em minutos eu experimentei meu segundo orgasmo, mas dessa vez mais intenso que o primeiro, fechei minhas pernas prendendo a cabeça de Steve e dessa vez arranquei um pouco do cabelo dele
— Steveeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee………………………… Aggggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…………………………….
Que orgasmo delicioso que o Steve me fez sentir só com a língua e os dedos dele. Depois do prazer imenso, eu abri as pernas e soltei o Steve, que na hora me beijou de novo.
— Assim que eu gosto, que você goze, meu amor. Quero fazer você gozar um monte de orgasmos.
— Sim, faz isso, por favor, Steve. Me faz gozar — nunca pensei que fosse falar essas palavras, esses pedidos.
Steve obedeceu, mas dessa vez ele tirou meu suéter e, na frente dele, estavam meus peitões grandes, bem durinhos de tanta excitação. Eu não gosto de usar sutiã. Steve pegou eles com as mãos e começou a chupar, a língua dele fazia voltas em volta dos meus mamilos. Eu segurei ele pelo cabelo enquanto gozava com aquela chupada. De vez em quando, ele largava minhas tetas e me beijava.
Depois de vários minutos, ele largou meus peitos e desceu pra lamber meu clitóris, mas dessa vez ele abriu o zíper da minha saia e tirou ela, me deixando completamente pelada na frente dele. Steve subiu pra me beijar e, dessa vez, notei que ele tinha tirado a cueca. Eu e meu tio Steve estávamos completamente nus. Nunca imaginei isso, nem em pesadelo, mas era a pura realidade.
Notei uma coisa imensa me pressionando. Era o pau dele, ansioso pra entrar no meu tesouro. Steve pegou minha mão direita e levou até o pau dele, fazendo eu segurar.
— Ahhh… Princesa, que gostoso é sentir sua mão segurando meu pau.
— É enorme — foi a primeira coisa que eu falei.
— Isso mesmo, é gostoso, é todo seu.
Era a primeira vez que eu segurava um pau. Tava tão duro e quente. Me deu um pouco de medo saber que aquela coisa enorme ia entrar na minha buceta, mas não tinha mais volta.
— Por favor, Steve, devagar, sim? — Steve me beijou e falou:
— Não se preocupa, Princesa, que não vou meter ele todo, só a parte necessária, porque você ainda é virgem, meu amor.
Essas palavras me confortaram. Steve colocou o pau na entrada da minha buceta e foi introduzindo.
— Aghhhhh…… — doeu e me fez gritar de prazer. uma combinação fabulosa
— Ahhhhhhhhhhhhh…. — Steve gemeu de imenso prazer ao entrar no meu precioso tesouro, a cada momento ele metia e tirava, tirava e metia, eu gemia de prazer e dor, meu próprio tio estava me fodendo, tinha tirado minha virgindade.
Nós dois gozávamos ao unir nossos corpos, nos beijávamos com uma imensa paixão, metíamos a língua um no outro, já não importava mais se era meu tio, só queria gozar e gozar e ele obedecia.
Enquanto Steve metia e tirava, ele me dizia quanto me desejava
— Ahhh… Éyummy Meu amor… desde que vi seu Lindo Corpo se desenvolver, você já começava a me chamar a atenção Aghhh… foi difícil acreditar que te desejava mais do que qualquer mulher, nenhuma outra por mais gostosa que fosse podia me fazer esquecer você… Ahhhhhh…
— Mnnn… Ahggg… Até onde chegou sua obsessão, você está me fazendo amor, eu, sua própria sobrinha Ahggg….
— Ohh… Ahhhh… sim, é isso mesmo, todas as vezes que te via, morria de vontade de te beijar, e quando você estava lindíssima, me corroía por dentro de vontade de te ter Ahgggg… até quando fazia amor com outra mulher, fechava meus olhos e imaginava que era você que eu estava fazendo gozar Ahgggg…
— você é um Maldito Doente Ahgggg…. Se imaginar desse jeito comigo
— mas… Ahggg… você não pode negar… que valeu a pena… Aghhh porque você descobriu os prazeres da carne Ahggg…. Você está gozando Ahgggg… e gozandooooo……
— Ahggyyyyy…. Mnnnnn…. Sim, eu gosto pra caralho que você me faça amor, mas isso não tira que você é meu tio, embora agora não tenha importância, mas…. Ahgggg… mesmo assim…. você é um pussy sumare…. Por foder sua…. Deliciosa sobrinha…… Ahggggg….
Nós continuávamos e continuávamos fazendo amor, Steve me pegou pela cintura e levantou meu corpo, e ele ficou de joelhos enquanto eu estava sentada em cima dele, e nessa posição ele chupava meus peitos enquanto eu cavalgava e cavalgava, olhava para o teto, tinha a boca aberta deixando escapar gemidos e Gemidos cheios de prazer e dor.
Minutos depois, Steve deitou de costas na cama e eu fiquei por cima dele. Ele continuava aproveitando que meus peitos exuberantes estavam à disposição dele e chupava como um bebê sedento.
— Ahggggg... Ahhyyyyy... Mnnnnn... Ahgggggggggggggggggggg... Ohhhhhh...
Eram os gemidos de prazer que inundavam o quarto. Ficamos nessa posição por mais de 10 minutos, até que Steve não aguentou mais, tirou o pau e pegou na minha mão para eu masturbar ele. Naquele momento, jorrou esperma para todos os lados, o pau dele parecia um gêiser.
Minha mão ficou toda melada com aquele líquido branco e pegajoso, e por curiosidade eu provei com a língua e senti algo muito salgado. O cheiro não era desagradável, mas o gosto era salgado demais.
Steve ficou exausto por alguns minutos, mas eu não estava cansada, apesar de ser minha primeira vez e sentir dor no meu tesouro conquistado. Eu queria mais e, logo em seguida, me aproximei do rosto dele e o beijei apaixonadamente. Steve não ficou atrás e voltamos a fazer amor.
Aquela foi uma noite cheia de prazer. O filho da puta tinha colocado um comprimido no meu copo d'água para poder fazer amor sem precisar usar camisinha e me aproveitar por completo.
E no final, dormimos abraçados como um casal. Naquela noite, eu perdi minha virgindade, e não foi com um namorado clássico, mas sim com ninguém menos que meu tio Steve. E assim começou minha jornada rumo aos outros prazeres que descobriria mais adiante.
Meu nome é Éyummy, sou peruana de nascimento, nasci no departamento de Chimbote, que fica ao norte da capital do Peru, LIMA.
Aos 7 anos, saí do Peru para me mudar para a linda Suíça. Minha mãe se casou com um suíço e, como eu era menor de idade, consegui o passaporte suíço. Alguns anos depois, minha mãe ajudou meu tio Steve a vir para a Suíça, mas ele já tinha 18 anos, então só lhe restou encontrar uma suíça para se casar e conseguir o passaporte.
Sofri muito com o idioma alemão, mas com o passar dos anos aprendi a falar perfeitamente. Tanto que falo como uma verdadeira suíça, tenho o sotaque deles e a pronúncia excelente.
Com o passar dos anos, ganhei popularidade na escola suíça. Além da minha condição de latina, embora fosse uma das poucas que tinha, foi graças ao meu corpo desenvolvido. Meu corpo começou a se desenvolver mais do que o das outras garotas, principalmente meus peitos, que cresceram muito. Aos 14 anos, já tinha o tamanho que tenho hoje, e isso era muito chamativo para os homens, o que me tornou a mais popular e desejada da escola.
Aos 18 anos, muitas coisas aconteceram na minha vida, como a primeira vez que comecei a fumar e tive meu primeiro namorado.
Minha mãe me deu uma notícia que eu não esperava. Ela disse que viajaria para o Peru a trabalho. Minha mãe estava muito ocupada e pensou em mim. Além disso, já faziam 11 anos desde que saí do Peru. Pulei de felicidade. Finalmente voltaria ao Peru e ficaria em Lima por um mês.
Depois de duas semanas de estadia no Peru, conheci um amigo dos meus primos que me pareceu agradável, mas claro, não como os pretendentes da minha... escola que eram lindos.
Ele se chamava Matías e acabou me agradando o suficiente pra eu criar confiança e, depois de 3 dias, meus primos me chamaram pra ir a uma balada e eu aceitei, e claro, Matías também foi. Naquela noite, me diverti pra caralho, podia beber o que quisesse, não tinha ninguém me impedindo. Umas duas horas depois, Matías se declarou pra mim e, como eu já tava meio bêbada, resolvi aceitar, até pra esquecer de vez o Ronald.
Todos os meus primos ficaram de cara quando me viram beijando o Matías, não acreditavam que tinha rolado tão rápido. Talvez pra eles fosse surpreendente, mas pra mim não. As suíças são muito liberais, e como eu vivi tantos anos na Suíça...
Naquela noite, Matías se sentia orgulhoso por ter uma namorada muito gostosa. Quando me beijava, parecia que queria morrer. Pra mim, ficar com ele foi uma experiência única. Nosso relacionamento durou quase duas semanas antes de eu voltar pra Suíça. Durante essas semanas, descobri que Matías era tão diferente dos outros caras que eu conhecia, e essa diferença me fez sentir diferente da Éyummy que vivia na Suíça. Aquela humildade me fez valorizar muitas coisas, mudou muita coisa em mim.
No último dia, Matías chorou porque eu tava deixando o Peru. Ele tinha se apaixonado perdidamente por mim, e tudo isso me deixou sentimental. Falei pra ele que um dia voltaria ao Peru. Matías me abraçou com carinho e me deu nosso último beijo. No dia seguinte, peguei o avião e voltei pra Suíça.
Nos meses seguintes, tentei manter contato com ele. Dizia que talvez viajasse em dois meses, e ele ficava feliz, tinha essa esperança. Mas, infelizmente, não rolou. A gente se falava, mas a distância e o tempo são inimigos de um relacionamento à distância. Aos poucos, parei de me comunicar com ele.
Várias amigas minhas diziam que o que tinha acontecido era só uma aventura. E com o tempo, parei de pensar no Matías. Dois meses depois, um dia, tava com uma amiga quando... Liguei pra casa do meu primo Erick e pedi pra ele dar um recado pro Matías: que nosso relacionamento não dava mais e que tinha acabado de vez.
Meu primo deu o recado pro Matías e ele desabou no choro. Ele ainda tinha esperança, mas minhas palavras acabaram com tudo. Foi o que meu primo me contou quando liguei outro dia. No começo, fiquei com pena, mas depois esqueci ele.
Assim passaram meses e anos até que completei 20 anos. Meu corpo ficou uma delícia — não sou só bonita, meus peitos são grandes e minha bunda é bem desenhada e empinada, do jeito que os homens gostam. E foi esse desenvolvimento todo que chamou a atenção do Steve, meu próprio tio.
Steve sempre curtiu a boa vida e a liberdade. Quando conseguiu o visto de permanência na Suíça, não demorou nada pra se divorciar da mulher com quem tinha casado. Depois disso, começou a viver na loucura: tinha várias mulheres, às vezes até duas ou três ao mesmo tempo. Claro, durava até uma delas descobrir.
Nenhum relacionamento dele durava muito, até que ele conheceu uma italiana linda com quem ficou mais tempo que as outras. Cinzia era uma loira maravilhosa, mas tudo tem fim. Depois de um ano juntos, acabou. E foi nessa época que ele começou a reparar em mim. Meu corpo já não era de menina, mas de uma mulher completa.
Eu estava feita toda uma gostosa. Foi essa mudança que fez ele me olhar com outros olhos — não mais como sobrinha, mas como uma mulher de verdade. E eu percebi tudo isso quando ele me mostrou.
Tive um namoro de três meses com um suíço lindo, o Nick. Ele era muito gato, olhos azuis maravilhosos, rosto bonito, fisicamente o tipo de homem que toda mulher deseja. Mas, apesar do corpo, ele não era tão doce quanto o Matías. E, claro, meu tio Steve não via o Nick com bons olhos. Sentia inveja porque ele tava comigo. Às vezes, quando o Nick vinha na minha casa, o Steve... me encontrava com Nick nos beijando na varanda, Steve às vezes não conseguia disfarçar a raiva e mandava indiretas, às vezes ele falava com minha mãe por causa da relação que tinha, mas pra azar dele, Nick era querido pela minha mãe.
Mas como nada é perfeito, 4 meses depois Nick me traiu com outra e eu soube nada menos por Steve, que viu ele com ela se beijando à beira do lago de Zurique, o gênio tirou várias fotos. Quando Steve me entregou as fotos, me senti desiludida e magoada pela traição do Nick. Quando o encontrei, o sem-vergonha agia como um romântico, me dizendo doces palavras, mas quando tentou me beijar, eu o parei e entreguei as fotos. Nick ficou frio de susto e quando olhou pra mim, eu lhe dei um tapa com toda a força. Disse que foi uma amiga quem tirou as fotos, não contei a verdade.
Nick me pediu perdão, mas não adiantava nada, então dei outro tapa nele e o deixei pra sempre. Com isso, Steve ganhou ainda mais meu carinho e confiança. Dias depois, eu estava num parque sentada, descansando dos meus exercícios, tinha corrido por mais de meia hora, quando Steve me ligou no celular e eu disse que estava no parque. Ele falou pra eu não ir embora, que em alguns minutos chegaria. Eu disse ok, e em quase 10 minutos ele chegou.
Steve, quando me viu com a roupa de esportista, parou um momento impressionado com como a lycra apertava meu corpo gostoso. Ele tentou disfarçar, mas os olhos o traíram. Demos os 3 beijinhos de boas-vindas e ele sentou. Começamos a conversar, ele perguntou como eu estava depois do que aconteceu com Nick e eu disse que já não ligava pra aquele idiota, apesar de ter tido um relacionamento de 4 meses com ele, pra mim não valia a pena derramar uma lágrima sequer por ele. Eu estava fria naquele momento, além do mais, agora ele vai ficar com aquela.
Steve me disse que não deixaria ninguém tirar sarro de mim e eu agradeci e o abracei. Foi nesse momento que ele me pegou pela nuca e tentou me beijar, eu imediatamente o parei e me afastei dele, não podia. Acreditar que Steve tinha tentado me beijar, mas ele resolveu desabafar e falou tudo.
— Éyummy, eu sinto uma atração LOUCA por você.
— Eu fiquei gelada quando ele disse essas palavras, me deixou perplexa — O que você disse? Steve, você é meu tio, irmão da minha mãe, você me viu crescer, como pode sentir atração por mim? Eu sou sua SOBRINHA!
— Pois é, parei de te ver como minha sobrinha, agora te vejo com outros olhos e te desejo, Éyummy, você tira meu sono toda noite — Eu não podia acreditar, pensei na hora que estava sonhando, mas era realidade e Steve tentava se aproximar para me beijar, mas eu não deixava. Apesar da atitude louca do Steve, eu gostava muito dele porque é meu tio, por muitos anos moramos juntos em Chimbote, ele era mais como meu irmão do que meu tio, então pra mim não era fácil naquele momento. Se eu contasse tudo pra minha mãe, ia rolar um terremoto familiar, e eu não queria isso, mas não podia negar o que Steve queria comigo. Então me afastei dele e falei que não ia contar nada pra minha mãe e que ele esquecesse esse desejo absurdo.
Aquele dia foi o mais difícil da minha vida, fiquei tão pensativa com o que aconteceu que nem consegui comer e fui cedo dormir no meu quarto. Não consegui dormir, fiquei pensando e pensando, não conseguia tirar as palavras do Steve da cabeça. Me perguntava: o que eu fiz de errado? Nunca dei motivo algum. Achava que era só um desejo sexual porque eu tinha um corpo gostoso, mas nem de longe isso era motivo pra Steve querer algo comigo.
Desde aquele dia começou o difícil. Steve, sabendo que eu não ia falar nada, sempre tentava algo comigo em toda oportunidade que aparecia. Toda vez que tinha uma reunião e ele estava lá, me devorava com os olhos. O que será que passava pela cabeça dele? Eu sempre me sentia desconfortável, mas tentava ignorar.
Fiquei assim por vários meses. Às vezes eu ligava pra ele e ele aproveitava pra dizer que sentia minha falta e que me desejava, mas eu era forte e ignorava as palavras dele, tratava ele como... É, meu tio, nas vezes que a gente ficava sozinho em alguma festa ou reunião, me devorava com os olhos, falava que eu tava lindíssima, que tava morrendo de vontade de me beijar, de sentir meus lábios colados nos dele, mas eu deixava claro que isso nunca ia rolar.
Tudo ficou ainda pior quando ele veio morar na minha casa, tudo ficou pior pra mim, mas mesmo assim eu me defendia corajosamente das palavras dele.
Por uns meses, o assédio dele diminuiu e eu pensei que ele tinha se arrependido daquele desejo nojento, mas me enganei, confiei nele, e numa noite que nem minha mãe, nem minha irmã pequena, nem meu padrasto estavam em casa, o Steve tentou me beijar de novo, mas dessa vez eu dei o tapa mais forte que consegui, mas mesmo assim ele não parou de falar o quanto me queria, até disse que a gente podia ir pra outro país viver juntos, que com dinheiro tudo se resolve, eu falei que ele era um doente por pensar aquilo, nunca vou ficar com você, Steve, gritei.
Outra no meu lugar teria denunciado, mas eu não fiz por medo do que podia acontecer, então tive que viver assim por meses, até que um primo veio do Peru e mudou tudo. Meu primo Erick, o que deu meu recado pro Matías, agora tava na Suíça, meu primo morou com a gente até conseguir se virar sozinho e eu me sentia feliz porque, graças a ele, o Steve parou de me assediar, já que o Erick era meu companheiro fiel, mas o Erick não era igual ao Steve.
Ele nunca ia me olhar desse jeito, aliás, o Erick me queria como irmã e eu também, até apresentei algumas amigas minhas pra ele e o Erick acabou se apaixonando por uma delas, com quem teve um relacionamento, mas antes disso acontecer, a chegada do Erick me fez lembrar do Matías e nos dois meses seguintes eu voltei a ser aquela Éyummy sentimental do Peru.
Aos poucos, eu lembrava como foi bom no Peru e meu primo me convenceu a falar com o Matías de novo e, depois de mais de dois anos, voltei a conversar com ele. A gente falou por mais de uma hora e, ao conversar com ele, me fez sentir... Feliz ele me fez esquecer as coisas ruins e, claro, pedi perdão pelo jeito que nossa relação acabou. Felizmente, ele me perdoou e perguntou: "Quando você vem pro Peru?" Eu respondi que não sabia... mas agora que tô falando com você, tô com vontade de voltar pro Peru de novo, e assim seria.
Durante um mês, planejei como faria pra viajar, porque naquela época eu tava ocupada no meu trampo como recepcionista de um hotel chique. Procurei uma data boa e achei: dava pra viajar pro Peru no começo de fevereiro de 2002 e ficar um mês. Falei pra minha mãe que ia pro Peru em fevereiro e voltava em março, bem na hora de começar a trabalhar no hotel. Ela topou, e eu planejei tudo que precisava pra ir.
Eu sabia que, se contasse a verdade pro Erick sobre o que o Steve queria comigo, ele não ia mais frequentar o cara e talvez até brigasse com ele. Por isso, nunca contei a verdade pro Erick.
Quando falei de novo com o Matías, ele me deu uma notícia terrível que me deixou muito triste: o Matías ia viajar pra Argentina pra morar com a mãe e os irmãos que estavam lá. A viagem dele seria dia 2 de fevereiro. Essa notícia matou minhas esperanças, e naquele dia decidi se ia ou não viajar. No final, decidi que sim, porque já tava tudo pronto, e além disso queria espairecer e curtir a viagem.
Chegou o dia 1º de fevereiro. Meu primo me acompanhou no aeroporto e a gente se despediu. Quando cheguei no Peru, minhas primas Sandra e Susana me buscaram. Dessa vez, eu ia ficar na casa de outros tios meus, meu tio Alejandro. A casa dele era grande e aconchegante. Eles tinham preparado um quarto pra mim. Arrumei minhas roupas no armário e organizei o resto das minhas coisas. No dia seguinte, fui visitar meus outros tios, tias, primos e primas.
Uma semana depois, ia rolar uma festa de aniversário de um dos meus tios, meu tio Mario. E naquela noite, ia ter uma surpresa que eu nunca esperava.
Lá pelas doze e meia, apareceu nada mais nada menos que meu outro tio, o que eu menos esperava: nem mais nem menos que o Steve. Todo mundo ficou Surpresos porque ninguém sabia que ele viria, e eu menos ainda. Steve disse que queria surpreender todo mundo e conseguiu. Eu me senti diferente dos outros e falei em suíço-alemão:
— "Como ele conseguiu vir? Eu nunca soube que ele também ia viajar."
A presença dele me incomodava, então saí de lá, mas meia hora depois tive que voltar e percebi que ele não estava sozinho: tinha viajado com um amigo búlgaro, Sven, seu amigo mais fiel para as loucuras. Quando ele me viu, me deu três beijinhos e perguntei como eles tinham feito, já que eu não sabia de nada. Ele disse que tudo foi planejado pelo Steve.
Eles iam ficar no Peru por um mês, tinham alugado um apartamento em Barranco, um bairro de Lima, e também um carro. Fiquei ainda mais surpresa com o que Sven me contava. Steve tinha preparado tudo direitinho. Parei de falar sobre o assunto e perguntei ao Sven se ele tinha visto alguma garota que ele gostasse. Ele respondeu:
— "Sim, tem uma que eu gosto, e é você, Éyummy."
A resposta dele me fez sorrir. Talvez ele tenha dito isso porque eu estava vestida bem sensual, com um casaquinho pequeno que deixava à mostra uma parte dos meus lindos e grandes peitos.
— "Valeu, Sven, mas deve ter alguma que pelo menos te chame a atenção", falei sorrindo.
— "A verdade é que não tem ninguém que te supere, ou pelo menos que chegue perto de você."
Eu ri do que ele disse. Nesse momento, Steve se aproximou e mandou o Sven buscar várias cervejas. Ele obedeceu, e Steve e eu começamos a conversar em suíço-alemão para ninguém nos entender, exceto o Sven, claro.
— "Nunca pensei que você viria pro Peru de surpresa."
— "Na verdade, tive um tempo livre no trabalho e resolvi aproveitar pra vir no aniversário do meu irmão, e claro, convenci o Sven a me acompanhar."
— "Bem pensado, Steve, mas não acredito em você. Você veio porque eu viajei pra cá."
— "É isso que você acha, Éyummy?"
— "Claro que sim."
— "Por mais que você não acredite, não vim por você. Vim porque tinha tempo livre, além de querer ir no aniversário do meu irmão."
— "Bom, continuo sem acreditar em você."
— "Tá bom, se... Quer acreditar, mas não tô nem aí"
— "Tomara que fosse assim"
— "Mas agora que te vejo, nem imagina a puta vontade que tô de sentir, saborear esses teus lábios gostosos, uauhh... cê tá uma verdadeira gostosa, lindíssima, minha princesa"
— "E eu pensei que ia ter paz no Peru"
— "Bom, minha princesa, tenho que ir, a gente se vê outra hora"
Steve foi falar com meus tios e eu me mandei, fui pro terraço fumar um cigarro. Não podia acreditar que nem no Peru eu ia ficar livre do Steve, a presença dele me incomodava, mas falei pra mim mesma:
— Não dá bola pra esse nojento doente e continua com suas férias, se diverte! É isso aí.
Todo dia eu saía com algum dos meus primos, queria curtir minhas férias. Às vezes saía com minhas primas ou primos, pra balada, pro centro de Lima, pro mar, pro zoológico, pro campo, fazia de tudo. Acabei descobrindo que o Steve tinha viajado pro departamento de Chimbote, no norte do Peru, pra visitar outro dos meus tios.
— Que bom! — falei pra mim mesma, embora depois daquela noite que ele chegou, não tinha visto ele de novo, então tanto fazia se o Steve tava ou não em Lima.
Eu vim pra me divertir, não perdi nenhum evento. Os dias foram passando até que chegou 14 de fevereiro, o dia dos namorados e da amizade, e eu me senti um pouco triste ao pensar que aquele dia podia ter passado com o Matías, mas decidi não baixar a moral e me divertir, que foi pra isso que vim. Minha prima mais chegada, a Susana, com quem eu tinha mais intimidade, me disse que um grupo de cumbia ia tocar num complexo municipal que ficava a uma hora de caminho de casa. Ela disse: "A gente vai se divertir", e eu falei: "Show! Pode contar comigo, hoje a gente dança até o fim". A Susana tava animada, e o que ela me disse depois me deixou muda por uns segundos.
O Steve tinha chegado em Lima e ficou sabendo do show, e nos convidou pra nos divertir. E claro, minha prima Susana aceitou, e eu não podia recusar, então falei que ia ser fabuloso. Fiquei pensando se tava fazendo certo em ir. Show com o Steve, mas eu não ia estar sozinha, ia estar acompanhada da Susana e também ia ter o Sven, e o Steve não podia falar comigo em outro idioma porque o Sven ia entender, então eu falei:
— Steve, você não vai conseguir me encher o saco, haha.
Umas horas antes, me preparei pra noite. Como tava calor, não ia usar jeans, então botei uma saia curta e um suéter. Escolhi minha saia azul linda e meu suéter azul claro bonito. Depois de tomar banho, sequei meu cabelo e fiz um penteado maravilhoso, cabelo solto com ondas leves. Como não gosto de me maquiar muito, usei só o necessário. Não gosto de pintar os lábios, só uso um gloss brilhante. No resto do rosto, prefiro ficar quase natural, só passei um pouco de maquiagem no queixo.
Depois de pronta, eu e minha prima saímos de casa. Daí a pouco chegaram o Steve e o Sven, e percebi que o Steve, quando me viu, me devorou com os olhos. Mas fazer o quê, era o máximo que ele podia fazer. Entramos no carro. Não quis sentar no banco da frente, então fui atrás com a Susana. Quando estávamos saindo, chegou meu primo Manuel e perguntou pra onde a gente ia. O Steve falou que era um show de um grupo de cumbia, e me surpreendeu convidando o Manuel. Mas como ele tava vestido esportivo, disse que não. O Steve insistiu que tava de boa, que ele pagava pra todo mundo, e o Manuel aceitou. Ele entrou e fomos pro show de cumbia.
Umas hora depois, chegamos no complexo municipal. Tinha muita gente e, claro, os caras que passavam não paravam de me olhar. Teve um até que mandou um beijo no ar.
O Steve pagou a entrada. O complexo municipal era enorme, um parque fechado gigante. O grupo de cumbia tava preparando tudo pra começar o show. O Steve achou um lugar bom, uma mesa com várias cadeiras. Sentamos e, minutos depois, eles foram comprar as bebidas. Voltaram com duas caixas de cerveja, cada uma com 12 garrafas. Tavam geladinhas, do jeito que a gente precisava. E aí Minutos depois o show começou e a gente começou a dançar. Quando acabou a primeira caixa, eu e Susana fomos pra perto do palco, e claro, Steve e Sven chegaram junto da gente, enquanto Manuel ficou sentado na mesa com as cervejas.
Eu gosto de quase todo tipo de música. Mesmo morando na Europa, não ignoro a cumbia peruana, diferente de outros peruanos que, por já estarem na Europa, esquecem de onde vieram — são uns complexados. Mas eu não, eu curto mesmo. Em alguns momentos dançava com o Sven e depois com o Steve, mas ele não conseguia fazer nada além de me devorar com os olhos.
Haha, me dava graça ele não conseguir falar o que queria, embora às vezes me empurrasse pra trás pra se afastar dos outros, mas haha, eu segurava ele. Uma hora depois acabou a outra caixa, e Steve comprou mais três de uma vez. Agora sim ia durar até o fim.
Mesmo sendo mulher, tenho uma boa resistência pra álcool, embora nunca tivesse bebido até cair no chão. Na Suíça não daria pra fazer isso, mas no Peru sim, porque não tinha ninguém pra me controlar. Então naquela noite bebi como nunca até aquele momento. Mas meu primo Manuel já tava bêbado e começou a dormir.
Eu acordei ele, e ele avisou que ia voltar pra casa. Steve deu dinheiro pra ele pegar um táxi, porque tinha vários na entrada do complexo. Steve acompanhou ele até o táxi, enquanto a gente continuava dançando. Em algumas vezes, uns caras chegavam pedindo pra dançar, mas eu dizia que não, que tava em grupo.
Dos quatro caras que pediram, só um parecia bonitinho fisicamente. Meia hora depois o show acabou, mas a festa continuou até as 2 da manhã. Depois de mais uma hora, só restava meia caixa. Eu já tava quase bêbada, porque tinha bebido pra caralho, mas ainda percebia tudo. A Susana, por outro lado, já tava toda bêbada. Lá pelas 2 da madrugada a festa acabou, mas Susana ainda queria continuar, e eu também. então o Steve falou pra gente ir pro apartamento que ele tinha alugado e que lá tinha bebida pra continuar a festa, eu fiquei meio na dúvida mas como a Susana queria continuar de qualquer jeito, ela disse
— Que é que a gente tá ESPERANDO…
Mesmo bêbado, o Steve dirigiu de boa até o bairro de Barranco e depois de estacionar o carro na garagem subterrânea, o Steve teve que levantar o Sven que tinha caído no sono, ajudou ele a ir pro elevador, eu e a Susana tínhamos bebido tanto que começamos a cantar no elevador até chegar no último andar onde ficava o apartamento
Aquele apartamento era aconchegante, tinha 3 quartos, um banheiro, uma cozinha e uma sala, o Steve deixou o Sven no quarto dele e nós 3 continuamos a festa, como o apartamento ficava no último andar a gente podia fazer toda a bagunça que quisesse, ainda mais que no andar de baixo não tinha nenhum apartamento alugado, o Steve tinha escolhido um lugar bom pra fazer umas festinhas, ponto pra ele
O Steve trouxe várias bebidas, nada de cerveja mais, e colocou música crioula, e a gente começou a beber, cantar e dançar
Umas meia hora depois a Susana já não aguentava mais e foi direto pro banheiro vomitar, a resistência dela tinha ido pro espaço, eu entrei pra ajudar ela e daí a pouco o celular dela tocou e era o namorado dela ligando, depois que ela falou, a Susana pediu pro Steve se ele podia levar ela, e ele disse que sim mas e eu como é que ficava, perguntei, a Susana disse
— fica dormindo aqui, ué, ainda tem um quarto sobrando
— tá bom… Até amanhã, priminha
A gente se deu uns beijinhos de despedida mas antes da Susana ir embora, o Steve trouxe dois copos bem gelados de água mineral, depois o Steve me falou qual era o quarto onde eu ia dormir e depois disso me despedi da Susana e eles foram embora.
Uns minutos depois que eles foram, fui no banheiro lavar o rosto, percebi que meus olhos estavam meio vermelhos porque tinha bebido como nunca tinha bebido até aquele momento, mas mesmo assim nunca vomitei igual a Susana, Depois que saí do banheiro, quase caí. A cada passo, podia cair. Quando abri a porta do quarto, quase fui ao chão se não tivesse me segurado firme na maçaneta. Assim que entrei, fechei a porta e dei duas voltas no trinco.
Abri a janela pra entrar um ar e me joguei na cama. Foi aí que percebi o quanto tinha bebido. Minha cabeça tava rodando, eu olhava pro teto e ele se mexia. Nunca tinha bebido até aquele limite, e em pouco tempo apaguei, assim, com toda a roupa no corpo.
Aquela noite, aconteceria o que eu jamais imaginei que fosse rolar!
Não sei quanto tempo passou desde que eu tinha dormido. Uma hora, talvez meia hora, vinte minutos... não sei ao certo. De repente, senti uma voz no meu ouvido que, a cada segundo, ia crescendo até me acordar. Fiquei chocada com o que vi: Steve estava do meu lado, deitado na cama comigo, dentro do quarto onde eu tava dormindo.
— Steve! Como você entrou no quarto? Eu dei volta nos trincos!
— Eu tenho as chaves de todos os quartos.
— Como você teve coragem de entrar? Vaza daqui! Sai do quarto! — gritei bem alto, mas ele nem ligou.
— Éummy, como eu ia embora se tenho você tão perto de mim? Posso sentir o perfume da sua pele.
— Se você não vazar agora, vou gritar até o Sven acordar! — ameacei.
— O Sven não vai acordar. Ele dorme como uma pedra. Nas bebedeiras que a gente já teve, ele nunca acordou, nem com a maior bagunça.
Steve tinha pegado na minha mão, me segurando na cama. Além disso, o peso dele quase em cima do meu me impedia de levantar. A boca dele tava a centímetros da minha, mas eu virei a cabeça pra ele não me beijar.
— Steve, me solta! Sai da minha cama! — naquele momento, olhei direto nos olhos dele e falei:
— Ou juro que vou contar tudo o que você fez até agora pra toda a família, e você vai ver o terremoto que vai dar.
— Acho que você não vai fazer isso, princesa. Cê tá Tive tanto tempo pra falar isso e você não falou, e o motivo é simples: no fundo, você gosta de mim.
— Você é completamente **Pirado**! Se acha que eu gosto de você, eu não falei nada por medo do que pode acontecer, mas dessa vez você passou de todos os limites. Já não me importa mais o que pode rolar, então é melhor você **VAZAR** agora mesmo do meu quarto — dessa vez falei com ênfase, já não ligava pro terremoto familiar que ia causar ao contar a verdade sobre o Steve.
— Quanto mais você se recusa, mais eu te **Desejo**! Éyummy.
— Você é um **Nojento Doente**, Steve. Ficar de olho na sua própria sobrinha, que você viu crescer? Você deve ter **merda na cabeça** — falei com raiva.
— Já não te vejo com os mesmos olhos de antes. Você deixou de ser criança, é toda uma mulher, muito gostosa e desejada.
— Então você deve estar com **Catarata** nos olhos pra me olhar com tanta safadeza.
— Sabe, Éyummy, a única razão que me fez vir pro Peru foi você. Eu vim só por sua causa. Senti tanto a sua falta, sentia falta de te ver. Não dava pra ficar na Suíça enquanto você tava aqui no Peru. Agora entende como você me deixa **Louco**?
— E você dizia que não. Já sabia de antemão que você veio pro Peru só por mim. E claro, hoje você viu uma oportunidade e aproveitou, mas a única coisa que vai conseguir é o seu fim.
— Éyummy, por que você insiste em negar o que deseja no fundo? Ou será que sou feio pra você?
— Claro que não é feio, você é bonito, mas é meu tio.
— Que importa se sou seu tio ou você minha sobrinha? No fim das contas, você é uma mulher e eu sou um homem que quer te mostrar os prazeres…
— Talvez você ignore que sou sua sobrinha porque tem essa **Obsessão Nojenta** por mim, mas eu jamais conseguiria ignorar que você é meu tio. Então, por favor, me solta e **cai fora** do meu quarto.
— Sabe, Princesa, eu morria de vontade de ficar a sós com você. Cada vez que te via, te desejava loucamente. E hoje à noite você tá toda uma gostosa. Finalmente te tenho tão perto de mim. Éyummy, se deixa levar e vai ver como vou te fazer gozar, sentir prazer no seu… corpo, você não vai se arrepender dos prazeres que vai descobrir
— Não e não, Steve, me deixa em paz, pelo amor de Deus. Esquece isso, você precisa de ajuda profissional, ainda dá tempo de se tratar
— haha adoro quando você se faz de difícil, me dá mais vontade de te beijar, sentir seus lábios gostosos, sentir a maciez da sua pele
— Você é só um doente nojento!
— Éyummy, você não sabe a raiva que eu sentia quando te via junto com o Nick, aquele imbecil não merecia você, e quando eu vi ele com outra mulher, não pensei duas vezes em tirar as fotos. Ele só te enganava, queria se passar por mulherengo, mas eu não deixei
— fuck you, obrigada por isso, mas nem assim vou cair nas suas garras
— e o outro idiota do Matías
Eu olhei pra ele com raiva por insultar o Matías
— ele não é nenhum idiota, Steve
— como não? Ele sabia que você viria e mesmo assim foi pra Argentina. Se ele te amasse de verdade, teria feito de tudo pra ficar pelo menos algumas semanas, mas nunca fez
— e você, como sabe disso?
— o Erick me contou
Mesmo doendo, o Steve tinha razão, o Matías podia ter ficado por mim, mas não ficou
— viu? Tô certo ou não, Éyummy? Ele não te quer, diferente de mim
Eu me senti magoada por causa do Matías, e o Steve aproveitou essa fraqueza pra beijar meu pescoço
— me deixa, Steve — a língua dele no meu pescoço me fez fraquejar, e agora eu suplicava, mas não lutava como deveria. Pelo contrário, parecia que o jeito dele de beijar meu pescoço me prendia
— que pele deliciosa que você tem, Éyummy. Vamos, princesa, se entrega, vou te fazer gozar, vou te fazer descobrir os grandes prazeres. Quem melhor do que eu pra te ensinar? Os outros homens só querem se satisfazer, são uns egoístas, diferente de mim
Steve tinha parado de me segurar com as mãos e tentava virar meu rosto pra me beijar. Eu resistia, mas os lábios dele no meu pescoço começavam a me fazer sentir algo estranho, algo que até aquele momento era desconhecido pra mim. Eu estava ficando excitada!
— Steve, me deixa, pelo amor de Deus, não me Não faz mais isso, eu sou sua sobrinha…
— É isso aí, o que mais me dá vontade de te desejar, porque você é um desejo proibido, Princesa, você não pode negar o prazer, vamos, Éyummy, esquece que sou seu tio e me beija com paixão
— Não, não posso, Steve, não posso… — ela estava completamente nas garras dele
A verdade é que ela tentava resistir, mas já não conseguia mais negar, os lábios dele estavam vencendo ela, era a primeira vez que alguém beijava o pescoço dela daquele jeito
— Éyummy, posso sentir sua respiração ofegante, não lute mais, deixa seus lábios se juntarem aos meus
Ela não aguentou mais e se entregou, virou a cabeça, Steve e ela se beijaram.
Finalmente, Steve realizou o sonho mais desejado dele, os lábios dele e os dela se uniram, ela resistiu até onde pôde, mas no fim acabou cedendo, ele a beijava com uma paixão enorme que nenhum outro garoto tinha feito antes, ela, por sua vez, já tinha perdido, o jeito dele de beijar a excitou ainda mais e ela o beijou com a mesma paixão, os lábios deles estavam como que possuídos, não queriam se separar, Steve colocou a mão esquerda na cintura dela enquanto a direita ficava atrás da cabeça dela, ajustando ela cada vez que faziam movimentos para a esquerda e direita.
Steve não parava de beijar ela, estava realmente desesperado para beijar ela, talvez porque fossem os lábios da sobrinha dele que o excitavam mais do que nunca.
— Que lábios gostosos você tem, Éyummy, não me cansaria de te beijar
Steve parava um momento de beijar ela para dizer palavras de prazer e logo voltava a beijar ela
— Que delícia, assim… Princesa, me beija… me beija, você também estava morrendo de vontade de me beijar…
Ela já tinha perdido todo o controle, se é que teve algum naquela noite, estava completamente submissa a ele, depois de vários minutos se beijando, Steve a beijou de novo no pescoço enquanto a mão esquerda dele começou a descer e, quando chegou nas pernas dela, começou a acariciar, primeiro a perna esquerda, esfregou e subiu a mão até a… pélvis enquanto isso, novamente coloquei os lábios dele nos meus, depois começou a esfregar minha perna direita pra cima e pra baixo, quando chegava na minha pélvis descia até meu joelho e começava a subir de novo, ficamos assim por vários minutos, ele me beijando enquanto com as mãos acariciava minhas duas pernas
— Que pernas macias você tem, minha princesa — essas palavras que ele dizia me excitavam ainda mais, Steve parou de acariciar minhas pernas e dessa vez enfiou a mão por baixo da minha calcinha e começou a acariciar minha buceta
— como eu imaginava, você tinha uma selva inteira escondida
Era a primeira vez que uns dedos esfregavam minha buceta, eu até aquele momento nunca tinha me masturbado e Steve estava fazendo isso por mim, e muito bem, porque minha excitação começou a crescer e crescer
— Ahh… Steve Ahh… Mmmm Ahhh…..
— então você gosta dos meus dedos na sua bucetinha gostosa
A verdade é que os dedos dele eram fabulosos, estavam me fazendo delirar de prazer, enquanto isso Steve começou a enfiar a língua na minha boca e como eu estava super excitada fiz o mesmo, enfiei minha língua na dele, nossas línguas eram uma só.
Vários minutos depois Steve começou aos poucos a tirar minha calcinha, não era fácil porque com uma mão ele me masturbava e com a outra tirava minha calcinha até que usou as duas mãos e tirou de uma vez.
Senti um ventinho por baixo da minha saia, Steve abriu minhas pernas e colocou o corpo todo em cima de mim e senti o pacote dele, continuou enfiando a língua na minha boca e depois de alguns minutos me disse
— agora minha princesa, se prepara pra gozar com minha língua que vou te fazer sentir seu primeiro orgasmo
Steve desceu até minhas pernas, levantou minha saia e colocou a cabeça entre minhas pernas e começou a lamber meu clitóris
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…………….. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh…..
Não podia acreditar no Prazer imenso que sentia naquele momento, a língua dele lambendo meu clitóris me fazia sentir prazeres desconhecidos até então e pensei comigo mesma
— era isso que eu estava esperando Resistindo, que prazer delicioso! Aghhhhhhhh……..
Steve não parava de lamber meu clitóris, eu tremia e tremia diante de tanto prazer
— Continua, Steve… Ahhhhhhh……. Não… Para… Mnnn… Ahhhhhhhhh
Que língua fabulosa, ficamos assim por mais de 5 minutos até que comecei a sentir algo diferente, meu corpo tremeu mais que antes, meus músculos se contraíram, o prazer aumentou sem controle e eu soltei um grito cheio de prazer
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh………………………………..
Apertei com força o cabelo de Steve, quase arranquei um monte, tinha tido meu primeiro orgasmo e tinha sido uma experiência inesquecível.
Fiquei exausta por alguns segundos por causa do meu primeiro orgasmo e Steve me beijou de novo, mas dessa vez docemente e me disse
— Éyummy, agora você sabe como os orgasmos são gostosos e isso é só o começo
— Só o começo? — falei exausta e Steve disse
— Sim, meu amor, isso acabou de começar, você ainda não conhece vários prazeres
Depois de dizer essas palavras, Steve me beijou de novo e em minutos desceu novamente para minhas pernas e começou a lamber meu clitóris, mas dessa vez ele enfiou um dos dedos na minha buceta, dessa vez o prazer foi maior, ele estava me fodendo com o dedo enquanto com a língua lambia meu clitóris, eu tremia a cada momento, Steve enfiou outro dedo, agora eram dois dedos na minha buceta, mas dessa vez senti uma pequena dor que era encoberta pelo delicioso prazer
— Steve Aghhhh……. Ahhhhhhhhhhh…… Ahhhhhhhhhhhh… continua por favor… não para……… Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Em minutos eu experimentei meu segundo orgasmo, mas dessa vez mais intenso que o primeiro, fechei minhas pernas prendendo a cabeça de Steve e dessa vez arranquei um pouco do cabelo dele
— Steveeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee………………………… Aggggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh hhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…………………………….
Que orgasmo delicioso que o Steve me fez sentir só com a língua e os dedos dele. Depois do prazer imenso, eu abri as pernas e soltei o Steve, que na hora me beijou de novo.
— Assim que eu gosto, que você goze, meu amor. Quero fazer você gozar um monte de orgasmos.
— Sim, faz isso, por favor, Steve. Me faz gozar — nunca pensei que fosse falar essas palavras, esses pedidos.
Steve obedeceu, mas dessa vez ele tirou meu suéter e, na frente dele, estavam meus peitões grandes, bem durinhos de tanta excitação. Eu não gosto de usar sutiã. Steve pegou eles com as mãos e começou a chupar, a língua dele fazia voltas em volta dos meus mamilos. Eu segurei ele pelo cabelo enquanto gozava com aquela chupada. De vez em quando, ele largava minhas tetas e me beijava.
Depois de vários minutos, ele largou meus peitos e desceu pra lamber meu clitóris, mas dessa vez ele abriu o zíper da minha saia e tirou ela, me deixando completamente pelada na frente dele. Steve subiu pra me beijar e, dessa vez, notei que ele tinha tirado a cueca. Eu e meu tio Steve estávamos completamente nus. Nunca imaginei isso, nem em pesadelo, mas era a pura realidade.
Notei uma coisa imensa me pressionando. Era o pau dele, ansioso pra entrar no meu tesouro. Steve pegou minha mão direita e levou até o pau dele, fazendo eu segurar.
— Ahhh… Princesa, que gostoso é sentir sua mão segurando meu pau.
— É enorme — foi a primeira coisa que eu falei.
— Isso mesmo, é gostoso, é todo seu.
Era a primeira vez que eu segurava um pau. Tava tão duro e quente. Me deu um pouco de medo saber que aquela coisa enorme ia entrar na minha buceta, mas não tinha mais volta.
— Por favor, Steve, devagar, sim? — Steve me beijou e falou:
— Não se preocupa, Princesa, que não vou meter ele todo, só a parte necessária, porque você ainda é virgem, meu amor.
Essas palavras me confortaram. Steve colocou o pau na entrada da minha buceta e foi introduzindo.
— Aghhhhh…… — doeu e me fez gritar de prazer. uma combinação fabulosa
— Ahhhhhhhhhhhhh…. — Steve gemeu de imenso prazer ao entrar no meu precioso tesouro, a cada momento ele metia e tirava, tirava e metia, eu gemia de prazer e dor, meu próprio tio estava me fodendo, tinha tirado minha virgindade.
Nós dois gozávamos ao unir nossos corpos, nos beijávamos com uma imensa paixão, metíamos a língua um no outro, já não importava mais se era meu tio, só queria gozar e gozar e ele obedecia.
Enquanto Steve metia e tirava, ele me dizia quanto me desejava
— Ahhh… Éyummy Meu amor… desde que vi seu Lindo Corpo se desenvolver, você já começava a me chamar a atenção Aghhh… foi difícil acreditar que te desejava mais do que qualquer mulher, nenhuma outra por mais gostosa que fosse podia me fazer esquecer você… Ahhhhhh…
— Mnnn… Ahggg… Até onde chegou sua obsessão, você está me fazendo amor, eu, sua própria sobrinha Ahggg….
— Ohh… Ahhhh… sim, é isso mesmo, todas as vezes que te via, morria de vontade de te beijar, e quando você estava lindíssima, me corroía por dentro de vontade de te ter Ahgggg… até quando fazia amor com outra mulher, fechava meus olhos e imaginava que era você que eu estava fazendo gozar Ahgggg…
— você é um Maldito Doente Ahgggg…. Se imaginar desse jeito comigo
— mas… Ahggg… você não pode negar… que valeu a pena… Aghhh porque você descobriu os prazeres da carne Ahggg…. Você está gozando Ahgggg… e gozandooooo……
— Ahggyyyyy…. Mnnnnn…. Sim, eu gosto pra caralho que você me faça amor, mas isso não tira que você é meu tio, embora agora não tenha importância, mas…. Ahgggg… mesmo assim…. você é um pussy sumare…. Por foder sua…. Deliciosa sobrinha…… Ahggggg….
Nós continuávamos e continuávamos fazendo amor, Steve me pegou pela cintura e levantou meu corpo, e ele ficou de joelhos enquanto eu estava sentada em cima dele, e nessa posição ele chupava meus peitos enquanto eu cavalgava e cavalgava, olhava para o teto, tinha a boca aberta deixando escapar gemidos e Gemidos cheios de prazer e dor.
Minutos depois, Steve deitou de costas na cama e eu fiquei por cima dele. Ele continuava aproveitando que meus peitos exuberantes estavam à disposição dele e chupava como um bebê sedento.
— Ahggggg... Ahhyyyyy... Mnnnnn... Ahgggggggggggggggggggg... Ohhhhhh...
Eram os gemidos de prazer que inundavam o quarto. Ficamos nessa posição por mais de 10 minutos, até que Steve não aguentou mais, tirou o pau e pegou na minha mão para eu masturbar ele. Naquele momento, jorrou esperma para todos os lados, o pau dele parecia um gêiser.
Minha mão ficou toda melada com aquele líquido branco e pegajoso, e por curiosidade eu provei com a língua e senti algo muito salgado. O cheiro não era desagradável, mas o gosto era salgado demais.
Steve ficou exausto por alguns minutos, mas eu não estava cansada, apesar de ser minha primeira vez e sentir dor no meu tesouro conquistado. Eu queria mais e, logo em seguida, me aproximei do rosto dele e o beijei apaixonadamente. Steve não ficou atrás e voltamos a fazer amor.
Aquela foi uma noite cheia de prazer. O filho da puta tinha colocado um comprimido no meu copo d'água para poder fazer amor sem precisar usar camisinha e me aproveitar por completo.
E no final, dormimos abraçados como um casal. Naquela noite, eu perdi minha virgindade, e não foi com um namorado clássico, mas sim com ninguém menos que meu tio Steve. E assim começou minha jornada rumo aos outros prazeres que descobriria mais adiante.
3 comentários - Meu tio me ensinou a foder