A filha gostosa do meu amigo

Neste momento da minha vida, prestes a fazer 40, não esperava que isso fosse acontecer comigo. Tenho um amigo, Marcos, que conheço há mais de 20 anos. Ele é 12 anos mais velho que eu, e embora agora não nos vejamos com tanta frequência, já fomos muito amigos no passado. Talvez o fato de ele ter se separado da mulher e formado outra família, e a famosa bagunça que tem no nosso país, nos afastou um pouco. Mesmo assim, de vez em quando eu dou um trampo pra ele, ele é eletricista, ou ele me indica clientes, eu trabalho com computadores, redes, instalação de câmeras e essas paradas.

Meu amigo tem uma filha que tá na faixa dos 25 ou 26 anos. Nem preciso dizer que conheço ela desde que era uma criancinha, um bebê. Ela é alta, tem 1,80m, loira de cabelo comprido, muito bonita de rosto, é magra (pra mim falta um pouco de carne), poderia tranquilamente ser modelo de alta costura. Uma bunda linda e pequena, peito pequeno, pernas incríveis. Ela é muito gostosa e muito simpática.

Há pouco tempo ela se mudou da casa da mãe pra um apartamento no Cruce Varela. Marcos falou comigo pra eu conectar um roteador sem fio e configurar a rede, aí eu disse que não tinha problema, mas podia fazer bem cedo antes das 9 ou depois das 7 da noite. Ele disse que falaria com a filha dele (Cíntia) e que ela me ligaria.

Um mês atrás, mais ou menos, ela me ligou, era segunda-feira, pra saber se eu podia ir à tarde. Naquele momento eu não podia, falei que podia passar na manhã seguinte, ela disse que não teria problema, então combinamos pra às 7 da manhã.

Cheguei na hora, toquei a campainha (era um primeiro andar), aí ela desceu com um casaco pra me abrir. Entramos no apartamento e pergunto se ela tá sozinha.

- Sim, por quê? O que você vai fazer comigo? - e dá risada.

- Por enquanto vou ver o que fazer com a internet - falo.

- Vem, passa - ela diz, me indicando o quarto e tirando o casaco.

- Ali tá o modem que os caras da internet colocaram, por ali tá o roteador, o pai já passou os cabos, então dá uma olhada.

Eu, naquele momento, olhava pra gostosa que tinha ficado com uma camiseta grande que cobria até só as pernas e que não tava de sutiã.
Enquanto pegava as coisas e preparava pra colocar os fusíveis nos fios, perguntei pra puxar conversa:
— E o teu namorado?
— Meu namorado é um otário, deve tá na casa da mamãe dele. Como não teve luz ontem aqui, ele não veio. Não sei que porra eu vi nele nem por que ainda tô com ele.
— Com certeza você viu o Peugeot conversível que ele tem e a grana que os trouxa têm — pensei comigo.
— Você continua trabalhando, preciso pegar umas coisas no sótão daquele quartinho — ela disse enquanto eu via ela se virar na minha frente com uma escadinha que levantava a camiseta e deixava parte da bunda dela de fora.

Continuei trabalhando até que, de repente, a luz caiu. Uns segundos depois, ouvi um barulhão vindo de onde a Cintia tava. Levantei e fui até lá, era tipo uma lavanderia, totalmente escura, e no chão vi a sombra da Cintia caída.
— Tá bem? — perguntei, estendendo a mão pra ela se segurar.
— Tô doendo — ela disse e começou a chorar.

A verdade é que não dava pra ver quase nada, então me aproximei e, sem saber direito como pegar, tentei levantá-la. Ela reclamou de dor, eu não sabia onde, até que consegui erguer ela nos braços e levantar. Tentei fazer ela ficar de pé sozinha e levei ela pro quarto, deitando ela na cama.

Pelo visto, quando a luz caiu, ela tentou descer da escada, torceu o tornozelo, caiu e bateu a cabeça.
Sinceramente, não sabia o que fazer, fiquei meio nervoso. Ela ainda por cima chorava e xingava o namorado, porque segundo ela, já tinha pedido há uns dias pra ele pegar uma caixa com coisas lá de cima.
— Quer que te leve no médico? — perguntei.
— Não, só torci o pé mesmo.
— Chamo teu namorado ou teu pai, quer? — falei.
— Meu namorado tá trabalhando e meu pai não quero que se preocupe.
— Tá se sentindo bem?
— Só dói o pé, mas já tá passando.
— Deixa eu ver tua cabeça pra ver se tem um galo — examinei e não parecia ter nada na cabeça. Pedi pra ver o pé e também não tava inchado, parecia que foi só um tombo mesmo. Susto, só isso.
Eu ainda não sabia como agir, na real queria meter o pé, mas não tinha coragem de deixar ela assim.
Perguntei se queria alguma coisa, ela disse que não e pediu pra eu chegar perto, me abraçou e começou a chorar. Fiquei paradinho enquanto ela fungava, de repente o choro virou risada e ela falou:
— Cê deve achar que sou uma idiota que chora e ri ao mesmo tempo.
— Fica tranquila — eu disse.
— Me assustei — e me abraçou mais forte.
— Não tem problema — falei.
Ela tirou o rosto do meu ombro, me olhou e me beijou.
— Não, o que eu fiz? — ela disse.
— Não tem problema — falei e beijei ela de volta.
— Não, para — ela disse.
Mas eu não parei e continuei beijando, ela resistiu um pouco, mas no fim correspondeu meus beijos com tudo. Fazia tempo que não beijava nem era beijado daquele jeito, a gente tava se comendo de boca. Tirei a regata que ela tava, observei o corpo dela, os peitinhos que achei lindos, pequenos mas lindos. E continuei beijando a boca dela até começar a beijar, melhor dizendo, devorar o pescoço dela, ela se contorcia pra caralho, até que cheguei nos peitos dela. Enquanto chupava os peitos dela, comecei a me despir, voaram os tênis, a calça e a cueca, fiquei só de regata, arranquei a fio dental dela e minhas mãos foram direto pra entreperna dela, tava pegando fogo. Ela suspirava, deitei ela, abri as pernas dela pra meter sem cerimônia, assim sem camisinha, ela me parou:
— Para, ali no criado-mudo tem camisinha, coloca.
Peguei uma e coloquei, fazia tempo que não usava camisinha, mas não demorei nada pra colocar, meu pau tava mais duro do que nunca. Abri as pernas dela de novo e sem cerimônia enfiei de uma vez, ela reclamou um pouquinho, mas ela também tava com tesão.
Então comi ela por uns minutos, ela gemia, pedia pra eu comer mais forte, de repente dizia que ardia, mas depois pedia mais forte. Eu falava de tudo, cê gosta dessa pica, né? Sua puta. Ela respondia que sim pra tudo, virei ela, fiz ela ficar de quatro, e comecei a comer ela de Novo. Naquela posição eu vi a bunda dela e quis meter, mas ela me implorou que por ali não, tirei meu pau da buceta dela, apontei pro cu, mas ela me implorou de novo que não, que hoje não, que outra hora, te chupo se quiser, então desisti do rabo dela e continuei na buceta bombando mais forte, ela gemia e pedia mais forte até que não aguentei mais, quis tirar meu pau da vulva dela pra colocar na boquinha dela e dar o gozo, mas não consegui, tirei a camisinha e gozei no peito dela quando ela virou. Fiquei deitado, do lado dela. Ela me abraçou, me beijou, ficamos em silêncio.
Ela se afastou de mim e começou a falar:
- Isso é um desastre –
- Levanta, por favor. Não! O que eu fiz
Levantei, pedi pra ir no banheiro me limpar. Minha camiseta estava cheia de porra do abraço final dela. Fui me limpar enquanto via ela tirando os lençóis, vi ela mancando e quis ajudar, mas ela não quis.
Me vesti, falei que passava outro dia pra terminar de configurar tudo. Ela disse pra eu não me preocupar, sem me olhar.
- Bom, vou indo, você desce pra abrir – falei
- A essa hora tá aberto
Tentei dar um beijo de despedida, mas ela desviou o rosto, falei até logo e fui embora.
Nunca mais voltei na casa dela pra terminar de configurar a internet.

7 comentários - A filha gostosa do meu amigo

uatata
Se nota que el novio no cumplía.-
teevo +1
muy prepo el relato le falta un poco , pero buena idea!!