Já fazia exatamente uma semana desde meu aniversário, e estávamos esperando uma ligação, mais especificamente a do meu avô. A gente tava chegando no aeroporto pra esperar ele desembarcar, o que devia rolar em umas duas horas.
Quando chegamos e estacionamos no aeroporto, fomos ver o horário previsto do voo do nosso avô, que ia atrasar por causa de umas turbulências.
— E agora? — falei indignada, sem paciência nenhuma de ficar três horas sentada numa cadeira de aeroporto.
— Você pode dar uma volta nas lojas ou fazer o que quiser enquanto fica por aqui nessas três horas. — disse meu pai, conformado.
— E vocês, vão fazer o quê? — perguntou meu irmão de braços cruzados.
— A gente vai tomar um café aqui, caso seu avô chegue mais cedo. — disse nosso pai.
— Já sei, Laura, acompanha o Dani pra comprar um terno novo pra reunião. Não confio no gosto dele e ficaria mais tranquila se você for junto. — disse minha mãe, ignorando completamente os olhares de ódio que o Dani tava mandando pra ela.
— Eu podia muito bem me virar sozinho. Não preciso de ajuda pra comprar um terno. São tudo igual. — falou Dani, todo ressentido.
Assim que ouvi ele soltar essa barbaridade, bati de leve na minha testa com a palma da mão.
— Tá vendo só? Por favor, Laura, acompanha ele, você sabe que essa reunião é importante. — disse minha mãe num tom de súplica.
— Vou, também não deve ser tão ruim assim, né? — falei, olhando brava pro Dani e cruzando os braços.
— Fazer o quê.
Depois de aturar a última reclamação do Dani, a gente foi pra uma das lojas de roupa masculina sem trocar uma palavra.
— Que conveniente, né? — sussurrou Dani atrás de mim, no meu ouvido.
— Sei lá, você que me diga. — falei irritada.
— Ah, caralho, você ficou puta?
— Não, o que você acha? Para de enrrolar e acha um terno. — falei brava.
— Como você quiser. Não dá pra conversar com você quando fica nervosa.
Dani virou as costas pra mim e começou a procurar do outro lado.
Quando ele já tinha separado alguns roupas para ela experimentar, me virei e vi que ele estava falando com uma vendedora que estava dando em cima dele sem a menor vergonha. Me aproximei rápido e fiquei do lado do Dani.
- Achou alguma coisa? - falei, agarrando o braço do Dani.
- Não, tô achando tudo igual, por isso essa garota tava me oferecendo ajuda. - ele disse, todo despreocupado.
- Ah, vejo que veio com a sua irmã. - a vendedora disse, me dando um sorriso falso que fez meu sangue ferver.
O Dani ia responder, mas eu agi mais rápido, abracei ele pela cintura e olhei fixo nos olhos da vendedora.
- Você se enganou, ele é meu namorado, e não precisa da sua ajuda, a gente não quer incomodar. Com certeza tem algum cliente que precisa mais da sua ajuda. - falei, queimando ela com o olhar.
- Ah, tudo bem, desculpem o incômodo. - ela disse, indo embora com aquele sorriso falso desfigurado pela minha resposta.
Não deu tempo de falar mais nada, porque o Dani segurou firme meu pulso e me arrastou pros provadores, entrou comigo no maior e fechou a cortina.
- Pode me explicar o que foi aquilo? - ele falou sério, me olhando enquanto tirava os sapatos.
- Não foi nada, só a verdade. Ou será que tô errada? - falei, encarando ele nos olhos.
- Tá me provocando? - o Dani disse, levantando uma sobrancelha.
- Não fala besteira pra me distrair...
- Laura, Laura, você devia saber que me excita te ver puta, e me excita ainda mais te ver com ciúmes de mim. - ele disse, começando a desabotoar a camisa e se aproximando devagar com um sorriso debochado.
- Não me fode, a gente tá num provador...
Não consegui falar mais nada porque o Dani começou a me beijar com paixão enquanto me apertava contra a parede pra não me deixar escapar.
Quando consegui me afastar um pouco da parede, coisa que o Dani aproveitou pra desabotoar meu sutiã num movimento rápido, que ele tirou dos meus braços graças ao meu vestido tomara que caia.
Depois que ele jogou meu sutiã começou acariciando um dos meus peitos com uma das mãos, enquanto com a outra acariciava uma das minhas coxas, que eu já tinha colocado em volta da cintura dele. Me entregando à paixão, tirei a camisa do Dani e abri a calça dele, sentindo contra a minha intimidade a grande ereção dele.
A cada momento a temperatura entre nós subia, a roupa era demais, e o Dani já tinha me tirado o vestido, enquanto eu fazia o mesmo com a calça e a cueca dele. O Dani continuou criando um caminho de beijos desde a minha boca, descendo pelo meu peito e terminando no começo da minha calcinha fio dental. Então meu irmão acariciou com o nariz a borda da minha roupa íntima pra depois segurar uma ponta com os dentes e puxar pra baixo.
Sem aguentar muito mais por causa da grande excitação que nos embriagava e pelo medo de sermos descobertos, tirei a cueca do Dani enquanto me ajoelhava pra começar a lamber as bolas dele e a base do pau dele. Passei a língua devagar e suavemente pelas duas áreas, e cada vez subindo um pouco mais pelo tronco do pau dele, provocando gemidos baixinhos do Dani. Quando cheguei na cabeça, comecei a fazer círculos com a língua, ao mesmo tempo que colocava e tirava o membro dele da minha boca.
Quando achei que ele ia gozar, ele me obrigou a levantar e, segurando minhas nádegas, fez com que eu desse um pulinho automaticamente e enrolasse minhas pernas na cintura dele. Naquele momento, senti o pau dele roçando suavemente na entrada da minha buceta, fazendo minha vontade aumentar. Eu queria ele dentro.
— Dani, me faz sua. Quero sentir você dentro. — Falei de um jeito brincalhão pra provocar ele.
— Como quiser.
O Dani começou a me penetrar devagar enquanto passava a boca nos meus mamilos, fazendo minha excitação aumentar. Cada vez ficava mais difícil segurar os gemidos, que geralmente eram abafados por beijos que faziam a gente se aproximar cada vez mais do orgasmo.
Quando eu já estava quase gozando, o Dani me abaixou e pediu que Apoiei minhas mãos na parede enquanto ele segurava meus quadris e os puxava pra trás. Eu, por minha vez, abri mais as pernas, expondo minha buceta. Dani chegou por trás e começou a acariciar meu clitóris enquanto, com a outra mão, beliscava e acariciava um dos meus mamilos, ao mesmo tempo que lambia e beijava meu pescoço. Continuou assim por um tempo até que ficou impossível segurar meus gemidos. Então Dani parou e me penetrou rápido e fundo, fazendo outro orgasmo se formar no meu ventre.
- Eu te amo.
Quando Dani disse essas palavras, gozamos juntos. Eu já tinha virado de frente, apoiada na parede, enquanto Dani mantinha as mãos de cada lado da minha cabeça, me deixando admirar seus lindos olhos, que me olhavam com desejo e amor.
Saímos dos nossos pensamentos quando meu celular começou a tocar. Rapidamente me aproximei e atendi. Minha mãe estava perguntando como estávamos indo com as compras e avisou que tínhamos mais uma hora pra escolher um vestido adequado.
Gostei dessa história e compartilho ela.
Quando chegamos e estacionamos no aeroporto, fomos ver o horário previsto do voo do nosso avô, que ia atrasar por causa de umas turbulências.
— E agora? — falei indignada, sem paciência nenhuma de ficar três horas sentada numa cadeira de aeroporto.
— Você pode dar uma volta nas lojas ou fazer o que quiser enquanto fica por aqui nessas três horas. — disse meu pai, conformado.
— E vocês, vão fazer o quê? — perguntou meu irmão de braços cruzados.
— A gente vai tomar um café aqui, caso seu avô chegue mais cedo. — disse nosso pai.
— Já sei, Laura, acompanha o Dani pra comprar um terno novo pra reunião. Não confio no gosto dele e ficaria mais tranquila se você for junto. — disse minha mãe, ignorando completamente os olhares de ódio que o Dani tava mandando pra ela.
— Eu podia muito bem me virar sozinho. Não preciso de ajuda pra comprar um terno. São tudo igual. — falou Dani, todo ressentido.
Assim que ouvi ele soltar essa barbaridade, bati de leve na minha testa com a palma da mão.
— Tá vendo só? Por favor, Laura, acompanha ele, você sabe que essa reunião é importante. — disse minha mãe num tom de súplica.
— Vou, também não deve ser tão ruim assim, né? — falei, olhando brava pro Dani e cruzando os braços.
— Fazer o quê.
Depois de aturar a última reclamação do Dani, a gente foi pra uma das lojas de roupa masculina sem trocar uma palavra.
— Que conveniente, né? — sussurrou Dani atrás de mim, no meu ouvido.
— Sei lá, você que me diga. — falei irritada.
— Ah, caralho, você ficou puta?
— Não, o que você acha? Para de enrrolar e acha um terno. — falei brava.
— Como você quiser. Não dá pra conversar com você quando fica nervosa.
Dani virou as costas pra mim e começou a procurar do outro lado.
Quando ele já tinha separado alguns roupas para ela experimentar, me virei e vi que ele estava falando com uma vendedora que estava dando em cima dele sem a menor vergonha. Me aproximei rápido e fiquei do lado do Dani.
- Achou alguma coisa? - falei, agarrando o braço do Dani.
- Não, tô achando tudo igual, por isso essa garota tava me oferecendo ajuda. - ele disse, todo despreocupado.
- Ah, vejo que veio com a sua irmã. - a vendedora disse, me dando um sorriso falso que fez meu sangue ferver.
O Dani ia responder, mas eu agi mais rápido, abracei ele pela cintura e olhei fixo nos olhos da vendedora.
- Você se enganou, ele é meu namorado, e não precisa da sua ajuda, a gente não quer incomodar. Com certeza tem algum cliente que precisa mais da sua ajuda. - falei, queimando ela com o olhar.
- Ah, tudo bem, desculpem o incômodo. - ela disse, indo embora com aquele sorriso falso desfigurado pela minha resposta.
Não deu tempo de falar mais nada, porque o Dani segurou firme meu pulso e me arrastou pros provadores, entrou comigo no maior e fechou a cortina.
- Pode me explicar o que foi aquilo? - ele falou sério, me olhando enquanto tirava os sapatos.
- Não foi nada, só a verdade. Ou será que tô errada? - falei, encarando ele nos olhos.
- Tá me provocando? - o Dani disse, levantando uma sobrancelha.
- Não fala besteira pra me distrair...
- Laura, Laura, você devia saber que me excita te ver puta, e me excita ainda mais te ver com ciúmes de mim. - ele disse, começando a desabotoar a camisa e se aproximando devagar com um sorriso debochado.
- Não me fode, a gente tá num provador...
Não consegui falar mais nada porque o Dani começou a me beijar com paixão enquanto me apertava contra a parede pra não me deixar escapar.
Quando consegui me afastar um pouco da parede, coisa que o Dani aproveitou pra desabotoar meu sutiã num movimento rápido, que ele tirou dos meus braços graças ao meu vestido tomara que caia.
Depois que ele jogou meu sutiã começou acariciando um dos meus peitos com uma das mãos, enquanto com a outra acariciava uma das minhas coxas, que eu já tinha colocado em volta da cintura dele. Me entregando à paixão, tirei a camisa do Dani e abri a calça dele, sentindo contra a minha intimidade a grande ereção dele.
A cada momento a temperatura entre nós subia, a roupa era demais, e o Dani já tinha me tirado o vestido, enquanto eu fazia o mesmo com a calça e a cueca dele. O Dani continuou criando um caminho de beijos desde a minha boca, descendo pelo meu peito e terminando no começo da minha calcinha fio dental. Então meu irmão acariciou com o nariz a borda da minha roupa íntima pra depois segurar uma ponta com os dentes e puxar pra baixo.
Sem aguentar muito mais por causa da grande excitação que nos embriagava e pelo medo de sermos descobertos, tirei a cueca do Dani enquanto me ajoelhava pra começar a lamber as bolas dele e a base do pau dele. Passei a língua devagar e suavemente pelas duas áreas, e cada vez subindo um pouco mais pelo tronco do pau dele, provocando gemidos baixinhos do Dani. Quando cheguei na cabeça, comecei a fazer círculos com a língua, ao mesmo tempo que colocava e tirava o membro dele da minha boca.
Quando achei que ele ia gozar, ele me obrigou a levantar e, segurando minhas nádegas, fez com que eu desse um pulinho automaticamente e enrolasse minhas pernas na cintura dele. Naquele momento, senti o pau dele roçando suavemente na entrada da minha buceta, fazendo minha vontade aumentar. Eu queria ele dentro.
— Dani, me faz sua. Quero sentir você dentro. — Falei de um jeito brincalhão pra provocar ele.
— Como quiser.
O Dani começou a me penetrar devagar enquanto passava a boca nos meus mamilos, fazendo minha excitação aumentar. Cada vez ficava mais difícil segurar os gemidos, que geralmente eram abafados por beijos que faziam a gente se aproximar cada vez mais do orgasmo.
Quando eu já estava quase gozando, o Dani me abaixou e pediu que Apoiei minhas mãos na parede enquanto ele segurava meus quadris e os puxava pra trás. Eu, por minha vez, abri mais as pernas, expondo minha buceta. Dani chegou por trás e começou a acariciar meu clitóris enquanto, com a outra mão, beliscava e acariciava um dos meus mamilos, ao mesmo tempo que lambia e beijava meu pescoço. Continuou assim por um tempo até que ficou impossível segurar meus gemidos. Então Dani parou e me penetrou rápido e fundo, fazendo outro orgasmo se formar no meu ventre.
- Eu te amo.
Quando Dani disse essas palavras, gozamos juntos. Eu já tinha virado de frente, apoiada na parede, enquanto Dani mantinha as mãos de cada lado da minha cabeça, me deixando admirar seus lindos olhos, que me olhavam com desejo e amor.
Saímos dos nossos pensamentos quando meu celular começou a tocar. Rapidamente me aproximei e atendi. Minha mãe estava perguntando como estávamos indo com as compras e avisou que tínhamos mais uma hora pra escolher um vestido adequado.
Gostei dessa história e compartilho ela.
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