Na verdade, eu precisava de sexo. O difícil era admitir isso e me decidir a pular a cerca. Fernando deixou claro o interesse dele em mim, mas eu não deixei avançar, mesmo com muita pena. Mas o bom era que não havia engano nenhum na nossa relação. Quando um homem casado diz pra uma mulher casada que gosta dela, fica óbvio que a ideia não é pedir ela em casamento. Nós dois entendíamos, como adultos, que ele tava dizendo que queria transar comigo.
Quando de repente resolvi pedir dinheiro pra ele, foi a luz amarela acendendo. Por que pedir grana pra alguém que eu sabia que não tava interessado na minha amizade? Será que eu pensava em devolver ou era o argumento que, inconscientemente, ia servir pra mudar minha vida? A frase do Fernando ecoou na minha cabeça. Não existem mulheres impossíveis, existem homens impacientes…
O tempo passou e no final tudo aconteceu como eu realmente queria que acontecesse. Acabei na cama com o Fernando e matei a vontade que tava guardada. A partir daí, todo mês, quando ele tinha uns trocados disponíveis, me ligava e perguntava como eu tava de grana. Esse era o sinal. Combinávamos data e hora, e eu me entregava com verdadeiro prazer. O dinheiro era um complemento. Satisfatório, sim, mas só um complemento. O sexo era mais importante.
A gente sempre discutia porque ele dizia que, na real, eu era uma puta e que queria terminar assim, cobrando por sexo. Que isso me excitava. E eu sempre me ofendia e ficava puta.
Então, Fernando, muito cínico, resolveu provar que o argumento dele era verdade, como eu entendi depois.
Uma tarde a gente combinou de se encontrar, e por sorte ele conseguiu um apartamento, assim evitávamos ter que entrar num motel com o risco que isso traz. Fomos pro apê com uma boa diferença de horário, e não fica suspeito alguém entrar num prédio.
Começamos na sala, nos beijando e nos acariciando, até que os dois ficamos bem excitados, e depois, de mãos dadas, fomos pro quarto.
No quarto, em cima do criado-mudo ele deixou o dinheiro como sempre, sabendo que eu só pegaria na hora de ir embora, mas era um jeito de deixar claro pra nós dois que a única coisa entre a gente era sexo.
E ainda assim, cada vez tava mais difícil fingir que essa situação não me agradava.
Ao entrar no quarto, ele me beijou de um jeito possessivo e eu respondi com tudo que tinha.
Quando nos separamos, ele me olhou.
— Dá uma olhada no que tem no criado-mudo, ele disse.
— Já sei, a mesma coisa de sempre, falei tranquila.
— Não. Abre a gaveta, ele insistiu.
Fui até o criado-mudo e, ao abrir a gaveta, descobri mais U$S 200 dólares. Surpresa, olhei pra ele.
— E isso significa o quê?
— Muito simples, Lore. Em cima do criado-mudo estão os 100 dólares do fuck you de sempre. Mas acontece que um amigo fez aniversário e eu queria dar um presente bem especial.
— E esse dinheiro é pra comprar o presente?, perguntei inocente.
— Sim, se você decidir aceitar, ele disse, sorrindo com malícia.
Olhei pra ele surpresa.
— Não vai me dizer que eu…?, comecei a falar.
— Você pode cobrar o triplo do que cobra normalmente. E a verdade é que te ver num ménage me excita. Ainda mais se eu for uma das partes, ele disse, se aproximando.
— Quem é?, perguntei calma.
— Roberto, disse meu amante.
Roberto era um colega de trabalho, mais ou menos da idade do Fernando. A mulher dele tinha problemas físicos e não conseguia transar. A gente sempre comentava como a situação era complicada, ainda mais porque ele era um cara muito atraente, inteligente e viril, que realmente agradava todas nós.
Enquanto olhava o dinheiro na gaveta, senti o Fernando me abraçar por trás, e as mãos dele procurando meus peitos por cima da roupa, começando a apalpar, enquanto o pedaço dele batia na minha bunda.
Fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás, deixando o pescoço livre pra ele me beijar, o que não demorou a acontecer, e ao mesmo tempo uma das mãos dele desceu pra tomar posse da minha entreperna.
— Não sou uma puta, falei entre dentes.
— Não, Lorenita, você não é uma puta. Mas sempre sonhou com uma festinha onde você fosse o prato principal — disse ele, sem parar de me acariciar e beijar, enquanto os quadris começavam a empurrar, fazendo a vara dele mostrar o quanto me desejava.
Realmente, um ménage sempre foi uma das minhas fantasias. E ainda iam me pagar por isso. E com dois caras que não poderiam sair por aí contando, porque as próprias famílias deles ficariam em risco.
— O que você vai pensar de mim se eu aceitar? — falei, já entregue.
— Que você é toda uma mulher, muito sensual e gostosa — respondeu.
— E o Roberto, quando vem?
— Quando você juntar dentro da gaveta todo o dinheiro que está na mesinha — disse.
Esse era o sinal da minha aceitação e entrega. Sem hesitar, uma das minhas mãos pegou a nota que estava na mesinha e jogou dentro da gaveta, fechando-a em seguida. Tudo estava dito.
— Tira a roupa — ele disse, afastando-se um passo.
Me virei e comecei a me despir.
— Fica com o sutiã e a tanga — ele ordenou mais do que pediu. Concordei sorrindo e continuei a tarefa.
Quando já estava terminando de tirar tudo, vi Fernando indo até o outro quarto e batendo de leve na porta. Roberto saiu. Dava pra ver que ele estava nervoso.
— Fica tranquilo — disse Fernando —, vai valer a pena.
Eu esperava que sim, que valesse a pena.
Eles entraram no quarto. Olhei para os dois e, por dentro, me lambi de tesão. Hoje ia ser um dia inesquecível.
— E agora, vem e começa a nos despir — ordenou Fernando, firme.
Me aproximei e decidi começar por Fernando, até deixá-lo só de cueca, com aquela rola que eu já conhecia bem e que me dava tanto prazer.
Depois, fui até Roberto, que parecia não saber o que fazer nem o que dizer, e comecei meu trabalho. Devagar, bem devagar, fazendo o cara se desesperar. Fernando se aproximou por trás de mim e retomou os ataques por todo o meu corpo, arrancando suspiros de prazer e, ao mesmo tempo, me deixando com uma cara de safada de campeonato. Roberto não podia acreditar no que estava vivendo. Fazia meses que não transava direito.
— Isso é o paraíso — ele disse, finalmente.
— Te entendo. Eu também tava bem carente de um bom rala e rola até conhecer a Lorena. Pode crer que vale cada centavo — ele disse sem parar de me beijar e acariciar.
— Não é justo — falei, terminando o serviço dele. — Você me faz parecer uma puta.
Naquele momento, Roberto segurou meu pescoço e, me puxando pra perto da boca dele, começou a me beijar todo excitado. Em questão de segundos, a língua dele percorria toda a minha boca, enquanto eu segurava ele pela cintura, deixando ele fazer o que queria. As mãos de Fernando continuavam percorrendo todo o meu corpo, me fazendo tremer de prazer.
Depois de um tempo desse tratamento, Fernando me virou, me separando do sócio dele.
— Ajoelha — ele disse. Olhei pra ele. Sabia o que vinha.
Enquanto me ajoelhava, Fernando tirava a cueca dele e posicionava o pau dele na frente do meu rosto. Olhei pra ele e vi que ele tava mandando Roberto fazer o mesmo. O movimento atrás de mim deixou claro que o macho já tava se pelando.
Peguei o pau de Fernando e meti na minha boca. Como sempre, senti que enchia minha boca com aquele pedaço. Realmente sentia falta quando transava com meu marido, que não encaixava tão bem.
Roberto se posicionou do meu lado e pegou uma das minhas mãos, que estavam em volta da vara de Fernando, e a levou até o pau dele. Quando toquei, me arrepiei. O de Fernando, quando eu pegava com as mãos, a cabeça aparecia de tão comprido que era. O de Roberto era mais curto, mas, por outro lado, minha mão não conseguia envolver ele. Era grosso como um spray. Não dava pra ver ele por causa da posição que eu tava e do trabalho oral que tava fazendo, mas o tato não enganava. Era um verdadeiro canhão.
Depois de um tempo, consegui liberar minha boca e virei pra repetir o tratamento no meu novo brinquedo e finalmente pude ver ele por inteiro. Não devia ter mais de 15 cm, mas a grossura era descomunal. Quando tirei a capa, envolvendo ele com as duas mãos, uma Uma cabeça como um pêssego apareceu, e pra enfiar na boca tive que esticar meus lábios até o limite. Quase gozei só de imaginar ela perfurando minha buceta. Depois deixei uma das minhas mãos voltar pros atributos do Fernando pra masturbá-lo devagar. Olhei pro Roberto. A cara de prazer dele era digna de um quadro. Com certeza fazia tempo que não chupavam ele, e olha que já tinham chupado, dado o quanto a esposa dele era puritana.
- Pelo amor de Deus, que prazer, hmmmm, que prazer, ele dizia com os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás.
Fui bem gatinha. Me esforcei ao máximo pra agradar os caras que me contrataram. Por dentro, reconheci que o Fernando tinha razão. Eu era uma puta reprimida. Puta como qualquer mulher que quer dinheiro e sexo. Nessa ordem. Só que em vez de tirar a grana do corno do meu marido, que era incapaz de bancar, eu conseguia com outros homens que valorizavam melhor minhas habilidades femininas. E ainda gozava como uma louca.
Finalmente, depois de um bom tempo, eles me fizeram deitar na cama, e o Roberto tirou minha calcinha fio dental, enfiando a cara entre minhas pernas na hora, começando a meter a língua quente e molhada em todos os meus buracos, me fazendo gemer de prazer. O Fernando, sentado do meu lado, tirou meu sutiã e começou a devorar meus peitos com uma fome de verdade. Uma das minhas mãos apertava a cabeça do Roberto contra minha buceta. A outra brincava com as bolas do Fernando, que estavam duras como pedra. Foi inevitável que, com esse tratamento e a morbidez da cena, eu tivesse meu primeiro orgasmo de forma violenta, gemendo e gritando enquanto subia ao sétimo céu. Pensei que ia bater no teto do quarto do jeito que gozei.
Naquele momento, o Roberto se afastou e o Fernando se deitou do meu lado, me fazendo virar até ficar deitada de lado de frente pra ele. As pernas dele se encaixaram entre as minhas, ele ajustou minhas pernas na altura da cintura dele e, pegando o pau furioso com a mão, colocou ele... entre meus lábios da buceta.
Olhei para os pés da cama. Lá estava o Roberto, atento pra não perder nada da cena que tinha na frente dele enquanto batia uma lentamente. Quando o Fernando terminou de se ajeitar, avançou e me empalou por completo, fazendo um grito escapar da minha garganta.
– Shhh, não grita que não é pra tanto – ele disse enquanto tomava conta da minha boca e começava a me bombar como uma máquina, me dominando por completo.
Foi evidente que a situação foi demais pra ele, porque passaram poucos minutos até eu sentir queimando com o esperma dele, gemendo igual um bicho e empurrando como se quisesse tirar o pau dele pela minha boca. Umas 5, 6 sacudidas, e ele ficou ali, totalmente destruído. Depois de uns minutos, virou, saindo de dentro do meu corpo e ficando de barriga pra cima, arfando que nem peixe fora d'água, tentando recuperar o fôlego. O esperma dele começou a escorrer pra fora do meu corpo. Tentei me levantar pra ir ao banheiro, mas o Roberto me segurou. Pegou uma toalha e se dedicou a limpar o esperma do Fernando que saía em jorros da minha buceta. Por fim, tudo se acalmou. Mas não por muito tempo.
O Fernando se levantou.
– É sua vez, Roberto – ele disse, sentando numa cadeira que tinha do lado da cama.
Eu tinha me esquecido por um segundo do porquê estava ali. Tinha que satisfazer dois filhos da puta.
O Roberto subiu na cama e rastejou sobre o meu corpo, começando a beijar meus peitos e meu pescoço, enquanto se apoiava nos cotovelos pra não me esmagar. Quando chegou na minha boca, entreguei ela por completo, e minha língua invadiu ele quase até a garganta, causando uma verdadeira surpresa e excitação nele.
Ele se afastou um momento.
– Se é uma puta mesmo, Lorena – ele disse, enquanto separava minhas pernas e as colocava nos ombros dele. Tentei resistir. Naquela posição, com aquele cano que ele tinha, ia me partir no meio.
– Não, espera, assim vai doer – falei, sem que o filho da puta desse bola, já que tava concentrado em encaixar o brinquedo dele entre meus lábios. vaginais.
- Não, Roberto, espera, não, não uhhhhhhhhhh, foi a última coisa que eu disse quando ele distendeu as paredes da minha buceta de forma selvagem e começou a se enfiar em mim.
- Não se preocupa, que eu sou muito paciente, disse enquanto avançava uns centímetros e voltava a sair, dando tempo pra minha xereca se acostumar. Assim, uma vez e outra, até que finalmente nossos corpos se chocaram. O canhão estava dentro de mim e me preenchia como nunca tinha me preenchido. Só aí começamos a dança sexual de vai e vem, onde os dois corpos se movem como se fossem um só.
Virei a cabeça e vi o Fernando animado igual um moleque, enquanto o pau dele já duro de novo apontava pra cima.
O trabalho do Roberto foi excelente. Aguentou apesar da seca que ele vinha sofrendo e conseguiu arrancar outro orgasmo de mim. Por fim, ele girou me arrastando junto, e eu fiquei montada no pau dele, sendo minha vez agora de me mexer, enquanto ele brincava com meus peitos e via o pau dele saindo e entrando na minha buceta.
Naquele momento, senti uma mão começar a acariciar minha bunda, pra depois começar a dar tapas, primeiro de leve, e depois, ao ver que eu não reclamava, mas pelo contrário, ficava excitada, foi aumentando a força, enquanto um dedo começava a brincar com meu cu, até conseguir se enfiar no meu rabo. Todo esse tratamento fez com que eu acelerasse minha cavalgada, com a consequente alegria do Roberto, que se esforçava pra segurar a porra dele, que seria majestosa, e que eu já queria sentir. Quando dois dedos do Fernando entraram no meu cu, eu perdi o controle total. Nunca tinha me sentido assim. Eu me enfiava no Roberto com desespero. E finalmente senti o pau do Roberto esticar, endurecer, e enquanto ele gritava igual um louco, me abraçou me puxando pra baixo contra o corpo dele, enquanto o esperma dele explodia dentro de mim. Eu também gozei junto com ele, e esse foi meu erro.
No meio do meu orgasmo, perdi a noção de tudo. O prazer, a dor, tudo junto foi demais. É provável que eu tenha perdido o conhecimento por alguns segundos. Já ouvi algumas amigas comentarem que isso já tinha acontecido com elas, mas comigo nunca tinha rolado com meu marido. Quando comecei a voltar a mim, senti uma sensação estranha, que nunca tinha sentido antes. Levei uns minutos pra perceber que, aproveitando minha entrega, o filho da puta do Fernando tinha me enfiado no cu até o talo, e agora tava me serrando pela porta dos fundos como um verdadeiro cavaleiro. Eu tava completamente cheia. Entre a pica do Roberto, que continuava enterrada dentro de mim, e a do Fernando, que tava dura como nunca, entendi o que Fernando queria dizer com um ménage. Era um verdadeiro sanduíche de mulher o que tinha na cama. Tavam me arrebentando pelos dois buracos. E ainda por cima, eu tava adorando. Pra disfarçar, fingi que fui estuprada, fiquei brava, xingando o Fernando por ter se aproveitado de mim sem meu consentimento. E pra piorar, comecei a sentir a pica do Roberto pulsar e endurecer de novo. Era demais. Iam me matar. E eu queria que me matassem. Queria me sentir usada, comida, forçada como nunca antes.
Durante 10 minutos, me amassaram entre os dois. Um ficava parado enquanto o outro me bombava, e depois trocavam os papéis, até que o Fernando não aguentou mais e gozou no meu cu, me lambuzando toda por dentro e por fora, ficando agora sim, totalmente acabado.
O Roberto saiu de debaixo do meu corpo e me fez ficar de quatro, pra depois furar minha buceta com o pau dele, enquanto me montava com vontade.
— Tá gostando, Lore? — ele perguntava no meu ouvido enquanto o corpo dele me cobria e a pica dele me perfurava.
— Sim, tô gostando, tô gostando — falei sem precisar mentir.
— Perdoa o Fernando, ele é um animal. Ele tinha me dito que ia te dar a surra de cu assim que tivesse chance — disse o correto Roberto.
E então eu fiz algo que nem eu esperava.
— E você não tem vontade de me dar também? — perguntei olhando por cima do ombro.
O Roberto ficou pálido.
- É isso que você quer?
- Não foi isso que você pagou? Ficar por dentro? falei.
Roberto tirou o pé de cabra da minha buceta e, subindo um pouco, colocou na entrada do meu cu, que por sorte tinha ficado relaxado e lubrificado pela sessão anterior. De qualquer jeito, aquela garrafa foi difícil de encaixar, até que finalmente entrou até o talo.
- Você é divina, Lore, divina. Se fosse minha mulher, trabalharia dia e noite pra você não faltar nada.
- Só de dia, seu safado. De noite você teria que me comer no cu, falei, abaixando a cabeça até encostar no travesseiro e facilitando a posse total.
Quando senti que ia gozar no meu último orgasmo, o definitivo, minhas mãos buscaram as bolas dele e apertaram com força, fazendo ele me acompanhar na viagem. No fim, caímos os dois esparramados na cama.
Na volta, passei em umas lojas e gastei parte do dinheiro que tinha acabado de ganhar num vestido que precisava pra uma festa que ia ter na semana seguinte.
Quando cheguei em casa, meu marido corno estava vendo TV. Fazendo questão de um cinismo sem vergonha, mostrei o vestido que tinha comprado.
- Sabe de uma coisa, Lorena? – ele disse sorrindo – tô orgulhoso de você. Você é a única que trabalha direto, mantém a casa e ainda consegue economizar pra ficar gostosa. Sério, com você eu tirei a sorte grande, disse enquanto me beijava.
- Por favor, querido. Não fala isso. Te garanto que você merece tudo que eu faço pra gente viver como merece e poder se sentir feliz e satisfeito. E por dentro, pensava enquanto isso: onde é que eu ia guardar os quilômetros de chifre que ia receber daqui pra frente.
Quando de repente resolvi pedir dinheiro pra ele, foi a luz amarela acendendo. Por que pedir grana pra alguém que eu sabia que não tava interessado na minha amizade? Será que eu pensava em devolver ou era o argumento que, inconscientemente, ia servir pra mudar minha vida? A frase do Fernando ecoou na minha cabeça. Não existem mulheres impossíveis, existem homens impacientes…
O tempo passou e no final tudo aconteceu como eu realmente queria que acontecesse. Acabei na cama com o Fernando e matei a vontade que tava guardada. A partir daí, todo mês, quando ele tinha uns trocados disponíveis, me ligava e perguntava como eu tava de grana. Esse era o sinal. Combinávamos data e hora, e eu me entregava com verdadeiro prazer. O dinheiro era um complemento. Satisfatório, sim, mas só um complemento. O sexo era mais importante.
A gente sempre discutia porque ele dizia que, na real, eu era uma puta e que queria terminar assim, cobrando por sexo. Que isso me excitava. E eu sempre me ofendia e ficava puta.
Então, Fernando, muito cínico, resolveu provar que o argumento dele era verdade, como eu entendi depois.
Uma tarde a gente combinou de se encontrar, e por sorte ele conseguiu um apartamento, assim evitávamos ter que entrar num motel com o risco que isso traz. Fomos pro apê com uma boa diferença de horário, e não fica suspeito alguém entrar num prédio.
Começamos na sala, nos beijando e nos acariciando, até que os dois ficamos bem excitados, e depois, de mãos dadas, fomos pro quarto.
No quarto, em cima do criado-mudo ele deixou o dinheiro como sempre, sabendo que eu só pegaria na hora de ir embora, mas era um jeito de deixar claro pra nós dois que a única coisa entre a gente era sexo.
E ainda assim, cada vez tava mais difícil fingir que essa situação não me agradava.
Ao entrar no quarto, ele me beijou de um jeito possessivo e eu respondi com tudo que tinha.
Quando nos separamos, ele me olhou.
— Dá uma olhada no que tem no criado-mudo, ele disse.
— Já sei, a mesma coisa de sempre, falei tranquila.
— Não. Abre a gaveta, ele insistiu.
Fui até o criado-mudo e, ao abrir a gaveta, descobri mais U$S 200 dólares. Surpresa, olhei pra ele.
— E isso significa o quê?
— Muito simples, Lore. Em cima do criado-mudo estão os 100 dólares do fuck you de sempre. Mas acontece que um amigo fez aniversário e eu queria dar um presente bem especial.
— E esse dinheiro é pra comprar o presente?, perguntei inocente.
— Sim, se você decidir aceitar, ele disse, sorrindo com malícia.
Olhei pra ele surpresa.
— Não vai me dizer que eu…?, comecei a falar.
— Você pode cobrar o triplo do que cobra normalmente. E a verdade é que te ver num ménage me excita. Ainda mais se eu for uma das partes, ele disse, se aproximando.
— Quem é?, perguntei calma.
— Roberto, disse meu amante.
Roberto era um colega de trabalho, mais ou menos da idade do Fernando. A mulher dele tinha problemas físicos e não conseguia transar. A gente sempre comentava como a situação era complicada, ainda mais porque ele era um cara muito atraente, inteligente e viril, que realmente agradava todas nós.
Enquanto olhava o dinheiro na gaveta, senti o Fernando me abraçar por trás, e as mãos dele procurando meus peitos por cima da roupa, começando a apalpar, enquanto o pedaço dele batia na minha bunda.
Fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás, deixando o pescoço livre pra ele me beijar, o que não demorou a acontecer, e ao mesmo tempo uma das mãos dele desceu pra tomar posse da minha entreperna.
— Não sou uma puta, falei entre dentes.
— Não, Lorenita, você não é uma puta. Mas sempre sonhou com uma festinha onde você fosse o prato principal — disse ele, sem parar de me acariciar e beijar, enquanto os quadris começavam a empurrar, fazendo a vara dele mostrar o quanto me desejava.
Realmente, um ménage sempre foi uma das minhas fantasias. E ainda iam me pagar por isso. E com dois caras que não poderiam sair por aí contando, porque as próprias famílias deles ficariam em risco.
— O que você vai pensar de mim se eu aceitar? — falei, já entregue.
— Que você é toda uma mulher, muito sensual e gostosa — respondeu.
— E o Roberto, quando vem?
— Quando você juntar dentro da gaveta todo o dinheiro que está na mesinha — disse.
Esse era o sinal da minha aceitação e entrega. Sem hesitar, uma das minhas mãos pegou a nota que estava na mesinha e jogou dentro da gaveta, fechando-a em seguida. Tudo estava dito.
— Tira a roupa — ele disse, afastando-se um passo.
Me virei e comecei a me despir.
— Fica com o sutiã e a tanga — ele ordenou mais do que pediu. Concordei sorrindo e continuei a tarefa.
Quando já estava terminando de tirar tudo, vi Fernando indo até o outro quarto e batendo de leve na porta. Roberto saiu. Dava pra ver que ele estava nervoso.
— Fica tranquilo — disse Fernando —, vai valer a pena.
Eu esperava que sim, que valesse a pena.
Eles entraram no quarto. Olhei para os dois e, por dentro, me lambi de tesão. Hoje ia ser um dia inesquecível.
— E agora, vem e começa a nos despir — ordenou Fernando, firme.
Me aproximei e decidi começar por Fernando, até deixá-lo só de cueca, com aquela rola que eu já conhecia bem e que me dava tanto prazer.
Depois, fui até Roberto, que parecia não saber o que fazer nem o que dizer, e comecei meu trabalho. Devagar, bem devagar, fazendo o cara se desesperar. Fernando se aproximou por trás de mim e retomou os ataques por todo o meu corpo, arrancando suspiros de prazer e, ao mesmo tempo, me deixando com uma cara de safada de campeonato. Roberto não podia acreditar no que estava vivendo. Fazia meses que não transava direito.
— Isso é o paraíso — ele disse, finalmente.
— Te entendo. Eu também tava bem carente de um bom rala e rola até conhecer a Lorena. Pode crer que vale cada centavo — ele disse sem parar de me beijar e acariciar.
— Não é justo — falei, terminando o serviço dele. — Você me faz parecer uma puta.
Naquele momento, Roberto segurou meu pescoço e, me puxando pra perto da boca dele, começou a me beijar todo excitado. Em questão de segundos, a língua dele percorria toda a minha boca, enquanto eu segurava ele pela cintura, deixando ele fazer o que queria. As mãos de Fernando continuavam percorrendo todo o meu corpo, me fazendo tremer de prazer.
Depois de um tempo desse tratamento, Fernando me virou, me separando do sócio dele.
— Ajoelha — ele disse. Olhei pra ele. Sabia o que vinha.
Enquanto me ajoelhava, Fernando tirava a cueca dele e posicionava o pau dele na frente do meu rosto. Olhei pra ele e vi que ele tava mandando Roberto fazer o mesmo. O movimento atrás de mim deixou claro que o macho já tava se pelando.
Peguei o pau de Fernando e meti na minha boca. Como sempre, senti que enchia minha boca com aquele pedaço. Realmente sentia falta quando transava com meu marido, que não encaixava tão bem.
Roberto se posicionou do meu lado e pegou uma das minhas mãos, que estavam em volta da vara de Fernando, e a levou até o pau dele. Quando toquei, me arrepiei. O de Fernando, quando eu pegava com as mãos, a cabeça aparecia de tão comprido que era. O de Roberto era mais curto, mas, por outro lado, minha mão não conseguia envolver ele. Era grosso como um spray. Não dava pra ver ele por causa da posição que eu tava e do trabalho oral que tava fazendo, mas o tato não enganava. Era um verdadeiro canhão.
Depois de um tempo, consegui liberar minha boca e virei pra repetir o tratamento no meu novo brinquedo e finalmente pude ver ele por inteiro. Não devia ter mais de 15 cm, mas a grossura era descomunal. Quando tirei a capa, envolvendo ele com as duas mãos, uma Uma cabeça como um pêssego apareceu, e pra enfiar na boca tive que esticar meus lábios até o limite. Quase gozei só de imaginar ela perfurando minha buceta. Depois deixei uma das minhas mãos voltar pros atributos do Fernando pra masturbá-lo devagar. Olhei pro Roberto. A cara de prazer dele era digna de um quadro. Com certeza fazia tempo que não chupavam ele, e olha que já tinham chupado, dado o quanto a esposa dele era puritana.
- Pelo amor de Deus, que prazer, hmmmm, que prazer, ele dizia com os olhos fechados e a cabeça jogada pra trás.
Fui bem gatinha. Me esforcei ao máximo pra agradar os caras que me contrataram. Por dentro, reconheci que o Fernando tinha razão. Eu era uma puta reprimida. Puta como qualquer mulher que quer dinheiro e sexo. Nessa ordem. Só que em vez de tirar a grana do corno do meu marido, que era incapaz de bancar, eu conseguia com outros homens que valorizavam melhor minhas habilidades femininas. E ainda gozava como uma louca.
Finalmente, depois de um bom tempo, eles me fizeram deitar na cama, e o Roberto tirou minha calcinha fio dental, enfiando a cara entre minhas pernas na hora, começando a meter a língua quente e molhada em todos os meus buracos, me fazendo gemer de prazer. O Fernando, sentado do meu lado, tirou meu sutiã e começou a devorar meus peitos com uma fome de verdade. Uma das minhas mãos apertava a cabeça do Roberto contra minha buceta. A outra brincava com as bolas do Fernando, que estavam duras como pedra. Foi inevitável que, com esse tratamento e a morbidez da cena, eu tivesse meu primeiro orgasmo de forma violenta, gemendo e gritando enquanto subia ao sétimo céu. Pensei que ia bater no teto do quarto do jeito que gozei.
Naquele momento, o Roberto se afastou e o Fernando se deitou do meu lado, me fazendo virar até ficar deitada de lado de frente pra ele. As pernas dele se encaixaram entre as minhas, ele ajustou minhas pernas na altura da cintura dele e, pegando o pau furioso com a mão, colocou ele... entre meus lábios da buceta.
Olhei para os pés da cama. Lá estava o Roberto, atento pra não perder nada da cena que tinha na frente dele enquanto batia uma lentamente. Quando o Fernando terminou de se ajeitar, avançou e me empalou por completo, fazendo um grito escapar da minha garganta.
– Shhh, não grita que não é pra tanto – ele disse enquanto tomava conta da minha boca e começava a me bombar como uma máquina, me dominando por completo.
Foi evidente que a situação foi demais pra ele, porque passaram poucos minutos até eu sentir queimando com o esperma dele, gemendo igual um bicho e empurrando como se quisesse tirar o pau dele pela minha boca. Umas 5, 6 sacudidas, e ele ficou ali, totalmente destruído. Depois de uns minutos, virou, saindo de dentro do meu corpo e ficando de barriga pra cima, arfando que nem peixe fora d'água, tentando recuperar o fôlego. O esperma dele começou a escorrer pra fora do meu corpo. Tentei me levantar pra ir ao banheiro, mas o Roberto me segurou. Pegou uma toalha e se dedicou a limpar o esperma do Fernando que saía em jorros da minha buceta. Por fim, tudo se acalmou. Mas não por muito tempo.
O Fernando se levantou.
– É sua vez, Roberto – ele disse, sentando numa cadeira que tinha do lado da cama.
Eu tinha me esquecido por um segundo do porquê estava ali. Tinha que satisfazer dois filhos da puta.
O Roberto subiu na cama e rastejou sobre o meu corpo, começando a beijar meus peitos e meu pescoço, enquanto se apoiava nos cotovelos pra não me esmagar. Quando chegou na minha boca, entreguei ela por completo, e minha língua invadiu ele quase até a garganta, causando uma verdadeira surpresa e excitação nele.
Ele se afastou um momento.
– Se é uma puta mesmo, Lorena – ele disse, enquanto separava minhas pernas e as colocava nos ombros dele. Tentei resistir. Naquela posição, com aquele cano que ele tinha, ia me partir no meio.
– Não, espera, assim vai doer – falei, sem que o filho da puta desse bola, já que tava concentrado em encaixar o brinquedo dele entre meus lábios. vaginais.
- Não, Roberto, espera, não, não uhhhhhhhhhh, foi a última coisa que eu disse quando ele distendeu as paredes da minha buceta de forma selvagem e começou a se enfiar em mim.
- Não se preocupa, que eu sou muito paciente, disse enquanto avançava uns centímetros e voltava a sair, dando tempo pra minha xereca se acostumar. Assim, uma vez e outra, até que finalmente nossos corpos se chocaram. O canhão estava dentro de mim e me preenchia como nunca tinha me preenchido. Só aí começamos a dança sexual de vai e vem, onde os dois corpos se movem como se fossem um só.
Virei a cabeça e vi o Fernando animado igual um moleque, enquanto o pau dele já duro de novo apontava pra cima.
O trabalho do Roberto foi excelente. Aguentou apesar da seca que ele vinha sofrendo e conseguiu arrancar outro orgasmo de mim. Por fim, ele girou me arrastando junto, e eu fiquei montada no pau dele, sendo minha vez agora de me mexer, enquanto ele brincava com meus peitos e via o pau dele saindo e entrando na minha buceta.
Naquele momento, senti uma mão começar a acariciar minha bunda, pra depois começar a dar tapas, primeiro de leve, e depois, ao ver que eu não reclamava, mas pelo contrário, ficava excitada, foi aumentando a força, enquanto um dedo começava a brincar com meu cu, até conseguir se enfiar no meu rabo. Todo esse tratamento fez com que eu acelerasse minha cavalgada, com a consequente alegria do Roberto, que se esforçava pra segurar a porra dele, que seria majestosa, e que eu já queria sentir. Quando dois dedos do Fernando entraram no meu cu, eu perdi o controle total. Nunca tinha me sentido assim. Eu me enfiava no Roberto com desespero. E finalmente senti o pau do Roberto esticar, endurecer, e enquanto ele gritava igual um louco, me abraçou me puxando pra baixo contra o corpo dele, enquanto o esperma dele explodia dentro de mim. Eu também gozei junto com ele, e esse foi meu erro.
No meio do meu orgasmo, perdi a noção de tudo. O prazer, a dor, tudo junto foi demais. É provável que eu tenha perdido o conhecimento por alguns segundos. Já ouvi algumas amigas comentarem que isso já tinha acontecido com elas, mas comigo nunca tinha rolado com meu marido. Quando comecei a voltar a mim, senti uma sensação estranha, que nunca tinha sentido antes. Levei uns minutos pra perceber que, aproveitando minha entrega, o filho da puta do Fernando tinha me enfiado no cu até o talo, e agora tava me serrando pela porta dos fundos como um verdadeiro cavaleiro. Eu tava completamente cheia. Entre a pica do Roberto, que continuava enterrada dentro de mim, e a do Fernando, que tava dura como nunca, entendi o que Fernando queria dizer com um ménage. Era um verdadeiro sanduíche de mulher o que tinha na cama. Tavam me arrebentando pelos dois buracos. E ainda por cima, eu tava adorando. Pra disfarçar, fingi que fui estuprada, fiquei brava, xingando o Fernando por ter se aproveitado de mim sem meu consentimento. E pra piorar, comecei a sentir a pica do Roberto pulsar e endurecer de novo. Era demais. Iam me matar. E eu queria que me matassem. Queria me sentir usada, comida, forçada como nunca antes.
Durante 10 minutos, me amassaram entre os dois. Um ficava parado enquanto o outro me bombava, e depois trocavam os papéis, até que o Fernando não aguentou mais e gozou no meu cu, me lambuzando toda por dentro e por fora, ficando agora sim, totalmente acabado.
O Roberto saiu de debaixo do meu corpo e me fez ficar de quatro, pra depois furar minha buceta com o pau dele, enquanto me montava com vontade.
— Tá gostando, Lore? — ele perguntava no meu ouvido enquanto o corpo dele me cobria e a pica dele me perfurava.
— Sim, tô gostando, tô gostando — falei sem precisar mentir.
— Perdoa o Fernando, ele é um animal. Ele tinha me dito que ia te dar a surra de cu assim que tivesse chance — disse o correto Roberto.
E então eu fiz algo que nem eu esperava.
— E você não tem vontade de me dar também? — perguntei olhando por cima do ombro.
O Roberto ficou pálido.
- É isso que você quer?
- Não foi isso que você pagou? Ficar por dentro? falei.
Roberto tirou o pé de cabra da minha buceta e, subindo um pouco, colocou na entrada do meu cu, que por sorte tinha ficado relaxado e lubrificado pela sessão anterior. De qualquer jeito, aquela garrafa foi difícil de encaixar, até que finalmente entrou até o talo.
- Você é divina, Lore, divina. Se fosse minha mulher, trabalharia dia e noite pra você não faltar nada.
- Só de dia, seu safado. De noite você teria que me comer no cu, falei, abaixando a cabeça até encostar no travesseiro e facilitando a posse total.
Quando senti que ia gozar no meu último orgasmo, o definitivo, minhas mãos buscaram as bolas dele e apertaram com força, fazendo ele me acompanhar na viagem. No fim, caímos os dois esparramados na cama.
Na volta, passei em umas lojas e gastei parte do dinheiro que tinha acabado de ganhar num vestido que precisava pra uma festa que ia ter na semana seguinte.
Quando cheguei em casa, meu marido corno estava vendo TV. Fazendo questão de um cinismo sem vergonha, mostrei o vestido que tinha comprado.
- Sabe de uma coisa, Lorena? – ele disse sorrindo – tô orgulhoso de você. Você é a única que trabalha direto, mantém a casa e ainda consegue economizar pra ficar gostosa. Sério, com você eu tirei a sorte grande, disse enquanto me beijava.
- Por favor, querido. Não fala isso. Te garanto que você merece tudo que eu faço pra gente viver como merece e poder se sentir feliz e satisfeito. E por dentro, pensava enquanto isso: onde é que eu ia guardar os quilômetros de chifre que ia receber daqui pra frente.
4 comentários - Era questão de tempo (final)