Meu nome é Gabriel e tenho vinte anos. Estudo fotografia em Madri há dois anos, embora mal me lembre de mim mesmo sem uma câmera pendurada no pescoço. Acho que o clima lá em casa influenciou muito pra desenvolver a sensibilidade necessária pra me interessar por qualquer estilo de arte: pintura, escultura, música, cinema, fotografia, etc.
Meu pai era um pintor e escultor de certo renome na capital. Dez anos mais velho que minha mãe, foi uma pessoa excepcional. Me ensinou a amar, respeitar, entender a liberdade, a tolerância... Os dotes artísticos dele eram incríveis e ele tinha uma mente privilegiada. O único defeito dele, ou pelo menos o mais visível, era a maldita dependência de cigarro. Vício que me privou da companhia dele aos oito anos de idade, resultado de um câncer de pulmão rápido e fulminante. Mesmo sendo tão novo quando ele morreu, tenho muitas lembranças tanto dele quanto dos ensinamentos dele.
Ele se casou com minha mãe quando ela era muito nova, só dezoito anos, e aos vinte dela e trinta dele eu nasci. Agnes, minha mãe, era uma alemã novinha que tinha chegado na Espanha com a intenção de aprender o idioma e estudar belas artes. Entre os vários trampos dela pra pagar a estadia e os estudos, ela tinha trabalhado como modelo pra pintores, assim se tornou primeiro a musa do meu pai e rapidamente a amante e esposa dele. Uma história meio clichê, mas nem por isso deixa de ser bonita.
Isso nos leva até hoje, onde minha mãe e eu vivemos sem aperto financeiro num loft pequeno no centro da cidade. A herança que meu pai deixou e os trabalhos contínuos que ela ainda faz no mundo da publicidade e da imagem fizeram com que a gente nunca precisasse se preocupar em chegar no fim do mês, tendo no meu caso uma vida muito feliz só manchada pela morte do meu pai. Quanto à relação que tenho com Agnes, diria que dificilmente poderia ser melhor. Tinha sido melhor, além da minha mãe, uma amiga. Eu nunca tinha dado muitos problemas pra ela, e ela sempre me deixou liberdade suficiente pra eu me tornar um homem, me deixando até errar pra aprender a lição.
Tudo ia às mil maravilhas até que lembro de um sábado de manhã, minha mãe me acordou lá pelas onze.
— Acorda, dorminhoco, tenho que te contar uma coisa, vem tomar café.
Meio surpreso, me espreguicei, lavei bem o rosto e fui até a ilha da cozinha americana onde a gente costumava comer. Minha mãe parecia especialmente animada, sorrindo enquanto me preparava um cereal com leite. Logo colocou na minha frente e se sentou num dos bancos, me encarando.
— Dá pra saber o que tá rolando, mãe? — falei com a voz rouca e sonolenta.
— Tenho que te contar uma coisa.
— Isso você já falou quando me arrancou dos braços gostosos do Morfeu — respondi.
Ela sorriu ainda mais e disse:
— Quero que você tenha um irmãozinho, ou irmãzinha, claro!
Aquela afirmação quase me fez engasgar com o cereal, ainda com dificuldade pra engolir, falei:
— Um irmão? Você vai adotar uma criança ou vai casar?
Ela riu e respondeu:
— Nem uma coisa nem outra.
— Então, inseminação artificial ou alguma dessas paradas modernas? — perguntei, cada vez mais surpreso.
— Também não, você sabe que eu gosto de tudo natural, até sou vegana! — exclamou com uma alegria estranha.
Olhei pra ela, completamente perdido com aquela conversa que beirava o surreal, esperando que continuasse a explicação.
— Falei com o Nacho, com o Ignacio Puig, lembra dele? Então, como vou te dizer... enfim, você já é grandinho pra entender essas coisas. Combinamos que ele vai me ajudar a engravidar, e depois nunca vai reclamar paternidade nem nada do tipo se eu conseguir o objetivo.
Claramente, o que minha mãe tava me dizendo de forma eufemística é que Ela tinha pedido pro Ignacio, que ela conhecia, que pudesse foder ela sem proteção por um tempo com a intenção de deixar ela grávida e depois cada um seguir seu rumo. Aquilo era moderno demais até pra mim. Um monte de ideias passavam pela minha cabeça enquanto ela me perguntava:
— Você acha legal, Gabi?
Pensei por uns segundos eternos, verdade que o cara era gente boa, solteiro e marchand de arte, e durante muitos anos sempre foi muito legal tanto com minha mãe quanto comigo. Me incomodava um pouco a ideia de imaginar a cena, vendo minha mãe sentada ali, que aos quarenta anos continuava linda pra caralho, e o amigo dela se divertindo com tudo aquilo, provavelmente rezando pra que ela demorasse o máximo possível pra engravidar, mas fui criado na tolerância e na compreensão, e não podia fazer nada além de apoiar ela.
— Claro que acho legal, mãe, o Nacho é um puta cara foda — respondi finalmente, tentando parecer o mais convencido possível.
— Demais! — exclamou ela num novo surto de alegria — já fizemos exames os dois e estamos saudáveis como um peixe. Além disso, Gabi, pensa que o Nacho é a parte menos importante disso tudo, o bebê vou criar com sua ajuda, sem seu consentimento eu nunca faria.
Olhei pra ela sorrindo pela primeira vez naquela manhã e falei:
— Acho a ideia genial, mãe.
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As semanas seguintes, nove no total, foram estranhas pra caralho pra mim. Toda vez que minha mãe saía de casa e não ia fazer nenhum trabalho de imagem, eu imaginava eles lá, na casa do marchand de arte, trepando que nem coelhos. Foram mais de dois meses em que o tempo parecia não passar pra mim, provavelmente o contrário do que pro Ignacio, que os dias deviam estar sendo bem divertidos. Finalmente, um dia cheguei em casa na hora do almoço depois das aulas e encontrei minha mãe de pé no meio da sala me esperando. Na mão Ela tinha um teste de gravidez e, claro, a cara dela era um livro aberto.
— Conseguimos! — exclamou, dando pulinhos ridículos de alegria, como se fosse uma adolescente numa festa do pijama.
Rapidamente, apertei ela nos meus braços com força, com uma sensação estranha sabendo que um novo membro da família estava a caminho, mas aliviado por ter terminado o processo de inseminação "natural".
— Parabéns, mamãe — sussurrei no ouvido dela enquanto continuava abraçando ela com força.
Pouco depois, estávamos de novo na ilha, comendo um arroz com legumes que ela tinha preparado, quando eu disse:
— Aliás, mãe, queria te pedir uma coisa. Sei que é uma ideia pouco original, até batida, mas adoraria poder tirar uma foto sua a cada mês de gravidez pra ir vendo a evolução do seu corpo. O que você acha?
— Acho uma ideia linda, filho. Vamos começar a partir do terceiro mês de gravidez. O médico me disse há pouco por telefone que até o terceiro mês tudo é muito precário e, na minha idade, eu poderia ter um aborto espontâneo.
— Claro, mãe, vamos começar a partir do terceiro mês. E não se preocupa, tenho certeza de que vai dar tudo certo.
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Chegamos rápido ao mês da tranquilidade. Viemos do ginecologista felizes porque estava tudo dando certo. O batimento do bebê estava forte e saudável, e os exames da minha mãe tinham saído perfeitos. Me vesti confortável com um moletom de ficar em casa e me joguei literalmente em cima do sofá, pronto pra ver um pouco de TV. Pouco depois, minha mãe apareceu também vestida do jeito mais confortável possível, exibindo uma calcinha preta e, na parte de cima, uma camisa grande como camisola, uma peça de roupa que tinha sido do meu pai e que ela guardava com todo carinho.
Agnes tinha um metro e setenta e oito, cem por cento alemã, e naquela época usava o cabelo meio curto e loiro bem claro. Longe de ficar pior que o cabelo comprido, esse penteado favorecia ela, destacando suas feições bonitas e marcadas e deixando ver aqueles olhos azuis enormes. As sobrancelhas eram finas e mais escuras que o cabelo, o nariz fino e estreito, e as maçãs do rosto no tamanho perfeito. Os lábios eram levemente grossos, sensuais, e o maxilar meio quadrado denunciava a origem germânica, mas ainda assim linda. Era realmente gostosa de rosto, não me surpreendia nada que ela tivesse conseguido ganhar bem a vida como modelo de marcas no mundo da publicidade. O que acompanhava o rosto era igualmente apetitoso: a dieta vegana e o yoga tinham moldado o corpo dela, transformando-a numa mulher de quarenta anos absolutamente deslumbrante. Os peitos eram firmes e bem colocados, embora não fossem especialmente grandes. A cintura fina e fibrosa terminava nuns quadris marcados que precediam uma bunda espetacular, firme e bem posta como a de uma vintenária, sem um átomo de gordura ou celulite. As pernas eram longuíssimas, intermináveis, bonitas, esbeltas e completamente tonificadas, com umas panturrilhas fibrosas acostumadas a saltos altos.
Fiquei olhando para ela um tempão besta, com aquela camisa que não podia ficar mais sexy, e xingando o Ignacio pela primeira vez quando falei:
— Que tal começarmos com as primeiras fotos da gravidez? Agora que já passaram os três meses, é o momento ideal.
Ela não pensou duas vezes e respondeu:
— Perfeito! Onde você quer fazer, aqui mesmo?
— Melhor ali, que vamos ter uma luz melhor — falei, apontando para uma parte da sala muito bem iluminada graças a uma claraboia.
Obediente, ela foi até a área enquanto eu ia um instante no meu quarto pegar a réflex e escolher um par de lentes que achei adequadas para a sessão de fotos. Fiquei a uns dois metros dela, já apontando a câmera enquanto dava instruções básicas:
— Levanta a camisa para aparecer a barriguinha… assim, muito bem… perfeito… vira um pouquinho para o lado. Sua esquerda... agora olha direto pra câmera... genial...
Ela continuou obedecendo minhas instruções enquanto eu a bombardeava de fotos pra depois selecionar as melhores.
— Muito bem, mãe, dá pra ver que você entende disso — eu dizia.
— Dá pra ver que você vai ser um grande fotógrafo — ela respondia sorrindo, me mostrando aqueles dentes lindos e alinhados.
Continuei um tempão disparando com a câmera reflex até me dar por satisfeito.
— Genial, já consegui, mãe, é só isso por esse mês.
Na hora ela deixou a camisa cair, meio cansada de ter que ficar levantando ela mostrando a barriga, quando eu sugeri:
— Uma última coisa, mãe, que tal a gente tirar suas medidas também? Assim a gente sabe exatamente como seu corpo vai mudando durante a gravidez.
Ela ficou me encarando uns segundos, meio perplexa, por um momento achei que tinha pisado na bola, mas logo reagiu me respondendo:
— Ótima ideia! Deixa eu ir colocar um sutiã, porque não tô usando nada por baixo da camisa.
— Perfeito! Espero aqui, mas nada de enchimento, senão vai adulterar os resultados, hein — falei, ansioso pra saber algo que sempre quis na vida: as medidas da minha mãe.
Em menos de cinco minutos ela voltou pra sala, tendo trocado a camisa por um sutiã preto fininho, combinando com a calcinha, tão pequeno que marcava os bicos dos peitos, que pareciam durinhos.
— Tá bom assim?
— Assim tá perfeito — consegui responder, meio impactado com a aparência incrível dela de lingerie.
Abri uma gaveta do móvel da sala e voltei rápido com a fita métrica de papel, fiquei atrás dela e indiquei:
— Levanta os braços pra eu medir seu busto.
Ela fez na hora e eu enrolei aquele pedaço de papel das costas dela, passando pelos peitos e voltando pro ponto de partida.
— Olha, não se mexe, mãe, perfeito, continua com os braços pra cima.
Repeti a ação na cintura e depois no quadril. bunda, quando terminou, me perguntou impaciente:
—E aí? Sou uma vaca ou o quê?
—87-59-90, você devia se inscrever em concursos de supermodelo em vez de fazer propaganda de creme hidratante ou tintura.
—Não seja bobo! — disse ela rindo, obviamente satisfeita com aqueles números espetaculares numa “coroa”.
—De qualquer jeito, isso não vai durar muito, por mais que eu me cuide, em uns meses viro uma elefanta — completou.
Eu sorri de resposta e fui rápido pro banheiro com a desculpa de que tava morrendo de vontade de mijar. Quando cheguei, abaixei a calça de moletom e a cueca, liberando, pra minha preocupação e surpresa, uma ereção daquelas.
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Passou um mês bem tranquilo, onde tentei não pensar muito na minha reação durante a sessão de fotos com a minha mãe. Era uma quinta à tarde, eu já tinha vestido o pijama, achando que não ia sair mais de casa, e minha mãe tava pelos cantos da casa fazendo uns serviços de limpeza, vestindo um short e uma camiseta regata branca larga.
—Mãe, já faz um mês, como cê tá pra tirar umas fotos?
—Tá bem, filho, termino de limpar a bancada aqui e a gente começa.
Enquanto ela terminava, fui pegar a câmera e, igual da última vez, passamos a meia hora seguinte na sala tirando as fotos. Quando acabamos, falei:
—Agora só falta te medir.
—Beleza, deixa eu vestir a mesma roupa da outra vez.
Ela foi se trocar no quarto e, pela primeira vez, me senti nervoso, impaciente. Poucos minutos depois, apareceu de novo vestindo aquele conjunto de lingerie tão gostoso, veio direto na minha direção e, virando de costas enquanto levantava os braços, disse:
—Pode começar.
A vista das costas e da bunda dela era maravilhosa, quase tremendo, passei a fita métrica em volta dos peitos dela enquanto sentia meu membro, apesar dos esforços, começava a crescer de novo. Quando terminei com a bunda dela, minha ereção já estava descomunal, tão bruta que pra disfarçar por baixo daquele pijama tive que tirar a ponta e prender com o elástico da calça, tampando com a camiseta por cima.
—88-61-90 —gaguejei.
—Bom, pelo menos a bunda não cresceu —ela disse rindo.
—Vamos ver no quinto mês como eu tô —finalizou.
Sem dizer nada, guardei a fita métrica como pude, todo desconfortável com o tesão que tava, e pegando a câmera fui direto pro meu quarto. Meu pulso tava meio acelerado, e embora não quisesse ficar pensando muito naquela reação nova, a verdade é que eu tava com um puta calorão. Me estiquei na cama e liberei meu sabre com a intenção de bater uma rápida quando de repente ouvi um grito vindo da sala.
Me vesti de novo como pude, disfarçando o estado do meu brinquedo, e saí voando. Quando cheguei, vi minha mãe de joelhos no chão, gritando e chorando enquanto dizia:
—Gabi, tô com dor, tô com muita dor!
Histérico, consegui ajudar ela a se levantar enquanto tentava acalmá-la. Levei ela direto pro quarto dela e ajudei a vestir o primeiro vestido que encontrei e umas sandálias. Coloquei uma calça jeans por cima da bermuda do pijama e nem troquei a parte de cima quando já estávamos no elevador a caminho do estacionamento, prontos pra ir pro pronto-socorro de carro.
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O prognóstico do ginecologista depois de vários dias de exames não tinha sido terrível, mas também não era bom. Minha mãe tava com uma gravidez de risco por causa de um pequeno fibroma no útero, uma espécie de tumor benigno. Isso fazia com que o acompanhamento médico tivesse que ser bem rigoroso, e o mais preocupante é que, apesar de não ser grave por enquanto, o fibroma causava umas dores do caralho. Finalmente o médico decidiu medicar ela pra superar o dor e que ela pudesse dormir, receitando Tryptizol e Diazepam, convencido de que se fizessem os exames necessários, o feto não sofreria nenhum dano.
A verdade é que os medicamentos funcionaram muito bem para aliviar as dores e permitir que ela dormisse, embora os efeitos colaterais fossem um pouco fortes. Deixavam ela bem grogue, como sedada o dia inteiro, e à noite ela se deitava bem cedo, já que sentia sono a toda hora. Os dias passaram e, felizmente, os efeitos colaterais diminuíram um pouco sem deixar de funcionar como terapia contra a dor, a coisa ia bem.
Era um dia de semana quando vi que o calendário marcava que já estávamos no quinto mês de gravidez. Jantamos bem cedo, umas oito horas. No final, perguntei se ela topava que eu tirasse as fotos e fizesse as medidas como havíamos combinado, mesmo sem luz natural no loft, era fácil resolver com um simples foco ou até o flash.
— Tá bom, filho, vou vestir a roupa de sempre e a gente termina rápido, que tô morrendo de sono — respondeu.
Eu estava preparando nosso set de fotografia improvisado de sempre quando ela apareceu direto vestida com aquele conjunto de lingerie preta. Rezei pra não sentir nada, me concentrando em qualquer outra coisa que não fosse o corpo dela, embora eu reconheça que ela continuava espetacular. A figura dela quase não tinha mudado desde a última vez, só um pouco na barriga. Tirei as fotos de praxe o mais rápido possível, porque via minha mãe bem cansada, e logo peguei a fita métrica pra medir ela.
— 88-63-90, já dá pra notar a barriguinha — falei com carinho.
— Perfeito, vou esticar um pouco no sofá — ela disse com a voz bem anestesiada.
Colocamos um reality na TV e da minha poltrona vi de canto de olho que ela logo apagou. Me senti bem feliz por ter conseguido me controlar na hora das fotos e das medidas, mas vendo ela ali esticada no sofá, ainda vestida com Aquela lingerie fez meu cérebro reagir na hora, ativando outras partes da minha anatomia.
Porra, como você é gostosa, mãe, não pude evitar pensar. Decidi ir para o quarto, mas antes cobri ela com um cobertor para não sentir frio, com cuidado para não acordá-la. Já no meu quarto, minha ereção tinha crescido visivelmente, peguei no meu pau com uma mão e comecei a me masturbar devagar, pensando em garotas da universidade, em atrizes famosas, em qualquer coisa, mas quando me distraía, as imagens da minha mãe de lingerie invadiam meu cérebro de repente, sem permissão. Aquilo me dava nojo, mas quanto mais tentava me concentrar em outras mulheres, mais minha mãe aparecia nos meus pensamentos, era como uma verdadeira luta interna. Continuei naquela batalha até perceber que ela tinha tomado conta do processo por completo, gozando quase de surpresa com uma imagem fixa dela me fazendo um boquete. O orgasmo foi sujo, mas tão forte que tive que me segurar para não gemer muito alto, sujando minha barriga com pequenos rios de porra.
Na manhã seguinte, tomei banho e me vesti pronto para ir para a aula quando, ao sair para a sala, percebi que minha mãe ainda estava dormindo no sofá, coberta com o mesmo cobertor que eu mesmo tinha colocado nela na noite anterior. Aproximei-me dela e, com cuidado, tentei acordá-la, mas era inútil, o sono dela era profundíssimo. Depois de sacudi-la um pouco, consegui que ela começasse a abrir os olhos timidamente.
— Onde estou? — ela disse arrastando as sílabas.
— No sofá, mãe, não lembra? Ontem você ficou dormindo aqui.
— Não lembro de nada — respondeu claramente confusa.
— A gente estava tirando as fotos e medindo você, e depois você apagou vendo o reality.
— As fotos?... não lembro de nada... só de que estávamos jantando — insistiu falando com certa dificuldade.
— Bom, não se preocupa, você estava exausta. Vou para a aula, a gente se vê na hora do almoço — falei sem dar importância demais pra isso, me despedindo com um beijo na bochecha.
A verdade é que nos dias seguintes coisas parecidas aconteceram com ela: ao acordar, esquecia boa parte do que tinha feito na noite anterior. Por fim, como precaução, decidimos adiantar a visita ao ginecologista.
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—Não se preocupem com nada, é algo perfeitamente normal. Chama-se amnésia anterógrada: pouco depois de tomar a medicação, algumas pessoas não lembram o que fazem até descansar sete ou oito horas. Por isso recomendamos tomar o remédio na hora do jantar e ir dormir logo depois, mas insisto, é algo absolutamente normal — nos tranquilizou o doutor Palazo.
—Então, o senhor está dizendo que depois de tomar a medicação eu posso não lembrar o que faço até ir pra cama? — insistiu minha mãe.
—Isso mesmo, é normal que aconteça. As pessoas não lembram que foram dormir, que tiveram uma conversa ou o que estavam vendo na televisão. Se esse efeito incomoda, pode adiar a toma dos comprimidos, mas corre o risco de dormir mais tarde e as dores voltarem.
Saímos do consultório surpresos com as explicações do médico, mas com certeza muito mais tranquilas por saber que era algo completamente benigno. Os dias foram passando e minha mãe, embora estivesse menos cansada durante o dia, ao cair da noite se sentia exausta e sonolenta. Também não passou aquela estranha amnésia noturna, mas não dávamos a menor importância.
—Mãe, já estamos no sexto mês, se prepara pras fotos e medições — falei por volta das nove e meia da noite.
—Ok, Gabi, mas rápido, porque já faz uma hora que tomei os comprimidos e não sei nem onde tenho a cabeça.
Feito um verdadeiro voyeur, eu olhava o corpo da minha mãe através da lente da câmera, uma silhueta que, semana após semana, mudava aos poucos, não demais graças à Dieta e a constituição dela. Depois das fotos, me coloquei atrás dela com a fita métrica, observei como minha mãe estava tão cansada que até custava levantar os braços pra eu poder medi-la. Passando o papel em volta do busto dela, pude notar os peitos dela através daquele sutiã fino, sem dúvida estavam mais duros e turgentes. Ao repetir a ação na bunda dela, também aproveitei disfarçadamente pra apalpar as nádegas, ligeiramente maiores, mas absolutamente desejáveis.
—90-65-91.
—Bom, me crescerem as tetas também não seria ruim — disse entre risadas, apesar de estar mais dormindo que acordada.
Ouvir minha própria mãe dizer isso me matou. Por trás dela, as medições tinham me deixado ainda mais excitado que o normal, tinha a pica tão dura que parecia capaz de rasgar a calça do pijama. Como num impulso, me aproximei dela até que meu pau batesse na bunda dela, separados só pelas roupas finas, e minhas mãos, quase como autômatos, foram direto agarrar suavemente os seios dela, apertando-os com delicadeza.
—A verdade é que tão ficando umas tetas boas — sussurrei enquanto as apalpava por cima do sutiã.
Ela ficou sem reagir, completamente parada, enquanto eu continuava amassando os peitos dela e esfregando meu mastro na bunda espetacular dela. Segui uns segundos gloriosos passando a mão nela, sentindo os bicos dos peitos dela através do tecido, até que ela me disse com grande dificuldade, fanhosa:
—Gabi, o que você tá fazendo?
Na hora, voltei a mim e me afastei dela num movimento rápido enquanto respondia:
—Nada, mãe, vou dormir, já terminamos a sessão.
Saí correndo pro meu quarto, nervosíssimo pelo que aconteceu, mas ainda com tesão. Liberei meu sabre com dificuldade e comecei a bater uma punheta com furor, enquanto não parava de pensar em tomara que minha mãe não lembrasse de nada no dia seguinte. Nem a angústia pelo ocorrido nem a culpa impediram que eu gozasse em cima da colcha da cama em menos de cinco minutos. minutos.
Aquela noite dormi muito mal, angustiado pelo que aconteceu, assustado com as consequências que poderia ter. O relacionamento com minha mãe sempre foi excelente e o que aconteceu era difícil de justificar. Posso garantir que, até ela engravidar, nunca senti nenhum tipo de atração por ela, e me excitar com minha própria mãe me corroía por dentro como madeira cheia de cupins.
Na manhã seguinte, hesitante, lavei o rosto como de costume e fui para a cozinha tomar café. Quando cheguei, encontrei ela sorrindo, preparando um cereal com leite de soja.
— Bom dia, filho, dormiu bem?
Aquela única frase foi suficiente para saber que ela não lembrava de nada do que aconteceu.
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As semanas seguintes foram uma luta constante para controlar meus impulsos, mas consegui que passassem da forma mais normal possível. Íamos frequentemente ao médico para fazer exames de sangue e testes para garantir que a medicação não estivesse afetando o feto de nenhuma forma. O fibroma continuava lá, mas graças aos remédios, Agnes quase não sentia dor.
Vendo minha mãe pela casa sempre com roupas confortáveis, podia notar como o corpo dela estava mudando muito mais rápido. A grossura das pernas tinha aumentado um pouco, assim como a bunda esplêndida dela, que estava mais carnuda; a barriga já era bem evidente e os peitos, sem dúvida, tinham crescido. Curiosamente, quanto mais ela se afastava da perfeição física, mais tesão eu sentia. Vê-la tão voluptuosa era como viver numa fantasia erótica constante. Eu tinha certeza de que não aguentaria outra das nossas sessões mensais e decidi bancar o "desentendido", mas poucos dias depois que ela passou do sétimo mês de gravidez, foi ela quem me lembrou:
— Gabi, esse mês temos pendente tirar as fotos — disse ela enquanto jantávamos uma salada e torradas com homus.
— Claro. Mãe, depois do jantar, se você quiser, eu tiro as fotos pra você.
—Ok, mas vamos fazer logo depois, porque senão eu viro uma espécie de zumbi — ela comentou.
Aquilo me deixou bem preocupado, não só íamos fazer a sessão, mas provavelmente o efeito da medicação ainda não ia ter batido forte, eu tinha que me controlar de qualquer jeito. Depois do jantar, me enfiei no sofá na frente da TV, me fazendo de desentendido de novo, na esperança de que ela já tivesse esquecido das fotos, mas dez minutos depois ela apareceu na sala vestida com aquela lingerie preta, tipo um uniforme. Ela parecia extremamente pequena no corpo dela por causa do aumento de todas as curvas, o sutiã mal conseguia cobrir os peitos novos e grandes e marcava claramente uns bicos durinhos como mísseis, e a calcinha lutava pra não deixar à mostra umas bundas carnudas e exuberantes. A barriga dela tava maior e mais redonda, com a pele tão esticada que o umbigo tinha virado pra fora.
—Quando você quiser — ela se ofereceu, com o sorriso de sempre na boca.
—Já vou, pegar a câmera e o resto — respondi.
Quando entrei no meu quarto, percebi que a excitação já tinha feito o meu pau reagir, deixando ele meio duro.
Porra, Gabi, a gente nem começou e você já tá de pau duro, pensei.
Meio agoniado, tirei o short do pijama e vesti uma cueca boxer justa pra colocar a calça por cima de novo, achei que a cueca ia ajudar a disfarçar o tesão.
Reduzi ao mínimo o tempo das fotos, mal tinha tirado umas dez quando falei:
—Hoje ficaram perfeitas, mãe, com isso já dá até o mês que vem.
Eu ia me mandar, nunca foi tão certeiro, quando já indo pro meu quarto ela disse:
—E as medidas?
—Ah, é verdade! Esqueci! — disfarcei com a graça do pior dos atores.
Voltei com a fita métrica de papel e, como a gente fazia sempre, me coloquei atrás enquanto ela levantava os braços, dessa vez ela parecia bem mais desperta do que das últimas vezes. Com força de vontade de aço, medi as partes da anatomia dela sem fazer nenhum movimento suspeito, suando e quase tremendo.
— 92-69-93 — falei quase prendendo a respiração, sentindo meu pau prestes a explodir.
— Bom, não está tão ruim, ainda não sou um gnus — respondeu simpática e divertida como sempre.
Sem dizer mais nada, desejei boa noite e, depois de guardar tudo, fui direto pro meu quarto. Estirado na cama, os remorsos pela minha tesão voltavam a me sacudir por dentro enquanto meu piru parecia ter cérebro próprio, cada vez mais duro.
Não! Chega! Você não pode sentir isso pela sua própria mãe! Você é um doente!, dizia pra mim mesmo.
Acabou a punheta pensando nela!, ordenei mentalmente com toda a convicção que consegui.
Fiquei assim, sem exagero, quase uma hora sem conseguir que a ereção baixasse sozinha nem tirar a imagem da minha mãe da cabeça. Enojado, decidi ir pra cozinha pegar um pedaço de queijo pra ver se com a sobremesa tardia conseguia pensar em outra coisa. No caminho da cozinha, vi minha mãe completamente dormida no sofá, deitada e ainda vestida com aquela lingerie minúscula. Como um ladrão de quinta categoria, me aproximei dela sorrateiramente e me acomodei no pouco espaço que o corpo dela deixava no sofá, bem na frente dos peitos dela. Ela nem se mexeu. Coloquei minha mão suavemente no ombro dela e a sacudi com cuidado.
— Mãe, você caiu no sono — sussurrei.
Ela continuou sem dar o menor sinal de consciência enquanto eu sentia meu lado sombrio tomando conta de mim aos poucos.
— Mãe?! — insisti, levantando a voz.
Percebi que ela estava completamente dopada, e pensei que, mesmo que acordasse na manhã seguinte, não lembraria de nada. Meu coração batia tão forte que parecia uma taquicardia. Ela parecia uma deusa ali estirada, uma espécie de presente. Com o maior cuidado, levei uma das minhas mãos e comecei a acariciar o peito mais próximo de mim, certificando-me de que ela continuava em estado vegetativo. Aos poucos fui me animando e as carícias foram se transformando em amassos, apalpadelas de verdade. Ela nem se mexia com aqueles toques enquanto eu sentia uma ereção tão violenta que doía presa dentro da roupa. Com a mão livre, abaixei a calça do pijama e a cueca até os joelhos enquanto com a outra consegui habilmente enfiar a mão por dentro do sutiã, apalpando o peito dela sem o tecido no meio, até beliscando aquele mamilo que por causa da gravidez estava sempre duro como uma torre de comunicação. Continuei tocando o peito dela enquanto lentamente comecei a me masturbar, subindo e descendo a pele bem devagar.
Como você me deixa tesudo, mãe.
Ao ver que nem com tudo aquilo ela reagia, decidi mudar de parte do corpo e com cuidado levei a mão que não batia punheta até as coxas dela, acariciando primeiro para depois enfiar entre elas e começar a esfregar delicadamente a buceta dela por cima do tecido da calcinha. Aquilo me deixou tão tarado que senti o ritmo da masturbação subir inconscientemente.
— Mmm — balbuciou pela primeira vez minha mãe, meio desconfortável, mas longe de acordar.
— Shh, mãe, calma, não tem nada, sou eu — sussurrei para relaxá-la enquanto continuava acariciando a buceta dela fazendo pequenos círculos com os dedos.
Consegui enfiar a mão também meio desconfortavelmente por dentro da roupa íntima e cheguei até o clitóris dela, aquilo já estava começando a ser demais para mim. Apalpando com cuidado, notei que minha masturbação estava chegando na velocidade máxima, sem tirar a mão das partes dela me ajoelhei no tapete do chão, deixando minha glande a poucos centímetros da barriga dela e com duas últimas e profundas sacudidas gozei em cima dela, enchendo-a completamente de porra entre grandes espasmos. Foi dificílimo para mim disfarçar meus gemidos de puro prazer, mas ela Continuou dormindo, tranquila como eu estava. Aos poucos, recuperei o fôlego, arrumei direitinho a calcinha dela e, pegando a parte de cima do pijama como se fosse um pano improvisado, limpei a barriga dela com cuidado. Cobri ela com um cobertor, como sempre fazia quando ela dormia no sofá, e fui pro meu quarto.
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Nas duas semanas seguintes, mal tive tempo de me sentir culpado por ter me aproveitado da minha mãe. As dores voltaram e ficaram bem fortes; ela até teve que ficar uns dias internada pra fazer exames e ficar sob controle. Eu tava sentado numa cadeira no quarto de hospital dela, fazendo companhia, quando o doutor Palazo entrou:
— Os exames não foram tão ruins, Agnes. As dores voltaram só porque o bebê tá crescendo mais rápido nestes últimos meses, e isso obviamente faz ele pressionar o fibroma com mais força. Infelizmente, o que a gente pode fazer é ajustar a medicação, chegar num ponto em que o bebê não corra risco, mas você consiga viver mais confortável, com o mínimo de dor possível. O mais provável é que, por causa disso, o parto adiante umas duas semanas. Mas não é nada preocupante, pode acreditar. Só posso adiantar que vai ser cesárea, não podemos arriscar.
— Então, doutor, a gente vai poder ir pra casa logo? — perguntei.
— Ainda hoje vou dar alta e passar as novas receitas. Cuida bem dela, nada de esforço demais, e qualquer complicação, venham direto me ver.
Nas semanas seguintes, fiquei tão em cima dela que consegui esquecer o que tinha rolado no sofá. Por sorte, o ginecologista era um puta expert, e minha mãe voltou a viver quase sem incômodos, mas de novo muito cansada e sonolenta por causa da medicação. Chegamos no oitavo mês de gravidez, e nós dois estávamos na cozinha preparando o jantar. Enquanto eu descascava umas cenouras, ela temperava o caldo. Fervendo para a sopa que íamos preparar. Mesmo com a gravidez sendo meio complicada, ela estava radiante, linda pra caralho vestindo aquela camisa que, mesmo sendo bem larga, se ajustava na barriga enorme dela e uns culotes azul-marinho colados na pele.
— Agora sim, nada esconde sua barriga, hein, mãe?
— Cala a boca, cala a boca, me sinto uma elefanta.
— Mas se você tá linda pra caralho — falei sorrindo.
— O que você vai me dizer, meu filho, que pareço uma baleia? Sinto como se pesasse mil quilos, e ainda por cima o dia todo lesada por causa da medicação.
— Não se preocupa, mãe, falta pouco, você ouviu o médico. Depois do jantar vou fazer o que parece ser a última sessão de fotos e vou te medir, tá bom pra você?
— Tá bom, Gabi, mas não estranha se eu cair no sono em pé.
Durante o jantar, vi como minha mãe tava com dificuldade pra manter uma conversa, até parecia que exigia um esforço danado pra segurar a cabeça erguida. Terminamos e eu tirei os pratos da mesa, deixando na pia da cozinha.
— Depois eu lavo, mãe, mas vamos fazer as fotos antes que você não consiga nem levantar.
— Tá certo, filho, é melhor assim.
Fui rápido pra caralho pegar a câmera enquanto ela ia pra parte da sala que a gente tinha virado quase um estúdio de fotografia.
— Beleza, desabotoa um pouco a camisa e levanta ela pra aparecer a barriguinha.
Ela obedeceu, meio com dificuldade, levantando a camisa até a altura dos peitos e mostrando a barriga enorme de oito meses. O corpo dela tinha mudado bastante, mas meus pensamentos safados por ela voltavam com mais força do que nunca. Poucos minutos depois, terminei as fotos e falei:
— Pronto, agora só falta te medir.
— Ok, filho, mas tô moída demais pra me trocar, me mede por cima dessa roupa mesmo, por favor.
Isso me desanimou um pouco, mas sem ter argumento contra a ideia dela e vendo o estado que ela tava, fui pegar a fita métrica e me Fiquei atrás dela. Fiz umas duas ameaças de medir por cima da camisa e só com isso meu pau ficou tão duro por baixo do pijama que até tive que me afastar uns centímetros pra não bater na bunda dela.
— Isso não vai dar certo, mãe, essa camisa é muito grossa e não deixa eu medir direito — argumentei.
— O melhor é tirar ela.
Ela processou o que eu disse por uns segundos, bem confusa e atordoada, até que finalmente respondeu:
— É que eu não tô de sutiã, filho.
— Não se preocupa, mãe, vai ser bem rápido, é só um momentinho.
Por trás, ajudei ela a desabotoar a camisa e com cuidado tirei, deixando cair primeiro pelos ombros e depois pelos braços até ela bater no chão. A visão das costas nuas da minha mãe, com aquela bunda impressionante coberta só por uma calcinha, fez meu pau dar um espasmo.
— Muito melhor — falei, quase fora de mim.
Passei devagar a fita métrica pelo busto, aproveitando cada segundo e cada roçada na pele, os peitos dela pareciam enormes. Repeti na cintura e finalmente naquela bunda deslumbrante.
— 93-73-94.
Minha mãe estava tão atordoada que nem comentou os novos números, ficou parada ali, sem fazer menção de se vestir de novo com a camisa. Larguei a fita métrica e, sem pensar muito, tirei a parte de baixo do pijama, deixando à mostra uma ereção quase desproporcional. Ela ainda estava de costas pra mim, sem fazer nada, quando com cuidado aproximei meu pau e apertei contra as nádegas dela, maiores mas igualmente firmes, separadas de mim só por aquela calcinha fina. Vendo que ela continuava sem reagir, comecei a esfregar ele na bunda dela enquanto minhas mãos acariciavam suas costas devagar até chegar nas glândulas mamárias nuas e enormes.
— Agora sim que ficaram umas tetonas boas — falei sem vergonha.
Ela não fez nada, nem respondeu nem pareceu incomodada com a situação. situação, ela simplesmente estava ausente enquanto eu continuava passando a mão nela à vontade, beliscando de novo aqueles peitos durinhos como mísseis. Continuei apalpando ela por um tempo até que decidi pegar a única peça de roupa que ainda estava nela e com cuidado puxei até os tornozelos para tirar de vez pelos pés. Ela parecia me ajudar a despir ela de forma automática.
—E que rabão de dançarina de bachata que ficou, mamãe —falei enquanto acariciava as nádegas agora nuas sem parar de esfregar o pau nela.
Continuei passando a mão sem parar, enquanto com uma mão brincava com os peitões dela, a outra já estava no sexo parcialmente depilado, brincando com o clitóris e a bucetinha com cuidado.
—Não sabia que você aparava a buceta —sussurrei mais tarado do que nunca enquanto continuava apalpando ela.
Naquele momento ela pareceu querer me dizer algo, mas da boca dela só saíram uns gemidos incompreensíveis. Naquela hora eu estava tão excitado que sabia que não tinha volta. Devagar, levei ela até um móvel da sala, sempre guiando ela por trás, inclinei ela um pouco e coloquei com todo carinho as mãos dela em cima dele, inclinando ela mais e deixando ela de pé levemente de quatro. Vendo a bunda dela na minha frente manchada com meu líquido pré-seminal, fiquei ainda mais excitado, coloquei meus pés por dentro dos dela e abri ligeiramente as pernas dela até alcançar a altura ideal que eu queria. Agarrei ela pela cintura e procurei com a ponta do meu pau a entrada da buceta dela, encaixando a cabeça no buraco da caverna dela enquanto dizia:
—Você está uma gostosa, mamãe, não faz ideia do tempo que passei imaginando esse momento.
Bem na hora ela pareceu reagir um pouco, se mexeu desconfortável enquanto respondia arrastando as sílabas, tão drogada que mal consegui entender:
—Filho, o que você está fazendo comigo?, sou sua mãe…
—Calma, mamãe, não tem nada, sou eu, tá tudo bem —tranquilizei ela com a voz que usaria para cantar uma canção de ninar para uma criança.
Sem conseguir me dizer só de apertar um pouquinho contra a buceta dela e sem muita dificuldade, meu pau conseguiu se enfiar devagar naquele canal celestial.
— Ah, sim, mamãe, que tesão você me dá.
Me ajudando com as mãos que ainda estavam nos quadris dela e na cintura, continuei penetrando ela com cuidado, aproveitando cada atrito, cada segundo. Sentia minhas bolas roçando na bunda dela enquanto conseguia meter mais fundo, e aquilo me matava de prazer.
— Porra, que gostoso, mamãe, que gostoso!
As estocadas foram aumentando de ritmo e força enquanto, com uma mão, eu acariciava a buceta dela por trás e, com a outra, agarrava os peitos que balançavam no ritmo da foda. Ela parecia querer dizer algo, mas em nenhum momento resistia, entregue a qualquer coisa que eu fizesse.
— Adoro, adoro, adoro! — eu gritava entre gemidos de puro prazer.
Ela também gemia, quase imperceptível, provavelmente mais de desconforto do que de prazer, mas eu estava tendo a melhor transa da minha vida.
— Como você me deixa doido, mamãe, como você se mexe bem. Aposto que o Nacho se divertiu pra caralho te deixando prenha.
Eu tava fodendo ela com tanta força que sentia ela instintivamente se levantar na ponta dos pés pra manter o equilíbrio, e o móvel onde ela tava apoiada vibrava. Minhas bolas batiam com força no cu dela, e as sacudidas ficavam cada vez mais fortes e profundas.
— Filho, para, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo? — ela disse de novo, quase ininteligível.
— Calma, mamãe, já tô quase terminando, vou gozar, porra! Queria saber o que o Nacho sentiu todas aquelas semanas! — gritei quase tão alto quanto gemia, como se jogasse na cara dela.
Minhas mãos, que tinham aproveitado cada canto do corpo dela, voltaram pros quadris, e numa última penetração, chegando até o fundo da caverna dela, gozei entre vários espasmos e rios de porra.
— Ahhh, siiiim! Siiiiiiiiiiim! — gritei descontrolado com o orgasmo mais brutal da minha vida.
Mantive meu pau alguns segundos dentro dela. até que recuperei as forças e consegui controlar minha respiração, peguei na mão dela e, como se fosse uma sonâmbula, levei ela até o banheiro dela. Limpei ela com cuidado e vesti com uma camisola e uma calcinha limpa. Ela tava com o olhar perdido, não sabia se tava acordada ou num sonho. Acompanhei ela até a cama e cobri ela enquanto dizia:
— Doces sonhos, mamãe, amanhã você não vai lembrar de nada.
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Ao ver que na manhã seguinte ela acordou alegre e animada como sempre, sem a menor lembrança do que aconteceu, minhas visitas noturnas ao quarto dela se tornaram frequentes e variadas até que minha irmã Anke nasceu de cesárea. Embora o que eu fiz provavelmente fosse uma monstruosidade, foram os melhores dias da minha vida. Minha obsessão pela minha mãe nunca terminou.
Meu pai era um pintor e escultor de certo renome na capital. Dez anos mais velho que minha mãe, foi uma pessoa excepcional. Me ensinou a amar, respeitar, entender a liberdade, a tolerância... Os dotes artísticos dele eram incríveis e ele tinha uma mente privilegiada. O único defeito dele, ou pelo menos o mais visível, era a maldita dependência de cigarro. Vício que me privou da companhia dele aos oito anos de idade, resultado de um câncer de pulmão rápido e fulminante. Mesmo sendo tão novo quando ele morreu, tenho muitas lembranças tanto dele quanto dos ensinamentos dele.
Ele se casou com minha mãe quando ela era muito nova, só dezoito anos, e aos vinte dela e trinta dele eu nasci. Agnes, minha mãe, era uma alemã novinha que tinha chegado na Espanha com a intenção de aprender o idioma e estudar belas artes. Entre os vários trampos dela pra pagar a estadia e os estudos, ela tinha trabalhado como modelo pra pintores, assim se tornou primeiro a musa do meu pai e rapidamente a amante e esposa dele. Uma história meio clichê, mas nem por isso deixa de ser bonita.
Isso nos leva até hoje, onde minha mãe e eu vivemos sem aperto financeiro num loft pequeno no centro da cidade. A herança que meu pai deixou e os trabalhos contínuos que ela ainda faz no mundo da publicidade e da imagem fizeram com que a gente nunca precisasse se preocupar em chegar no fim do mês, tendo no meu caso uma vida muito feliz só manchada pela morte do meu pai. Quanto à relação que tenho com Agnes, diria que dificilmente poderia ser melhor. Tinha sido melhor, além da minha mãe, uma amiga. Eu nunca tinha dado muitos problemas pra ela, e ela sempre me deixou liberdade suficiente pra eu me tornar um homem, me deixando até errar pra aprender a lição.
Tudo ia às mil maravilhas até que lembro de um sábado de manhã, minha mãe me acordou lá pelas onze.
— Acorda, dorminhoco, tenho que te contar uma coisa, vem tomar café.
Meio surpreso, me espreguicei, lavei bem o rosto e fui até a ilha da cozinha americana onde a gente costumava comer. Minha mãe parecia especialmente animada, sorrindo enquanto me preparava um cereal com leite. Logo colocou na minha frente e se sentou num dos bancos, me encarando.
— Dá pra saber o que tá rolando, mãe? — falei com a voz rouca e sonolenta.
— Tenho que te contar uma coisa.
— Isso você já falou quando me arrancou dos braços gostosos do Morfeu — respondi.
Ela sorriu ainda mais e disse:
— Quero que você tenha um irmãozinho, ou irmãzinha, claro!
Aquela afirmação quase me fez engasgar com o cereal, ainda com dificuldade pra engolir, falei:
— Um irmão? Você vai adotar uma criança ou vai casar?
Ela riu e respondeu:
— Nem uma coisa nem outra.
— Então, inseminação artificial ou alguma dessas paradas modernas? — perguntei, cada vez mais surpreso.
— Também não, você sabe que eu gosto de tudo natural, até sou vegana! — exclamou com uma alegria estranha.
Olhei pra ela, completamente perdido com aquela conversa que beirava o surreal, esperando que continuasse a explicação.
— Falei com o Nacho, com o Ignacio Puig, lembra dele? Então, como vou te dizer... enfim, você já é grandinho pra entender essas coisas. Combinamos que ele vai me ajudar a engravidar, e depois nunca vai reclamar paternidade nem nada do tipo se eu conseguir o objetivo.
Claramente, o que minha mãe tava me dizendo de forma eufemística é que Ela tinha pedido pro Ignacio, que ela conhecia, que pudesse foder ela sem proteção por um tempo com a intenção de deixar ela grávida e depois cada um seguir seu rumo. Aquilo era moderno demais até pra mim. Um monte de ideias passavam pela minha cabeça enquanto ela me perguntava:
— Você acha legal, Gabi?
Pensei por uns segundos eternos, verdade que o cara era gente boa, solteiro e marchand de arte, e durante muitos anos sempre foi muito legal tanto com minha mãe quanto comigo. Me incomodava um pouco a ideia de imaginar a cena, vendo minha mãe sentada ali, que aos quarenta anos continuava linda pra caralho, e o amigo dela se divertindo com tudo aquilo, provavelmente rezando pra que ela demorasse o máximo possível pra engravidar, mas fui criado na tolerância e na compreensão, e não podia fazer nada além de apoiar ela.
— Claro que acho legal, mãe, o Nacho é um puta cara foda — respondi finalmente, tentando parecer o mais convencido possível.
— Demais! — exclamou ela num novo surto de alegria — já fizemos exames os dois e estamos saudáveis como um peixe. Além disso, Gabi, pensa que o Nacho é a parte menos importante disso tudo, o bebê vou criar com sua ajuda, sem seu consentimento eu nunca faria.
Olhei pra ela sorrindo pela primeira vez naquela manhã e falei:
— Acho a ideia genial, mãe.
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As semanas seguintes, nove no total, foram estranhas pra caralho pra mim. Toda vez que minha mãe saía de casa e não ia fazer nenhum trabalho de imagem, eu imaginava eles lá, na casa do marchand de arte, trepando que nem coelhos. Foram mais de dois meses em que o tempo parecia não passar pra mim, provavelmente o contrário do que pro Ignacio, que os dias deviam estar sendo bem divertidos. Finalmente, um dia cheguei em casa na hora do almoço depois das aulas e encontrei minha mãe de pé no meio da sala me esperando. Na mão Ela tinha um teste de gravidez e, claro, a cara dela era um livro aberto.
— Conseguimos! — exclamou, dando pulinhos ridículos de alegria, como se fosse uma adolescente numa festa do pijama.
Rapidamente, apertei ela nos meus braços com força, com uma sensação estranha sabendo que um novo membro da família estava a caminho, mas aliviado por ter terminado o processo de inseminação "natural".
— Parabéns, mamãe — sussurrei no ouvido dela enquanto continuava abraçando ela com força.
Pouco depois, estávamos de novo na ilha, comendo um arroz com legumes que ela tinha preparado, quando eu disse:
— Aliás, mãe, queria te pedir uma coisa. Sei que é uma ideia pouco original, até batida, mas adoraria poder tirar uma foto sua a cada mês de gravidez pra ir vendo a evolução do seu corpo. O que você acha?
— Acho uma ideia linda, filho. Vamos começar a partir do terceiro mês de gravidez. O médico me disse há pouco por telefone que até o terceiro mês tudo é muito precário e, na minha idade, eu poderia ter um aborto espontâneo.
— Claro, mãe, vamos começar a partir do terceiro mês. E não se preocupa, tenho certeza de que vai dar tudo certo.
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Chegamos rápido ao mês da tranquilidade. Viemos do ginecologista felizes porque estava tudo dando certo. O batimento do bebê estava forte e saudável, e os exames da minha mãe tinham saído perfeitos. Me vesti confortável com um moletom de ficar em casa e me joguei literalmente em cima do sofá, pronto pra ver um pouco de TV. Pouco depois, minha mãe apareceu também vestida do jeito mais confortável possível, exibindo uma calcinha preta e, na parte de cima, uma camisa grande como camisola, uma peça de roupa que tinha sido do meu pai e que ela guardava com todo carinho.
Agnes tinha um metro e setenta e oito, cem por cento alemã, e naquela época usava o cabelo meio curto e loiro bem claro. Longe de ficar pior que o cabelo comprido, esse penteado favorecia ela, destacando suas feições bonitas e marcadas e deixando ver aqueles olhos azuis enormes. As sobrancelhas eram finas e mais escuras que o cabelo, o nariz fino e estreito, e as maçãs do rosto no tamanho perfeito. Os lábios eram levemente grossos, sensuais, e o maxilar meio quadrado denunciava a origem germânica, mas ainda assim linda. Era realmente gostosa de rosto, não me surpreendia nada que ela tivesse conseguido ganhar bem a vida como modelo de marcas no mundo da publicidade. O que acompanhava o rosto era igualmente apetitoso: a dieta vegana e o yoga tinham moldado o corpo dela, transformando-a numa mulher de quarenta anos absolutamente deslumbrante. Os peitos eram firmes e bem colocados, embora não fossem especialmente grandes. A cintura fina e fibrosa terminava nuns quadris marcados que precediam uma bunda espetacular, firme e bem posta como a de uma vintenária, sem um átomo de gordura ou celulite. As pernas eram longuíssimas, intermináveis, bonitas, esbeltas e completamente tonificadas, com umas panturrilhas fibrosas acostumadas a saltos altos.
Fiquei olhando para ela um tempão besta, com aquela camisa que não podia ficar mais sexy, e xingando o Ignacio pela primeira vez quando falei:
— Que tal começarmos com as primeiras fotos da gravidez? Agora que já passaram os três meses, é o momento ideal.
Ela não pensou duas vezes e respondeu:
— Perfeito! Onde você quer fazer, aqui mesmo?
— Melhor ali, que vamos ter uma luz melhor — falei, apontando para uma parte da sala muito bem iluminada graças a uma claraboia.
Obediente, ela foi até a área enquanto eu ia um instante no meu quarto pegar a réflex e escolher um par de lentes que achei adequadas para a sessão de fotos. Fiquei a uns dois metros dela, já apontando a câmera enquanto dava instruções básicas:
— Levanta a camisa para aparecer a barriguinha… assim, muito bem… perfeito… vira um pouquinho para o lado. Sua esquerda... agora olha direto pra câmera... genial...
Ela continuou obedecendo minhas instruções enquanto eu a bombardeava de fotos pra depois selecionar as melhores.
— Muito bem, mãe, dá pra ver que você entende disso — eu dizia.
— Dá pra ver que você vai ser um grande fotógrafo — ela respondia sorrindo, me mostrando aqueles dentes lindos e alinhados.
Continuei um tempão disparando com a câmera reflex até me dar por satisfeito.
— Genial, já consegui, mãe, é só isso por esse mês.
Na hora ela deixou a camisa cair, meio cansada de ter que ficar levantando ela mostrando a barriga, quando eu sugeri:
— Uma última coisa, mãe, que tal a gente tirar suas medidas também? Assim a gente sabe exatamente como seu corpo vai mudando durante a gravidez.
Ela ficou me encarando uns segundos, meio perplexa, por um momento achei que tinha pisado na bola, mas logo reagiu me respondendo:
— Ótima ideia! Deixa eu ir colocar um sutiã, porque não tô usando nada por baixo da camisa.
— Perfeito! Espero aqui, mas nada de enchimento, senão vai adulterar os resultados, hein — falei, ansioso pra saber algo que sempre quis na vida: as medidas da minha mãe.
Em menos de cinco minutos ela voltou pra sala, tendo trocado a camisa por um sutiã preto fininho, combinando com a calcinha, tão pequeno que marcava os bicos dos peitos, que pareciam durinhos.
— Tá bom assim?
— Assim tá perfeito — consegui responder, meio impactado com a aparência incrível dela de lingerie.
Abri uma gaveta do móvel da sala e voltei rápido com a fita métrica de papel, fiquei atrás dela e indiquei:
— Levanta os braços pra eu medir seu busto.
Ela fez na hora e eu enrolei aquele pedaço de papel das costas dela, passando pelos peitos e voltando pro ponto de partida.
— Olha, não se mexe, mãe, perfeito, continua com os braços pra cima.
Repeti a ação na cintura e depois no quadril. bunda, quando terminou, me perguntou impaciente:
—E aí? Sou uma vaca ou o quê?
—87-59-90, você devia se inscrever em concursos de supermodelo em vez de fazer propaganda de creme hidratante ou tintura.
—Não seja bobo! — disse ela rindo, obviamente satisfeita com aqueles números espetaculares numa “coroa”.
—De qualquer jeito, isso não vai durar muito, por mais que eu me cuide, em uns meses viro uma elefanta — completou.
Eu sorri de resposta e fui rápido pro banheiro com a desculpa de que tava morrendo de vontade de mijar. Quando cheguei, abaixei a calça de moletom e a cueca, liberando, pra minha preocupação e surpresa, uma ereção daquelas.
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Passou um mês bem tranquilo, onde tentei não pensar muito na minha reação durante a sessão de fotos com a minha mãe. Era uma quinta à tarde, eu já tinha vestido o pijama, achando que não ia sair mais de casa, e minha mãe tava pelos cantos da casa fazendo uns serviços de limpeza, vestindo um short e uma camiseta regata branca larga.
—Mãe, já faz um mês, como cê tá pra tirar umas fotos?
—Tá bem, filho, termino de limpar a bancada aqui e a gente começa.
Enquanto ela terminava, fui pegar a câmera e, igual da última vez, passamos a meia hora seguinte na sala tirando as fotos. Quando acabamos, falei:
—Agora só falta te medir.
—Beleza, deixa eu vestir a mesma roupa da outra vez.
Ela foi se trocar no quarto e, pela primeira vez, me senti nervoso, impaciente. Poucos minutos depois, apareceu de novo vestindo aquele conjunto de lingerie tão gostoso, veio direto na minha direção e, virando de costas enquanto levantava os braços, disse:
—Pode começar.
A vista das costas e da bunda dela era maravilhosa, quase tremendo, passei a fita métrica em volta dos peitos dela enquanto sentia meu membro, apesar dos esforços, começava a crescer de novo. Quando terminei com a bunda dela, minha ereção já estava descomunal, tão bruta que pra disfarçar por baixo daquele pijama tive que tirar a ponta e prender com o elástico da calça, tampando com a camiseta por cima.
—88-61-90 —gaguejei.
—Bom, pelo menos a bunda não cresceu —ela disse rindo.
—Vamos ver no quinto mês como eu tô —finalizou.
Sem dizer nada, guardei a fita métrica como pude, todo desconfortável com o tesão que tava, e pegando a câmera fui direto pro meu quarto. Meu pulso tava meio acelerado, e embora não quisesse ficar pensando muito naquela reação nova, a verdade é que eu tava com um puta calorão. Me estiquei na cama e liberei meu sabre com a intenção de bater uma rápida quando de repente ouvi um grito vindo da sala.
Me vesti de novo como pude, disfarçando o estado do meu brinquedo, e saí voando. Quando cheguei, vi minha mãe de joelhos no chão, gritando e chorando enquanto dizia:
—Gabi, tô com dor, tô com muita dor!
Histérico, consegui ajudar ela a se levantar enquanto tentava acalmá-la. Levei ela direto pro quarto dela e ajudei a vestir o primeiro vestido que encontrei e umas sandálias. Coloquei uma calça jeans por cima da bermuda do pijama e nem troquei a parte de cima quando já estávamos no elevador a caminho do estacionamento, prontos pra ir pro pronto-socorro de carro.
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O prognóstico do ginecologista depois de vários dias de exames não tinha sido terrível, mas também não era bom. Minha mãe tava com uma gravidez de risco por causa de um pequeno fibroma no útero, uma espécie de tumor benigno. Isso fazia com que o acompanhamento médico tivesse que ser bem rigoroso, e o mais preocupante é que, apesar de não ser grave por enquanto, o fibroma causava umas dores do caralho. Finalmente o médico decidiu medicar ela pra superar o dor e que ela pudesse dormir, receitando Tryptizol e Diazepam, convencido de que se fizessem os exames necessários, o feto não sofreria nenhum dano.
A verdade é que os medicamentos funcionaram muito bem para aliviar as dores e permitir que ela dormisse, embora os efeitos colaterais fossem um pouco fortes. Deixavam ela bem grogue, como sedada o dia inteiro, e à noite ela se deitava bem cedo, já que sentia sono a toda hora. Os dias passaram e, felizmente, os efeitos colaterais diminuíram um pouco sem deixar de funcionar como terapia contra a dor, a coisa ia bem.
Era um dia de semana quando vi que o calendário marcava que já estávamos no quinto mês de gravidez. Jantamos bem cedo, umas oito horas. No final, perguntei se ela topava que eu tirasse as fotos e fizesse as medidas como havíamos combinado, mesmo sem luz natural no loft, era fácil resolver com um simples foco ou até o flash.
— Tá bom, filho, vou vestir a roupa de sempre e a gente termina rápido, que tô morrendo de sono — respondeu.
Eu estava preparando nosso set de fotografia improvisado de sempre quando ela apareceu direto vestida com aquele conjunto de lingerie preta. Rezei pra não sentir nada, me concentrando em qualquer outra coisa que não fosse o corpo dela, embora eu reconheça que ela continuava espetacular. A figura dela quase não tinha mudado desde a última vez, só um pouco na barriga. Tirei as fotos de praxe o mais rápido possível, porque via minha mãe bem cansada, e logo peguei a fita métrica pra medir ela.
— 88-63-90, já dá pra notar a barriguinha — falei com carinho.
— Perfeito, vou esticar um pouco no sofá — ela disse com a voz bem anestesiada.
Colocamos um reality na TV e da minha poltrona vi de canto de olho que ela logo apagou. Me senti bem feliz por ter conseguido me controlar na hora das fotos e das medidas, mas vendo ela ali esticada no sofá, ainda vestida com Aquela lingerie fez meu cérebro reagir na hora, ativando outras partes da minha anatomia.
Porra, como você é gostosa, mãe, não pude evitar pensar. Decidi ir para o quarto, mas antes cobri ela com um cobertor para não sentir frio, com cuidado para não acordá-la. Já no meu quarto, minha ereção tinha crescido visivelmente, peguei no meu pau com uma mão e comecei a me masturbar devagar, pensando em garotas da universidade, em atrizes famosas, em qualquer coisa, mas quando me distraía, as imagens da minha mãe de lingerie invadiam meu cérebro de repente, sem permissão. Aquilo me dava nojo, mas quanto mais tentava me concentrar em outras mulheres, mais minha mãe aparecia nos meus pensamentos, era como uma verdadeira luta interna. Continuei naquela batalha até perceber que ela tinha tomado conta do processo por completo, gozando quase de surpresa com uma imagem fixa dela me fazendo um boquete. O orgasmo foi sujo, mas tão forte que tive que me segurar para não gemer muito alto, sujando minha barriga com pequenos rios de porra.
Na manhã seguinte, tomei banho e me vesti pronto para ir para a aula quando, ao sair para a sala, percebi que minha mãe ainda estava dormindo no sofá, coberta com o mesmo cobertor que eu mesmo tinha colocado nela na noite anterior. Aproximei-me dela e, com cuidado, tentei acordá-la, mas era inútil, o sono dela era profundíssimo. Depois de sacudi-la um pouco, consegui que ela começasse a abrir os olhos timidamente.
— Onde estou? — ela disse arrastando as sílabas.
— No sofá, mãe, não lembra? Ontem você ficou dormindo aqui.
— Não lembro de nada — respondeu claramente confusa.
— A gente estava tirando as fotos e medindo você, e depois você apagou vendo o reality.
— As fotos?... não lembro de nada... só de que estávamos jantando — insistiu falando com certa dificuldade.
— Bom, não se preocupa, você estava exausta. Vou para a aula, a gente se vê na hora do almoço — falei sem dar importância demais pra isso, me despedindo com um beijo na bochecha.
A verdade é que nos dias seguintes coisas parecidas aconteceram com ela: ao acordar, esquecia boa parte do que tinha feito na noite anterior. Por fim, como precaução, decidimos adiantar a visita ao ginecologista.
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—Não se preocupem com nada, é algo perfeitamente normal. Chama-se amnésia anterógrada: pouco depois de tomar a medicação, algumas pessoas não lembram o que fazem até descansar sete ou oito horas. Por isso recomendamos tomar o remédio na hora do jantar e ir dormir logo depois, mas insisto, é algo absolutamente normal — nos tranquilizou o doutor Palazo.
—Então, o senhor está dizendo que depois de tomar a medicação eu posso não lembrar o que faço até ir pra cama? — insistiu minha mãe.
—Isso mesmo, é normal que aconteça. As pessoas não lembram que foram dormir, que tiveram uma conversa ou o que estavam vendo na televisão. Se esse efeito incomoda, pode adiar a toma dos comprimidos, mas corre o risco de dormir mais tarde e as dores voltarem.
Saímos do consultório surpresos com as explicações do médico, mas com certeza muito mais tranquilas por saber que era algo completamente benigno. Os dias foram passando e minha mãe, embora estivesse menos cansada durante o dia, ao cair da noite se sentia exausta e sonolenta. Também não passou aquela estranha amnésia noturna, mas não dávamos a menor importância.
—Mãe, já estamos no sexto mês, se prepara pras fotos e medições — falei por volta das nove e meia da noite.
—Ok, Gabi, mas rápido, porque já faz uma hora que tomei os comprimidos e não sei nem onde tenho a cabeça.
Feito um verdadeiro voyeur, eu olhava o corpo da minha mãe através da lente da câmera, uma silhueta que, semana após semana, mudava aos poucos, não demais graças à Dieta e a constituição dela. Depois das fotos, me coloquei atrás dela com a fita métrica, observei como minha mãe estava tão cansada que até custava levantar os braços pra eu poder medi-la. Passando o papel em volta do busto dela, pude notar os peitos dela através daquele sutiã fino, sem dúvida estavam mais duros e turgentes. Ao repetir a ação na bunda dela, também aproveitei disfarçadamente pra apalpar as nádegas, ligeiramente maiores, mas absolutamente desejáveis.
—90-65-91.
—Bom, me crescerem as tetas também não seria ruim — disse entre risadas, apesar de estar mais dormindo que acordada.
Ouvir minha própria mãe dizer isso me matou. Por trás dela, as medições tinham me deixado ainda mais excitado que o normal, tinha a pica tão dura que parecia capaz de rasgar a calça do pijama. Como num impulso, me aproximei dela até que meu pau batesse na bunda dela, separados só pelas roupas finas, e minhas mãos, quase como autômatos, foram direto agarrar suavemente os seios dela, apertando-os com delicadeza.
—A verdade é que tão ficando umas tetas boas — sussurrei enquanto as apalpava por cima do sutiã.
Ela ficou sem reagir, completamente parada, enquanto eu continuava amassando os peitos dela e esfregando meu mastro na bunda espetacular dela. Segui uns segundos gloriosos passando a mão nela, sentindo os bicos dos peitos dela através do tecido, até que ela me disse com grande dificuldade, fanhosa:
—Gabi, o que você tá fazendo?
Na hora, voltei a mim e me afastei dela num movimento rápido enquanto respondia:
—Nada, mãe, vou dormir, já terminamos a sessão.
Saí correndo pro meu quarto, nervosíssimo pelo que aconteceu, mas ainda com tesão. Liberei meu sabre com dificuldade e comecei a bater uma punheta com furor, enquanto não parava de pensar em tomara que minha mãe não lembrasse de nada no dia seguinte. Nem a angústia pelo ocorrido nem a culpa impediram que eu gozasse em cima da colcha da cama em menos de cinco minutos. minutos.
Aquela noite dormi muito mal, angustiado pelo que aconteceu, assustado com as consequências que poderia ter. O relacionamento com minha mãe sempre foi excelente e o que aconteceu era difícil de justificar. Posso garantir que, até ela engravidar, nunca senti nenhum tipo de atração por ela, e me excitar com minha própria mãe me corroía por dentro como madeira cheia de cupins.
Na manhã seguinte, hesitante, lavei o rosto como de costume e fui para a cozinha tomar café. Quando cheguei, encontrei ela sorrindo, preparando um cereal com leite de soja.
— Bom dia, filho, dormiu bem?
Aquela única frase foi suficiente para saber que ela não lembrava de nada do que aconteceu.
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As semanas seguintes foram uma luta constante para controlar meus impulsos, mas consegui que passassem da forma mais normal possível. Íamos frequentemente ao médico para fazer exames de sangue e testes para garantir que a medicação não estivesse afetando o feto de nenhuma forma. O fibroma continuava lá, mas graças aos remédios, Agnes quase não sentia dor.
Vendo minha mãe pela casa sempre com roupas confortáveis, podia notar como o corpo dela estava mudando muito mais rápido. A grossura das pernas tinha aumentado um pouco, assim como a bunda esplêndida dela, que estava mais carnuda; a barriga já era bem evidente e os peitos, sem dúvida, tinham crescido. Curiosamente, quanto mais ela se afastava da perfeição física, mais tesão eu sentia. Vê-la tão voluptuosa era como viver numa fantasia erótica constante. Eu tinha certeza de que não aguentaria outra das nossas sessões mensais e decidi bancar o "desentendido", mas poucos dias depois que ela passou do sétimo mês de gravidez, foi ela quem me lembrou:
— Gabi, esse mês temos pendente tirar as fotos — disse ela enquanto jantávamos uma salada e torradas com homus.
— Claro. Mãe, depois do jantar, se você quiser, eu tiro as fotos pra você.
—Ok, mas vamos fazer logo depois, porque senão eu viro uma espécie de zumbi — ela comentou.
Aquilo me deixou bem preocupado, não só íamos fazer a sessão, mas provavelmente o efeito da medicação ainda não ia ter batido forte, eu tinha que me controlar de qualquer jeito. Depois do jantar, me enfiei no sofá na frente da TV, me fazendo de desentendido de novo, na esperança de que ela já tivesse esquecido das fotos, mas dez minutos depois ela apareceu na sala vestida com aquela lingerie preta, tipo um uniforme. Ela parecia extremamente pequena no corpo dela por causa do aumento de todas as curvas, o sutiã mal conseguia cobrir os peitos novos e grandes e marcava claramente uns bicos durinhos como mísseis, e a calcinha lutava pra não deixar à mostra umas bundas carnudas e exuberantes. A barriga dela tava maior e mais redonda, com a pele tão esticada que o umbigo tinha virado pra fora.
—Quando você quiser — ela se ofereceu, com o sorriso de sempre na boca.
—Já vou, pegar a câmera e o resto — respondi.
Quando entrei no meu quarto, percebi que a excitação já tinha feito o meu pau reagir, deixando ele meio duro.
Porra, Gabi, a gente nem começou e você já tá de pau duro, pensei.
Meio agoniado, tirei o short do pijama e vesti uma cueca boxer justa pra colocar a calça por cima de novo, achei que a cueca ia ajudar a disfarçar o tesão.
Reduzi ao mínimo o tempo das fotos, mal tinha tirado umas dez quando falei:
—Hoje ficaram perfeitas, mãe, com isso já dá até o mês que vem.
Eu ia me mandar, nunca foi tão certeiro, quando já indo pro meu quarto ela disse:
—E as medidas?
—Ah, é verdade! Esqueci! — disfarcei com a graça do pior dos atores.
Voltei com a fita métrica de papel e, como a gente fazia sempre, me coloquei atrás enquanto ela levantava os braços, dessa vez ela parecia bem mais desperta do que das últimas vezes. Com força de vontade de aço, medi as partes da anatomia dela sem fazer nenhum movimento suspeito, suando e quase tremendo.
— 92-69-93 — falei quase prendendo a respiração, sentindo meu pau prestes a explodir.
— Bom, não está tão ruim, ainda não sou um gnus — respondeu simpática e divertida como sempre.
Sem dizer mais nada, desejei boa noite e, depois de guardar tudo, fui direto pro meu quarto. Estirado na cama, os remorsos pela minha tesão voltavam a me sacudir por dentro enquanto meu piru parecia ter cérebro próprio, cada vez mais duro.
Não! Chega! Você não pode sentir isso pela sua própria mãe! Você é um doente!, dizia pra mim mesmo.
Acabou a punheta pensando nela!, ordenei mentalmente com toda a convicção que consegui.
Fiquei assim, sem exagero, quase uma hora sem conseguir que a ereção baixasse sozinha nem tirar a imagem da minha mãe da cabeça. Enojado, decidi ir pra cozinha pegar um pedaço de queijo pra ver se com a sobremesa tardia conseguia pensar em outra coisa. No caminho da cozinha, vi minha mãe completamente dormida no sofá, deitada e ainda vestida com aquela lingerie minúscula. Como um ladrão de quinta categoria, me aproximei dela sorrateiramente e me acomodei no pouco espaço que o corpo dela deixava no sofá, bem na frente dos peitos dela. Ela nem se mexeu. Coloquei minha mão suavemente no ombro dela e a sacudi com cuidado.
— Mãe, você caiu no sono — sussurrei.
Ela continuou sem dar o menor sinal de consciência enquanto eu sentia meu lado sombrio tomando conta de mim aos poucos.
— Mãe?! — insisti, levantando a voz.
Percebi que ela estava completamente dopada, e pensei que, mesmo que acordasse na manhã seguinte, não lembraria de nada. Meu coração batia tão forte que parecia uma taquicardia. Ela parecia uma deusa ali estirada, uma espécie de presente. Com o maior cuidado, levei uma das minhas mãos e comecei a acariciar o peito mais próximo de mim, certificando-me de que ela continuava em estado vegetativo. Aos poucos fui me animando e as carícias foram se transformando em amassos, apalpadelas de verdade. Ela nem se mexia com aqueles toques enquanto eu sentia uma ereção tão violenta que doía presa dentro da roupa. Com a mão livre, abaixei a calça do pijama e a cueca até os joelhos enquanto com a outra consegui habilmente enfiar a mão por dentro do sutiã, apalpando o peito dela sem o tecido no meio, até beliscando aquele mamilo que por causa da gravidez estava sempre duro como uma torre de comunicação. Continuei tocando o peito dela enquanto lentamente comecei a me masturbar, subindo e descendo a pele bem devagar.
Como você me deixa tesudo, mãe.
Ao ver que nem com tudo aquilo ela reagia, decidi mudar de parte do corpo e com cuidado levei a mão que não batia punheta até as coxas dela, acariciando primeiro para depois enfiar entre elas e começar a esfregar delicadamente a buceta dela por cima do tecido da calcinha. Aquilo me deixou tão tarado que senti o ritmo da masturbação subir inconscientemente.
— Mmm — balbuciou pela primeira vez minha mãe, meio desconfortável, mas longe de acordar.
— Shh, mãe, calma, não tem nada, sou eu — sussurrei para relaxá-la enquanto continuava acariciando a buceta dela fazendo pequenos círculos com os dedos.
Consegui enfiar a mão também meio desconfortavelmente por dentro da roupa íntima e cheguei até o clitóris dela, aquilo já estava começando a ser demais para mim. Apalpando com cuidado, notei que minha masturbação estava chegando na velocidade máxima, sem tirar a mão das partes dela me ajoelhei no tapete do chão, deixando minha glande a poucos centímetros da barriga dela e com duas últimas e profundas sacudidas gozei em cima dela, enchendo-a completamente de porra entre grandes espasmos. Foi dificílimo para mim disfarçar meus gemidos de puro prazer, mas ela Continuou dormindo, tranquila como eu estava. Aos poucos, recuperei o fôlego, arrumei direitinho a calcinha dela e, pegando a parte de cima do pijama como se fosse um pano improvisado, limpei a barriga dela com cuidado. Cobri ela com um cobertor, como sempre fazia quando ela dormia no sofá, e fui pro meu quarto.
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Nas duas semanas seguintes, mal tive tempo de me sentir culpado por ter me aproveitado da minha mãe. As dores voltaram e ficaram bem fortes; ela até teve que ficar uns dias internada pra fazer exames e ficar sob controle. Eu tava sentado numa cadeira no quarto de hospital dela, fazendo companhia, quando o doutor Palazo entrou:
— Os exames não foram tão ruins, Agnes. As dores voltaram só porque o bebê tá crescendo mais rápido nestes últimos meses, e isso obviamente faz ele pressionar o fibroma com mais força. Infelizmente, o que a gente pode fazer é ajustar a medicação, chegar num ponto em que o bebê não corra risco, mas você consiga viver mais confortável, com o mínimo de dor possível. O mais provável é que, por causa disso, o parto adiante umas duas semanas. Mas não é nada preocupante, pode acreditar. Só posso adiantar que vai ser cesárea, não podemos arriscar.
— Então, doutor, a gente vai poder ir pra casa logo? — perguntei.
— Ainda hoje vou dar alta e passar as novas receitas. Cuida bem dela, nada de esforço demais, e qualquer complicação, venham direto me ver.
Nas semanas seguintes, fiquei tão em cima dela que consegui esquecer o que tinha rolado no sofá. Por sorte, o ginecologista era um puta expert, e minha mãe voltou a viver quase sem incômodos, mas de novo muito cansada e sonolenta por causa da medicação. Chegamos no oitavo mês de gravidez, e nós dois estávamos na cozinha preparando o jantar. Enquanto eu descascava umas cenouras, ela temperava o caldo. Fervendo para a sopa que íamos preparar. Mesmo com a gravidez sendo meio complicada, ela estava radiante, linda pra caralho vestindo aquela camisa que, mesmo sendo bem larga, se ajustava na barriga enorme dela e uns culotes azul-marinho colados na pele.
— Agora sim, nada esconde sua barriga, hein, mãe?
— Cala a boca, cala a boca, me sinto uma elefanta.
— Mas se você tá linda pra caralho — falei sorrindo.
— O que você vai me dizer, meu filho, que pareço uma baleia? Sinto como se pesasse mil quilos, e ainda por cima o dia todo lesada por causa da medicação.
— Não se preocupa, mãe, falta pouco, você ouviu o médico. Depois do jantar vou fazer o que parece ser a última sessão de fotos e vou te medir, tá bom pra você?
— Tá bom, Gabi, mas não estranha se eu cair no sono em pé.
Durante o jantar, vi como minha mãe tava com dificuldade pra manter uma conversa, até parecia que exigia um esforço danado pra segurar a cabeça erguida. Terminamos e eu tirei os pratos da mesa, deixando na pia da cozinha.
— Depois eu lavo, mãe, mas vamos fazer as fotos antes que você não consiga nem levantar.
— Tá certo, filho, é melhor assim.
Fui rápido pra caralho pegar a câmera enquanto ela ia pra parte da sala que a gente tinha virado quase um estúdio de fotografia.
— Beleza, desabotoa um pouco a camisa e levanta ela pra aparecer a barriguinha.
Ela obedeceu, meio com dificuldade, levantando a camisa até a altura dos peitos e mostrando a barriga enorme de oito meses. O corpo dela tinha mudado bastante, mas meus pensamentos safados por ela voltavam com mais força do que nunca. Poucos minutos depois, terminei as fotos e falei:
— Pronto, agora só falta te medir.
— Ok, filho, mas tô moída demais pra me trocar, me mede por cima dessa roupa mesmo, por favor.
Isso me desanimou um pouco, mas sem ter argumento contra a ideia dela e vendo o estado que ela tava, fui pegar a fita métrica e me Fiquei atrás dela. Fiz umas duas ameaças de medir por cima da camisa e só com isso meu pau ficou tão duro por baixo do pijama que até tive que me afastar uns centímetros pra não bater na bunda dela.
— Isso não vai dar certo, mãe, essa camisa é muito grossa e não deixa eu medir direito — argumentei.
— O melhor é tirar ela.
Ela processou o que eu disse por uns segundos, bem confusa e atordoada, até que finalmente respondeu:
— É que eu não tô de sutiã, filho.
— Não se preocupa, mãe, vai ser bem rápido, é só um momentinho.
Por trás, ajudei ela a desabotoar a camisa e com cuidado tirei, deixando cair primeiro pelos ombros e depois pelos braços até ela bater no chão. A visão das costas nuas da minha mãe, com aquela bunda impressionante coberta só por uma calcinha, fez meu pau dar um espasmo.
— Muito melhor — falei, quase fora de mim.
Passei devagar a fita métrica pelo busto, aproveitando cada segundo e cada roçada na pele, os peitos dela pareciam enormes. Repeti na cintura e finalmente naquela bunda deslumbrante.
— 93-73-94.
Minha mãe estava tão atordoada que nem comentou os novos números, ficou parada ali, sem fazer menção de se vestir de novo com a camisa. Larguei a fita métrica e, sem pensar muito, tirei a parte de baixo do pijama, deixando à mostra uma ereção quase desproporcional. Ela ainda estava de costas pra mim, sem fazer nada, quando com cuidado aproximei meu pau e apertei contra as nádegas dela, maiores mas igualmente firmes, separadas de mim só por aquela calcinha fina. Vendo que ela continuava sem reagir, comecei a esfregar ele na bunda dela enquanto minhas mãos acariciavam suas costas devagar até chegar nas glândulas mamárias nuas e enormes.
— Agora sim que ficaram umas tetonas boas — falei sem vergonha.
Ela não fez nada, nem respondeu nem pareceu incomodada com a situação. situação, ela simplesmente estava ausente enquanto eu continuava passando a mão nela à vontade, beliscando de novo aqueles peitos durinhos como mísseis. Continuei apalpando ela por um tempo até que decidi pegar a única peça de roupa que ainda estava nela e com cuidado puxei até os tornozelos para tirar de vez pelos pés. Ela parecia me ajudar a despir ela de forma automática.
—E que rabão de dançarina de bachata que ficou, mamãe —falei enquanto acariciava as nádegas agora nuas sem parar de esfregar o pau nela.
Continuei passando a mão sem parar, enquanto com uma mão brincava com os peitões dela, a outra já estava no sexo parcialmente depilado, brincando com o clitóris e a bucetinha com cuidado.
—Não sabia que você aparava a buceta —sussurrei mais tarado do que nunca enquanto continuava apalpando ela.
Naquele momento ela pareceu querer me dizer algo, mas da boca dela só saíram uns gemidos incompreensíveis. Naquela hora eu estava tão excitado que sabia que não tinha volta. Devagar, levei ela até um móvel da sala, sempre guiando ela por trás, inclinei ela um pouco e coloquei com todo carinho as mãos dela em cima dele, inclinando ela mais e deixando ela de pé levemente de quatro. Vendo a bunda dela na minha frente manchada com meu líquido pré-seminal, fiquei ainda mais excitado, coloquei meus pés por dentro dos dela e abri ligeiramente as pernas dela até alcançar a altura ideal que eu queria. Agarrei ela pela cintura e procurei com a ponta do meu pau a entrada da buceta dela, encaixando a cabeça no buraco da caverna dela enquanto dizia:
—Você está uma gostosa, mamãe, não faz ideia do tempo que passei imaginando esse momento.
Bem na hora ela pareceu reagir um pouco, se mexeu desconfortável enquanto respondia arrastando as sílabas, tão drogada que mal consegui entender:
—Filho, o que você está fazendo comigo?, sou sua mãe…
—Calma, mamãe, não tem nada, sou eu, tá tudo bem —tranquilizei ela com a voz que usaria para cantar uma canção de ninar para uma criança.
Sem conseguir me dizer só de apertar um pouquinho contra a buceta dela e sem muita dificuldade, meu pau conseguiu se enfiar devagar naquele canal celestial.
— Ah, sim, mamãe, que tesão você me dá.
Me ajudando com as mãos que ainda estavam nos quadris dela e na cintura, continuei penetrando ela com cuidado, aproveitando cada atrito, cada segundo. Sentia minhas bolas roçando na bunda dela enquanto conseguia meter mais fundo, e aquilo me matava de prazer.
— Porra, que gostoso, mamãe, que gostoso!
As estocadas foram aumentando de ritmo e força enquanto, com uma mão, eu acariciava a buceta dela por trás e, com a outra, agarrava os peitos que balançavam no ritmo da foda. Ela parecia querer dizer algo, mas em nenhum momento resistia, entregue a qualquer coisa que eu fizesse.
— Adoro, adoro, adoro! — eu gritava entre gemidos de puro prazer.
Ela também gemia, quase imperceptível, provavelmente mais de desconforto do que de prazer, mas eu estava tendo a melhor transa da minha vida.
— Como você me deixa doido, mamãe, como você se mexe bem. Aposto que o Nacho se divertiu pra caralho te deixando prenha.
Eu tava fodendo ela com tanta força que sentia ela instintivamente se levantar na ponta dos pés pra manter o equilíbrio, e o móvel onde ela tava apoiada vibrava. Minhas bolas batiam com força no cu dela, e as sacudidas ficavam cada vez mais fortes e profundas.
— Filho, para, pelo amor de Deus, o que você tá fazendo? — ela disse de novo, quase ininteligível.
— Calma, mamãe, já tô quase terminando, vou gozar, porra! Queria saber o que o Nacho sentiu todas aquelas semanas! — gritei quase tão alto quanto gemia, como se jogasse na cara dela.
Minhas mãos, que tinham aproveitado cada canto do corpo dela, voltaram pros quadris, e numa última penetração, chegando até o fundo da caverna dela, gozei entre vários espasmos e rios de porra.
— Ahhh, siiiim! Siiiiiiiiiiim! — gritei descontrolado com o orgasmo mais brutal da minha vida.
Mantive meu pau alguns segundos dentro dela. até que recuperei as forças e consegui controlar minha respiração, peguei na mão dela e, como se fosse uma sonâmbula, levei ela até o banheiro dela. Limpei ela com cuidado e vesti com uma camisola e uma calcinha limpa. Ela tava com o olhar perdido, não sabia se tava acordada ou num sonho. Acompanhei ela até a cama e cobri ela enquanto dizia:
— Doces sonhos, mamãe, amanhã você não vai lembrar de nada.
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Ao ver que na manhã seguinte ela acordou alegre e animada como sempre, sem a menor lembrança do que aconteceu, minhas visitas noturnas ao quarto dela se tornaram frequentes e variadas até que minha irmã Anke nasceu de cesárea. Embora o que eu fiz provavelmente fosse uma monstruosidade, foram os melhores dias da minha vida. Minha obsessão pela minha mãe nunca terminou.
6 comentários - Minha mãe medicada e grávida