Alejandra tem 42 anos, é loira, não muito alta e um pouquinho gordinha, depende de como você olha.
O melhor que ela tem, de longe, é uma bunda muito bem formada, redonda e bem chamativa, embora difícil de observar já que normalmente usa uma túnica comprida enquanto atende a padaria do marido.
Ela já tem 4 filhos que deixaram marcas no corpo dela, algumas, na minha opinião, fizeram muito bem...
Eu tenho 28 e visito a padaria pra vender alguns artigos de beleza 3 vezes por semana há anos, ela sempre foi muito antipática comigo, mas de uns tempos pra cá tá cada vez mais simpática.
Nas minhas saídas à noite, já vi o marido dela em situações embaraçosas, com outras mulheres no carro indo pra áreas escuras da costa ou perto de hotéis; e os comentários rolam na cidade de que ele também curte pegar um cara de vez em quando.
Focando na minha relação com a Alejandra, que aos poucos começou a ficar mais calorosa, as conversas de como tava o dia e essas bobagens evoluíram pra coisas mais pessoais tipo "hoje tenho que ir ao salão de tarde, como será que fica se eu cortar um pouco mais assim ou assado?"
Assim passaram dias, semanas, meses, diria, e as conversas cada vez mais longas e mais pessoais...
Até que num 29 de junho rolou uma conversa que mudou muito nossa relação:
Eu – Que delícia comer nhoque hoje
Ale – Eu faço um nhoque caseiro muito bom
Eu – Quer dizer que um dia vou ser convidado pra provar?
Ale – Qualquer dia eu faço e te convido (ela falou sério)
Eu – Vou cobrar essa promessa..
Desde aquele momento, todos os dias que eu visitava ela, o assunto do nhoque aparecia: que vou te convidar, que amanhã, que se eu vou, tudo isso no tom de brincadeira.
Até que um dia entrei na padaria e não tinha ninguém, só ela, e antes de terminar a conversa e seguir meu caminho, ela disse:
Ale – Bom, amanhã te convido pra comer nhoque; cê vai, né?
Eu – Claro, vou (falei sem saber bem do que se tratava o convite)
Ale – Toma, aqui tem meu número assim Combinamos.
Saí da padaria com um sorriso e um papelzinho no bolso com o número do celular dela.
Às 6 da noite do dia do jantar, recebi a ligação dela, que com voz baixa me disse: "pode vir umas 10 horas mais ou menos, umas 9 horas o Jorge vai pra padaria, me avisa antes, não toca a campainha porque meus filhos vão estar dormindo." Curta e direta, a ligação que alegrou meu dia.
Exatamente às 10 da noite passei na padaria pra confirmar que a caminhonete do Jorge estava lá e segui viagem até meu jantar.
A Alejandra me fez subir pro apto dela, me deu um beijo lindo de recepção, me olhou e disse: "imagino que não esperava comer nhoque, né?" Eu ri e ela foi ver se os filhos dela dormiam tranquilos.
Ela estava uma gostosa!! Um vestido branco bem fininho que deixava ver, contra a luz, uma linda fio dental branca e os peitos dela, pequenos mas redondinhos... na verdade, não eram muitas as vezes que eu tinha visto ela sem a túnica branca.
Ela voltou pra me dar outro beijo, já com a língua participando, o que me esquentou bastante, e apoiei minhas duas mãos naquela bunda linda.
O tesão que me dava estar na casa de uma mulher casada, com o marido que podia chegar a qualquer momento e os filhos dela dormindo do outro lado da parede, me fazia suar e me excitar ainda mais.
"Sabe quantas vezes eu olhei pra essa bunda com vontade de tocar?" eu disse... "Bom, aqui me tem", ela respondeu.
Depois dessas e outras confissões, ela me pegou pela mão e me levou até o sofá. Ela sentou e eu fiquei de pé na frente dela. Ela desabotoou minha calça e tirou minha pica, que já tava bem dura, e sem hesitar começou a massagear com as duas mãos e, aos poucos, bem devagar, foi colocando na boca de lábios grossos.
Ela me chupou por um tempo até que eu não aguentava mais. Me aproximei e falei no ouvido dela: "quero te foder". Ela me olhou, mostrando muito tesão e desejo. Na mesma hora, ela se levantou, se pelou e apoiou as mãos na mesa, antes tirando os brinquedos dos filhos dela... Enfiei dois dedos na boca dela. lubrificá-los e enfiei na buceta dela, senti um suspiro dela no meu ouvido como pedindo pra eu meter.
Fodemos um bom tempo nessa posição e depois passamos pra ela de quatro no sofá, eu por trás metendo forte e enfiando uns dois dedos no cu dela.
Dava pra ver que a Alejandra não era bem atendida no sexo, ela falou umas coisas no meu ouvido que eu nunca imaginei que sairiam daquela boca de mãe.
Infelizmente, tenho que dizer que tudo terminou de repente quando um dos filhos dela, de uns 2 anos, chamou por ela parado na porta da sala.
Como os filhos mais velhos podiam acordar e obviamente não podiam me ver ali, ainda mais pelado junto com a mãe deles, me vesti como deu e fui pra casa escorrendo porra...
Continua...
O melhor que ela tem, de longe, é uma bunda muito bem formada, redonda e bem chamativa, embora difícil de observar já que normalmente usa uma túnica comprida enquanto atende a padaria do marido.
Ela já tem 4 filhos que deixaram marcas no corpo dela, algumas, na minha opinião, fizeram muito bem...
Eu tenho 28 e visito a padaria pra vender alguns artigos de beleza 3 vezes por semana há anos, ela sempre foi muito antipática comigo, mas de uns tempos pra cá tá cada vez mais simpática.
Nas minhas saídas à noite, já vi o marido dela em situações embaraçosas, com outras mulheres no carro indo pra áreas escuras da costa ou perto de hotéis; e os comentários rolam na cidade de que ele também curte pegar um cara de vez em quando.
Focando na minha relação com a Alejandra, que aos poucos começou a ficar mais calorosa, as conversas de como tava o dia e essas bobagens evoluíram pra coisas mais pessoais tipo "hoje tenho que ir ao salão de tarde, como será que fica se eu cortar um pouco mais assim ou assado?"
Assim passaram dias, semanas, meses, diria, e as conversas cada vez mais longas e mais pessoais...
Até que num 29 de junho rolou uma conversa que mudou muito nossa relação:
Eu – Que delícia comer nhoque hoje
Ale – Eu faço um nhoque caseiro muito bom
Eu – Quer dizer que um dia vou ser convidado pra provar?
Ale – Qualquer dia eu faço e te convido (ela falou sério)
Eu – Vou cobrar essa promessa..
Desde aquele momento, todos os dias que eu visitava ela, o assunto do nhoque aparecia: que vou te convidar, que amanhã, que se eu vou, tudo isso no tom de brincadeira.
Até que um dia entrei na padaria e não tinha ninguém, só ela, e antes de terminar a conversa e seguir meu caminho, ela disse:
Ale – Bom, amanhã te convido pra comer nhoque; cê vai, né?
Eu – Claro, vou (falei sem saber bem do que se tratava o convite)
Ale – Toma, aqui tem meu número assim Combinamos.
Saí da padaria com um sorriso e um papelzinho no bolso com o número do celular dela.
Às 6 da noite do dia do jantar, recebi a ligação dela, que com voz baixa me disse: "pode vir umas 10 horas mais ou menos, umas 9 horas o Jorge vai pra padaria, me avisa antes, não toca a campainha porque meus filhos vão estar dormindo." Curta e direta, a ligação que alegrou meu dia.
Exatamente às 10 da noite passei na padaria pra confirmar que a caminhonete do Jorge estava lá e segui viagem até meu jantar.
A Alejandra me fez subir pro apto dela, me deu um beijo lindo de recepção, me olhou e disse: "imagino que não esperava comer nhoque, né?" Eu ri e ela foi ver se os filhos dela dormiam tranquilos.
Ela estava uma gostosa!! Um vestido branco bem fininho que deixava ver, contra a luz, uma linda fio dental branca e os peitos dela, pequenos mas redondinhos... na verdade, não eram muitas as vezes que eu tinha visto ela sem a túnica branca.
Ela voltou pra me dar outro beijo, já com a língua participando, o que me esquentou bastante, e apoiei minhas duas mãos naquela bunda linda.
O tesão que me dava estar na casa de uma mulher casada, com o marido que podia chegar a qualquer momento e os filhos dela dormindo do outro lado da parede, me fazia suar e me excitar ainda mais.
"Sabe quantas vezes eu olhei pra essa bunda com vontade de tocar?" eu disse... "Bom, aqui me tem", ela respondeu.
Depois dessas e outras confissões, ela me pegou pela mão e me levou até o sofá. Ela sentou e eu fiquei de pé na frente dela. Ela desabotoou minha calça e tirou minha pica, que já tava bem dura, e sem hesitar começou a massagear com as duas mãos e, aos poucos, bem devagar, foi colocando na boca de lábios grossos.
Ela me chupou por um tempo até que eu não aguentava mais. Me aproximei e falei no ouvido dela: "quero te foder". Ela me olhou, mostrando muito tesão e desejo. Na mesma hora, ela se levantou, se pelou e apoiou as mãos na mesa, antes tirando os brinquedos dos filhos dela... Enfiei dois dedos na boca dela. lubrificá-los e enfiei na buceta dela, senti um suspiro dela no meu ouvido como pedindo pra eu meter.
Fodemos um bom tempo nessa posição e depois passamos pra ela de quatro no sofá, eu por trás metendo forte e enfiando uns dois dedos no cu dela.
Dava pra ver que a Alejandra não era bem atendida no sexo, ela falou umas coisas no meu ouvido que eu nunca imaginei que sairiam daquela boca de mãe.
Infelizmente, tenho que dizer que tudo terminou de repente quando um dos filhos dela, de uns 2 anos, chamou por ela parado na porta da sala.
Como os filhos mais velhos podiam acordar e obviamente não podiam me ver ali, ainda mais pelado junto com a mãe deles, me vesti como deu e fui pra casa escorrendo porra...
Continua...
7 comentários - Alejandra... amante, mãe e esposa também
Tuvo buen final que les voy a contar en la segunda parte.