Olá! Meu nome é Pedro, tenho 28 anos e sou de Valência. Há um tempo tive uma conta neste site e postei vários contos escritos por mim, mas depois de um tempo sem entrar, não lembrava da senha e criei esta nova conta. Esses dias lembrei da outra, mas decidi deletá-la para ter só uma conta e todos os meus contos neste endereço.
Sou um cara normal. Tenho 1,80m de altura, peso 85 quilos, sou simpático, carinhoso e muito divertido.
Tenho uma irmã que se chama Irene, tem 20 anos, é uma garota que sempre foi normal, é bonita de rosto, loira de cabelo comprido, carinha bem doce. Sempre foi uma garota muito responsável e comportada.
A relação entre nós dois sempre foi muito boa, sempre fomos muito amigos e contávamos um ao outro sobre nossas paqueras e, às vezes, algumas experiências sexuais. Fomos criados em um ambiente familiar de mente muito aberta. Desde pequenos íamos com nossos pais para lugares nudistas, ficamos muitas vezes em casa pelados e, até mais velhos, em mais de uma ocasião, Irene e eu fomos juntos para praias de nudismo.
Neste conto, vou narrar o que aconteceu há dois anos. Foi um domingo de julho, Irene e eu íamos mais uma vez para uma praia de nudismo, como costumávamos fazer várias vezes. Quando estávamos há uma hora na praia, Irene foi cumprimentar o Antonio e o Pedro. Antonio era um cara que tinha ido na aula dela. Pedro tinha sido o namorado dela. Uma vez, Pedro propôs fazer um ménage com o Antonio, mas ela não gostava nada do Antonio e não quis, e desde então Pedro dizia que ela era uma menina que falava muito, mas na hora não tinha coragem.
Por essas discussões, eles terminaram, e ela sempre ficava com raiva por ele pensar assim dela. Ele sempre a menosprezava, dizia que ela era uma santinha e que no sexo não se arriscava em muitas coisas. Ela se considerava uma garota de mente muito aberta e ousada. Ela disse ao Pedro que eu era o namorado dela. E ele disse que eles tinham combinado de se encontrar com a Marta, uma ex-colega de Classe, aquela que sempre foi uma putinha provocante, e que mesmo o Pedro estando com a Irene, vivia atrás dele. O Pedro disse que eles estavam planejando fazer um ménage quando a Marta chegasse.
Quando a Irene voltou pra onde eu estava, ela veio super puta da vida e alterada. Ela me contou o que tava rolando, não acreditava que a parada do ménage fosse verdade, mas ficava muito pistola dele estar daquele jeito. Ela perguntou: "Posso te pedir uma coisa? Hoje me trata como se fosse sua namorada." Eu não sabia o que responder, não sabia o que dizer. Antes que eu respondesse, ela me deu um beijo, se aproximou e juntou os lábios com os meus, a língua dela se encontrou com a minha, e ela pegou minha mão e colocou na bunda dela. Tava durinha e bem empinada. Quando o beijo acabou, eu olhei e o Antonio e o Pedro estavam olhando com cara de inveja.
A Irene completou: "Me ajuda hoje, quero que ele se arrependa do que aconteceu, de não ter conseguido levar a nossa história adiante. Quero que ele se arrependa." Pra mim, a Irene sempre foi uma pessoa muito importante, e pra ajudar ela, eu faria o que fosse preciso. Além disso, o dia prometia, então eu topei. E dessa vez fui eu que parti pra cima dela. Ela ficou deitada na toalha e eu por cima, devorando a boca dela, minha mão foi pra barriguinha dela e, bem devagar, enquanto nossas línguas se misturavam, fui subindo a mão até acariciar os peitos dela. Foi só um momento, porque, mesmo a praia não estando muito cheia, tinha gente.
Ela falou: "Vem pra água, vamos fazer eles pensarem que a gente transou." Eu não sabia o que ela queria fazer, não sabia se ela queria que eu comesse ela ou o quê, então não sabia se ia ou o que fazer. Ela me puxou pela mão e acabei indo por inércia. Ela foi na frente e eu atrás, o Antonio e o Pedro não tiravam os olhos da gente. Ela foi pra um lugar onde a água batia quase nos peitos dela e disse: "Vem", me abraçou e me deu um beijo. Ela sussurrou: "Me dá um beijo daqueles com paixão." E foi o que eu fiz.
Eu deixava ela fazer o que queria, não sabia até onde ela queria ir, não sabia o que ela queria fazer. Aí ela virou de frente pra areia, olhando pra Antonio e Pedro, que estavam nos olhando, me apertaram contra ela, meu pau roçava a bunda dela. Ela pegou minha mão e colocou na bucetinha dela. Me disse: "Me faz sentir prazer, assim eles vão achar que a gente tá transando." Então não pensei duas vezes, minha mão acariciava a ppk dela, apertava o clitóris enquanto a outra mão pegava nos peitos dela e com a boca eu dava mordidinhas no pescoço. Ela colocou a mão no meu pau e começou a mexer, a me fazer uma punheta.
A situação era foda, na praia. Dentro da água, com Antonio e Pedro olhando, alucinando. Eu tava fodendo minha irmã com dois dedos enquanto passava a mão nos peitos dela e beijava o pescoço e os ombros. Ela mexia a mão, me fazendo uma punheta. Era uma situação do caralho, nós dois, apesar do estranho da situação e de ser algo que nunca imaginamos, estávamos muito excitados e não demoramos pra gozar.
Voltamos pras toalhas e ficamos uma hora de boa, sem fazer nada, tomando sol. Depois de uma hora, já tava praticamente só eu e a Irene na praia, no lugar dela o Pedro e o Antonio, e no meio um casal com o filho. E nessa hora coincidiu a chegada da Marta com a saída do casal. A Marta chegou e não tirou a roupa, ficou de lingerie. A Irene disse: "Pois é, esquenta muito, mas na hora é mais covarde que eu. Eles vão pirar, vão morrer de inveja."
Eu não sabia o que ela ia fazer, mas ela se ajoelhou e pegou meu pau com uma mão, na areia, eu tava deitado, e começou a me bater uma punheta. O olhar da Marta, do Antonio e do Pedro foi pra nós. Ela se jogou no meu pau e meteu na boca dela. Lambeu a base e foi subindo, aí parava um segundo roçando a ponta do meu pau na língua dela e metia de novo, fodendo meu pau com a boca dela.
Então o Antonio pegou a mão da Marta e levou pro pau dele pra ela fazer uma punheta. Ela mexia a mão enquanto não parava de olhar a Irene metendo meu pau na boca dela — ela era uma boa boqueteira, eu tava morrendo de prazer. O Pedro tentava que a Marta batesse uma pra ele também. também ao que Marta se recusava.
Irene continuava chupando meu pau, às vezes fazia isso enquanto olhava pro Pedro. Depois de ver a recusa da Marta em dar prazer pra ele e que ela só focava no Antonio, Irene se levantou tirando meu pau da boca. Ficou de pé pra, aos poucos, ir descendo, de costas pra mim, de frente pra eles. Foi enfiando meu pau na buceta dela. Quando já tava inteiro dentro, parou por um momento antes de continuar.
Marta começou a chupar o pau do Antonio. Irene olhou pro Pedro e disse: "Você não quer que eu chupe o seu?" Aí ele se levantou e veio até nós. Ele de pé e ela com meu pau dentro dela começou a chupar ele ao mesmo tempo que começou a cavalgar em mim.
Antonio colocou Marta de quatro, ela tinha uma bunda muito gostosa, e ele fodia ela de um jeito selvagem. Já Irene se mexia bem devagar, com muita delicadeza, sincronizando os movimentos da boceta com os da boca.
Ela caprichava no boquete enquanto me fodia, queria que Pedro visse o que ele tinha perdido, que ela era uma mina que chupava muito bem, chupava com muita suavidade, com um movimento suave de mão no ritmo do vai e vem da boca dela fodendo o pau dele.
Ele tava muito excitado, ela acelerou o ritmo. Quando viu que ele tava perto, parou e disse: "É a última vez que faço algo por você, essa é minha vingança, não vou te fazer gozar, olha o que você perdeu." Nesse momento, soltou o pau do Pedro, se virou e se deitou em cima de mim, me fodendo de um jeito bem selvagem.
Ela tinha deixado ele no meio do caminho, tava se entregando ao prazer com meu corpo, se mexia muito louca. A mesma coisa rolava com Marta e Antonio. Mas eles não paravam de nos olhar. Eu olhava eles de canto, mas Irene é muita mulher. Nossas línguas se encontravam enquanto fodíamos cada vez mais forte, cada vez mais difícil juntar as línguas. Aumentamos o ritmo até que chegamos os dois ao mesmo tempo num orgasmo delicioso.
Me manda um e-mail e, se quiser, podemos conversar por WhatsApp ou e-mail. Só respondo pra minas que morem em Espanha.
Eu gostei do conto e tô compartilhando com a comunidade poringa.
Sou um cara normal. Tenho 1,80m de altura, peso 85 quilos, sou simpático, carinhoso e muito divertido.
Tenho uma irmã que se chama Irene, tem 20 anos, é uma garota que sempre foi normal, é bonita de rosto, loira de cabelo comprido, carinha bem doce. Sempre foi uma garota muito responsável e comportada.
A relação entre nós dois sempre foi muito boa, sempre fomos muito amigos e contávamos um ao outro sobre nossas paqueras e, às vezes, algumas experiências sexuais. Fomos criados em um ambiente familiar de mente muito aberta. Desde pequenos íamos com nossos pais para lugares nudistas, ficamos muitas vezes em casa pelados e, até mais velhos, em mais de uma ocasião, Irene e eu fomos juntos para praias de nudismo.
Neste conto, vou narrar o que aconteceu há dois anos. Foi um domingo de julho, Irene e eu íamos mais uma vez para uma praia de nudismo, como costumávamos fazer várias vezes. Quando estávamos há uma hora na praia, Irene foi cumprimentar o Antonio e o Pedro. Antonio era um cara que tinha ido na aula dela. Pedro tinha sido o namorado dela. Uma vez, Pedro propôs fazer um ménage com o Antonio, mas ela não gostava nada do Antonio e não quis, e desde então Pedro dizia que ela era uma menina que falava muito, mas na hora não tinha coragem.
Por essas discussões, eles terminaram, e ela sempre ficava com raiva por ele pensar assim dela. Ele sempre a menosprezava, dizia que ela era uma santinha e que no sexo não se arriscava em muitas coisas. Ela se considerava uma garota de mente muito aberta e ousada. Ela disse ao Pedro que eu era o namorado dela. E ele disse que eles tinham combinado de se encontrar com a Marta, uma ex-colega de Classe, aquela que sempre foi uma putinha provocante, e que mesmo o Pedro estando com a Irene, vivia atrás dele. O Pedro disse que eles estavam planejando fazer um ménage quando a Marta chegasse.
Quando a Irene voltou pra onde eu estava, ela veio super puta da vida e alterada. Ela me contou o que tava rolando, não acreditava que a parada do ménage fosse verdade, mas ficava muito pistola dele estar daquele jeito. Ela perguntou: "Posso te pedir uma coisa? Hoje me trata como se fosse sua namorada." Eu não sabia o que responder, não sabia o que dizer. Antes que eu respondesse, ela me deu um beijo, se aproximou e juntou os lábios com os meus, a língua dela se encontrou com a minha, e ela pegou minha mão e colocou na bunda dela. Tava durinha e bem empinada. Quando o beijo acabou, eu olhei e o Antonio e o Pedro estavam olhando com cara de inveja.
A Irene completou: "Me ajuda hoje, quero que ele se arrependa do que aconteceu, de não ter conseguido levar a nossa história adiante. Quero que ele se arrependa." Pra mim, a Irene sempre foi uma pessoa muito importante, e pra ajudar ela, eu faria o que fosse preciso. Além disso, o dia prometia, então eu topei. E dessa vez fui eu que parti pra cima dela. Ela ficou deitada na toalha e eu por cima, devorando a boca dela, minha mão foi pra barriguinha dela e, bem devagar, enquanto nossas línguas se misturavam, fui subindo a mão até acariciar os peitos dela. Foi só um momento, porque, mesmo a praia não estando muito cheia, tinha gente.
Ela falou: "Vem pra água, vamos fazer eles pensarem que a gente transou." Eu não sabia o que ela queria fazer, não sabia se ela queria que eu comesse ela ou o quê, então não sabia se ia ou o que fazer. Ela me puxou pela mão e acabei indo por inércia. Ela foi na frente e eu atrás, o Antonio e o Pedro não tiravam os olhos da gente. Ela foi pra um lugar onde a água batia quase nos peitos dela e disse: "Vem", me abraçou e me deu um beijo. Ela sussurrou: "Me dá um beijo daqueles com paixão." E foi o que eu fiz.
Eu deixava ela fazer o que queria, não sabia até onde ela queria ir, não sabia o que ela queria fazer. Aí ela virou de frente pra areia, olhando pra Antonio e Pedro, que estavam nos olhando, me apertaram contra ela, meu pau roçava a bunda dela. Ela pegou minha mão e colocou na bucetinha dela. Me disse: "Me faz sentir prazer, assim eles vão achar que a gente tá transando." Então não pensei duas vezes, minha mão acariciava a ppk dela, apertava o clitóris enquanto a outra mão pegava nos peitos dela e com a boca eu dava mordidinhas no pescoço. Ela colocou a mão no meu pau e começou a mexer, a me fazer uma punheta.
A situação era foda, na praia. Dentro da água, com Antonio e Pedro olhando, alucinando. Eu tava fodendo minha irmã com dois dedos enquanto passava a mão nos peitos dela e beijava o pescoço e os ombros. Ela mexia a mão, me fazendo uma punheta. Era uma situação do caralho, nós dois, apesar do estranho da situação e de ser algo que nunca imaginamos, estávamos muito excitados e não demoramos pra gozar.
Voltamos pras toalhas e ficamos uma hora de boa, sem fazer nada, tomando sol. Depois de uma hora, já tava praticamente só eu e a Irene na praia, no lugar dela o Pedro e o Antonio, e no meio um casal com o filho. E nessa hora coincidiu a chegada da Marta com a saída do casal. A Marta chegou e não tirou a roupa, ficou de lingerie. A Irene disse: "Pois é, esquenta muito, mas na hora é mais covarde que eu. Eles vão pirar, vão morrer de inveja."
Eu não sabia o que ela ia fazer, mas ela se ajoelhou e pegou meu pau com uma mão, na areia, eu tava deitado, e começou a me bater uma punheta. O olhar da Marta, do Antonio e do Pedro foi pra nós. Ela se jogou no meu pau e meteu na boca dela. Lambeu a base e foi subindo, aí parava um segundo roçando a ponta do meu pau na língua dela e metia de novo, fodendo meu pau com a boca dela.
Então o Antonio pegou a mão da Marta e levou pro pau dele pra ela fazer uma punheta. Ela mexia a mão enquanto não parava de olhar a Irene metendo meu pau na boca dela — ela era uma boa boqueteira, eu tava morrendo de prazer. O Pedro tentava que a Marta batesse uma pra ele também. também ao que Marta se recusava.
Irene continuava chupando meu pau, às vezes fazia isso enquanto olhava pro Pedro. Depois de ver a recusa da Marta em dar prazer pra ele e que ela só focava no Antonio, Irene se levantou tirando meu pau da boca. Ficou de pé pra, aos poucos, ir descendo, de costas pra mim, de frente pra eles. Foi enfiando meu pau na buceta dela. Quando já tava inteiro dentro, parou por um momento antes de continuar.
Marta começou a chupar o pau do Antonio. Irene olhou pro Pedro e disse: "Você não quer que eu chupe o seu?" Aí ele se levantou e veio até nós. Ele de pé e ela com meu pau dentro dela começou a chupar ele ao mesmo tempo que começou a cavalgar em mim.
Antonio colocou Marta de quatro, ela tinha uma bunda muito gostosa, e ele fodia ela de um jeito selvagem. Já Irene se mexia bem devagar, com muita delicadeza, sincronizando os movimentos da boceta com os da boca.
Ela caprichava no boquete enquanto me fodia, queria que Pedro visse o que ele tinha perdido, que ela era uma mina que chupava muito bem, chupava com muita suavidade, com um movimento suave de mão no ritmo do vai e vem da boca dela fodendo o pau dele.
Ele tava muito excitado, ela acelerou o ritmo. Quando viu que ele tava perto, parou e disse: "É a última vez que faço algo por você, essa é minha vingança, não vou te fazer gozar, olha o que você perdeu." Nesse momento, soltou o pau do Pedro, se virou e se deitou em cima de mim, me fodendo de um jeito bem selvagem.
Ela tinha deixado ele no meio do caminho, tava se entregando ao prazer com meu corpo, se mexia muito louca. A mesma coisa rolava com Marta e Antonio. Mas eles não paravam de nos olhar. Eu olhava eles de canto, mas Irene é muita mulher. Nossas línguas se encontravam enquanto fodíamos cada vez mais forte, cada vez mais difícil juntar as línguas. Aumentamos o ritmo até que chegamos os dois ao mesmo tempo num orgasmo delicioso.
Me manda um e-mail e, se quiser, podemos conversar por WhatsApp ou e-mail. Só respondo pra minas que morem em Espanha.
Eu gostei do conto e tô compartilhando com a comunidade poringa.
1 comentários - Ajudando minha irmã a se vingar do ex