relato travesti, Minha Primeira Vez
ESPERO QUE DEIXEM COMENTÁRIOS BEM GOSTOSOS E QUENTES PRA ESSA PUTA GULOSA
Oi, meu nome de menina é Nayeli e sou tv de armário, atualmente tenho 23 anos. Desde sempre tive traços andróginos, nem masculinos nem femininos, mas se me visto bem posso parecer uma garota linda. Bom, a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 11 anos, quando descobri as delícias de ser uma menininha submissa.
Desde os 8 ou 9 anos, adorava ver minha tia, que tinha uns 34 anos e se vestia muito sexy. Ela usava meias, minissaia e saltos agulha ou collants bem apertados. Acho que desde essa idade já me excitava ver corpos e coisas femininas. No começo, gostava de imaginar que estava com ela, tocando-a, mas depois de alguns anos comecei a pensar e fantasiar em ser eu quem usasse aquelas roupas lindas e femininas, e ficar tão gostosa quanto ela. Foi assim que comecei a ter uma atitude mais feminina, que ficava cada vez mais evidente.
Os anos passaram, e às vezes minha família visitava a casa da minha tia (que é divorciada), e levavam eu e meus irmãos para que minhas outras tias e minha mãe pudessem conversar.
Minha tia tem um filho chamado Raul, que na época tinha 20 anos. Às vezes eu jogava Playstation com ele, e a gente deitava na cama do quarto dele. Eu sentia que me excitava estar perto dele. E ele às vezes fazia comentários sobre se eu era gay, e eu simplesmente não respondia.
Isso aconteceu algumas vezes, até que um dia — um dia muito gostoso que adoro lembrar — estávamos jogando Playstation quando eu ganhei dele, e ele ficou bravo e fez um "L" com a mão na frente do meu rosto. Eu só fiquei olhando para a mão dele, e ele percebeu. Então ele começou a deixar eu ganhar, e toda vez que perdia, fazia a mesma coisa. Até que em um momento ele disse: "que viado você é" e enfiou o dedo da mão dele na minha boca (o dedo que simboliza o pau). Eu só me afastei, e ele riu, e continuamos jogando. Depois de mais algumas partidas — onde ele perdeu - fez a mesma coisa até que, sem querer, eu coloquei meus lábios como se fosse dar um beijo e ele passou o dedo entre eles. Depois de alguns segundos, eu falei que ele tinha um pau bem fininho - me referindo ao dedo dele - e ele só se virou, mas com um sorriso.
Depois disso (já era umas 1h da manhã), ele me falou pra colocar um documentário na TV, a gente colocou e deitou pra dormir. Ele disse pra eu me enfiar nas cobertas, eu fiz isso e ele também se enfiou. A gente ficou bem colado, ele apagou a luz e de repente se mexia, e eu sentia ele chegando mais perto. Até que eu falei pra gente dormir logo. Ele desligou a TV e deitou de barriga pra cima. Depois de um tempo, eu me virei de costas pra ele e tava quase dormindo, pensando em como ele tinha metido o dedo na minha boca, quando comecei a sentir ele se virando devagar na minha direção. Eu fiquei parada como estava até ele ficar atrás de mim. Comecei a ficar com muito tesão e me fiz de dormindo.
Minha bunda ficou bem na altura do pau dele. Eu tava de calcinha (ainda não usava cueca) e ele tava com uma cueca apertada.
Nessa posição, ele começou a encostar a yummy cock dele na minha bunda. Começou a dar umas roçadinhas e a passar o pau dele entre minhas nalguitas. Aquela sensação era uma delícia. Eu já tava muito molhada e o que ele tava fazendo me deixava louca.
De repente, ele parava por uns minutos e começava de novo.
Chegou uma hora que eu já tava muito excitada e soltei um suspiro - como se tivesse dormindo - e me "ajeitei", encostando toda a minha bunda no meu primo. A sensação foi maravilhosa. Meu primo ficou parado e quase na hora colocou uma mão na minha cintura, encostou mais o pau dele, depois me abraçou e minha bunda ficou bem bem grudada no pacote dele enquanto ele me abraçava pela cintura. E foi assim que a gente dormiu.
Foi uma cumplicidade mútua, porque era óbvio que nenhum dos dois tava dormindo, mas ninguém falou nada.
No dia seguinte, a gente acordou super normal, como se nada tivesse acontecido, descemos pra tomar café. coisas assim até que à tarde minha tia e minha mãe disseram que iam ao centro e meu primo e eu ficaríamos. Essa foi a melhor notícia que eu podia receber.
Elas foram, eu liguei a TV e meu primo foi pro quarto dele. Depois de um tempo, ouvi ele entrando no banheiro, continuei vendo TV e de repente ele me chamou. Eu subi e ele me chamou de novo. Ele estava no banheiro e disse de dentro:
— Me ajuda?
Aí eu entrei e ele disse:
— Me ajuda a abaixar o zíper, por favor, é que machuquei a mão — (péssima desculpa)
Eu fiquei olhando pra ele e falei:
— Tá bom.
Fiquei na frente dele e comecei a abaixar o zíper e notei como o volume dele tava muito grande e marcava uma rola bem suculenta.
Abaixei e me afastei. E meu primo disse:
— Você pode levantar a tampa?
Levantei e ele disse:
— Me ajuda a tirar ela pra fora? É que não consigo sozinho.
Quando ele disse isso, um sorriso se desenhou no meu rosto e meu primo também sorriu com maldade.
Aí eu falei tá bom e desabotoei a calça dele, coloquei minha mãozinha e vi que a cueca dele tinha um lugar aberto e ali enfiei a mão e tirei a rola dele que naquele momento já tava bem grossa, mas não dura.
Quando vi, senti um arrepio e um gosto amargo na garganta, porque era a primeira vez que via uma que não fosse a minha (que era bem pequena) e tava cheia de pelos e bem morena.
Tirei ela e ele disse:
— Valeu, agora espera aqui.
Ele mijou e enquanto isso eu fiquei olhando a rola linda dele que me fascinava e meus pensamentos naquele momento eram tocar nela de novo e encher ela de beijos gostosos e passar a língua como vi num filme.
Quando terminou, ele disse pra eu guardar ela, então eu falei:
— Sim, primo, como você quiser.
Aí peguei ela de novo e ele disse pra eu sacudir. Então sacudi como ele mandou, mas caíram umas gotinhas na minha mão e outra no meu rosto, mas não fiz nada pra tirar e guardei o pau dele de novo, subi o zíper e abotoei a calça dele.
Tudo isso meu primo planejou pra vou ver qual seria minha reação e, como sempre, fui muito obediente, acho que sim.
Ele se animou a me propor um jogo.
Quando saímos do banheiro, ele disse que já estava entediado de jogar no videogame e sugeriu que a gente brincasse de ser marido e mulher. Eu só respondi:
– Sim, mas como? –
E ele disse que a gente ia brincar que ele chegava do trabalho muito cansado e eu cuidava dele. Ele falou:
– Você vai ser a mulher e eu o homem, porque sou mais alto. Você vai ser minha esposa. –
– Sim, Raul, eu vou ser a mulher. –
– Mas pra ser a mulher, você tem que vestir roupa de menina e agir como uma garota. –
– Tá bom, mas que roupa eu posso vestir? –
– Vem, vamos no quarto da minha mãe e você veste uma coisa dela. –
Entramos, ele revirou as gavetas e me deu a roupa que encontrou, colocou na cama e foi procurar saltos e uma peruca em cima do guarda-roupa.
– Veste essa calcinha e essa blusa da minha mãe. –
– Raul, eu visto, mas promete que não vai rir de mim? –
– Claro que não, você vai ser minha esposa, não posso rir de você. –
– Também promete que não vai contar pra minha mãe nem pra ninguém? –
– Não vou contar pra ninguém, mas você tem que fazer o que eu pedir, porque vou ser seu marido, ok? –
– Ok –
(Eu achava ele muito grandão e confiava no que ele dizia.)
Então vesti a tanga que era da minha tia e amei. Depois coloquei a calcinha florida, bem apertada, estilo pescador. Tirei a camisa que tava usando e vesti uma blusa rosa que ficou um pouco grande. Aí meu marido Raul colocou a peruca em mim e pintou meus lábios. Depois me deu uns saltos pretos brilhantes de agulha que, quando vi, amei – eram lindos. Calcei e ficaram só um pouquinho apertados, mas amava me ver assim.
– Você tá linda –
Eu só sorri.
– Agora vai pra cozinha e eu chego do trabalho –
Andei até a cozinha (com muito esforço) e o som dos meus saltos ao caminhar me encantava, me senti muito feminina. Entrei na cozinha e fechei a porta.
Ele bateu e abriu:
– Já cheguei – Cheguei, meu amor-
-Oi, gostoso, entra e senta-
-O que tem pra comer, preparou algo, linda?-
-Sim, meu amor, já vou te servir-
-Pega esse prato-
Eu aproximei um prato vazio e ele olhou
-Parece delicioso, mas...-
Ele pegou minha mão, me puxou pra ele e me sentou no colo dele
-Você parece mais deliciosa, meu amor-
-Obrigada, Raul, me arrumei pra você-
Mal tinha começado o jogo e já estávamos muito quentes, eu sentia o pau dele duro debaixo da minha bunda.
-Linda, você gosta de ser minha esposa?-
-Adoro ser sua mulher e quero ser sua melhor esposa-
Então ele me beijou e eu só fiquei olhando pra ele
-Eu gosto que minha esposa me beije quando chego do trabalho, que seja carinhosa, que me dê o que peço-
-Sim, meu amor-
Então ele pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a outra. Eu olhei e era incrível, eu era toda uma mulher e muito gostosa, adorava como minhas pernas cruzadas ficavam com meia-calça e salto agulha. Então ele colocou a mão na minha cintura e me beijou, e eu respondi beijando ele também e colocando meus braços no pescoço dele.
Começou a roçar a língua dele na minha e nossa saliva se misturava aos poucos, era uma situação deliciosa.
Assim foi por um momento e eu sentia o volume dele ficar muito duro debaixo da minha bunda. Tanta excitação me fazia beijar meu homem com muita paixão enquanto ele tocava minhas pernas enfiadas na minha meia-calça apertada.
Naquele momento, eu já era toda uma mulherzinha pronta pra me entregar pro meu macho. Então parei de beijá-lo e olhei nos olhos dele e disse "te amo, quero ser sua". Aí Raul me olhou, me deu um beijinho e se levantou da cadeira, me carregou no colo até o quarto dele.
Me abaixou e ficou atrás de mim, me abraçou por trás e começou a dizer que ia me fazer mulherzinha naquele dia, enquanto encostava o pau dele na minha bunda e lambia meu pescoço.
Naqueles momentos, eu ainda sentia um pouco de culpa por estar fazendo aquilo, por estar sendo tratada como uma mulher, mas no fundo era o que eu queria e me deixei levar por ele.
Ele me Ele me pegou e me levou na frente do espelho dele
E ficava me falando um monte de coisas gostosas.
— Essa mulherzinha linda é minha esposa —
— Você vai ser minha mulher a partir de hoje —
E eu só fechava os olhos e deixava ele me tocar por inteiro.
Ele ficou na minha frente e começou a me beijar com força, nossas línguas se tocavam muito gostoso, enquanto ele acariciava minha bundinha gostosa, e eu via no espelho como um homem estava me curtindo. Ele não parava de me tocar e de acariciar minha bunda e minhas pernas, dava pra ver que ele tava me curtindo, e eu adorava sentir as mãos dele na minha bunda.
— Sou sua esposa, meu amor, e quero que você me faça sua —
— Fica de joelhos —
— Claro —
— Desabotoa minha calça e abaixa o zíper, Nayeli — (ele me chamou assim)
— Como você mandar, meu amor —
— Tira minha rola, abaixa minha calça —
— Agora chupa ela, coloca minha rola na sua boquinha —
Eu hesitei e olhei nos olhos dele, e ele também me olhou com cara de bronca.
— Você é minha esposa ou não? Tem que obedecer seu marido sempre. Você me ama ou não? —
— Claro que te amo e tenho que te obedecer —
Então comecei a chupar aquela rola gostosa. Coloquei na minha boquinha e mal cabia a metade, só ouvi ele suspirar e mexer a cintura.
O gosto e o cheiro me deixaram com um tesão danado, era uma rola deliciosa, muito quente e dura, e estava dentro da minha boquinha. Aquele pedaço de carne dura e quente estava cheio da minha saliva, e ele me empurrava gostoso. Eu me via no espelho e adorava me ver submissa, comendo aquele pedaço de carne do meu marido. Tava claro que naquele jogo eu tinha que ser a mulher e ele o homem, não podia ser de outro jeito, eu fui feita pra ser dominada, pra ser passiva, pra receber, ele colocaria a rola e eu a bunda, assim tinha que ser.
— Ah, que gostoso você chupa, linda, adoro, parece uma profissional —
— Lambe desde as bolas até a ponta —
— Ah, sim, assim, muito bem, que putinha gostosa eu tenho —
Fiquei chupando aquela rola gostosa por um tempo até ele mandar eu deitar na cama. E foi o que eu fiz.
— Você foi uma boa menina e dá pra ver que você adora ser uma putinha submissa, pras cachorrinhas como você tem que dar gostoso. Dá pra ver que você adora se exibir provocante e vou realizar seu desejo de ser minha mulher-
- sim, Raúl, aqui está sua mulher, sua esposa que vai te obedecer em tudo que você mandar-
- assim que deve ser. Agora vira e fica como se fosse uma vadiazinha. Fica de quatro-
- tá assim, meu amor?-
- assim tá perfeita, agora só coloca seu rosto na cama e levanta a bunda-
- uff, linda minha nenenzinha-
- vou comer essa bunda gostosa que você tem-
- mmm... ai sim. Adoro, papai-
- mm, que bunda gostosa você tem, mamãe-
Meu marido colocava o rosto na minha bunda e esfregava contra minhas nalgas, mordia e apertava. Acariciava minhas pernas e passava o dedo entre as nalgas. E tudo isso me fazia suspirar e soltar uns gemidos de prazer.
Depois ele baixou minha calcinha até a metade e, sem pensar, mordeu minhas nalgas e eu soltei um gemido genuíno de putinha safada. E na sequência, começou a lamber minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, primeiro senti muito frio e depois tudo ficou muito quente. Sentia como ele passava a língua entre minhas nalgas e como empurrava contra meu cuzinho.
Ele se esticou pra pegar um óleo "menen" e senti quando ele derramou no meu cuzinho e começou a meter um dedinho.
- mm. Ah ah mm-
- você tá gostando, né, meu amor? Tô te preparando pra te fazer mulher-
- ai, Raúl, mm ahh sim, tô gostando do que você faz, ai-
- que gostoso que sua bunda tá, bem quentinha-
Assim ele ficou me dedando por um tempo até que meteu dois dedos e eu sentia que não aguentava mais. Acho que ele me viu tão entregue e desejosa e decidiu me penetrar de uma vez-
Ele passou óleo no pau dele, colocou mais no meu cuzinho e se posicionou atrás de mim.
- pronta, meu amor? Vou partir sua bunda, vou entrar em você-
- me come bem gostoso, amor, mete seu pau quente em mim, por favor-
Ele colocou o pau na minha entradinha e foi enfiando devagar. De repente parava e empurrava de novo, ou tirava um pouco e metia de volta-
- ahh ahhh mmmmm meu amor tá doendo -
- não se preocupa, princesa, logo cê vai ver que vai gostar -
- ai papai mmm sim, dói, ai mm ai -
- calma, meu amor, já tá quase toda dentro de você -
E de repente senti a última parte entrar de uma vez só, fazendo minhas pernas com meus saltos se levantarem da cama e minha bunda ficar bem empinada.
Eu tinha sido penetrada, já era uma mulherzinha e estava completamente penetrada por uma rola quente e muito dura.
Ele começou a tirar e meter devagar, e de vez em quando colocava mais óleo, o que facilitava a penetração, até que notei que de repente tava igual nos filmes pornô: tava sendo comida de quatro e me pegando num ritmo acelerado, e a dor sumiu, virando prazer anal. Meu cuzinho tava curtindo a primeira rola que entrava e saía bem gostosa.
- ahh ahh!!! Adoro, Raul, adoro como você me come!! -
- ahh que puta tão gostosa, que bunda tão apertada e gulosa. Cê gosta de como teu papai te fode? -
- ahh sim, meu amor, adoro como você me come, bem gostoso... te amo, te amo!! -
- que bunda gostosa de puta, eu sou o homem, sou teu macho. Quem é a mulher? Quem é a puta que come rola? -
- eu, papai, eu sou a puta... eu sou a mulher, sou tua mulher, essa bunda é tua -
- Quem tá te comendo, puta? -
- você, meu amor. Raul tá me comendo, Raul é meu homem e eu sou a novinha que ele fode -
- ahh que bunda gostosa, que corpo gostoso de putinha você tem - ele dizia enquanto me comia e me segurava pelos quadris, ou pelos tornozelos, ou pela ponta dos meus saltos.
- ahh ai ai meu amor, adoro tua rola mmm como você me come gostoso -
- como aperta, puta, que bunda mais gostosa -
- sim, papai, é só sua pra você comer quando quiser -
- ahh que puta tão gostosa, geme mais, puta -
- ai sim! Ai ai ai mm aaa -
- papai, te amo. Você vai me comer sempre assim? Me come sempre assim, meu amor, eu imploro -
- vou te comer sempre assim, puta -
- ahh ahh adoro, Raul, adoro!!!!!!! -
- ahh que cú gostoso , que buceta gostosa!!!!!!!-
Assim ficamos um tempo até que senti muito, muito calor no meu cu e senti como se tivesse feito cocô.
Ele gozou dentro do meu cu e o semen escorria pelas minhas pernas, e a sensação de cocô que senti antes era na verdade minha ejaculação.
Ele se deitou na cama e me fez deitar também, e disse que a gente tinha que tomar banho. Eu concordei e ficamos um tempinho assim.
Depois tomamos banho. Mais tarde, minha mãe chegou e disse que a gente tinha que ir. Eu só gritei do quarto do meu primo que queria ficar mais um dia para jogar Play. Minha mãe aceitou.
Naquela mesma noite, na hora de dormir, ficamos juntinhos. Ele me abraçava por trás e eu empurrava minha bunda, ainda dolorida da surra que ele me deu.
No fim, só perguntei:
- Quando vamos brincar de marido e mulher de novo?
Depois disso (já era umas 1h da manhã), ele me falou pra colocar um documentário na TV, a gente colocou e deitou pra dormir. Ele disse pra eu me enfiar nas cobertas, eu fiz isso e ele também se enfiou. A gente ficou bem colado, ele apagou a luz e de repente se mexia, e eu sentia ele chegando mais perto. Até que eu falei pra gente dormir logo. Ele desligou a TV e deitou de barriga pra cima. Depois de um tempo, eu me virei de costas pra ele e tava quase dormindo, pensando em como ele tinha metido o dedo na minha boca, quando comecei a sentir ele se virando devagar na minha direção. Eu fiquei parada como estava até ele ficar atrás de mim. Comecei a ficar com muito tesão e me fiz de dormindo.
Minha bunda ficou bem na altura do pau dele. Eu tava de calcinha (ainda não usava cueca) e ele tava com uma cueca apertada.
Nessa posição, ele começou a encostar a yummy cock dele na minha bunda. Começou a dar umas roçadinhas e a passar o pau dele entre minhas nalguitas. Aquela sensação era uma delícia. Eu já tava muito molhada e o que ele tava fazendo me deixava louca.
De repente, ele parava por uns minutos e começava de novo.
Chegou uma hora que eu já tava muito excitada e soltei um suspiro - como se tivesse dormindo - e me "ajeitei", encostando toda a minha bunda no meu primo. A sensação foi maravilhosa. Meu primo ficou parado e quase na hora colocou uma mão na minha cintura, encostou mais o pau dele, depois me abraçou e minha bunda ficou bem bem grudada no pacote dele enquanto ele me abraçava pela cintura. E foi assim que a gente dormiu.
Foi uma cumplicidade mútua, porque era óbvio que nenhum dos dois tava dormindo, mas ninguém falou nada.
No dia seguinte, a gente acordou super normal, como se nada tivesse acontecido, descemos pra tomar café. coisas assim até que à tarde minha tia e minha mãe disseram que iam ao centro e meu primo e eu ficaríamos. Essa foi a melhor notícia que eu podia receber.
Elas foram, eu liguei a TV e meu primo foi pro quarto dele. Depois de um tempo, ouvi ele entrando no banheiro, continuei vendo TV e de repente ele me chamou. Eu subi e ele me chamou de novo. Ele estava no banheiro e disse de dentro:
— Me ajuda?
Aí eu entrei e ele disse:
— Me ajuda a abaixar o zíper, por favor, é que machuquei a mão — (péssima desculpa)
Eu fiquei olhando pra ele e falei:
— Tá bom.
Fiquei na frente dele e comecei a abaixar o zíper e notei como o volume dele tava muito grande e marcava uma rola bem suculenta.
Abaixei e me afastei. E meu primo disse:
— Você pode levantar a tampa?
Levantei e ele disse:
— Me ajuda a tirar ela pra fora? É que não consigo sozinho.
Quando ele disse isso, um sorriso se desenhou no meu rosto e meu primo também sorriu com maldade.
Aí eu falei tá bom e desabotoei a calça dele, coloquei minha mãozinha e vi que a cueca dele tinha um lugar aberto e ali enfiei a mão e tirei a rola dele que naquele momento já tava bem grossa, mas não dura.
Quando vi, senti um arrepio e um gosto amargo na garganta, porque era a primeira vez que via uma que não fosse a minha (que era bem pequena) e tava cheia de pelos e bem morena.
Tirei ela e ele disse:
— Valeu, agora espera aqui.
Ele mijou e enquanto isso eu fiquei olhando a rola linda dele que me fascinava e meus pensamentos naquele momento eram tocar nela de novo e encher ela de beijos gostosos e passar a língua como vi num filme.
Quando terminou, ele disse pra eu guardar ela, então eu falei:
— Sim, primo, como você quiser.
Aí peguei ela de novo e ele disse pra eu sacudir. Então sacudi como ele mandou, mas caíram umas gotinhas na minha mão e outra no meu rosto, mas não fiz nada pra tirar e guardei o pau dele de novo, subi o zíper e abotoei a calça dele.
Tudo isso meu primo planejou pra vou ver qual seria minha reação e, como sempre, fui muito obediente, acho que sim.
Ele se animou a me propor um jogo.
Quando saímos do banheiro, ele disse que já estava entediado de jogar no videogame e sugeriu que a gente brincasse de ser marido e mulher. Eu só respondi:
– Sim, mas como? –
E ele disse que a gente ia brincar que ele chegava do trabalho muito cansado e eu cuidava dele. Ele falou:
– Você vai ser a mulher e eu o homem, porque sou mais alto. Você vai ser minha esposa. –
– Sim, Raul, eu vou ser a mulher. –
– Mas pra ser a mulher, você tem que vestir roupa de menina e agir como uma garota. –
– Tá bom, mas que roupa eu posso vestir? –
– Vem, vamos no quarto da minha mãe e você veste uma coisa dela. –
Entramos, ele revirou as gavetas e me deu a roupa que encontrou, colocou na cama e foi procurar saltos e uma peruca em cima do guarda-roupa.
– Veste essa calcinha e essa blusa da minha mãe. –
– Raul, eu visto, mas promete que não vai rir de mim? –
– Claro que não, você vai ser minha esposa, não posso rir de você. –
– Também promete que não vai contar pra minha mãe nem pra ninguém? –
– Não vou contar pra ninguém, mas você tem que fazer o que eu pedir, porque vou ser seu marido, ok? –
– Ok –
(Eu achava ele muito grandão e confiava no que ele dizia.)
Então vesti a tanga que era da minha tia e amei. Depois coloquei a calcinha florida, bem apertada, estilo pescador. Tirei a camisa que tava usando e vesti uma blusa rosa que ficou um pouco grande. Aí meu marido Raul colocou a peruca em mim e pintou meus lábios. Depois me deu uns saltos pretos brilhantes de agulha que, quando vi, amei – eram lindos. Calcei e ficaram só um pouquinho apertados, mas amava me ver assim.
– Você tá linda –
Eu só sorri.
– Agora vai pra cozinha e eu chego do trabalho –
Andei até a cozinha (com muito esforço) e o som dos meus saltos ao caminhar me encantava, me senti muito feminina. Entrei na cozinha e fechei a porta.
Ele bateu e abriu:
– Já cheguei – Cheguei, meu amor-
-Oi, gostoso, entra e senta-
-O que tem pra comer, preparou algo, linda?-
-Sim, meu amor, já vou te servir-
-Pega esse prato-
Eu aproximei um prato vazio e ele olhou
-Parece delicioso, mas...-
Ele pegou minha mão, me puxou pra ele e me sentou no colo dele
-Você parece mais deliciosa, meu amor-
-Obrigada, Raul, me arrumei pra você-
Mal tinha começado o jogo e já estávamos muito quentes, eu sentia o pau dele duro debaixo da minha bunda.
-Linda, você gosta de ser minha esposa?-
-Adoro ser sua mulher e quero ser sua melhor esposa-
Então ele me beijou e eu só fiquei olhando pra ele
-Eu gosto que minha esposa me beije quando chego do trabalho, que seja carinhosa, que me dê o que peço-
-Sim, meu amor-
Então ele pegou uma das minhas pernas e colocou sobre a outra. Eu olhei e era incrível, eu era toda uma mulher e muito gostosa, adorava como minhas pernas cruzadas ficavam com meia-calça e salto agulha. Então ele colocou a mão na minha cintura e me beijou, e eu respondi beijando ele também e colocando meus braços no pescoço dele.
Começou a roçar a língua dele na minha e nossa saliva se misturava aos poucos, era uma situação deliciosa.
Assim foi por um momento e eu sentia o volume dele ficar muito duro debaixo da minha bunda. Tanta excitação me fazia beijar meu homem com muita paixão enquanto ele tocava minhas pernas enfiadas na minha meia-calça apertada.
Naquele momento, eu já era toda uma mulherzinha pronta pra me entregar pro meu macho. Então parei de beijá-lo e olhei nos olhos dele e disse "te amo, quero ser sua". Aí Raul me olhou, me deu um beijinho e se levantou da cadeira, me carregou no colo até o quarto dele.
Me abaixou e ficou atrás de mim, me abraçou por trás e começou a dizer que ia me fazer mulherzinha naquele dia, enquanto encostava o pau dele na minha bunda e lambia meu pescoço.
Naqueles momentos, eu ainda sentia um pouco de culpa por estar fazendo aquilo, por estar sendo tratada como uma mulher, mas no fundo era o que eu queria e me deixei levar por ele.
Ele me Ele me pegou e me levou na frente do espelho dele
E ficava me falando um monte de coisas gostosas.
— Essa mulherzinha linda é minha esposa —
— Você vai ser minha mulher a partir de hoje —
E eu só fechava os olhos e deixava ele me tocar por inteiro.
Ele ficou na minha frente e começou a me beijar com força, nossas línguas se tocavam muito gostoso, enquanto ele acariciava minha bundinha gostosa, e eu via no espelho como um homem estava me curtindo. Ele não parava de me tocar e de acariciar minha bunda e minhas pernas, dava pra ver que ele tava me curtindo, e eu adorava sentir as mãos dele na minha bunda.
— Sou sua esposa, meu amor, e quero que você me faça sua —
— Fica de joelhos —
— Claro —
— Desabotoa minha calça e abaixa o zíper, Nayeli — (ele me chamou assim)
— Como você mandar, meu amor —
— Tira minha rola, abaixa minha calça —
— Agora chupa ela, coloca minha rola na sua boquinha —
Eu hesitei e olhei nos olhos dele, e ele também me olhou com cara de bronca.
— Você é minha esposa ou não? Tem que obedecer seu marido sempre. Você me ama ou não? —
— Claro que te amo e tenho que te obedecer —
Então comecei a chupar aquela rola gostosa. Coloquei na minha boquinha e mal cabia a metade, só ouvi ele suspirar e mexer a cintura.
O gosto e o cheiro me deixaram com um tesão danado, era uma rola deliciosa, muito quente e dura, e estava dentro da minha boquinha. Aquele pedaço de carne dura e quente estava cheio da minha saliva, e ele me empurrava gostoso. Eu me via no espelho e adorava me ver submissa, comendo aquele pedaço de carne do meu marido. Tava claro que naquele jogo eu tinha que ser a mulher e ele o homem, não podia ser de outro jeito, eu fui feita pra ser dominada, pra ser passiva, pra receber, ele colocaria a rola e eu a bunda, assim tinha que ser.
— Ah, que gostoso você chupa, linda, adoro, parece uma profissional —
— Lambe desde as bolas até a ponta —
— Ah, sim, assim, muito bem, que putinha gostosa eu tenho —
Fiquei chupando aquela rola gostosa por um tempo até ele mandar eu deitar na cama. E foi o que eu fiz.
— Você foi uma boa menina e dá pra ver que você adora ser uma putinha submissa, pras cachorrinhas como você tem que dar gostoso. Dá pra ver que você adora se exibir provocante e vou realizar seu desejo de ser minha mulher-
- sim, Raúl, aqui está sua mulher, sua esposa que vai te obedecer em tudo que você mandar-
- assim que deve ser. Agora vira e fica como se fosse uma vadiazinha. Fica de quatro-
- tá assim, meu amor?-
- assim tá perfeita, agora só coloca seu rosto na cama e levanta a bunda-
- uff, linda minha nenenzinha-
- vou comer essa bunda gostosa que você tem-
- mmm... ai sim. Adoro, papai-
- mm, que bunda gostosa você tem, mamãe-
Meu marido colocava o rosto na minha bunda e esfregava contra minhas nalgas, mordia e apertava. Acariciava minhas pernas e passava o dedo entre as nalgas. E tudo isso me fazia suspirar e soltar uns gemidos de prazer.
Depois ele baixou minha calcinha até a metade e, sem pensar, mordeu minhas nalgas e eu soltei um gemido genuíno de putinha safada. E na sequência, começou a lamber minha bunda, foi uma sensação muito gostosa, primeiro senti muito frio e depois tudo ficou muito quente. Sentia como ele passava a língua entre minhas nalgas e como empurrava contra meu cuzinho.
Ele se esticou pra pegar um óleo "menen" e senti quando ele derramou no meu cuzinho e começou a meter um dedinho.
- mm. Ah ah mm-
- você tá gostando, né, meu amor? Tô te preparando pra te fazer mulher-
- ai, Raúl, mm ahh sim, tô gostando do que você faz, ai-
- que gostoso que sua bunda tá, bem quentinha-
Assim ele ficou me dedando por um tempo até que meteu dois dedos e eu sentia que não aguentava mais. Acho que ele me viu tão entregue e desejosa e decidiu me penetrar de uma vez-
Ele passou óleo no pau dele, colocou mais no meu cuzinho e se posicionou atrás de mim.
- pronta, meu amor? Vou partir sua bunda, vou entrar em você-
- me come bem gostoso, amor, mete seu pau quente em mim, por favor-
Ele colocou o pau na minha entradinha e foi enfiando devagar. De repente parava e empurrava de novo, ou tirava um pouco e metia de volta-
- ahh ahhh mmmmm meu amor tá doendo -
- não se preocupa, princesa, logo cê vai ver que vai gostar -
- ai papai mmm sim, dói, ai mm ai -
- calma, meu amor, já tá quase toda dentro de você -
E de repente senti a última parte entrar de uma vez só, fazendo minhas pernas com meus saltos se levantarem da cama e minha bunda ficar bem empinada.
Eu tinha sido penetrada, já era uma mulherzinha e estava completamente penetrada por uma rola quente e muito dura.
Ele começou a tirar e meter devagar, e de vez em quando colocava mais óleo, o que facilitava a penetração, até que notei que de repente tava igual nos filmes pornô: tava sendo comida de quatro e me pegando num ritmo acelerado, e a dor sumiu, virando prazer anal. Meu cuzinho tava curtindo a primeira rola que entrava e saía bem gostosa.
- ahh ahh!!! Adoro, Raul, adoro como você me come!! -
- ahh que puta tão gostosa, que bunda tão apertada e gulosa. Cê gosta de como teu papai te fode? -
- ahh sim, meu amor, adoro como você me come, bem gostoso... te amo, te amo!! -
- que bunda gostosa de puta, eu sou o homem, sou teu macho. Quem é a mulher? Quem é a puta que come rola? -
- eu, papai, eu sou a puta... eu sou a mulher, sou tua mulher, essa bunda é tua -
- Quem tá te comendo, puta? -
- você, meu amor. Raul tá me comendo, Raul é meu homem e eu sou a novinha que ele fode -
- ahh que bunda gostosa, que corpo gostoso de putinha você tem - ele dizia enquanto me comia e me segurava pelos quadris, ou pelos tornozelos, ou pela ponta dos meus saltos.
- ahh ai ai meu amor, adoro tua rola mmm como você me come gostoso -
- como aperta, puta, que bunda mais gostosa -
- sim, papai, é só sua pra você comer quando quiser -
- ahh que puta tão gostosa, geme mais, puta -
- ai sim! Ai ai ai mm aaa -
- papai, te amo. Você vai me comer sempre assim? Me come sempre assim, meu amor, eu imploro -
- vou te comer sempre assim, puta -
- ahh ahh adoro, Raul, adoro!!!!!!! -
- ahh que cú gostoso , que buceta gostosa!!!!!!!-
Assim ficamos um tempo até que senti muito, muito calor no meu cu e senti como se tivesse feito cocô.
Ele gozou dentro do meu cu e o semen escorria pelas minhas pernas, e a sensação de cocô que senti antes era na verdade minha ejaculação.
Ele se deitou na cama e me fez deitar também, e disse que a gente tinha que tomar banho. Eu concordei e ficamos um tempinho assim.
Depois tomamos banho. Mais tarde, minha mãe chegou e disse que a gente tinha que ir. Eu só gritei do quarto do meu primo que queria ficar mais um dia para jogar Play. Minha mãe aceitou.
Naquela mesma noite, na hora de dormir, ficamos juntinhos. Ele me abraçava por trás e eu empurrava minha bunda, ainda dolorida da surra que ele me deu.
No fim, só perguntei:
- Quando vamos brincar de marido e mulher de novo?
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