Sexo em grupo

Olá, sou a Ana. O que vou contar é uma história real que marcou minha vida.
Era verão de 2004, eu trabalhava numa linha erótica 803, fazia de casa, na intimidade do meu quarto, preferia atender à noite, quando estava mais tranquila. Já fazia dois anos que trabalhava nessa linha, e a verdade é que me excitava falar de sexo com os caras. Muitas vezes eram eles que me deixavam com muito tesão, e por não ter namorado, já podem imaginar como eu tava, subindo pelas paredes.

Tive que comprar um vibrador pra aliviar o calor, me masturbava todo dia, e muitas vezes passava a noite inteira com o vibrador dentro. Gastava uma grana em pilha kkkkk... Tentava não gozar pra ficar a noite toda com tesão, isso me ajudava a passar o calor pros meus clientes. A verdade é que fiz sucesso nessa linha, adoravam minha voz sensual, meu jeito de falar tão doce e gostoso ao mesmo tempo, era o que me diziam.

Uma vez me masturbei tanto tempo e gozei 7 vezes, eu não acreditava, já tava doendo minha mão, e meus dedos estavam enrugados de tanta umidade dos meus fluidos, tipo, eu tava igual uma puta kkkkk... Resumindo, bem, isso não é exatamente o que quero contar.

Tinha um cliente frequente que entrava muitas vezes pra falar comigo, acabamos tendo uma relação mais íntima, dentro do possível. Muitas vezes ele dizia que queria me conhecer e fazer loucuras juntos. Eu tinha medo de encontrar um estranho que conheci na linha, mas ao mesmo tempo me dava tesão. Numa dessas noites de verão, a lua tava cheia, como sempre ele me ligou e pediu pra gente se encontrar naquela noite. Ele queria me conhecer, eu tava com tanto tesão que depois dessa insistência e com o calor entre as pernas, não consegui dizer não.

Vou chamar ele de Carlos, só pra dar um nome, porque sinceramente já não lembro o nome dele. Carlos me disse, quase me ordenando, pra dizer onde a gente ia se encontrar. Ele falou que tinha que Vestir uma blusa decotada, onde minhas tetonas ficassem bem à mostra, e uma saia bem curta, sem calcinha por baixo — queria me ver como uma putona mesmo. Mas eu também tava afim de me vestir assim e me sentir uma slut naquela noite, depois de anos sem uma boa cock entre minhas pernas.

A gente combinou de madrugada, ele ia chegar num carro vermelho. Passei o endereço da casa da esquina, não a minha, por medo — não queria que ele soubesse onde eu morava de verdade. Saí na hora marcada, com meus saltos na mão, sem fazer barulho pra não acordar minha família. Tava com minha saia curta e a blusa de decote enorme, como tinha dito pro Carlos. Saí bem devagar, na surdina, escondida, nas sombras, igual um ladrão. Saí de casa e na esquina vi o carro vermelho com um homem dentro. Me aproximei, ele acendeu a luz e vi um cara loiro, cabelo cacheado, de óculos, gato. Cheguei perto e ele me chamou pelo nome que eu usava na época — meu nome de linha era Caramelo. Ele abriu a porta do carro e entrei. Tava nervosa pra caralho, mas mesmo assim arrisquei encontrar com ele.

Não conhecia muito Madrid, porque sou de fora. Ele me levou no carro e no caminho pediu pra eu me masturbar. Comecei a fazer, ele me olhava sem tirar os olhos da estrada até a gente chegar num lugar enorme, cheio de árvores, um descampado. Pra ser sincera, nem sabia onde tava. Carlos disse que a gente tava na Casa de Campo. Ele estacionou, acendeu a luz, e eu me virei de costas pra porta do carro, abrindo mais as pernas pra ele ver minha pussy aberta e molhada. Não parava de me tocar. Ele também fez a parte dele: abaixou o zíper e puxou a cock grandona dele, cheia de veias e com a cabecinha rosada — ummmm, uma cock muito yummy. Começou a se masturbar me olhando. Num momento, vi que ele começou a olhar pra trás de mim, nas minhas costas. Quando virei a cabeça, vi a cara de um homem bem colada no vidro. Era um cara, de óculos redondos, vestindo uma camisa vermelha. calça preta, Carlos abaixou o vidro da minha janela uns centímetros, o suficiente pra ele enfiar a mão e pegar nos meus peitos, começou a apertar eles. Carlos perguntou: "quer foder ela?" o cara sem abrir a boca concordou com a cabeça.
Saímos do carro, Carlos pegou um pacote de camisinhas e uns lenços umedecidos, eu tava com a saia na cintura, fiz o gesto de puxar a saia pra baixo, mas Carlos me impediu, falou pra eu deixar a saia como estava, eu sem calcinha, com a saia na cintura e os peitos de fora, o cara da camisa vermelha parecia um polvo me apalpando igual um possesso. Caminhamos do carro até uns arbustos que estavam perto, e depois de chegar lá, comecei a chupar a rola do Carlos, enquanto o cara abaixou pra lamber minha buceta por trás, enfiou a camisinha e começou a meter em mim, eu apoiada no Carlos chupando a rola dele e o cara me fodendo por trás. Eu tava louca, gemendo igual uma puta, minha buceta escorria, dava pra ouvir a rola batendo e saindo com força da minha buceta, eu soltando gemidos abafados e Carlos fodendo minha boca, não consigo explicar o que sentia, tava embriagada de desejo e tesão, a única coisa que queria sentir era aquela rola enorme entrando e saindo da minha buceta enquanto ele segurava meus peitos por trás. Nisso, na penumbra, apareceu outro cara, um cara alto moreno, com cabelo curto, parecia militar, um cara lindão, um corpão com costas largas, do jeito que eu gosto, ele tava com a rola pra fora, era enorme, agarrei com a mão, era grossa e comprida, sem falar nada, abaixei pra mamar com muita vontade, enfiando até a garganta, enquanto eu chupava ele passou a mão na minha bunda e desceu até achar minha buceta, e com uma voz acariciando ela, exclamou: "que buceta depilada gostosa!!!" me virei de costas pra ele, e como eu sou um pouco mais baixa, ele não alcançava pra meter a rola, me envolveu com os braços pela cintura e me levantou no ar com os braços fortes, até me colocar na altura da rola dele. Pau, ele enfiou com força, senti um prazer sem igual, e meteu inteira de uma só vez, começou a bombar que nem um louco, me fazendo gritar e gemer de prazer. Parecia um sonho o que eu tava vivendo, nunca senti um prazer tão forte, tava empalada, fodendo com um pauzão de macho de verdade, eu tava como se tivesse drogada só de prazer, tinha um monte de sensações misturadas, medo, tesão, prazer, me sentia uma verdadeira puta. Não sei quanto tempo ele ficou me dando pau sem parar, sem trégua, destruindo minha buceta de porrada, eu gritando de dor e de prazer ao mesmo tempo até que ele soltou, tirou a camisinha e me colocou de joelhos, me jogou um jato enorme de porra na cara toda. Isso não me importava, eu tava fora de mim, só queria sexo e mais nada.

Me passaram as toalhas úmidas, eu tava com os olhos fechados porque entrou um pouco até nos olhos. Quando terminei de me limpar e abri os olhos, eu tava com o rosto coberto pelo meu cabelo comprido. Passaram uns minutos, não sei quantos, quando levantei meu cabelo, levei um susto que me deu medo e tesão ao mesmo tempo. Tinha uns 3 homens e mais dois se aproximando, não sei de onde saíram, com os paus pra fora, se masturbando e olhando o espetáculo. Carlos chamando eles com a mão, convidou pra se juntar à festa. Todos começaram a me tocar com uma mão e com a outra se punhetando que nem macacos. Eu sentia as mãos deles me tocando, os peitos, a bunda, encostando os paus no meu corpo. Um deles disse que perto dali tinha uns quiosques, então a gente foi pra umas mesas de madeira. Eu me deitei nela, e cada um começou a me tocar, a me foder um por um. Eu tava gemendo que nem uma loba no cio, eles esperando a vez pra me foder e os outros aproveitando pra me tocar e colocar os paus na minha boca pra eu chupar, eu pegando eles com as duas mãos. Assim eles me fodaram um por um. O único que não me fodeu foi o Carlos, ele ficou distribuindo camisinhas pros participantes da festa improvisada. Eu não aguentava mais, então todos... Um por um foram se acabando onde queriam, nos meus peitos, na minha cara, no meu corpo, eu tava perdida, cheia de porra. Quando tudo acabou, me limpei do esperma.

Depois, já na calma, uns começaram a ir embora e outros ficaram pra bater um papo. Um deles era taxista, foi até o táxi pegar um termo com café e serviu pra gente que tava ali. Outro, segundo ele mesmo disse, era um guarda de segurança — que surpresa! — e foi um dos que repetiu.

Os anos passaram, e agora, pensando nessa experiência, acho que fiz algo que muita gente queria ou tem na lista de fantasias, mas não tem coragem. Eu fiz e gostei.

Espero que tenham gostado desse relato...
Beijos pra todos...

4 comentários - Sexo em grupo

Muy bueno, me encantó, los relatos de gang bang me ponen muy cachondo, besos.