Isso foi há um tempo, quase um ano já. Não sei por que lembrei dessa história, mas hoje veio na minha cabeça. Não sei se é uma grande história erótica, mas no final eu me diverti, kkk.
Era uma quarta-feira à noite, um frio do caralho, daqueles que costumam fazer em Bahía Blanca. Muito entediado, decidi entrar num chat bem conhecido daqui de Bahía Blanca. Comecei a conversar com uma mina que se chamava Agustina (não era o nome real dela, foi a primeira coisa que ela deixou claro). A gente se deu bem, ela era bem legal, mas tinha cada problema...
Ela me conta que estava num relacionamento, trabalhava no CONICET, mas estava muito pra baixo. Como eu tinha caído bem pra ela, me pediu se a gente podia se ver e tomar alguma coisa pra conversar e animar ela. Como eu tava sem grana, sem carro, e com o frio que tava, falei que não... ela insistiu porque realmente precisava falar com alguém.
Não sei por que aceitei, porque parecia que não tinha chance de comer ela nem de longe. Acho que aceitei porque tava extremamente entediado.
Combinamos de nos ver na frente da universidade. Cheguei, e era uma mina muito, muito magra, peito pequeno, uma bunda bonita, cabelo loiro tingido de violeta (ficava legal nela, apesar de parecer uma mistura meio doida) e bem baixinha.
Realmente tava um frio da porra, então com a pouca grana que eu tinha, fomos pro posto de gasolina que tem ali a meia quadra, e tomamos um café...
Ela começou a contar a vida dela. Todos os problemas com o namorado dela (de 50 e poucos anos), com as drogas (já tinha parado), e vários outros que, felizmente, não lembro agora. Foram aqueles momentos em que eu pensava: "por que caralhos eu não fiquei em casa, bati uma punheta e fui dormir?!"... sério, ela tinha todos os problemas e as drogas tinham feito ela perder algum parafuso.
Bom, a conversa continua, o café acaba, e a gente sai do posto. Eu procurando qualquer desculpa pra ir embora, e ela insistindo pra eu ficar e fazer companhia pra ela... sentamos ali na frente do clube. Universitário, pra bater um papo mais um pouco. Continuamos conversando, e eu abraço ela porque tava morrendo de frio, e ela me abraça também. Ficamos uns 1 ou 2 minutinhos assim, enquanto ela continuava me contando os dramas dela, e eu roubo um beijinho. Ela deixa por uns segundos, mas depois vira minha cabeça. Falou que não podia, que só precisava conversar.
Continuo abraçando ela, e tento de novo, mas dessa vez passando a mão naquela bunda (sem ser uma bunda enorme, me excitava bastante). Ela ri, e vira minha cabeça de novo... mas fez de um jeito que parecia que se eu insistisse um pouco, a noite não ia terminar tão mal quanto até então.
Falei pra irmos pra casa, que íamos ficar mais quentinhos e tranquilos... ela topa, e aí mando mensagem pros meus pais (que estavam com o carro), e eles disseram que iam voltar pra casa em meia hora. Então impossível levar ela pra lá, porque até eles chegarem, dormirem, ia ficar tarde pra caralho - já era umas 2 da manhã.
Já dou a noite por perdida, e falo que ia ser impossível, que ia dormir e que se ela precisasse continuar conversando, a gente podia se ver no dia seguinte e resolver melhor. Mas ela insistiu pra eu ficar, não queria ir dormir, tava muito mal.
Brincando, falo que se ela tivesse carro e grana na hora, levava ela pro motel, mesmo que fosse só pra conversar e não pra foder (?). Aí do nada ela solta "eu pago pra você". Na hora o pau sobe na hora, mas meu machismo, e não entender muito bem a situação, me fez recusar de cara...
ela reforça o convite falando que era sério, não tinha problema... parece que no conicet ganha muito bem, e que se eu acompanhasse ela até um caixa eletrônico pra sacar grana, a gente ia.
Decidimos ir, então partimos pro caixa, ela saca dinheiro, pegamos um táxi, e fomos pra lá. O taxista foi muito gente boa, mas acho que quando a gente desceu, ele deve ter morrido de rir vendo que era ela quem pagou o motel e o táxi.
Uma vez no quarto, já mais quentinhos, felizmente, a gente se jogou na cama... procuramos um filme na TV, e ela me abraça. Avanço com um beijo bem dado, que ela aceita (ela curtiu quando meti a língua, haja), mas de novo... um tempinho e ela se afasta... repetia que não podia fazer aquilo, que tinha namorado, que nunca faria, com uma voz que tava realmente doida.
Aí conversamos sobre os problemas que ela tinha com o namorado, que ela não conseguia se excitar, e várias outras coisas. Comecei mais de boa com carícias nas costas, desci pras pernas, ela já mais acessível.
A luz deixava o cabelo misturado dela mais bonito, e eu já tava cada vez mais duro. Então insisti de novo, mas com um beijo mais calmo... ela aceitou, embora parecesse nervosa.
Os minutos passam e tiro a jaqueta e a camiseta dela, ela não tava de sutiã... mas apesar dos peitos serem bem pequenos, tenho que admitir que me excitaram bastante. Então fui logo dar uns belos beijos neles. Ela foi se soltando um pouco mais, mas ainda íamos devagar... passam uns minutos, e tiro a legging dela. Aí finalmente pude confirmar que ela tinha uma bunda mais que bonita, e enquanto puxava a legging pra baixo, sem querer (?) toquei a buceta dela... pra minha surpresa, bem molhada.
Então, como não podia ser diferente, fui começar a tocar ela... mas de novo os medos, que não podia fazer aquilo, que o namorado e toda a história...
mesmo assim, com a voz bem peculiar dela, ela me pede permissão pra fazer um boquete. Como um bom cavalheiro, aceitei, haja.
E aí começou... pude confirmar que as mais loucas são demais na cama. Fazia tempo que não chupavam tão bem minha pica... sei lá por que consegui aguentar de boa e não gozei tudo na cara dela em dois minutos. Mas como eu disse, felizmente meu amigo se comportou bem e aguentou sem problemas.
Quando percebi que ela tava ficando excitada, decidi começar a masturbar ela (ela não deixou eu chupar a buceta dela, por mais vontade que eu tivesse, tava depiladinha e cada vez mais molhada). Já tinham se passado uns 3 minutos, eu não aguentava mais, e ela também tava explodindo. Então peguei ela, coloquei por cima de mim e enfiei a pika até o fundo da buceta dela. Por que será que fiz isso? Ela deu um grito que até me assustou... pensei que tinha machucado ela e tudo. Mas não, pelo visto ela tinha gostado e pediu pra eu continuar assim, forte. Ela continuou com aqueles gritos enormes, que, sem exagerar, pensei que a qualquer momento a polícia ia aparecer, porque parecia que eu tava matando ela.
Ficamos assim um tempinho, depois trocamos e ela foi pra baixo. Tentei pelo cuzinho, mas ela pediu pra não... mas com a tesão que eu tava, segui sem problemas, e cada vez sentia ela mais molhada. Ela conseguiu gozar (eu com medo dela gritar mais alto e alguém vir reclamar de verdade... não eram sons de prazer, parecia mesmo que tavam matando ela). Aí ela desce e pergunta se pode continuar chupando até eu gozar. Nem precisei falar que sim, ela já tava agarrada na minha pika de novo, e eu curtindo um dos melhores boquetes que já recebi em muito tempo. Dessa vez não durei nem um minuto, gozei dentro da boca dela. Bem gulosa, tentou engolir tudo, mas uma parte não deu e ela acabou cuspindo na minha barriga.
Depois disso, ficamos deitados na cama um tempinho, mas como já era muito tarde, decidimos voltar. Chamamos o táxi, ele veio nos buscar, fomos até a casa dela, e de lá eu fui andando (já tava com muita vergonha de deixar ela pagar tudo de novo).
Combinamos de nos ver outra noite, mas infelizmente nunca rolou de novo, e depois perdemos contato.
Na minha mente, essa menininha de cabelo violeta, com seus problemas, mas foda na cama, vai ficar pra sempre. Mesmo assim, nunca perco a esperança de encontrá-la de novo.
Era uma quarta-feira à noite, um frio do caralho, daqueles que costumam fazer em Bahía Blanca. Muito entediado, decidi entrar num chat bem conhecido daqui de Bahía Blanca. Comecei a conversar com uma mina que se chamava Agustina (não era o nome real dela, foi a primeira coisa que ela deixou claro). A gente se deu bem, ela era bem legal, mas tinha cada problema...
Ela me conta que estava num relacionamento, trabalhava no CONICET, mas estava muito pra baixo. Como eu tinha caído bem pra ela, me pediu se a gente podia se ver e tomar alguma coisa pra conversar e animar ela. Como eu tava sem grana, sem carro, e com o frio que tava, falei que não... ela insistiu porque realmente precisava falar com alguém.
Não sei por que aceitei, porque parecia que não tinha chance de comer ela nem de longe. Acho que aceitei porque tava extremamente entediado.
Combinamos de nos ver na frente da universidade. Cheguei, e era uma mina muito, muito magra, peito pequeno, uma bunda bonita, cabelo loiro tingido de violeta (ficava legal nela, apesar de parecer uma mistura meio doida) e bem baixinha.
Realmente tava um frio da porra, então com a pouca grana que eu tinha, fomos pro posto de gasolina que tem ali a meia quadra, e tomamos um café...
Ela começou a contar a vida dela. Todos os problemas com o namorado dela (de 50 e poucos anos), com as drogas (já tinha parado), e vários outros que, felizmente, não lembro agora. Foram aqueles momentos em que eu pensava: "por que caralhos eu não fiquei em casa, bati uma punheta e fui dormir?!"... sério, ela tinha todos os problemas e as drogas tinham feito ela perder algum parafuso.
Bom, a conversa continua, o café acaba, e a gente sai do posto. Eu procurando qualquer desculpa pra ir embora, e ela insistindo pra eu ficar e fazer companhia pra ela... sentamos ali na frente do clube. Universitário, pra bater um papo mais um pouco. Continuamos conversando, e eu abraço ela porque tava morrendo de frio, e ela me abraça também. Ficamos uns 1 ou 2 minutinhos assim, enquanto ela continuava me contando os dramas dela, e eu roubo um beijinho. Ela deixa por uns segundos, mas depois vira minha cabeça. Falou que não podia, que só precisava conversar.
Continuo abraçando ela, e tento de novo, mas dessa vez passando a mão naquela bunda (sem ser uma bunda enorme, me excitava bastante). Ela ri, e vira minha cabeça de novo... mas fez de um jeito que parecia que se eu insistisse um pouco, a noite não ia terminar tão mal quanto até então.
Falei pra irmos pra casa, que íamos ficar mais quentinhos e tranquilos... ela topa, e aí mando mensagem pros meus pais (que estavam com o carro), e eles disseram que iam voltar pra casa em meia hora. Então impossível levar ela pra lá, porque até eles chegarem, dormirem, ia ficar tarde pra caralho - já era umas 2 da manhã.
Já dou a noite por perdida, e falo que ia ser impossível, que ia dormir e que se ela precisasse continuar conversando, a gente podia se ver no dia seguinte e resolver melhor. Mas ela insistiu pra eu ficar, não queria ir dormir, tava muito mal.
Brincando, falo que se ela tivesse carro e grana na hora, levava ela pro motel, mesmo que fosse só pra conversar e não pra foder (?). Aí do nada ela solta "eu pago pra você". Na hora o pau sobe na hora, mas meu machismo, e não entender muito bem a situação, me fez recusar de cara...
ela reforça o convite falando que era sério, não tinha problema... parece que no conicet ganha muito bem, e que se eu acompanhasse ela até um caixa eletrônico pra sacar grana, a gente ia.
Decidimos ir, então partimos pro caixa, ela saca dinheiro, pegamos um táxi, e fomos pra lá. O taxista foi muito gente boa, mas acho que quando a gente desceu, ele deve ter morrido de rir vendo que era ela quem pagou o motel e o táxi.
Uma vez no quarto, já mais quentinhos, felizmente, a gente se jogou na cama... procuramos um filme na TV, e ela me abraça. Avanço com um beijo bem dado, que ela aceita (ela curtiu quando meti a língua, haja), mas de novo... um tempinho e ela se afasta... repetia que não podia fazer aquilo, que tinha namorado, que nunca faria, com uma voz que tava realmente doida.
Aí conversamos sobre os problemas que ela tinha com o namorado, que ela não conseguia se excitar, e várias outras coisas. Comecei mais de boa com carícias nas costas, desci pras pernas, ela já mais acessível.
A luz deixava o cabelo misturado dela mais bonito, e eu já tava cada vez mais duro. Então insisti de novo, mas com um beijo mais calmo... ela aceitou, embora parecesse nervosa.
Os minutos passam e tiro a jaqueta e a camiseta dela, ela não tava de sutiã... mas apesar dos peitos serem bem pequenos, tenho que admitir que me excitaram bastante. Então fui logo dar uns belos beijos neles. Ela foi se soltando um pouco mais, mas ainda íamos devagar... passam uns minutos, e tiro a legging dela. Aí finalmente pude confirmar que ela tinha uma bunda mais que bonita, e enquanto puxava a legging pra baixo, sem querer (?) toquei a buceta dela... pra minha surpresa, bem molhada.
Então, como não podia ser diferente, fui começar a tocar ela... mas de novo os medos, que não podia fazer aquilo, que o namorado e toda a história...
mesmo assim, com a voz bem peculiar dela, ela me pede permissão pra fazer um boquete. Como um bom cavalheiro, aceitei, haja.
E aí começou... pude confirmar que as mais loucas são demais na cama. Fazia tempo que não chupavam tão bem minha pica... sei lá por que consegui aguentar de boa e não gozei tudo na cara dela em dois minutos. Mas como eu disse, felizmente meu amigo se comportou bem e aguentou sem problemas.
Quando percebi que ela tava ficando excitada, decidi começar a masturbar ela (ela não deixou eu chupar a buceta dela, por mais vontade que eu tivesse, tava depiladinha e cada vez mais molhada). Já tinham se passado uns 3 minutos, eu não aguentava mais, e ela também tava explodindo. Então peguei ela, coloquei por cima de mim e enfiei a pika até o fundo da buceta dela. Por que será que fiz isso? Ela deu um grito que até me assustou... pensei que tinha machucado ela e tudo. Mas não, pelo visto ela tinha gostado e pediu pra eu continuar assim, forte. Ela continuou com aqueles gritos enormes, que, sem exagerar, pensei que a qualquer momento a polícia ia aparecer, porque parecia que eu tava matando ela.
Ficamos assim um tempinho, depois trocamos e ela foi pra baixo. Tentei pelo cuzinho, mas ela pediu pra não... mas com a tesão que eu tava, segui sem problemas, e cada vez sentia ela mais molhada. Ela conseguiu gozar (eu com medo dela gritar mais alto e alguém vir reclamar de verdade... não eram sons de prazer, parecia mesmo que tavam matando ela). Aí ela desce e pergunta se pode continuar chupando até eu gozar. Nem precisei falar que sim, ela já tava agarrada na minha pika de novo, e eu curtindo um dos melhores boquetes que já recebi em muito tempo. Dessa vez não durei nem um minuto, gozei dentro da boca dela. Bem gulosa, tentou engolir tudo, mas uma parte não deu e ela acabou cuspindo na minha barriga.
Depois disso, ficamos deitados na cama um tempinho, mas como já era muito tarde, decidimos voltar. Chamamos o táxi, ele veio nos buscar, fomos até a casa dela, e de lá eu fui andando (já tava com muita vergonha de deixar ela pagar tudo de novo).
Combinamos de nos ver outra noite, mas infelizmente nunca rolou de novo, e depois perdemos contato.
Na minha mente, essa menininha de cabelo violeta, com seus problemas, mas foda na cama, vai ficar pra sempre. Mesmo assim, nunca perco a esperança de encontrá-la de novo.
12 comentários - Noite bizarra em Salvador
que me encantaría volver a verla
Muy buena historia, me trae muchos recuerdos de mi adolescencia bahiense.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
y si, por lo q estoy viendo somos bastantes mas de lo que pense los bahienses por aca jaj